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[Música] [Música] Olá, mais um podcast na Casa do Povo no ar. E hoje o nosso convidado estreando aqui no na Casa do Povo, o vereador Benelima. é ele quem vai conversar com a gente, falar um pouquinho da nossa, da história dele de vida aqui na nossa cidade. Só que antes da gente começar, como é de pra eu vou fazer a minha auto e audiodescrição e depois o vereador também. O meu nome é Mirna Breu, eu sou mulher negra de pele clara, tenho os cabelos encaracolados na altura dos ombros e olha só, eles estão com mechas loiras. Hoje eu estou aqui com uma roupa, é uma blusa, né, de gola preta, mas ela é toda verde. Ao meu fundo, eu tenho o estúdio do Na Casa do Povo todo em preto. À minha esquerda, o logotipo do nosso podcast Na Casa do Povo, escrito em Azul e Branco. Vereador Benelima, seja bem-vindo e eu já o convido também a fazer a sua audiodescrição. Obrigado. É, sou um homem de 1,82 m, me considero pardo, embora a justiça eleitoral falou que eu sou branco, mas me considero pardo. Tenho barba, cabelos curtos, eh uso roupa social. Hoje eu tô com uma roupa social azul e ao meu fundo um fundo preto e uma TV escrito Na Casa do Povo. Tá certo? Então, olha, Benedito Pereira Lima nasceu em Elias Fausto, bem pertinho aqui de Campinas, né, vereador? fala um pouquinho de como foi essa infância lá em Elias Fausto, se tem irmãos, conta um pouquinho da sua história lá. É, eu nasci em Elias Fausto, eh, somos uma em oito irmãos. É uma, tive uma infância muito difícil. Eh, minha mãe criou os filhos sozinhos. Eh, não, ela só teve teve um marido, o primeiro marido dela, ela teve quatro filhos, aí ele faleceu. Daí o segundo marido, ela teve quatro filhos, mas nunca foi casada. Só teve quatro filhos com você é filho do primeiro casamento ou do segundo? Do segundo. É o primeiro do segundo casamento. Como que, qual que é a ordem aí? O penúltimo. O penúltimo. Quase rapinha do tacho. Quase raspinha do taxa. Tava acabando de fazer os filhos. Eu falou: "Vou fazer mais um para lá para dar parte." E são todos homens? São eh cinco mulheres e três homens. E três homens. Você menciona que a infância foi algo bem difícil. Difícil em que sentido? Olha, eh, eu lidava muito com a pobreza, não eh a dificuldade, né, financeira. A minha mãe era, ela sempre trabalhou na roça, na lavradora. Tá, mas eu nunca me vitimizei por isso. É, tanto E lá era o quê? Tu falou que é roça, é plantava o quê? Ela, ela, minha mãe mexia com roça de tomate. Tomate aqui em Elias Faust. Ainda tem plantação de tomate lá ou que que produz geralmente lá? Ah, tomate, pimentão. Ela tem ainda agora a maior parte ela hoje o que o que rende mais é a cana de açúcar, né? Tá. Mas a minha mãe, ela mexia com tomate na época e eu via muito pouco minha mãe que ela chegava, ela sa Mas aí você não chegou a trabalhar na roça ou chegou também? Trabalhei com a minha mãe. Ah, é? 14 anos trabalhava na roça. No tomate mesmo. Ou era outra? Tomate? Era tomate e pimentão. Tomate e pimentão. Isso. Certo. E os irmãos também trabalhavam todos juntos? Trabalhava também com a minha mãe. E dava tempo de estudar, vereadora? Dava. Dava tempo de estudar. Dava. Ia de manhã e à tarde eu ia pra escola. Era escola agrícola ou não? Não, é escola estadual normal. Normal na na par. Só que também não trabalhei muito porque logo eu fui pr pra guardinha. Eu não queria aquela não queria aquela vida para lá em Elias Fausto mesmo. Lá tem guardinha igual. É mais ou menos nesse mesmo modelo de camp patrulheiros. É a mesma coisa. Chamava na época chamava guardinha. E aí eu fui até mandei no podcast eu fui para uma empresa chamada Pquipel. Hum. E aí eu fiquei acho que se eu não me engano na época foi foram dois anos. Aí quando eu fiz 17 anos, eu falei para minha mãe: "Mãe, eu não quero essa vida para mim aquele de ali as falas, eu vou mudar para Campinas". Ué, mas que que você fazia lá na Pacpel? Eu fazia, eu embalava, é lá é uma fábrica que faz esses insumos para pão, saco de pão, tal. E quando fazia embalagem, né? E quando ficava pronto, eu embalava, eu passava, embalava a embalagem, embalava embala, passava um filme na embalagem para pro motorista entregar. Entendi. Certo. Para não sujar a parte logística dessa fazer a parte logística. E aí eu falei: "Não, essa vida não é para mim não, essa vida eh ficar ganhando pouco, né?" Daí eu falei: "Ah, vou tentar minha vida fora". Ainda guardinha, ainda guardinha. Guardinha ganhou um salário mínimo. É, sou um pouco menos até. Na época era R$ 380, R$ 380, certo? Vale memória. E minha irmã estudava aqui em Campinas. Minha irmã fazia curso técnico no Senac. Hum. E ela ia e voltava todos os dias. Ah, então ninguém veio direto morar para Campinas. Quem estudava e voltava todo dia. Não, era minha irmã, certo? Aí minha irmã veio pra Campina e e voltava. Mas não é na fase do quartel. Como que você fez essa mudança? Não, eu não. Se inscreveu pro quartel lá ou aqui? Não, lá alistou. É verdade, gente, não é inscrição, é alistamento. Exendo. Só que cidadzinha pequena. Eh, eles já dispensam direto, não tem esse chamamento. Ah, incrível. E aí eu já fui dispensado e aí eu falei: "Minha mãe, ó, vou mudar para Campinas." E como foi? Veio sozinho para cá? Não, vi com a minha irmã que estudava. Minha Aí ela falou: "Também vou morar com você". É, já a gente já fez, fizemos juntos. Aí eu lembro que a minha mãe até hoje, ela fala, ela falou uma única frase para mim, ó, só não usa droga. Eh, foi o suficiente, né, para honrar pai e mãe, né? A Bíblia fala para honrar pai e mãe, né? E aí foi isso. Eu vim para Campinas, eu vim, eu lembro até hoje, eu só tinha um colchãozinho de solteiro. E veio morar em que bairro? No centro. Sempre no centro. Ah, sempre no centro. 