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Olá, [Música] [Música] na Casa do Povo no ar o podcast da Câmara Municipal de Campinas, que toda semana traz uma entrevista com um vereador ou vereadora aqui do Legislativo campineiro. Hoje nós vamos receber aqui o vereador Carlinhos Camelô. Ele vai falar um pouquinho pra gente da sua, olha, já falou da trajetória política, já falou da sua história pessoal, agora a gente vai falar de uma das lutas desse parlamentar, que é em relação ao microempreendedor individual e conhecido, né, ainda por muitos de nós como os camelos aqui da cidade de Campinas. Ele vai falar um pouquinho de como foi e de como tem sido atuar em prol dessa categoria como legislador. E como a de praste, eu vou fazer logo na abertura, Carlinhos, a minha auto e audiodescrição. Seja bem-vindo aqui mais uma vez ao nosso podcast. O meu nome é Mirna Abreu. Eu sou mulher negra de pele clara, tenho os cabelos cacheados na altura, um pouco acima dos ombros e tenho aqui mexe as loiras do cabelo, olhos castanhos. Hoje estou em Campinas no dia da nossa gravação. Tá especialmente friozinho em nossa cidade. Eu estou então com vestido cinza e logo acima também um casaquinho cinza para me proteger do calor. Carlinhos, seja bem-vindo mais uma vez e também eu já te convido a fazer a sua auto e audiodescrição. Obrigado, Mirna. Eh, gostaria aqui de cumprimentar a todos, fazer meu auto descrição e áudio, né? Sou moreno, tenho 1,87 m, mais ou menos. Cabelos pretos com os brancos também, barba bem branca. Estou vestindo um um blazer azul azul bic e com a gravata rosa. Muito bem, Carlinhos, você já falou aqui da sua primeira participação. A gente conta um pouquinho da sua história de vida pessoal. Na sua segunda vez você falou um pouquinho como que acabou eh aflorando, né, o Carlinhos, que era camelô para a política. E agora a gente vai detalhar um pouco mais a sua atuação, só que eu vou num movimento que é um pouquinho, vamos tentar ir de frente para trás. Hoje a gente sabe que inclusive há uma discussão aqui na Câmara em função até da sua atuação, da questão da frente parlamentar justamente que trata deste tema. Eu queria que você falasse hoje por que existe essa frente parlamentar e como chegou nesse contexto. Bernard, eh, a Frente parlamentar eu tive a iniciativa de montá-la justamente pra gente eh contribuir e ajudar o segmento que nós estamos hoje, que é o microempreendedorismo. Então essa frente aí a gente montou para que a gente traga essas discussão, seja por dentro do tema e também passe o tema pra nossa categoria que é o nosso povo. Sim. Olha, eu lembro que acompanhei desde aquela primeira vez que você assumiu como vereador na época era uma suplência, né? Suplência. E a gente acompanhava muito aquele seu trabalho e as discussões sobre a área do Denite que deveríamos ter o shopping popular. Você já falou um pouquinho sobre isso no na sua participação anterior, mas eu queria que você detalhasse 2025, como que tá essa questão e se dentro, né, quando a gente fala justamente sobre essa questão do shopping popular, que é uma das frentes aí de temas dessa sua atuação, principalmente nesse contexto da Frente Parlamentar, como que a gente tá com essa discussão? Quem são os envolvidos? O que que dá pra gente pensar de perspectiva? Bernard, para você ver, né? Eh, desde a minha suplência lá para você ver o tempo que faz que a gente tá tocando nesse assunto e falando sobre esse assunto. Tivemos sim um avanço eh muito grande hoje. Se você falar para mim, Carlinho, como que tá a questão do shopping popular? Nós estamos por finalmente hoje nós já temos o projeto. O projeto foi superado a questão do DENIT, aprovado pelo Denite, foi aprovado pelo CONDEPAC também que era pra gente foi um embrolho muito grande. A gente demorou muito tempo na questão do CONDEPAC. Hoje nós temos a aprovação do CONDEPAC. Esse projeto nós tivemos que dar entrada eh através da empresa global para fazer o wave, que é o impacto de vizinhança todinho ali ao redor. Vou só voltar um pouquinho. Quem tá em casa e não lembra o que é, o que que envolveu? Denite é um órgão do governo federal. É isso. Denite é um órgão do governo federal. E por que que envolveu o esse órgão e também o CONDEPAC, que é o conselho que trata dos patrimônios históricos aqui da nossa cidade? Tá? Vamos lá. O denit é uma área da união que foi cedida a uma concessão paraa gente para utilizar 30 anos possível sendo eh renovada para mais 30 anos e assim sucessivamente. Eh, esse órgão superado, a documentação foi passado doado paraa prefeitura, a prefeitura doou essa sessão da área pra gente. Após isso, nós apresentamos um projeto e pra prefeitura junto ao CONDEPAC, do qual nós tivemos uma grande dificuldade. Por quê? Porque é uma área de patrimônio histórico ali. É lá na região do pátio ferroviário. É isso. Isso na é na região do pátio ferroviário. Do lado da rodoviária nova nós temos o terminal