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Olá, [Música] [Música] começa agora o Na Casa do Povo, o podcast da TV Câmara Campinas. Geralmente a apresentação é da Mirna Breu. Hoje ela não poôde estar presente. Então eu, Gabriel Castro estou aqui no comando e eu vou repetir a abertura que ela faz porque ela começa com uma audiodção. Então vamos lá. Eu sou um homem branco, eu tenho 1,82 m de altura, cabelo castanho escuro, curto, e tá ficando cada vez mais curto. Sobre a minha roupa, eu uso uma camisa azul clara, uma calça jeans e ao meu fundo está o estúdio do podcast, todo em preto, com uma televisão com o logotipo do Na casa do Povo. E o meu convidado de hoje é o vereador Arnaldo Salvete. Seja bem-vindo. E também, vereador, por gentileza, a sua audiodescrição. Ol, eu que agradeço. Eu eu sou um homem branco, claro, né? Olhos azuis. Cabelo hoje eu tenho porque tdo até hoje tem a questão de um prante, né? Então tenho cabelo hoje. Não posso falar que não tem cabelo, né? Eh, tô com uma roupa eh azul eh azul clara, uma calça eh eh bege, né, social e muito honrado de estar aqui presente nesse dia aqui com você aqui, fazendo essa apresentação e falando um pouquinho da vida nossa, do nosso dia a dia. Não, o prazer é todo nosso em recebê-lo aqui no nosso podcast. Já que você citou essa questão do do cabelo, ô Salvete, é uma questão de autoestima que a gente tá vendo bastante reportagem sobre este assunto, né? E você citou mesmo essa questão do implante, você entende que isso é uma questão de autoestima? Era algo que tava te incomodando e aí você foi buscar? É, é, eu acho que não é só autoestima, né? Eu acho que você também passa a ficar um pouco mais jovem, né? Pessoal fala que aquele que já tá acostumado, que rata o cabelo inteiro, mas aqui nem no meu caso eu tinha eu tinha cabelo, sempre tive cabelo quando novo e depois virou a queda de cabelo e na frente você tinha aquela careca, né? Uhum. E aí eu acho que um pouquinho de autoestima, um pouquinho de daquela daquele coisa do homem, né? Vaidade. Então eu fui, fiz, fiquei muito contente, fiz duas vezes. Eh, eu acho que deu certo. E e traz sim, traz uma sensação melhor até pro homem, pro dia a dia, né? Eh, cada um tem um assim um uma uma situação de de ver, né, de de enxergar, mas eu acho que vale a pena, viu? Acho que ah você você traz a sua juventude de volta também. Exato. Até porque isso tem me incomodado e parece que se liga a televisão, cada vez mais este assunto tá em alta, né? Então, é, mas vale a pena, viu? Tem muitos caminhos aí pra gente buscar. Vereador, nós estamos na terceira na terceira temporada aqui do nosso podcast Dona Casa do Povo. O senhor participou da primeira edição, né, quando você falou da sua vida pessoal e hoje nós vamos falar sobre algumas bandeiras, algo que você defende, área de atuação. E eu já quero iniciar a com algo que o senhor tem defendido aí com unhas e dentes, criou uma comissão especial de estudos, realizou reuniões, recebeu diversas autoridades. Vamos começar falando sobre rodeio. Primeiro quero saber se você tem alguma relação com os eventos, se você frequenta, desde quando que você gosta, se você assiste, como é que é a relação do Arnaldo Salvete com os rodeios? Bom, primeiro eu sempre gostei de rodeio. Em Campinas eu cheguei a fazer três rodeios, né? O último rodeio quem fez fomos nós, né? foi lá na do lado galeria shopping, eh tinha várias atrações, mas eh infelizmente teve um temporal que não parava o mês inteiro de chover e tivemos que cancelar os shows. Fizemos dois e cancelamos o Daniel cancelamos mais dois shows. Mas sempre fiz, fiz na Aral da Paz, na época que Zezé de Camargo tava se lançando. Zé Camargo Luciano fiz isso foi o quê? Final da década de 90. É 92, 93. né? Porque João Paulo era vivo ainda. Você usava João Paulo e Daniel do João Paulo e Daniel tava estourando aí nas coisas. Então assim tem assim e e e tá no sangue. A gente gosta de eventos, gosta de show, gosta de trazer a população para um bom evento, né? Eh, sempre fazendo social também. Naquela época, já naqueles eventos, nós já ajudar, já ajudávamos, né? A prefeitura foi o fundo social de solidariedade, foi o presente pra molecada, que quem tinha um portão aberto tanto na no brinquedo como para para alimentação. Então sempre a gente veio construindo alguma coisa pra cidade para poder a cidade hoje eh ter aí e Campinas à altura dos grandes shows, né? Na época era Campinas, era rodeio rodeio e country show era era muito, tava muito em alta, né? Mas aí fizemos os três últimos rodeios, depois cada um foi seguir sua vida, trabalhar. Já eu tinha uma empresa de estrutura de eventos, né? Sempre gostei dessa área, mas tinha também a outra empresa minha, sempre trabalhei com seguros na área de seguros de automóvel. Eh, depois veio a minha empresa de vistoria automóvel. Então, assim, sempre tando ativo na questão empresarial e veio a questão de participar, tá no governo. Na época me convidaram para ser secretário de trabalho e renda, fui pra secretaria, né? Fizemos lá um trabalho na época do prefeito Jonas. Depois fui fui pra presidência da CETEC, né? Fui ser presidente da CETEC e aí veio onde eu criei alguns projetos que deram, foram sucessos na cidade. Bem diversificado. Então, eh, me chamou a atenção, né? E acho que para curiosidade, para