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Na Casa do Povo | Campinas em movimento: otto alejandro no podcast na casa do povo
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Na Casa do Povo | Campinas em movimento: otto alejandro no podcast na casa do povo

90 views Publicado 10/10/2025 HD · 42:57

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O Podcast Na Casa do Povo desta semana recebe o vereador Otto Alejandro, que apresenta suas principais iniciativas no Legislativo e fala sobre os novos projetos de lei voltados à mobilidade urbana, saúde e qualidade de vida em Campinas. 🚸 Projeto de Lei – Estudo para implantação de mão única em frente às escolas A proposta de Otto Alejandro busca garantir mais segurança no trânsito escolar, obrigando o Executivo Municipal a realizar estudos técnicos para avaliar a adoção de sentido único nas vias localizadas em frente a unidades de ensino. A medida visa reduzir congestionamentos, acidentes e melhorar a fluidez no entorno das escolas, beneficiando motoristas, pedestres e alunos. Otto Alejandro fala também sobre o Gabinete Móvel, uma estrutura itinerante que percorre os bairros de Campinas para ouvir de perto as demandas da população, acolher sugestões e registrar reclamações. Com 3.685 indicações no primeiro mandato, o vereador se destaca entre os mais atuantes da cidade, priorizando obras e serviços que refletem as reais necessidades dos moradores. 🏗️ OBRAS E EMENDAS IMPOSITIVAS 🚧 Pavimentação da Rua Eldorado (Região do Ouro Verde) A via, antes de terra, foi totalmente asfaltada após indicação de Otto Alejandro, ligando a Rodovia Santos Dumont a importantes bairros da região. A obra trouxe mais segurança, mobilidade e valorização imobiliária, reduzindo congestionamentos no entorno do Motel Euro. 🌳 Revitalização da Praça Nono Fortunato Dorigati (Jd. Santa Terezinha) A revitalização incluiu Academia da Terceira Idade, playground, iluminação em LED, novo calçamento, alambrado e poda de árvores. O espaço voltou a ser um ponto de convivência e lazer. ⚽ Quadras de Futevôlei da Vila União Indicadas por Otto Alejandro, as quadras esportivas entregues em 26 de março se tornaram referência de lazer, saúde e integração comunitária. 🏀 Areninha do DIC I Novo espaço de esporte e lazer com quadra de basquete, arquibancadas, iluminação em LED e academia ao ar livre. Um investimento em bem-estar e qualidade de vida conquistado por meio de suas indicações. 🚦 Semáforo no DIC IV Instalado após solicitação do vereador, o equipamento trouxe mais segurança e fluidez no cruzamento da Rua Maria Dolores com a Av. Pastor João Prata Vieira. 🌉 Ampliação da ponte entre Pq. Valença I e II Obra concluída em menos de dois meses após indicação. A ponte passou de 3,5m para 7m de largura, com nova iluminação, calçamento e sinalização, garantindo segurança a motoristas e pedestres. 📺 Assista ao Podcast Na Casa do Povo completo e conheça as ações e projetos do vereador Otto Alejandro, que unem mobilidade, saúde, cultura e participação popular. 💬 Deixe seu comentário, compartilhe o vídeo e continue acompanhando as entrevistas que aproximam você do Legislativo e das decisões que transformam Campinas! Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olá pessoal, mais um podcast na Casa do Povo no ar e hoje o nosso convidado é o vereador Otto Alejandro que vem aqui já nessa terceira temporada, ele que já falou um pouco sobre a sua vida pessoal, já contou como se tornou político, agora vai falar como tem sido ser vereador na Câmara Municipal de Campinas. Seja bem-vindo, Otto. E como é de praxe, na abertura eu vou fazer a minha autodescrição e depois eu já o convido a fazer também. O meu nome é Mirna Abreu, eu sou mulher negra de pele clara, tenho os cabelos cacheados na altura dos ombros com mechas loiras. Hoje eu estou com o vestido bem florido, de fundo Amarelo, meio mostarda Ao meu fundo nós temos aqui o estúdio do Na Casa do Povo Todo em preto, uma TV à minha esquerda Com o logotipo do nosso podcast Na Casa do Povo, em azul e branco Otto Alejandro, seja bem-vindo e já faça também a sua autodescrição Boa tarde Mirna, boa tarde a todos Eu sou o vereador Otto Alejandro Rigazzo Ettinger Tenho 45 anos, 1,76m, sou branco Sou forte, dizem que eu sou forte, e estou muito contente de estar aqui mais uma vez, participando na Casa do Povo. Vereador, hoje a gente vai falar um pouquinho sobre como tem sido ser parlamentar aqui na Câmara Municipal. Você que já está aí no seu segundo mandato, queria que você falasse um pouquinho, inclusive, daquela questão. Então, olha, hoje é um segundo mandato, um pouco mais maduro e também você teve, se a gente olhar os seus números, você teve um expressivo crescimento em relação à votação nas últimas eleições. Fala um pouquinho desse crescimento para nós. É isso aí, Mirna. Estou muito contente, porque nós mostramos que o nosso trabalho deu resultado. Eu saí de 2.470 votos quando eu fui eleito em 2020 Assumindo em janeiro de 2021 O total diferencial que eu gosto de falar E repito