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Olá, [Música] mais um na Casa do Povo no ar, o podcast que toda semana traz uma entrevista aqui e nós estamos conversando com os vereadores da Câmara Municipal de Campinas. Hoje o nosso convidado é o vereador Igor Diego e como é de prae audiodescrição e na sequência o vereador também. O meu nome é Mirna Abreu. Eu sou uma mulher negra de pele clara. Tenho os cabelos cacheados na altura dos ombros com mechas loiras. Hoje eu estou com um vestido jeans com pouco meia manga, a gente chama sem ao meu fundo, o estúdio do Na casa do Povo todo em preto. À minha esquerda, uma TV com o logotipo do nosso podcast na Casa do Povo em Azul e branco. Igor Diego, seja bem-vindo e já vou te convidar também a fazer a sua audiodescrição. Conta para quem tá aí ouvindo pelo Spotify como é o Igor Diego. Mirna, muito obrigado pelo convite. Olha o Igor Diego, ele é moreno. Nós, eu tenho 1,82 m, tenho barba, né? Que mais, Mirna? Me ajuda aí. Olhos castanhos. Hoje você está vestido com uma camisa rosa e por cima um palitó xadrez cinza grafite. É isso. Tá certo. Então, obrigado, Igor. Você que já veio aqui em outras oportunidades, contou pra gente um pouquinho da sua história de vida. Depois, partindo do momento em que você passa a perceber que a política eh te daria ferramentas para você continuar aquela história que você começou um trabalho na sua vida pessoal. Agora a gente vai falar de como é ser parlamentar, como é ser vereador. E Igor Diego chega aqui à Câmara como Igor do Campo Grande. É, em que momento, né, você hoje é chamado de Igor Diego? Por alguns, eu sei que eu acompanho você nas redes sociais, algumas pessoas ainda te chamam de Igor do Campo Grande. E a partir desse momento, quais são as linhas que você passa a atuar eh dentro do município de Campinas? E eu vou falar aqui com vocês, sempre para quem tá em casa, eu reforço. O vereador ele é parlamentar de toda a cidade, mas é claro que sempre aqueles que têm a região onde eles moram, onde eles cresceram, que eles têm mais acesso, aquela população tem mais acesso a ele. Mas isso não quer dizer que ele trabalhe só para uma região. Os vereadores trabalham para pro para todo o município e não é diferente assim com o vereador Igor Igor Diego. Por isso que eu peço para você primeiro falar um pouquinho dessas suas linhas de frente, apesar de ter vindo muito aí dessa questão da tecnologia, que a gente já falou sobre isso. É verdade, Mirna. Olha, o Igor sempre vai ser, né, o Igor do Campo Grande, porque o pertencimento a gente nunca perde. É a minha primeira candidatura. Eu escolhi esse nome como nome de campanha, depois nome parlamentar, eh devido à necessidade de uma representatividade naquele momento dentro de um distrito que é do tamanho ou maior do que muitas cidades, inclusive da região metropolitana de Campinas. Então, através desse trabalho que nós conversamos aqui, eh, eu senti que, e, eh, o Igor do Campo Grande, devido à trajetória naquele momento e sem a condição de fazer uma campanha política macro, então foi uma campanha dentro do território através das redes sociais e o WhatsApp de boca em boca e amigo, seria uma campanha potencializada. Quando nós chegamos a ao mandato de vereador, já com as responsabilidades, algumas pessoas passaram a nos conhecer. Foi aí que eles começaram a chamar de Igor Diego. Então, eh, a gente adotou um nome mais comum para todos. E Igor Diego é o seu nome mesmo? É, meu nome é Igor Diego Rala, tá? Então aí ficou Igor Diego e acabou ficando dessa forma, mas sem dúvida o que nos pauta são as demandas da comunidade muitas vezes, né? E a comunidade que mais me acompanha, onde eu fui mais votado, eh são moradores ali do distrito do Campo Grande. Então, obviamente, por mais que nós sejamos vereadores da cidade inteira, né? Mas sim, nós somos pautados pelas pessoas e as pessoas que às vezes que mais nos procuram são aquelas base eleitoral que nós temos no município. Igor, você inclusive solicitou e hoje existe a Frente Parlamentar de Segurança Alimentar e eu lembro que até pelas coberturas que uma das suas primeiras ações foi inclusive lá na pandemia, aquela questão do cartão nutrir. Você trabalhou bastante naquela questão depois inclusive da questão do de ter um 13º assim chamado do cartão nutrir. Hoje quando você pensa em segurança alimentar, qual é a sua maior preocupação que você tanto que está trabalhando nessa frente? Verdade, Mirna. Então, a questão da segurança alimentar era uma questão de pertencimento. Antes mesmo de ser vereador, nós acompanhávamos esses benefícios, ajudando essas pessoas. Como eu disse, antes de entrar aqui na Câmara, nós tínhamos um trabalho de eh 12 anos junto da comunidade, fazendo um trabalho social e nós procurávamos meios, seja o cartão nutrir, outros benefícios estaduais e federais, como também ajuda de uma cadeira de roda, cama hospitalar, enfim, era o