metropolitano. Nós temos ali do lado esse prédio que teve o grandes eventos lá do relógio. Temos a rotunda ali próximo. Então nós temos várias áreas ali que são patrimônios tombados, tão próximo da linha eh ferroviária e próximo da estação também. Então essa essa parte também foi superada na questão do CONDEPAC. Nós eh trouxemos pessoas do CONDEPAC para construir o projeto junto, que a gente tinha uma dificuldade da forma que a gente fazia, eles falavam: "Não, não pode." Olha, fazia outro projeto ou esse aqui não pode ser retirado. Olha essa estrutura. Então nós colocamos ele junto para ajudarmos a a construir esse projeto e assim foi feito. E superamos, levamos pro conselho do CONDEPAC. onde foi autorizado. Hoje nós estamos numa fase de documentação que eu falei aqui que é o Wave, eh, sobre o impacto de de vizinhança ali, sobre a questão também que passa eh pela INDEC para saber os vizinhos têm que assinar que aquilo não vai impactar. É alguma coisa? Não, não, não. Os vizinhos não precisa. A assinatura dos vizinhos é pra gente saber o impacto que vai causar esse shopping ali naquele local para mexer no viário. São mexidos nos viários. a gente vai ter uma passagem pela vila industrial, então vai ser mexido. Então ele já tá na global, ele tá em fase final pra gente conseguir eh protocolar ele lá no no DU paraa aprovação e começar a construção do shopping. Senhor fala nós. Eh, quem vai construir é a prefeitura, é o sindicato, quem são esses atores? Bernard, muito bem essa pergunta sua, porque muitas vezes as pessoas acham que vai ter dinheiro público eh colocado lá no shopping. Uma das questões que nós assinamos lá atrás, que foi um taque, um termo de ajustamento de conduta, quando nós pegamos essa área junto ao Ministério Público e junto à prefeitura, era que não se colocasse dinheiro público no no shopping, que nós bancássemos toda a construção do shopping. Então assim foi feito. Esses projetos, tudo que tá sendo feito tá sendo custeado pela nossa categoria, entendeu? Pelo sindicato, pela nossa categoria. Não tem dinheiro público nenhum e nem vai ter. Eh, assim que aprovar a questão da construção, cada micoempreendedor vai vir, vai pagar a sua cota, que é o seu espaço lá, e vai começar a se pagar, vai ser parcelado. São 1200 empreendedores. Todos esses 1200 vão ficar no shopping, é isso? Todos esses 1200 vão ficar no shopping. Vão ter eh dois pavimentos, né? Nós vamos ter ali os pavimentos eh de baixo e dois pavimentos para cima, onde a parte de cima quando nós estamos falando domingo empreendedorismo domingo empreendedor, nós vamos abrir a parte de cima lá para que as pessoas façam também a questão de cabeleireiros, eh massagem, toda essa parte de do microempreendedorismo que vai ficar só num num pavimento só. Então ele vai ser bem eh dividido e para que a gente eh consiga organizar, tá? Mas esses 1200, eles são os microempreendedores que hoje já atuam na região central ou em alguma outra região da cidade e que vão para lá ou eles vão continuar no centro e ter, por exemplo, mais um local para trabalhar? Não, menina, não, menina. Eh, quando nós acertamos com o Ministério Público, foi feito junto lá também, que eu disse aqui um taque, né? Eh, vai ser retirado todos os microempreendedores camelos ali do centro, tanto da rua Álvares Machado, nós somos divididos em rua Álvares Machado Jumbo Eleto, que é aquele próximo a 13 de maio. Nós temos o Carlos Gomes lá embaixo, nós temos o terminal frente e temos o terminal fundo. E temos a Benedito Cavocante Pinto e a Jaime Lua Cintra, que é lá próximo à galeria Pajé do outro lado. Então são vários setores que vão ser retirados. Esses 1200 que eu tô falando, são 100 pessoas da nossa categoria que hoje está no centro da cidade. Claro que e nesse projeto ele vai ter uns box a mais. Por quê? Porque pra gente também poder contemplar algumas pessoas que estão batalhando há muito tempo e não tem o espaço para se trabalhar. Sim. Então isso ainda em 2025, o senhor falou: "Olha, estamos com a documentação ou não? A gente pode pensar nessa efetiva eh inauguração do shopping pro próximo ano?" Não, Mirna, não é dessa forma. Eu creio assim, eh, eu nem corro o risco de falar datas, mas eu creio que esse ano, provavelmente, a gente consiga, eh, iniciar uma obra. Agora o termo da obra, a empresa que vai fazer, ela falou 2 anos possível, sendo prorrogável para mais do anos. Então tem um prazo aí, é um longo prazo que a gente temos ainda para percorrer, mas eh isso não impede, que eu falo aqui, que os camelos ali eles vão continuar trabalhando no seu espaço até que o shopping seja construído. Então, pós a construção do shopping, essas ruas e vão ser desocupadas e tem projetos para ela. A Álvares Machado volta a ser calçadão, a Benedito Calvocante Pinto, ela volta a ser rua e os terminais ali eles vão ser ampliados, entendeu? Não vão ter novos e camelos nessa área, não. Não. E e foi bem frisado