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NA CASA DO POVO - MAJOR JAIME
Em destaque · HD Vídeo · NA CASA DO POVO

NA CASA DO POVO - MAJOR JAIME

73 views Publicado 28/07/2023 HD · 51:32

Sobre este vídeo

Vídeo do acervo da TV Câmara Campinas.

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[Música] [Música] Olá pessoal esse é o podcast na casa do Povo da Câmara Municipal de Campinas produzido pela TV Câmara Campinas e que toda semana traz aqui um vereador ou uma vereadora para bater um papo mas não para falar de política para falar de quem é essa pessoa a gente entender um pouquinho dessa história desse ser humano que saiu ali da comunidade que veio aqui que saiu de um setor e veio aqui representar o povo no legislativo campineiro e o nosso convidado de hoje é o vereador Major Jaime e como eu faço sempre em todo podcast eu vou abrir aqui fazendo a minha auto e áudio descrição o meu nome é Mirna Abreu Eu sou uma mulher negra de pele clara tem 1,55 m tem os cabelos cacheados na altura dos ombros com mechas loiras tem olhos castanhos Hoje eu estou vestida com uma blusa rosa pink então e ao meu fundo nós temos aqui Claro cenário do nosso podcast um cenário com umas cortinas pretas a minha esquerda uma TV com o logotipo do nosso podcast na casa do Povo em azul e branco já faço aí minhas boas-vindas ao Vereador e claro convida o senhor também a fazer a sua auto e áudio de descrição seja bem-vindo obrigado agradeço né nunca fiz autodescrição vamos lá vamos ver se eu consigo mas é eu sou negro né cabelos cabelo preto curto cortado curto estilo militar para você poder entender estou vestido hoje com uma calça jeans preta e uma camisa branca com botões e ao fundo claro também hoje a gente não vai falar muito depois quem sabe do Major Jaime porque agora nós vamos falar do Jaime de Souza quem é o Jaime de Souza eu tenho aqui uma informação inicial de que o senhor veio lá São Paulo é isso São Paulo capital exatamente eu nasci para quem conhece um pouquinho de São Paulo né o carioca fala de carioca da Gema né eu posso falar um pouquinho porque eu sou da região central então quando a gente fala de São Paulo você fala que a Bela Vista né onde eu nasci o bexiga né ele fica entre a Avenida Paulista e o centro mas se fala Paulistano Ah eu sou Paulistano Paulistano porque nasci em São Paulo e aí a Bela Vista onde eu nasci na ali na Brigadeiro Luís Antônio né aquela região faz parte da do bairro da Bela Vista e fica entre esses dois esses dois essas duas grandes referências né Praça da Sé e a e a Paulista e ali era a minha vida né de pequeno foi sempre circulando por ali um pouquinho da liberdade para quem não sabe a liberdade é o bairro é com referência japonesa em São Paulo então sempre a minha vida foi ali sempre e veio para Campinas então não faz muito tempo faz mina na verdade as minhas já mudaram porque eu tô com 54 anos hoje eu já tô mais tempo aqui em Campinas do que lá em São Paulo já recebi Título de Cidadão campineiro então eu tô inclusive como se diz o preto no branco ali ó um sinal exatamente eu falo para você que ontem eu fui para São Paulo né estava lá em São Paulo visitando o nosso comandante da Polícia Militar e sempre que eu saí de São Paulo eu falo Nossa que bom que eu tô voltando para Campinas eu tô eu tô exatamente eu tô tão acostumado já com Campinas e vou para São Paulo trânsito aquela correria falar não é vou pra minha qualidade de vida que eu vivo mais lá e como foi a infância do Jaime lá em São Paulo meu nome infância foi Talvez um pouco diferente de algumas outras pessoas cada um tem a sua história tem a sua realidade né mas eu no meu caso né eu digo que eu sou uma pessoa muito abençoada por Deus eu sempre falo sobre isso porque eu nasci a minha mãe Maria dos Reis trabalhava veio da Bahia era analfabeta e trabalhava numa casa de família que tinha muita antigamente né Então pensa na década de 70 existe muitas situações de famílias que que tinham as empregadas doméstica que moravam na casa e a minha mãe era analfabeta e foi aprender no Mobral né aprender a ler e escrever conhecer o meu pai né meu pai eu só sei que o nome dele era Antônio mas eu nunca tive referência nenhuma dele e quando ele soube que eu que eu iria nascer né ele sumiu né E a gente não tem mais nenhum tipo de contato nasci na casa dos meus padrinhos Então os patrões da minha mãe foram os meus padrinhos e naquele momento eu tinha no meu nascimento e a minha madrinha falava muito isso é aquela coisa de padrinho hoje padrinho é assim uma referência de uma pessoa que tava junto na igreja pequenininho mas naquela época madrinha e padrinho era aqueles que realmente é levava a sério de realmente se algo aconteceu tô junto com você e foi o que aconteceu né meu padrinho faleceu quando eu tinha 5 anos e a minha mãe faleceu quando eu tinha seis ela na verdade ela tinha problemas de saúde né pelo que eu vi uma vez na na certidão de óbito dela problemas respiratórios né e faleceu com 33 anos né muito nova é muito nova e com isso eu acabei ficando um período com uma tia minha né durante um período da minha vida e depois come a madrinha né e vem aquela questão toda legal de tutor né de adoção e acabei ficando com a minha madrinha e o filho dela né que era o doutor lá que eu sempre falo dele eu também tenho uma referência de padrinho E aí a minha madrinha também com 14 anos ela também faleceu né então eu acabei ficando sendo finalmente criado ali pelo filho dela né E aí eu falo que Deus me abençoou