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[Música] [Música] Olá, mais um na Casa do Povo no ar, o podcast da Câmara Municipal de Campinas, que toda semana traz aqui uma entrevista com o vereador ou vereadora do legislativo campineiro. E hoje o nosso convidado é o vereador Marron Cunha. Ele que participa pela terceira vez. Ó, ele já falou aqui sobre a história de vida dele, já falou como se interessou e se tornou um político em nossa cidade. E agora ele vem falar um pouco do seu trabalho lá na região do Jardim Florense, no distrito do Campo Grande. Mas como é de praste, logo no início eu vou fazer a minha auto e audiodescrição. O meu nome é Mirnabu, eu sou mulher negra de pele clara, tenho os cabelos cacheados na altura do ombro, ele tem mechas loiras, tem olhos castanhos. Hoje eu estou aqui com um blazer pink por baixo, uma blusa que tem flores, inclusive destaque, vai pra parte pink e amarela da minha blusa que tá por baixo. Ao meu fundo, nós temos o estúdio do Na Casa do Povo em preto à minha esquerda, um televisor aqui com o logotipo do nosso podcast na Casa do Povo em azul e branco. Marrom, seja bem-vindo novamente. Eu já também convido a fazer a sua auto e audiodescrição. Muito obrigado, Mira. Vou fazer minha autodcrição. Eu tô também de rosa pink, cabelos castanhos, eu sou pardo, calça jeans clara, sapato marrom. Tá certo? Então, Marrão, você que já conversou aqui com a gente sobre sua história de vida, sobre o seu trabalho, depois como foram foi que, né, a parte comercial da sua vida e os amigos o levaram também a, ó, vamos pensar em política, vamos pensar em transformação. Hoje você vem aqui para falar um pouquinho dessa atuação. Claro que o vereador, gente, ele atua na cidade inteira. Ele não é vereador de uma região, ele não é vereador de um bairro específico, mas a gente sabe que na prática os vereadores e atendem também principalmente o lugar onde eles moram, as pessoas pela proximidade com as pessoas e tudo mais. E hoje a gente fez aqui um capítulo especial até para que o Marron possa vir outras vezes e contar outras coisas para nós sobre a sua atuação ali no Jardim Florense. Fala um pouquinho para nós, lembra um pouquinho, né? Você é morador de lá ou você foi morador de lá? Como que é essa questão da sua história com Florence e com toda aquela região ali, Jardim Rossim, Cosmos, Sírios e tudo mais? Satélite satélite, Residencial Cosmo. Isso. Ah, eu cheguei em 84, né, no Jardim Florence. Eh, eu morei ali praticamente 37 anos e hoje, atualmente, eu moro no Residencial Cosmo faz 3 anos. Então, a gente, quando nós viemos de lá, eh, nós pegamos um bairro assim que não tinha infraestrutura nenhuma. Então, foi bem do começo, foi todo aquele trabalho. Eu também eh vamos falar assim, de vida política não tinha, mas nós tínhamos, já tinha uns trabalhos de dentro. Deus é bem mais novo, né? Sim. Através do meu pai também. Então, nossa família era bastante atuante ali. E é um bairro que hoje eh você vê assim uma proximidade muito grande. É um bairro ali onde praticamente eu sou onde concentra a maioria dos meus votos, né? Sim, pessoal, ele realmente confiou no trabalho. Eh, hoje nós construímos ali no Florence, primeira primeira parte nós fizemos já em Florense fazer o recapeamento ali da da Vendira de Souza, que praticamente quase 5000 m, né, ida e volta. Então ali foi um dos nossos grandes trabalhos. Hoje nós colocamos lá uma academia livre, colocamos pregra para as crianças, uma areninha sintética hoje para que as crianças também carente possam usufruir de ser pessoas que não tm condições de pagar esses campos sintéticos, né? Então acho que nós fizemos um grande trabalho fora as infraestruturas que nós foi feito dentro do bairro. Eu acho que o campo sintético, eu sei porque lá onde o minha mãe mora também tem, ele foi a grande política pública do esporte descentralizado na nossa cidade dos últimos anos, né? As pessoas se encontram, sempre tem um um parquinho perto, sempre tem alguns tem inclusive pista já de skate, alguns não. E as pessoas vão cada um no seu momento, participando ali das brincadeiras, né? Sim. Por coincidência, eu também fui um dos primeiros a ter campo sintético ali na John Boy Don Lope, né? Isso em 2007. Então hoje eu realizei esse sonho através da emenda impositiva, né? Que eu acho que é muito importante isso aí quando você também vê eh a necessidade, o que você pode ajudar, além de nós termos fiscalizadores, né? Que nem você acabou de falar aí que eh nós somos atuante eh vereador na cidade do município de Campinas inteiro, né? Mas a gente tem uma identificação, sim. Eh, eu planejei quando quando eu fui eleito eh em 2020, eu fiz um planejamento, tá? Dos bairros que eu ia atuar mais significativamente, né? Eh, claro, nós estamos ali da região do Campo Grande, nós temos Ouro Verde, tem bastante coisa que a gente fazem, mas a identificação maior foi nisses aí. Então, esses bairos que você falou, realmente, satélite 2, satélite 3, eh, Jardim Florence 1 e do, Residencial