todas as vezes que me pergunto É o seguinte, quando eu assumi em janeiro de 2021 Eu chamei o meu pai de 70 anos e falei Pai, está aqui, vai tomar conta do nosso comércio Que para mim vai ser injusto eu ser vereador E continuar com uma outra função Com todo o respeito a todos os meus outros pares, mas eu me dediquei os quatro anos do primeiro mandato 100% sendo vereador e atendendo as demandas da população. E isso deu resultado, no entanto, que eu tive um crescimento de quase 200%, acho que um pouco mais de 200%, eu saí de 2.470 votos para 7.442, sendo o oitavo vereador mais votado da cidade. Então isso mostra que faz total diferença você ser vereador o tempo integral e se dedicar à população o tempo todo. Com todo respeito, mais uma vez a todos os meus pares, mas se Campinas tivesse 33 vereadores que fossem realmente vereadores 24 horas por dia, com certeza nós teríamos uma cidade bem melhor. Falando em cidade bem melhor, você hoje inclusive, Otto, é responsável por uma das comissões mais importantes da casa A ela, a comissão de constituição e legalidade, é responsável por analisar mais de 90% dos projetos A gente não tem sobre ela alguns projetos que são de honrarias, que tem a nossa comissão especial de honraria Nomeação de rua e alguns outros No restante, tudo passa por essa comissão Como que você tem encarado essa responsabilidade? É isso daí, primeiro agradecer a todos os meus pares que me conduziram à presidência da Comissão de Constituição e Legalidade É uma comissão, como você disse, uma das maiores e mais importantes Porque todos os projetos que passam aqui por essa casa, primeiro passa pela apreciação dessa comissão Eu direciono e escolho o relator para poder fazer o parecer E depois eu presido a reunião, que é muito importante, para apreciação do determinado projeto a todos os membros. Então, é uma comissão muito importante. Nós sabemos que tem os pedidos de urgências. Requisitada na hora. Requisitada na hora, mas a maioria passa pela comissão. Então, estou muito contente, temos sido elogiado por todos os pares dessa casa, pela forma de conduzir essa presidência. Sem contar a responsabilidade das audiências públicas que você tem conduzido também, né? Correto, todas as audiências públicas, a não ser que eu tenha alguma agenda já fora, então aí eu chamo algum membro da comissão para que presida essas audiências públicas, mas a maioria eu faço questão para poder estar inteirado e acompanhar tudo o que está sendo aprovado nessa cidade. Sim. Agora a gente vai falar um pouco da sua atuação como vereador. Como tem sido pensar em projetos de sua autoria, fazê-los com que eles tramitem aqui na Câmara? A gente tem alguns mais recentes, inclusive, que tratam, por exemplo, da questão da prevenção do diabetes na escola. Me conta um pouquinho como que surgiu essa ideia e qual que é a importância de quando a gente pensa nessa doença silenciosa, inclusive muitos médicos falam sobre isso, é ser tratada já no ambiente escolar. É isso daí, porque, Mirna, essa é uma boa, para ser incluído aqui na grade educacional do município, a conscientização, você falou prevenção também, do diabetes tipo 1. Eu vou dar um exemplo, recentemente eu estive em Brasília, no Instituto Diabetes Brasil, que, vamos lá, uma criança que ainda não é diagnosticada com o diabetes tipo 1. O primeiro sinal, só para você ter uma ideia, e muitas pessoas não sabem, o próprio professor não sabe, o próprio funcionário da escola não sabe, é a criança ir ao banheiro diversas vezes. Isso é um sinal de diabetes tipo 1. Então, a maioria das vezes, o aluno está lá pedindo para o professor toda hora, eu quero ir no banheiro. Mas você acabou de ir, quero ir no banheiro de novo. Então, essa criança pode ser que tenha diabetes. Então essa ideia de fazer palestras na escola, dar cursos aos funcionários da escola para que identifique esse sinal e encaminhe, chame o pai para conversa e encaminhe, vai procurar um médico, faça uma ponta de dedo para ver se o seu filho não tem a diabetes. Então é isso que nós queremos fazer nesse projeto, para dar a conscientização das pessoas e as pessoas conseguirem identificar um possível quadro de diabetes tipo 1. Sim, inclusive dentro ainda dessa ideia e dessa sua preocupação já com a saúde, você fala inclusive da questão do fornecimento de sensores digitais também em relação ao diabetes. Esse é um projeto de lei que eu faço questão que o município aprove. Recentemente nós tivemos em outras cidades já aprovados, nós tivemos aprovado em São Paulo, nós tivemos na cidade de Belo Horizonte também, a distribuição gratuita do sensor digital para crianças de 0 a 12 anos e também para aquelas famílias que não tem condições, Aquelas que recebem aproximadamente um salário e meio, se eu não me engano Que vão ter direito a receber esse digital Por quê? Nós sabemos que as crianças de 0 a 12 anos Para fazer a medição, ela leva quase 12 agulhadas por dia Para poder medir o nível da glicemia E a gente aqui do município, doando esses sensores para as crianças