muito nesse momento tinhas dias a gente conseguiu aqui algumas fotos da sua infância vamos ver vamos ver vamos ver se a gente vê aqui algumas fotos do arquivo pessoal do vereador Major Jaime Olha o senhor com a sua mãe a gente morava numa vila isso aí é a Vila que era na no Jardim Paulista antigamente né a gente saia bem bem arrumadinha a minha madrinha a dona Nair é uma mulher olha com ela já ela é um pouco mais velha é com ela mesmo do falecimento dela que que é esse quadro na verdade é um quebra-cabeça ela gostava de montar ela gostava junto com a gente de montar quebra-cabeça e essa aí foi um dos que a gente a gente acabou fazendo sabe que eu não tenho paciência Sim era aqueles grandes né vocês vão vocês vão atrás da família pedindo essas coisas porque justamente aqui na casa do povo é justamente para você porque às vezes a gente tem tanto aquelas as pessoas têm aquela ideia daquele parlamentar daquela parlamentar que entra no embate ali no plenário que traz discussões Claro importantes e muitos sérias mas esquece que tem uma pessoa que tem uma história como todo ser humano e tem histórias muito legais e que ele tá aqui por uma outra questão de escolher a política mais que existe aquela pessoa existe o Jaime digamos assim né com certeza e aí essa história de que 14 anos como o senhor disse acabou de ser criado digamos assim até a maioridade pelo filho mais velho da sua madrinha Nessa idade já teve que trabalhar como que era isso para você naquela época eu mais uma vez eu falo que uma pessoa muito bom né a família da minha madrinha era uma família que tinha condições né então vamos ver uma classe média né e eu fui trabalhar com 16 anos na verdade eu queria trabalhar até antes né Queria ter tido essa oportunidade na época era algo muito comum né E era o sonho do do do menino trabalhar de office boy e foi isso que eu fiz né com 16 anos eu fui trabalhar numa loja que a maioria dos jovens não sabem nem o que é no mapping né então aqui em Campinas Acho que até onde tá a Renner hoje você não tá enganado mas eu trabalho no mapa e lá de São Paulo que é na Praça Ramos de Azevedo em frente em frente ao teatro municipal então ali agora eu acho que a Casas Bahia alguma coisa assim e eu fui trabalhar no escritório de contabilidade do Map onde Eu Aprendi muita coisa mas aquele momento também acabei despertando com 16 anos eu despertei para a carreira Militar foi nesse momento ali alguém que te falou viu uma propaganda na TV foi alguém que foi até a escola como que foi isso dá para lembrar vamos lembrar aqui como os jovens aí pensando o que que eu vou fazer da vida legal mesmo porque foi parecido com que você já citou eu tava trabalhando né no mato em como esse boy tinham vários ali também que trabalhavam eu lembro da gente Ter comentado com um deles né um deles falou nossa tem a carreira militar eu vou querer entrar no exército eu vou querer entrar na aeronáutica vai chegando aos 18 anos e aí eu não tinha ideia do que era exatamente a gente só tinha ideia que tinha que se alistar com 18 anos mas ele começou a falar não porque você pode seguir a carreira você pode entrar pode estudar lá eu falei nossa como é que esse negócio e lá em São Paulo tinha muito Parece que ainda tem alguma coisa nesse sentido o pessoal tinha uma uma parecia uma nota uma cédula tem ainda então ainda estão fazendo o mesmo formato 50 anos depois né 40 anos depois e aí tem uma série ali atrás eu ficava escrito ali ó você jovem quiser entrar na carreira militar ser oficial da polícia militar do exército Marinha aeronáutica né venha para uma palestra conheça como é que é e eu fui numa dessas palestras aí nessa palestra a gente viu que eles explicaram Aquilo me abriu o olho assim geram geral eles falavam da carreira de oficial né de sargento também e era bem bem amplo E aí via aquela palestra né conversei com não tinha internet naquela época nem pensava assim a internet eu tô falando de algo assim em 86 86 85 86 E aí a gente conversando um com o outro ele falou não mas tem um cursinho que é fica ali na na Tiradentes Ah tem outro que fica não sei aonde fica eu fui atrás né Eu já trabalhava no centro eu conheci um pouquinho da região e a gente ia lá e perguntava e foi isso que aconteceu em 86 eu fui fazer o meu primeiro cursinho que era o Marechal Duarte e eu fiz um cursinho específico para escola de especialistas da Aeronáutica né para quem é formado pela aeronáutica sabe que é fica em Guaratinguetá e é uma escola muito puxada um concurso muito sério quando a gente fala de forças armadas é o Brasil inteiro menina Então não é assim ah São Paulo não é o Brasil inteiro prestando concurso para uma uma para poucas vagas E aí na verdade meu irmão que eu tive de experiência eu percebi que naquele momento eu não sabia nada também para o jovem que está nos ouvindo eu vou explicar para o jovem estar nos assistindo né Na minha época era primeiro grau e segundo grau depois é que veio o Ensino Fundamental e Médio isso exatamente então eu estava no meu primeiro grau totalmente em escola pública quando eu comecei a fazer esse cursinho Eu quero um cursinho de seis meses eu não vou lembrar quanto mas era mais ou menos isso vinham matérias que o professor cada Assessoria passando matemática física química história eles iam falando falando eu falando Nossa eu não se já tivesse aprendido não tava fazendo uma revisão ele vinha passando a matéria e eu olhando foi eu nunca vi o que ele tá falando o que que é isso o que que é aquilo né e