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Olá, mais um na Casa do Povo no ar, o podcast da Câmara Municipal de Campinas, que toda semana traz uma entrevista com o vereador ou vereadora aqui do legislativo da nossa cidade. E hoje o nosso convidado é o vereador Eduardo Magoga, que vai falar um pouco do trabalho como parlamentar em Campinas. E como é de pra eu vou fazer a minha auto e áudio descrição. O meu nome é Mirna Abreu. Eu sou mulher negra de pele clara, tenho os cabelos cacheados na altura dos ombros com mechas loiras. Hoje eu estou com uma blusinha que é cavada, mas ele vai, ela vai até o pescoço na cor salm. Ao meu fundo, nós temos aqui também estou de saia preta, mas é que você não tá vendo aí em casa, viu gente? Nós estamos aqui ao fundo, o estúdio do Na Casa do Povo em preto com uma TV escrito na Casa do Povo em Azul e branco. Vereador, seja bem-vindo. Também já o convindo a fazer a sua auto e audiodescrição. Mirno, obrigado pelo convite de estar aqui na casa do povo para poder falar um pouquinho sobre os nossos trabalhos. Eu vou fazer minha autodescrição. Tenho peles claras, eu tenho 1,76 m. Estou com uma camiseta gola polo na cor de verde musgo, calça jeans, que vocês também não vão conseguir ver porque eh estamos sentados, né? E os meus cabelos já estão bem grisalhos também. Tenho 49 anos. E o meu nome é Eduardo dos Reis Magoga. Aqui na Câmara o pessoal me chama ou de do Magoga ou de Magoga. e do tapeceiro também. Então são várias vários nomes que o que o pessoal acaba utilizando e eu atendo por todos, viu? Tá certo? Então, lembrando, gente, que esses 49 anos foram completados nessa última semana. Ele é o aniversariante da semana, né, Du? Pesou aí ou ainda não? Tá tranquilo, tranquilo, tranquilo. Tava esperando chegar esse momento para se agualar a Patrícia, minha esposa, porque ela faz antes, certo? Então ela sempre fica, ó, daqui a pouco você vai me alcançar, vai igualar a idade. Então também estava ansioso para fazer os meus 49 anos. Tá certo? Então parabéns do Obrigado. E a gente começa falando aí de uma mudança que houve recente aqui na Câmara. O vereador é do partido Podemos e recentemente a gente teve a saída de um vereador para a secretaria, o vereador Cirilo. E com isso Magoga volta à comissão. A gente vai falar disso daqui a pouquinho. Como que funciona isso? Mas também para comemorarmos, nós tivemos na última semana aí a sanção de uma lei na qual Magoga é um dos autores, a lei que trata aí de uma conscientização a respeito do aleitamento materno e também da doação do leite materno. Magoga, inclusive fui eu que conversei com você quando essa lei eh foi aprovada durante a reunião ordinária. você trouxe alguns números e a gente percebe o quanto é importante quando a gente fala da importância dessa conscientização, principalmente a respeito da doação. Bom, nós falamos de dois números importantíssimos naquele momento. Primeiro era a quantidade de litros, que nós precisamos de ter mensal pelo menos 200 L de leite. Isso. Só tô com os dados da maternidade de Campinas, que acaba sendo uma referência pra gente aqui na cidade, mas pelos dados de lá, nós temos 50% hoje de capacidade de de ter no nossos bancos de de leite. Eh, seria metade, sim. E o número de doadoras ativas, 25 doadoras, num número de uma população de 1.300.000 pessoas. E às vezes você também pode até ter cadastro de municípios ao lado, porque isso daí não tem fronteira, né? Sim. Sim. Não é uma coisa específica da cidade de Campinas. Isso daí está na nossa vida, essa necessidade. Então assim, foi um projeto muito importante que começou a termos essa ideia naquele momento que a maternidade passava para aqueles momentos difíceis de reestruturação, de gestão. Mas hoje eu creio que com esse projeto e a sanção do prefeito, nós vamos ter condições de divulgar isso aí muito mais, atrair e conscientizar para que a gente possa sempre estar eh atuando para ajudar essas crianças pré-maturas que que sempre precisa. E é um um dos alimentos mais importantes que tem na vida do ser humano, é o leite materno. A gente às vezes fica até triste quando fica sabendo de algum caso que a criança não aceita, né, o peito da mãe e fica sem a alimentação daquele leite. Mas também sabemos de muitas mães que tanto leite que além de amamentar o filho, ela ainda consegue fazer a doação. Olha, Du, a gente tá conversando aqui, eu tô pegando alguns dados de acordo aqui com as informações. A gente teve em 2023, mais ou menos aqui em Campinas, mais de 16.000 crianças que nasceram naquele ano, né? e que tinha, é, aí você chega e fala, nós temos 25 mulheres que hoje, né, estão aí cadastradas nesse banco. E como vem essa essa importância da gente ter uma política pública de pensar, olha, você pode ser uma doadora. Porque às vezes a pessoa pensa assim: "Ah, eu não tenho como ir até a maternidade para doar, mas não