quem está nos acompanhando também, um pouco dos bastidores, né? já que a gente tá falando sobre eh rodeio, Campinas entrava nessas cidades, recebia os eventos ali na na nas competições e aí você fechava os shows também, você podia escolher quem vinha participar. Era uma comissão, como é que funcionava nessa época o rodeio em Campinas? Sim, era uma comissão de de uma comissão de acho que de sete, oito amigos que eh nós se juntamos entre eles quase todos empresários, né? alguns na na empresários na área de artista, outros na área de de estrutura de eventos e fechamos um grupo aonde nós trouxemos para Campinas grandes shows. Eh, era uma outra época, né? Tinha, eu não vou falar que naquela época não tinha, não tinha uma fiscalização dos animais. É, eh, hoje não, hoje é diferente, hoje temção, tem regra, mas fizemos o rodeio, fizemos grandes shows na Aral da Paz na época, não sei se você lembra, trouxemos junto com a Tim, foi o maior painel, né, eh, de palco maior que teve da Tim, foi aqui em Campinas e e outras coisas na época do do do já agora, na época do do final da Copa do Mundo, o maior telão, né, maior painel de LED no centro da cidade, onde encheu a cidade, eh, uma parceria público privado, sem gastar um tstão da iniciativa pública. E eu sempre gostei de estar no meio de desse e agora, eh, retomando a questão do rodeio, que eu acho que o rodeio, eu falo para todo mundo, falo o rodeio, mas não é só o rodeio, né? Eu acho que o rodeio para Campinas vai trazer bastante benefícios. A região inteira tem rodeio. Eh, Campinas não é só o rodeio. Nós temos que fazer um uma um um evento diferenciado, que é um um rodeio Agrohow, onde nós temos feiras eh a da agro, da agroindústria, n região fantástica, eh lógico, eh com feiras, com prazo de alimentação, com show, com eh eventos para a família, né? eventos onde a gente traz a família para de volta, né, a ao rodeio. Mas Campinas precisa ter um local de eventos. É, essa é a minha verdadeira discussão, não só trazer o rodeio, que é um sonho, né, pra cidade, voltar a realizar o rodeio, mas trazer um um localonde você tem um local específico para grandes eventos, onde você vai ter desde feira, desde show, desde uma formatura, um casamento, eh eventos, eh, tipo Rocking Rill, né? Porque você, Campinas é uma cidade que hoje é uma metrópole, depois de São Paulo praticamente é Campinas. E nós não temos um local, um espaço para grandes eventos que não atrapalha a população, porque um local para grandes eventos você tem que ter estacionamento, segurança, local apropriado. E hoje nós temos esse local, tá bem adiantado, né, a discussão. Temos uma empresa que vem investir sem dinheiro público, investir no local, construir a estrutura, porque a questão do rodeio, não só o rodeio, como os grandes shows, esse negócio ficar montando, desmontando, que é dificuldade. Sim. Mas se você tiver uma arena montada, onde você já tem toda a capacidade de camarote, de estrutura para grandes shows, você pode trazer para Campinas em média por ano quase 100 shows grandes para Campinas. Então imagina o que vai virar de emprego o turismo na cidade, a economia, o imposto, a questão social, porque você pode atrilar atribular isso a algumas questões sociais que a cidade precisa, né? Então eu acho que assim, tá bem adiantado. Eh, eu acredito que o ano que vem eh nós deveremos estar acontecendo o rodeio, né, já com um espaço para grandes eventos. Nós vamos logo mais, se der tudo certo, até o final do ano, anunciar esse local, anunciar a empresa, o investimento para ser feito. Dá para falar mais ou menos onde é essa área? Ah, dá para falar sim. Tem duas áreas que estão sendo vistas. Uma é no na rodovia Dom Pedro, né, que a gente tem lá 400.000 m². E a outro que tá bem adiantado é o Joque Clube de Campinas, que é um local que tá eh ocioso. Uhum. Que já tem lá inclusive espaço para fazer eventos, já tem baia inclusive para rodeio, para para poder os animais estar se eh colocando em local certo e e e aí o investimento eu acho que seria menor porque já tem uma estrutura montada. E qual que é a ideia? é que lá eh ven a nascer, não vou falar uma Barretos, porque igual Barretos não existe, mas quem sabe uma segunda Barretos, que seria Campinas, né, em infraestrutura de hotel, de hotelaria, de local para eh grandes restaurantes, já ficar realmente colocado com estacionamento para para grandes shows. Então, tá bem adiantada a conversa e eu acredito que nós vamos gerar aí muitos empregos e vamos gerar muitos impostos paraa sa de Campinas. Daquela época de 90 que você falou que produzia o os eventos, eh, os munícipes aderiram, lotavam, como é que era naquela época? Não cabia a gente na hora da paz. Você tem uma ideia? Quando eu comecei com essa história de rodeio, que eu fui muito criticado, eh, falava que eu ia retroager a questão de trazer rodeio para Campinas, tal, se vocês não sabem, a região inteira tem rodeio, 75%, isso é comprovado nas tiqueteiras. Você vai lá, não compra o convite. A tecnologia hoje é fato, você sabe da onde comprou, foi comprado, qual cidade, né? 75% do público que vai pros rodeios são campineiros. 