um dia eu perguntei para um dos professores o professor eu vi que o curso aqui né a gente tá nível 1º grau mas é tô vendo muita matéria nova muita coisa que eu nunca vi ele falou você estudou aonde eu falei na escola pública ele falou tá aí a razão tudo que a gente tá ensinando é matéria curricular só que na escola pública não foi passado Então você vai ter que agora recuperar todo esse tempo estudar muito mais para poder ter esse essa base né E foi o que me despertou também que eu falei nossa eu tenho que correr atrás agora estudar muito mais porque já tinha certeza do que queria Ah eu já tinha quando chegou na sua fase não era Marinho então nessa especificamente era para como eu falei para aeronáutica aeronáutica especialista mas lá a gente começa a entender um pouco mais aí eu vi que tinha um barro branco que é onde Eu me formei aí eu vi que tinha a espcex Eu não conhecia espcex eu entendi que tinha espcex aqui em Campinas tinha o colégio naval que é da Marinha lá em no Rio de Janeiro em Barbacena tem a escola né que é de preparatório de Cadetes do ar né que é da Aeronáutica e a gente começa a entender eu falei povo prestar outros concursos aí eu já tinha entendido também que eu tinha que for uma base então eu prestei concursos ali em 86 87 sem nenhum conhecimento ainda eu tinha um conhecimento mínimo possível para prestar mas sem aquela condição de realmente estar competindo e fiz um outro curso né também numa oportunidade que eu tive num outro lugar até chegar em mais ou menos em 88 que era época que eu queria queria pelo menos ter sido é diferente de algumas pessoas né eu fiz 18 anos e eu queria servir e eu fui me alistar na aeronáuticaba exatamente quando eu cheguei lá excesso de contingente eu sempre ouvia falar sobre isso eu não sabia o que era mas eu falava para o sargento Sargento eu quero servir tem aqui Um que não quer ele não quer eu posso trocar de lugar não não é ele que vai mas eu quero posso ir eu fui lá em São Paulo é hoje não é nem comar já mudou já até os nomes mas fica até perto do do Museu do Ipiranga e eu lembro que o sargento falou eu vou te mandar lá pra base da do Campo de Marte vai lá e pergunta pra ele se lá vai ter vai ter vaga aí fui lá não eu queria eu queria muito né E no fim em Deus né de alguma maneira falou não fica calmo né eu continuei estudando mudei de emprego né Fui tentar Fuzileiro na volta também no Rio de Janeiro é só uma passagem também interessante menina porque aquela já era maior de idade né E aí chegou um dia não tinha internet Alguém falou vai ter concurso vai ter alistamento de fuzileiro naval lá no Rio de Janeiro eu falei eu vou para o Rio de Janeiro peguei o ônibus aqui na rodoviária na rodoviária de São Paulo Exatamente e foi não tinha nada eu não conhecia nada o máximo que a gente tinha aí para quem é jovem a gente tinha lista telefônica então a gente pegava a lista telefônica olhava viu o endereço via alguma coisa no papel e foi o que eu fiz eu peguei o endereço da Marinha lá de fuzileiros navais entrei né dos quartéis que eu nem lembro qual o quartel que eu entrei aí eu queria ser fuzileiro naval Ah então mas o concurso é tal data não era próximo não tava nem perto você vai ter que esperar para poder prestar o concurso é fiquei Decepcionado fiquei ali no Rio de Janeiro né até teve uma situação foi a primeira vez ali que eu que eu vi que né passar fome era algo que era podia acontecer porque eu não tinha o dinheiro para poder voltar né e eu tive que esperar meu padrinho não tinha a questão de banco de passar pics nada disso eu tô falando de uma época assim eu acho legal de falar que as pessoas vêm tanta agilidade que tem hoje e não tem a ideia de como era na verdade o meu padrinho fez através do correio Eu também não sabia que existia isso através do correio ele mandou um dinheiro para mim mas demorava um dia para chegar para poder falar que tava liberado então eu passei um dia ali que eu passei na rodoviária dormindo à noite na rodoviária né e comendo bolacha e ela gosta assim que para mim foi muito bom muito bom no sentido de falar você se você quer realmente vai correr atrás e vai exatamente aí eu mudei a minha estratégia e Isso foi em 88 mais ou menos 87 88 e aí eu quando eu cheguei eu já estava no no quero o ensino médio hoje né No segundo grau e aí começando a estudar eu decidi eu vou parar de estudar eu vou pegar as apostilas que eu tenho que eu não tinha eu tinha várias apostilas e eu falei eu vou começar a estudar enquanto eu tô trabalhando eu tinha tava trabalhando numa outra numa construtora de quadras né poliesportivas e eu fazia o meu trabalho eu conversava com a secretária eu falei eu vou fazer o meu trabalho o mais rápido possível e da maneira correta e do tempo livre eu posso estudar ela falou pode estudar então fazia isso eu levava apostilas para o trabalho é no ônibus eu tava estudando né No intervalo na hora do almoço e fiquei estudando isso tranquei a matrícula lá no ah na verdade até eu vou falar que quase que abandonei a escola eu nem fui mais eu peguei Eu só não fui mais e aí comecei a estudar né e eu falo de deus muitas vezes porque realmente é algo assim que se for ver uma história não era para ser né tão tão assim e eu em 89 né então eu fiquei de 88 a 89 estudando intensamente já vinha né Então conta lá mas por conta por conta eu não tava mais fazendo o cursinho foi realmente estudar em casa e estudar nas horas que eu tinha nos locais que eu frequentava aí em 89 né fui muito abençoado que eu