precisa ir até até a maternidade. Ah, meu filho não nasceu na maternidade, não. Se nasceu em outro lugar também pode." Então, acho que essa campanha vem justamente para informar a população e aí todo mundo e quem puder e tiver esse anseio para fazer a doação. É, geralmente as pessoas se atentam quando vai chegando nesse momento, quando a mãe nasce o bebê, que ela começa a a pensar bastante na questão do leite. Então, a campanha ela é legal porque mantém viva a ideia da doação. Sim. mantém viva e atrai também eh eh pessoas para que elas possam fazer eh organizar esse tipo de divulgação para poder incentivar mais pessoas. Vereador, eu abri inclusive falando sobre a questão das comissões, que agora você volta a uma dessas comissões, mas eu quero voltar um pouquinho mais. você é o atual líder do Podemos na Câmara. Inclusive, com essa saída do vereador Cirilo, eu queria que você falasse um pouquinho o que é ser líder do Podemos e mais que isso, você hoje é o presidente do Podemos de Campinas. É isso? É isso aí. Bom, eu era líder na gestão passada porque eu era o único vereador do Podemos. Quando o vereador Cirilo naquele momento aceitou o convite feito para que ele pudesse vir para o Podemos, ali eu também dividi um pouco a liderança do partido como um gesto político, um gesto de irmão pra gente poder tá aumentando as nossas cadeiras no legislativo. E então hoje eu acumulo essas duas funções, presidente do Podemos aqui no município e líder de bancada aqui agora de três vereadores. Quem são? é o vereador Mineiro, né? Mineiro do Espetinho e o Rebert Ganém, eh, da causa animal. Sim. E como que hoje, inclusive, e a gente percebe, apesar de você não ser um vereador tão antigo, que a gente diz assim, eh, a gente percebe que você tem trazido esse fôlego pro seu partido aqui na cidade. Como que tem sido esse trabalho? Esse trabalho foi bem árduo. Tivemos que aprender muitas coisas na raça e ao mesmo tempo de que estava acontecendo toda o processo de de eleição. Mas deu certo, deu deu certo. A gente trabalha com muita transparência, com muita dignidade, respeitando todos os outros partidos colegas. Então, o nosso trâmite aqui na casa hoje é bem leve, é bem tranquilo. Nosso partido criou um certo respeito aqui na casa. os meninos novos que chegaram, que a gente costuma dizer, o Mineiro e e o Rbert Ganen estão se sentindo muito bem, estão fazendo um excelente mandato. E o vereador Cirilo, que é uma referência também no nosso partido, ele seria hoje o vereador de mais mandatos, eh, na Casa do Podemos, que também teve uma missão muito especial, representar o partido no executivo, então assumir a Secretaria de Habitação da nossa cidade e trabalhar com os com o primeiro sonho de muita família, é ter uma habitação. Sim, eu sei que o homem sempre compra um carro, mas no fundo no fundo o sonho é sempre ter uma casa, ter um lar. Então é essa, essa é a responsabilidade do Cirilo lá hoje eh na na Secretaria de Habitação, mas também faz parte aí do nosso quadro de vereadores. É o titular, né? Sim. E além de estar aí como líder do Podemos aqui na Câmara, você retorna como presidente de uma das comissões da casa. me fala um pouquinho dessa história. Eh, no começo do ano, quando nós fazemos ali a votação das comissões, o Cirilo, até que ele fosse convidado pelo prefeito, ele teria assumido a a Comissão de Economia e Direitos de Defesa do Consumidor, que era a minha comissão. Por quê? Porque eu ia trabalhar na comissão eh de assuntos da região metropolitana. Você chegou a assumir essa? Cheguei a assumir ela, tá? Quando o vereador assumiu a secretaria, eh, eu não poderia de eh ocupar duas presidências ao mesmo tempo. Então, acabei assumindo as de direitos do consumidor porque já exerci um trabalho junto com o vereador Carlinhos, que a gente teve bastante projetos juntos e passei para o vereador Vini, que estava chegando a casa, que até aquele momento não tinha nenhuma comissão a da de assuntos da região metropolitana. Eu acompanhei inclusive uma das reuniões que aconteceu inclusive recentemente, tá disponível lá no YouTube da TV Câmara Campinas, que vocês discutiram duas coisas importantes. Uma delas é uma lei que inclusive é de sua autoria também do vereador Carlinhos, que trata da proibição do corte de energia e de água e parece-nos que o corte de energia continua ocorrendo com uma outra conotação chamado recorte. E vocês discutiram isso na comissão. E um outro tema também que eu estava bem atenta é o cumprimento aí da das cláusulas do plano de saúde, que é o é o calcanhar de Aquiles de muitas muita gente que tem plano de saúde, chega lá, não tem consulta, não cobre isso, não cobre aquilo. Me fala um pouquinho dessas duas discussões, vereador. Falo sim, mas olha, essa reunião foi para chacoalhar o bambu. vamos dizer assim, porque são temas que envolvem o nosso cotidiano todo momento, todo momento