75% que vai em Americana, que vai em Jaguariúa tem um já é um pouco diferente que é maior nãouna elitizou o rodeio um pouco. Então assim, é uma festa que arrebenta, mas é um público mais elitizado, um público que vem do Rio de Janeiro, vem de São Paulo, vem de Curitiba. Então não que não tenha, não que tem que tem sim campineiro, mas já já é uma já é um pouco menos que 75%. É 40 45, né? Até porque tem um público para tá no rodeio, não pode passar daquela lotação máxima. Então começa começa a encerrar os ingressos, o que que acontece? Começa a valorizar para quem quer ir vai ter que pagar caro para est procura, acabou. Então assim, é um rodeio maravilhoso, mas um rodeio eletrizar. Nós queremos fazer um rodeio em Campinas, que seja o rodeio para o população, não só de Campinas, mas para toda a região, aonde a gente tá discutindo porteira aberta para quem vai pra pista, para poder frequentar o rodeio, né? Tem uma área VIP que vai ser vendidelo, porque o rodeio precisa ter, senão não se paga, né? Os patrocinadores, camarotes para as grandes empresas. Então, fazer um rodeio diferenciado, mas com uma feira agropecuária dentro do rodeio. Uhum. Né? Nós estamos conversando, conversando bastante, né? tenho conversado bastante com as pessoas que têm experiência nessa nessa nesse ramo, né, que hoje é é um ramo muito lucrativo, né, com os empresários e mudar um pouquinho aquela questão de rodeio, terminar 7, 8 horas da manhã, fazer um rodeio mais familiar, que começa às 10 horas, acaba o rodeio, começa às 10, 10:30, quando é 2 horas da manhã, acabou o show. Se a pessoa quer ficar no rodeio, ele vai para um palcoonde tem uma banda tocando, que na minha época era banda, banda apocalipse. Você acabava o rodeio, você ia lá curtir o show, né? Mas era um outro público. Então a ideia é buscar dentro da cidade de Campinas um rodeio diferenciado que que a gente possa inclusive toda a população ter inclusive participar e estar dentro dessa grande festa. Você citou a questão de emprego que geraria muitos postos de trabalho. Você citou a questão de turismo, né? Os próprios campineiros gostariam de ir, mas com certeza as pessoas que estão aqui na região, como Campinas é uma metrópole, atrairia essas pessoas. É uma maneira também de valorizar a nossa cidade, quem sabe a nossa gastronomia também. Sim. Assim, Campinas, não adianta a pessoa negar, nós somos interiorano, nós somos, nós somos, a cidade de Campinas hoje, embora uma, uma cidade de uma metrópole, mas ela foi, ela foi a maior cidade na época a pecuária, na época do café, né, do ciclo do café, na na época do da das mercadorias que embarcavam no mercadão municipal, que vinham de boi, de carro de boi, carro de carro. Então assim, nós temos nossa história, né, do do peão, nós temos nossa história da das pessoas caipira, né, nós temos em Campinas, né, a questão rural. Então, assim, é uma cidade que precisa resgatar essa história. Nós vamos resgatar essa história também em Campinas. Tanto é que o prefeito quer montar lá o museu do cavalo, o museu, né, trazer. Hoje nós temos inclusive tratamento com crianças que têm hoje problema de autismo com tratamento com cavalo, que é terapia. Então, por que não a gente não não ter esse esse investimento que vai ter no rodeio também dar sua contrapartida para os animais que estão precisando na rua, para as crianças queão fazer isso gratuitamente, ajudar o hospital do amor, que hospital do câncer de Campinas, hospital, ajudar nossos hospitais a ter um pouquinho de atendimento melhor gratuitamente com remédio. Pô, o Barreto, você tem uma ideia, eh, faturou R milhões de reais. Todos os artistas contribuíram pro hospital do câncer. Então, por que que nós não vamos trazer para Campinas que é uma é uma é a segunda cidade? Repito, é a segunda cidade depois de São Paulo. Então, tá na hora de Campinas também investir no entretendimento, no lazer para gerar emprego, gerar o turismo, gerar nossa economia, né? Porque você sabe, você não, você não gera sua economia na região onde tem rodeio. Você vai gerar a economia na cidade num todo ao redor. Você tem uma ideia, quando teve o rodeio em Jaguarium, os hotéis estavam lotados, americanos, os hotéis em Campinas estavam lotado, os bares estavam lotados. Então eu acredito muito que Campinas vai fortalecer muito, não só Campinas, mas toda a região. As reuniões da Comissão Especial de Estudos que analisaram, discutiram, né, a a realização de feiras agropecuárias, de provas equestres, de exposições, de leilões do próprio rodeio, foi como esperado hoje? Como é que o senhor analisa, ratifica aquilo que você pensava? Trouxe algo novo para este debate? Eu acho que foi o esperado, sim. Nós nós nós nós mostramos principalmente que não tem maus tratos, né? Mostramos que é necessário ter esse essa festa. Eh, se vai chamar rodeio, vai Agrohow, eh nós vamos pôr inclusive paraa Campinas de Civil, qual vai ser o nome da nossa festa em Campinas, né? Eh, foi foi provado que há necessidade, sim, não só de ter o rodeio, mas de gerar mais emprego, gerar mais economia e não e o principal, não tem maus tratos. Agora eu lhe pergunto, se tivesse maus tratos, se fosse um um projeto ruim, a Globo, TV, a TV Globo, que é rede nacional, estaria apresentando uma minissérie falando do rodeio, falando como funciona, como é o os tratos animais, como funciona Barretos, tá? A TV Globo tá passando uma minissérie falando sobre rodeio. Então nós estamos atrasados, nós já devíamos estar já na 10ª 15ª festa, né, para