Igor ali do Campo Grande que ajudava sempre que podia ou sabia quem quem tinha condição de de ajudar aqueles que mais precisavam. Então, a gente fazia isso. Eh, agora como vereador, eh, a gente tá fazendo essa frente parlamentar de segurança alimentar, porque, eh, depois da pandemia, 20.000 pessoas que recebiam cartão nutrir deixaram de receber. Hoje o número é de 8.000. Porém, nós precisamos entender, já passaram 130.000 pessoas que receberam o cartão nutrir, por exemplo, mas como estão essas pessoas hoje? Elas pararam de receber. Mas e aí? Essas pessoas que recebem o cartão nutrir, eles não são atendidos pelo banco de alimentos diretamente, como por exemplo, algum tipo de cesta, alguma coisa assim. É o cartão apenas. É isso. É, hoje o cartão nutrir, por mais que chama cartão, não é mais cartão, é o dinheiro em conta, tá? Mudou. É também no na aí no na decorrência do programa. É um benef é um benefício, não é uma transferência de renda, né? Como por exemplo o renda Campinas, tá? tá, que nós temos também no município de Campinas o Bolsa Família, que é o Federal, enfim, não é um benefício eh social, mas é eh é como se fosse. Então assim, o como foi a pergunta, Mirna? o que o nutrir e o banco de alimentos. É, não, hoje é não é eh não é impedido essa essa família de receber dentro de uma campanha específica, mas ela não é assistida dentro do todo tempo, né? Às vezes tem uma uma necessidade emergencial. Essas famílias podem também ser atendidas pelo banco de alimentos. Sim. Você também está à frente da comissão de estudos que atua nessa questão das novas escolas. Ela surgiu naquele momento em que estavam sendo construídos as unidades do espaço da amanhã. É isso ou não? É a a aquela comissão do espaço do amanhã, né? Ela já se encerrou e agora a gente viu a necessidade de eh de com de propor essa comissão aqui na casa. Por quê, Mirna? Com a experiências da 16 novas creches, nós aprendemos, acertamos, mas também assumo que cometemos alguns erros. E a ideia dessa comissão é que a gente possa escutar tanto o Conselho Tutelar, que conhece a demanda do território, né, que conhece e a os profissionais, porque obra boa é aquela que traz dignidade de fato na vida das pessoas. Então, assim, quando falei erraram, mas erraram no quê? Não foi na questão de projeto nem na de construção que ficou muito bonito, excelente. Só que às vezes na localidade, sabe, ouvi o território, por exemplo. Então nós construímos cinco no Campo Grande, quatro no Ouro Verde, só que a região sul, que é a região de Viracops, nós não conseguimos levar e a demanda lá é muito grande. Então a gente com essa comissão nós queremos que que entender aonde existe a demanda, procurar lugar, dialogar com liderança comunitária, com profissionais, com conselho, pra gente fazer esse cruzamento de informações através da casa aqui da Câmara e ser mais assertivo para entregar esses equipamentos, porque isso foi um compromisso do prefeito Dário, tá? Mas isso não tem nada a ver com essa questão. Por exemplo, recentemente a gente teve aqui na Câmara durante a reunião ordinária, não sei se naquele dia o senhor estava aqui, por exemplo, pais lá daquela escola Leon Valerier, que é uma escola que está em reform, tem toda uma questão do de onde essas crianças estão estudando agora. Essa comissão ela pega esse tipo de assunto também ou não? Não, essa não. A gente não tá com foco porque essas são eh reformas, tá? Tá. Então, a Leão Valerier eh é um problema realmente aí que trouxe um transtorno, né, no dia a dia da comunidade. Então, eh, é uma escola do Itajaí, é isso? É do Parque Valença. Parque Valença, tá? Escola do Parque Valença. Cerca de 700 alunos ali. Tem que ser ser ter uma logística aqui pro Fitel que fica na rodovia Dom Pedro. Isso dá em torno de 27 km de ida, mais 27 de volta, mais de 1 hora no trânsito da Joh Boy, né? Então, trouxe um prejuízo, sim, eh, e, e um impacto bem forte pra gente lá, que é do distrito do Campo Grande, mas não é, a comissão, ela não tem esse objetivo de reforma de novas escolas. É, são as a onde é necessário construir novas escolas em Campinas, onde tá o gargalo? É isso. É o que que a gente simplificando, a gente andou junto com o prefeito na campanha, somos do mesmo partido que ele e eu ouvi por muitas vezes ele falando que vai construir novas escolas. Só que agora eu tô me antecipando para mandar um relatório pro prefeito e falar: "Prefeito, quando o senhor for começar cumprir com o seu compromisso, a Câmara Municipal preparou um relatório para você, pro senhor ser mais assertivo, né? Para que a gente entregue aonde precisa. Nós fizemos um estudo, nós temos um relatório aqui para que o senhor seja mais assertivo. Nós temos uma nave mãe, né, desculpa, um espaço do amanha no Itajaí que nós não conseguimos ainda eh preencher as vagas porque do lado tem uma outra eh instituição de ensino. Sim. Então, para que a gente não cometa esse erro