passei em dois concursos eu precisei só dois e os dois que eu prestei eu passei e fui academia do Barro Branco e também a escola de sargento das Armas né que é os Sargentos do exército né em Três Corações né Tem uma a escola de sargento né da ESA e eu passei nos dois e para mim foi uma felicidade assim muito grande porque eu falei nossa eu consigo eu tenho eu tenho capacidade eu consigo fazer alguma coisa né e passar em dois concursos muito concorridos eu passei muito bem nos dois e aí eu tinha que decidir dia dois de janeiro eu me apresentava no exército ou no dia 15 de janeiro de 90 né eu me apresentava na Polícia Militar Eu lembro que naquele momento eu conversei com um Sargento do exército batendo papo com ele eu tinha comentado que eu tinha passado nos dois e ele falou faz o seguinte vai para Polícia Militar a polícia militar você vai ficar no Estado de São Paulo a polícia militar você vai ser oficial aqui você também pode ser oficial Mas você vai seguir a carreira de sargento e você vai né percorrer o Brasil é uma carreira muito boa mas eu acho que você vai se dar melhor no da polícia e o perfil mais para a polícia militar é exatamente eu também não sei exatamente o porquê eu fiquei com aquilo na cabeça quando bateu o dia primeiro de janeiro de 90 eu falei nossa eu tenho que decidir eu vou amanhã e eu falei não vou eu vou eu vou na academia do Barro Branco E aí eu quero expectativa né de um jovem eu tava com 20 anos de um jovem querendo uma profissão querendo mudar a vida né E foi exatamente o que aconteceu então eu entrei na academia do Baú branco e na Polícia Militar né em 15 de janeiro de 1990 e aí muda minha história Minha História completamente né Tem alguns amigos de turma né que que sabem da minha história conhece familiares né eles falam Jaime você é um cara que era para dar errado e tá do outro lado né Se fosse aquela situação de falar ah e naquela naquela época não tinha esse negócio de Ah eu sou vítima eu sou negro não eu simplesmente eu falei eu quero estudar e eu lembro da minha madrinha falando sobre isso se você quer alguma coisa na sua vida ou estuda o primeiro caminho estuda se dedica faça o que você puder fazer né E você vai ter resultado e realmente eu fui muito abençoado nesse sentido né e pude começar uma carreira que mudou a minha história e foi lá que conheceu Valdelice na verdade não foi lá foi aqui em Campinas Já eu já formado então eu entrei em 90 em 94 no final do ano de 94 em 19 de novembro de dezembro de 94 Eu me formei aí como aspirante eu fiquei mais um tempo em São Paulo Trabalhei na zona sul de São Paulo na região Jabaquara Trabalhei na região central de São Paulo e aí naquele momento na região central né que é até perto da onde eu morava um local que eu falei que eu nunca eu queria trabalhar eu falei Nunca que eu vou trabalhar aqui né perto da minha casa né eu conheço né como é que eles trabalha não quero trabalhar e acabei né a gente fala aquelas coisas que não quer acontecer mas aconteceu mas foi maravilhoso eu aprendi com muitas pessoas conheci muita gente boa tive muita experiência boa também mas aquela oportunidade eu tinha colocado o nome juntamente com outro amigo para vir para o interior a polícia militar de vez em quando naquela época hoje mudou a política diferente mas aquela época ela permitia ah coloca o nome e a gente vê quando vai acontecer eu coloquei o nome não para Campinas eu coloquei a nova Piracicaba para Bragança né para os batalhões né que é o Décio entre as cabra e 34 em Bragança e coloquei e falei ah vai demorar uns três quatro anos enquanto isso eu vou tocar na minha vida aqui em São Paulo depois eu decido se eu quero ir ou não demorou três meses aquilo que era para ser né em anos foram seis meses e quando saiu na Polícia Militar também no poder público em geral tem que ser publicado e Diário Oficial então saiu um diário oficial você fala não agora vai acontecer e naquela oportunidade o meu nome saiu para o 35 que é o Batalhão até dessa área aqui que a gente trabalha quando veio para Campinas Eu estranhei eu falei eu não pedi eu pedi para Bragança e pedir para para Piracicaba colocar meu nome lá em Campinas eu fui todo bravo lá no quartel da PM eu já tava trabalhando no centro e aí tinha um outro amigo na verdade saíram vários né foram muita gente né o pessoal da que da minha turma né que que a gente se formou junto sabe que naquela época foram vários oficiais vários tenentes E aí eu fui com mais mais uns dois todo bravo lá mas eu não pedi para ir para Campinas eu pedi para aí o capitão com muita calma Jaime é conta um pouco da sua história né Aí eu falei um pouquinho né ele falou mas você tá querendo ir para o interior né não tem uma família em nenhuma dessas Qual a diferença de você para Campinas Campinas está precisando de Tenente se você quiser você vai agora se for para outra cidade Vai demorar um pouco mais aí na hora ali eu falei ah tá bom então eu vou para Campinas vou para Campinas e ele falou já semana que vem você já deve deve estar indo demorou um pouquinho teve alguns problemas ali que tava saindo muita gente nesse momento né Tava algo muito diferente até E aí eu acabei em vez de Fevereiro eu acabei chegando aqui em Campinas em abril e aí em Abril comecei a trabalhar na oitava Batalhão quem conhece ali na João Jorge né e comecei a trabalhar na função que todo Tenente quando chega novo trabalha quer trabalhar na rua né trabalhar no comando no Patrulhamento e era o que eu queria era tudo que eu