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Frente parlamentar em apoio à 30ª conferência das nações unidas sobre mudanças climáticas
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Frente parlamentar em apoio à 30ª conferência das nações unidas sobre mudanças climáticas

9 views Publicado 23/10/2025 HD · 51:38

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Reunião da Frente Parlamentar em Apoio à Paz e Sustentabilidade Rumo à 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas – COP30

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TV Câmara Campinas. Olá, bom dia a você que acompanha a TV Câmara Campinas. A partir de agora, direto do plenarinho da Câmara Municipal, você acompanha mais uma reunião da Frente Parlamentar de Apoio e Sustentabilidade de Rumo à 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP 30. O evento vai ser presidido pelo vereador Marcelo Silva. Agora com a palavra o vereador. Bom dia a todos. Eh, estamos dando início à nossa reunião da Frente Parlamentar de Paz e Sustentabilidade. Gostaria de nomear eh as autoridades aqui presentes na mesa. Paulo Sabioni, diretor do Conselho Regional de Educação Física, professor Lino e Ângela Guiral, assessora técnica da Secretaria do Clima, Meio Ambiente e Sustentabilidade, representando neste ato o secretário Adegas Júnior. Também gostaria de agradecer a presença do André Luiz Pereira, da IMA, Informática de Municípios Associados. [roncando] Eh, bom, eu vou fazer uma breve uma breve avaliação, né, de todos os todos os passos aqui que nós fizemos eh nessa frente. Falo que foi uma frente de trabalho, né? A nossa ideia foi eh trabalhar visando a elaboração de uma carta eh de apoio à paz e sustentabilidade de Campinas rumo à COP 30. o documento, eh, ainda não o documento final, mas está aqui, eh, em mãos. E isso só foi possível graças a a a essas reuniões que nós tivemos aqui ao longo eh ao longo do ano, né, professor Nino, eh em que tivemos muitos palestrantes, em que tivemos muitas ideias, tanto de moções, eh, de projetos de leis e Campinas, mais uma vez ela sai à frente de todos os municípios do Brasil, Rio Priquito, eh por ser, vamos se dizer, o única, a única a Câmara Municipal que vai apresentar eh de fato algo concreto eh na COP 30. Eu falo por que isso, né? Porque as ações elas têm que começar do município. É muito mais fácil você começar do município e aí você conseguir expandir para outros municípios do que vir de cima para baixo. Então a nossa ideia foi justamente essa, né? levar aqui. Obviamente não não vou ler tudo tudo que foi tudo que foi elaborado, tudo que foi feito, mas depois eu passo para vocês, vamos se dizer, esse grande resumo é muito bem feito a várias mãos, né, entre projetos de leis, moções, sugestões, ideias de quais práticas o município pode e deve adotar para que haja aí um um diferencial na sustentabilidade, né? pensamos pensando nas nas mudanças climáticas que nós já estamos sentindo e vivendo. Tanto é assim que nós estamos em outubro, final de outubro, né? E tivemos um frio aí antes de ontem absurdo que parecia eh junho, julho, inverno, né? O inverno rigoroso. Então, as estações elas estão completamente eh malucas e nada mais justo do que nós implementarmos ações que visam aí diminuir, né? entre elas, foi um fundo, né, a ideia de da criação de um fundo justamente paraas pros desastres eh naturais que possam vir a acontecer na cidade de Campinas e cada vez são mais constantes, né? Então, essa foi uma ideia que surgiu eh dos nossos debates. Então, nós propusemos essa essa lei em que fica criado um fundo e aí, obviamente, eh, a parte eh da dinâmica desse fundo, como vai ser, de onde vai vir, nós deixemos aí a cargo do decreto eh do prefeito, que vai justamente regulamentar essa nossa esse nosso projeto de lei, que ainda precisa tramitar aqui pela Câmara Municipal. Então essa foi uma eh uma ideia que eu tenho certeza que vai fazer bastante diferença, né? a gente tem vários fundos aqui no município em que eles dão apoio, enfim, a determinadas situações. Então, essa ideia de criar esse fundo voltado para as catástrofes climáticas, né, que atingem residências que possam atingir eh, enfim, a infraestrutura também da cidade. Eu acho que eh mais eh um projeto aqui inédito eh na nossa cidade em Lias Gerais. Eh, era isso, né? Não quero mais me alongar. Eu vou agora passar a palavra, primeiramente a Ângela. Pode ser Ângela. Então, passo a palavra