tem uma pessoa sendo injustiçada pela CPFL. Poxa, mas vocês, vereador, não tem um bom relacionamento com a CPFL? Nós temos, mas eu acredito que nem a CPFL consegue ter o controle de tudo que acontece lá instantâneo. Então, nós temos realmente uma lei e essa lei ela não é que ela não proíbe o corte, ela tem que cortar. É, se você não paga, você tem que cortar. Problema é que quando você corta na sexta-feira depois do meio-dia, como é que você providencia eh o pagamento e consegue diblar todo um sistema operacional de uma empresa para ligar no outro dia e aí a pessoa fica o final de semana sem energia? Quem que tá ganhando o que com isso? A CPFL não ganha da pessoa ficar sem energia porque ela deixa de consumir e ela depende de vender energia. Não tem lucro nenhum com isso. E o cidadão, ele para a vida dele naquele momento e cria um baita de um desconforto. Sim. Então a lei veio para não cortar na sexta-feira depois do meio-dia, tá? E também para que a pessoa pudesse eh voltar a cortar depois do meio-dia do próximo dia útil. Então seria segunda-feira após o meio-dia. Sim. Então é é disso que se trata a lei, para que no final de semana a pessoa não ficar sem energia. Tudo bem. Naquele momento parece que o impacto da lei foi bacana. Entramos num consenso, o prefeito sancionou. Só que aí tem as pessoas que fazem um parcelamento e esse parcelamento paraa CPFL quando não cumpre, entra nessa nomenclatura que você falou, tal do recorte. Hum. Agora fala para mim qual que é a diferença de você na sexta-feira fazer o corte ou o recorte? Qual é o fundamento disso? Fica sem luz do mesmo do mesmo jeito. Só que se você for olhar na lei e ler a lei, ela não fala nem de corte, nem de recorte, ela fala de interrompimento, de serviço, tá? E de energia. Então, de qualquer forma, por qualquer interpretação que a pessoa quiser entender, a CPFL já estava errada. Então não precisa fazer uma nova lei, nem precisava, nem precisava, precisava só se cumprir o que tá na lei. E essa que foi a nossa revolta. Por quê? Porque na lei também a gente pode aplicar uma multa na companhia, tanto na CPFL como na SANASA. Sim, mas o problema atual é é com a energia. É com a energia. OK. Só que para aplicar a multa deveria de ter um decreto regulamentado pelo prefeito. E aí depois de anos fomos descobrir que o executivo ainda não tinha feito o decreto para que a gente pudesse punir a companhia. Então é uma outra briga. Às vezes a pessoa fala: "Pô, não tem a lei, tem." Mas depois até da lei sancionada fazer isso funcionar na cidade, tem para para alguns tipos de lei é muito difícil e muito complicado, porque nós dependemos totalmente do executivo. A não ser que a gente faça um novo projeto. Eu acho que esse que nós fizemos aí uma uma alteração também mexemos nisso já colocando o valor da multa. É isso aí. Vai independer de decreto que aí a gente já não depende de decreto, tá? Você entendeu? Então, não era algo que nós vereadores queríamos eh fazer a dosagem de quanto que deveria de ser essa multa, mas já que o executivo não providenciou, nós precisamos de ter essa ferramenta funcionando para que a CPFL respeite as leis do município. Sim, esse é um ponto. Acabando isso, o Carlinhos, vereador Carlinhos, ele trouxe um tema importante, é o abuso e os descasos dos planos de saúde na cidade de Campinas. Que que tá acontecendo? Se eu for falar só do que eu trabalho, que é o tema dos autistas, que você toda hora tá vendo a gente divulgar uma ação, algum trabalho, hoje, por conta das terapias que um autista precisa, o plano de saúde, ele acaba tendo um gasto entre 12 a R$ 18.000 por mês, que são profissionais daquele multidisciplinar e tudo mais. Isso, tá? Agora eu sou dono de um plano de saúde e a Mirna vem e traz um filho dela para fazer parte do meu plano. Qual que é a visão que o plano de saúde tem? Eu quero ter um plano que me dá lucro, não prejuízo. E eu sabendo que seu filho é autista, que você já vai me dar um prejuízo. Prejuízo não é uma palavra forte, mas vai gerar um custo mensal só do teu filho ou da tua filha ou do ente querido seu. De 20.000 por mês, eu vou querer você no meu plano de saúde pagando R$ 400? Provavelmente, provavelmente não. Então é isso que nós estamos enfrentando. Só tô indo bem direto ao ponto isso. Só tô falando de pessoas que são deficiente, tá? Então, eh, já há uma rejeição por parte dos planos de saúde de aderir pessoas com deficiência. E o outro caso também que o Carlinhos me falou é esse tal do roll taxativo, que é uma briga que nunca termina, que sempre dá judicialização. É, já tá no Supremo, inclusive, né? Então, eh, nós precisamos de ajudar e os munícipes da nossa cidade e atuar através dessa comissão, comissão de direito do consumidor. Porque quando você paga para um plano de saúde e você precisa de fazer um exame para um tratamento, uma suspeita de câncer, você não pode esperar