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Na Casa do Povo | Marcelo Silva
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Na Casa do Povo | Marcelo Silva

92 views Publicado 15/08/2025 HD · 46:41

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No episódio de hoje do Na Casa do Povo – Podcast, recebemos o vereador Marcelo Silva para falar sobre seus projetos em tramitação na Câmara Municipal de Campinas e sua atuação como presidente da Frente Parlamentar em Apoio à Paz e Sustentabilidade rumo à COP 30. Entre os temas abordados, destacam-se: 📜 PLC 57/2025 – Exames toxicológicos em casos específicos 📜 PLO 96/2025 – Programa Municipal de Transparência na Execução Penal e Monitoramento de Egressos do Sistema Prisional 📜 PLO 112/2025 – Parceria entre Famílias e Escolas para Transparência e Fiscalização Educacional 📜 PLO 118/2025 – Canal “Educação sem Doutrinação” para denúncias de práticas político-ideológicas no ambiente escolar 📜 PLO 161/2025 – Semana Municipal da Valorização da Família 📜 PLO 165/2025 – Proibição da abordagem de passageiros por motoristas não autorizados 📜 PLO 221/2025 – Exigência de Atestado de Antecedentes Criminais para atuação com crianças e adolescentes Além disso, o vereador explica como pretende, por meio da Frente Parlamentar, estimular políticas públicas para paz e sustentabilidade, promover diálogos e parcerias com a sociedade civil e preparar Campinas para os debates da COP 30. 💬 Participe nos comentários: qual desses projetos você considera mais importante para a cidade? Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olá, [Música] [Música] boa noite. Começa agora o Na Casa do Povo, o podcast da TV Câmara Campinas. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estou substituindo a Mirna Bre, que é a apresentadora oficial aqui do podcast, que na próxima semana estará aqui novamente. E ela sempre começa o podcast fazendo a autodescrição, então também farei a minha. Meu nome é Gabriel Castro, eu sou um homem branco, tenho por volta de 1,80 m cabelo castanho escuro e que já está ralinho. Tô ficando calvo, careca. Mas isso é um papo para uma outra história. Isso é pra terapia, não é? Aqui pro nosso podcast. Estou aqui com uma camisa cinza. O nosso estúdio, ele tem um pano preto com uma televisão com o logo do Na Casa do Povo. E o meu convidado de hoje é o vereador Marcelo Silva. Seja bem-vindo ao podcast da TV Câmara Campinas. E peço por favor para que você faça também a sua autodescrição, vereador. Obrigado, Gabriel. Boa noite, prazer estar aqui com você nesse podcast na Casa do Povo aqui da Câmara. Boa noite a todos que estão nos assistindo. Farei minha autodescrição. Vamos lá. Tem 1,72 de altura. Ã, cabelos também parecidos com o seu, preto, mas não calvo. É um pouquinho mais que o meu. Pouquinho mais. H, estou com um palitó cin cinza chumbo e uma camiseta branca com broche aqui da Câmara Municipal do lado esquerdo do meu palitó. Vereador, na primeira temporada que você participou aqui do podcast, você falou bastante sobre a sua vida pessoal e nessa temporada a gente tá focando um pouquinho nos projetos que vocês protocolam, que vocês lutam para que eles entrem em vigor aqui na cidade de Campinas. E pelo que eu percebi aqui, você tem uma luta muito forte em termos de segurança e de educação. São duas preocupações que você tem. É isso aí. Eh, primeiro falar, né, do do primeiro a primeira etapa aí do podcast foi muito bacana. Parabéns, né? Eu lembro que me emocionei bastante. Parabéns por essa segunda que agora falar um pouco do nosso trabalho, da nossa produção aqui no legislativo. Eu acho que reflete justamente aquilo que eu penso, né? é a segurança, a educação e também o esporte. Acho que são bandeiras que não são bandeiras, é aquilo que eu acredito, né? Eu acredito que eh a educação e o esporte elas correm juntos, né? Eu sempre digo que eh as crianças são o nosso futuro. Se nós dermos para ela uma educação de qualidade aliada ao esporte, né, no contraturno junto com a segurança, eu tenho certeza absoluta que nós teremos aí profissionais capacitados, um futuro melhor, crianças preparadas. Então, minha luta incessante aqui na Câmara desde quando eu cheguei justamente é isso e acaba refletindo naquilo que eu produzo, né, na produção. Você mais uma vez acertou em cheio. E você acha que a gente tá muito distante deste ideal, deste objetivo que você tem? Olha, eh, não tão distante, mas também não tão perto. Eu digo que estamos no meio do caminho tentando e eh chegar nesse objetivo, chegar nessa direção. Eh, por exemplo, um exemplo muito fácil, muito simples. Aqui eu luto pela eh pela escola integral, né? E aqui a gente tem uma integral, mas não a integral do jeito que eu gostaria, né? Que é aquele é aquela criança que chega às 8 da manhã, às 7 da manhã, pode ir embora às 6 da tarde, né? Hoje a gente tem um integral aqui no município que acaba às 3:30, um às 4:30 e acaba dificultando muito aquele pai, aquela mãe que precisa, que precisa trabalhar o dia inteiro e deixar criança. Então o que que eu luto, né? Que se você tá na na escola em tempo integral integral, né? Você não tem aquela preocupação da criança tá na rua ou da criança não tá sendo bem cuidada na casa, enfim, de um vizinho ou de algum parente. E mesmo se tiver aí que eu entro esporte, né? que o município possa possa fornecer um contraturno aí de