Cosmos, Sírios, então são os que nós atuamos aí, Jardim Rossim também. Sim, sim. Então foi é praticamente isso aí que nós atuamos mais ali naquela região quando foi feito, que inclusive era uma demanda antiga que foi feita a duplicação ali embaixo da ponte que era um problema do trânsito todo dia de manhã, aquilo mudou muito a vida de quem mora lá, né? Ali foi uma conquista, ali foi uma foi uma coisa assim que praticamente as pessoas falam até que era impossível fazer aquilo, né? era impossível fazer aquilo, mas quando foi feito e muito bem feito. Eu acho que o BRT, por mais ainda tá fase não terminou completamente ainda, mas se você puxar Joh Boy do Lopes hoje é é acho assim, ela mudou o visual, ela mudou o visual, é outra. Se você passa por ali, tem pessoas que vem de outra cidade que é conhecido da gente que que vai até passear na região do Campo Grande, fala: "Penso até que errou o caminho". Queritão que ficou bonito aquele ali. Então acho ali foi muito magnífico aquela abertura lá embaixo. Então nós temos também um trabalho ali eh de concentração do povo que nós precisa também melhorar ali o é a parte do Florence e Florence 2, né? Que nós ficamos o Florence 2 ficou um pouco isolado de retorno, mas já existe umas demandas nossa ali. É o Florense 2 tem que ir lá no Rossim para retornar agora, não é isso? Ficou legal. É, então isso é até inclusive quando eu ganhei a eleição, nós fizemos até um vídeo eh pedindo, nem que seja um túnel, pedindo fosse uma ponte ali para que tivesse essa ligação entre Florencia um e dois, que ia ajudar muito, certo? Porque realmente ali complica muito ali para a passagem que você vem no Florence 1, Florense 2, você tem que dar aquela volta enorme, porque daí você mistura com quem vai na principal, né? Exatamente. Então eu acho que seria um acesso muito bom. A gente estamos lutando para isso, tá? Então ali no Cosmos também, é bem pertinho ali do Cosmos. A gente teve há muitos e muitos anos, já até tivemos outros outros programas que entrevistamos o Paulela, que é o secretário de serviços públicos. A gente teve ali o Lixão da Pirelli, né? Como que tá aquela área hoje? Aquela área é bem ocupada. Você vê lá tem até hoje tem prédios ali construídos, né? Sim. Então tá tudo hoje pavimentado. Tem alguns tem alguns lugares ainda que precisam de infraestrutura, mas a maioria dos acessos, tudos ali foi bem aquela área específica tem um termo de ajustamento de conduta ali do para da prefeitura sempre monitorar, né? Porque tem ainda os gases que são produzidos e tudo mais. Mas é bem monitorado e hoje tá bem popular, tá ligado? tá tá eh populoso ali. Então eu acho que ali foi também uma conquista também e ali um satelitinho hoje também um bairro referência também Beranda John Boy do L onde era o lixão, tá? Quando a gente fala do residencial Sírios, né, que também é é importante, veio também naquela mesma época que a gente teve bastante questões de moradia aqui em Campinas, como que hoje também tá o atendimento àquela população quando a gente pensa em infraestrutura, em saúde, em escola? Como que tá lá? Ó, o resid hoje eh nós temos ali um um posto de saúde, né, que foi inaugurado, eh, tanto que eles fala até é Cosmo Siríos. Teve a creche também, né, que foi inaugurado também, Cosmo Siros. Aí estamos lutando também com o governo executivo aí para que uma escola também, porque na época que foi feito não foi eh não fizeram essa escola, que às vezes nas contas partidas tem que ter essa escola, porque ali acho que é uma população muito grande ali. E então hoje o que tá faltando ali praticamente é uma escola porque eles utilizam o cosmo, né? Sim. Utiliza o Barraquete, utiliza e o Eu vira par memorário que ali no Florence um. Sim. Então são essa, eu acho que tá faltando ali de essa parte mais uma escola ali que para comportar ali as pessoas. A gente percebe bastante também quando nós fizemos o levantamento e sua assessoria nos ajudou bastante no envio desse material que você tem bastante pedido de operação tapa buracos e coisas relacionadas, indicações relacionadas à sinalização. A como que é o fluxo hoje ali? Por que a gente precisa de todo esse serviço ali naquela região? Ó, ali, principalmente o Florence 2, porque ali você tem uma ligação que ele sai pro Ouro Verde, Vida Nova ali. Então ali e esse acesso, o movimento ali é muito grande na Avenida Sou pela Nelson Ferreira de Souza, ela tá totalmente asfaltada até o ouro verde ou não? Ainda falta um pedaço? Ainda falta um pedaço lá que a população cobra muito a gente, mas ali ainda é uma área particular. Então, área particular requera, tá em processo jurídico para que o poder público tinha sido feito um taque dessa área, não tinha para terminar ou não era? Era um taque, mas a empresa na época não concluiu o serviço. Então a partir do momento que não concluiu, ela também não fez essa contrapartida que era um taque. Então eh esse a cobrança é muito grande. Acho que na época os sete vereadores, quatro do lado de cá e três do lado de lá