17 anos morando no centro. Sim. E aí eu eu comecei mudei pro centro, aí eu prestei PUC. Sim. Aí eu não passei na PUC no primeiro no primeiro ano. Prestou o quê? P direito. Ah, ali na ainda era no pátio dos leões ali. Isso. Eu morava do lado do pátio leões. Eu não passei. Aí nisso eu fui estudar na Anhanguera. Tá. Direito também. Direito também. Aí eu na Qual faca que vocês estão vendo? na três na na John Boy da Mogi. Ah, da a Campinas Mogi ali da saída que é hoje o maior colégio eleitoral da cidade. E aí eu eu peguei e quando eu tava na FAC, a PUC me chamou na lista de espera. Aí eu tranquei a fac e fui pra PUC. Sim. Aí eu tive uma dificuldade muito grande. Você era bolsista na PUC? Não, não, eu pagava, certo? E eu tive uma dificuldade muito grande, porque você sai de uma escola pública, nunca tive acesso uma escola particular, aí você vai para uma escola particular, você toma um, né, um tombo, né, porque é uma rotina totalmente diferente, tem que se dedicar muito. Estudava que horário? À noite ou de manhã? Tava sempre período noturno. É noturno. E aqui em Campinas, enquanto tava nessa nesse processo de estudar direito, consegui um emprego aqui. Olha, eu consegui um emprego que eu falo que foi onde mudou minha vida, foi minha escola e mudou minha vida foi a Casa Bahia. Tenho muito orgulho de ter trabalhado lá. Eu f Trabalhou em qual unidade de lá? A da regi Feijó do centro. Tá perto ali da catedral. É isso? Perto da catedral. E o meu eleitorado hoje é, tem muita gente que que foi cliente meu, pessoas que me conhecem, pessoas, bom vendedor, bom vendedor e atingia as metas, sempre atingia tant que fiquei se anos lá na Olha, na Casa Bahia. E a Casa Bahia ela, ela foi uma mãe para mim também, né? Mãe e um pai, né? Na verdade, um pai que eu não tive, né? Por quê? A Casa Bahia pagava minha faculdade. Assim, ela, eu pagava, acho que se eu não me engano, era 100. se não fal memória na época. E aí eu levava o boleto para eles me reembolsava R$ 700 que era metade. Então assim, isso me ajudou super incentivo, né? Me ajudou muito isso. E aí a Casa Bahia eu consegui comprar meus dois primeiros imóveis eu comprei na Casa Bahia. Então assim, a Casa Bahia eu eu fiz minha vida. Tem eterna gratidão por esse trabalho. Foi meu meu pai que eu não tive a Casa Bahia. Olha que legal. E aí, inclusive você tá mencionando que não teve seu pai porque sua mãe, ele ele não era um pai presente ou ele faleceu? Não, ele não foi um pai presente. Presente. Entendi. Com isso, morando aqui, trabalhando, atingindo as metas nas casas do Bahia lá como super vendedor do mês, vendedor do ano, ganhando as premiações. Era mais ou menos nesse nível, Benê? Sim, era todo mês. É, o meu salário na Casa Bahia girava em torno de R$ 6.000, Então tinha uma renda muito boa eh naquele tempo. Eh, tanto que para mim entrar na Casa Bahia naquela época era parecia um concurso público porque todo mundo queria, porque era uma empresa muito boa e tal. Parecia um concurso público para entrar lá. Todo mundo queria entrar naquela empresa. E eu demorei um tempo, ficava passando lá, ficava insistindo pro gerente, falava assim: "Ô, me arruma emprego, me arruma emprego". Pela minha insistência ele arrumou. É o gerente Silva até até uma eterna gratidão por ele. Aí ele trabalha lá ainda? Trabalha, trabalha ela ainda. Nada, regente, feijão mesmo. Não, não. A Casa Bahia ela tem essa questão, ela muda sempre a loja, tá? Mas ele é gerente na Casa Bahia e ele me contratou, me dá essa oportunidade. Na verdade, acredito muito em Deus, né, assim, que Deus tem plano para vida das pessoas. E aí eu abracei essa oportunidade, mudei minha vida. Eh, se formou, me formei. Me formei. Eu Chegou a prestar OAB ou nesse momento prestei OAB? Não, prestei a OAB, passei no OAB. Aí na segunda fase e eu fiquei por causa de um ponto, não recorri. É difícil, né? OAB pessoal tem que estudar de novo para prestar a OAB. É, é, tem os cursos intensivos, né? Mas eu sou a favor da OAB porque com a OAB já tem alguns advogados que são que desmerecem a classe, né? Imagine sem a OAB, né? Certo. Mas eh uma eterna ctidão. Casa Bahia. Comprei imóvel, acho que eu minha vida mesmo, meu patrimônio eu fiz na Casa Bahia. Na Casa Bahia. Olha só. Inclusive a minha vida política também começou na Casa da Bahia. É, mas essas essa história da vida política, vamos guardar segredo, ó. Hoje a gente combina que hoje não fala de vida polícia na próxima, senão como que a gente vai contar minha vida inteira aqui em 5 minutos. Ah, não, não. Ó, tem 45 minutos esse programa. Como que você vai contar em 5 minutos? Vai ter que tirar bastante história, hein? para é fazer um resumão, mas eu consegui o pouco quando você falou dessa dessa questão de da um pouquinho da sua história, vamos ver aqui o que que mandaram. A gente tem algumas fotos suas, a gente guardou as fotos políticas para o próximo programa, mas vamos ver algumas fotos e você vai me dizer que foto é essa. Me conta. Aí eu tava em Lisboa, foi minha primeira viagem internacional. Ah, é? Quando foi essa viagem? Olha, se não me fale memória, essa foi 2017, hã, que eu tinha ido para Lisboa. E como foi essa proposta de vou para Lisboa? Como surgiu? Já era um desejo antigo de para Portugal? Como que era isso? Olha, eh, na verdade, a ligação de do Brasil Portugal é muito grande, né? E aí eu eu escolhi um país que não precisaria de vício, fosse menos burocrático para entrar e que eu soubesse falar a língua, né? Então eu decidi ir para Portugal. Gostei muito da da cultura deles, embora eles ten um pouco de preconceito com os brasileiros, mas eu gostei