qualidade, né, voltada pro esporte, porque a gente sabe que mente vazia acaba acaba eh pensando em coisa errada. Então, se a gente ocupa, se a gente dá aquela educação, se a criança sabe, desde o começo, né, a gente tem aquela primeira infância do z0 a 6 anos, onde a criança tá sedenta, né, para aprender. Então, eu acho que a oportunidade que você tem de colocar na criança educação, o esporte e aí no futuro vai ser consequência daquilo que ele que ele absorveu naquela primeira infância, zer ao se 0 ao s, né, zero aos aoit, né? A criança ainda e e ela quer aprender, né? Ela tá sedenta por aprendizado. Então tudo que a gente ensina, né, vai colher e vai ser muito mais fácil, né, Gabriel? É isso que eu falo, vamos investir nas nossas crianças. Vereador, o senhor protocolou um projeto de lei complementar que logo no artigo primeiro ele fala sobre uma obrigatoriedade da realização de exames toxicológicos aos integrantes de carreira da segurança pública e da educação. Então já liu as duas coisas aí, duas profissões. O que que motivou esse pedido? O que que tem acontecido ou se tem acontecido alguma coisa na nossa cidade que chamou atenção para que aconteça essa mudança deste exame? Na verdade, eu acho que é algo que é básico, né? A pessoa que mexe com segurança e trabalha com educação, né? Nada mais tranquilo, nada mais justo que ela faça um exame eh toxicológico, né? Para ver se realmente ela ela ela tem aí as condições psicológicas eh para educar, para trabalhar na área da da segurança aqui pública no município de Campinas. Na verdade, eu eu digo que muitos projetos surgem da das ideias das pessoas, né? Esse foi ao contrário. Esse foi eh das minhas ideias, dos meus pensamentos, de como poder eh ter profissionais equilibrados, ter profissionais capacitados, né, que estejam realmente eh eh em san consciência, né, trabalhando com crianças, trabalhando para garantir a nossa segurança ou segurança do patrimônio público. Então, a a ideia é isso, é é tentar fazer mais uma seleção fina, né? eh eh de profissionais que sejam estejam eh mentalmente tranquilos, equilibrados. Então essa realmente foi uma ideia eh minha. É muito comum, vereador, a gente acompanhar até reportagens, né, de pessoas que têm dois, três empregos. A gente fala de uma rotina que é muito e intensa e aí às vezes tem serviços domésticos. Há um receio do senhor que algumas pessoas até para conseguir suprir essa rotina acabam utilizando essas substâncias. E aí fazendo este exame é uma maneira até depois, caso de positivo, de encaminhar esta pessoa para que no futuro, quem saiba saiba, ela possa retornar ao trabalho. É perfeito. A ideia não é não é a punição, né? Eh, é a solução através de uma ajuda ou através da própria prevenção, né? eh chamar aquele profissional e entender o motivo pelo qual está acontecendo isso ou uso excessivo de álcool ou de alguma substância eh algum entorpescente ou alguma substância proibida e e ia chamar e tentar eh conversar, reineri-lo, encaminhar para um tratamento, né, de forma alguma eh eh punir, né? A gente sabe que hoje a gente tem que tratar isso como uma doença, né? Eh, já se passou aquela época que em que você punia, em que você ignorava? Não, a pessoa tá tá, né, naquela situação, não porque ela quer, mas precisa entender o contexto, como você falou, né? A gente vive numa sociedade hoje muito acelerada, muito rápida, as coisas têm que ser eh para ontem, né? O WhatsApp deixou a nossa vida muito mais rápida. Eu tava comentando, acho que essa semana, eh, antigamente era muito mais, eh, de, não é devagar, mas as pessoas talvez não eram tão ansiosas, né? Você tinha a carta, depois você tinha um e-mail, né? E hoje você tem o WhatsApp que é instantâneo, né? E você não tem uma seleção de quando você manda. Você manda de manhã, você manda à tarde, você manda de madrugada e às vezes você dorme com X número de mensagens, você vai acordar, você tá atolado, né? principalmente nós, né, que somos agentes públicos, agentes políticos, né, e somos mesmo, estamos para servir as pessoas, temos que estar à disposição, mas é uma é uma sobrecarga de trabalho muito grande, é uma sobrecarga de demanda. Então, se você não tiver equilibrado, se você não tiver organizado, você realmente não dá conta daquilo. São centenas e centenas. E aqui eu não tô eh eh inventando nem aumentando, são centenas e centenas eh de mensagens por dia que você tem que saber como organizar e dar resposta pra pessoa, né? Então, eh talvez voltando aqui pro pro nosso gancho, é isso, né? A gente tem que entender o motivo pelo qual a pessoa tá naquela situação e buscar uma ajuda, buscar uma solução. Você sabe que recentemente eu tomei um puxão de orelha da minha mãe. Você falou de WhatsApp, eu lembrei, eu tava escutando um áudio mais ou menos de 1 minuto no 1,5 na velocidade. E aí ela já me deu puxão de orelha. Ela, mas que coisa horrorosa, que que você tá escutando nessa velocidade? E para mim já era algo normal, porque a maioria dos áudios eu escuto em 1 minuto e na velocidade 1,5, porque é mais rápido justamente por essa rotina para encerrar o áudio. E aí esse puxão de orelha, sabe quando você coloca um pé um pouquinho no no freio, fala: "Opa, pera aí, faz sentido isso que ela tá falando". Vamos desacelerar aqui neste momento não tem por escutar. E e isso a gente pega dessa velocidade que as coisas estão. Você falou que