e enquanto isso, pais e mães do Campo Belo estão tendo que colocar as criança no ônibus também diariamente. Então, acho que dá pra gente tentar ser mais assertivo. E foi por isso que já houve essa escuta com os conselhos tutelares para entender essa demanda, vereador. Exatamente. Eu acho que que eh quando a gente escuta, né, os o os agentes políticos, agente comunitário, os profissionais de cada área, primeiro é uma questão de respeito para com eles e segundo, eh, eu acho que a a o diálogo, ainda que seja oposição, como veio também bastante representatividade da oposição na primeira reunião e a gente escutou porque uma oposição inteligente faz a gente ser mais assertivo. Então, é essas experiências que agora, como você diz, com mais experiência, a gente volta para casa com mais responsabilidade, mas também sendo mais assertivo e errando menos enquanto um vereador do partido do governo. Vereador, outro dia o senhor inclusive usou a tribuna para falar sobre isso e eu eu creio que foi justamente quando foi essa proposta de uma nova frente parlamentar, dessa vez para falar da atividade delegada em Campinas. Queria primeiro que o senhor lembrasse quem está em casa, o que é a atividade delegada e por a senhora acredita que é preciso que a Câmara esteja nesse assunto trabalhando também para ajudar nessa questão se caso eh houver e se é necessidade necessário que haja esse convênio entre município e governo do estado de São Paulo para essa atividade. É, a atividade delegada, eu tomei conhecimento no meu primeiro mandato com o vereador que estava aqui com a gente, o vereador Major Jaime. Ele propôs essa lei na casa na época e ali eu fui entender o que era atividade delegada. Ela é um convênio entre o município e o estado, que o município, em ações eh emergenciais ou que ações ações necessárias, ele pode contratar os policiais militares, pagar uma hora extra para ele, para ele fazer uma ação específica dentro do município. Em um evento, em uma situação que haja necessidade mais segurança, o município pode eh fazer essa contratação, tá? E e eu achei a ideia super pertinente, porque uma das demandas que a gente é bastante cobrado, né, tanto o executivo quanto o legislativo nas pesquisas durante a campanha também aponta bastante é segurança pública, né, a falta de sensação de segurança, como ajudar na segurança. E aí foi que eu encontrei na Câmara Municipal através de uma comissão, porque o projeto do major não foi aprovado, não teve êxito à época, né? Sim. Agora, vereador, a gente tá falando de segurança pública e quando a gente vê essa questão é uma questão bem delicada, né? Porque a gente tem informalmente, né, vários policiais militares que fazem essa atividade. Por outro lado, a gente sabe que o exercício da profissão de policial, principalmente policial militar, é uma é uma profissão que exige muito, né? De que forma que o senhor acredita que a gente pode pensar em um termo de garantir a segurança, garantir esse meio de ter uma renda extra, mas ao mesmo tempo também garantir a segurança desse trabalhador que pode de às vezes trabalhar um 12 por 36 e ainda tentar fazer um plantão nesse meio. Existe algum alguma algum pensamento a respeito disso? Alguma ideia, algum modelo já existente, por exemplo, Mirna? É, esse esse é um dos do desafios a ser superados, porque a gente sempre esbarra na dotação orçamentária, né? A quem é que vai pagar, sendo que a segurança é um dever do estado e cada vez menos o município tá ficando com recursos, tá enviando mais. Então eu tenho também questionamentos da Guarda Municipal, porque ele fala: "Igor, nós vamos tirar dinheiro do tesouro, nem a guarda tá fazendo hora extra para pôr o policial militar, que é um é um agente, né, de segurança, mas do estado." Então, nós temos esse questionamento. A solução para superar isso é que existe muitos deputados. Quando eu vou a Brasília, representando a Câmara, o interesse nosso, eu vou à Brasília, os deputados federais que são alinhados com a área da segurança, ou seja, eleito ali pela Polícia Militar, eles querem enviar recursos extras pro município e eles enviam para São Paulo, né? Eles envi para Jaguariú, Indaiatuba e esses e lá já tem o convênio formalizado. E é isso que eu tô tentando e vou fazer a a nossa primeira reunião eh agora esse mês para explicar pra Guarda Municipal que a atividade delegada também entra o guarda municipal, ou seja, hoje não ganha nem o policial militar, nem a guarda municipal porque não tem dotação orçamentária. Mas o deputado que tem essa base eleitoral junto às forças de segurança, ele quer enviar recurso. extra e a gente dentro dessa scut de um projeto inteligente vai fazer que metade da contratação seja os guardas municipais e metade seja eh a Polícia Militar. Mas isso ainda por enquanto, é um pensamento que eu vou levar levar para pra comissão, escutar o secretário, né, escutar o comando da Polícia Militar