Esse sensor ele fica colado na pele, ele é uma micro agulha, a criança não vai nem sentir furando e fazendo a medição e automaticamente é mandado para um aparelho de celular já todas as medições. Então é uma questão de humanidade, de respeito às nossas crianças. Então esse projeto está caminhando aqui na casa, eu tenho recentemente uma agenda marcada junto com o prefeito para a gente debater, porque já que foi aprovado em outras cidades, outras grandes cidades, eu não vejo o porquê Campinas não conceder os sensores digitais às crianças e aos portadores de diabetes tipo 1 aqui no município de Campinas. É porque hoje a prefeitura o que ela oferece é aquele da picado, aquele sensor comum. É isso aí, para uma criança é desumano, você vê uma criança ali tomando 12 picadas, mais a agulhada que vai fazer a aplicação da insulina, então nós estamos fazendo esse projeto de lei para poder ajudar de alguma forma essas pessoas com essa deficiência do diabetes tipo 1. Um projeto recente, e também seu, que inclusive tem a ver um pouquinho com essa questão ainda da escola, mas agora falando da segurança. Você está pedindo mão única em frente às escolas. Por que isso? Qual é a importância de a gente pensar quando a gente fala em movimento de trânsito, em atravessar a rua e tudo mais, Otto? É isso aí, Mirna. Eu fui por dois bienes, presidente da comissão de mobilidade urbana e planejamento viário aqui dessa casa. Então nós apresentamos bastantes projetos ligados à mobilidade urbana e esse é mais um que vem para poder beneficiar as nossas crianças, os pais de alunos e principalmente em frente às escolas que naquele horário de pico, no horário de entrada e saída das escolas é aquela confusão. Nós temos os transportes escolares que param com prioridade na frente das escolas, nós temos os pais que param os veículos do outro lado da rua e nós temos o vai e vem da mão dupla, subindo e descendo. Então fica aquela confusão, então a gente organizando e deixando sentido único, com certeza todos os carros poderão parar dos dois lados da rua e automaticamente os veículos virão apenas de um lado. Isso vai trazer a segurança a todas as nossas crianças e também aos responsáveis que vão buscar as crianças na hora da entrada e também na hora da saída. Falando ainda em segurança, mas aí uma questão no que diz respeito aos animais, você também protocolou um projeto recentemente que trata aí dessa questão do uso da focinheira. Fala um pouquinho sobre isso. Eu lembro que eu te entrevistei, inclusive, na reunião, quando esse projeto foi protocolado, você falou que a gente tinha tido cada vez mais casos de ataques de cães de grande porte, As pessoas que estão ali numa praça, estão passando na rua, estão brincando, de repente o dono acha que está tudo sob controle e perde o controle num piscar de olhos, digamos assim. É isso aí, é uma lei que já existe no estado de São Paulo, mas infelizmente não tem a fiscalização de quem de direito para poder fiscalizar. Então, por isso que eu apresentei aqui esse projeto de lei na cidade de Campinas, que na verdade vai ser um substitutivo ao projeto, ao decreto dos animais aqui, dos animais da cidade de Campinas, que estabelece que todos os cachorros de grandes portes terão que usar focinheiras em praças públicas, em vias públicas e também em parcões, principalmente em parcões. Como você disse, nós vimos um crescimento muito grande de ataques a cachorros, a idosos, a crianças, isso que estão em vias públicas. Você mesmo disse, é uma coisa que acontece rapidamente, em um animal desse, uma mordida chega a quase mil quilos, de acordo com os estudos. E se eles fazem isso, olha só para você ver, se eles fazem isso com o seu próprio dono, seu próprio tutor, dirá com estranho. Vamos lá, nós tivemos aqui recentemente em Campinas um senhor que foi morto pelos seus dois pitbulls aqui na cidade de Campinas. E diversos ataques e relatos que nós tivemos aqui em Campinas e em todo o estado de São Paulo. Em Santa Catarina, recentemente, foi aprovada uma lei que proíbe a criação e a comercialização da raça Pitbull em todo o estado de Santa Catarina. Aqui, nós queremos somente preservar vidas e trazer segurança àquelas pessoas que frequentam as praças públicas. Vamos dar um exemplo. Aqui próximo da Santa Casa, nós temos um parcão que eu já recebi diversas mensagens que um proprietário de um pitbull, ele chega lá dentro do parcão e solta aquele cachorro que é um monstro, é gigantesco, não tem nada contra o cachorro, mas aqueles outros cachorros que estão lá dentro, aquela senhorinha que passa com o seu cachorrinho lá dentro do parcão, que é um local apropriado, ele vai lá e solta esse cachorro de grande porte, esse cachorro já atacou outros cachorros lá, tirou a vida de outro, então o que acontece? Ele está usando como um quintal da casa dele, Porque todos os dias da tarde ele vai lá e solta o pitbull. Como se o horário fosse dele. O horário fosse só dele, não respeitando o direito de ir e vir de outras pessoas. Então, se a lei for estabelecida