queria na minha vida eu fazia isso em São Paulo eu gostava de trabalhar na rua né gostava de estar realmente nas ocorrências e quando eu cheguei aqui foi exatamente isso que aconteceu mas com uma diferença muito grande eu vinha 5 quando eu cheguei que eu com o meu Ofício todo animado com o brasão né sabe que os policiais têm o brasão da unidade eu cheguei todo animado entreguei para o coronel né Falei Tô indo pro 35 o coronel né a gente quase não falava com o coronel mas ele falou não a gente vai mudar você vai por oitavo o oitavo tá precisando mais que o 35 o 35 na época era rotac acho que você deve lembrar fazer estádio de futebol fazer choque eu tava assim vibrando que eu ia fazer algo que eu também gostava exatamente de repente né O coronel muda a minha vida fala nossa vai para o oitavo vai fica lá um pouquinho no oitavo quem sabe um dia você vai pro 35 e eu fui realmente um dia acho que foi uns sete anos depois eu fui para o 35 Mas isso foi foi interessante porque no oitavo eu também aprendi a conhecer a cidade toda né a cidade assim não vou falar cidade inteira mas naquela oportunidade a Campinas estava dividida até mais ou menos 97 eu cheguei 96 os dois batalhões na verdade tinha mais um seis aro 26 e 97 houve uma mudança E aí o oitavo pegou a cidade toda e aí a gente começou eu né tinha bons motoristas né auxiliar a gente trabalhava com o motorista e um auxiliar então dava ocorrência em qualquer lugar seja se fosse em Barão Geral da gente tinha que estar lá se fosse no Ouro Verde Se fosse no Campo Grande no Aparecidinha né a gente tinha cidades também vizinhas então eu conheci muito da cidade nessa oportunidade E aí passei por essa experiência que foi excelente aí que eu conheci a Val Olha eu não tenho uma história foi foi nessa época aí do oitavo quando tem uma história grande né mas para dizer que eu conheci ela também trabalhando ela trabalhava na época no trânsito né E aí a gente conversou né a viatura dela conversei eu conversava com todo mundo que era obrigação minha né como Tenente E aí depois no outro dia encontrei ela no Nossa não era caipira Country era era um outro vocês estavam trabalhando o nome do lugar aqui que ficava na Santos Dumont ali eu vou esquecer o nome do lugar não é mas acabei encontrando ela lá e aí a gente acabou conversando aí marcamos um outro dia para conversar e foi aí sim aí depois mudou foi foi aquelas coisas que Deus acaba preparando né não não demorou eu enrolei ela um pouquinho eu ainda eu ainda né deixei um pouquinho a gente foi conversando né foi né eu tinha mais ou menos uma namorada em São Paulo também tinha algumas coisinhas estavam eu vi eu então eu vim para cá mas na verdade eu morava em São Paulo quando eu cheguei aqui em abril não eu vim eu não vim direto eu cheguei aqui aí até uma piada porque é mais ou menos isso a minha esposa falou que ela me via com a sacolinha do Carrefour chegando com a com a minha eu não tinha mala ela falou você viu com a sacolinha do Carrefour e morava no alojamento exatamente eu morava no jumento eu ficava deixava as coisas lá no alojamento né e voltava para São Paulo né quando dava uma folga maior voltava para São Paulo e eu fiquei fazendo isso acho que mais ou menos acho que uns três ou quatro meses aí depois a gente juntou com mais alguns amigos e eu comecei a morar efetivamente na cidade e aí o relacionamento depois né hoje 25 anos né de história vamos ver um pouquinho da foto da família a Maira né que vocês estão vendo ali do lado de vermelho e a Mariane um casamento que a gente foi do nosso sobrinho a sua mulher ainda é policial ou não ela ela na verdade ela é né a gente fala que nós somos policiais que a gente já isso porque a gente quando passa para reserva Você ainda é policial né E no caso dela e no meu a gente aposentou a gente teve o nosso tempo né e aposentamos ali mais ou menos de 2017 né a gente acabou aposentando essa família que tem 25 anos aqui em Campinas é uma história As minhas filhas é a Val é Campineira as meninas também são campineiras então por isso que eu falo para você que daqui eu não saio não é tem que ser algo assim para São Paulo eu não volto não penso nem a trabalho né voltar para São Paulo ah mas já trabalhou quer ver vamos ver uma uma fotinha aí quando tava em São Paulo aí você me conta que época era essa Olha isso gente mesmo essa foto é um dos momentos mais emocionantes da minha vida também né Eu tive vários momentos emocionantes a minha formatura meu casamento né mas essa foi algo assim que foi muito marcante né os jovens eu gosto de falar muito com jovens né jovens talvez não tem essa referência do Ayrton Senna mas Ayrton Senna foi um cara que levou nosso nome de Brasil bandeira do Brasil em todos os lugares eram orgulho né ainda é um orgulho eu me lembro exatamente eu tava essa história se você me permitir dar tempo eu conto rapidinho eu tava na andando de bicicleta e ouvindo Walkman né algo para vocês que não sabem e de repente alguém fala eu passei por um local não é possível né Eu vi um movimento estranho Alguém falou ah Ayrton Senna acidente algo aconteceu e depois mais a noite confirmou que ele tinha falecido eu voltei para academia eu tava no último ano da academia né do Barro Branco e voltei era um domingo eu lembro que a noite né a gente já eu já tava na academia e de manhãzinha o tenente veio falando ó a gente vai escolher né A academia do Barro Branco foi escolhida para fazer as honras fúnebres né É como chefe de estado né uma é uma coisa assim