a Ângela também agradecendo aí a presença e representando o secretário da Dega Júnior, qual peço para levar aí o meu meu abraço a ele. Tem a palavra, bom dia a todos e a todas. Eh, é uma honra participar da frente trazendo um tema que paraa gente, obviamente da Secretaria do Clima, Meio Ambiente, é o cerne da nossa do nosso trabalho. Então, também trago aqui o abraço tanto do secretário Adegas quanto da diretora Marcela Pupim. Eh, eu fiquei muito feliz, eu não conhecia eh sobre a carta, né, e e ver o trabalho que a Câmara tem feito junto à Frente Parlamentar de Apoio à paz sustentabilidade aqui de Campinas. Acho que eu vou contar um pouquinho da trajetória, se vocês me permitem, do trabalho que a administração vem fazendo há algum tempo, principalmente em relação à agenda climática. É lógico, é um tema que pra maioria ele acaba sendo mais recente, porque a gente começa a sentir de fato eh no nosso dia a dia e na pele também, né? Eh, os efeitos aí das mudanças climáticas. Mas desde 2013, eh, o município já vem reportando algumas plataformas que acompanham o avanço das cidades em relação a gestão climática, como, por exemplo, o CDPS, que é uma plataforma internacional em que a gente vem reportando todo o que vem fazendo e a gente vai tendo notas anualmente em relação ao avanço nesse trabalho. E desde 2013, então, a gente já tem esse compromisso e também é o ano em que a gente adere ao cidades resilientes da ONU, né, como um compromisso que a gente tem o município perante essa agenda. E aí vocês melhores, né, do que eu, conhecem todo o trabalho, principalmente que a Defesa Civil conduz em relação à resiliência. Inclusive, recentemente, o plano de resiliência foi eh feita a sua revisão e publicado aí, acho que, se eu não me engano, até 2030. Bom, esse ano, eh, ao longo desses, mais de de uma década em que a gente vem reportando essa plataforma, a gente tirou a nota a menos. Então, a gente tá quase no topo de cidades do mundo inteiro em relação à gestão e isso é fruto de uma caminhada de fato de algum tempo. Então, eh, al ao longo desses anos, né, acho que tem alguns pontos de destaque que são importantes, como, por exemplo, o primeiro inventário de gases de efeito estufa, que a gente lançou em 2018, 2019, que foi feito pra região metropolitana de Campinas. Então esse inventário ele não foi feito só paraa cidade. Quem financiou foi o Fundo Ambiental Municipal e a gente fez pros 20 municípios da região metropolitana. Ele foi fundamental naquele momento porque esse eh inventário de gás de efeito estufa, ele nos mostrou quais são os nossos principais setores de emissão, mas também subsidiou a nossa política municipal de enfrentamento aos impactos da mudança climática, que é uma lei instituída em 2020. Eh, dito isso, depois então da implementação da política, em que naquele momento a gente inclusive já indicou algumas metas de redução das emissões de gás de efeito estufa. Hoje a gente enxerga que foram até um pouco não tão eh ousadas e audaciosas, né, mas foram com os instrumentos e insumos que a gente tinha naquele momento e até colocar numa legislação, inclusive as nossas metas de redução. [roncando] Mas fato é que a gente foi também assumindo outros compromissos internacionais, né, da ONU, vinculados aí eh, por exemplo, da campanha sit eh Race to Resilience, Race to Zero, que é justamente chegar a 2050 com as nossas emissões zeradas. E esses compromissos assumidos pelo prefeito eh Darad, eles acho que fortaleceram, né, e deram eh mais suporte, inclusive técnico, para que a gente pudesse elaborar o plano local de ação climática, que foi instituído por decreto municipal no ano passado. O plano local, ele atualiza o nosso inventário de gás de efeito estufa, né? Ele tinha atualizado pros anos de 2019, 20, 21 e 22 e agora a gente já conseguiu atualizar para 2023. Já tão, já estão publicados os dados no município. Nosso principal setor de emissão é oriundo do transporte, né, seguido ali de dos resíduos. Então a gente sabe, né, claramente onde a gente tem que, de fato, se a gente quer zerar as principais políticas estão vinculadas a esse setor. Então, não só transporte terrestre, mas a gente também metade dessas emissões são oriondas do transporte vinculado ao aeroporto, né? Então, a gente faz o cálculo onde é abastecido eh tanto as aeronaves quanto os carros. Então, eh esse é um ponto aí de atenção. Mas o eh o plano local ele estabeleceu também ações de adaptação, não