aqui na cidade de Campinas, ele vai poder levar o cachorro dele. Mas com total segurança, trazendo segurança às pessoas que estão lá dentro do parcão e também aos outros animais de pequenos portos aqui na cidade de Campinas. Agora, vamos falar sobre metodologia de trabalho. Eu vi aqui no material que a sua assessoria nos enviou, falando sobre que você usa um gabinete móvel. Como que funciona isso? É isso aí, Mirna. Desde o primeiro mês, lá em 2021, eu tive a ideia de levar esse gabinete àquelas pessoas que, infelizmente, não têm o acesso à informação. A maioria delas não tem o acesso à informação, às redes sociais, porque não querem, aquelas pessoas antigas que não querem ter o WhatsApp, não querem ter Instagram, Facebook, etc. E muitas pessoas também não têm o acesso à informação por questão financeira, não têm a condição de ter um celular. Isso é verdade porque eu ando os quatro cantos da cidade. Então eu resolvi fazer um gabinete móvel. Nós vamos, a maioria dos bairros são periféricos, que a gente vai, para dar oportunidade de ouvir essas pessoas. Então, lá nós pegamos a demanda, fazemos a indicação e encaminhamos aos órgãos competentes. E tem dado resultado, porque as pessoas têm ligado e agradecido esse trabalho nosso. Mas como que você faz isso? É a sua equipe quem vai lá? Tem um dia da semana que você também aparece? Como que você... porque não dá para você também estar em todos os lugares todo o tempo, né? Cada dia o gabinete móvel está numa região diferente e eu passo pelo menos uma hora por dia para atender a população no gabinete móvel. Hoje mesmo eu estive no bairro Jardim Santa Terezinha e no momento que eu cheguei lá já tinha umas 10 pessoas para poder trazerem as demandas do bairro, da região. E eu tive a oportunidade de atendê-las ali durante uma hora, porque eu tenho agenda na cidade toda, né? Deixar bem claro, o vereador Otto Alejandro é vereador da cidade de Campinas, não sou vereador de região, de base, né? É, mas de toda forma, isso eu converso com todos os parlamentares aqui, Otto, que o vereador, ele representa a cidade toda. No entanto, a gente percebe que é óbvio que realmente a região onde ele cresceu, onde ele mora, ele acaba sendo mais demandado, porque ele conhece as pessoas, muitas vezes cresceu ali junto, cresceu naquela comunidade. Aí vem a cobrança. Vem a cobrança maior. No seu caso, existe também essa questão de, olha, eu fico mais ali, a gente vê, por exemplo, bastante coisa ali perto da entrada, indo pela Santos Dumont, aqueles bairros daquela região, Santa Terezinha, Ouro Preto, tudo mais. Lagoa do Migone, é isso aí. Como que é isso ali? É, eu cheguei aqui em Campinas em 1982, eu sou do Distrito Ouro Verde, dos meus quase 8 mil votos, eu acredito que 4 mil e 500 foram no Distrito Ouro Verde, como você disse, porque eu sou mais demandado. Ah, então vamos procurar o vereador, que ele é daqui, então é normal que eu tenha mais indicações lá para o Distrito Ouro Verde e também naquela região ali onde eu tenho comércio, que é na Lagoa do Mingone. Mas eu tenho recebido mensagem de toda a cidade de Campinas Então por isso que eu faço questão de passar uma hora por dia no gabinete E o restante eu gosto de fazer o atendimento na cidade, nos bairros onde o gabinete não chega Então eu estou à disposição de toda a cidade de Campinas O meu trabalho tem crescido muito nos quatro cantos da cidade Porque o nosso trabalho, como eu disse para você Mirna Logo quando eu assumi lá em janeiro de 2021 eu deixei de lado a minha outra função e me dediquei 100% à veerança. Então, a gente vai continuar nesse segundo mandato, não está sendo diferente. Eu estou nas ruas todos os dias, sábado, domingo. Então, aonde chamo o vereador Otto, faço questão de ir. Eu vejo bastante que o seu trabalho, principalmente em relação a indicações e requerimentos, Está muito pautado em algumas questões que tratam da pavimentação, infraestrutura, principalmente de núcleos residenciais. Fala um pouco para mim de como é esse trabalho ali nesses locais que, olha, a gente está aqui e não tem um asfalto, a gente está aqui e não tem uma drenagem, esse tipo de coisa. É isso aí, Mirna. Como eu disse, o Ouro Verde é gigantesco e eu trabalho bastante ali naquela região, próxima à Lagoa do Mingoni, ali tem aproximadamente 90 bairros, né? Então a gente, desde o primeiro mandato, nós conseguimos a realização de pavimentação de alguns bairros que a população esperava há 30, 40 anos. Vou dar um exemplo do próprio Parque São Paulo, que há 50 anos a população esperava, né? E logo quando eu assumi, eu fui lá, conversei com o prefeito Dario, conversei com o vice-prefeito Vandão eu pedi levei um abaixo-sinado para que eles incluíssem no meu bairro Bem Melhor 2 que é o programa de pavimentação aqui de Campinas eles conseguiram, então é natural que outros bairros também viram a nossa luta, viu que a nossa luta deu resultado, então toda vez que eles nos chamam, a gente vai e luta, então nós temos alguns bairros aí também que já está no nosso radar já estamos