poder inclusive ajudar Campinas, ajudar a região e ajudar quem tá precisando através do rodeio. Vereador, já que você citou essa questão dos maus tratos, este é um debate que ele tá colocado, né, existe eh de um lado as pessoas que defendem e do outro lado eh as pessoas que querem a realização dos eventos. Na sua visão, faltam estudos para provar, ó, realmente não existe ma tratos aos animais. Ou chega alguma universidade, alguém de veterinária e fala: "Não, olha, na verdade essa prova aqui não poderia acontecer". Faltam estudos que demonstram isso ou eles existem? Não, desculpa, não falta mais estudo porque hoje a tecnologia, hoje a fiscalização que é feito no rodeio, hoje as regras que é feita pela desde o governo federal, estadual, né, e os municipais tem sua regra paraa proteção dos animais. Se me falar que tem maus tratos, eu não vou dizer que poderá não ter algum maus tratos, tá? Mas se você tem maus tratos até nos cachorros, nos gatos em casa, tem gente que maltrata, tem gente joga o cachorro para fora da porta do automóvel andando. Então assim, isso sempre nós temos que fiscalizar. Por isso que eu queria e ainda abrigo para ter uma lei municipal, porque com a lei, embora tenha a questão da regra, que é a lei nacional, Ministério da Agricultura, a estadual pela secad agricultura, fiscalização, nós poderíamos ter aí um acompanhamento através de uma lei municipal também junto com em comum acordo, porque não tenha hoje o rodeio que tem algum problema de rodeio, ele é punido. Tanto o criador do animal como o rodeio é punido se tiver maus tratos. Você, se vocês tiverem assistindo a Rede Globo, vocês viram que um boi que pula, ele vale de R a R$ 1 R 1 milhãoa. Você acha que um boi que pula de R 200.000 a R 1 milhãoais, o proprietário vai ter maus tratos com animal? E mais uma, o boi que é criado, né, que eles falam maltratos. O boi que é criado, que vai para batedouro, é dois, três anos de vida, ele vai para batedouro, você vai lá, os que falam lá, os conservadores dos animais, vão lá pra churrascaria comer o boi, que é 2 tr anos. Eu lhe pergunto, o boi que é um esportista hoje, porque estão transformando inclusive o Odeio e o peão num esporte. O boi que é esp es esporista hoje, que come ração de primeira linha, que tem tratamento, é veterinário, eh, 24 horas para ele, né? Ele não vai pro batedor quando acaba a o ciclo dele do rodeio, ele vai para um pasto, ele fica, ele vai viver a vida dele. Então, assim, eu não concordo com essa questão do maus tratos. Eu acho que já tem comprovado que não tem maus trato. Não tem a questão do aperto que o pessoal fala que aperta lá o saco do boi, não existe isso. Tem a questão da espora. Já tá provado que não tem uma, não machuca. né, que que tem tem uma regra. Então eu não acredito mostrar e nós mostramos isso aqui na Câmara, trouxemos os melhores veterinários para falar aqui que não tem mostrado, inclusive o melhor veterinário inclusive que que toma conta em Barretos, o a que tá dando, a filha dele que tá dando hoje a entrevista na Globo, é a melhor veterinária do Brasil na questão dos rodeios. Uhum. Então assim, foi comprovado que nemado. Nós temos que entender entender o seguinte, hoje o rodeio ele tá sendo transformado num esporte. O peão vai ser um esportista, você vai ter as suas regras. ou nós entramos agora no no na questão eh do rodeio em Campinas até para fazer parte aí de uma questão internacional, para Campina fazer parte do no pra gente poder inclusive um de repente sair um peão daqui para Barreto ir para uma prova internacional ou não vamos estar fora, né? Acho que tá na hora de ser superar superar isso. Se você fala assim: "Ah, Naludo, tem algumas coisas que eu gostaria de não ter quem?" Ô, a questão de laço do boi eu não vou fazer porque eu acho que isso mal acho que laçar o boi, o pé não nós não queremos ter. Nós queremos ter o que realmente o que é o rodeio tradicional e e com toda a regra necessária para dar garantia que não estão maltratos. Para encerrar da minha parte este assunto e até para quem está nos acompanhando, né, existe uma lei em Campinas que proíbe a 11.482 de 2003. Eh, como estão as conversas aqui na Câmara de Campinas e a sua expectativa, vereador? A conversa melhorou bastante. Muitos dos vereadores foram nos rodeios da região, viram que aquilo movimenta, o que traz pra cidade. E e a ideia é aprovar essa lei. E embora eu não sei se o pessoal sabe, eu eu consegui através eh de uma representação que eu fiz no TJ São Paulo, uma liminar derrubando os dois artigos que proibia, né, a questão do animal de fazer o rodeio. Se eu quiser fazer o rodeio amanhã em Campinas eu posso fazer, independente se a tá aprovada ou não. Eh, é lógico que a gente gostaria de fazer pé no chão, né? Porque o empresário ele não quer vir investir em Campinas, nós não queremos para depois ter uma liminar cancelando o rodeio, passar uma um vechame. Mas hoje, se eu quiser fazer o rodeio, nós já temos já inclusive respaldo jurídico para poder fazer. Nós vamos continuar com o projeto. Eu acredito que o projeto continuar na Câmara Municipal de Campinas, nós já temos a população quase 86% a favor que aprove o rodeio. Eu acho que isso é bom pros vereadores, bom pra política, bom pra cidade. E eu vou continuar e nós e e dizendo o seguinte, eh hoje nós já