você gosta de esporte. Os esportes mudaram muito. Se você pegar o futebol da década de 70, o futebol de hoje é praticamente um outro esporte. É um ritmo muito devagar. Se você quem gosta de futebol e assiste uma partida hoje da Copa de 70, por exemplo, você vai falar: "Não é possível". Porque o cara é o cara pega a bola, para, vira, inverte e consegue acertar. Se você pegar atletismo, é impressionante os tempos que eles fazem hoje em relação a 20, 30 anos atrás no vôlei, a velocidade da bola. Então as coisas elas estão evoluindo, mas em determinado momento precisa ter essa calma que você tá citando aí. A gente que gosta, né, Gabriel, de futebol, dá nervoso ver o jogo da Ele é devagar demais. Devagar demais. Hoje, na minha condição acho que eu corro mais rápido, mas é o que você falou, né? É, é, é, é uma tendência da evolução, mas tem hora que você precisa respirar, pisar no freio. É, exatamente. Eh, voltando pro seu projeto, vereador, esse do exame toxicológico, em caso de positivo, o que que acontece com este funcionário da segurança ou da educação? Tem direito a uma contraprova? Ele vai ser afastado? Tem um tempo depois para poder refazer e retornar ao trabalho caso ele for aprovado, né? Portanto, claro que eh existe o direito do contraditório, né? Fato número um, ele pode fazer a contraprova e não é que ele vai ser eh exonerado. Muito pelo contrário, né, como nós estávamos conversando. A gente vai entender o motivo pelo qual está acontecendo aquela situação, vai tentar uma reabilitação e depois de 6 meses, né, se tudo correr bem, ele é reintegrado e aí corriqueiramente faz eh os exames, né? Mais uma vez, a punição ela não leva nada, né? Tanto na criação hoje, né? nós estamos eh num mundo em que você tem que ter respeito, você tem que ter empatia, né? Eh, então eh esse tipo de punição, muito pelo contrário, só vai levá-lo ao ao fundo do poço. Uma ideia é eh retornar à sociedade, fazer um tratamento, ajudar essa pessoa a reintegrar numa vida normal de trabalho. Vereador, eu já estou aqui na Câmara há 9 anos trabalhando pra TV Câmara Campinas. Portanto, eu acompanho bastante os debates sobre os projetos e sempre eu vejo uma preocupação em relação a custos para o município. Se vocês fizerem uma lei em que o município tenha que dispor de recursos orçamentários, ele é considerado inconstitucional e aí ele é derrubado. O senhor teme que estes testes eles terão custos ao município, já que são centenas de funcionários testando todos os anos. Pensou nisso? só uma conversa com o poder executivo, tem como colocar no orçamento do município para que isso aconteça? É, eh, você tocou num ponto eh importante, né? Eh, a nossa competência para legislar, né, ela acaba sendo um pouco engessada, então a gente tem que eh dar os dribles, né, como no futebol. Nesse caso, eh, eu já fiz um um levantamento, né, eh, do número de profissionais e do valor do custo desses exames. Então, ele pode ser perfeitamente absorvido pela Secretaria de Segurança e pela Secretaria de Educação, né? Lembrando que a Secretaria de Educação, ela tem um orçamento eh de 25% do orçamento geral do município, que é a lei de responsabilidade eh fiscal. Então, tem tem bastante eh eh verba na educação e no lado eh da segurança pública, se não me engano, são aproximadamente 800 eh guardados municipais. ele também tem condições de ser eh absorvido pela próprio pelo próprio orçamento da Secretaria de Segurança, que eu tenho certeza que vai acatar e vai eh na verdade já sinalizou, né, de forma positiva tanto tanto a educação quanto a segurança para o nosso o nosso projeto. E mesmo mesmo e eh como ainda não tá em vigor, a ideia é que a gente consiga votar ainda esse ano, então a ideia é já se programar com curso pro ano que vem, pro próximo ano. O senhor protocolou um projeto de lei que pretende criar o programa municipal de transparência na execução penal e monitoramento de egressos do sistema prisional. Primeiro, como que o senhor enxerga, né, a reinserção no mercado de trabalho dessas pessoas? É, eh, são duas são duas vertentes nesse eh nesse ponto, né? Eh, eu sou a favor ao fim das saídinhas temporárias, né? é algo que a gente já vem lutando lá no Congresso Nacional eh há bastante tempo. Eu acho que tem uma evasão muito grande quando se tem essas saidinhas. Então, qual que é o Já que não tem eh eh esse fim das saidinhas, a ideia é que o município junto com a secretaria do estado possa obter um cadastro e esse cadastro seja integrado entre o estado e o município, né? Bom, os detentes aqui do CDP de Hortolândia vão sair pro Dia dos Pais. Quais desses detentos eles são da cidade de Campinas, né? Olha que interessante. Campinas não sabe, né? não tem essa informação. Essa informação ela fica eh em posse da Secretaria de Estado. Então, se existir uma comunicação entre a Secretaria do Estado com a Secretaria aqui de segurança, a gente consegue também fazer um monitoramento e poder ajudar justamente a fiscalizar se se ele voltou ou se não. Uhum. E também, né, aí pegando a segunda vertente, é essa parte da reinserção no mercado de trabalho. é poder não vigiar, né, mas dar, vamos se dizer, um olho mais atento se aquela se aquele eh eh detento que está hoje no regime semiaberto ou no regime aberto está tendo a reinserção eh como enfim como seria, né, correto, né, como deveria ser. a gente sabe da dificuldade, enfim, a gente