fazendo reuniões Tem alguns núcleos que só podem receber a melhoria de pavimentação a partir do momento que é feita a regularização fundiária. Alguns estão em processo, então? Alguns estão em processo, já estão incluídos no convênio da regularização fundiária, mas assim que sair, a gente já vai pedir a antecipação das melhorias no caso da pavimentação. E o lazer nesses locais? Então, o lazer é outra coisa, né? A gente tem, através das nossas emendas impositivas, feita a indicação à Secretaria de Serviços Públicos, muitas pessoas ainda falam assim, ah, vereador, mas você está fazendo muita praça. Eu sempre falo, é mais uma praça, mais uma praça. Sim, mais uma praça, porque além da qualidade de vida você trazer para a pessoa, colocando uma pista de caminhada, uma academia terceira idade, um playground para as crianças, você traz a valorização quer dizer, então é melhor a pessoa ter uma praça trazendo a qualidade de vida e a valorização pra ela na frente da casa dela, do que ter um ponto de descarte irregular, então eu faço questão, inclusive nós vamos indicar a emenda impositiva também novamente agora pro ano de dois mil e vinte e seis então nós já temos alguma planilha quero deixar aqui o nosso mandato à disposição de toda a cidade, você que tem aí uma demanda no seu bairro nossa, tem um local que é de descarte aqui Pode levar a gente lá, a gente vai correr atrás da viabilidade, fazer a indicação da emenda impositiva para mudar a realidade aí da região. E quando a gente pensa nessas praças, algumas delas receberam inclusive o projeto da areninha. Correto. Na areninha, um exemplo, é um local que é lá no DIC1, no Distrito Ouro Verde, próximo ao Bosque Augusto Rusque, que a população esperava e pedia essa areninha por muito e muito tempo. Então eu fui lá, assumi o compromisso, corri atrás dessa emenda, quero agradecer mais uma vez ao deputado Dirceu Dalbente Sumaré, que mandou parte do recurso para a construção dessa areninha, eu mandei parte da minha emenda impositiva, o prefeito Dário concluiu, então foi uma junção de emenda do governo do estado, uma emenda do gabinete do vereador Oto, uma emenda do governo executivo e hoje é uma realidade. trouxe a qualidade de vida e a valorização ali, porque a areninha, além de ter a pista de caminhada, ela tem iluminação de LED, ela tem arquibancada, é uma areninha que nós entregamos um pouco menos de um ano e já está precisando de manutenção. Por quê? Porque ela é muito usada ali na região. Não é vandalismo. Não é vandalismo. É sinal de uso. Então nós já fizemos a indicação à Secretaria de Esporte, à Secretaria de Serviços Públicos, para que faça a manutenção. Ela não precisa de manutenção porque ela foi vandalizada, ela foi porque ela está sendo usada, muito usada. Então aí me vem a pergunta, nós precisamos, pergunta ou a minha colocação, nós precisamos de mais areninhas. Por quê? Porque lá na região, essa é a única areninha pública. Nós temos outras areninhas, mas são privadas. Ou seja, o pessoal dos outros bairros, vamos lá no DIC1 na areninha. Vamos lá no DIC1, é isso daí. Sim. Agora, como eu perguntei, inclusive, sobre o vandalismo, porque a gente percebe que esse é um problema cultural, um problema de falta de educação ambiental, mas muitas vezes as pessoas falam, olha, a prefeitura veio aqui, limpou aqui esse terreno, passada uma hora, às vezes duas horas no máximo, já tem sujeira de novo. Quando a gente pensa, então, nesse outro processo, que é transformar aquela área numa praça que tem um parque, que tem algo ali que a comunidade acaba, digamos, que adotando, você percebe que esse problema diminui bastante ou ainda é algo a ser superado? Não, eu acredito e presenciei, vou dar um exemplo aqui, na rua Anália Franco, lá no DIC4. É uma área de mais de 3 mil metros quadrados, era uma área de descarte que só tinha entulho, bicho morto. O pessoal de toda a região ali do DIC4 iria e fazia o descarte lá. Então eu destinei meio milhão de reais, nós construímos lá uma pista de caminhada gigantesca, Campo de areia, campo de futebol, parcão, academia de terceira idade, playground para as crianças. Então trouxe a qualidade de vida e a valorização. E automaticamente, Mirna, a população foi procurar um outro lugar para poder fazer o descarte. Mas falando dessa parte de descarte, nós também já fizemos indicação para ecopontos no Distrito Ouro Verde, onde se faz necessário... Não tem nenhum ainda? Lá não tem. Então é preciso que a gente eduque as pessoas, ou você vai fazer um descarte do seu entulho, correto, então você vai lá no ecoponto, que lá é o local correto, mas hoje não tem, então a pessoa tem aquela desculpa, ah, eu vou jogar aqui, então a pessoa vai, como você disse, a gente vai, a prefeitura vai, limpa, passa cinco minutos, eu gosto de falar, que é o espírito de porco, vai lá e joga novamente, mesmo sabendo que está limpo, mas eu tenho visto que a partir do momento que a gente ocupa esse espaço com área de lazer, automaticamente eles param de jogar nesse local. A gente está falando