para que a gente faça dessa forma. Em São Paulo é assim que funciona, por exemplo. E tem muitos policiais militares, como você disse, que sai de Campinas para ir fazer atividade delegada lá em São Paulo. Sim, né? E agora outro assunto sobre segurança que eu acho que é a tecnologia. A gente tem que investir bastante em tecnologia, Mirna. Não dá. mesmo com esse novo centro de tecnologia que inclusive Campinas acaba tendo aí convênio com outros municípios da RMC para que tenha esse monitoramento. Quando o senhor pensa nessa, essa tecnologia é exatamente o quê? É, essa tecnologia de monitoramento, né, conhecida como muralha digital, é um passo importante, mas a gente precisa ainda ter o o banco de dados do governo do estado liberado pro nosso município pra gente pegar essas ocorrências, que quem realmente recebe essas ocorrências é a Polícia Militar, é o governo do estado. E aí o carro roubado passa em uma das nossas câmaras, não tem esse eh alarde, né? Não não dá o alerta. Então, nós precisamos ter um convênio também com o estado pra gente receber esse banco de dados, né? Ser aqui realmente um convênio com os municípios da RMC, todos conveniados dentro dos dentro da nossa central de monitoramento. Em São Paulo tem a tecnologia de reconhecimento facial, que aí também eu acredito que ajudaria bastante colocarem na entrada de cada parque, de cada hospital, no centro da cidade. O que hoje acontece? Se o bandido ele rouba ali e ele anda sossegado no domingo no taquaral. Sim. Sabe? Ele vai lá como se nada tivesse acontecido. A gente precisa dificultar, dar a sensação que tá molhado para ele. Não tá fácil, não vai ter vida fácil aqui. Então acho que é essa sensação que a comunidade quer e eles pedem. Quando fala: "Igor, pô, o cara rouba ali, anda ali como se nada tivesse acontecido, tá passando com o carro lá, tá dando uma voltinha". Ou seja, se tivesse a câmera nesses lugares, principalmente de grande aglomeração, ele poderia ser pego. É isso. É isso aí. Ou ele poderia ser pego. E eh é como is Mas o que é a câmera, se ela percebe, ela ela daria um alerta para pra polícia de que aquela pessoa tá lá no banco de pessoas procuradas, digamos assim. Isso aí é ela tem um reconhecimento facial, uma IA por trás embarcada, né? Então a gente chama isso aí de IoT, né? Internet das coisas. Então por trás de cada câmara tem uma internet embarcada com uma inteligência artificial. Pode ser também feita até para semáforo, controlar trânsito, mas nesse caso a gente tá falando de segurança. É isso, tá? Então, até uma um uma radar hoje, aquela câmera que tem no semáforo, ela reconhece o motorista que tá ali e tá sabendo, mesmo que o carro não tenha nenhum tipo de nenhum tipo de ocorrência, o carro tá tranquilo, mas a câmera consegue filmar aquela pessoa, já marra com a placa do carro e sabe que aquele carro passa todo dia 8 da manhã em tal lugar, já monta a barreira policial e pega o carro. É esse tipo de tecnologia que a gente vai ser mais assertivo contra o crime organizado, né, com a polícia civil investigativa. A gente começa a identificar, Mirna, aonde que os carros estão sendo levados. Aí a gente fala: "Olha, um exemplo, vamos supor que, pô, todos os carros que são aqui São Bernardo, que é um lugar que roubam muito, vai lá pro Campo Grande e passa na John Boy, identificou através da tecnologia. Então ali já sabe que tá essa quadrilha especializada em roubo de carro. Então ali vai se montar a barreira para pegar realmente o bandido. Então a tecnologia é esse, é o suporte, tá? Ele não resolve, mas ele faz a gente ser mais assertivo, né, na captura desses criminosos na cidade de Campinas. Então tem várias tecnologias que que a gente gosta, né, de smart city, cidades inteligentes, acompanham. É uma tendência, né, vereador? Não tem como voltar atrás mais, né? É uma pena que Campinas ainda não tem um polo. Eu tive lá na IMA, Mirna, como aqui é um bate-papo, e falei pra IMA fazer um polo de tecnologia em Campinas. Eles têm uma área na Dom Pedro. Nós temos a oportunidade de ser a primeira cidade do Brasil com um polo de eh cidades inteligentes. Campinas tem essa vocação. Nós temos universidades, nós temos pessoas que que são, sabe, especialista na área. A gente tem essa área da IMA. Nós temos a própria imã que tem essa expertise para fazer isso. Imagina, eh, desde a Sanasa com com um escritório de de cidades inteligentes pra gente reduzir perda, né? Hoje existe equipamentos que daria para substituir o próprio relógio de relig, a pessoa não ficar sofrendo na sexta-feira pedindo relig só só ir na segunda, no domingo. Então, tudo isso a tecnologia ajuda a vida do cidadão, né? o transporte, a a própria segurança pública, a saúde, fazer o cruzamento de dados, né? eh, da saúde. Então, dá assim, é infinito. Eu tive com o prefeito Dário lá em Recife, eu fui conhecer o Porto Digital e lá o Porto Digital é é basicamente isso. Eles têm um