bastante de lá. E quanto tempo você ficou lá? Fiquei 15 dias. 15 dias. Mas conhecia já alguém lá que ficou te ajudando ou não? Foi tudo novo? Não, foi tudo novo. Na verdade, quando eu cheguei lá, eu até preferi, eu até eu até dou uma dica aqui, quando for viajar, não pega um hotel chique, porque você vai para conhecer o lugar, não fica no hotel, né? Sim. E eu peguei um hostel justamente para isso, para fazer amizade, né? E aí eu conheci alguns brasileiros lá. É aquela questão mais do mochileiro ou não? Sim. É o mochileiro geralmente ele fica muito em hostel porque compartilha o quarto e deixa lá o armário só fechado. Não é uma coisa assim ou não? Isso. Isso é fora assim nem precisa muito trancar, né? Porque assim, eles não tem cultura de pegarem coisas das pessoas, né? Mas eh eu fiquei em hostel. Eu conheci algumas pessoas lá e ele me apresentou Portugal, saí. Tá. E fora Lisboa, para onde você foi lá? Eh, ó, de todos os países. É, eu já fui para Portugal, Alemanha, fui paraa Suíça, Itália. Cada ano uma viagem ou duas por ano? França? Duas por ano. Duas por ano. Que legal. E já na Casa Bahia fazia isso ou foi depois? Não, na Casa Bahia. Na Casa Bahia eu viajei, ã, tinha férias? Tinha férias. Ã, a primeira viagem quando a segunda viagem foi paraos Estados Unidos, que eu tirei o visto quando eu estava na Casa do Bahia também. Eu até achei que não ia provar, tava ganhando, acho que na época não era muito o salário, né, no começo. E aí eu fui no visto, passou, fez aquela entrevista lá que todo mundo vai morrendo de medo, morendo medo, tal. É, lá tem que ser autêntico, né? Vai autêntico lá e e passa. Foi lá em São Paulo. São Paulo. É como que é essa entrevista? É, ela é tenebrosa, sim, porque as pessoas colocam muito medo, mas ela foi, para mim foi bem tranquila. Acho se você falar a verdade lá, tá tranquila. Que as pessoas, a maioria das pessoas quando mentem, elas ficam nervosas assim. Então, eh, acaba que dando nervosismo, eles reprovam o visto, né? Hum. E aí eu passei de primeiro e tal, depois eu fui paraos Estados Unidos também. Ah, é? Estados Unidos já fui algumas vezes. E lá você conheceu que lugar? Estados Unidos já fui para Orlando. A primeira vez que fui para Orlando. Fui para Orlando, Miami, Nova York e Filadélfia. Vai sozinho, vai acompanhado? Como que é isso? Agora, agora, atualmente, minha irmã mora lá, né? Tá. Essa que morava em Campinas. Essa morava em Campinas. Ela casa, foi paraos Estados Unidos. E agora eu fico na casa dela. Então eu tenho minha irmã, tenho duas irmãs lá nos Estados Unidos e tenho amigas também. Eu fico com eles. Ah, então sempre tem lugar para ficar. Mas eu fui com o meu irmão a vez que eu fui. É, fui para com ele. Hoje seus irmãos moram em Campinas? Moram em Elias Fausto. Como que é isso? Moro todos em Elias Fausto. Todas. Você em Campinas e duas nos Estados Unidos. Isso é. Eu rece. Tem algum outro irmão que mora fora? Não. Tem um no Guarujá também, que é aqui pertinho também. Já tem um lugar para ir pra praia. Tem um lugar para ir pra praia também. Ah, e gosta de praia falando nisso, não, prefiro água doce. Eu gosto eu gosto de ir na praia só pr pr sentir a brisa do mar. A brisa é, mas eu prefiro água doce. Eu não gosto muito de água salgada. Mas aí água doce para pescar ou para nadar? Não, para nadar detesto pescar. Não tem paciência. Ah, é, né? Não pode conversar, né? Não tem paciência nenhuma de ficar. Ah, eu também não tenho não. Já fui até em pesqueiro, mas não peço nada. Eu prefiro mil vezes nadar. É cachoeira. Gosta de cachoeira. Cachoeira. Tanto que eu tenho uma história aqui, ó. Quebrei meu fêmor na cachoeira. Quem joquinha de uma vez quebrei o fêmor. Por quê? Foi pular pulando em cachoeira. Quebrei o fêmor. Uma dor insuportável. Só perde pr pra pedra no rim. Mas é uma dor bem insuportável. Mas por o que que você bateu numa pedra? É, na verdade tava todo mundo pulando. Aí tá. E aí eu atravessei andando pelas pedras. Fal preguiça de voltar de novo pelas pedras que cansa um pouco, né? Eu falava: "Vou pelo rio." A hora que eu fui pelo rio, pulei, já quebrei. Só que daí eu consegui nadar até a margem. É. Daí meu primo, um primo meu me pegou aí. Aí tem 26 km de estrada de terra. Aí aquela dor insuportável até. Eles mesmos então que te levaram pro bolo. É porque a ambulância ia chegar muito, demorar muito e aí tem aquela aquela sensação de vergonha também que as pessoas vão ficar te olhando, tal. Aí eu decidi ir por conta própria pro hospital. Mas foi uma dor insuportável ela, mas ainda ela perde pro pra dor da pedra no rim. Já teve pedra no rim dor insuportável. É uma dor insuportável a pedra rim. Mas tá tudo bem com o rim agora. Tá tudo certo. Já saiu. E com fêmor duas também. Ah, o femor não tá mais porque eles colocou uma plaquinha, então nunca mais ficou normal. Só que graças a Deus eu fiquei com os pés retinho. Não tem não tem desvio. Faz tempo isso, Benê? Fazem se anos. Ah, faz tempão. Não, oito anos já. Oito anos. Desculpa. Ah, faz um tempo. É, já calcificou já. Ah, já tá tudo. Mas aí tem esse problema, né, que eu viajo muito. Eu gosto de viajar para fora e aí quando eu viajo para fora, que eu vou passar naquelas máquina, toda vez me tira da fila, aí me revista toda vez, aí faz tirar sapato, tal. E mesmo que leve um laudo médico, alguma coisa, tem Ah, não, mas eu eu como é firme, eu baixo a calça e mostro. Fala, tem p vergonha com isso. Lá e mostra a calça e tá tudo certo. Ah, então não precisa andar com laudo médico, não. Não precisa. Só mostrar. Eu mostro cicatriz, mas ele passa para o aparelho também. Sim, eles perguntam o que que é. Mas aí você já avisa antes ou espera o RX fazer aquele barulhinho? Já