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[Música] [Música] Olá, mais um na Casa do Povo no ar, o podcast da Câmara Municipal de Campinas, produzido pela TV Câmara Campinas e que toda semana traz aqui um bate-papo com o vereador, uma vereadora do legislativo campineiro. E nessa semana temos um retorno. Olha, o vereador Carmo Luiz, é o nosso convidado, retorna aqui para falar um pouquinho mais com a gente e desta vez ele vai falar um pouquinho sobre a sua atuação lá na região do aeroporto de Viracopos, né, os bairros ali, o que foi feito desde que ele se tornou vereador. Apesar que eu sei que essa luta, ó, bem de antes dele ser parlamentar, mas como é de prá, vamos dar início. Meu nome é Mirna Breu. Eu sou uma mulher negra de pele clara. Tenho os olhos castanhos, tenho cabelos encaracolados, um pouco acima dos ombros. Eles estão com mechas loiras. Hoje tá um pouco frio aqui no dia da gravação do nosso podcast. Então eu tô com uma blusa preta por baixo e por cima, uma verde limão, né? Ao fundo nós temos o estúdio do na Casa do Povo todo em preto e uma TV escrito Na Casa do Povo em azul e branco, que é o logotipo do nosso podcast. Vereador, seja bem-vindo novamente. Eu já faço então o convite também para que o senhor faça a sua auto e audiodescrição. Olá, Mirna. Olá, uma um prazer estar aqui de novo, né, na Casa do Povo junto com você. Um prazer, uma honra. A Mirna já conhece minha trajetória há muitos anos, né? E eu também quero fazer a minha auto autodescrição. Eu sou um homem branco do cabelo eh grisalho. Tô com a barô estou de barba, a barba bem branca. Eh, sou bem fortinho, com uma estrutura bem fortinha. Eu estou de com um terno preto, uma camisa branca e e é isso. Acho que é isso, né? É isso mesmo, vereador. Tá certinho, vereador. A gente vai começar falando. Eu eu fiz aqui a abertura falando lá da região sul, do aeroporto de Viracopos, mas pra gente fazer aí um, digamos que uma abertura, né, antes da gente entrar especificamente na região, o senhor já passou por várias comissões permanentes da casa, já também esteve à frente de algumas comissões especiais de estudo também. E eu queria que a gente fizesse primeiramente um resumo. Atualmente o senhor está na comissão de direitos humanos, mas já foi da comissão de mobilidade urbana, comissão dos animais e entre outras. E também está com uma nova atribuição, inclusive no Parlamento Metropolitano. Conta um pouquinho de cada coisa pra gente. É bastante, né? Bastante. O tempo já tá Eu quando eu entrei a primeira vez eu tive a a o privilégio de presidir a comissão de mobilidade urbana. O nosso projeto, ele é um projeto na área de mobilidade urbana muito grande paraa cidade de Campinas, especialmente pra região sul. Então nós olhávamos naquela época, assim que eu me tornei vereador pra rodovia Miguel Melio, Campos, a a a duplicação e as marginais da rodovia Santos do Mou, que é um problema já há mais de 10 anos que já existe. Nós tínhamos a continuidade do rodo anel, que era muito importante que chegasse até o aeroporto internacional de Viracopos. O próprio equipamento Aeroporto Internacional de Viracopos é dentro desta pasta, mobilidade urbana, porque é um dos maiores hubes de carga aí de passageiros do Brasil e da América Latina. Então, quando naquela naquele momento nós, eu assumi a presidência, nós fizemos um grande trabalho, o BRT estava chegando as construções naquela época. Hoje nós estamos aí concluindo com todas as dificuldades, mas estamos concluindo. Indicamos ao governo municipal e fizemos moção, moções, várias moções e e também comissões de estudos para implantação de um sistema modal de transportes na região dos Amarais e na região do do do aeroporto de Viracopos. Estamos sendo contemplado aí em 2025 já com esses projetos em andamento. Então, foi uma parte importante do meu mandato como presidente da comissão de mobilidade urbana da Câmara Municipal. A a as comissões são disputadas, especialmente quando tem coisas especiais acontecendo. O BRT vinha forte, eu perdi a comissão de mobilidade, mas fui convidado a presidir a comissão de proteção e direito dos animais. Foi uma honra, na verdade, foi uma aula para mim, um momento incrível da minha trajetória como ser humano e como político, né? Como político. Foi naquele período que nós tivemos a efetivação do Estatuto dos Animais, não foi? Eu eu tive a a a o momento histórico, né? Eu pude participar do momento histórico de nós conseguirmos eh fazer com que o Estatuto dos Animais fosse colocado na cidade de Campinas, uma cidade de vanguarda. E na verdade eu tive o privilégio de viajar o Brasil todo. E às vezes eu viajava pelo país e dentro das grandes cidades e pequenas cidades e cidades do interior e capitais, um dos maiores problemas que nós temos ainda, que não foi resolvido são os animais na rua, os animais eh eh sem dono, sofrendo, com fome, com frio, e sempre é e isso sensibiliza toda a sociedade. E eu nós, né, nós como comissão Câmara Municipal de Campinas, a Prefeitura Municipal de Campinas, os defensores de animais de Campinas que são