temos, se precisar votar, nós já temos já o voto necessário para aprovar o projeto do rodeio. Vereadores, se o rodeio ainda está em debate, as feiras noturnas já são um sucesso, né? O senhor criou na sua gestão quando estava lá na CETEC. Nos conte esta história então das feiras noturnas aqui na cidade. É, esse foi um projeto que deu certo, um projeto que eu me orgulho, né? Junto com os fees. É um projeto também quando eu comecei também tem tudo tem seu tem a o pessoal fala: "Ah, não vai dar certo, sou contra, vai fazer na prova da minha casa. A tem a questão higiênica, tem a questão do lixo, né? Tem, olha, hoje as ceras são sucesso, tem os banheiros químicos na em todas as ceras noturnas, tem a questão da limpeza da rua, que não é o poder público que faz, é os próprios feirantes que fazem, deixam limpo, tá? Tem a questão dos músicos que cantam na feira noturna, que estão empregados, cada um ganha dinheiro quando tá cantando lá, que não é dinheiro público, é dinheiro dos cheirantes, né? Tem os brinquedos gratuitos para as crianças, que também quem paga é os cheirantes, é gratuito para aquela população, né? E tem a qualidade da comida, né? E tem o serviço, tem várias outras atrações que é um sucesso. Hoje as feiras noturnas virou um ponto turismo da cidade. Tanto é que é um sucesso que a região toda copiou a feira noturna de Campinas, né? E eu e na época eu me lembro como fosse hoje e o pessoal falava que não ia dar certo, que não, você é louco. Feira noturna. Hoje a fé na noturna é um ponto de encontro social das famílias que moram naquele bairro e da região e vem gente de fora, né? se tornou um local de convivência das pessoas, porque muitas vezes o vizinho não conversava com o vizinho do lado, no vizinho hoje a feira noturna trouxe de volta aquela questão da cidade dentro do interior, das pessoas se conhecerem, das pessoas se conversarem e também de fazer seu negócio. Porque quando você tá lá conversando, comendo um pastel, comendo um hambúrguer, a criança lá tá brincando, escutando uma boa música, estão se conversando e fazendo negócio. Virou um business negócio também na cea noturna, né? E hoje eu são 40 e poucas ceiras noturnas, né? Acabei de falar agora de manhã pro prefeito Dário, Dário, nós precisamos dar um fortalecimento. Nós já ajudamos a ser noturnos, mas precisamos dar um fortalecimento. Tem uma regra, feira noturna, ela tem uma regra, não dá para ter uma feira noturna, que se diz feira noturna, pegado a feira noturna que vai lá, tira um alvarazinho provisório, paga uma taxinha, aí o cara monta a feira no bairro lá, que não é feira noturna, que para feira noturna tem que fazer, tem que fazer chamamento, tem tudo uma regra. E aí eu que eu quero montar uma fenda noturna para ganhar dinheiro, eu vou lá, pago uma taxinha, pego 10, 12 fees e monto na tem uma regra, é 100 m uma feira da outra, tá? Então conversei com o prefeito, prefeito, eu não sou contra gerar emprego na de Campinas, mas se foi feita a regra, o Ministério Público foi em cima da gente que tinha que ter uma regra, tinha que ter chamamento, como que autoriza uma fara de uma feira noturna? Eu não sou contra a feira do empreendedorismo, a feira da mulher empreendedora. Sim. né? Porque tem regra agora fazer uma feira e tirar um um pedido lá na Cetec, você entrar lá que você pode, lógico que você pode, mas se tem a feira da da feira noturno que tem vez o chamamento, então desculpa. Então não vou não vai precisar fazer mais chamamento, então nós vamos retroagir porque tem regra. Então foi uma das coisas que eu discuti com o prefeito hoje porque os feirantes vem me cobrar, né? Os feantes f pôdo, eu tenho a feira aqui quinta-feira. O cara faz a feira um dia antes, ele que lógico que quebra o movimento dele. O cara vai na feira lá, gasta e depois no outro dia já tá meio a infelizmente a população não não a questão financeira ainda conta muito na na questão de Então assim, conversei com o prefeito hoje, tô falando isso, é um desabafo, até porque eu sou cobrado dos ferantes. Eu queria que as pessoas que vão lá tirar o o questão, então pode fazer, mas não faça perto de uma feira noturna. Faça um sábado à tarde que não tem, não é feira noturna, faça num domingo, faça de manhã, né? Agora é fácil depois que você implantou a fena noturna, fez sucesso, sucesso e você montar uma feira que se diz que é fena noturna, não é? Entendeu? Eu entrei no site da prefeitura e tem lá. Eh, são 12 feiras às terças-feiras, 9 de quarta-feira, 11 de quinta-feira e 11 de sexta-feira. 