aviso, aviso, já aviso para. Ó, gente, ó, agora vocês se preparem que agora vai aptar aqui. Eu falo assim, ó, tenho fêor, já mostro aqui, ó. Tenho hã o fêmor quebrado. Hã, ó, o que dif assim, na verdade, o for quebrado, ele se dificulta, por exemplo, não consigo correr muito, dói um pouco. Entendi. Mais ou menos. Faz alguma atividade desportiva? Não, tô sedentindo vai praticar. Inclusive, vou começar a fazer academia agora, porque é, a gente não pode esperar doença chegar pra gente praticar algum esporte, né? É. Você tem quantos anos? Tenho 37. É, dá para fazer bastante coisa, hein? Dá para fazer bastante coisa. Mas mas o fêmeor não traz uma limitação? Só se você quiser discurrer isso? Traz não. Na verdade assim, o fêmor ele traz uma dor, traz uma dor suportável bem pouquinha, incomoda, mas é, se você for fazendo com frequência, você vai perder essa dor. O médico já falou isso para mim. Eh, eh, é uma autosabotagem minha mesmo. Entendi. Então, hora de voltar, né, Benê? Eh, e mais e Cachoeira, depois disso, passado todo o susto, passado esse período de, né, a gente tá falando aí de 8 anos, hoje você voltou a a frequentar cachoeira? Sim, frequento bastante cachoeira, já foi bastante depois disso. Ah, então já dá uma dica para quem tá assistindo, né? Aqui na nossa região nós temos cachoeiras que são legais de Olha, tem a de Joaquim Egídio, que ela é muito legal. Mas é que ponto ali de de Joaquim? Ah, perto da antiga Hidraelétrica. Só que o problema lá até uma sugestão aqui pro executivo, eh, inclusive para mim também fazer uma um requerimento lá. O problema das pessoas educação em sujar, eles sujam muito lá. Tem muitas não na cachoeira, mas onde você tá falando o que ali na ali naquela ponte. Isso. Mas ali ainda é Campinas. É Campinas. Joaquim Egídio. Tá. Eu achei que ali já era pedreira porque tá quase indo pra Pedreira. É quase divisa. Mas ali é muito legal, vai bastante família lá, só que eu vejo que eles deixam muita sujeira lá, eles não carrega o lixo, né? Não lembra. É, a gente tem uma questão de educação também. É uma questão de educação, né? Nem questão do prefeito, nem do vereador, né? É questão de conscientização da população mesmo. Mas ali é muito gostoso assim. E fora, Joaquim, fora Joaquim lá lá perto de Elias Falso tem, tem lá em Elias Falsa também tem uma, só que daí uma propriedade particular lá não pode entrar. Mas eu, como é vizinho da minha mãe, eu entro e cachoeira é bem gelada, né? É, ela é bem gelada, tem que tá bem calor, né? Tem que tá bem calor. E aí mesmo assim água é gelada. É, tem que tem que gostar de água gelada. Tem que gostar. Eu gosto de cachoeira. Eu gosto muito de água de água. Quando vai pro Guarujá lá tem cachoeira também, não tem lá. Tem, tem Itaguaçu, tem uma Itararé, desculpa, né? Itararé. Isso é uma perdedágio ali. O problema de lá é muito borrachudo, mas é uma cachoeira muito bonita também. Muito bonita. E fora isso aí eu eu vou inclusive já viajei para para Bonito, no Mato Grosso, que eu amo aquele lugar que águas cristalinas, né? Ali é bem gostoso. E tira foto nessas viagens. Da próxima vez manda as fotos aqui pra gente, vereadora. Vou mandar, vou mandar. É. Nossa, que bonito. Eu tenho vergonha um pouco tirar foto. Não gosto eu não posto muita coisa no Instagram porque no não, não fui não. Deve ser bonito também, né? Eu não fui, mas eu tenho amigas que foram. Parece ser bem bonito nesse contexto aí de lugares cachoeira, lugares parasíacos, né? Parece ser bem legal. E quando você se propõe a viajar uma vez por ano, já conta quais os projetos dessas viagens internacionais para esse ano tem? Ah, esse ano já eu já fui paraos Estados Unidos esse ano. Esse ano foi. Hum. E eu pretendo ir de novo paraos Estados Unidos. E setembro eu tô programando para não sei como vai tá de recesso aqui, eu vou para Portugal novo, eu gosto de viajar bastante para fora. Porque aqui o que que eu penso, na verdade, as pessoas falam: "Ah, você viaja paraos Estados Unidos, mas é o mesmo preço". Por exemplo, uma vez eu fui para Aracaju, é o mesmo preço a passagem. Então assim, eu acho que as companhias aéreas aqui do Brasil elas abusam um pouco, né, dos outros preços, embora a gente saiba que tem a questão federal também do queroso, o imposto, mas acho que eles abusam um pouco. E aí eu prefiro, em vez de gastar o dinheiro viajando, por exemplo, para Aracaju, vou paraos Estados Unidos, que tem minha irmã lá também. É, Estados Unidos tá mais tranquilo para você. Então, é, tem minha irmã lá que que às vezes dá saudade dela também, né? Sim. Que é minha irmã, né? E aí eu eu visito ela, meus sobrinhos, que eu sou apaixonada meus sobrinhos. Sim. E aí é isso. É, você contou aí do fêmor, mas parece que essa travessura foi um pouco mais recente, mas também parece que já teve um problema, já quebrou braço e perna andando de bicicleta. Olha, eu sou todo remendado. Quando eu era pequeno, era muito sapeca. Ó, eu já quebrei os dois braços, já quebrei as duas pernas, não foi de uma vez. Ah, tá. Eu já quebrei a cravícula, mas a acho que uma história, gente, que aventureiro que é esse na minha infância. Uma vez tava descendo com a minha irmã. Uhum. Eh, uma rua, eu tava no cano e minha irmã tava dirigindo, pilotando, né? A a bike. Eu tava sentado no cano cabo com ela e a gente bateu numa belina e aí eu quebrei um braço e uma perna no mesmo dia. Isso, irmã. Minha irmã não fez nada. Ah, eu quebrei o braço e a perna. E aí foram chamar sua mãe, não foram não chamar sua mãe. Foram chamar minha mãe, minha mãe brava, que acho que era uma A mãe não sabe se acode ou se fica brava. A minha mãe ficava brava, ficava com a segunda opção. Brava. Ah, entendi. E aí