muito militantes, guerreiros, na verdade, e juntamos toda a força de um trabalho que já vinha vindo e nós formamos o Estatuto dos Animais. E Campinas hoje é uma referência, sabemos que falta muito, mas é uma referência que eu acredito que nós já tenhamos chipado e castrado mais de 35.000 animais. Eu não sei se o número é exato, mas eu imagino que a gente se aproxime disso e nós continuamos. Depois eu acabei me tornando o presidente da comissão de legalidade, que foi uma honra também ser o presidente desta importante comissão na Câmara Municipal de Campinas. Analisa a maioria dos projetos que entram na casa, né? num momento muito difícil, que foi a pandemia, em que nós eh tivemos aí aquele momento em que as reuniões eram online, eram mais complicadas, eram mais debatidas, eram muito mais complicadas do que no dia a dia. No dia a dia a gente conversa aqui no fundo resolve lá não tinha essa conversa, era tudo ao vivo, tinha que discutir tudo ao vivo, mas muitas vezes na hora às vezes levantava um debate que só causava problema paraa aprovação de um projeto e muitas vezes aquele debate que era tão irrelevante levantava, suscitava eh sentimentos, ideias. É. E aquele momento a gente tinha muitos projetos em regime de urgência por conta da emergência sanitária na cidade, né? tinha que aprovar, tinha que discutir rápido, o tempo todo, o tempo todo. Então, foi um momento muito importante também que eu tive a o privilégio de participar. E nesta comissão, depois reeleito agora em 2024, pelo quarto mandato consecutivo, eu tive o privilégio e assim a escolha, o nós buscamos eh uma comissão que tivesse a ver com o nosso projeto de mandato, nosso projeto social, porque o meu mandato é importante ressaltar, ele não é um mandato, ele é um projeto social. Nós trabalhamos para resolver problemas dentro das comunidades, apoiar a sociedade, especialmente aqueles mais vulneráveis, aqueles que não têm não têm estrutura. Então, nós tivemos aí a escolha do da Comissão de Direitos Humanos da Câmara Municipal de Campinas, fizemos uma primeira reunião com um tema importantíssimo que é o direito da mulher, o direito da mulher que que que é atropelado, né? Nós não podemos nem que é atropelado, que é negligenciado. Nós temos visto aí a busca e a procura nesse neste sentido. E nós vamos envolver as autoridades, instituições na proteção e defesa da mulher e das meninas, da criança e do adolescente, do velho, do negro, de toda da de qualquer gênero. Nós vamos batalhar para fazer um mundo melhor, a começar pela Câmara Municipal de Campinas, os bairros e a nossa cidade. Então, é uma honra estar presidindo e agora também fui convidado eh acabei me tornando presidente da comissão do de saúde eh não melhor, desculpa, de mobilidade da da do Parlamento Metropolitano, mobilidade e transportes. Nós vamos dar continuidade nos trabalhos. Nós temos trabalhos enormes. Nós precisamos pensar Campinas pros nossos netos, pros nossos bisnetos. Campinas hoje já não é mais a Campinas, já não é mais nenhuma Campinas, mas especialmente a da década de 70, de 80, de 90. Nós estamos já no no século XX em 2025. E nós precisamos pensar Campinas para. Essa que é a verdade. Porque se nós não pensarmos Campinas agora, do jeito que ela está acontecendo, todos os atrasos que nós tivemos na década de 90, nós vamos ter de novo. Campinas vai explodir, Campinas vai crescer, Campinas tem um dos melhores PIBs do país. Campinas é uma referência mundial em tecnologia, em logística, em pessoas, em em tudo. Ou seja, nós estamos numa das maiores e melhores manchas urbanas da América Latina, com mais alto índice de tecnologia, ao lado de uma das capitais mais importantes da América do Sul, que é a o a cidade de São Paulo, numa das mancha urbana, pegando o Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas, Curitiba, ou seja, uma grande região que está pronta para crescer e Campinas está pronta. Nós precisamos pensar no metrô urgente, ligando à região metropolitana. Nós precisamos pensar em mobilidade urbana. Esse esse governador tem trabalhado muito com o trem. Nós temos dois trens importantes, três, na verdade, o TIC que liga São Paulo a Campinas. Nós vamos buscar, ajudar de todas as formas para virar realidade. O trem que liga o centro a a Viracopos, o trem que liga Hortolândia a a Campinas através de Viracopos também e o BRT Amarais e assim por diante na área de mobilidade. Bastante coisa, né? comissão de saúde do do Parlamento Metropolitano, que é outra questão também que a gente já discutiu, inclusive quem assiste o Café com o presidente fala que sempre a questão da saúde tem aparece em alguma das reuniões, principalmente quando a gente fala da questão da regulação das vagas, né? Porque a RMC quer um cross aqui específico paraa RMC. É isso. Quer um cross? É um sonho. Nós somos em quase 4 milhões de pessoas. Divid. Olha, é muito importante ressaltar a comunidade de Campinas. Primeiro vamos voltar um pouquinho então, vereador, quem tá assistindo falar isso. Que que eles estão falando de cross? Vamos explicar primeiro o que que é