inclusive de uma reação positiva quando o serviço público chega até o bairro, vamos falar um pouquinho de cultura. Você que destinou, inclusive, emendas impositivas para a área da cultura, como que tem sido também levar a cultura para esses bairros, para esses locais que nem sempre tem condições de, por exemplo, vir até a Estação Cultura, ir até o Taquarau e outros locais conhecidamente da nossa cidade? É respeito à população que mais precisa, né? Eu fiz questão de indicar essa emenda para a Secretaria de Cultura para que a gente levasse até eles festividades. Vamos dar um exemplo sobre as festas juninas, festas julinas. Vou dar um exemplo aqui do Parque Valença II. É um dos últimos bairros lá no Distrito Campo Grande, é onde a população nunca teve nada de atrativo lá no Parque Valença II. E quando eu fui chamado para poder fazer a revitalização de um local, de uma praça que estava abandonada há alguns anos, eu fiquei tão sensibilizado que automaticamente eu peguei o telefone e liguei para a Secretaria de Cultura. Secretária, eu destinei parte da minha emenda aí para a Secretaria de Cultura. Então, eu gostaria que a senhora incluísse nas festividades juninas ou julinas, aqui o Parque Valença 2. Então, hoje já é o segundo ano que a prefeitura realiza lá no Parque Valença 2, a festa junina, a festa junina. Então, trouxe alegria, trouxe entretenimento, trouxe geração de emprego, trouxe geração de renda, né? Porque isso inclui tudo, porque a festa junina, os próprios comerciantes lá do bairro, Ele vai lá, monta a barraquinha dele, vende lá o seu doce, vende o seu quentão, então a população está muito contente, então não só lá, mas em toda a região aí da periferia de Campinas, a gente tem destinado a verba para poder fomentar essa questão da cultura. E além disso também, a gente valorizar aqui em Campinas o antigo mobilismo, eu faço questão muito de ajudar, né? Ah, você é super ativo, né? Eu vejo as redes sociais, sempre... Nós fizemos uma reunião, acredito que há dois anos atrás, junto com o prefeito Dário. Hoje existe aqui mais de 15 equipes do antigo mobilismo, que chega a quase mil veículos antigos na cidade. Então, eles sempre faziam os encontros deles sem o apoio da prefeitura. Então, nós estabelecemos aqui no município e foi estipulado o dia do antigo mobilismo na cidade. É lá no Chapadão que é feito o evento? Temos em vários locais. O primeiro domingo, todo primeiro domingo de cada mês é na praça, ali no Jardim do Trevo, atrás do Nacional Wynn, do hotel. Segundo domingo do mês é feito na Pedreira do Chapadão e o terceiro e quarto fica a critério deles, com os trimestrais, os anuais. Então a gente tem destinado parte da nossa emenda impositiva para poder valorizar esses amantes do antigo mobilismo na cidade. E além disso daí também, estabelecemos aqui na cidade o dia do motociclista, né? Então, para poder valorizar os motoclubes, que eu quero também dar os parabéns a alguns deles, né? Você fez, inclusive, solenidades aqui para alguns deles, né? Isso, nós fizemos ao Motoclube Insanos, que faz um trabalho fantástico de ação social, um trabalho de doação de sangue, né? O Motoclube Insanos é um dos maiores do Brasil, então às vezes o pessoal olha e fala assim, nossa, mas motociclista, eu estou meio assustado, aqueles caras todos de preto, barbudo, mas não conhecem o trabalho social que eles fazem, que é de muito valor e ajuda muito a população que mais precisa aqui no município de Campinas. Então, nós incentivamos eles também, que é uma forma de agradecer todo o trabalho social que eles fazem na cidade. Então, a gente agora, através dessa semana do motociclista em Campinas, a gente tem valorizado o Motoclube Insano, os Abutres, o Bárbaros, os Canalhas e tem vários outros aí que a gente ajuda, porque eles fazem esse trabalho social aqui em Campinas. Agora Otto, recentemente você acabou entrando em uma discussão importante aqui na Câmara Quando em uma das reuniões ordinárias Veio aqui um grupo de motociclistas por aplicativo Que é uma questão que ainda é um calcanhar de Aquiles na nossa cidade E eu lembro que você foi um dos vereadores que recebeu esse grupo Se dispôs a participar de reuniões com eles De debater esse tema com eles que é a questão da legalização do trabalho de moto por aplicativo em Campinas. Como que está isso? É isso aí, Mirna. Na verdade, a gente viu que outros vereadores, alguns vereadores estavam mobilizando e incentivando esses trabalhadores a fazerem manifestações, motocicletas em frente à prefeitura, etc. E eu falei assim, não é fazendo movimentações, gritarias, buzinas que a gente vai resolver. Então eu apresentei aqui nessa casa uma frente parlamentar para debater a regulamentação do transporte por aplicativo em duas rodas. Nós sabemos que em nenhum lugar do país ainda é autorizado, já tem um projeto de lei tramitando na Câmara dos Deputados para incluir no transporte por aplicativo a categoria A, que é de moto, que hoje só é autorizada a categoria B. então nós fizemos a primeira reunião aqui ouvindo esses trabalhadores nós sabemos que eles foram conduzidos ao erro falando que a Indec estava fazendo uma perseguição que a Indec já tinha atuado mais de mil multas a esses trabalhadores então eu fiz questão de convidar o presidente da Indec, o Vinicius o secretário de transportes Fernando de Caires para vir aqui fazer o esclarecimento a todos eles E aqui o presidente da INDEC provou em documentos que realmente de janeiro até a data de um mês atrás tinham sido feitas 68 atuações a motociclistas nas cidades, mas foram 68, mas não foram porque eles estavam fazendo por transporte por aplicativo. 