sabe, não vamos entrar aqui nesse cerne de como é o sistema prisional hoje, que aí a gente vai ficar aqui horas e horas debatendo isso, mas pensando no modelo perfeito, né? Tentar monitorar para que essa pessoa tenha reinserção, se não tenha, qual o município pode ajudar, né? a gente sabe que eh hoje, por exemplo, o o os detentos em regime semiaberto, eles ajudam as regionais na parte de parques jardins, na parte de limpeza, como pode ser e também tentar encaixar isso, né, na rotina deles, mesmo que possa receber um um algum valor? Então, a gente consegue ter políticas públicas voltadas para esse pessoal e também ter um controle maior. Então, achei esse projeto também muito bacana. Eh, eh, e, e eu torço muito para que seja implementado, porque os municípios eles têm direito de ter essa informação do governo do estado. E aí o projeto ele pretende então acompanhar, fiscalizar, garantir essa transparência na reinserção social de condenados que cumprem pena em regime semiaberto, aberto ou livramento condicional, né, no município de Campinas. Sim. E isso não acontece hoje. Foi isso que você é o municíp o município ele não tem, né, Gabriel, essa informação, né? Porque o governo do estado, ah, vai ter a saidinha de Natal. Bom, 30.000 detentos saíram, né? Mas e aí, quem são, né? E a gente tá aqui mais perto é é Hortolândia, né? Que lá tem o centro de detenção. Então, eles são de quais cidades, né? Passe pro município. Olha, tá saindo A, B, C, D, E, né? Esse tá no regime semiaberto, esse tá assim. Então, pro município ter essa informação, né? E depois para saber quem quem não voltou, quem voltou, né? como é que tá, onde tá pra própria Guarda Municipal também poder, no caso do da do detento não voltar de fazer essa essa, enfim, essa apreensão, essa prisão em flagrante. Então, é algo simples, né, que o que o estado já tem e que o município poderia contribuir. E aí seria um banco de dados municipal que ficaria a responsabilidade da secretaria de segurança. Bo, isso, exato. teria esse intercâmbio entre a Secretaria do Estado, né, Secretaria de Segurança do Estado com as secretarias dos municípios, né, não só de Campinas, né, claro, essa lei é uma lei municipal, mas que ela possa ser replicada também para outros municípios, né, porque o estado já detém essa informação. Então, ora, se ele já detém, por que não transmitir pro município, né, se a pessoa é daquela cidade, o município poder também ter, entre aspas, um controle, uma fiscalização ou saber da vida, saber como tá. A ideia é essa. E aí, eh, para esclarecer para quem está nos acompanhando, não vai haver um conflito entre disponibilizar informações públicas e a legislação de proteção de dados pessoais, que a gente sabe que existe a LGPD, isso aí ficaria com a secretaria, por exemplo. É, da mesma forma eh que estaria sob proteção do estado, ela tá sob proteção do município, né, respeitando a LGPD. fala sobre educação agora, porque o senhor tem um projeto de lei para criar um programa de parceria entre famílias de escolas e também a questão de transparência e fiscalização educacional aqui de Campinas. Quais informações estariam presentes e o que que é essa questão de transparência na na educação? mais uma da educação e a minha eh minha preocupação justamente com a doutrinação nas escolas, né? Eh, já tive problemas aqui na própria Câmara Municipal e em distribuição de cartilhas, né? No meu ponto de vista, ela traz totalmente descabidas através de um parlamentar aqui na Câmara que foi lá numa escola municipal e distribuiu cartilhas direcionada aí a sua a sua vertente que era de esquerda, né? Então, eh primeiro ponto é que a família ela possa ter a programação e possa saber o que o filho tá aprendendo, né? Quais são as atividades hoje nas na nas escolas, né? Quem tá indo lá da palestra, qual o currículo, né? O que foi distribuído. Então, justamente para que haja uma total imparcialidade, né? Como tem que ser, a gente bate muito nisso, né? Escola sem doutrinação. Essa é uma bandeira também do nosso mandato, né? Então, mais uma vez, a preocupação da educação e que essa educação seja sem doutrinação, né? seja uma seja uma educação eh imparcial. Então, é criar, isso é possível mais uma vez, é criar uma plataforma digital, né? Hoje a gente tem eh empresas, a própria IMA, que pode desenvolver isso através de aplicativos onde o o os pais ou os responsáveis possam acompanhar as atividades que os filhos estão desenvolvendo na escola. Por exemplo, vai ter uma palestra lá no contrato, contraturno da escola, quem é um palestrante, quais os materiais que vão ser utilizados. Uhum. né? Então eu acho que isso é fundamental para que haja para que a o pai também possa se aproximar um pouco da vida do filho na escola, né? Hoje tá todo mundo que você falou, né? Todo mundo rápido, todo mundo no celular. O celular tem absolutamente tudo. Então aquele piloto automático, né? Chega em casa, nem conversa direito com o filho, não sabe o que aconteceu na escola. pelo menos se você conseguir acompanhar as atividades, as tarefas, um estudo do meio ou qualquer que seja, né, eh a matéria que tá sendo lecionada, como, né, não é câmeras em sala de aula, muito pelo contrário, né, mas é um controle daquilo que tá sendo ensinado, como tá sendo ensinado. Então, o pai pode se aproximar da vida escolar do filho, né? Porque eu falo educação, eh, Gabriel, a gente