cross para quem não sabe, não é verdade, né? Então, o que que é? Resume um pouquinho pra gente o que que é essa central de regulação de vagas. O que que ela faz? A proposta da central de regulação de vagas, ela é é causar isonomia. Por exemplo, se nós temos uma vaga, um um vamos vamos usar um exemplo, tá? Vamos usar um exemplo. Uma pessoa que sofreu um acidente, um um trauma, e ela vai precisar de alguns cuidados médicos de alta especialização. Muitas vezes ela tá internada aqui no Mario Gate, mas o o exame, a cirurgia que ela precisa está na PUC ou está em um outro hospital. Então o CROS ele regula estas vagas, as vagas de especialidade, ela regula as vagas de UTI, regula, regula as vagas de leito, regula inclusive as vagas de de de consultas importantes, aquelas consultas que são importantes. Só que o que não é muito justo para, na nossa visão como região metropolitana, que nós somos o maior centro de saúde do Brasil, praticamente junto com o São Paulo. Nós temos as melhores universidades, nós temos os melhores profissionais e hospitais da da América Latina dentro do nosso quintal. Nós temos o Oron aqui dentro do nosso quintal nós temos importantes laboratórios, hospitais, clínicas que fazem parte do nosso dia a dia, hospitais importantíssimos, como é o caso do Boldrini, como é o caso do AM. Quantos destes nós temos aqui dentro da nossa região? Só que é e não estamos dizendo que não deva acontecer. o atendimento a qualquer cidadão do Brasil, do estado, de onde ele vier, é, ele tem que ser atendido. Só que nós gostaríamos que houvesse um cross regional para que pudesse distribuir as vagas primeiro aos moradores da região metropolitana, que somos quase 4 milhões, para para depois dividir essas vagas com o estado de São Paulo. Então, às vezes acabamos dividindo as vagas com o estado de São Paulo. Nós não não é negando, não é nada disso. É um trabalho de organização. E nós acreditamos que vai sim, o governador vai se sensibilizar. Nós tivemos com o Dr. Curi, ele tem trabalhado nesse sentido. Não é fácil de trabalhar porque eh é eh o cobertor é curto. Nós precisamos de um novo hospital aqui na região metropolitana de Campinas, que é o hospital metropolitano, que infelizmente ainda não saiu do papel. Eu fiz agora na semana passada uma moção ao governador do estado. Eh, pedi eh eh eh o até pedi com muita ênfase, governador, faça o hospital metropolitano. Um apelo. Eu fiz um apelo ao governador, um apelo a todos os vereadores da região metropolitana, que nós nos unamos como como região metropolitana para que o governador construa um hospital, porque ontem nós vimos no jornal, já estamos a segunda ou terceira vez nesses dias com os nossos leitos todos super lotados. Nós tínhamos 63 pessoas nos corredores ontem na Unicamp. Então é preocupante a situação, não é não é falta de hospital, é quantidade de pessoas e nós precisamos melhorar esses equipamentos, construir novos equipamentos e trazer, né, fazer com que o nível de dignidade humana na área da saúde, numa região tão importante quanto a região metropolitana se mantenha. Não é fácil, é muito trabalho, mas nós acreditamos que todos juntos podemos melhorar. Eu lembro que quando eu já te entrevistei em outras ocasiões, a gente sempre falava da questão, inicialmente era lá desapropriação da área para ampliação do aeroporto. Isso claro, foi superado. A gente tem outras questões lá, vários bairros formaram-se a partir daquele perímetro, né? perímetro. E hoje nós temos várias questões. A primeira, inclusive, que eu lembro que você trabalhou muito quando a gente teve a lei federal da eh legalização, regularização fundiária. Você falava bastante sobre isso e ao mesmo tempo esses bairros que carecem da regulação também carecem até por muitos anos que ficaram irregulares de serviços como pavimentação e uma série de coisas. Como tá essa situação hoje? Quais foram naquele naquele escopo lá? Ah, quais foram regularizados? Eu tive esses tempos inclusive lá na cidade de Singer para gravar um outro programa. Vi que tem muita coisa acontecendo lá, mas ainda tem muita coisa para acontecer. Como que tá isso, Carmo? Tem bastante coisa para acontecer ainda, né? Nós sabemos. É uma comunidade que, como você disse, ela nasceu, nasceu bonita, né? Ela nasceu lá na década de 50. Era um, eram bairros lindíssimos e comunidades lindíssimas. Só que com o advento do aeroporto de Viracopos, houve um decreto de área de utilidade pública sobre todas aquelas fazendas, projetos, só que na década de 80 começou um processo de reocupação dessa dessa desta região, uma urbanização forçada, digamos assim, foi então a urbanização ela já existia, né? existia. Houve um congelamento do governo federal, não do governo municipal, do governo federal, através de um decreto do estado, determinando área de utilidade pública. Ninguém podia fazer mais nada. Todo mundo ficou em dúvida, não podia pôr água, não podia pôr luz, não podia construir casa, não podia fazer escola, não podia fazer nada. Só que eh a urbanização existia, o morador tinha comprado o lote, ele só não