sempre bateu em cima disso aí. E esse ajuste porque não era particular, mas eu acredito que esse ano até o ano que vem vão resolver esse problema. Tá. Então hoje as pessoas elas podem passar pela Nelson Ferreira de Souza, mas uma parte não está asfaltada ou ela dá a volta. É isso. Dá volta lá no satélite passa em frente ao cemitério Parque das Flores. Exatamente. Exatamente. Entendi. É isso aí. Certo. E lá também quando a gente pensa nessa urbanização e tudo mais, como que tá a questão do córrego também? A gente tinha, tem ainda aquele córrego lá embaixo no Florence 2 ali tem quea esse córrego na época e tinha até um projeto na época do Trembala, tudo que eles iam revitalizar aquele lá até fazer fazer como é tampar ele fazer um projeto muito e bem feito ali, certo? Mas hoje ele é feito o quê? feas infraestruturas nas margens, tanto é que tiraram várias casas também que era ali próximo que tinha problema com é área de risco. Mas ali a gente sempre tá cobrando porque ali é um problema ainda. Ainda ele tá ele tem que ser revitalizado. Tem ali tem que fazer uma obra muito grande ali de infraestrutura ali ainda. Outra coisa também que a gente percebe ali tem uma estação do BRT logo no Florence 1, não é isso? que você inclusive fez lá uma indicação, um eu lembro que a gente acompanhou, nossa equipe acompanhou junto juntamente com você o pessoal inclusive fazendo um trabalho de grafitagem lá. Sim. Como que é levar também a arte? E a gente não pode esquecer que o Instituto Anelo fica ali naquela região e que é referência não só em Campinas, mas no país todo? Como que é essa questão? Quando a gente pensa também em levar a arte e a cultura para quem mora ali, para quem frequenta aquela região? O que a gente fala, né, Mend? Eu acho que se você a partir do momento que você trabalha, a partir do momento que você vê a necessidade, você trazer coisas novas eh pra região que é bem carente disso, isso foi um sucesso na época com as redes sociais, um trabalho assim que nós puxamos e trouxemos para ali eh vários ali, teve acho que teve 40 grafiteiras, veio até um de fora do país. Então foi um negócio bem organizado. As pessoas que eram do projeto trabalharam muito bem, foi muito bem alinhadinho, sabe? foi visto com muitos bons olhos para tanto da população de lá como até do lado de cá também que hoje tem várias tive reunião até que eles quer fazer isso aí, padronizar esse trabalho que foi muito bonito. É porque depois outros a gente viu que também ganharam um layout mais ou menos no mesmo estilo, né? Isso. Então e aí na na realidade quando nós fizemos eh foi feito até tinha um pouco de uma emenda, por isso que é um pouco de foi meio diferenciado, né? Sim, foi um trabalho meio diferenciado ali. Você pode ver que os artistas, cada um tinha um estilo. Sim. Entendeu? Então foi praticamente um do primeiro ali. Foi muito grandioso. O pessoal gostou muito porque era um era um lugar todo pichadado, né? E ali os comerciantes na época, inclusive tem até um lá que pediu na época que deu a ideia também de trazer isso aí, nós conseguimos. Então ali foi muito bem aceito e é muito bonito aquilo. Ainda falando um pouquinho de cultura, a gente tem ali o Céu Florence que eu vi que aqui está entre uma das suas demandas também, que é um importante instrumento, um importante referência quando se fala, não só em cultura, mas a gente percebe que várias ONGs acabam usando também. A comunidade usa muito o céu florense. Sim, sim. Ah, o céu na época que que nós subimos para fazer o trabalho em cima do céu, para você ter uma ideia, ali tudo escuro, faltava um monte de melhorias, tinha o problema também por ser do estado, não teve praticamente nem inauguração foi feito, então tinha essas dificuldades em cima disso aí. Aí nós fomos trabalhando junto, aí veio a a cultura ainda é do estado ou passou para prefeitura? Agora tem três, tem três secretarias lá que que trabalham lá dentro, que trabalham lá dentro. Então hoje hoje a gente consegue mandar emendas impositivas para que possa melhorar lá a infraestrutura que o pessoal possa usar essas on possam usar. É, inclusive eu já estive lá em apresentação, minha filha faz o progen progen aí o progené também usa bastante o seu Florence. Sim, sim. Hoje ele é muito bem utilizado, é à noite, de dia e a gente quer melhorar mais ainda lá. Sim. Quando a gente ainda pensa em serviços de manutenção, outra coisa também que fala ainda dessa questão, você inclusive mencionou Areninha, mas outras áreas de esporte também para descentralizar e para que todo mundo tenha mais próximo de casa uma academia, um playground. Inclusive você tem aqui um pedido aqui, olha, na rua Luís Henrique Giovanete, na antiga 15, falando que o local foi revitalizado e que também tem um pedido de a academia e playground lá. Sim, você já tá instalado. Já tá instalado tudo isso. Então, por exemplo, a gente tem a areninha, tá pronta? As duas areninhas estão prontas. E a areninha do satélite, dois ou três? três, três. No dois foi feito uma