não pode delegar paraa escola, né? A educação ela tem que ser na nossa casa e a escola ela é complementar. Uhum. N que fique claro, muitas vezes os pais eles acabam delegando a educação paraa escola. Não, a educação tem que partir dos pais, dos responsáveis, né? Lá que nós colocamos os princípios, os valores, educamos as crianças e a escola é para complementar. Então, se você tá complementando a educação do seu filho, nada mais justo que você possa acompanhar através de um portal de transparência, né? a gente fala eh eh na legislação uma linguagem mais ampla e aqui deixa claro para que quando for ser regulamentada, né, ela for ser esmiuçada, for ser descrita de como vai fazer através de portal, através de aplicativo, eh o município, o o poder executivo, que é o prefeito, o secretário, ele possa ter uma uma maior eh possibilidade de de opções, né? ou vamos vamos fazer um via portal de educação ou não, vamos criar um aplicativo, às vezes pessoalmente vai na escola um canalmente. É, exato, ou um canal ou um canal de atendimento, enfim, tem várias possibilidades, mas aí o cen da questão é essa, né, de que não haja doutrinação nas escolas e de que haja uma proximidade maior dos pais, dos responsáveis com a escola. você deu este exemplo da cartilha. Então, vamos supor que saia alguma cartilha ou tenha alguma palestra que algum pai tenha ficado ali em dúvida ou não tenha gostado muito, queira fazer uma denúncia. Eh, ele vai ter este canal exclusivo que aí pode ser por WhatsApp, por telefone pessoalmente. E o que que acontece depois? vai ser criado um conselho para poder discutir aquilo que aconteceu. É, primeiro a gente direcionou para um canal, vai ter um canal direto de comunicação com a secretaria, né? E e e em em em posse disso é que seja formado um conselho, né? né? E aí esse conselho tem que ser eh entre a sociedade civil organizada, entre alguns pais, alguns docentes, alguns diretores de escola e também algumas pessoas da secretaria para que realmente façam essa avaliação. A gente não pode deixar entrar material na escola que seja eh eh que tenha cunho político, fato, né? A gente quer que as nossas crianças sejam educadas de forma imparcial, né? A gente já viu, eu luto isso, inúmeros problemas acontecem. Eu recebo inúmeras inúmeras denúncias. Então, se a gente conseguir trazer através dessas legislações, o profissional, ele ele vai pensar duas vezes antes de dar sua opinião pessoal. Ol, ele pode ter sua opinião pessoal, mas em sala de aula não. O projeto sendo aprovado, sancionado pelo prefeito, entrando em vigor, você acredita até em uma melhora do desempenho acadêmico? É, é uma melhora e mais do que isso, né? o porque existem muitos alunos que acabam ficando incomodados. Fato, eu já recebi inúmeras, né, denúncias que em que o o próprio aluno ele acaba ficando reprimido, né, ele sabe que aquele professor ele pensa eh ele tem a o viés de esquerda, ele pensa daquela forma, então ele ele até fica com receio de poder eh se posicionar, de fazer uma pergunta. Então, se você tem esse, entre aspas, essa proteção, óbvio que o aluno se sente mais confortável, se sente mais tranquilo. E aí tá linkcado então com o canal Educação Sem Doutrinação. Exatamente. É isso que eu ia falar. E aí, junto com isso, a gente fez esse canal sem doutrinação, eh, que é, eh, eh, para, entre aspas, qualquer atividade eh obscura que tiver, você tem esse canal eh direto, que é o canal sem doutrinação, né? Já que nós não conseguimos aqui colocar a escola, né, escola sem partido, escola sem doutrinação, a gente cria mecanismos, né, dentro, obviamente, da legalidade para que não haja nenhum tipo de abuso. Sempre, sempre pensando o quê? Pensando no aluno, pensando numa educação de qualidade, numa educação que que, enfim, que o professor não vai colocar na cabeça da pessoa aquilo que ele acha, né? A criança tem que sim formar a sua convicção, né, de acordo com que ele lê, de acordo com que ele aprende, de acordo com que ele é educado em casa. E aí isso tem que ter um contato uma proximidade com a Secretaria Municipal de Educação. Sem dúvida. Ela tem que, na verdade, tá totalmente eh vinculada e ligada à Secretaria de Educação. E mais do que isso, né? eh, vamos se dizer, ao secretário, ao subsecretário, a parte eh eh diretiva, aos diretores, ao diretor, ao diretor pedagógico, porque eles são partes aí fundamentais nessa apuração, entre aspas, de desvio de conduta, se se acontecer. Então, se você tem, né, esse portal de transparência aliado a essa canal sem doutrinação, que que você traz? você traz uma segurança pro pai, pro aluno, tudo isso de forma anônima, tá? Fique claro, eh por por eh preservar a identidade, né, do aluno, preservar a identidade do pai, do responsável para que ele tenha possibilidade de de denunciar e essa denúncia tem que ser apurada eh pela Secretaria de Educação. Ô vereador, em várias respostas que você me deu, você falou bastante sobre família, né, que a família tem que acompanhar este estudante na questão de segurança, que a família ela tem que estar segura no município de Campinas. E você quer a criação aqui em Campinas da Semana Municipal de Valorização da Família? Como que seria essa semana e qual que é a importância de se criar essa data? Bacana, Gabriel. Uma coisa, eh, quando a gente tem eh coerência naquilo que a gente fala e naquilo que a gente faz, ela acaba se