que é para poucas pessoas e academia vai fazer isso eu vou começar a selecionar aí Alguns alguns alunos e aí ele falou o critério depois né conversando lá ele falou os critérios foram ele era e realmente Ayrton Senna era um cara dourado no Japão na América Latina nos Estados Unidos em todos os lugares ele era um cara adorado na África e a ideia do comandante da academia foi ó que a gente tem a representação de cada uma dessas Nações então que a gente tenha um aluno negro um aluno asiático né Cada uma mostrando mais ou menos uma origem e eu fui um dos Escolhidos né eu Ronilson Gabriel né tem mais alguns né negros a luz dos céus negros que foram escolhidos e o que foi de emocionante que a gente foi buscar por favor produção para a gente deixa lá aqui por favor a gente foi buscar o corpo do Ayrton Senna então a gente quando no aeroporto Acho que demorou uns dois ou três dias eu não lembro teve um problema lá e demorou um pouquinho mas a gente já tava designado para ir buscá-los a gente foi com o ônibus academia mas a gente sabia que depois ia voltar no caminhão do Corpo de Bombeiros quando a gente foi pegar o isso é marcante também quando a gente foi pegar o a urna né [Música] os soldados do aeronáutica falava tá muito pesado e aí depois que a gente foi entender a gente pegou e pegamos ali tinha mais até naquela naquele dia tava com mais a gente pegou e muito pesado eu nunca tinha visto algo tão pesado assim e a gente colocou na na em cima do caminhão de bombeiros essa aqui eu não lembro exatamente Em que momento foi se a gente tava chegando ou saindo porque eu lembro que nosso grupo esse grupo aqui é tanto foi na no momento que a gente entrou na Assembleia Legislativa quanto na saída e eu lembro que quando a gente tava saindo era mais ou menos umas cinco e pouco 6 horas da manhã eu me lembro de uma cena ali na na época era Avenida dos Trabalhadores né Rodovia dos Trabalhadores depois foi hoje Ayrton Senna eu lembro de uma cena de uma uma menina uma criança no meio então você pensa assim o dia nascendo uma criança no meio e um coração com formado com velas e a criança no meio aquilo ali era um negócio assim que a gente viu a gente não tinha celular não tinha foto não tinha nada eu só tenho isso na minha memória assim né e as pessoas parando o carro aplaudindo né projeto até chegar no Ibirapuera totalmente cercado por muitas pessoas e a gente chegou no Ibirapuera ficou lá Não me lembro se foi dois ou mais Dias dois ou três dias mas a saída no dia que a gente foi para realmente né ele ser enterrado foi um dia que eu nunca vi a Assembleia Legislativa não sei se todos conhecem lá é fica perto do Parque do Ibirapuera Parque perto não fica do lado né É só uma avenida que que muda eu não conseguia ver o asfalto a gente não viu asfalto a gente via pessoas na árvore a gente via pessoas em cima de carro né a gente olhava a gente tava no carro de bombeiros vendo de cima eu não conseguia ver o chão é de tantas pessoas que tinham a polícia militar tomar providência de colocar a nosso Regimento né então a tropa montada que tava fazendo a escolta com os cavalos e ninguém chega perto de cavalo né então foi justamente estratégico para não ter uma uma uma exatamente algo poderia até ser grave né E aí a gente foi indo durante todo o trajeto milhares de pessoas milhares as pessoas falam Ah porque na Avenida Paulista tinha é 1 milhão de pessoas ah porque na parada tinha eu acho que as pessoas naquela época foi 94 né não teve alguém que foi lá e fez uma contagem porque eram eram milhares de pessoas em todos os lugares né com todos com todos um deles até é interessante o primeiro ali o Augusto Augusto é deputado federal né ele ele é deputado federal é todos aqui esse aqui é Coronel uma cera né todos são coronéis mas lá os dois aqui já aposentados né então aqui os quatro aqui estão aposentados já você falou inclusive da formatura a gente tem uma foto aí dessa forma vamos ver como foi essa foto da formatura olha lá Essa foto foi o dia que eu que eu me formei lá na verdade foi até antes na verdade essa foto é o meu espadinho é que antes quando você entra quando você entra na academia do Barro Branco você tem um no primeiro ano você tem uma solenidade que é para dizer que você a partir daquele momento é integra a polícia militar como aluno oficial né como um Cadete e você recebe o espadim que é essa ali do lado você está vendo que tem uma isso exatamente parece uma espada pequena por esse é o nome então você recebe essa na verdade é no primeiro ano então eu recebi isso no meu primeiro ano e depois a formatura né que foi a nossa saída mas aí tô vendo o doutor Ítalo Doutor Ítalo foi delegado essa foto vocês foram longe hein para conseguir a gente não entende muito Sargento é na verdade começa como soldado então o início da carreira né soldado cabo Aí depois vem o Terceiro Sargento Segundo Sargento primeiro sargento o Subtenente aí depois tem os alunos oficiais né que fica ali no meio aí depois tem o aspirante tem o segundo tenente primeiro Tenente o capitão o major o tenente coronel e o coronel que é o último o último posto da polícia como sargento como sargento ali eu acho que ela tava como cabo eu acho isso isso exatamente o por exemplo a gente acha agora é uma curiosidade mesmo e E aí a gente acha sempre que é o sobrenome é o próprio pessoa que escolhe como quer ser chamado ou não ok na verdade você se você puder você fala o nome que você gostaria mas se tiver uma outra pessoa com o mesmo nome que