isso num num taque que nós fizemos, porque com a saída de do dos camelos dali, uma da questão era que não tivesse esses passos vagos para que outros voltassem, entendeu? Sim. Inclusive, o senhor já presidiu também, né, eh, em quando a gente fala do centro, já presidiu também uma frente parlamentar relacionada à revitalização do centro. A gente tá ainda numa fase que aquele espaço tá sendo revitalizado ainda com a presença dos camelôs, mas a ideia é que essa revitalização finalize depois de que tudo isso aconteça. Sim, com certeza. né? A revitalização do centro, a gente luta, além de eu de eu tá ali lutando pelos camelôs, pelos microempreendedores daquela região do centro, a gente também luta para que o centro seja um centro seguro, tranquilo e nós possamos trazer ali ao centro as pessoas que circulava ao ao naquele espaço e hoje caiu bastante o movimento de pessoas no centro da cidade. Então, com a frente eh parlamentar que eu tenho aqui também de requalificação do centro, que que a gente faz? A gente conseguiu levar ali para você ver na Senador Sarai foi recapeado, a João Jorge foi recapeado, nós fizemos ali a Campo Sales, eh, conseguimos deixar os o os permissionários todos ali, defendemos eles para que eles ficam ali. Fizemos uma reforma lá no Mercadão, em torno do Mercadão, com aqueles camelos ali, os microempreendedores estão ali, as banquinhas deles foram todas reformadas, todinha. Então, tem várias obras no centro da cidade que a gente leva pro prefeito. Essa semana nós tivemos uma reunião lá na prefeitura, tinha oito secretários junto, oito. Paulela, Alexandra Caprioli, Carolina Baracá, a Adriana Frozi, o pessoal do Condepac, a CPFL, vários. Por quê? Porque a gente tá tentando levar eh melhorias pro centro da cidade. A gente quer mexer no calçadão da 13 maio. A gente quer iluminação melhor em todos os cantos do do do centro da cidade. Então a gente quer trazer entretenimento pro centro da cidade, onde as pessoas voltem a circular no centro da cidade, que as pessoas que moram no prédio ali comecem a descer e e circular no centro da cidade. É isso que nós queremos. Vereador. É difícil a gente falar do centro. Eu sou uma, eu, eu ultimamente não tenho ido ao centro justamente por medo de andar no centro, mas eu sempre gostei muito de andar ali no centro. Eh, hoje a principal eh reclamação de quem costuma andar no centro é a questão da população em situação de rua, que a gente sabe que inclusive tem alguns pontos que tem muita gente e que inclusive recentemente foi aí anunciado um plano que deve resolver uma questão da de moradia, a gente sabe que também não é a curto prazo. Como que o senhor avalia quando a gente pensa nessa revitalização também pensar em cuidar, em minimizar aí essa questão da população em situação de rua que fica na área central. Berna, nós falamos assim, né? Eh, existem os moradores de situação de rua. Nós temos aí eh uma questão que a prefeitura junto a responsabilidade nossa também de de vereadores, legisladores, eh ajudá-los. Ajudar de qual forma? Nós temos que criar um plano onde nós consigamos tirar essas pessoas da rua e dê dignidade a eles, entendeu? Não adianta a gente falar aqui, como vem um plano, a gente colocar moradias para que isso a gente vai causar, vai ter um caos na cidade. Sabe por Mirna? Eu vejo assim, ó. Se muitas pessoas falar: "Olha, vou citar, vamos pôr aqui um exemplo, a pessoa falar: "Olha, eu tô na fila da Coab já faz 30 anos não consegui uma casa e de repente o pessoal que tá na sua situação de rua consegue uma casa. Ele vai falar: "Sar que eu vou ter que virar o morador situação de rua para mim conseguir a minha casa. Vou pôr meus filhos. Não, eu acho que a gente tem que criar um pano paraa gente pegar essa pessoa, capacitar cada um morador de rua, aquele que tem vontade, qualificar ele, colocar ele no num num serviço. Aí sim você dá um subsídio para ele, porque aquele período que ele tá trabalhando ali, ele se manter. Olha, você vai ter um emprego, você vai passar por esse curso, profissionalizante, vai fazer isso, vai fazer isso. É que tem várias vertentes, né? Tem a questão de alguns de uso e abuso de drogas e álcool. Muitos têm moradia, mas desvincularam-se emocionalmente das suas famílias. Então tem que pensar em tudo isso, né, vereador? Então, mas todas as secretarias elas têm que trabalhar em conjunto. A gente tem que trabalhar esses que querem voltar novamente à sociedade, trabalhar aqueles que têm eh problemas com droga e trabalhar aqueles que desvincularam com a família, entendeu? tentar ver qual o problema nele que ele tá tendo e tentar levar ele novamente para inserir ele novamente. Então são várias secretarias que tem que trabalhar junto. Não adianta a gente trabalhar separado. Se a gente não conseguir juntar todas as secretarias, juntar todos os órgãos e tentar fazer com que isso eh traga à cidade um benefício, nós não vamos conseguir andar com isso. A