43 feiras aqui na cidade de Campinas espalhadas por toda a cidade. E além dessas feiras noturnas, por isso que eu falo que é uma questão de conversar, as pessoas querem fazer a feira, né? Fazer uma feira noturna. Eu faço a feira noturna da comunidade. Que que é a feira noturna da comunidade? É uma feira noturna, longe da feira noturna, não é perto. E envolvo a comunidade para trabalhar. Eu chamo a comunidade, eles fazem um cadastro, todo mundo do bar quer trabalhar trabalha, tiramos na CTEC, mas não fazemos perto da fea noturna. Por quê? Porque nós estamos fazendo novos feirantes. Eu não consigo abrir feira nova porque não tem feirante novo. E com a feira da comunidade você é que nem a escola, você começa a mostrar como funciona uma fena noturna para ver se o cara aguenta, porque não é fácil ser fe, entendeu? E nesse site da prefeitura e até para quem não sabe, né, são 18 produtos permitidos. Tem mercearia, tem pório, calçados, miudezas, roupas, frutas, bolachas, flores, mel, produtos naturais, bem diversificado. Para quem não conhece, pode procurar uma feira mais próxima da alimentação é fantástica. Tem massa, tem hambúrguer, hambúrguer artesanal, tem o shopper artesanal, que na época perguntaram para mim por que não punha cerveja em lata e não punha destilado. A intuição não é vender bebida. Uhum. A intuição é trazer a família. Se você põe o chope artesanal, ele é mais caro. A pessoa vai beber menos e vai se comportar. Se você misturar a o a bebida quente com a cerveja, com o chope, nós não vamos nós não vamos ter um local familiar. Então a ideia por isso que não tem a o destilado e não tem a cerveja, tem o choper artesanal e as pessoas vão. E é das 5 horas da tarde às 10 horas da noite um horário acessível. Acessível para não inclusive não atrapalhar o dia a dia dos pessoal que trabalha. Ótimo, vereador. Nós estamos nos encaminhando aqui já para uma reta final do nosso podcast. Nossa conversa tá boa, viu? Mas tem dois assuntos que eu quero abordar ainda com o senhor. O primeiro, este ano, na 25ª festa de São Bernardo, promovida pela paróquia, né, da Imaculada, foi entregue à revitalização da Praça Professor Paulo José Otaviano. O senhor esteve presente? É uma luta do senhor, como é que foi? É uma luta, eh, foi uma uma uma um pedido na época da eleição que eu ajudasse a revitalizar a praça, porque eu levei a feira noturna praça, tá? E a e a praça tava realmente com vários problemas, pessoa de idade caindo, tinha aí a questão da da árvore, a questão do espaço, né? Precisava ser revitalizado, a questão do cachorrinho ter um local pro cachorrinho para não tá no mesmo lugar que a criança, o brinquedo da criança, tudo, né? E aí o padre na época, o padre Jamil, que um grande amigo, se tornou um grande parceiro e irmão, né, além de ser o nosso padre, pediu o senhor poderia inclusive eh eh encampar esse projeto da revitalização e e a melhora da iluminação da praça, tá? Aí eu encaminhei, graças a Deus o prefeito atendeu. Porque é assim, tu não penso que o o vereador fez, não foi o vereador que fez, o vereador acompanhou, cobrou, fez, mas quem fez realmente foi a prefeitura, foi o prefeito. Tem que dar os méritos para quem também tem, o prefeito Dário, o Vandão, o o o secretário Paulela, os funcionários dele que foram fantásticos. Nós revitalizamos a praça, fizemos uma grande festa de entrega da praça, né, que a praça é usada muito porque em frente à igreja, né, da comunidade e é um sucesso hoje, não só paraa feira noturna, como para as festas que tem da igreja, tem festa da Imaculada, tem festa, né, do padroeiro que lá tem lá um coisa do do cachorrinho. Então o seguinte, a gente tem ali um carinho muito especial pro São Bernardo e eu tenho grandes amigos lá. Então eu acho que foi uma vitória da população do seu Bernardo e uma vitória nossa que conseguimos revitalizar para irá inclusive melhoria para o Ferante que ali trabalha. Essa revitalização, a gente pode dizer também que é uma oportunidade paraa população ocupar mais os espaços públicos. Muitas vezes ficam distantes, ficam dentro de casa. Quando você tem essa revitalização, é uma maneira do poder público também, do poder legislativo chamar essa população para aproveitar e para cuidar deste espaço também. Sem dúvida. É que aquilo que eu eu sempre falei, não adianta você reformar um espaço e ficar ostioso. Vou te dar um exemplo. Quando era era presidente da CETEC, reformularam o Largo do Pará. Uhum. ficou maravilhoso. Só que você ia lá, era o pessoal de rua, era o pessoal à noite lá que não não era não é que não são pessoas, mas que para não é a população do da da do redor, né? Eu tirei a a a feira que é durante o dia da Uruguaiana, que era só uma banquina de pastel e levei a feira para do Pará de domingo. Só que eu levei levei food truck, eu levei a música, levei o brinquedo, levamos outros serviços, levamos pastel, levamos hambúrguer. O que aconteceu? Passa lá de domingo de manhã e vê o sucesso que é a feira e as pessoas indo pra você dá um sentido pro lugar, entendeu? Então não adianta só reformar a praça, não adianta só você, o poder público, eh, eh, fazer, né, o gasto do dinheiro público numa praça aonde o poder público e a sociedade não utiliza. Então, nós eh acabamos de eh reformar, inclusive no Santa Cândida, fizer uma praça maravilhosa lá, que é um sucesso também. Então, e vamos levar lá um um uma ações para a praça. Falei pro meu amigo, parceiro Permínio, que que criou os parcão. Sim, tem que fazer a feira do cachorro com a feira do parcão. faz as feiras da questão da da do do não é, o pessoal fala do pet, faz pega as empresas, faz a feira cada dia num pet, no no do no no no parcão com atração, com porque você traz a população para dentro no parcão junto com seus cachorrinhos, junto com seus pets. E essas obras que nós estamos falando incluíram a troca completa do calçamento e dos passeios públicos, implantação de nova iluminação em toda a área, construção de o espaço pético, vereador acabou de citar que é o parcão para os cães, instalação de bancos, reforma de playground, um novo paisagismo e o investimento no local