eu quebrei. Mas outra vez também eu caí de uma árvore, quebrei a cravícula lá em Elias Falta. Lá em Eliasfalto, uma outra vez eu caí de bike sozinho, quebrei o braço, o outro braço. O outro braço. Aqui em Campinas eu quebrei uma perna. Mas que Mas que que tava fazendo? Já era dupla. Não, aí foi com moto. Eu tinha quando eu mudei para Campinas, eh eu tinha a opção de ficar para não ficar pegando ônibus. Aí eu comprei uma motinha, né, para Tá. Tirou carta? Tirei carta. Moto, tal. Quando eu fiz 18 anos, eu já tirei carta, já tirei carro e moto. Lembra na na mesma fazer propaganda aqui na escola Ouro Verde na época. Paguei R$ 400 carro e moto. É, antes era mais tranquilo. Aí eu tirei carta para não pegar. Aí eu um dia eu tava parado no semáforo, no cambuí, eu saí junto com o carro, ele pegou e já jogou pra direita, cai em cima do da perna, que e hoje ainda anda de moto? Não, não, não ando mais. Eu prefiro não arriscar mais minha vida. É, tá bem complicado hoje. É, o trânsito é como como a gente falou, a educação ainda é que hoje o que que você acha que tá mais sem educação no trânsito? O motorista do carro ou o piloto da moto? Ah, o piloto da moto, eles abusam muito, né? Hoje eu vejo que eu ando de carro, piloto de moto, eles abusam muito, muito. Até querendo chegar mais rápido no destino, querem fazer entrega e tal, mas piloto de carro também, viu? Tem uns pilotos de carro que é, por exemplo, um da seta. Ah, não, seta é um problema do campineiro. Não, eu viu gente, porque eu sou campineira, mas eu dou seta. É, inclusive o menino que trabalha comigo, que dirige uma motorista, fala para ele, fala assim: "Toda vez você dá seta, porque o dia que você derrubar um motoqueiro, você vai arrumar problema e a gente tem que respeitar. Eles estão trabalhando, eles são fugão. Até pedestre, às vezes fica bravo que você não dá seta e pô, se você der seta, ele vai atravessar porque ele vai ver que você vai virar." Então assim, eu falo é porque ninguém tá adivinhando para onde a pessoa vai virar, né? Teta essencial e respeitar aí no trânsito, né? É isso mesmo, né? Às vezes as pessoas falam assim: "Ai, campineiro não dá certo". Mas tem que dar certo, gente. É importantísim certinho, né? É isso aí. É. Você hoje a sua mãe ainda ela é viva? Minha mãe é viva, só que minha mãe, ela minha mãe há dois anos ela teve um aneurismo, então a minha mãe tá na cama, ela não fala, não anda. Quem cuida dela? Meu irmão. Meu irmão e minha irmã. dois, tá? Eles moram lá em Elias Falso com ela. Mora, moram lá. Sim. E aí ela fez, ela come sonda. Sonda. Sonda no estômago. Colocou direto. Sim. E ela não fala, não anda. É, ela fica em home care. É isso. Aquele quarto que foi montado na casa de vocês. Quer para ela com cama especial, aquela cama que levanta, tal, tem a cadeira de banho, certo? Mas ela tá bem, ela não tem nenhuma escara, ela tá bem. Às vezes ela responde assim, não falando, mas ela responde com a cabeça, pergunta: "Mãe, você tá com dor?" Ela faz assim e ela reconhece todos vocês? Então, não dá para saber, mas p pela expressão, pela expressão sim, que ela ela expressa felicidade quando vê e tal, tá? Quando ela tava no hospital, eu ela tava em coma, eu lembro que eu falei: "Mãe, você tá você tá, eu tô aqui tal, você aperta a minha mão". Ela apertou. Eu ajurava que minha mãe nem saía da nem sairia viva, né? Porque eh a neurisma, o médico falou que 50%, não, 80% nem chega já a óbitro. Sim. E do e desses 20% que sobrevive ainda 50 morre depois. É. Sabe que no não era uma pessoa quantos anos tem a sua mãe? Minha mãe tem 72. É, não é uma pessoa idosa, mas minha prima em 2017, ela em função de uma leucemia, que ela tava fazendo tratamento da leucemia, ela teve uma aneurisma e o médico, ela ficou em coma também. Eu lembro que eu fui visitar, o médico falou assim: "Olha, se ela vencer a leucemia, vencer tudo, ainda assim se ela viver, ela vai ficar com sequela, não tem como não ficar com sequel". É, tem gente que paralisa metade do corpo e tal. Minha mãe, ela saiu bem, saiu bem assim. Ela saiu, ela saiu e falando coisa com coisa do hospital porque ela ficou muito tempo entubada. Ela ficou 40 dias entubada e ela saiu meia tipo aérea assim, falando cois coisa e tal. Aí depois ela teve uma recaída, aí ela parou tipo Mas foi um novo aneurismo ou não? Não, foi só recaída. Nós qu na verdade, só que o médico falou que não. E aí ela parou de falar. Parou de falar sim, mas ela expressa assim, ela fala: "Mãe, você tá com dor?" Ela ela balança a cabeça. Aí você fala: "Mãe, dá um beijo em mim". Só que tem que encostar nela, daí ela beij seu rosto. Ah, entendi. Então, só não consegue expressar, mas ela tá entendendo tudo que tá acontecendo ao redor dela, né? Você saiu então da sua casa, da da casa da sua mãe com 17 para 18 anos. Como que você se virou aqui? Apesar de você vir com a sua irmã, vocês dividiam tarefas ou ela que cuidava mais da casa, você ia mais pro trabalho? Como que foi isso? É, na verdade a gente tem aqueles tinha, né, aquele certo machismo, né? A mulher faz tudo. Minha irmã ela cozinhava porque ela sabia fazer comida, eu não na época, mas eu ajudava ela a limpar, por exemplo, banheiro, ela fazia questão, falava: "Ó, você vai, você vai lavar o banheiro". Aí eu lavava banheiro, lavava é porque tem esse certo machismo na na sociedade, mas comigo nunca teve. Eu sempre fiz. Aí eu lavava banheiro, não era nem machismo, era folga mesmo. Às vezes não queria fazer, mas E hoje cozinha? Hoje eu faço tudo, temo sozinho, tem tudo. E sabe fazer uma comida boa ou faz o básico? Não, faço comida boa. Ah, é? E que, qual é o a comida mais gostosa que você acha que você faz? Olha, na verdade, eu sou