gente sabe que é uma uma nós tivemos aí, você sabe, nós tivemos com quase todos os prefeitos das regiões metropolitanas e o pessoal fala: "O problema é em Campinas?" Não, nós escutamos lá os prefeitos de várias cidades vizinhas nossas, todos eles estão tendo o mesmo problema com os os moradores em situação de rua e eles estão vendo que tá tendo uma crescente, entendeu? Ouvimos aqui o Frank de de Valinhos, ele falou que Valinhos tinha pouco, hoje já cresceu. Aí o pessoal eh em São Paulo mexe lá, aí o pessoal acha que eles migram para essas regiões nossas. Então é dessa forma, é, a gente teve inclusive há alguns anos o exemplo de quando aconteceu algumas operações no centro da cidade, eles migraram para outras regiões da Sim. de Campinas mesmo, né? Sim. Ou pros bairros, né? Ou pros bairros, né? É verdade. Ainda nesse contexto de revitalizar o centro, também houve uma discussão em relação às moradias no centro, né? Fazer com que as pessoas voltem a morar, a se interessar a morar no centro de Campinas, até porque quem mora fala: "Olha, eu saio até tal horário, depois de tal horário, eu tenho medo de sair na rua e tudo mais". Como que o senhor acha que é possível a gente pensar também em ter esse essa espécie de união entre o comércio, que é a vida de urna, e também a vida residencial de quem vive em Campinas? Eu acho que isso é possível. Eu morei muito tempo no centro da cidade. Eu morei por 20 anos na José de Alencar ali. Eh, na época que eu morava não tava a a o centro da forma que tá hoje. E deu uma uma assim, tivemos grandes problemas. ali. Mas eu acho que é possível. Eu acho que se nós pegarmos aí, eu vou citar para você vários prédios que nós temos abandonados no centro da cidade hoje, tendo um curso abandonado, as pessoas não pagam ali os seus impostos todinho, se tornar ele moradia popular e trazer as pessoas no centro da cidade, o centro ser novamente ocupado por as pessoas e começar, eu acho que tem solução, sim. Eu acho que é viável, sim. Isso é melhor a gente pegar ali vários prédios. Se você olhar, Mir, se nós descermos Andrade Neves, várias ruas ali, você só vai ver placa de alup e ventes. Isso é verdade. Você imagina se nós transformássemos todos esses locais que estão abandonados. Vou falar até a galeria Pagé ali que nós temos ali do lado do do terminal central em moradia popular, vai ser ocupado, esses espaços vão começar a ser ocupado e aí eu acho que melhora, sim. Eu acho que é uma uma boa iniciativa se se acontecesse isso. É, inclusive já houve também uma conversa de, por exemplo, trazer eh uma unidade do Instituto Federal pro centro. Isso ajuda, vereador? ajuda. Lógico, eu falo, é hoje, ô, eu vejo assim até o o Fórum da cidade, que era a o Palácio da Justiça, agora é o Palácio da cidade que, vamos falar assim, se ele começar a funcionar realmente da forma que nós fomos lá e falamos que ele vai funcionar, eu acho que isso trará eh vida pro centro novamente, porque o fluxo que faz o centro movimentar, nós tínhamos ali o o PPA que era um movimento muito grande. Claro que é vai pro shopping, mas claro que nós também temos aí a questão da tecnologia. Muitas pessoas que precisavam fazer o documento do carro, hoje já faz pelo celular mesmo e tal, mas eu acho que ainda se nós tivéssemos um pouco tempo no centro da cidade, nós tivéssemos ali, como você disse aí, faculdades, universidades, eh esse palácio da cidade aí, claro que o centro ele vai começar a ter uma outra vida. Eu lembro, Mirna, que quando eu eu fui morar no centro da cidade, lá um apartamento era caro, um uma loja que antigamente eu lembro que uma loja na 13 de maio as pessoas pediam R$ 400, R$ 500.000 de luva para você poder entrar na loja e pagar o aluguel, pagar tudo. Hoje as pessoas estão dando ali, ó, só paga o aluguel e as pessoas não estão querendo ir pro Ceno. Sim. Então, olha para você ver a diferença que que existe. Então, é isso. Eu acho que se o se o centro começar a ter aquele movimento que nós tínhamos antigamente, eu acho que as coisas vão começar a melhorar no centro da cidade. Com certeza. É, e nesse ponto entra também, por exemplo, já que o senhor falou inclusive de tecnologia, usar até inteligência artificial paraa segurança também para quem circula no centro. Sim, com certeza. Eu acho que eh toda a tecnologia, ela tem que ser usada nesse nesse espírito de dar a tranquilidade e começar a dar segurança as pessoas. Você mesmo disse aqui: "Ai, Carlinhos, eu não tô indo pro centro porque eu tenho um certo receio, mas você sabe que é o receio que as pessoas têm, é porque a gente pega assim, ó, você chega numa campanha eleitoral, as pessoas começam, elas próprias começam eh denegrir a imagem do dos espaços. Aí as pessoas que estão assistindo, você viu nessa eh eleição passada, ah, o centro tá isso, ó, mostrava aquilo, mostrava aquilo. As pessoas f com medo, mas não é isso. Eu ando no centro toda semana no centro da cidade, entendeu? Ali