foco de recuperação. Para você ter ideia, a tecnologia, o Porto Digital tem a tendência de fazer recuperação do centro, do centro antigo que que já tava decaindo, que é um problema nosso. Então, a tecnologia como porque tem isenção de imposto para montar empresas nesses lugar, tem um ecossistema de social, pegar pessoas de vulnerabilidade social e colocar dentro de uma faculdade ou curso técnico de tecnologia para fornecer essas empresas, essas startups. Sim. Então, a cultura, todo evento é um todo um ecossistema. Então, todo um ecossistema. Então, lá é diferente por isso, porque lá é um ecossistema com pilares cultural, porque o Nordeste é muito forte. com pilares de recuperação do centro e tecnologia. Sim. Então acho que é acho que Campinas a ainda eu não encontrei nenhum lugar do Brasil que tenha um polo de cidades inteligentes. A gente tem essa oportunidade e e vamos tentar levar isso adiante aí pro futuro da nossa cidade média a longo prazo. Isso arrebenta. Vai ser muito bom se a gente conseguir. É, a tecnologia a gente já tem. Precisa viabilizar tudo isso, né? Il é. Ô, o que que acontece? Se a gente vai na guarda, vamos falar na prática, tem a câmera. Igor, você tá falando não é novidade, tá? Tem, mas a empresa que dá suporte é uma aí a ou que põe a internet é a outra. Aí quando queima câmera não, a empresa não tem a escada, não tem quem troca. Então a gente precisa centralizar a gestão. Hum. É isso que eu acho que falta pro município. Aí se você vai na INDEC, já é outra empresa que já é outra tecnologia, que já é outra fibra e a cidade é a mesma. E a cidade é a mesma. Então a gente tem que pensar numa fibra, uma rede metroótica única, um um lugar onde todo mundo ali pense a gestão como uma coisa só. É o é é isso que o Porto Digital faz lá. É uma gestão com pilares compartilhados de conselhos, mas a gestão é sai tudo de um lugar. Sim, né? Então, o que eu acho que cada empresa da prefeitura faz a sua própria licitação, contrata a sua própria empresa, uma coisa não se conversa com a outra. Sim, né? Eh, eh, dentro do do dentro de uma de uma como se cada uma tem uma finalidade. Hoje é basicamente isso, né? É, exatamente. Então a guarda vai pô lá a a câmera. Ele não pode usar a rede da saúde que tá lá no centro de saúde que é próximo ou da escola que é da educação, que é outra rede. Aí ele vai contrata um chip da Vivo ou pede a internet do vizinho. Se o vizinho tem a internet cortado, a Câmara já não tá operacionalizando o direito. E é isso na na verdade hoje em Campinas. Então, a proposta é unificar dentro de um polo de cidades inteligentes, onde se pensa num todo. Pera aí, qual é a rede do todo? Qual é, Quais são as empresas que vão poder fazer parte e colaborar, né, do setor privado como um todo e ela fazer a contratação, ela fazer a gestão do todo, sabe? pensaram todos num cruzamento de dados reais, cruzar informações, né, de segurança alimentar, por exemplo. Quem que é esse aluno que tem a mãe lá que deu entrada? O que que tá acontecendo? Ele tá na educação. Então, a gente vai fazer o programa sexta nas férias, sextas aos finais de semana. Vamos contemplar esse aluno. Não abandonou esse sonho, né, Igor? Não, não abandonei. Eu acho que é que eu lembro que você propôs sempre, você falou dessa importância de alimentar os alunos nas férias, né? É, a gente tá aí de novo brigando com isso. Eh, a gente sabe que sempre esbarra na eh na questão orçamentária. Mir, é porque eu lembro que na época até a gente teve uma questão que falava o seguinte: o alimento na educação é para o aluno enquanto ele está estudando. Isso. E que por isso não seria viável que fosse nas férias. Por outro lado, a gente tem crianças que só se alimentam quando vão pra escola. Exatamente isso. A gente conseguiu um avanço, Mirna, por exemplo, o óculos, o óculos de grau na na educação. Hoje a nossa educação tá dando o óculos para pros alunos que precisam da rede municipal. Então foi uma proposta a nossa que também na época era um sonho difícil. Aí foram ver o tamanho da demanda. Não é não era tão grande, mas para um aluno é muito grande, né? que a agora já pode jovens e adultos também levamos para Fumec, passamos aqui na casa. Então são esses sonhos que que que faz parte da nossa característica que é e nisso a tecnologia vem como um grande sonho, né? É a tecnologia, eu eu eu vim da tecnologia, então acho que a tecnologia ela tem que tá em tudo, sim, né? Como eu disse, o o análise de dados da nossa cidade, ela nos traz perfil que permite a gente ser mais assertivo com menos recurso. Então acho que aí a gente porque a gente não vai ter uma receita maior se não aumentar imposto. Sim. E o que não é viável. É, então a gente tem aí a tecnologia hoje para conseguir otimizar e nos ajudar nisso. Então isso é que eu que eu gosto. Eh, recentemente também a gente teve um projeto de sua autoria com outros vereadores que trata da farmácia solidária. Eu