espelhando nos nossos projetos, né? É valorizar a família. Eh, eu fui educado dessa forma, sabendo que a família ela é base da vida, ela base da sociedade. Isso até tá previsto na Constituição Federal. Então, a nossa ideia é que a gente faça eh algumas ações aí no município falando da importância eh da criação com valores, né, da pátria, da religião, que é importantíssima, cada um respeitando a sua religião, religião judaica, religião cristã, religião muçulmana, cada um tendo a sua fé, mas sabendo que é importante na criação, né, os valores, a pátria, o hino nacional, né, na minha época, felizmente não se tem mais isso. Isso, mas uma vez por semana era a bandeira nacional, né? Por que não, né? Trazemos isso de volta pro município de Campinas, né? Tenho certeza absoluta que as pessoas, as crianças hoje não sabem cantar o hino do Brasil, né? Aprender. Eu lembro que eu aprendia a letra do Hino do Brasil, que é maravilhosa. Então, são várias ações que nós possamos eh desenvolver junto das escolas, né? E aí vai ter que ter eh essa parceria entre município, escola, sociedade também para que cada escola, né, óbvio, não vai ser uma semana geral, mas se a gente conseguir eh que cada escola faça eh palestras ou faça eh eh por exemplo, ah, uma semana, vamos hoje aprender o hino nacional, vamos assistir a bandeira do Brasil. Então, em uma ação coordenada, né? Esse ano nós vamos eh valorizar a família eh falando das religiões, né? Da importância das da que a pessoa tem uma fé, a religião judaica, a religião cristã, a religião muçulmana, a semana desmistificar, falar das diversidades que existem. Exato. Exato. Da importância do respeito, né? Então, eu acho que eh quando você fala eh da família, você envolve todos esses valores e você pode ir aprofundando, né, cada vez mais em várias questões que muitas vezes são questões eh cruciais e questões que talvez no dia a dia você não converse com o pai, com a mãe, com a criança, até porque a gente vive hoje, né, nesse mundo globalizado, numa pluralidade, né? Eu lembro, você tava citando na escola, não foi em relação à religião, mas foi em relação aos países. E foi uma semana que cada grupo teve um país e a gente teve que fazer eh a comida típica, o trabalho que geralmente as pessoas tinham nesse local. E eu achei muito bacana porque me guardou isso quando eu era criança. Então eu lembro que eu fiquei com a Espanha. Então ó, qual que é o alimento da Espanha? O que que é a força da Espanha da economia? E eu lembro que tinha de Portugal, tinha de outros países. Então, em relação à religião que você citou, por exemplo, eu acho que é legal porque se desmistifica também algo que às vezes a pessoa não conhece ou tem um preconceito sobre a outra e acaba conhecendo e isso leva pra vida inteira. É o que você falou. E quando você realiza esse tipo de atividade, você faz aquela atividade em grupo, né, em que você pode ter no seu grupo pessoas que pensam diferente, mas que vocês vão pesquisar sobre um determinado tema. né? Então isso é muito bacana, né? Você traz você traz mais proximidade, você acaba absorvendo esses valores, esses princípios, respeito, né? É união, fraternidade. Então eu acho que tem tudo a ver, né? Você viu um projeto vai lincando com o outro, que vai lincando com o outro e e sempre voltado, né, à segurança, à educação e ao esporte. O projeto ele contempla também parcerias com organizações sociais para apoio a famílias em situação de vulnerabilidade também. Sem dúvida. a gente sabe que é, infelizmente existem hoje, né, né, muitas crianças, né, que passam, passam por isso, né, nós temos muitas casas, casas de acolhimento, né, aqui na cidade de Campinas que fazem um trabalho aí fantástico. Então, trazendo essas eh essa percepção, né, eh essa experiência que eles têm lá, né, para dentro da escola também, né, muitas vezes choca, né, as crianças, muitas vezes elas nem sabem que possam existir. E mais uma vez valorizando a família, né, o por que isso aconteceu, né, por que houve essa essa ruptura da unidade familiar, entende? Então, eh, por isso que eu que eu fiz questão de trazer também isso pro nosso projeto. O vereador Marcelo Silva está participando aqui do podcast Na Casa do Povo. Já já nós estamos entrando na reta final. São os últimos 10 minutos, mas ainda tem alguns assuntos que eu quero abordar com você, vereador. Um deles, o que que tem acontecido na cidade de Campinas pro senhor protocolar o projeto para proibir a abordagem de passageiros por motoristas não autorizados em espaços públicos? É, então isso tá sendo uma reclamação aí eh geral, tanto de taxistas, né, quanto eh das plataformas aí Uber 99 por aplicativo. Por aplicativo, né? A gente tá tendo muita abordagem, principalmente em rodoviária, em aeroporto, de motoristas não cadastrados, né, fazendo corridas. E muitas vezes essas corridas elas eh podem ter eh um caráter de crime, criminoso, né? Olha, vou levar você vai custar R$ 200, sendo que a corrida ela pode custar R$ 50, né? ou ela pode cometer algo algum ilícito. Então, eh eh o perigo, né, disso é iminente. Então, vários taxistas eh motoristas eh de plataformas digitais vieram me procurar dizendo que isso está ocorrendo e tá ocorrendo, né, principalmente na rodoviária e no aeroporto de Viracopos, onde se tem um movimento muito grande. Eles estão perdendo corrida e mais do que isso, colocando em risco, em risco