é tranquilo para se andar. Existem a questão dos moradores? Existem, claro que existe, como qualquer outro local existe, mas é um local seguro ainda. Eu acho que o centro é um local seguro para se andar. Sim, sim. Vereador, olha, Campinas encerrou 2024 com 128.730 microempreendedores individuais ativos de acordo com o SEBRAI, que é um aumento em relação a 2019 de 74.4%, né? A gente vê aí que hoje os mês uma faixa de idade predominante é entre 31 e 40 anos. A gente pode pensar que também a gente precisa pensar nesse crescimento partindo dessa visão de que o microempreendedor hoje ele é tão ou mais importante que até aquela grande empresa que faz aquele registro CLT e tudo mais. Inclusive, só fazendo um adendo, a gente teve no dia anterior a gravação aqui do nosso podcast, a visita do ministro do microempreendedorismo, que falou aí desses 23 milhões de microempreendedores e pequenas empresas. Fora que a estimativa é que ainda há 20 milhões informais em todo o país. Sim, olha, eu acho que o crescimento ele tem dado a muito isso. A gente fala assim, né? Hoje em dia as pessoas ela procuram eh, primeiramente ela procura o primeiro emprego, ela é uma dificuldade se achar. Aí o que que a pessoa faz? Olha, eu vou fazer um curso, vou fazer um curso de cabeleireira, vou fazer um curso disso. E aí ela faz, ela mesma abre o seu, o seu negócio, ela vi, ela vira um microempreendedor. Então, ela já abre o meio. A primeira coisa que ela vai fazer é, ela abrir o meio, porque isso garante ela também. Então ela abre o meio e começa a trabalhar. Por isso a gente fala desse crescimento que e ele vem dado aqui. E eu estive com o Márcio França, a a visita dele aqui em Campinas, estive lá em Brasília também e falei com ele porque uma é uma questão dele abrir uma linha de crédito pros pros nossos brincendedor na questão do shopping popular para que quando sai o shopping a gente tem uma linha de crédito para as pessoas específica para isso, para eles pagarem ali e ser eh fora o cartão especie aí que foi Sim, sim. É, não, isso é independente e isso é uma linha é para isso, pro pro shopping popular. Então, e aí ele foi me falando, Carlinhos, nós temos ali, ó, que nem aqui, ó, nós temos ali o Procred 360, nós temos o Promec, nós temos o o Pronamp Solidário, contrata Brasil, então vários canais que ele apresentou ali que as pessoas têm a oportunidade de ir lá e fazer um empréstimo até das pessoas que estão devendo. muitas pessoas na pandemia abriu abriu o o microempreendedor, o MEI e tem dívida na Receita Federal. Então tem um programa hoje que eles entraram no QRCDE aí que hoje se você for negociar eles pegam, você paga só 10% desse valor que você tá devendo. Se você deve os R$ 70.000, você vai pagar os R$ 7.000 ali e o resto o o governo federal vai assumir com os bancos ali. Então isso é oportunidade pra pessoa ingressar novamente no microempreendedorismo, porque eu acho que o microempreendedor é que faz a economia da cidade. Você imagina aí nós temos que nem ele disse as prefeituras também, menina ele disse tem um cartão que ele apresentou lá um cartão que as prefeituras podem abrir o QRcode aonde os microempreendedores que trabalham até R$ 12.500 R$ 500. Se eles for um encanador, um eletricista ou qualquer tipo de serviço e for espaços públicos hoje, não precisa de licitação. Não precisa de licitação. A pessoa consegue fazer a contratação dieta com a pessoa e isso ajuda muito. É, inclusive a senhor falou de de um ponto importante, né, que é inclusive o que o ministro falou sobre a questão da responsabilidade do poder público em fomentar também o microempreendedorismo, né? Por que não então? Eh, Campinas não seria possível que ela também aderisse ao programa Contrata Mais Brasil para que microempreendedores da nossa região, vamos supor, quem faz marido de aluguel, que arruma um ar condicionado, que arruma uma tubulação, que é uma coisa às vezes que quebra, sei lá, o cano de uma escola, você vai fazer uma licitação para arrumar uma um cano e precisa urgente? Quer dizer, a gente tá tendo, a gente vai ter aí caso Campinas faça a adesão, mais possibilidade também para esse microempreendedor aqui de Campinas. Com certeza, Minor. Eu espero que o prefeito Dário eh pegue essa questão e traga pra Campinas. Como você disse, hoje nós sabemos a dificuldade. Você pega aí um posto de saúde, olha, deu problema na fiação, ó, nós temos que esperar o pessoal vir licitar para cara, nós vamos esperar quanto tempo para que isso aconteça? Então, se você tem aquele ali, você já automaticamente contrata ele sem uma licitação, uma coisa rápida, aquilo ali não só vai ajudar os postos de saúde, os locais públicos que nós temos na cidade aí que que vai aderir a isso, mas também nós vamos ajudar o microempreonismo e vamos ajudar também a fomentação dele. E aí ele isso, ele vai receber rápido, né, Mirna? Ele vai receber rápido. Esse dinheiro provavelmente ficará aqui na nossa