queria que você falasse da importância também quando vocês costuraram esse projeto, como que foi pensar nessas demandas? Eh, a costura aconteceu através do deputado federal Carlos Sampaio. Ele convidou a gente para ir lá na casa dele tomar um café. E então foi eu, vereador Rodrigo da Farmadique, vereadora Débora e o vereador Eduardo Magoga. Por que ele escolheu assim nós cinco? Porque representante de um de cada distrito, que a ideia inicial dele era levar uma farmácia para cada distrito da cidade, uma farmácia dessa, tá? Então, nós apresentamos a ideia inicial, como foram feitos em outras cidades, só que a nossa vigilância sanitária aqui fez bastantes apontamentos preocupantes. Nós ouvimos, fizemos reunião com o prefeito, fizemos audiência pública, mesmo que não era necessário, a gente optou por fazer para conseguir apoio dos vereadores que tinham dúvidas. E o vereador Rodrigo da Farmadique encabeçou esse projeto como farmacêutico. Ele tinha mais propriedade para entender, né, como que é as regras de montar uma farmácia. as a e ele encabeçou eh eu encabeçava a parte mais de articulação política do governo. Então, a gente se dividiu bastante e olha e conseguimos a aprovação. Demorou também aqui a tramitação de um projeto. Mudamos, atendemos, tivemos aprovação por unanimidade da casa e agora é a hora de pensar como fazer isso na prática. Precisa de um decreto ou não? Eh, já foi feito o decreto regulamentador, tá? Ô, Mirna, explicando um pouquinho um pouquinho a a importância desse projeto. Hoje Campinas é um polo que mais produz medicamentos e no Brasil. Então, nós estamos nesse nessa região, nesse polo. São toneladas que são descartadas, né, e inceneradas. E por que esse projeto ele é importante para pro laboratório, esses semédios não são vencidos e não estão próximo da data de validade. É que às vezes eh ele não tem o tempo de chegar até a farmácia e ser vendido. Hum. Então eles têm uma regra dentro da Anvisa que tem a validade tem que ser um período longo, né? Eh, para cada medicamento um período, mas não é coisa curta. Então ele não tem saída mais dentro dos armazéns logísticos. Então direto do armazém para um para um para uma farmácia solidária onde não vai ser vendido, a dispensação ela é rápida, então eu consigo eh fazer e absorver. E o interessante é que os próprios representantes dos armazéns, da logística, que nos procuraram também para ajudar a construir o projeto. Nós temos hoje então muitos remédios e são remédios, não é aquele que dá no SUS, não. É remédio que não tem no SUS, que ele Mas ele permite que pessoa física possa também fazer a doação. Por exemplo, ah, eu tenho um familiar que tava fazendo um tratamento com um remédio caríssimo, etc. esse familiar vem a falecer e eu ainda tenho alguns medicamentos, eu posso fazer essa doação nesse caso não, Mirna. A gente tirou da lei, é uma das dos pontos que avavisa não aceitou. Sabe por quê? Porque a gente não consegue saber como ele foi armazenado nesse período. Então pode ser que deixou o remédio ali no sol, né, no vidro do carro e tem remédio que não pode ficar exposto ao sol e aí vai dar um efeito, perde a sua eficácia, perde a eficácia. Então, e a ideia inicial era essa, porque a gente tem essa, lembra? Farmácia comunitária é isso, um ajuda o outro, toma ali, dá aqui. Eu, eu que sou da comunidade. Às vezes até em grupos de WhatsApp a pessoa fala assim: "Olha, meu parente X faleceu e ele usava tal medicamento, se alguém precisar, eu tenho, né? Isso é comum, mas a gente não tem essa noção também que precisa ter todo esse cuidado do ponto de vista institucional quando a gente pensa numa farmácia solidária. Exatamente. Então a Anvisa proibiu hoje para a farmácia solidária ela tem que ter rastreabilidade do produto que tá sendo recebido como uma farmácia normal. Então o o o fornecedor ali, ele tem que entregar rastreabilidade, né? é armazenamento e dispensação semelhante a de uma farmácia. Tudo igualzinho. Não pode, a gente não vai estar trabalhando inicialmente com esse tipo de doação espontânea da comunidade. Sim. E ele já está funcionando, tem já temos já farmácia em breve teremos. É, ainda não temos. Agora é outra luta. O vereador Eduardo Magoga, ele já passou semana passada lá na minha mesa ali na sessão pedindo para que a gente assinasse em conjunto. Ele teve essa ideia, acredito que partiu dele. É que que para fazer ali na no palácio da cidade, o antigo que agora é que já foi anunciado que vão ter várias repartições públicas do município lá. Isso. Aí e a farmácia seria uma delas. Ele teve essa ideia, trouxe para mim assinar em conjunto, por mais que sou um coautor ali da do pedido, mas ele que propôs para mim assinar. Nesse caso é uma indicação, é isso? É uma indicação, tá? Tá. Pra gente fazer ali onde que eu acho que vai dar muito certo, Mirna, isso aí dentro das universidades. Por quê? Quando a gente aprovou o projeto, as universidades