aconteceu isso comigo na academia exatamente na academia quando eu cheguei já tinha um aluno oficial chamado Jaime né E aí quando eu cheguei o capitão falou o tenente falou ó você não vai poder chamar Jaime eu falei então tá bom Jaime de Souza eu queria sempre ser chamado Jaime E aí quando esse outro aluno saiu a primeira coisa que eu fiz foi colocar a Jaime mas é depende muito Às vezes você pode ser o primeiro nome sobrenome então a vida gente é feita de família e amigos parece que mas já Jaime tem muitos amigos né e alguns deles fizeram questão de marcar e mandar aqui uma mensagem para você e agora a gente vai aí ver quem a mensagem desse primeiro amigo grande Major Jaime o Uber que eu conheço desde que acredito e no ano de 95 quando chegou aspirante em Campinas e eu tenho recordação de duas viagens que nós fizemos né ainda enquanto solteiros é eu majori e o Cabreira nós fizemos uma viagem para Oktoberfest fizemos uma fizemos uma viagem para para Fortaleza rodamos o Nordeste inteiro em 19 dias de carro com golzinho que uma jotinha na época e essa viagem marcou porque passamos 19 dias juntos né nos divertimos me lembro em Aracati no carnaval de 96 houve trio elétrico na rua Houve uma guerra de farinha de trigo eu era solteiro participou ficou só tirando foto porque comedido e o Cabreira mais mais da brincadeira participamos de tudo e o major ficou tirando fotos tem um grande privilégio de tê-lo como amigo né de todo esse período desejo sucesso da sua carreira sempre e um forte abraço Major Roberta Valeu Olha onde que eu estou aqui até aqui mas é uma alegria é um privilégio em poder participar desse momento tão especial e poder falar um pouquinho a respeito do Jaime é eu me lembro de alguns anos eu já nós tivemos uma história que foi muito engraçada é nós estávamos uma data marcada para um projeto social lá na Cidade do Rio de Janeiro dentro das comunidades carentes do Rio de Janeiro e nos reunimos então com um grupo de homens para poder participar desse momento Então e nós convidamos o Jaime hoje Vereador mas naquela época ele estava na ativa da Polícia Militar ele era Capitão naquela época e fomos partimos para o Rio de Janeiro e chegamos lá dentro das Comunidades Começamos a trabalhar desenvolver os trabalhos levando cestas básicas para as pessoas carentes visitando as pessoas em suas casas em seus usuários as crianças enfim fazendo um movimento de uma ação social em prol das pessoas carentes lá do Rio de Janeiro e no meio desse processo desse trabalho um rapaz estava conosco com seu nome Felipe né ele ficou recebeu a notícia de que o Jaime que estava conosco ele era capitão da polícia militar e eu acho que ele ficou tão feliz tão contente com aquele aquela notícia que do meio da rua ele gritou para o Jaime Mas então a comunidade É verdade que o senhor é capitão da Polícia Militar rapaz no momento foi aquele susto e aí um outro rapaz o Leandro Partiu para cima do Felipe disse olha você fecha a sua boca você fecha a sua boca você não pode falar isso aqui e aí a gente pediu permissão logo o traficante imagina no meio de uma comunidade do Rio de Janeiro um grito capitão da Polícia Militar foi um susto mas graças a Deus tudo ocorreu bem a glória de Deus e então verdade é que hoje estamos aqui E esse e esse assunto é se tornou uma resenha até os dias de hoje nós brincamos com isso e damos muita risada com um susto porém foi um tempo maravilhoso Jaime que Deus abençoe a sua vida um privilégio está perto de você a sua vida nos inspira muito e Deus abençoe que dê sabedoria para que você possa Executar a grande missão que Deus tem em relação a sua vida e a sua casa Deus abençoe ou que legal olha foi então perrengue essa última ação aí essa com pastor Antônio Marcos é uma pessoa iluminada muito abençoada e foi realmente porque nessa comunidade que a gente foi a gente entrou e para entrar a gente pediu permissão quer dizer quem era do da igreja de que nós somos ele pediu permissão e falou ó tem pessoas de São Paulo amigos nossos da igreja que vão entrar aqui para fazer uma ação né E o pessoal vai vai usar aqui as dependências né E aí de repente né o Felipe fala O Felipe é um amigo também é uma pessoa que a gente gosta muito aí ele ficou realmente emocionado falou Capitão e pronto ficou né o local ali era complicado até a gente no dia antes o que tava ali era um integrante da igreja né exatamente eu não era o capitão não era polícia eu era eu era realmente um dos irmãos estava ali para ajudar na igreja mas só que um dia antes o pessoal tinha contado de história que tinha um morro ele falou não semana passada o pessoal tinha colocado um cara lá para queimar com pneu não sei se essas histórias todas na hora ali ficou foi bom essa história da viagem na sua viagem com ele também com Cabreira a gente tem uma mensagem do cabreiro aí ou cabreiro nossa Fala meu irmão tudo bem Pediram para eu fazer um vídeo para você né e de algo pitoresco né nós tivemos ao longo da vida muitas passagens pitorescas né engraçadas demos muita risada juntos como dois bons irmãos né que somos mas eu acho que para mim né O que mais marcou na nossa amizade foi 2004 quando eu te convidei por um culto lá na minha casa e você como um cara sempre que quebra Barreiras né foi até esse culto um cara que não tem medo né de conhecer o novo foi no culto da minha casa e ali começou o teu processo de conversão onde o Espírito Santo trabalhou na sua vida então para mim o momento mais feliz e que me orgulha nessa caminhada com