revitalização da praça que tava totalmente abandonada, que você passava lá, ninguém aproveitava para nada. Hoje nós temos lá e pregar para as crianças, nós temos lá academia ar livre, foi totalmente revitalizado o campo, totalmente alambrado com pista para pras pessoas que aproveitar lá o espaço que tem. foi feito calçada nela inteira da praça e ali ficou uma coisa assim que diferenciou o os próprios população que mora lá em torno agradeceu muito por deu uma nova cara ali. Todo mundo antigamente era abandonado, era era um lixão lá, certo? Então hoje não, hoje se você for lá, hoje é um espaço assim que hoje aproveitar não só dos moradores de lá, de outras pessoas também da da região. E o três, a areninha vai sair esse ano, tá para sair, já foi encaminhado, nós estamos já eh conversando com a com o esporte e tem a parte dos serviços públicos para que saia esse ano. O o satélite três para quem tá indo pro bairro é do lado direito ou esquerdo? O três. É o três. É o três lado direito. Tr perto ali da cooperativa do Antônio da da Costa Santos. Cooperativa lá é o dois. É o dois lá. Lá é o dois. Dois. Você subiu, passou a pontinha aqui já é o três. É o três é lá em cima. Entendi. Entendi. Parque da Amizade. Fala um pouquinho sobre o Parque da Amizade. O Parque da Amizade foi um processo assim que eh foi foi a de campanha que nós fizemos ali no Parque da Amizade, tanto regularização que foi pedido lá núcleo residencial lá. Isto então foi lá, foi o prefeito, lá foi o vice-prefeito Vandão, já foi o Paulela, o secretário. Então houve hoje, hoje para quem tá pagando em dia, para quem já pagou, já tá recebendo já essa regularização, já tá recebendo a escritura de lá, eh nós nós fizemos eh o asfalto, o o asfalto mesmo em duas ruas muito importantes dentro do Parque da Amizade, que era totalmente destruídas e as outras foram o quê? Foi feita a manutenção, um recapeamento aqui, jogado um fresado e mudamos muita cara do Parque da Amizade. Mas nós temos um compromisso muito grande lá ainda, que é o quê? É asfaltar ele inteiro. Hum. É asfaltar ele inteiro. Hoje o que que é feito lá? É terra ou joga? É fresado. Tem lugares que que existe esse esse esse recape, né? Sim, que é um asfalto mais fino. E tem as duas que é a as duas principais lá que foi feito o asfalto. Três, na realidade foi três ruas lá feito asfalto mesmo. Para quem não conhece muito bem aquela região, o Parque da Amizade ele você entra pelo Florence e sai no Parque da Amizade. É isso. Lado esquerdo. Lado esquerdo. Isso. Você entra no Florense, a hora que você começar a subir, você vai ver a escola Barraquete. Aqui, ali já é o Parque da Amizade. Parque da Amizade. E o residencial Novo Mundo? O Novo Mundo ele já fica lá do outro lado já. Ele fica perto do Rossinho, não. O novo mundo é como se ele fosse subindo, lembra a antiga V8, a cerâmica V8? Você subiu do lado esquerdo, tá? Ali tem um Nova Esperança e o Novo Mundo. Tá indo lá pro para pro terminal Campo Grande. Terminal Campo Grande, isso. Tá. E lá no novo mundo também a gente tem além de sinalização, serviços de manutenção e academias e playground também, né? Fala um pouquinho. O ele é um residencial um pouco menor? É isso ou não? Ele é um pouco menor. Ele é um pouco menor. Ali ele requer mais o quê? Um recapeamento que a gente sempre tá tá fazendo lá que e foi a sinalização e é onde eles pediram para nós eh playground e e academia ar livre. Nós fizemos duas lá. Sim. Uma na entrada do bairro e a outra lá no fim do bairro. Então foram feito ali. E a manutenção do bairro é o que precisa ali e um pedaço que precisa de fazer uma revitalização que nós também estamos colocando aí em pauta também. Em pauta com a prefeitura. Aí quando a gente chega no Jardim Rossim, que já é do lado direito para quem tá indo, lado direito, passou a ponte do lado direito, passou a ponte do lado direito, um bairro bem antigo também. É, a gente tem aqui também, inclusive recapeamento na Avenida Major Adolfo Rossim, que é a principal, a entrada ali. Foi feito quase 1 km ali de recapeamento, né, que fazia muitos anos também que não tinha isso. Aí foi feito toda a sinalização. Eh, nós temos o campo lá embaixo que foi totalmente revitalizado com preground também, tudo tudo que é preciso e vai inaugurar também esse no Rossim também que foi tudo revitalizado também, que era esse ano já a gente inaugura ele também ali. Você falou inclusive um pouquinho antes que acho que é o satélite ou ou acho que é o na verdade o cosmos que tinha ganho uma creche. Alguma é espaço do amanhã ou não? Espaço da manhã. Cinco. Foi entre as cinco que foram feitos na região lá do Campo Grante. É espaço da manhã. Tá. E a criança, as crianças já estão estudando lá. Sim. Ah, entendi. Então, quando a gente chega ali, ali pega então o pessoal que mora na região do Florente. Você falou agora do Novo Mundo e já tinha dito inclusive que o Nova Esperança é um pouquinho para cima do Novo Mundo lá. O Nova Esperança também, qual foi o trabalho que você tem, o que que você