o plano falar: "Olha, eu só tenho vaga daqui dois meses." Dois meses aquele tumor pode ter crescido 3, 4 ou 5 cm na pessoa. Sim. Então é isso que nós precisamos de conscientizar os planos de saúde. Há tipos de tratamento e tipo de doença que não dá para esperar o plano analisar no tempo dele. São e exames e medicamentos que tem que ser liberado rápido para que a doença não possa nem aumentar e ainda continuar no controle de um tratamento. E eu sei que muitas pessoas estão sofrendo com isso. pago o plano 10 anos, não precisa de usar. Aí na hora que precisa de usar, hoje baseado numa lei, numa normativa, em alguma coisa, alguma jurisprudência, o plano segura e demora 2, tr meses. Então nós vamos debater isso aqui na casa. Vamos fazer uma relação de todos os planos de saúde que atende na cidade de Campinas e vamos notificar empresa por empresa, de acordo com os relatos que nós vamos registrar no dia da audiência. Sim, que acho que é dia 17, tá marcado. E vamos encaminhar isso para o Procom e também para as empresas. Os consumidores que porventura tenham sido lesados ou que passaram por essa situação, pode entrar em contato com o gabinete para fazer esse relato, vereador? Sim. E também mais do que isso, eu acho que pode vir participar da audiência no dia 17. Sim, seria até mais interessante, porque a pessoa participando, falando, registrando, tem como a gente fazer uma atuação mais firme, correto? Ainda falando sobre essa questão da saúde e o senhor mencionou, olha Mirna, você já acompanhou algumas ações, o senhor trouxe um debate super importante, que é a questão do laboratório avançado de pesquisas em autismo. Eu queria que eu falasse como que tá essa questão hoje, né? A gente já pode pensar nesse laboratório, ele já tá funcionando, ele vai funcionar? Vamos contar para quem tá lá em casa. Bom, então para você que nos assiste e acompanha muito, muito, muito, pode olhar para aquela câmera ali, vereador, esse esse tema aí do dos teias na cidade de Campinas, no estado, no Brasil e no mundo. Quero dizer para vocês o seguinte, quando nós começamos há 3 anos e meio com essa ideia, nós tínhamos experiências comprovada de que através dessas pesquisas foram encontrados três tratamentos novos para os autistas. Só que isso foi descoberto numa faculdade lá na Califórnia, na cidade de San Diego, tá? E quando eu descobri que eram os brasileiros que moram em Campinas e atuam na Universidade de Campinas, na Unicamp, eu fiquei mais animado ainda e perguntei para eles: "Por que que nós não podemos ter isso aqui no no Brasil, no país?" E eles relataram que era simplesmente uma decisão eh de trabalho que deveria de ser tomada. Então, tomamos a decisão naquele momento. Dora Catherin, Dr. Mário, Dr. Fábio fala assim: "Vereador, vamos lutar para poder então implementar isso daí através dessas reuniões que estamos fazendo para buscar a compra do equipamento, que é muito importante, eh, que seria o equipamento central desse laboratório. Nós começamos fazer eh reuniões com a ministra de ciência e tecnologia, com a ministra de saúde, já visitamos o governo do estado de São Paulo, conversamos com o vice-governador e temos uma audiência também com o vice-presidente do nosso país, porque é algo que precisa ser custeado é pelo pelo dinheiro do SUS, recurso do SUS, porque essas pesquisas não pode ter interrompimento, não pode ficar dependendo de emenda, você não pode ficar dependendo de nada disso. Então nós temos que ter a continuidade dessas pesquisas. Por quê? Porque o equipamento que nós vamos comprar, ele vai conseguir pesquisar uma proteína e um gene quase 4.000 vezes mais rápido do que o processo normal, correto? Então, se eu tenho o mapeamento genético de um autista e ali eu pego uma das proteínas que tá com disfunção, eu pego essa proteína, eu consigo com esse equipamento fazer uma pesquisa com mais de 50 reagentes quase ao mesmo tempo e o resultado é em semanas. Se nós não tivesse, não temos esse equipamento, quando a gente precisa de pesquisar uma proteína, você aplica um reagente, no máximo 10 reagentes, sim, e espera quase 3, 4 meses para saber o resultado. Então, o tempo de você mapear tudo isso, fechar o círculo e ter um diagnóstico demora anos, correto? a máquina, esse equipamento e essa e esse novo modelo de de pesquisa vai encurtar isso aí muito tempo. Então, quando você encurta isso aí em muito tempo, você pode trazer uma droga sintética, uma nova forma de terapia mais rápido. Quando você tem esse tratamento, como lá nos Estados Unidos já conseguiram fazer isso, já estão até produzindo remédio, só que as pesquisas foram feitas em cima dos autistas norte-americanos, correto? Então nós precisa de fazer essa pesquisa aqui nos brasileiros e por que não aqui em Campinas e com os cientistas que foram para lá. Sim, você entendeu? Então nós queremos encurtar, trazer nova tecnologia, novo