essa contigo meu irmão foi realmente poder participar ser uma ferramenta do Senhor Jesus uma ferramenta de Deus na sua vida para que você pudesse ao longo da sua vida se tornar o homem que você chegou a ser dentro da palavra alcançar a estatura de varão perfeito que todos os dias a gente tem que trabalhar para isso eu sei que você faz isso com mais teia porque é um bom pai um bom amigo um bom um bom Vereador e tudo que você faz eu sei que você faz com excelência normal Deus te abençoe forte abraço velho fica com Deus te amo o cabreiro é aquele os amigos que eu falei que eu tava com a sacolinha do Carrefour né que a gente morou junto depois de uns três quatro meses é ele também a gente morou junto durante um período depois ele casou né aí a gente mostrou o pastor Antônio Marcos e o cabresto essa história inclusive desde o começo daqui do nosso podcast hoje sempre a gente percebe que você fala muito pelos desígnios de Deus pela aquilo que Deus preparou para mim até e isso foi esse despertar em 2004 antes você já tinha isso no seu interior ou não você era mais cético como que foi isso eu acho que foi um processo né Que que foi foi sendo trabalhado eu eu na verdade eu posso falar como muitas pessoas falava eu sou católico mas não praticante né aquele que vai na igreja né que tem que acredita em Deus né Sem dúvida nenhuma mas eu nunca tive realmente nenhuma experiência e foi um processo realmente o cabelo lembrou de 2004 foram vários fatos várias coisas que aconteceram na minha vida né que foram caminhando foi até uma das coisas marcantes foi o falecimento da Dona Maria a tia da Val Dona Maria como se fosse a mãe da Val e a gente era muito próximo ela teve um câncer Foi algo traumático para todos nós ali e fez com que a gente se aproximasse um pouquinho mais eu e a Val que a gente tivesse um pouquinho mais também de contato com com Deus né de alguma forma e as coisas foram acontecendo né E hoje eu agradeço muito dele ter me me resgatado né nesse período Jaime nosso tempo infelizmente está acabou na verdade já fui lá na direção Mas eu vou pedir licença ao telespectador porque a gente tem ainda mais duas pessoas que fizeram questão de mandar um recadinho vamos lá Olá pessoal meu nome é João Pedro eu tenho 11 anos e eu sou a Jéssica mãe do João hoje eu vou estar falando de um grande amigo chamado Major Jaime eu conheci o major Jaime através do meu padrinho Tenente fuma Major Obrigado pelas pela sua amizade Major pelas portas que que o senhor abriu para mim Major pela oportunidade Major que eu sou muito grato a você Major por tudo que o senhor está fazendo para mim Major que Deus ilumine sua família seu caminho Major que um dia eu vou ser maior que nem o senhor Mas já e até a próxima e um abraço para sua família e para o senhor também tchau Olha aí inspirando outras pessoas a mãe dele tem uma história né no caso de falar aqui mas é o gabinete eu falo do gabinete Teve muita gente que ajudou né hoje está numa escola e tá numa escola pública hoje está numa escola particular tá se dedicando estudando querendo ser alguém na vida pô João fiquei feliz aí de ver e ver que olha como ele pensa quero ser Major com o senhor né Sim eu também não falando Tenente fuma foi que apresentou foi que dessa oportunidade né e com certeza O João tem tudo tem tudo para ser uma excelente pessoa excelente cidadão E se ele quiser ser Major ele vai ser vai ser com certeza né mas uma homenagem que a gente não pode deixar para trás vamos lá E aí Jaime tudo bem para quem não conhece meu nome é Jackson tem mais de 45 anos de amizade com Jaime tem William como irmão orgulho imenso de vocês Jairo da pessoa que se tornou hoje crescendo sem pai sem mãe mas Deus pois um padrinho na sua vida que te deu uma direção e você com a sua índole boa você conseguiu vencer na vida tenho saudades de 10 12 anos ali brincando na rua na frente da casa do Nel de bola de Infância conversando conversa fiada final de semana planejando e tá caindo uma festinha na casa de fulano e não vai encontrar a mão e ficar ali brincando Nossa barata era ficar brincando ali curtindo as coisas boas da vida a família nós somos muito família nós quatro sabe sou seu fã Deus te proteja Tenho muito orgulho de você e da sua família Deus te abençoe sempre os Jackson é amigo de infância a gente tem quatro amigos ali que ficou muito próximo né o Jackson o Nel né e o Maurício né e eu né a gente ficava sempre desse jeito foi ali que eu tomei a minha primeira abordagem da polícia militar algumas vezes e a gente era adolescente né e eu digo que né foi uma fase muito boa porque a gente não fazer nada de errado né a gente ali no máximo a gente queria né sair com as meninas Curtir um pouquinho né e nada assim de mal aí e e eles eram Nossa até hoje né a gente tava junto até hoje né mais de 40 anos Nossa que legal olha infelizmente agora nós temos acabou mesmo muito obrigada a gente vai mostrar que com certeza tem muito mais histórias por uma próxima você vem aqui o presente fica do nosso programa o presente uma lembrança nossa agradeço obrigado meu agradeço a você Agradeço toda a equipe da TV Câmara pessoas que eu gosto muito vocês sabem disso né respeito muito trabalho de vocês que Deus abençoe viu Muito obrigado Amém assim seja gente e assim a gente encerra na casa do Povo de hoje você pode conferir também as outras entrevistas do nosso podcast lá no youtube.com/tvcammercampinas até uma próxima [Música] [Música]
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