tinha, não conseguia fazer. Aí começou um processo lento de reurbanização, de chegada de pessoas. Só que na década de 90, mais ou menos ali na década, no finalzinho da década de 80, nós tivemos uma ocupação irregular que começou de forma muito maciça, tanto lá quanto aqui no Parque Oziel, uma região muito difícil e a necessidade, né, naquele momento, Campinas crescendo, como eu acabei de falar agora, se nós não tomarmos cuidado e não cuidarmos de nossa cidade agora, o os adventos da década de 80, do final da década de 80, de 90, podem voltar voltar a acontecer. Ah, mas hoje as leis, é verdade, as leis são mais firmes, mais justas, só que não talvez na área da saúde como na melhor na área de habitação, como tivemos naquele momento, mas em outros outras condições, outras coisas dentro da cidade. Só que naquela época era habitação, ninguém não tinha. As pessoas começaram a fazer ocupações irregulares e lá se tornou uma grande ocupação irregular. Naquela época nós começamos um trabalho de de levar dignidade para aquelas pessoas, mas também encontrar uma solução para o aeroporto de Viracopos, porque o aeroporto de Viracopos já estava com teia de aranha. Eu me lembro ainda jovem, ainda sem ter cabelo branco, já era líder lá. Eu ia no aeroporto, porque o aeroporto era o meu quintal, eu ia no aeroporto, o aeroporto tava cheio de teia de aranha, descia um avião cada um, um, dois por dia, três, quatro. Uma realidade inimaginável hoje, né? Inimaginável. Hoje, hoje é um avião, cada um minuto. Eu f, eu tenho uma chácara e às vezes eu trabalho lá lá e fico vendo cada um minuto é um avião que pousa ou que decola no grande aeroporto de Viracopes. O aeroporto de Viracopos se tornou uma referência nacional em qualidade de aeroporto, em transporte de cargas e em transporte de pessoas. Então assim, nós eh conseguimos fazer com que isso acontecesse. Não todos nós, não fui eu nada, mas foi um grupo de pessoas que fez com que o aeroporto crescesse e a região começasse a se desenvolver. Naquela época nós conseguimos o investimento de quase 130 milhões. Isso foi no final de 2005 ou 130 milhões do governo federal. Conseguimos fazer 15.000 instalações de esgoto, que era o maior problema que nós tínhamos. uma estação eh de tratamento desse esgoto de coleta e tratamento, que eu acho que foi o primeiro grande ação de humana, né, no sentido de levar dignidade. Construímos escolas, construímos creches, construímos postos de saúde, asfaltamos as principais ruas de ônibus e começamos um novo projeto. E agora já depois de quase 10 anos, que nós tivemos um problema com relação ao governo do prefeito Dr. que infelizmente uma série de contratempos de problemas jurídicos, né, eh atrasaram muito essas obras. Mas agora a partir do ano de 2012, assim que eu fui eleito, nós retomamos o crescimento da grande região sul, de toda a região sul. Começamos um grande trabalho, levamos uma regional para aquela região, começamos reurbanizar toda aquela região, fizemos a lagoa do Jardim de São Domingos, fizemos eh quase 10 estações elevatórias de esgoto. Eh eh começamos um processo de limpeza, de urbanização, de asfaltamento. Hoje já são quase 80 km de vias asfaltadas. Ainda as que tem os ônibus ou outras também? Já são outras. Ainda temos muitas ruas. Eu falo pro prefeito, falo pro governador, ainda nós temos 287 ruas sem asfalto ainda temos, mas nós já temos um avanço muito grande. Essas 287 é o quê? São Domingos, Campo B. São Domingos é toda asfaltado. Todas asfaltad é do lado direito de quem tá indo. É do lado direito de quem tá indo para Vinhedo que falta assaltar. Falta vai até a divisa com Indaiatuba, o Jardim Itaguaçu 1, Itaguaçu 2, o novo Itaguaçu, o Vila Diva, o a parte de baixo lá do Santa Maria lá tem uma parte muito grande de pessoas, o Dom Gilberto Pucamp. Aí, chegando aqui perto da cabeceira da pista do aeroporto de Viracopos, nós temos o Cidade Singer um, o Cidade Singer, né, que é o dos primeiros bairros ali, o Jardim São João, nós temos também o Cidade Singer 2, nós temos o Ville Panema, nós temos o Dom Gilberto, o Pucamp, o Colúmbia, o São Jorge, o Parque Universitá, nome de todos os bares, todos eu sei cada rua que precisa de asfalto e de esgoto. E nesse nesse contexto, vereador, o meu bairro, bem melhor, ele ainda tá acontecendo, ele já aconteceu nas primeiras vias que foram contempladas e teríamos que ter um outro programa para essas 287 vias que o senhor disse aí desses bairros. Como que tá essa questão hoje? É, nós tivemos o o meu bairro Bem Melhor um, né, que fez um grande trabalho. Nós conseguimos terminar o asfalto do Fernanda 2, que era um sonho daquela população, e outros bairros da região sul importantes, como o ali da o residencial da da paz, eh, o Parque das Camélias, um bairro muito importante, muito muito nobre aquele bairro que é o Parque São Paulo e outros bairros que foram que foram asfaltados. Nesta neste meu bairro bem melhor um aí nós tivemos o meu bairro bem melhor dois, só que ele veio no meio da pandemia, atrasou quase meio mandato, mas nós conseguimos levar asfalto para 