tratamento, remédio e encurtar esse tempo terapia. Aí você pega a criança que consegue uma vaga para poder passar pela equipe multidisciplinar, tomando o remédio correto que a pesquisa apontou, essa criança ela pode se desenvolver e diminuir o tempo de tratamento numa clínica, numa, né, numa instituição. Tô falando em 8 anos. Nossa, tanto assim, nossa, tanto assim, tanto assim. Por isso que é o nosso interesse, uma qualidade de vida que vai mudar muita muito desse conceito e desse tratamento que é dado ao autismo hoje, né? Exatamente. Porque lá nos Estados Unidos a droga que estão já em laboratório em teste é para o autista que tem eh problema na fala, ele vai tomar um remédio que essa disfunção da fala vai voltar a funcionar. Sim. E o cognitivo de membros. Então são coisas importantíssimas na vida de uma pessoa. A fala é a comunicação. Com certeza. Então a minha empolgação em montar esse laboratório é por conta disso daí que eu sei que traz uma mudança na vida dessas pessoas significativa. Agora, o que que o pessoal do laboratório já estão adiantando? O que que o Sequemed já está fazendo? já separou o local para isso em dois formatos e um deles já está sendo até reformado e ampliado para poder receber esse laboratório. Então agora nós estamos aí caminhando pro final do projeto, que é para assegurar da onde vai vir o recurso para fazer a compra do equipamento e dos reagentes. A universidade já até disponibilizou mais pesquisadores para para esse laboratório. Então, nós queremos ter lá no mínimo 10 pesquisadores, 24 horas, só pesquisando novas terapias e novos remédios para os autistas. Então eu acredito que em pouco tempo vai vir algum resultado positivo. É o que eu creio. Ah, com certeza trazer esse resultado aqui para toda a população conhecer através da TV Câmara ou até mesmo aqui num debate na Câmara, né, vereador? Isso é uma coisa muito grande, né? Quando a gente fala até aqui olhando pro município, mas quando você tiver um remédio é para todo o Brasil e essas informações estão disponíveis sempre no Banco Mundial de Dados. Você imagine outros países com outras expertizes aonde que nós podemos chegar. Então, de fato, a pesquisa é o caminho para trazer os resultados. Sim, vereador. A gente volta um pouquinho para falar sobre direito do consumidor, mas numa outra perspectiva. Campinas está num período em que nós estamos aí vivendo esse novo chamamento, a licitação do transporte público. E o senhor também parece que tem uma iniciativa que vai ao encontro dos anseios da população que às vezes está lá, toma o ônibus, gastou dinheiro e passa por algum problema naquele veículo. Conta para nós o que é. É direitos e defesa do consumidor. Você acorda, o ônibus pegou fogo. Você acorda, o ônibus quebrou. Nossa, momentos terríveis. Sim. Nós vereadores, eu acredito que todos os dias recebi uma reclamação na rede social quanto aos ônibus quebrados, ônibus eh barulhentos, princípio de fogo, enfim. Só que aí sendo um presidente de uma comissão que fala de direito do consumidor, nós temos que lembrar todo mundo que quando você compra uma passagem, você é um consumidor. Sim. E se você entra no ônibus, no terminal, o ônibus não chega no centro, você recebeu aquilo que você pagou? Não, você tá sendo lesado ou você comprou por 5,50, 5,60 o trajeto do terminal, por exemplo, da Vila Padrencheta ao terminal mercado. Se você ia chegar no meu destino, se o ônibus parou lá no Jquey Clube lá na Ianguera, você foi lesado, você não teve o seu ah, mas eu mandei um ônibus reserva, mas aí você já perdeu sua consulta, já chegou atrasado no seu trabalho, não te entregaram aquilo que venderam. venderam para você uma passagem para você entrar no ônibus 8:30 e descer 9:10 lá no terminal mercado. Se você chegar às 10 não te entregaram o que te venderam. Então isso é a comissão, é os direitos do consumidor. Então o nosso projeto de lei que a comissão coloca nessa casa é simples. O ônibus quebrou, deu algum problema, interrompeu o trajeto, a Transurk devolve o valor da passagem em crédito para aquela pessoa que passou ali. Pronto. Simples assim. Assim como é feito quando alguém compra um produto, vai lá no Procom, ó, eu quero a devolução do dinheiro porque o produto não era o que eu pensava. Exatamente. É, esse é o ponto. Esse é o ponto que nós estamos trabalhando. Agora, a empresa mandar um outro ônibus, isso aí faz parte. Isso aí faz parte, porque isso daí eu eu posso dizer para você que é é o mínimo que a empresa deveria de fazer, já que ela não é rápido, demora, né? Não é rápido, demora. Às vezes o que que eles fazem? pega o de trás, o de trás já vem lotado no horário de pico, então você vê um desconforto. Então por que por que desse debate? Porque quando você compra os créditos e você fica sem usar, eles expiram. Sim. Nunca vi você comprar uma passagem que perde a validade? Eu mesmo. Acredita que eu