o cidadão que muitas vezes pega desavisado, né? Não sabe, a pessoa vai lá, vamos lá, vamos lá, entrou no carro, pum, já era, né? E às vezes é uma abordagem muito agressiva, né? Porque eu acho que quem já viajou, e eu já passei por essa situação, quando você tá principalmente em outra cidade, outro lugar, são muitas pessoas que fala: "Vem cá, vem aqui". E aí você sai às vezes meio desnorteado, você acaba entrando e acaba entrando e aí sem e aí você entra, isso que é mais grave, sem combinar o valor. É. Ah, cara, aí você vai chegar destino final, ó, custou R$ 300, não paga, tá? Não é, entende? Então é muito perigoso isso. E ninguém tinha pensado, né? Então a ideia é fazer essa legislação, né? E que tenha fiscalização tanto da INDEC quanto da Guarda Municipal e também da Polícia Militar. né? É, é proibido esse tipo de de conduta. Uhum. Né? Você não pode abordar, ainda mais como você ressaltou, né? São abordagens muito agressivas, né? São corridas longas, né? Como de viracopos, né? São corridas longas, você tem que saber o preço, né? São pessoas que você não sabe a procedência, né? Você pega uma mulher com uma criança, né? Quero nem pensar o que pode acontecer, mas existe. Tanto existe que eh os motoristas me procuraram e a gente agiu rapidamente. Vereador, tem um último projeto que eu queria comentar com você, que é a exigência de atestado de antecedentes criminais para admissão instituições públicas ou privadas que desenvolvam atividades com criança e adolescente. É essa a preocupação com a questão de segurança com as nossas crianças. Sem dúvida, né? E, e, e aí, Gabriel, fiz questão também de colocar eh nas instituições privadas, né? Eu sei que algumas instituições privadas já fazem esse tipo de eh de pedido, né, do antecedente criminal, que é normal, né, quando a gente, por exemplo, quando a gente vai entrar eh num serviço público, eu tenho que tirar os meus antecedentes criminais, né? Então, seria mais uma forma de seleção, mais uma forma eh de preocupação com as nossas crianças. E aí você colocando, né, na no poder público, eu tenho certeza que as instituições privadas que ainda não aderiram a esse projeto vão fazer adesão de uma forma de uma forma natural. A gente sabe que e eh inúmeros casos, né, de agressão, principalmente as crianças que têm algum, por exemplo, espectro autistas, né? Às vezes a professora ela não sabe tratar daquilo, né? Ela gride a criança e aquilo choca, né? Quando você vê aquilo choca. né? Então a ideia é, se a pessoa já respondeu por isso, que ela não possa, né, voltar a trabalhar com criança. Ela pode trabalhar com outras com outras atividades, mas não está apta a Mas não tá apta a lidar, né, com a criança. A gente sabe que precisa ter paciência, principalmente as crianças mais novas. E mais do que isso, né, eh, pode sofrer um trauma na vida da criança que ela pode levar isso pra vida inteira. Então, é grave, é grave. Então, a ideia a gente que a gente realmente tenha profissionais capacitados e tenha profissionais com uma conduta eh ilibada, como tem que ser para tratar com criança. É, essa capacitação, ela é fundamental, ainda mais tratando com criança e adolescente, ela precisa acontecer. Infelizmente a gente vê um monte de reportagem por aí de abusos sendo cometidos. É, então se o abuso é cometido, essa pessoa já foi eh pelo menos ela tem e e ela tem um um boletim de ocorrência e se ela for tentar ir paraa outra escola, isso vai ser puxado, meu Gabriel, tenho certeza que vai fazer uma seleção, né, e vai proteger as crianças. É isso, vereador. O último tema que eu queria trazer aqui pro nosso podcast. O senhor é presidente da Frente Parlamentar em apoio à paz e a sustentabilidade, rumo à Conferência das Nações Unidas, a COP 30, que acontece em novembro deste ano, lá em Belém do Pará. Recentemente o senhor fez reunião. Como é que tem sido essas reuniões? Que que pretende levar pra COP 30? Bom, tem sido muito bacana, uma experiência eh diferente, né? Eh, muito embora esteja difícil ir a COP 30, né? Em razão do, né? O o brasileiro era complicado, né? Difícil de falar, porque a gente quer ir, mas simplesmente está impossível em razão do abuso dos preços que estão colocando, né? Precisa ser feita uma intervenção urgente, né? Nós até já fizemos uma moção de de repúdio, né? para que o governo federal aja e tem que agir eh de forma firme, né? Porque assim, quando você vai fazer um evento desse, uma conferência desse, a o lugar ele tem que ter eh uma rede de hotéis capacitadas para receber aquele número de pessoas, né? Não tô querendo desdenhar da cidade de Belém, não. Muito pelo contrário, mas você tem que ser feita uma análise criteriosa para levar, né, uma conferência desse porte, né, para uma região que talvez não tenha uma capacidade hoteleira tão grande quanto o Rio de Janeiro quanto São Paulo. Então as pessoas têm que ter responsabilidade. Então isso também foi discutido. A ideia é dessas reuniões é que saiam políticas públicas voltada voltadas à paz e a sustentabilidade em âmbito municipal e que aquilo possa reverberar para outras para outras cidades. Nós já estamos elaborando eh alguns projetos de leis, né, que já foram discutidas nessa última nessa última reunião, foram protocoladas para mim. a gente sempre traz algum alguns palestrantes de diversas entidades para que essas pessoas possam sugerir ideias, tanto de moções quanto