bem tradicional, que eu gosto muito de arroz e feijão. É meu, sou meu meu prato predileta é arroz e feijão. É o básico mesmo. Eu não, ah, você é apaixonada em risoto, em lasanha, não. O meu negócio é arroz e feijão. Tanto quando eu vou em restaurante fica Mas cozinha um feijão que fica bem saboroso. Não, com certeza. Faça feijão com bacon. Eu gosto de, eu gosto de fazer feijão com tomate. Vi com tomate. Eu não sei com, eu já fiz, eu já comi com pimentão, por exemplo. Não, você coloca eh tomate no feijão, ele engrossa o caldo e fica muito bom. Eu aprendi com uma moça e ficou fica muito bom. E eu gosto muito de alho. Com muito alho. Ah, alho é bom. Eu também gosto. Bom tempero, né? Muito bom. Minha mãe é baiana, então imagina só tempero que vinha. É, gosto de comida temperada. Sim. Comida não é comida temperada, não é comida salgada, é diferente, né? É bem quente também. Não gosto de comida quente que é com pimenta. Não gosto de pimenta. Não gosto de pimenta. Gosto. Ai é por ser da Bahia geralmente a gente pensa que gosta, né? Ela perguntou a comida predileta. Eu falei agora uma coisa que eu não como de jeito nenhum. É dobradinha. Não como de jeito nenhum. Não. De jeito nenhum. Tem nojo? Tenho nojo. É que como como ela não também não. É que na miúdo não come não. Minha mãe ela limpava o bucho em casa para fazer. Nossa, aquele cheiro era horrível sair de casa. Eu Sim, mas aí tinha matado o o gado em casa ou não comprava? Não, não. Ela, na verdade, ela tinha um, meu padraço, ele tinha assim, quando ele matava boi, ela pegava algumas partes assim e aí tinha isso. Nossa, detestava aquele cheiro. É, fica aquele trauma de infância, né? Aí prefiro não comer. É que a gente hoje, né, quando vai ao mercado compra limpo, né, apesar de ter que cozinhar várias vezes, tudo, mas já é uma outra. Mesmo assim tem gente que não come. Eu nunca nem experimentei esse trem. Só pelo cheiro pelo cheiro não come. Só pelo cheiro. Tem algum legume que também não come ou gosta de legume? Olha, o que eu eu não gosto, que não gosto não não como é quiabo. O resto como todos. Um quebr que abbin frito. Não como não. Vamos ver mais uma foto do vereador Beren Lima. Ah, eu acho que eu sei onde tá aí. Nos Estados Unidos. É essa daí na Time Square. Essa aí foi desse ano. Desse ano. Essa foto é mais recente. Falou: "Ah, vou assumir: Nossa, nem eu tenho essa foto." Não, tem porque foi tirado seu arquivo em algum canto. Aoria tá boa, hein? Ó, viu como o pessoal tá antenado? Foi esse ano. Ah, é. Foi antes de assumir aqui ou foi? Não, foi depois que eu assumi, que tava em recesso ainda. Eu viajei, fiquei só s dias dessa vez. Falou: "Vou aproveitar, vou aproveitar o recesso, porque agora começou trabalho, né? Sim. E e a sua irmã, ela mora nessa mesma cidade onde tem o Term Square ou não? Não, a Time Square fica em Nova York. Minha irmã mora em New Jersey, dá 100 130 km, se eu não me engano. Uma hora e pouco de viagem. Mas pertinho. Ah, chega lá, aluga carro ou é não, eu pego na minha irmã. É, eu e a gente eu posso, a gente pode dirigir lá, né? Pode. Tem uma habilitação que chama PID, que você tira no pempo, uma licença. E aí você diz: "Mas vale para cada viagem ou é por algum por alguns anos?" Na verdade, ela ela tem um período, se eu não me engano, é seis meses, se eu não me engano, ela tem, sabe que que eu eu até nem tô tirando mais speed, eu dirijo com a minha mesmo. Uma vez eu fui parado em Orlando e eu mostrei minha habilitação do Brasil, tava tudo certo. Essa vez em Orlando foi carro alugado. Sim. E aí tava tudo certo. Não precisei tirar pid, certo? Eu ti eh eu já tirei uma vez para evitar. Mas tem como então quem for fazer uma viagem internacional e queira dirigir naquele país, busca o poupa tempo. Busca o pempo, faz o pid para evitar dor de cabeça. Tá certo? Então vamos ver mais uma foto do vereador. E essa? Essa não é de agora. É. Nossa, quem mandou essa foto? Não, quem mandou essa foto? Ele já tá perguntando, gente. Essa foto aí foi na Laro aqui. A uma Ah, fechou a Laro? Não fechou. Não, notinhos. Ã, que que foi? Uma rave. Não, é uma, ela tem música eletrônica. Não, eu não gosto de raiv, mas essa essa balada, né, eu brinco que é a melhor que tem. Ela, ela tá entre as 10 do mundo, né, a Laro? Verdade. E aí quando você vai na Laro você não quer ir em outro lugar, porque lá o ambiente é muito bom. São pessoas muito bonitas que vão lá. É, então lá não tem briga. E essa balada então era de dia. É isso. É. Ela ela essa foto, se eu não me não me engano, foi no carnaval. Nesse carnaval agora foi do ano retrasada essa foto. Ah, tá. Faz tempo que eu não vou mais. Tô ficando velho. Aí você quer ficar em casa? Quer ficar em casa? Quer ficar assim? Essa foi a primeira vez que eu fui na Laro conhecer. Nossa, realmente eu me encantei com o lugar, viu? Ah, então ainda existe. Royale é o nome do evento, é isso? Não, Royale, se eu não me engano, é a é tipo, é como se fosse um espaço para fazer a propaganda. É da Tanquerai Royale. Ah, entendi. É, se eu não me engano. É isso. Ah, é, mas é da Royale. É uma bebida. Ah, é uma bebida. Olha, viu como eu tenho que me atualizar com essas questões de bebida? É que agora eu só bebo água com gás, então aí eu não sei muito mais o nomes das bebidas. Eu tô na água com gás agora também. Eu tô cortei refrigerante na minha vida. É verdade. Bebe água com gás com quê? Cheiro de limão. Ah, eu também disfarço. Faço até um drink, mas é água com gás. Não, refrigerante é cancerígeno. Tá, tá. Número um. número um do mundo em câncer, né? E também suco de caixinha. Às vezes a gente pensa que é natural e não é pior. Pior que refrigerante. É, eu prefiro lá com gás mesmo que não