tem feito lá? O Nova Esperança foi mais eh parte de eh tapa buraco, algumas manutenções na na de também de sinalização na nas ruas lá. Inclusive, tem um pedido lá de revitalização também que eles têm lá um eles têm um campo de grama, não é sintético e eles pediram lá também algumas melhorias para lá, porque não tem vestiário, eh, e mais algumas regularizações que precisam fazer. Então, essas são são os pedidos também que tá em pauta lá no Nova Esperança. Sim. Outra coisa, ainda voltando um pouquinho ao Rossinho, a gente tem também uma mudança de itinerário na linha 232. Já mudou? Sim, também. Esse aí já foi feito, inclusive, eh, foi implantado também um eh um os bancos novos lá foi implantado também um Isso aí lá foi a semana também, acho que foi semana passada que nós temos pedido o ônibus 23, porque antigamente ele ele ele ele tinha um itinerário lá que o pessoal falava que não aproveitava, que o pessoal tinha que andar muito. Então foi feita uma reituração junto com a INDEC, a INDEC, a engenharia foi lá e fez essa e fez essa mudança também lá. E aí de lá ele vem direto pro centro ou ele vai pro Campo Grande? Ele tem, ele usa o terminal. Ah, ele usa o terminal. Ah, ele é linha alimentadora, né? Linha alimentadora. Vereador, o senhor chega aqui em 2020 e depois nós temos em 2022 implantad as emendas impositivas. como que elas têm servido como uma importante ferramenta para que o senhor possa, claro, através das indicações, fazer as solicitações à prefeitura, mas por outro lado, sempre quando é possível também destinar a verba para garantir que isso seja feito. Essas emendas positivas, se você souber aproveitar ela bem, ela ela fortalece muito, não só o vereador, mas fortalece também ele bem aplicado e fortalece onde você tá atuando, onde você trabalha para trazer essas melhorias, porque como que você, por exemplo, hoje uma areninha dessa hoje, por exemplo, você dá satélite três, R$ 800.000, tá? Então você praticamente a metade já da sua emenda impositiva vai numa areninha, mas foi um compromisso que na realidade lá quando surgiu a emenda de fazer três areninhas. Sim. Então agora tô completando a terceira e você aproveita tanto nas manutenções porque para você desafoga também o serviço público, né, de muitas coisas que eles têm essa essas obrigações. E tanto é que também você faz. Eu aproveitei muito também na saúde, eh, um tomo óculos mesmo lá pro Ouro Verde. Foi outro vereador também que fizemos, mandamos um novo lá para lá. Eh, trabalhamos também em cima do Mário Gatti, eh, irmãos penteados, beneficios português, porque eles atendem também uma parte do SUS. O centro de saúde lá do Florense, eu lembro que antigamente tinha bastante problema lá. Isso foi resolvido. Nós mandamos lá na época 480 e para colocar ar condicionado, para dar uma transformada lá, que o povo eh ficasse bem acomodado na espera. Então nós fizemos um trabalho muito grande no no posto de saúde do dois, trabalhamos lá em cima também até de atendimento tudo e foi bem aproveitoso também em cima das emendas impositivas foi Florence 2, eh Satélite 2 e Jardim Rossinho. Sim, vereador. A gente também não pode esquecer, apesar da gente tá falando aqui do da região ali do Campo Grande, né, alguns bairros do distrito do Campo Grande, que é um dos mais populos aqui da cidade de Campinas. O senhor, e a gente já entrou na questão da emenda impositiva, o senhor também tem a questão, por exemplo, de verbas para a pai, né? Também a questão ainda dentro desse âmbito da saúde, como o senhor fala, até porque o senhor já tem todo um histórico também e esse olhar diferenciado também para esse serviço. Sim. Ah, pai, por exemplo, eu tive um problema lá na emenda impositiva que nós encaminhamos para lá. Hum. Eh, houve um eh um desacordo, tinha que ter mandado para assistência e foi mandado paraa saúde, tá? Tá. Isso foi no trâmite. Aí me depositivou ela ainda ficou muito muitas brechas que complicou. Aí teve emendas impositivas nossas que que elas não puderam ser chegaram ser concluí não concretizou. Então a pai foi um a pai eu fui lá n foi visitar, conversando com as diretoras, tudo lá e e que nós fizemos lá eh eu destinei R$ 120.000, tá? seriam 6 meses de alimentação dentro do APAI. Aí não foi concluido. Pode ser pela saúde. Não pode ser pela saúde. Aí tinha que tentar mas eles são mas eles são inscritos na assistência e na saúde. É isso praticamente. Mas esse tipo de de que que esse tipo de emenda, esse tipo de custe aí que foi tinha que ser entrado pela assistência. Uhum. Aí de também era tudo muito novo no início, né? É. Então por isso que eu falo as dificuldades, né? tudo e todo mundo aprendendo, aprendendo. E pra gente é ruim, porque você deina uma coisa que você tem esse já esse, né, esse olhar, né, e de inclusão, né? Então, mas estamos aí ainda. Vamos ver. Eu tô esperando aguardar como que vai ser eh implantado, se vai ter problema ou não, porque daí tem esse ano ainda para destinar. Tem 2025 ainda, né? E quando a gente pensa hoje, claro, em