cidade e fomentará o comércio, a economia. É isso que nós precisamos sim. Agora, quando a gente pensa, inclusive, eh, vereador, na nesse espaço, voltando ao shopping, o senhor falou: "Olha, a gente vai ter também o espaço paraa beleza e tudo mais, como que é dá para pensar em uma parceria, né, do desse shopping, com também, por exemplo, usar muito mais o próprio Procamp, a Secretaria de Trabalho e Renda para qualificar cada vez mais esse empreendedor, fazer com que ele tenha cada vez mais consciência econômica da daquela questão de fazer o seu caixa e tudo mais para inclusive porque ele vai assumir uma prestação aí mesmo que seja a juros baixos, uma prestação desse investimento no próprio box desse shopping. Sim, isso aí a gente já tá pensando, Jamir, né? Inclusive a gente tem essa parceria da Secretaria de Trabalho e Renda. A gente passa bastante pessoas que vai através de curso do Sebrai que são colocados através através da Secretaria Trabalho e Renda são colocados. A gente manda o nosso pessoal lá, o pessoal nosso, Mirna, a gente sempre fala assim, eu sempre tenho um, eu sou suspeito a falar, mas o Camelô, ele sabe trabalhar com o dinheiro, ele sabe fazer, ele sabe fazer a a coisa funcionar. Eu falo que é uma das pessoas que mais trabalham, porque se você pegar um camelo hoje, vamos falar o microempreendedor hoje, eu falo por experiência própria. Eu chegava à 7 horas do meu comércio, saía às 7 da noite. Eu ia para São Paulo nesse período, às vezes 3 horas da manhã, chegava às 7 e ficava até às 7 da noite. No outro dia a mesma coisa. Então é uma uma coisa, o o microempreendedor, ele trabalha muito com giro. Hoje o meu funciona de qual horário? no horário comercial até 6 horas. É, hoje trabalha da da das 8 às 6 às 8 à 7. Tem aqueles zoom que fica um pouquinho mais, um pouquinho menos, porque antes era uma outra realidade, né? O camelô antigamente ele tinha que chegar antes do comércio formal abrir e depois ele voltava a trabalhar quando o comércio formal fechava. Era isso, né? Hoje isso tá bem longe, né? Tá bem longe. Hoje mudou, né? Hoje ele trabalha no horário comercial, né? Então ele entra no horário comercial. Claro que às vezes passa um pouquinho, entendeu? abre um pouquinho mais cedo até para pegar a população que desce, né, que tá indo pro serviço, tudo, às vezes precisa comprar alguma coisa. Então é dessa forma que eles trabalham e sempre trabalhou. Então, hoje você falou do Secretaria Trabalho e Renda e do Shopping Popular. Nós tem uma proposta que nós vem trabalhando aí com com o poder público de quando a gente montar o nosso shopping popular, a gente abrir também lá uma base da CPFL, uma base da SANAS, um um espaço também pro pro pra secretaria, onde as pessoas procuram algum serviço, alguns cursos, algumas coisas lá dentro. Então a gente tá pretendendo levar isso também, que isso atrai as pessoas, tá? Hoje o microempreendedor individual, ele não é um associado da SIC, ainda é separado, não é separado. A SIC são os comerciantes, entendeu? São os comerciantes, os logistas, né? Então é assim de lojas, logistas, tudinho. Então ele sim, entendeu? Nós somos ali os camelôos, né? Os micro empreembedores. Nada a ver. até antigaminha a ô, desculpa, antigamente eh, tinha uma rincha, né? Eh, um entre a associação a SIC, você lembra muito bem disso, nós tínhamos ali uma rite ali entre a a SIC, que era o Guilherme Campos, e nós que eras a Hoje não superou isso porque todos tiveram um entendimento que os microempreendedores dos camelosos no centro da cidade ele não atrapalha ninguém, pelo contrário, ele traz o público pro centro da cidade, ele traz mais segurança naquelas ruas que antigamente era ocupada por um bandido, por isso, por aquilo. Então eles traz essa tranquilidade para pr as pessoas. Então hoje eu falo assim, se você procurar aí, Mer, eu sempre falo para as pessoas, se você for num distrito policial e perguntar das ocorrências que são feitas ali no meio dos camelos, são zero. São zero de assalto no meio dos camelos. Porque se a pessoa for roubar alguém no meio dos camelos ali, ele não sai. Ele não sai. Então ali é muito difícil. Não sei nas ruas paralelas ali tudo, mas no camelô você pode andar com tranquilidade. Ali nós temos segurança, né? Mas as pessoas que estão ali não deixam, as pessoas não deixam mexer com ninguém ali. Então é segurança pro centro da cidade. E os logistas entenderam isso. Hoje Adriana é amiga da gente, ajuda a gente nessa questão do shopping popular. O Guilherme hoje ele teve esse entendimento. Então é, as coisas vão mudando, né? Sim. Ainda falando sobre a questão dos microempreendedores individuais, o senhor inclusive já falou de alguns projetos, trouxe algumas propostas no que diz respeito a algumas separações, algumas coisas que eu já vi que o senhor se coloca como, olha, a gente precisa adequar, por exemplo, o que são os permissionários que tem a banca, o que tem lá o kiosque, que