16 bairros da cidade de Campinas e mais quatro ou seis comunidades que são núcleos, né, núcleos dentro da da cidade. E entre eles o Jardim Campo Belo 1, Jardim Campo Belo 2, o Vila Palmeiras 1 e 2, o Jardim Campo Belo 3. Levamos asfalto para três importantes avenidas do Jardim Itauaçu. Nós vamos ligar desde lá da rodovia até a última rua lá embaixo no Itaguaçu, que é a tal de Lourival de Almeida. Quem o o Paulela quando ouve falar dessa Lorival de Almeida e o prefeito Dário Saad, eles quase arrepiam porque já deu em todas as TVs aquilo dali do dos problemas que tem. Então, eh, avançamos e agora nós estamos avançando pro meu bairro bem melhor três. Não, não está sendo fácil, a situação não é a mesma, é cada tempo é diferente, mas nós estamos avançando e se Deus quiser, nós vamos asfaltar 15 comunidades na cidade de Campinas. Hoje nós estamos trabalhando no projeto do Jardim Cidade Singer 1 e 2 do Vila Panema. Nós vamos asfaltar da divisa dos do Campo Belo um e do Campo Belo 2. Mas o meu bairro bem melhor três, ele já foi votado, já foi aprovado ou ainda vamos ter que passar por esse processo? Todo o processo, Mirna, nós estamos no começo dele. Câmara votou um e o dois. E o dois e o dois e já foram implementados e tão terminando, como é o caso do da agora da dessa avenida do Itaguaçu, Vila Palmeiras. Estamos terminando o dois e o três já começaram alguns projetos que já começaram a andar, como é o caso do Cidade Singer, do Ville Panema e de outros bairros, como é o caso do de do eh Bosque das Palmeiras. É importante você, morador do Bosque das Palmeiras, temos trabalhado muito para que o asfalto no Bosque das Palmeiras chegue também. Então assim, são bairros importantes de Campinas e nós vamos trabalhar, trabalhar para fazer o projeto, trabalhar para conseguir o dinheiro, como aconteceu nos dois anteriores. Nesse anterior foram R6 milhões deais e o cidadão não pagou nenhum centavo de de de asfalto, ou seja, é asfalto gratuito que a cidade de Campinas oferece aos cidadãos de Campinas. é um projeto de lei, um projeto antigo de um de uma importante vereadora da Câmara Municipal que deixou esse projeto, esse legado pra cidade de Campinas. E eu sou um dos seguidores deste projeto. Eu vou lutar enquanto estiver na Câmara para que todas as ruas de todos os bairros da cidade de Campinas tenham asfalto, que nenhuma rua não tenha, a não ser que o povo não queira. Ah, é uma chácara, eu não quero que coloca. Ótimo, não tem problema. Eu quero que mantenha, mas se for bairro urbanizado que a pessoa tem esse essa dignidade, que asfalta é dignidade. Até por conta do que, vereadora, a gente tá falando da pavimentação, então significa que a questão da água e esgoto, ela está superada em toda a região no entorno do aeroporto, quase toda. Ainda temos alguns probleminhas de esgoto no Jardim Colúmbia, no universitário. Nós, é até importante aproveitar o o a casa do povo, né, e convocar você, morador da região do aeroporto de Viracopos, para fazer reclamação na SANASA, na Prefeitura Municipal de Campinas, porque a prefeitura entrou com o projeto de fazer estações elevatórias ali na região do São Jorge, do universitário, para atender a parte do PUCAMP, que já espera quase 30 anos aí que o seu esgoto seja instalado, e outras estações elevatórias que precisam ser feitas. feitas dentro desta região e o Ministério Público entrou com alguns questionamentos de por que estão fazendo estações elevatórias em algumas áreas que são consideradas irregulares. E é importante ressaltar que se não fosse o poder público acreditar e lutar para levar dignidade para aquela população, o Itaguaçu não teria esgoto, o Campo Belo não teria esgoto, porque eles estavam em status de regular até ontem. Então nós precisamos continuar lutando para levar dignidade e levar esgoto 100% coletado e tratado paraa região do aeroporto de Viracopos. Água nós tínhamos, eu acredito que quase 100%, 99. Nós tínhamos um pedaço do Itaguaçu lá no final. Não chegava água de jeito nenhum. A água que chegava era aquele mirradinha, o povo sofria, chegava do trabalho, à noite não tinha água. O prefeito trabalhou, a Sana NASA trabalhou, todos nós trabalhamos. E foi feito uma adutora enorme, rasgou pelo meio da fazenda e chegou água para todo mundo. E agora estão sendo instaladas as últimas águas do Itaguaçu. Eu acredito que seja aí 1000 cento e poucas ligações de águas que faltavam. A gente sabe que é importante aquela obra que tá acontecendo ali na região do Campo Belos. Fernanda, é ali é Miguel Melhado, né? Mo, que inclusive já houve uma discussão aqui na Câmara em relação a um uma construção que tá sendo feita, que talvez vai dividir parte ali da daquela região, mas de que forma isso tem impactado na vida das pessoas que moram ali, que precisam muitas vezes atravessar inclusive a pista, porque mora de um lado, trabalha do outro e vice-versa. Eh, para que tudo, digamos que fique em ordem? Como que é essa questão, senhor? Eu sei que o senhor tá de olho no que tá acontecendo, porque essa obra não é da prefeitura, gente. Mas como que tá