50 delas foram feitas porque estavam com pneu carétrica Outras porque estavam com o escapamento furado Fazendo algazar, fazendo barulho, etc Outros por estarem alcoolizados Então a gente mostrou para eles que não existe uma perseguição Mesmo sabendo que o trabalho que eles estão fazendo ainda não está regulamentado Então hoje está errado Mas é uma realidade, né Otto? Que está aí, está colocada Está colocada Então nós temos essa frente parlamentar eu estive em Brasília há pouco tempo também, na semana retrasada, acompanhando a comissão de estudos para regulamentação e para tentar agilizar, mas nós sabemos que não é fácil, não é a gente querer somente agradar os trabalhadores que querem fazer esse tipo de trabalho, fazer o transporte por aplicativo, mas nós temos que ouvir a parte de saúde, nós temos que ouvir a sociedade civil, Se a população concorda com esse tipo de aplicativo Porque se a gente autorizar todos Você imagine quantas motos nós teremos em Campinas Hoje eles falam aproximadamente em 500 já estão trabalhando Que cada um faz de 10 a 20 corridas por dia Mesmo estando inadimplentes, correto? Você imagine só a hora que estiver regulamentado quantos motociclistas e motoristas por transporte por aplicativos em duas rodas nós teremos na cidade de Campinas. Então, eu acho que a Frente Parlamentar veio para poder debater tudo isso daí. Então, são duas coisas. Primeiro, o motociclista que transporta pessoas e o motociclista que faz entrega, por exemplo, de comida, coisas desse tipo. Tudo isso é irregular? Tudo, não. Não, hoje o que é irregular é o motorista que carrega as pessoas, que vão mudar. Muitos falam que é o mototáxi, o mototáxi já tem uma lei, se eu não me engano, em 2012, que proíbe o mototáxi na cidade, tudo bem. Se a gente hoje quisesse voltar para debater e transformar esses motoristas de transporte por aplicativo, por duas rodas, e a gente tentar revogar a lei que foi proibida aqui na cidade do mototáxi, A gente poderia, era mais rápido? Era mais rápido. Só que aí eles iam ter que ser igual o táxi. Ia ter normas, regras para eles cumprirem. Ia ter que ter moto a cada dois anos, apenas com dois anos de uso. A regra do carro também é dez anos, não é isso? É dez anos, mas da moto eles falam que é menos, baseado em outras cidades. Então não é viável, porque eles iam ter que pagar taxa para a prefeitura e etc. Tem que cumprir regra e agora autorizando lá em Brasília, na Câmara dos Deputados, a categoria A, aí todos os municípios vão ter que fazer a regulamentação. Então a gente tem que aguardar, na verdade, uma decisão lá em Brasília para que então Campinas pense dentro do seu regulamento de transporte por aplicativo, que hoje a gente tem uma lei específica para isso, incluir então os motociclistas. É isso daí. O motorista por aplicativo em duas rodas, que é a categoria A. Então, é uma discussão que não vai acabar agora. Eu deixei bem claro para eles, naquele dia que eles vieram aí, que não vai resolver da noite para o dia. Outros vereadores tentaram deixar claro para eles que era fácil resolver da noite para o dia, mas não é. Só para você ter uma ideia, nós fizemos uma indicação aqui para poder beneficiar os motoboys, os motoristas, entregadores, etc. Que é para estabelecer na cidade, nas principais vias, aquela faixa azul. Só que o município não tem autonomia para poder fazer. Ele precisa de autorização de outros órgãos de trânsito para poder fazer implantação na cidade. Hoje, no máximo, o que a gente tem é aquele bolsão, que isso já tem em bastantes semáforos, principalmente das principais vias. Isso que é a vaga exclusiva para eles na frente, para eles aguardarem o semáforo. Que melhora bastante o trânsito. Melhora bastante também. Sim. Agora, Otto, essa frente parlamentar, ela deve continuar aí, então, perpetuar com novos encontros. Inclusive, você falou que pretende ouvir outros segmentos da sociedade civil. Os segmentos, então muito em breve nós vamos estar ouvindo, nós estamos acompanhando o que está acontecendo em Brasília, porque assim que tiver uma resposta lá, eles estão lutando para poder ser pautado, porque o que vai resolver é incluir a nível nacional no transporte, na regulamentação para o transporte por aplicativo, a categoria A. Aí libera no Brasil todo. Sim, aí a gente pega e adapta as nossas leis municipais. Já que você está falando em motociclista, eu gostaria de fazer, aproveitar a oportunidade e falar de uma