todas essas melhorias que estão sendo levadas para a população que mora na região do Jardim Florense, Rossim, ali, o que que o senhor acha que ainda pode ser feito ainda mais? Ou ou não? Olha, agora a gente tá tranquilo aqui nessa região. Não, ali foi feito todo um trabalho. Se você for analisar, ainda tem mais algumas coisas que você precisa ter um recapeamento, porque às vezes o custo de às vezes você ficar no tapa buraco, às vezes algumas linhas lá, algumas avenidas, tanto ali do Florence, do Florence 1 até chegar no Cosmo, eh, tanto do até do próprio Florence 2 lá embaixo, beando na linha do trem que requer ali. Então ainda tem essas infraestruturas que nós estamos brigando para ver se a gente consegue que a gente consiga esse esse e essa emenda que possa destinar pra gente lá junto com os serviços públicos, né, o executivo atenda a gente para que possa fazer essas melhorias e também você começar a aumentar, você já outros bairros também, né? Porque hoje nós somos em três vereadores lá da região, então é muito grande a região lá. Então acho que como foi feito um trabalho assim, é que nem você acabou de falar, você também vê que tem outras outros espaços, outras outros bairros que precisa de melhorias, né? Então a gente também tem que dar essa atenção também para eles lá. Mas como que é? O senhor passou aqui para nós, né, uma série de de demandas e ações realizadas, né, pelo seu gabinete. Como que isso chega até você? Porque não dá para andar em todos esses lugares que você me passou. Como que como com que o marrom faz essa dinâmica? Não, assim, eh, o vereador lá, eu a gente conversa muito com o povo lá, mas nós temos também assessores lá que trabalham lá dentro, ficam andando e procurando também essas demandas e ouvindo também a população, o que que realmente eles precisam. Então, se junta, passa pro gabinete, a gente faz o ofício e encaminha para para as secretarias. Então, é que nem você acabou de falar, esse é o trabalho que a gente faz, porque você tem que ter esse pessoal de rua, de campo, para que possa trazer essas demandas pra gente, porque às vezes a população também não consegue às vezes chegar próximo da gente. Então, através deles que vem muito essas demandas que você vê hoje, a gente é muita demanda que a gente tem lá. E as associações de bairro, elas funcionam bem nesses locais? Alguns ainda têm que ter, como que é essa essa interface com eles? Eu acho que a associação teria que mudar o estilo, né? Eu acho que teria que mudar. Ainda tá trabalhando como antigamente. Exatamente. Então você pega, por exemplo, os bairros ali, a maioria não tem associação, tá? Então não tem representante, vai procurar, não tem, tá desativada, tem que fazer os acertos, né? Tem alguns que tem associação, pessoa jurídica que tá tem problema ainda com examente. Então eu acho que deveria ter um incentivo maior aí para que traga pessoas que realmente queiram trabalhar, porque a associação hoje, o que que ele sente? Um presidente hoje ele sente assim que o que que ele pode fazer? O que que ele pode fazer? Sim. Então, eh, antigamente sessão era muito forte, era, era esses representantes que traziam esses trabalhos. Mas hoje, vereador, até porque eu tenho, conheço bastante gente ali da região, né, do Campo Grande, do Florense, hoje bastante coletivos têm trabalhado também, né, que fazem inclusive eventos, ah, eles não chamam de associação, mas é um coletivo por uma causa, levam um dia disso, um dia daquilo. Eles também têm esse olhar, né? Sim. Você você eu ajudo muito, eu tenho instituição que eu ajudo, tem que eu ajudo. Você tem pessoas lá que não tem, não tem nada, mas eles têm os projetos. Sim. Que a gente ajuda esses projetos. É, eu costumo falar que eu não gosto nem de falar muito assim, de usar para campanha política, né? Mas eles mesmos falam: "Pô, mas você tem que falar porque você tá ajudando esse trabalho aqui". Porque às vezes não são ONGs, são pessoas que tem um grupo que se fecha, fala: "Ó, vamos fazer isso aqui pra comunidade". São trabalho assim tanto no esporte, eh, até na cultura, né? Saúde mental. Saúde mental. Conheço o pessoal da ONG, Gabriel. Eu tô com projeto aí. Eu descinei R$ 240.000. Olha que legal. Então, con pessoal da ONG Gabriel e também as poetizas, umas mulheres que escrevem poemas que são que elas se reúnem ali no Cras, eh, justamente fazendo esse trabalho, né? Quanto isso ajuda na saúde mental. A gente sabe que inclusive ansiedade, depressão é uma das do são doenças agora do novo do novo século, né, da modernidade. E é muita gente que a gente não imagina, que tá lá, que tá sorrindo, que tá lidando com o seu dia a dia, que tá levando o filho de manhã na escola, na creche, mas a gente não sabe por que tá passando, né? É, hoje você tem dois problemas, né? Você tem tanto os pais e tem os filhos. Então você tem que ver essa dinâmica, esse tipo de você tem que trabalhar muito em cima, porque os pais têm que trabalhar sim para se sustentar. Aí os filhos às vezes tm suas dificuldades. Hoje