só de mitigação, né? Então, quando a gente fala de mitigação, eu tô falando da gente tentar minimizar e zerar as nossas emissões, mas a gente também tem que preparar as nossas cidades para enfrentar aí essas mudanças. Como o vereador disse, a gente eh tá passando aí por situações, né, de de calor extremo esse ano agora, né, essa semana, um frio que a gente, nossa, mas nós já estamos praticamente no verão, né? E aí, enquanto o vereador falava, eu fui buscar até uns dados que eu relembrei esses dias, que um estudo da Unicamp, que tinha feito, se eu não me engano, de 2000 até 2021, 22, eh, em 2002 foi a nossa, a gente não, na até 2001 a gente não tinha nenhum registro de onda de calor, né? E as ondas de calor é quando a gente tem alguns dias consecutivos a a temperatura no seu máximo, né, na máxima ali de calor, no seu recorde. Então, até 2001 a gente não tinha esses registros. Em 2002 a gente teve o primeiro registro dessas ondas de calor. Em 2014 foi o recorde, onde a gente teve 30 eventos. Mas acho que se esse estudo eh agora ampliasse pro ano passado, se eu não me engano 2023, a gente provavelmente já teria passado esse recorde de 30 eventos ano. [roncando] E aí na contramão desse estudo, né, se em 2000, se eu não me engano 2014 também, onde a gente teve esse recorde, a gente teve o período de maior estiagem, né, na cidade onde a gente passou ali por aquele grande período de seca, não só na cidade, mas na região. Então isso vai mostrando pra gente além da microexplosão que a gente teve em 2016. Então são alguns eventos que ficam marcados, né? Eh, e que a gente eh precisa trabalhar para quê, né? Acho que primeiro aí voltando, né? Paraas ações de adaptação, então é preparar cidades para essas situações, para um calor extremo, por um período longo de estiagem, também pros períodos de chuva intensa, em que a gente vai ter problemas aí, né, em relação à aquelas chuvas que são curtas, mas muita água, né? Então a gente tem que preparar e aí a gente tem que falar de adaptação. E aí adaptar a cidade principalmente para quem, né? E aí a gente tem um um conceito, mas nem vou dizer conceito, né? A gente tem eh um pilar que é muito importante e que a gente trabalhou isso dentro do plano. Eu tenho tempo aqui, gente, de fala, não? [risadas] Então, fui eh que é a gente trabalhar a questão da justiça climática, né? na justiça, em que a gente vai olhar para onde tá realmente a nossa população mais vulnerável. Então, o plano eh local de ação climática, que a gente chama aqui de Plac, o PLAC ele fez um mapeamento dos nossos principais riscos climáticos na cidade. E aí a gente estudou, né, aonde são as áreas em que a gente tem o maior risco para as epidemias com dados de dengue principalmente. [roncando] A gente olhou para onde a gente tem as áreas aí em que pode ocorrer algum tipo de deslizamento. Lógico, esse é um risco menor em Campinas, mas ele existe. e também para onde a gente tem aí as ilhas de calor, né? Então, onde que a gente tem provavelmente menos arborização, onde é mais área com asfalta, enfim. Então esse estudo a gente fez também territorializado e as áreas onde a gente também vai sofrer aí a questão de de estiagem e inundação. Então feito esses esses cinco riscos climáticos, olhando pro território e aí a gente teve apoio da universidade, do IPT, do CPAGR, né, da Unicamp para nos apoiar nessa metodologia, validar o trabalho que a gente fez, eh a gente cruzou com o índice paulista de vulnerabilidade social. Então a gente olhou onde tá a população de fato mais vulnerável e cruzou onde tem esses riscos. E aí a gente tem um mapeamento que mostra quais são as áreas de planejamento de gestão da cidade mais vulneráveis. Então já tem uma população mais vulnerável e aí esses riscos eles se intensificam. Então, é principalmente com esse recorte territorial que a gente tem que trabalhar a implementação e ações aí de adaptação paraa cidade. E aí a gente estabeleceu no plano mais de 20 ações e 96 subações que falam de saúde única, que a gente vai falar de adaptação, a gente vai falar de soluções baseadas natureza, de saúde, de educação climática. A gente encerrou a semana passada o curso de educação climática para professores da rede municipal e estadual. Então, eh, a gente já tá começando a formar, né, junto com esses professores. A gente teve o apoio do pessoal do Labeduca, da Unicamp, que tem trabalhado com educação climática dentro do CPAGRE. Então, a gente já