outro dia fui tentar colocar crédito no bilhete único, coloquei errado, eu coloquei naquele de QR code R$ 30. Eu perdi o crédito. Então, por que que se perde um crédito? Não é uma maçã, não é uma banana que tem tem validade. Então, a gente respeitou essa questão dos do cartão eh que perde o prazo de validade e a pessoa acaba perdendo o crédito dela. Respeitamos, mas também a gente quer que a empresa nos nos respeite. Quando ela interrompe um serviço no qual ela vende, ela devolve dinheiro. E o projeto de lei é para isso. Agora a gente vai falar um pouquinho de trabalho nos bairros. Apesar de que eu sempre gosto de frisar aqui do com todos os parlamentares que o vereador ele é vereador da cidade toda. Quando você faz uma lei, uma proposta dessa envolve todo o município, todas as pessoas, né, da nossa sociedade que moram especialmente aqui em Campinas. Mas a gente sabe que há uma atuação importante nos bairros e principalmente naqueles bairros que, por exemplo, que você mora e tudo mais. Como que tá essa questão dessas demandas? como que tem sido essas demandas no nos bairros, principalmente ali no distrito de Nova Aparecida? Bom, moro ali no distrito, cresci ali, eu acredito que já eu não tenho só eleitor, metade dos meus eleitores são clientes da minha loja, então é lógico, por continua sendo tapeceiro, continua lá na tapeçaria e fazendo ainda, trabalhando ainda, porque é algo que eu gosto. Sim. E então é lógico que a gente tem um coração ali naquele local, só que mesmo você falar assim: "Ah, região do padrão", região do padrineta, estamos falando de 100.000 pessoas, 150.000, então não é um bairro, estamos falando de um distrito e um distrito que faz divisa com dois municípios, Sumaré e Hortolândia. Então a gente ainda considera distrito da linha do trem para Campinas. Mas se você tirasse uma foto de cima do Google, você não sabe mais aonde vai o distrito. Pessoa que olha a foto acha que são Judas, Jardim Aline, Jardim Conceição, é tudo Campinas. Campinas. Então você acaba absorvendo toda aquela população porque você desenvolve uma área melhor, areninha de grama sintética. Você tem uma lá no padrancheta, você acha que os meninos são Judas? Vão jogar bola onde? No padrancheta. Vão pegar a bicicleta, vão no padrancheta. Eu fiz uma quadra de tênis na Praça Sete Cores. A primeira quadra de tênis de Campinas em praça pública. O prefeito não conseguiu nem inaugurar ainda. Sabe quem que tava jogando lá? Quem? Os moradores do Suis Park. Do quer dizer, deram a volta na do outro lado da cidade. Saíram daqui do Swiss Park para jogar lá. Sabe por quê? Porque eles não têm quadra de tênis. O condomínio que eles moram não tem. Eles saíram de lá e estão jogando lá no distrito de Nova Aparecida porque foi feita uma quadra de tênis numa área pública aberta. Você abre o portão, tá com um pouquinho sujo, você varreu ali, você já tá jogando. Sim. Então assim, a atuação lá no bairro é muito importante, só que você imagine quando você divulga isso na rede social, aí a pessoa do Jardim Miriam: "Pô, vereador, eu vi que você fez aí, o nosso bairro tá precisando, era uma quadra também. Só que se você for pegar a quantidade de bairro da cidade de Campinas e dividir por vereador, a conta não vai fechar." Sim. Tô falando de mais de 40 bisos, eu acredito eu, por vereador. Sim. Então você não vai dar conta de de tomar conta de bairro a bairro. Por isso que a tua frase é muito importante, é o vereador da cidade de Campinas. E na medida do possível que outras regiões da cidade vão pedindo os nossos trabalhos, nós estamos indicando normalmente, estamos eh também dedicando força em todos os bairros que t acesso ao nosso mandato. Então o gabinete tá aqui, a gente recebe gente de toda parte da cidade. É lógico que tem lugar que o problema é um Sim. No outro bairro, o problema é outro. Então a gente tá atuando é de acordo com a realidade daquele bairro, daquela região, daquele bairro e daquela região. Agora, como eu moro no padrancheta, é lógico que eu saio e ando por lá, então eu vejo mais as necessidades. Então, para você que nos assiste, fica aqui a dica. Às vezes os nossos olhos não tá no município inteiro, mas a disposição para trabalhar está. é só entrar em contato com o nosso gabinete e marcar uma uma reunião aqui que nós estaremos representando vocês. Então, e você tem recebido bastante, eu percebo que às vezes nas suas redes sociais você recebe grupo de bairro tal e essa questão da também da organização dos moradores para quando traz uma demanda pro parlamentar. Você também tem atuado nessas frentes, né, do E isso traz força, né, porque o político quer voto, viu, gente? Então, se você vem sozinho, você tem um peso. Se você vem em nome de uma associação de 500 pessoas, é outro peso. E por que que é assim? Porque quando desce 10 vereadores para falar com o prefeito, o prefeito fala: "Opa, por que