eu acho que como vem vindo essa eh globalização, ela ela ela tá vindo muito rápida, as informação chega muito rápido. Então eu acho que hoje as crianças eles perderam um pouco esse esse esse rápido e sem filtro, né? E da infância, né, que nós tivemos. Por isso você tem que ter esse trabalho de ocupar, então esses projetos que que você acabou de falar aí, essas pessoas que você tem que apoiar essas pessoas que faz isso porque você tira um pouco disso aí, porque hoje você fala o que você quer na rede social. Sim. Você pode falar que você é milionário, posso ser milionário. Aí a pessoa fala, você cria uma outra vida, você cria outra vida. Aí cria, o jovem hoje ele fala: "Pô, é aquil lá tenho ou não tenho? Aí vai cobrar os pais, eu quero isso, quero aquilo". Então existe esse conflito, né? hoje na adolescência que você hoje eu sempre falo, você tem que ser amigo deles. Sim, porque se você não for amigo nunca vai conseguir falar aquilo que eles sentem. eles vão, eles vão se escondendo e isso aí é uma grande arma hoje que o celular hoje é complicado. Justamente esses problemas que tá tendo hoje. É, a gente pensa que as áreas de lazer e esses grupos também atuando nessas áreas vai com certeza amenizar um pouquinho para que as pessoas não fiquem tão reféns ou da rua, porque antes a preocupação era a rua, agora a preocupação também é quando o filho fica muito tempo dentro do quarto no celular, né? Sim, sim. É isso que a gente fala, a gente bate muito em cima dessa tecla aí, é de tirar ele também dali, não é paraa rua, trazer para projetos, né, projetos novos para que ele possa eh se identificar, ele criar, ele criar esse esse coletivo dele, ele para fazer que ele é também importante no meio social, né? Sim, eu acho que hoje eles estão muito individualistas, eles estão se recolhendo, eles estão ficando mais sozinhos e isso é um grande problema hoje. Você sabe que eu já conversei com o Lucas lá do Instituto Anelo e ele falou: "Olha, a gente não quer que aqui o Anelo cresça, até porque o Anelo já tem, já expandiu, na opinião dele na época, ao máximo o nosso número de vagas. A gente quer que outras eh ONGs, outras instituições também venham para para cá para promover cultura. É possível? Sim, tudo é possível. Por exemplo, hoje a gente tem um projeto lá que é eh porque que faz tempo que eu ajudo eles, é de formar eles eh para para trabalho, é formação, mais a parte eh de computador para ele aprender a trabalhar com isso, ele aprender soltar ele nas mídias sociais, soltar ele hoje eh nas gráficas. Então, e você vê que as crianças são carentes. Às vezes a dificuldade não tem o dinheiro nem da passagem. Sim. Então, mas nós já conseguimos regularizar a ONG hoje, hoje ela já passou pela Câmara, então hoje daqui uns dias você pode arrumar empresas que possam investir n para que recolha também e as empresas ajudam e também abate no imposto, né? Sim. Então, já que a gente tem uma legislação que permita, mas para isso você tem que ter pessoas igual esse Israel, pessoa que tá ali, quando nós começamos ajudar ele totalmente, cara, entre tudo, hoje já tá crescendo, hoje já tá começando a criar corpo, né? Eu acho que isso aí é importante você ajudar e também ter a pessoa também lá dentro, porque ela tem que ter posto firme, porque ela sai para roupar hoje, ela tem muita dificuldade hoje de de encontrar recurso, certo? A gente percebe também que o senhor tem um bastante eh digamos que simpatia pela questão da capoeira. Fala um pouquinho sobre isso. É isso. É porque eu já vi nas redes sociais do vereador, viu, gente? Ah, isso é um trabalho que a gente faz junto com o Fábio Salário, né? Sim. que nós também fizou com ele. É mesmo, el foi assim, nós eh batemos primeiro papo, inclusive eu conheci ele através de um amigo meu que faleceu, né, que é o Silvão, né, o Silvio. E e eu me interessei muito pelo projeto que ele faz, pelo trabalho que ele que ele representa da capoeira, né? Então nós fizemos essa parceria hoje ele pode receber recurso das impositivas. Então foi feito já uma ONG, é, ele já tinha, né? Nós só regularizamos ela. Hoje ele já tá podendo receber emendas impositivas. Inclusive a passada nós mandamos também um recurso para ele 60.000. Olha que legal. Então, mas o trabalho dele é grande, ele tem muitos alunos, é um projeto social que ele faz e é um e a gente ajuda outros também. Eh, parte agora nós estamos tentando fortalecer e levar lá pro pra região do Campo Grande também uma parte eh, de judô, onde de judô estão tentando fazer essa parceria aí. Sim, é que ainda tem esses recursos que precisa da gente intermediar e para que possa levar também mais essa parte. E quando essas atividades acontecem, que ainda não há uma sede na ONG, usa o quê? Usa uma praça do do bairro, como que geralmente é feito? Usa um Cras, usa o céu florense, é o céu flore. É o céu florense. É o do Fábio aqui. A dele, ele paga aluguel ali, tá? Ele tem ali, faz tempo que ele tá ali, mas a gente para levar ela para camb hoje, né? Prefere