tem. Uma nutricionista falando que é pior do que com refrigerante essa questão de Então, o Benelima gosta de arroz e feijão, né? E apesar de estar morando aqui em Campinas há tanto tempo, ter essa situação da sua mãe lá, né, que hoje seus irmãos quem cuida, você vai sempre lá, passeia, como que é essa sua rotina? Consegue na sua agenda colocar também o tempinho para se divertir, para viver a vida? Sim, ó, eu vou to minha diversão tá com a minha família, né? Acho que todo mundo, né? A base é a família, né? E aí eu vou todo o final de semana lá, às vezes quando tem algum compromisso assim e tal, quando que a gente está vereador, tem algum compromisso, aí eu deixo de ir, né? Mas eu eu vou o máximo que eu posso eh para ver minha mãe lá, né? E os irmãos também. Ah, tem os irmãos também. É isso, é joia, porque daí vai juntando a a, né, o a a seu dia a dia com a sua realidade. Você diz que gosta muito de viajar sempre que pode. Tem algum sonho que ainda o Benedito quer fazer? Quer falar: "Olha, um dia eu vou fazer tal coisa". Olha, eu eu o meu sonho mesmo não é só Deus pode fazer. Meu sonho que a minha mãe voltasse sim a ser uma pessoa normal, a falar andasse. Ser meu maior sonho. Só que tem coisa que foge do nosso do alcance. Mas ainda tem a fé que eu peço a Deus toda vez que eu vou orar eu peço. A a Bíblia fala que Deus sabe que a gente vai pedir mesmo antes, mesmo antes da gente orar. E aí eu peço, acho que ele tá até enjoado de eu pedir tanto que eu que falo Deus, quero que você volte minha mãe para ela pelo menos falar o que ela sente, né? o que ela tá sentindo ali. Hum. E é isso que eu mais peço para Deus. O meu sonho seria isso. Mas como isso não depende de mim, depende da minha fé, eu tenho bastante, mas da questão de viagem, assim, eu tenho vontade de conhecer Jerusalém, que é onde Jesus passou, eu acho. Nunca foi lá, nunca foi, mas eu eu vou fazer isso ainda, certo? Eh, eu tenho vontade de fazer safari na África, que eu gosto muito de natureza, animal, gosto muito, alguns vídeos, algumas coisas sobre lá e barrocos também, esses três países assim, eu tenho muita vontade de conhecer. Ah, então já já tá nesse planejamento aí, né? Planejamento. Sabe que até esses dias eu perguntei, acho que foi pro vereador Roberto Alves, que que também já viveu lá, grande ex-deputado. É. E aí ele falou que não que lá eh apesar de tudo que tá acontecendo naquela região, que pra gente que é brasileiro, que é turista, que a coisa é bem tranquila, África não, Jerusalém. Jerusalém. É, é, na verdade, voltando para outra questão bíblica, né? A Bíblia fala que onde Jesus passou não haveria paz, né? Então, eh, eu imagino que o clima lá deve ser bem pesado, mas eu quero ir pela questão de história para ver onde Jesus passou e tal, tabernáculo. Gosta de história? Eu gosto bastante de história. É, é, essa história é faz a nossa vida, né? Eu gosto de assistir bastante documentário também. Eu também eu assisti muito em casa. Quando eu tô em casa, eu sou apaixonada em Net deal e Animal Planet, tá? Eu vejo muito essas duas, esses dois documentários. Qual o tipo de filme preferido? Filme preferido, eu gosto de filme baseado em fatos reais. Sim. Assim, o meu filme preferido, acho que quem não assistiu a tem que assistir, chama Superação Milagre da Fé, que é é baseado em fatos reais. É, é um menininho nos Estados Unidos que caiu num lago e aí ele dado como morto. Ah, eu já vi um teaser desse, não é? os bombeiros que falam: "Ah, ele ficou 15 minutos e aí de repente um sente assim fala: "Não, não, aí ele ouve a voz de Deus falando: "Ó, pro lado direito". E aí ele achou que era o chefe dele tava falando com ele. Mas na verdade e depois ele depois do acontecido ele falou: "Chefe, ainda bem que você falou que era pro lado direito". Ele: "Não, mas eu não falei nada". Então assim, ele ouviu aquela voz na cabeça. É muito, muito legal. Até rei falando eu nunca assisti. Eu só vi o teaser de bem desse pedacinho mesmo. Eu vou assistir. Foi o melhor filme que eu já assisti na minha vida. É, eu gosto muito dessa desse filme. E aí mostra que a gente tem que estar também atento também a a E aí o menininho foi dado como morto. Aí o médico falou assim pra mãe dele: "Ó, você tem 5 minutos para se despedir do seu filho, não tem mais o que fazer, tá?" Daí ele tava morto já, tava sem bat. Ah, eles pegam ainda. O menino não parece morto. É isso. É, ele na verdade ele tava morto. A história que que conta ele ele acha o corpo do menino, na verdade. Então, achou o corpo tal, tentou fazer massagem. ação cardíaca nele, tá? Aí ele foi dado como morto, os batimento dele na máquina chega a zerar. Aí a mãe dele começou a orar, a a máquina voltou ligada. É um filme bem interessante. Filme bem interessante. Vou contar o resto, senão a pessoa não tá assistindo, mas é o melhor filme superação milagre da féri. Aproveita que hoje é sexta-feira, né? Pega e procura nas plataformas digitais para assistir esse filme também, né? Que eu já assisti na minha vida foi. E você lê muito a Bíblia ou não? Olha, eu não leio. Eh, eu não tenho a Bíblia, mas eu tenho um aplicativo que chama Bíblia online. Então, ah, eu também tenho. Todo dia chega uma mensagem. É 23:43. Todos os dias chega. Todos os dias eu leio algum versículo assim. Ah, eu tenho vontade de ler assim para entender o contexto histórico também, sabe? Porque a gente pega alguns trechos, né? E mas eu queria ler, fazer aquela aquela questão da da história mesmo, né? Do É, a Bíblia, na verdade, ela é indecifrável, né? É, cada um vai interpretar de um jeito, cada versíulo um jeito. É, mas é traz fé, né? A gente tem que ter fé na nossa vida, né? Embora cada um possa ser a