foi de R$ 120.000 que a população tá usufruindo isso. E academia terceira idade que não tinha. Olha aí. Então assim, eu acho que isso que dá pra cidade e para nós orgulho de ser vereador e o prefeito em certeza tá contente com o trabalho que tá sendo feito pelo secretariado e pela Câmara Municipal de Campiros. A gente pode dizer então que foi um momento significativo aí pra história do do bairro com essa reinauguração da praça que fica em frente à matriz que também é bastante frequentada. Exatamente. Eu acho que isso acho que foi é o maior orgulho, né? Tá em frente a à matriz ali da do São Bernardo, né? Imaculada. Vereador, por falar em praça, Eunice Santo Dini, Jardim Colonial, luta antiga por lá, onde fica na cidade de Campinas e o que que aconteceu também? Bom, é, é outra praça que era abandonada, né? Como tem várias praças da região Cos Lourenço que nós iluminamos, porque assim, o vereador ele não assim não conta só com o poder público, né? Eu vou atrás, eu busco parceiros na iniciar privada para poder fazer as coisas acontecer. E e assim a gente conseguiu muita parceria, né, com essa iluminação, né, essa essa praça aí, eu acho que foi uma praça que também a população eh está usufluindo, estamos fazendo evento, né, a Praça Parque das Águas no Carlos Lourense agora esse final de semana uma grande festa lá que uma vez por mês a gente faz a feira que é a feira da comunidade lá dentro. E assim, eu acho que eh quando você eh eh reforma, você transforma o local e a população frequenta, participa, o poder público junto, né, secretaria de cultura ajudando, apoiando, a secretaria de desenvolvimento apoiando, eu acho que isso é importante pra cidade. É aquilo que você falou, não adianta ter uma praça onde as pessoas não frequentam, mas para frequentar você tem que levar ações, levar atrações, fazer a população realmente entender o seguinte: aquilo é dela, ela tem que usar. Essa região é do Carlos Lourenço, você tem um olhar mais próximo, precisa de mais melhorias? É a única melhoria que agora precisam Car Lenes que as praças, o bairro tá bem cuidado. A questão de quero agradecer a INDEC, fizeram a sinalização, eh, reformou tudo, tá? Nós estamos melhorando ali o trânsito, que aumentou muito o trânsito ali na naquela região. É o que é o que eu falei, falei pro prefeito, nós temos que melhorar lá o posto de saúde, que é o CAPS lá, que tá, o atendimento tá péssimo, as pessoas vai para lá, eh, demora atendimento, eh, demora para pessoas eh inclusive ser encaminhada. E eu acabei de falar, prefeito agora de manhã, falei: "Prefeito, nós melhoramos Campo Grande com atendimento terceirizado. Nós melhoramos ouro verde com atendimento terceirizado. O Carlos Lourenço é o único local que não foi terceirizado ainda e demonstra que onde colocou a terceirização melhorou. Eu não tô aqui desfazendo dos funcionários públicos. Acho que o funcionário público é é importante no processo. Uhum. Né? Mas o terceirizado ele é mais rápido, mais ágil. Vou te explicar o porquê. Você tem um médico, tira uma licença médica que nem no lá no lá na na região Cajonense o Cap tirou cinco médicos tirou licença médica. Não tem médico para colocar agora com o terceirizado. Não, o terceirizado é o médico saiu de licença, aconteceu alguma coisa, a empresa é obrigada por um médico repor médico na no ato. Então nós precisamos pensar nesse atendimento porque a população que tá ali na região está precisando melhorar o tanto o posto de saúde como o o posto de saúde e o CAPS que hoje tem um atendimento eh da cidade quase toda, porque todo mundo vem é é divisa com Valinhos, divisa com a região São Vicente, divisa. Então assim, eu acho que é importantíssimo para aquela região, São Fernando, para Panema, Tatiia, são bairros grandes, são bairros que precisam ter um atendimento melhor e também ali precisa uma nova creche, né? Nós já temos o local converse com o prefeito, né? Para poder a gente inclusive melhorar ali para as pessoas que moram naquela região. Pra gente poder encerrar o nosso podcast aqui, o senhor é presidente da comissão de política urbana. Como foram as reuniões, análises de projetos este ano? Bom, foi bastante trabalhoso, né? A gente sabe que é é uma das das comissões muito importantes paraa cidade. Tanto é que eu apresentei nessa semana, passada semana, eh dois projetos, eh na verdade três projetos. Um projeto que é um estudo, né, da questão dos postos de gasolina para melhorar a questão não só de reforma de novos postos de gasolina, o outro a implantação de novos postos da questão dos carros elétricos. Hum. Daqui a pouco nós vamos ter carro elétrico, não vai ter um abacer. É. E e talvez é abacer em local que não poderia est sendo abas. Vou te dar um exemplo. Subsólio do Shopping Campinas, subsólido de prédio. Então assim, qual é o critério? O bombeiro vai aprovar esses esses postos elétricos que estão ali no subsóve? Porque veja bem, será que abasteceu o carro elétrico perto do da questão de abaste de gás ou abastecimento de cargo combustível? É o correto? É aonde que seria que tem que ser? Então eu aprecii um projeto de estudo para ver qual é a melhor regra para levar o prefeito alternativa inclusive de instalação em área áreas públicas. O a questão do carro elétrico. Vou dar um exemplo. Vou lá tomar um shopinho na catedral. Aham. Por