colocar ela no céu porque tem um espaço bom. Entendeu? E as pessoas vê, é bom porque cada um tá fazendo um tipo de evento. Então acho que é bom você cria isso aí, um fortalece o outro. Então eu acho que isso aí é muito importante. Então vereador, olha, a gente tá pensando aqui judô que o senhor já falou, falamos de cultura, falamos de capoeira, tem futebol lá também. Tem a molecada, tem basquete? Tem tem basquete, tem basquete. Inclusive na na areninha do Residencial Cmo, lá tem o trê. Fizemos até um campeonato lá já do basquete 3x3. É, fizemos lá. O pessoal também usa muito essa quadra. Foi pedido, né? P falou você mandamos uma 3x3. O outro preferiu um campo de areia. Então varia muito do que o pedido da da pessoa, né? É. A população dali gosta mais de jogar basquete. É isso aí. Ah, aqui a gente quer uma quadra de vôlei pra gente poder jogar fut vôlei. Isso lá inclusive tem também a pô, como chama que as mulheres faz muito é bit tênis. Não, as mulher que fica dançando, é, ó, esqueço o nome. Jaz, não é? Lá eles têm mais ou menos já tem umas 60 ou 70. Eh, dança de domingo, duas vezes por semana. É, duas vezes por semana. Tem a professora que também a gente ajuda ela também lá. É. Ah, eu esqueço o nome da dança. Ah, eu pior que a dança é igual tem que tá com aral todo domingo, não é? Que que tem a aula de dança. É que eu sei que esse faz bastante movimento, pradas para cá. É. Eu que eu eu para lembrar, mas também faz tempo que tem isso lá também no céu Florenço também. Ah, no céu. É lá no céu lá é coberto também, né? Coberto, então a parte coberta é uma parte que não é descoberta, né? Mas a maioria faz tudo isso aí é tudo coberto. Entendi. Entendi, vereador. E agora quando a gente pensa para 2025, todas essas áreas fortalecidas lá. Então, sim, sim. Esse é o nosso trabalho, esse é um compromisso nosso com o povo. Tá certo? Então, olha, tô procurando aqui, gente, o nome da dança. Ai, dança ao ar livre, né? Como que chama? Porque a gente quer saber. Pior que eu já fiz essa dança, né? E não lembro mais o nome da dança ao ar livre, que é uma dança que a gente faz no na no taquaral, em todo até lugar. E tem lá no Florence também, lá no céu Florense, né? Duas vezes por semana. Mano, capoeira tem a capoeira lá no Não, capoeira não é no céu florense. Tem tem um tem um professor lá que agora nós mudamos, ele tava no céu florense. Zumba, lembrei. Zumbau. É isso aí. Lembrei. Zumba. Zumba. É, tem. Ah, então tem a capoeira. A capoeira tem no C Florence também. Ele, ele inclusive arrumei outro espaço para ele no Florence um que é uma associação que tava lá parada, ele tá fazendo lá também, mas eu acho que ele continua fazendo no céu. Eu não tenho bem, mas era era de lá. Mas e por exemplo, quem é lá da região do Florence pode procurar o Céu Florense, lá tem todas as atividades que acontece. Todas atividades, sim. Vereador, para entrar em contato com o seu gabinete, senhor lembra o número de cabeça? Como que é? Ó, eu vou tentar meio 3736 1310. 3736 1310. Deixa eu ver aqui no site da Câmara. Olha, se você tiver alguma dúvida, você entra no campinas.spsp.leg.br, que eu vou fazer inclusive isso agora. Aí você entra aqui numa aba chamada vereadores. Eu vou entrar aqui e nós tem um gabinete online também que tem um número lá, tem um gabinete online. Vamos, vamos ver aqui. Então, a gente vai entrar aqui no marroncunha. Vamos ver aqui. Tem inclusive uma foto do vereador no dia da posse. Ou essa foto essa foto é lá do do a foto do TRT. Do TRT não, do TRE, né? Essa foto aqui, qual que é? Do TRE. Essa é da pose. É da posse, foto da Ah, é isso mesmo. 37361310. Tem o e-mail da Câmara que é o marrom. @campinas.sp.lege. leg.br. Deixa eu ver se eu acho aqui. Aqui não tem o gabinete itinerante, mas pode falar aí, vereador. O É que eu não lembro de cabeça o número. Ah, é a assessora até que você lembra. Pode. Ela vai falar aqui, eu vou repetir, gente. 194 974 28 59. 974284159. é o WhatsApp que é aí o gabinete online, né? Sempre tem ali alguém para atender, para receber as demandas, para tirar alguma dúvida. Vereador, eu agradeço a sua participação. Não foi combinado, mas nós estamos com a mesma, não podia deixar de falar, nós estamos aqui com a mesma cor de roupa. Mesma cor de roupa. É, mas não foi combinado não, gente. A hora que ele chegou aqui, que eu tava com o blazer, eu falei assim: "Hum, vereador veio com a roupa com a mesma coisa". Você queria tirar? Eu falei: "Não, não tira ela para combinar. É a dupla hoje". É verdade, é a dupla hoje, tá certo? Então, vereador, muito obrigada pela sua participação. Até uma próxima. E eu que agradeço vocês aqui sempre, tá certo? Na Casa do Povo fica por aqui. Lembrando que você pode acessar na playlist do YouTube lá outros podcasts, tanto com outros parlamentares, quanto as outras entrevistas do vereador Marroncunha. Lá você vai conhecer um pouco mais da sua história de vida, da sua história política e muito mais. Eu fico por aqui e até um próximo na Casa do Povo. เฮ [Música] [Música] [Música]