isso também, vereador? É uma obra do governo do estado, né? É uma obra muito grande, muito complicada pelas pelas condições ambientais, né? Nós tivemos ali uma ocupação muito grande na nas marginais da rodovia por prevaricação. Eu eu sei, não sei se posso usar essa palavra aqui na Casa do Povo, mas por prevaricação do Dr. que permitiu de forma eh leviana, essa que é a verdade, a a ocupação irregular das margens da rodovia. E aí tivemos uma série de problemas. Nós tínhamos uma feira que é muito importante naquela região, uma feira que nasceu de forma de forma organizada, cresceu demais, até até ficou muito desorganizada, mas nós tínhamos esta feira a feira do rolo. A feira do rol feira do rolo, chama feira do rolo. Ficou o nome ainda. É, ficou o nome, né? E hoje é uma das maiores feiras. É, é uma feira muito importante. Nós fizemos um projeto de lei aqui para transformar ela em em como eh parte cultural da nossa cidade, né, como patrimônio e material da nossa cidade. E hoje ela está na cabeceira do aeroporto. Nós levamos ela pra cabeceira. Os feantes estão felizes, a população, todo mundo feliz, toda uma infraestrutura que não existia de limpeza, de organização, de tudo aquilo que é necessário. Conseguimos fazer com que as obras avançassem. eh fazendo esta duplicação, uma das coisas que nós lutamos muito era para que houvesse o mínimo de impacto possível. Algumas pessoas seriam desapropriadas, perderiam suas casas, pessoas, pais de família, eh, que perderiam suas casas, pessoas que fiz que construíram tudo ali e perderiam suas casas. Fizemos as interferências necessárias com o governo do estado, conseguimos proteger essas pessoas. Agora nós temos um projeto em andamento, aquelas que foram, não tinha jeito, elas estavam em cima da rodovia. Começamos um trabalho junto com a COAB São Paulo, né, com a Secretaria de Habitação de São Paulo e aqui de Campinas para construção de casas. Nós vamos dar casas a essas pessoas que estão recebendo o o aluguel social. Elas já saíram de lá, tão no aluguel social pela Quab Campinas. Quem vai aí a moradia é a SEAB que São Paulo estadual Coab estadual. Exatamente. Tá. Então hoje então hoje na verdade essas pessoas elas já foram retiradas daquela área já já foram. A rodovia já está em pleno andamento. Hoje nós já estamos com mais ou menos 75% das obras prontas. Em setembro, se tudo correr bem, essa obra será entregue e urbanizada com semáforos, com sinalização de solo, ciclovia, iluminação pública, tudo aquilo que é necessário para levar dignidade humana e respeito aos moradores daquela região e aos usuários do aeroporto internacional de Viracpos, porque muitos, milhares, são quase 17.000 veículos por dia que atravessam aquela rodovia. E nós precisamos levar dignidade, segurança, uma rodovia insegura, tanto no sentido de acidentes de automóvel, quanto de sequestro relâmpago. Então são coisas que aconteciam e hoje, graças a Deus, tem a cada dia diminuindo mais. E essa rodovia, se Deus quiser, vai levar dignidade aos moradores que se sentiam muito mal com aquele com aquele aspecto da rodovia, com as condições que que existiam ali e e para os usuários do aeroporto de Viracopos e com certeza com o asfalto que vem chegando no Campo Belo 1, no Campo Belo 2, no Vila Palmeiras, no no Dom, no no no na Jerônimo Mendonça, tudo isso tá fazendo com que aquela região flores e será o novo o novo o próximo distrito da cidade de Campinas. O senhor sempre, inclusive já defendeu essa ideia quando a gente trata, o senhor chegou a apresentar algum projeto nesse sentido? Nós temos dois projetos. Nós temos um projeto de transformar a região do Campo Belo como distrito de Viracopos e transformar a região do São José, ligando desde da Bandeirantes até a Anhanguera ali na cabeceira do Oziel ali, pegando a parte do Suíse Park, chegando até a divisa de Valinhos, o distrito de São José levar infrestroode ele vai até ali a Avenida Mercedes. É isso isso. Ele vai até ali. Dali para lá não é distrito nenhum. É região até não. Até a Santos do Mon, o aeroporto tá dentro do distrito de Ouro Verde, por incrível que pareça. Ah. Ah. Então o aeroporto hoje é considerado Doro Verde. Distrito Ouro Verde. A porta dele é para o distrito de Viracopos. Ah, entendi. A entrada dele é pela rodovia Santos do Mont. Entendi. Entendeu? E aonde será o novo distrito de Viracopos. Senhor acha que hoje, inclusive, quando a gente tá falando sobre todas essas melhorias, é difícil a gente também não falar de oportunidades, né? Inclusive, eu lembro que por uma iniciativa sua, não sei se ainda está lá, CP Procamp foi lá pra região também justamente para qualificar e dar essa oportunidade para as pessoas que ali moram, que não precisam atravessar a cidade para chegar ao centro ou em uma outra unidade. Fala também dessa questão de dar essa oportunidade para quem tá ali, para que com essa facilidade, né? Nós acreditamos que no futuro da região de da região sul de Campinas nós seremos um dos maiores eh eh nós vamos ser um dos maiores transformadores, nós vamos trazer muito emprego. Nós temos o