indicação que eu fiz também, que é o Espaço Motoboy, para a gente valorizar esses entregadores, esse pessoal que anda de moto na cidade, que já foi feito na cidade de Sorocaba, eu estive lá com o prefeito Manga, quero agradecer mais uma vez pela receptividade. e é um espaço motoboy, enquanto esses trabalhadores estão trabalhando, fazendo as entregas, eles vão ter um local específico aqui na cidade, é uma parceria público-privada e esse local vai contar com dois banheiros, masculino e feminino, esse local vai ter uma sala com uma área de descanso, com sofá, televisão, ar-condicionado e uma cozinha ampla com micro-ondas, com pia, com fogão, etc. para aqueles que estão trabalhando, esperando o chamado ali por aplicativo para poder fazer a sua entrega, eles terem um local para eles. Porque hoje o que a gente vê na prática em Campinas é que a maioria espera num canto, num recuo, embaixo de uma árvore. É isso daí. Então, eu já fiz essa indicação, a gente já tem conversado com a Brasel, que é a Associação de Bares e Restaurantes, justamente para eles custearem parte desse espaço motoboy. Eles têm interesse? Têm interesse, sim, porque eles são os mais beneficiados, porque cada restaurante que faz a sua entrega, cada bar que faz a sua entrega tem ali o seu motoboy, tem o seu motoboy do iFood, etc. Então isso daí, sem dúvida nenhuma, vai beneficiar esses trabalhadores. Então é mais uma indicação do nosso mandato. Então eu estou fazendo essa correria para poder fazer essa parceria público-privada para poder beneficiá-los aí. A gente falou de emenda impositiva e nós estamos chegando na época da emenda impositiva. O orçamento já está aqui na Câmara. A gente percebe que cada vez mais representantes de bairros, representantes de organizações vêm até o Legislativo conversar com os vereadores justamente para pleitear um montante dessas emendas impositivas e, de acordo com a lei, 50% desse montante vai para a saúde e os outros 50% pode ser distribuído em várias pastas. O que você já está pensando para as emendas impositivas de 2026? Já tem algumas prioridades? Os 50% ainda da área da saúde, nós temos como em 2022, 2023 eu já tinha indicado para a rede Mário Gatti para poder fazer a climatização de 18 centros de saúde. Infelizmente não entregaram tudo o que a gente custeou para poder fazer. Então agora eu tenho andado nos centros de saúde para ver a demanda de cada um, então nós vamos destinar parte desse valor que nós temos para 2026 para os centros de saúde, onde eles têm nos procurado. E os outros 50%, nós temos ouvidos hospitais filantrópicos que têm nos procurado também. Nós temos ouvido o pessoal da Beneficência Portuguesa, a própria PUC, a Maternidade de Campinas, que faz um trabalho sensacional há muitos e muitos anos aqui. Não nasci lá não, nasci em São Paulo. Eu nasci na maternidade. Então, eles têm, a gente tem ouvido, então a gente vai fazer, vai tentar fazer um milagre aí e mandar um pouquinho para cada um para ajudar todas as áreas aí na saúde. Os outros 50%, a gente vai continuar mandando para a área da cultura para poder a gente manter viva esse entretenimento na periferia. nós vamos mandar para os serviços públicos para a gente continuar revitalizando esses locais aí que estão abandonados e sendo usados como área de descarte, né? Para poder a gente construir essas praças, para trazer a valorização e a qualidade de vida dessas pessoas que precisam. E a gente está aí, está à disposição, está aberto para poder ouvir a demanda da população para a gente fazer as indicações necessárias. E quem quiser falar com o gabinete do Oto? O gabinete do Otto é o 3736 1550, temos aí também o Instagram Otto Alejandro, temos o Facebook também Otto Alejandro e também através do gabinete móvel que está cada dia num bairro da cidade de Campinas. Mas aí nas suas redes sociais tem onde ele vai estar para as pessoas poderem procurar também. A gente tem divulgado essa relação para a população saber, olha que bacana o gabinete do vereador Otto vai estar aqui hoje, então eu vou lá falar com ele. Então a gente está à disposição. Lembrando novamente que eu não fico o dia inteiro, fico aproximadamente uma hora durante... Mas você tem uma equipe lá também, mesmo que você não esteja. Mas a equipe fica o dia inteiro lá para poder pegar todas as demandas. Tá certo, então, Otto, muito obrigada, viu? Muito obrigada. E até a próxima. Mirna, muito obrigado, Deus abençoe mais uma vez todos vocês aqui da TV Câmara, muito obrigado a todos que nos assistem aí, Deus abençoe e estamos à disposição de toda a cidade de Campinas, valeu. Tá certo, então. Na Casa do Povo fica por aqui. Lembrando que você pode ir lá no youtube.com.br, TV Câmara Campinas. Você procura na playlist Na Casa do Povo. Nós temos, inclusive, as outras participações aqui no nosso podcast do vereador Otto Alejandro e também um bate-papo com todos os parlamentares da Câmara Municipal de Campinas. Até um próximo Na Casa do Povo. Legenda Adriana Zanotto
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