que é 10?" Então tem um peso. Então a organização sua no seu bairro é muito importante para você fazer as suas reivindicações. Eu sempre tento incentivar com que sempre haja uma liderança em cada bairro para ela tá à frente ali das coisas ali passando pro gabinete. Agora as associações de moradores ainda continuam fortte nesse sentido? Continua. Só que o problema é que não é, não são todos bairros que têm na frente uma pessoa disposta, porque é um cargo que não é remunerado, então todo mundo tem seus afazeres. E é dor de cabeça. É igual você síndico de um prédio. Você era do seu, era. Então você sabe do que eu tô te falando. Você tem que estar com vontade de fazer uma mudança, de ser uma liderança. Mas isso traz um efeito muito importante na política essa organização. Sim. De toda forma, hoje a ferramenta que você mais trabalha é ainda a indicação e como você tem trabalhado com a emenda impositiva. Nós estamos aqui falando em setembro, até o final do mês vem o orçamento e até novembro vocês devem, inclusive os parlamentares, fazer aí a o protocolo das emendas impositivas para 2026. Mas como tem sido esse trabalho no seu gabinete com as emendas até o momento? Não dá, né? Valor é pouco. Pelo tanto de pedido, não dá. Tem que fazer milagre. É isso aí. E como que você analisa tantos pedidos então do para chegar falar, ó, esse aqui dá para eu fazer? Tem que às vezes chegar pra pessoa e falar, ó, infelizmente nesse momento não dá dessa forma, a gente vai procurar outra saída. Porque também às vezes é difícil falar um não. Às vezes as pessoas falam: "Poxa, você não quer me ajudar?" E como que você consegue fazer também esse meio de campo com a população, entendendo o que dá para fazer e de qual forma dá para fazer? É, as emendas impositivas, ela trouxe pro vereador um poder muito grande. Então, hoje se você não for eleito no mandato com emenda impositiva, é porque realmente é alguma coisa muito grave deve ter acontecido, porque se você for colocar o valor das emendas no mandado, dá 12 milhões. Uma areninha custa 400.000. Então você pode fazer várias areninhas e se a população não te reconhecer porque alguma coisa ali tem de errado. Gente, a areninha para quem não conhece, o que que é areninha? Vamos explicar para quem tá em casa, Du, é aquele campo de futebol com grama sintética e arquibancada. É só site que tem, fala areninha porque tem aquelas arquibancadas já fixa. Tá bom. Igual nós temos lá na Vila Penteado, no Padre Encheta, tem na Vila Ré lá também. Santa Bárbara tem duas novinha. Então assim, eh, só que metade dessas emendas tem que ir paraa saúde. Então, num cenário 6 milhões da saúde, isso seria eh o vereador hoje tem 3 milhões, 15 milhão paraa saúde e 15 milhão para ele dedicar em outras secretarias. Mas veja bem, ó, se você for pegar 4 anos de mandato e for colocar equipamento público em praça, os equipamentos que você põe na praça não são equipamentos que vai ser destruído em 6 meses. Então, pode ser que daqui 2 anos de mandato seu, 3 anos, naquela região que você atue, não tem mais nem praça mais para você reformar, você já fez o serviço em todas, correto? Então você já começa a destinar para outros olhares, como por exemplo, implantação de câmeras eh com monitoramento inteligente de placas de carro roubado e suspeito. Então você começa a dar uma outra finalidade pro pro recurso. No nosso caso, que já indicamos 2022, 2023, 2024, 2025. Então no nosso caso, não tem mais onde pôr a areninha, tá? a nossa região lá Santa Bárbara. Tô fazendo uma agora no Via Norte e no Boa Vista que não tinha, mas daqui a pouco a nossa região já não tem mais onde pôr a areninha. Então nós vamos pegar o nosso recurso e vamos trabalhar na segurança daqui a pouco na iluminação pública. Tem falar com o prefeito para fazer o projeto da quadra de tênis, hein? Da quadra de tênis. Mas é barato. Não gastamos 100.000 para fazer uma quadra de tênis. Hum. Você entendeu? Então assim, agora eu costumo dividir com a cultura, que é importantíssimo você ter cultura no lugar que você mora. Sim, porque o ambiente precisa, a família precisa de ter ali o eh a algo no final de semana para poder se distrair. Por mais que a gente tenha Estação cultura, se divertir no bairro muitas vezes é muito melhor, né? Aliás, tem essa questão. Se você parar no terminal Ouro Verde hoje, o que que é bairro ali? Você acha que ali é o centro de uma outra cidade? Centro de uma outra cidade. Verdade. Então, eh, aí você vai lá no distrito Nova Aparecida, Praça da Integração, onde fizemos marcha para Jesus, festa de aniversário do distrito, todo mundo em volta. Só no CDHU são 1700 apartamento, sem contar o MRV que tem do lado, sem contar o CDHU que tem ali em cima do São Judas. Então é, a população lá é grande. Então quando você faz um evento lá, você tá levando cultura, diversão, você tá reunindo famílias, então a gente também