distrito aduaneiro, são quase 7 milhões de met quadrados que serão desenvolvidos. Nós temos o maior aeroporto da América Latina que não conseguiu se desenvolver em função de uma série de burocracias. a própria pandemia, as a falta de de de desapropriação eficaz, ou seja, ser eficaz no no na no processo jurídico de entregar as áreas para o aeroporto de Viracopos. Tanto que existe uma um debate jurídico na justiça da do da do da concessionária do aeroporto com o governo federal, porque eles não cumpriram a parte deles, mas o aeroporto todo terá que se desenvolver, a região sul toda, desde a parte de trás ali do São José, Pedra Branca, eh, reforma agrária, a divisa com Vinhedo, a divisa com Valinhos, a divisa com Itupeva, a divisa com Indaiatuba. É uma região muito próspera que agora nós tivemos aí a chegada do Rodoel, a chegada da Miguel Melhado Campos, a relicitação do aeroporto de Viracopos, teremos a duplicação do trecho entre a a Inhanguera e a rodovia dos Bandeirantes, das marginais da rodovia Santos do Mon, nós temos um sistema de modal que é o trem que liga o aeroporto de vir, ou melhor o centro de Campinas da Estação Cultura, onde será o terminal do TICE, ao aeroporto de Viracopos, que não Será mais? Nós tínhamos vários projetos, mas esse projeto tem ganhado adesão a cada vez mais de levar esse trem através da rodovia Lix da Cunha, fazer ele atravessar por trás da rodovia Lix da Cunha aqui e atender as comunidades do Nossa Senhora de Lourdes, Icaraí, Pedra Branca, ou seja, ou seja, vai precisar de muita gente qualificada. É, vai ser uma explosão demográfica enorme desses dois distritos. Nós acreditamos que nos próximos 20 anos será o distrito com maior tonalidade de crescimento, potência de crescimento. Mas como então preparar eh as pessoas do ponto de vista de capacitação profissional, qualificação e tudo para esse futuro que o senhor desenha e almeja que nós trabalhamos em várias frentes na na educação, né? Agora nós vamos ter, construímos lá algumas, alguns equipamentos públicos que ainda são carentes, muito carentes. Conseguimos levar um importante CPR camp para lá, que já tem formado eh meninos, meninas, senhoras, senhores, eh dos mais diferentes tipos, profissões. Aliás, nós tivemos um um um curso lá com 50 mulheres, eh, oferecido pelo Sindicato dos Trabalhadores do Aeroporto de Viracopos, junto com empresas e o Ceprocamp de 52 mulheres. As 52 mulheres foram todas empregadas, ou seja, elas já saíram do curso treinadas e empregadas. Então eu acho que é esse o processo que nós temos que manter fazendo. O CPOCAMP veio para isso. Nós temos a construção de mais um um CProcamp na região sul. Será aqui na cabeceira do Oziel será um CProcamp voltado para agrotecnologia, uma visão de de agro tecnologia em agro, aproveitando todos os laboratórios, toda a força que já temos na cidade de Campinas, mas será uma escola municipal em especializada em agro em agrotecnologia, ou seja, vamos levar também mais quase quatro a cinco escolas estaduais de alto nível, se nós conseguimos fazer alguns projetos andar Então nós acreditamos que na parte da educação tem muita coisa a ser feito, mas nós estamos dando alguns passinhos importantes que vão mudar a vida das pessoas. Sim, senor falou inclusive, né, a gente fala muito da Miguel Melhado e tal, mas eu lembro que inclusive foi na sua abertura a questão da Santos do Mon, isso tá parado, essa questão da das marginais, a gente vê que ainda comecinho de manhã, final de tarde, quem precisa usar Santos do Mon, passa apertado, vereador, o que que a municipalidade, o que a Câmara, o que o senhor como parlamentar pode fazer a para ajudar nesse quesito? O que que vocês têm tentado aí como tratativa para minimizar esse problema? Eu fui vítima disso ontem, né? Eu, minha equipe, eu ia para São Paulo e pegamos o trânsito 6 e pouquinho da tarde, tinha que tá às 8 lá. E mas nós sabemos o que é isso, né? Sabemos o que é isso no dia a dia. A a nova empresa concessionária da rodovia eh da da rodovia Santos Dumon. Eu quero parabenizar os diretores desta nova essa essa nova diretoria. Falta muita coisa a ser feito. Não é culpa deles, eles pegaram do jeito que tá, mas a a não não perder a oportunidade de deixar a minha crítica a a concessionária rota das colinas pela pelo desleixo, pela falta de zelo, pela falta de respeito ou pela falta de vontade no sentido de buscar eh eh levar segurança para pra região do aeroporto de Viracopos. O maior índice de rodovia nas nossas rodovias aqui é na rodovia Santos do M. O maior índice de mortes é na rodovia Santos do Mont e o maior índice de atropelamentos também e o maior índice de congestionamento ali todos os dias de manhã à tarde também é ali na rodovia Santos do Mon, na entrada de Campinas com a Inhanguera. E a a concessionária anterior entrou na justiça, não quis fazer, perdeu na justiça esse processo. Essa nova concessionária assumiu, fizemos algumas audiências, conseguimos conciliar ideias que era a ideia do povo e a ideia da concessionária. Estamos conciliando essas ideias, compondo e esse projeto