de projetos de leis, para que nós eh eh possamos aí ao final da da frente parlamentar elaborar elaborar um documento. Olha, as políticas públicas é de paz e sustentabilidade que vão realmente fazer diferença aqui no município de Campinas e possa reverberar, possa replicar para outros municípios são esses e levar, se não conseguimos ir fisicamente, para que nós possamos aí protocolar de forma digital esse documento e que possa ser lido numa eh em algum debate quando se esteja falando eh em município, em Câmara Municipal. Então, a ideia da frente é essa, né? Primeiro que seja viável estarmos presentes, né, para que haja alguma ação efetiva, para que não cobra preços abusivos, como está acontecendo. E num segundo momento são as políticas públicas voltad à paz e a sustentabilidade em que o município de Campinas possa ser pioneiro nisso. E poucas câmeras, né, pelo que eu acompanhei, tiveram esta iniciativa, né, de criar uma frente parlamentar para tentar criar uma política pública, levar para um espaço que vai ter representantes de todo o mundo no local e depois replicar nos municípios, né? Porque pode ser um evento mundial, nacional, mas os municípios de alguma maneira precisam estar inseridos ali, porque as cidades elas fazem parte das discussões que ali serão tomadas. E e mais do que isso, né? Eh, a gente vive na cidade, né? A gente trabalha na cidade, a gente faz as coisas certas e erradas dentro da cidade, né? Em termos de de sustentabilidade, né? O estado ele é algo mais que você não consegue pegar, né? município não, a gente tá aqui, a gente tá em Campinas, a gente tá na Câmara Municipal. Então, se eu não me engano, eh nós somos pioneiros, né? A Câmara Municipal é pioneira eh nessa frente e nesse documento e talvez no no numa próxima COP haja um espaço pros municípios, né, e para as câmaras municipais, já que as ações elas têm que ser tomadas dentro do município, né, que vão fazer diferença, tenho certeza, no estado, na união e no mundo, né, mas ela começa pelo pequeno para expandir pro grande. Você acha que a gente tá muito distante nessa questão de sustentabilidade? tem se discutido bastante, mas essa questão de paz também, ah, estamos distante, né? Eh, acho que por tudo que tá acontecendo eh no no mundo, estamos muito distantes. Eh, enfim, tem aí muito culpa da da mídia, da imprensa, em que muitas vezes distorce a informação, não eh escolhe um lado, né? Muitas vezes não é o lado correto, eh, na minha opinião, enfim, e acaba prejudicando, acaba passando uma opinião paraa população que não é a real. né? Só quem tá lá sabe o que tá acontecendo, né, nesse conflito aí, Israel e Ramás, né? Eu posso falar com propriedade. Eh, morei em Israel, sou judeu, então eu sei com propriedade como é que funciona lá. O que chega aqui muitas vezes não condiz com a realidade. Vereador, já estamos aí já no no tempo final. Queria agradecer muito a disponibilidade do seu tempo, ter aceito o convite para participar aqui do nosso podcast para este segundo semestre. Quem está nos acompanhando pode esperar pautas parecidas com essa, com foco na educação, na segurança, no esporte, a frente parlamentar se intensificando com a proximidade da COP. É, a ideia é essa, a ideia é que assim é é a ideia que eu sempre tive aí n no nos meus mandatos, né, pautado na na na educação, no esporte, na segurança e mais do que isso, né? Eu falo que 90% dos projetos apresentados foram ideias das pessoas, né? a gente interage muito com a população. Então, convido você que tá nos assistindo para que nos mande, né, ideias, porque muitas vezes a dor, né, você telespectador, talvez não é a minha dor. E aí eu posso através dela transformar num projeto que possa aliviar um pouco, né, possa entender, acertar um caminho, né, através de políticas públicas, através de projetos, né, todos, né, me conhecem, sabem quão acessível eu sou. Então, quero agradecer, né, a TV Câmara por essa oportunidade, ao Gabriel, aos telespectadores, à população de Campinas que contribui e contribui muito pro nosso mandato, né? A gente não consegue estar nos quatro cantos, senão são vocês nos alimentando de ideias, de informações. E para mim é um prazer poder atendê-las. Prazer poder ir até a região de vocês, poder a a ajudar a resolver um problema. Então é é muito gratificante, né, estar nessa posição, poder trabalhar em prol da nossa cidade, eh, me dedicar como como eu me dedico, com muito amor, com muita transparência, com muito carinho. E para encontrá-lo nas redes sociais, tem telefone também no site da Câmara do seu gabinete. Muito fácil, gabinete 29, as redes sociais, mais fácil ainda. Marcelosilvacampinas, o @marcelosilvacampinas, todos me acham. Então, tá fácil aqui na Câmara. O gabinete é o número 29. Se te encontrar no brinco de ouro, pode falar também já com você. Ah, no brinco já falam, né? Já pedem já, né? Ah, no brinco lá não. Tá complicado a situação, mas isso é um assunto, né, Gabriel? Para um outro e deixa pra próxima temporada na Casa do Povo. Vereador, muito obrigado. Até uma próxima oportunidade. Obrigado. Um abraço. Uma boa noite a todos. E uma boa noite para você que está nos acompanhando também. Quero agradecer a sua companhia, a sua audiência. Eu e o vereador Marcelo Silva ficamos por aqui. Até uma próxima oportunidade. Ciao. Ciao. [Música] [Música] [Música]
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