religião que que acredite, mas eu acho que a fé ela ainda ela é o a base de tudo, né? É ela é a base, né? A fé em Deus, a fé na gente mesmo, né? Gente, é cada um acredita no que gosta, né? Eu acredito em Deus, acredito em Jesus Cristo, acredito que ele vai voltar um dia. Sim. Embora eh todos nós somos pecadores, tal, mas Jesus ama. a pessoa, não o pecado, né? O pecado ele vai abominar qualquer ele que seja, mas a gente é filho de Deus. É. E agora quando a quando o Benê pensa hoje o Benê tá vereador, tudo mais e o que que o Benê pensa do futuro da vida dele? Olha, eu não tenho, eu entrei na política para tentar mudar a vida das pessoas para combater essa ideologia nojenta que eu acho da esquerda, eh, de ficar impondo coisas que as pessoas não querem. E eu não tenho sede de poder. Eh, eu sei que eu não vou conseguir mudar o mundo, mas eu quero deixar minha marca, ajudar as pessoas. Eu acho que a política ela tem esse meio. Você tem o contato com a o eleitor que é o que te procura e o poder público que faz alguma coisa para as pessoas. Exemplo disso é o Campo Belo. Você vai lá o Itaguaçu, né? Campo Belo Itaguaçu. Ali eu acho que ali as as pessoas vivem num outro mundo, né? Eu brinco que ele não é nenhuma um outro bairro, ele é um outro mundo. Eles não têm acesso ao saneamento básico, não tem acesso a uma vida digna, né? Tem, eu fui na época de chuva lá, as pessoas não conseguem entrar com o carro na própria garagem. Sim. Então assim, eh, você ainda mora no centro? Moro no centro. E o que que você tem achado como morador? Como morador? Como morador. Como que você tem visto morar no Como que é para você o Benê que chegou lá com 17 para 18 anos e morava no centro e hoje o como é sua vida no centro? Mudou muito? Olha, eh, há 17 anos atrás era o centro, os grandes centros da cidade servia para você ir num banco, não pegar fila, você ir em loja e tal. Hoje que essa era digital, eu acho que faz quantos anos que eu não entro num banco, tá? Faz muitos anos que eu não entro num banco, eu pago Mas quem mora no centro passeia no centro? Não, não, não, não passeia mais. Acho que Campinas tá tá bem defasado disso. Eh, o o campineiro, o que que ele procura hoje? shopping. Sim. E ainda assim o shopping que esses estacionamentos com preço absurdo, tá até espantando um pouco. Ah, mas o preço do estacionamento no centro também tá caro, hein? Não, tá caríssimo. Centro, shopping, tem a questão zona azul e assim o ônibus tá caro, dificulta um pouco. Tudo dificulta as pessoas irem até. Mas, por exemplo, ah, eu vou à noite comer um lanche, vou aqui no centro mesmo. Ou não, você prefere ir lá pro shopping comer um lanche, jantar, alguma coisa assim? Não, eu gosto. É o famoso podrão, né? Eu gosto de barraquinha de lanche. Eu sou apaixonado nisso. Eu prefiro mil vezes um lanche de barraquinha do que um McDonald's, por exemplo. Um fast food. E ali no centro, por sinal, tem um lanche, tem vão, né? Na glico mesmo, não é? Esse fica na Benjamim constante, chama Sucão Lanches. Ali é o Ah, o sucão é antigo aqui na cidade. Perfeito, viu? Acho que não tem um lanche melhor em Campinas. Faz tempo que eu não como lá nos campos X cavalo. A dica aí. Ah, é? Lá gente, dica de lanche lá do sucão. É X no prato ali. É o é o melhor lanche que a gente pegou. Esses lanches hoje são enormes com garfa ou pega na mão mesmo? Não, no gar faca, mas eu como bastante, viu? Ah, é? É, eu como bastante. Só tô uma grrinho de ruim. Tem uma lombriga uma lumbriga na barriga, mas tô com bastante. Ai, mené. Comprei lumbriga, acho. Para, mas para baixo, lá perto da prefeitura ainda tem aquele rapaz cachorro quente. Nossa, outra. Eu eu brinco com ele, eu vou lá até hoje, porque eu não vou só no sucão, né? Porque Mas o tiozinho do cachorro quente da prefeitura, eu como eh na barraquinha dele lá, quando era em frente à prefeitura, pagava 1,50. A minha irmã vinha pr Campinas, então pessoal procura lugar mais barato para comer. Então ela ia até a prefeitura do Senac até a prefeitura comer e ela me mostrou, inclusive ela brinca comigo hoje nos Estados Unidos, quisesse para levar para ela, eu eu levaria porque aquele cachorro quente dele não tem igual. É, não tem igual aquela batata palha dele que é caseira, né? Não tem igual. Eu até brinquei com ele esses dias, falei: "Nossa, vocês tdeiro? Tipo, se um dia vocês vier faltar, quem que vai continuar essa tradição que?" Ele falou: "Não, não temos herdeiro, meu filho, eu não quero que faz isso, minha filha". Então, assim, é uma pena, né? Dia que esse senhor parar de resolver parar de fazer esse cachorro quente. Mas o cachorro cachorro quente dele é muito bom. É, acho que ganha do sucão, viu? Desculpa o sucão aí, mas o cachorro quente do tiozinho na prefeitura não tem igual. Várias dicas. hoje, hein? Dica de filme, dica de balada, balada, dica de cachorro quente. É isso aí, vereador. Eu agradeço a sua primeira participação com a gente. Já deixo aqui o convite para uma próxima vez. Da próxima vez, então, você vai contar que história é essa que ser vendedor da Casa Bahia te levou pra política. Mas não conta agora não. Não, não vou contar não. Tá bom. Na próxima vez é essa a história que eu quero saber você chegar a ser vereador aqui. Sim. É um prazer estar aqui com vocês. Obrigado. Seja bem-vindo. Obrigado. Ah, gente, olha, e nós encerramos o nosso podcast na Casa do Povo. Lembrando que você pode acessar youtube.com/tvamaracampinas. Você vai lá na playlist na Casa do Povo, você vai encontrar a nossa entrevista com o vereador Ben Lima e também com os outros parlamentares aqui da Câmara Municipal de Campinas. Continue com a nossa programação e até um próximo na Casa do Povo. [Música]