foi para CETESB, tá esperando Grapoab. Nós acreditamos que e vamos torcer e aproveitar qual é a pergunta, né? Como nós podemos ajudar? Vereadores, população, cobrem. Vamos cobrar. A a CTESB é um órgão do governo do estado. Ela tem obrigação com o povo. Ela tem obrigação de de construir soluções, construir pontes, mesmo que haja obstáculos. Nós temos, somos obrigados a encontrar soluções. Então, está agora nesse processo, vamos juntar todas as forças de novo. Nós estamos preparando uma grande reunião pela comissão de transportes, de mobilidade e transportes do Parlamento Metropolitano. Vamos convocar prefeitos, vamos convocar vereadores, secretários, vamos chamar todo mundo, vamos fazer mais um grande bate-papo e vamos continuar cobrando até que a duplicação da rodovia Santos do Mom leve dignidade, segurança, tudo aquilo que a gente merece, né? Eh, numa cidade pr pra região sul e especialmente aos usuários da rodovia Santos do M. Então, estamos aí, vamos continuar trabalhando e persistindo. É só assim que vence, né? É, tem muita coisa então para fazer ainda, né, vereador? Muito trabalho, muito trabalho. Tá certo. Olha, então o senhor já fica convidado para na próxima temporada contar aí o que andou nesse trabalho, que ainda continua na luta, quais foram aí as vitórias, porque a gente sabe que tem bastante luta, mas tem também bastante vitória, né? Bastante vitória. O povo tem visto aí que a região sul tem se desenvolvido. Nós sabemos ainda, como eu disse, eu insisto tanto, falta tanto ainda, né? aqueles que ainda estão pisando na lama, aquele que os filhos estão fora da creche da escola, aqueles que não conseguem atendimento no posto de saúde. O posto de saúde do Fernanda foi construído para atender 15.000 pessoas e ele atende 27. É o dobro. Mas é o dobro. Então assim, é sobrecarga. Precisamos de um hospital na região do Campo Belo. Precisamos de melhorar a UPA do São José. Precisamos melhorar a o posto de saúde do São José. Precisamos construir novos postos de saúde na nesta região, como é o caso da própria Fernanda, do próprio Campo Belo, do Marisa. Aqui no Icaraí precisamos de área, precisamos de mais postos de saúde, mais atendimento. Nós sabemos de tudo isso, mas nós vamos buscar. E nós temos trabalhado muito para refazer a ponte do Felipão. Nós estamos com o projeto da fonte da Ponte do Felipão em andamento. Se Deus quiser, o dinheiro vai já está encaminhado dentro desse projeto do meu bairro Bem Melhor 3. Nós vamos, se Deus quiser, fazer a ponte do Felipão. Nós estamos trabalhando pelo distrito de Viracopos e o distrito de São José para trazer dignidade humana, educação, cultura, saúde, esporte, tudo aquilo que essa população precisa. Nós estamos trabalhando a par e passo, não como apoio às à empresa, porque nós não temos nada a ver com a empresa de Viracopos, mas exigindo do governo estadual, exigindo do governo o eh eh federal e do municipal o envolvimento na relicitação do aeroporto de Viracopos. que foi feita de forma muito difícil no passado, do jeito que queriam fazer e nós queremos contrapartida dessa relicitação. Esse povo da região sul, desde o Oziel até o Campo Belo, tem direito. O aeroporto foi o grande vetor de crescimento que causou todo aquele crescimento de forma desordenada e recebemos apenas algumas ruas e algumas ligações de esgoto. Nós queremos asfalto para todos, nós queremos escola para todos, nós queremos transporte para todos, nós queremos educação para nós. Precisamos de dig de dignidade humana e o resgate da região sul. Entre eles o trem que liga centro ao viracopos, o distrito aduaneiro, as rodovias que são necessárias, um terminal de ônibus para levar dignidade aqueles trabalhadores e acima de tudo um pronto socorro que nós vamos trabalhar de todas as formas para que o governo construa um pronto socorro para aquela população e leve dignidade humana pra região sul. Tá certo? Então, vereador, combinado o nosso próximo encontro na próxima temporada, então, na Casa do Povo. Muito obrigada. Obrigado, Mirna. É uma honra estar aqui com vocês. Obrigado a toda a equipe da TV Câmara. Você que nos acompanhou através da TV Câmara, para nós é um privilégio a sua audiência falar um pouco e colocar o nosso gabinete à disposição, né, Mir? 9893636. Esse é o número do nosso WhatsApp. entra em contato com a gente. Eh, juntos a gente consegue, nós não resolvemos tudo, mas pode ter certeza que com a sua demanda enviada para nós, nós vamos cobrar e levar dignidade humana a toda a cidade. Obrigado, Mirna. Obrigado a todos aqui. É uma honra estar aqui na casa do povo. Tá certo? Então, olha, a gente fica por aqui. Lembrando que você pode assistir outros episódios do nosso podcast lá no play na playlist da TVCâmara Campinas, youtube.com/tvcâmara. Entra lá na Casa do Povo e você vai acompanhar outras entrevistas, inclusive com o vereador Carmo Luiz, falando um pouquinho da sua trajetória de vida, sua trajetória política e muito mais. Mais informações lá no site da Câmara Municipal, campinas.sp.lege. leg.br. Eu fico por aqui. Até um próximo na Casa do Povo.