não ter ali naquele espaço, não tem aquela banca ali embaixo do Laurão ali, não ter pontos para abastecimento e a CETEC eh, inclusive fazer uma um chamamento, autorizar no solo público e ganhar com isso para ter mais dinheiro para o poder público, para poder melhorar os os cemitérios, melhorar as praças públicas. Então, foi é um projeto que eu encaminhei, tá sendo protocolado, que como presidente da comissão isso me ajuda muito, né, a ver essa amplitude de coisas que a gente pode melhorar na cidade de Campinas. E essa é uma demanda que existe, né? Porque a gente que anda pela cidade de Campinas, o que tem de carro elétrico e o que tá crescendo na cidade de Campinas é uma enormidade. E aí tem esta preocupação, né, de onde vai abastecer, qual ideia na saída de Campinas, no posto do trevo lá, né, que hoje é o 380, só fala padaria, eh, tem fila lá para dois ab dois duas bombas de abastecimento de carro elétrico. Agora não assim, será que ali o local onde estava sendo seria o correto perto donesse carro a gás? Será que não tem o perigo de um curt? Porque assim, é tudo novidade hoje. É, então nós precisamos envolver a questão do bombeiro, envolver o meio ambiente, envolver as secretarias para ver qual é a regra para o empreendimento de de um empreendimento de de prédios novos aonde pode ser instalado a questão do caral ou cada um vai poder pôr uma tomadinha lá. Imagine um prédio tem 4000, 1500 pessoas morando com todo, qual é o o a a densidade de de puxar eletricidade? Isso não pode dar um aquecimento, dar um cu? Então assim, qual é a regra? Qual foi a regra estabelecida para ter o local nos prédios, no subsolo, nos prédios gasos para bacer o carro elétrico? Essa discussão vai acontecer aqui na cidade, vai acontecer na Câmara e e se Deus quiser nós vamos provar uma lei com regra para dar segurança à população de Campinas. Vereador, pra gente poder encerrar e é sua última participação, né, no podcast aqui na Casa do Povo desse ano de 2025. Nós já estamos encerrando, né, já estamos próximo aí dos últimos dois meses, novembro e dezembro. Uma análise que o senhor faz olhando para esse ano de 2025. Ó, eu acho que a gente, acho que a prefeitura de Campinas, nós vereadores, acho que todos os colegas vereadores, nós trabalhamos muito para Campinas, né? Eu acho que a gente fala que 33 vereadores é muito, não é muito para uma cidade de 1 milhão habitantes, eh, muitas vezes eu não consigo dar a o atendimento a toda a cidade de Campinas, porque um vereador quer votar numa região é uma coisa, um vereador que tem voto na cidade inteira, com cinco assessores no gabinete, não dá para dar atendimento. E e é lógico, é uma cidade que cresceu muito, a nossa cidade cresceu demais. e parabenizar o prefeito porque é uma cidade que cresceu, uma cidade que a gente conseguiu pôr a uma regra, uma ordem, né? Uma cidade que ela mantém hoje nas praças, nas ruas, limpeza, né? Melhorando a iluminação da cidade. Temos que melhorar o centro da cidade, que é é uma das das questões que eu obrivo muito de a gente transformar o centro da cidade num centro vivo à noite, né? Com eventos, com com ações para poder o centro da cidade trazer novos empresários. Tem solução pro centro, tem solução. Eu acho que nós vamos evoluir muito a partir do ano que vem, inclusive com a questão do morador de rua, né? É, é delicado, é delicado, mas tem que enfrentar isso. O prefeito tá fazendo, a gente tá indo atrás. Eu acho que isso que é importante. A cidade de Campinas eh eh tem tem evoluído de uma certa eh dentro de um certo tamanho que a gente tem que pensar nos novos empresários, trazer novas empresas, né, paraa Campina. Nós não podemos perder mais empresa pra região, né? Estamos que pensar no janeamento da cidade. Tem locais que mudou o janeamento que poderia tá a trazendo uma empresas novas. Vou dar um exemplo para você. Acabei de discutir hoje de manhã com a secretária. Você tem Jaguariuna, você tem a pista, a estrada que vai para Jaguariú. Eu acho que beando a estrada, você beando ali a a toda a a estrada, você poderia fazer locais de comércio, empresas. É proibido porque mudaram jornamento sem fazer um estudo, passou a ser residencial. Como que você vai pôr residência beando a pista? Tem que ser pô de gasolina, tem que ser empresa. Então assim, temos que repensar isso porque nós estamos perdendo empresário para toda a região e grandes empresas querem vir para Campinas. Campinas eles não querem desconde nada não. Eles querem flexibilidade em aprovação, flexibilidade em estar na na cidade, por mão de obra. Muitas cidades abrem nas cidades ao redor e a mão de obra sai de Campinas e vai pra cidade para ser atendido. Não fica aqui. Não fica aqui. Vereador Enaldo Solvete, muito obrigado pela disponibilidade do seu tempo. Muito bacana o nosso bate-papo aqui. Falamos sobre bastante coisa. Ótimo. 2025 2026 retorna aqui ao nosso podcast na Casa do Povo. Eu que agradeço. Um bom 2025 para todos, né, que tá sendo e um 2026 melhor ainda para nós que estamos aqui trabalhando e para vocês da Câmara que faz um excelente trabalho. Eu que agradeço e agradeço você de casa também pela sua companhia, pela sua audiência. Muito obrigado a você que nos assistiu, você que nos ouviu. Continue com a nossa programação e até uma próxima oportunidade. Ciao. Ciao. [Música] เ