existe sempre essa questão de do pagamento do solo público. né, e tudo mais. Isso tá superado, Carlinhos? Não, Miram, não tá superado. Eu sempre, eu sempre coloco assim, né? A gente é a defensora, eu sou um defensor do microempreendedorismo. Eh, às vezes as pessoas são categorias diferentes, são categorias diferentes, mas eu defendo todas elas. Por quê? Porque se você vê bem, os nomes, as nomenclaturas são diferentes, mas são as mesmas. São é a mesma coisa. Eu considero o permissionário como câmera mas o nome muda, é permissionária. Então aí quando eu eu entro nessa tese que você falou aí de permissionário de banca de kosque, é porque existem nomenclaturas diferentes, mas é pro pagamento da taxa. Pro pagamento da taxa, justamente, Mina, né? Eu eu eu acho assim, eu acho que é uma coisa só, o pagamento deveria ser único. Então não existe um e não existe uma banca. Existe uma banca, entendeu? O kiosque ele paga três vezes mais do que uma banca. E se você vê, se você olhar o quiosque, olhava é a mesma coisa. Mas o que que é? O que é? É, por exemplo, o quiosque que eu que sou leiga entendo, é, por exemplo, aqueles quiosques no portão do taquaral. Hum. Sim. Eu também entenderia como como se fosse isso. Agora, o que que é mais considerado que os? Então hoje tem muitas bancas que são considerad que é isso que eu bato na tecla aqui e não vou deixar de bater e enquanto isso não for resolvido. Já tivemos reunião com o prefeito, já tive reunião com com o vice-prefeito lá pra gente acertar essa questão. Ou coloca todos eles bancas, se for queosque, que nem você falou lá no Taquaral, é que lá na entrada da lagoa, beleza? Então é só ali, mas não existe outro local. Queosque é tudo denta, não existe que no centro da cidade. Então agora eles colocam que por quê? Porque a mudou a nomenclatura, muda a renda, o valor da cobrança, ela é bem maior. Então eu não acho justo. Eu acho que a justiça deveria ser feita com todas as bancas e pronto, acabou. Mas isso ainda é possível revisar quando a gente na legisl claro, porque até hoje ninguém me explicou. né? Ninguém conseguiu me explicar eh assim, ó, juridicamente o que define o que e a banca. A hora que a pessoa me explicar isso e conseguir me convencer, eu paro de falar. Mas enquanto isso, eu vou falar até que as pessoas se convençam. E eu convenço essas pessoas, entendeu? Que é uma coisa só, entendeu? É justiça. Eu não posso pegar um coitado ali que tem uma banquinha ali no centro da cidade que ele paga ali R$ 2.000. Porque tá queosque e se tivesse uma banca ele pagava 700, ele conseguiria sobreviver. Quando ele coloca que o tamanho ou não? Não, tamanho não. Não importa. Sim, claro que importa porque é é por metro quadrado, tá? Mas o metro quadrado do kosk é duas, três vezes mais do que da banca. Hum. Você entendeu? Se ele tem 10 m² ali, então ele paga R$ 200 por m², entendeu? Ele vai pagar R$ 2.000. E se fosse como banca, ele pagaria ali R$ 700. Sim. E isso dificulta a vida. Então, nós temos ali eh 60, 50, 60, 70% de pessoas que não estão corretamente com a CETEC, estão inadiplente com a CETEC. Exemplo, quem vende alimentação na glicério, é banca ou é kiosque? É que osk. É osc, entendeu? Aí eles falam que banca é banca só de jornal. Não existe mais banca de jornais, mina. Ninguém sobrevive, mas com banca de jornais, entendeu? Não existe mais banca de jornais. Só tem a do alemão ali na frente do fórum que ele consegue sobreviver porque ele vende várias outras coisas juntos. Senão também não conseguiria sobreviver. Sim. Entendeu? Então não existe mais jornal no no no em Campinas. Então agora porque não existe mais jornal? Era só banca se fosse jornal. Não. Ah, mudou pr para alimentação é que não existe. Não existe. Então vou bater sempre na teca até que faça justiça e consiga virar banca. Enquanto a gente tá pensando aí nesse projeto a longo prazo da do shopping popular, quais ainda são os desafios quando a gente pensa em legislar a favor do microempreendedor individual, especialmente aqui em Campinas? Mina, é assim, ó. A gente, eu como eu sempre disse para você, meu nome carrego aí no no nome o camelô. Quando a gente veio para cá, a gente veio para fazer a defesa, não só do shopping popular, mas da nossa categoria também. Porque a nossa categoria, eu brigo, eu falo assim, no bom sentido, eu brigo e sempre tive à frente da do do dos camelos ali há 30 anos, não foi uma, não foi duas, não foi três. Eu acho que você já cobriu várias matérias ali dos camelos no centro da cidade. Eu sempre tive à frente de tudo ali. Por quê? Porque uma eu defendo com unhas e dentes o trabalhador. Então a gente estando aqui no legislativo, a gente tenta aqui é minimizar para que não seja justiçado os trabalhadores. Então, a gente sempre vai estar aqui defendendo o direito do trabalhador, defendendo o direito ali do microempreendedor e tentando trazer e criar leis para que minimize a vida deles, que consigam com que