manda dinheiro pra cultura. Agora, a gente também trata de coisas importantes que é a saúde. A saúde eu comecei a enviar pro Penido Burnier 300, enviei na primeira vez 400.000. Ele ampliou em mais um equipamento para operar cataratas, que é uma demanda importante de Campinas. Você lembra uma reportagem que tinha 20.000 pessoas na fila de Cat? Lembro. Hoje você já nem se fala tanto. Sim, porque foi feito multirões. Então quando você traz a visão para uma pessoa de volta, você tá dando a vida para ela de volta. É um dependente a menos que ela necessita e ela começa a ter eh autonomia para poder fazer suas coisas. Então são vários pontos que você tem que analisar para distribuir as emendas. Agora tem uns que são apelativo. Chega uma instituição que trabalha com crianças que são abusadas, você não vai mandar um pouco de emenda para aquela instituição, algo tão delicado na sociedade que as pessoas nem querem comentar porque dói muito. Você não vai atender uma, tem hora que precisa pôr o dedo na ferida, né? Você entende? Então a gente faz milagre porque manda 100 para uma, 50 para outra, porque a gente quer, na verdade, assistir todo mundo. Sim. E elas fazem um trabalho importantíssimo, né? A gente tem agora, inclusive, você mencionou as crianças que sofreram algum tipo de abuso, a gente tem contraturno escolar, tem agora esse olhar também que Campinas tem que se preparar, que é o cuidado com os idosos também, porque a nossa população tá envelhecendo, né? Tá envelhecendo. Então é muito trabalho, né, D? É muito trabalho. O dinheiro nunca vai dar. É igual nós. Ai, se eu ganhasse tanto eu resolvia. O problema é que a gente acaba ganhando aquele tanto e vai mudando o nosso comportamento financeiro. Você acaba ganhando mais e parece que não dá do mesmo jeito. É igualzinho as emendas. Você pode ter 2 milhões, 3 milhões, 5 milhões que nunca vai dar para você atender todo mundo. Sim. Mas então, eu queria que você deixasse a gente tá finalizando aqui na Casa do Povo Novamente, quem quiser entrar em contato com você pode ir pelas redes sociais, pode vir aqui na Câmara, fala quais são os canais de contato com Eduardo Magoga. Bom, aqui na Câmara aqui tem o telefone fixo, né, que todo mundo já na hora que digita no Google já aparece, tá aparecendo aí no seu vídeo, inclusive, pessoal. Isso. O meu celular pessoal também acho que as pessoas encontram até na rede social porque é o mesmo até hoje e não tem o porquê. Mas você atende? Atendo a população, quem te liga? Você atende assim? Ontem um comerciante me ligou, tava em casa fazendo janta. Você sabe qual que foi a resposta dele? É você, Du? Falei: "É, eu não acredito que você atendeu o telefone." Pô, mas como você não acredita? Quando eu deixei de de te responder, não é que eu achei que você não atenderia mais, porque você Olha a noção das pessoas. O Du, gente, o Du continua o mesmo. Pode ir de sábado na tapeçaria que eu tô lá. precisar da gente, a gente também tá lá e e estamos atuando, estamos aqui colocando os nossos projetos. que eu até fiz um eh rapidinho aqui só de projetos aqui. A gente tem 16 projetos de lei complementar, 43 projetos de lei ordinária, 32 projeto de decreto legislativo. Foram feitos no nosso gabinete 708 requerimentos, 32 moções e mais de 1700 indicações. Se você for pegar as indicações, é quase uma por dia do nosso mandato. Sim. Então, a gente tem trabalhado sim. A minha vida ficou um pouquinho mais apertada porque eu divido as minhas funções, mas é fácil de nos achar. E vai ter a festa dos amigos no fim do ano. Vai ter a o Natal solidário, né? É o Natal solidário. Já foi feita a feijoada, já arrecadou ali um dinheirinho. E essa festa brasileira que tem nesse final de semana, como vai pro ar hoje? Isso tem festa brasileira, sim. Tem festa brasileira. Tradicionalíssima. Tradicionalíssima. A 17ª edição vai ser na Praça da Integração. Praça da Integração, com as barracas típicas dos nossos estados. Muito show, muita diversão. Vai ter a feira das mulheres empreendedoras junto também. Vai ter a parte de recreação infantil para as crianças. Enfim, uma festa super familiar. Mas para nos achar é fácil, ó. Então, vou te dar um endereço. Câmara Municipal, rede social. Meu WhatsApp é 1997403501. Pode mandar sua mensagem que nós redirecionamos pro gabinete. E também a tapeçaria. Pode ir na tapeçaria que todo sábado eu tô lá também. É lá na padrancheta, né? Lá na padrancheta. Tá certo? Então do obrigado e até a próxima, hein? Obrigado, Mirna. Obrigado a você que nos assiste e você que acompanha o Na Casa do Povo pode acessar o youtube.com/tvcâmaracampinas, entra lá na nossa playlist e você vai acompanhar outras entrevistas, inclusive outras participações do Du, quando ele conta, né, tem a história da família dele, tem história como ele entrou na política e tudo mais. A gente fica por aqui e até um próximo na Casa do Povo. เฮ