nos procuraram, falaram: "Olha, dentro do curso de farmácia, eu sou obrigado a ter uma um estágio obrigatório e eu não tô conseguindo porque eu não tenho eh como por todos os meus alunos nos estágios. Se eu monto a farmácia dentro da universidade, meu coordenador do curso vira o farmacêutico responsável, vocês me mandam o remédio, os próprios estagiários, né, e os alunos ali fazem o estágio obrigatório. Então eles eles têm todo o interesse de levar. Mas o prefeito já sabe dessa ideia. O prefeito sabe dessa ideia que o prefeito sabe de muita ideia. Aí a gente tem que a gente tem que achar um momentinho para prefeito. Lembra a ideia? Vamos fazer. Vamos fazer. É, falando nisso, você é do mesmo partido do prefeito e do mesmo partido do governador. É como que é essa questão de articular junto ao município muitas vezes algumas demandas junto ao estado, prevendo essa questão de melhoria eh pra população de Campinas. Eu lembro que teve a questão também da carreta lá no Ouro Verde. No Ouro Verde não, no Campo Grande, desculpe. E como que é isso para você? Olha, eh, foi eh, né, um momento importante, logo que eu comecei, escolhi vir ali junto na na no mesmo partido que o prefeito Dário, né? Na época ele tinha 2% de chance, mas conseguiu sair vitorioso, eu também. E em seguida também veio o governador Tarcísio, né? Eles brincavam a oposição que ele caiu de para-queda. E quando ele caiu, a gente que recebeu ele aqui, levou logo na periferia para entender as demandas do E ele quis isso. Então, eh, a construção eh tem um ditado que fala que você é amigo do rei porque você é rei também, ou você é amigo do rei porque você é amigo dele antes dele ser rei. E nesse caso, eu sou do partido, mas sou amigo deles porque a gente se conheceu antes de conseguir estarmos hoje no nos mandatos, tá? Tá. Isso me é muito bom. Por exemplo, domingo agora eu tava falando com o governador sobre a pavimentação do Jardim Lisa, que nós estivemos lá. Ele me pergunta, ele pergunta como tá indo a obra da Praça da Cidadania que vai ser feita lá no Parque Itajaí e de algumas outras demandas do município, principalmente sociais. Ele ele me pede essa esse feedback, né? pede para como que tá Campinas e junto com o prefeito a gente tenta usar toda essa oportunidade, né, eh, que o povo me deu e a aproximação deles para conseguir entrega real, tá? Tá? Então, a gente evita de ficar muito na polarização que não tem como não ficar mais eh a gente evita o máximo, né? O meu perfil, quem me conhece sabe que o meu trabalho ele tem foco em entrega real, né? Porque é é um propósito. Eu vim pra política para tentar potencializar aquilo que eu já fazia. É, você já contou isso. Inclusive você pode conferir lá no youtube.com/tvcâmaracampinas podcast com Igor Diego. A gente já tem dois episódios que o vereador participou e ele conta essa parte. É verdade. Então a gente fez isso. Agora o governador pediu para que eu coordenasse o partido Republicanos na região metropolitana de Campinas. Ele me deu 10 cidades, não todas, dividiu. E essas 10 ele pediu que eu eu coordenasse pro junto com o nosso presidente Marcos Pereira, que também é deputado federal. Eles me deram essa missão, tá? O Dário virou o presidente da região metropolitana e eu coordenador do partido com o objetivo de levar. É diferente de ser presidente do partido em Campinas. Totalmente diferente. O coordenador ele está acima do presidente, tá? Então ele que monta os presidentes e as chapas nessas cidades, porque a gente tem eleições o ano que vem, eleições e que daí o coordenador vai trabalhar essa questão nessas cidades. É isso. É, mas assim, a a eleição partidária ela não necessariamente é ano que vem. Ano que vem são eleições, né, majoritárias. É, então, mas o coordenador regional, por exemplo, você não vai ver um potencial candidato a deputado do seu partido que possa sair dessas cidades? Isso. Ou possa apoiar o projeto, como é uma eleição estadual, ou que possa apoiar o projeto daquela região. Entendi. Então, um exemplo, aquela região, ela tem capacidade de dar tantos mil votos. Ah, compreendo. Entendeu? Então, quantos mil votos vai paraa nossa gremiação? Então o coordenador ele identifica essas lideranças, leva as demandas pro governador, pro Marcos Pereira, que é o presidente deputado, eles trazem recurso, emenda, potencializa e aí a gente faz o trabalho político depois. Você tem uma missão grande aí, hein, Igor? É, graças a Deus. Olha, do Campo Grande pra região grande, né, digamos assim. É, foi isso mesmo. Então, essa aproximação ela ela traz mais influência. O que eu vejo de bom na missão, Mirna, é que quanto mais missão eles estão acreditando no nosso trabalho, mais a capacidade também de pedir, né? Mais próximo eu tô de quem tá no mandato, sim. De quem tem capacidade de trazer recurso. E aí a gente aproveita e consegue trazer e consegue atender algumas demandas históricas da cidade. Sim. Você