eles com que eles consigam ter uma vida digna. É isso que nós queremos, da mesma forma que outras pessoas têm. Hoje o preconceito que tinha antigamente diminuiu. A gente sabe disso, porque quando antigamente quando você falava camelô era um preconceito muito grande. É, mas as pessoas ainda falam: "Vou lá no camelô". É. E hoje não. Hoje as pessoas falam: "Vou lá no camelô". Ah, eu gosto do camelô. Tem pessoas que saem daqui de Campinas, vai pra praia, chega lá, ó, vamos lá no camelô. E às vezes é um shopping, mas o pessoal vai camelô. Então, eh, ficou essa questão e hoje não tem essa eh essa tal discriminação. Então, é para isso que a gente luta. Por isso que a gente luta, para que não tenha uma discriminação, para que a gente tenha direitos iguais e trabalhar da mesma forma que outras pessoas trabalham. Por quê? Porque a gente gera renda, a gente gera emprego, paga imposto da mesma forma que todo mundo paga, é microempreendedor. Então é isso. Então esses direitos ele tem que ser garantido. Quando a gente pensa em vai chegar aí aquele período do shopping popular, vai ser necessário, vereador, fazer algum tipo de mudança na legislação para contemplar também quem estiver lá no shopping ou não será necessário? Como assim, Mir? fazer algum tipo de lei, porque, por exemplo, hoje a gente tem, vamos, vou dar o exemplo claro aí do do que é banca, do que é, por exemplo, kiosque, como a questão lá, vai entrar também algum tipo de legislação envolvendo ou não? A partir disso é uma outra legislação, não vai precisar mudar a lei do município. Não, não precisa, Brina. Porque assim, ó, a gente a gente a partir do momento que a gente vai para um shopping popular que foi a gente construiu foi onde nós construímos através de um espaço da gente, a gente vai criar um estatuto lá dentro, aonde nós vamos direcionar todas as regras colocadas lá dentro. Vai ser como associação ou cooperativa. Isso, isso mesmo. Uma cooperativa. Então, as regras vai vi vai ser através de uma assembleia que nós vamos colocar um regimento interno lá e e pronto. As pessoas que tiverem lá dentro vai ter que aderir aquele regimento que tá lá dentro. Sim. Agora, quando a gente pensa que, claro, são 100 lugares, mas a gente tem, por exemplo, região do Campo Grande, região do Ouro Verde, temos ali a região do Campo Belo também, né? ali em torno do aeroporto de Viracopos, que também é um um pujante ali de negócios locais. Tem que também em Campinas ter esse olhar para quem empreende nessas regiões. Com certeza, Mirna. Eu sempre falo assim que eh você falou aí do Campo Belo na Miguel Melhado ali onde as pessoas fazia a feira do rolo ali e hoje mudaram de de local também tá se brigando para ter um espaço que a concessão do do aeroporto ficou de dar um espaço lá e fazer uma construção de um shopping para eles. Eu acho que isso é viável. Eu acho que no Campo Grande também, quando desativou aquele aquele espaço lá do do terminal, eu coloquei aqui uma questão de fazer um shopping popular lá, mas aí agora foi cedido para fazer o espaço do bombeiro lá, tal. Legal, mas eu coloquei para que se fizesse até no ouro verde ali próximo a ao terminal também. a gente se propôs passar a ter uma área ali para fazer, porque se a gente faz isso, Mirna, a gente vai dando oportunidade a esses microempreendedores da região ali que contempla os bairros ali próximos, tá certo? Então, vereador, tem muita coisa ainda para fazer porque tem que ter esse olhar no centro e também para o comércio descentralizado da nossa cidade, né? Com certeza. Com certeza. Carlinhos, um prazer ter você aqui com a gente. Espero que na próxima temporada você volte, conte muito mais, não só apenas. Hoje a gente falou aqui, gente, desse olhar do vereador Claro, que é um representante dos camelosos, do microempreendedor individual, do permissionário, né, do comércio aqui na cidade de Campinas. Mas tem outras frentes também que o Carlinhos trabalha e que não vai faltar oportunidade para você falar aqui com a gente, tá bom? Com certeza, Mina. Eu que agradeço e falo aqui que a todos que estão nos assistindo que a gente tem um olhar pro microempreendedor, pros camelus, mas a gente também tem um olhar pra cidade. Se vocês olharem os projetos, o que a gente tem apresentado, porque a gente tem lutado pra região de Campinas e ajudar, é isso, entendeu? Não é só o camelô, então a gente visa, mas a gente carrega esse logo dos camelôos e vamos estar lutando para que as coisas aconteçam aqui dentro dessa casa, tá certo? Então, até uma próxima. Até uma próxima. Deus abençoe a todos. E você que assiste aqui o podcast Na Casa do Povo, você pode ir lá na playlist da TV Câmara Campinas que fica no YouTube, entra lá no podcast na Casa do Povo, você vai encontrar as outras entrevistas aqui do vereador Carlinhos Camelô e também de tantos outros parlamentares. A gente fica por aqui. Até um próximo na Casa do Povo. เฮ [Música] [Música] [Música]