falou inclusive de duas questões de a indicação com magoga para a questão da farmácia solidária. Mencionou que inclusive tem essa interface com o governador de algumas ações que acontecem lá no Campo Grande por meio também de suas indicações. Queria que você falasse um pouquinho então como que você tem utilizado indicação, requerimento e claro as emendas impositivas. É, então a Câmara Municipal ela tem vários várias ferramentas, assim, digamos assim, é uma caixa de ferramenta. Você aprender como usar cada uma, demora um pouquinho, quase ninguém ensina. Como eu fui assessor aqui da casa, também contamos no primeiro episódio aqui do podcast, sim. Eh, eu aprendi assessorando, então isso me ajudou muito, né, no primeiro mandato. Então, eh, os requerimentos, Mirna, a gente, eh, usa quando a gente precisa se embasar paraa criação de um projeto ou de uma ação maior. Então, a gente precisa de documentos oficiais da prefeitura, informações por informações, graças a esse trânsito que a gente tem na prefeitura, eu vou lá, sou atendido com o secretário, é, e eu já fico sabendo e consigo responder. Mas quando a gente precisa, por exemplo, preciso de um estudo eh referente a essa demanda, porque vai embasar um projeto, se eu devo seguir por ali ou não. Então o requerimento a gente usa mais para essa finalidade de fiscalização, mas também de embasamento. Já o o as emendas impositivas, né, que nós criamos aqui na casa, ela tem sido uma ferramenta que tá potencializando, né, bastante o mandato do dos vereadores aqui da casa, porque ele consegue atender diretamente agora o cidadão, então ele faz chegar uma necessidade eh naquela esquina, naquela rua, seja cultural, seja de serviços públicos, seja de lazer, de esporte, consegue atender a as associações do terceiro setor que tá lá na comunidade, que pede pro vereador. Então, a emenda ela tem sido utilizada para isso, para ajudar a comunidade e e potencializar, dá uma força, não resolve, mas dá aquela respirada, aquela força para essa galera da comunidade ali que eh eh tem o dom, tem capacidade, potencialidade, mas faltava uma ajuda financeira e não consegue às vezes recursos via edital. E olha, a gente já tá chegando aí prestes a receber o orçamento, votá-lo e novembro, provavelmente já tem emenda impositiva, já tem alguns grupos, instituições, comunidade organizada, espaços culturais e tudo mais, já procurando o vereador, me coloca nessa emenda impositiva, porque meu trabalho é assim, já tem essa movimentação? Tem, tem sim. Eh, inclusive os coordenadores de centro de saúde, né, tão pedindo, por exemplo, eu fui no centro de saúde de Tajaí, que lá nós temos dois dentistas, dois equipamentos, só que só um pode trabalhar uma sala assim como essa. Por quê? Porque a lei agora obriga no meio ter uma divisão de acrílico. Devido à pandemia, não pode um atender aqui, outro ali sem acrílico. Sim. Então, devido a um, olha, isso pode ser resolvido e não tem. Aí só um médico trabalha. Olha o absurdo de de de E a outra cadeira fica vazia, fica vazia. Aí os médicos revezam e eles mesmo me chamaram. Igor, o dentista, desculpa, médico não, dentista. Os dentist Igor, pô, eu tô com uma cadeira, tô com equipamento, eu tô aqui, só que a gente tá revesando porque eu a gente não pode trabalhar o mesmo período por causa dessa lei sanitária, tão simples. Só que a burocracia não permite eu ir lá e comprar um acrílico nem se for do bolso. Não é possível. no poder público não pode apenas ter a vontade, tem vários trâmites a serem seguidos para se comprar uma caneca que seja, não é isso? É, é exatamente. Então assim, de repente a com essa emenda impositiva, quantos problemas desse que eu consigo ajudar no centro de saúdes, né? Então, eh, são recursos pequenos, não são grandes obras, mas são recursos pequenos que faz aquela diferença danada no dia a dia, seja no insumo, no material, num equipamento, eh, sabe? Então, já já os coordenadores de saúde já estão se mobilizando, as entidades do terceiro setor já tem procurado os nossos gabinetes, o pessoal da cultura que tem abocanhado a maior parte das emendas também tão aí. A Secretaria da Mulher agora, as mulheres empreendedoras, mais de 5.000 mulheres fazem parte de manda, hein? É, aí o dinheiro acaba ficando pouco, o cobertor curto, né? É, mas é bastante. Dá para ajudar um pouquinho todo mundo, tá certo? Então, Igor, muito obrigada e até uma próxima. Mirna, muito obrigado, viu? É sempre uma uma honra, uma um prazer enorme participar com você aqui do programa. Conta sempre comigo para poder prestar contas aqui e bater um papo, tá certo? Então, a gente fica por aqui, lembrando que você pode acompanhar o Na Casa do Povo na programação da TV Câmara Campinas e também lá no youtube.com/tvcâmara. Vai lá na playlist, escreve na Casa do Povo e você encontra todas as entrevistas que nós fazemos aqui. Até um próximo podcast na Casa do Povo. [Música] [Música]