tá falando isso também para dentro de sala de aula. Então, sim, acho que pincelei aqui um pouquinho dessa dessa trajetória para contextualizar um pouco da da onde estamos hoje, né, eh, do trabalho. E além disso, esse ano, né, rumo à cópia, aí a gente teve alguns marcos importantes. A gente começou o ano já com a conferência municipal de meio ambiente, em que o tema foi a mudança climática. Então, a gente fez um trabalho eh em janeiro, ouviu a sociedade civil de lá, a gente tirou mais de 10 ações, né, foram votadas, discutidas. A gente também conduziu a conferência intermunicipal, então, da região metropolitana. Então, em janeiro, a gente já fez duas conferências e foi muito legal ter feito uma conferência intermunicipal. Eh, em junho a gente sediou o segundo encontro estadual do ICLEI, que a gente teve mais de 500 participantes, a gente teve palestrantes aí com muita informação, discussões de alto nível e também elaboramos uma carta Campinas aí que a gente pretende também escalar paraa COP. Eh, então acho que esses são agora também recentemente, semana passada a gente teve a miniop. Então, o que que foi a miniop, né? Junto com o encerramento desse curso de educação climática para os professores, a gente fez um trabalho com as crianças, né, junto com o pessoal da programa da Primeira Infância Campineira, eh, onde a gente também simulou uma cópia, uma conferência com eles para que eles pudessem também discutir, votar, enfim, e elencar algumas ações importantes do ponto de vista aí de um olhar da criança. Então, acho que paro por aqui e aí a gente segue aí na discussão. Obrigada. Obrigado, Angela. Obrigado. Pode. Claro. Parabéns aí pelo trabalho desenvolvido. A gente tá acompanhando de perto. Bom, bom, eh, em primeiro lugar gostaria de falar, estou falando agora como, eh, secretário geral da Frente Parlamentar, representando o movimento internacional por uma cultura de paz que tive a honra de fundar. e agradecer o vereador Marcelo Silva, porque ele tem aberto um espaço maravilhoso, fantástico, com liberdade, com isenção, né, com com uma com o olhar muito acolhedor. E desde o começo da criação desta frente, o vereador Marcelo Silva tem falado que ele quer questões concretas, que ações concretas, né? Eh, no a frente trabalho é uma a frente parlamentar é uma frente de trabalho, não é uma só pra gente fazer discursos, né? Então, assim, e esse é o objetivo da COP. A COP tá focada na entrega, nós precisamos entregar coisas concretas. Então, nós temos aí já muitas propostas de ação parlamentar concreta já na nossa carta, muitas delas inovadoras. Inovadoras por quê? Porque nós estamos com um olhar diferenciado. Pelo que eu vi, pelo que eu pesquisei, nós somos o único que além da visão de meio ambiente, de crises climáticas, nós estamos trazendo a visão de cultura de paz. de amor. E não é amor romântico, é amor de justiça, de cuidado. Quem ama se importa. Então a gente, como nós temos, nós nos amamos e amamos a natureza, amamos os animais, amamos as árvores, né? E o pessoal fala que que eu gosto de abraçar árvore, né? Brincando. Então assim, a gente se importa. Então a gente tem desenvolve uma sensibilidade e a partir desse olhar diferenciado, nós criamos soluções para as situações, problemas que nós encontramos na cidade grande como Campinas. Então, nesse aspecto, nós temos muito a compartilhar e a COP é uma oportunidade maravilhosa da gente transformar, da gente amplificar essa voz de tornando Campinas uma cidade piloto, uma cidade exemplo daquilo que ela faz e que pode ser replicado em todas as cidades do mundo, mantendo as devidas proporções e adequações necessárias. Mas a gente fala de coisa que nós fizemos. Um outro olhar que nós temos devido uma outro viés de atuação devido a esse olhar é a questão do socorro humanitário. Então a Defesa Civil de Campinas ela tem e região, né, ela tem assim um diferencial muito grande, tem um trabalho muito longo de mais de 30 anos que a gente pode e deve compartilhar com outras cidades. Então esse a gente alia a questão do meio ambiente com o socorro humanitário, com o socorro não só humanitário em termos de pessoas, mas também dos animais, das árvores, socorrer o meio ambiente. Então nós precisamos estar preparados. E essa esse projeto de lei que [roncando] o vereador Marcelo Silva protocolou, que já está em trâmite na Câmara, que foi surgiu essa ideia a partir desta frente parlamentar, ele é inovador no seguinte sentido, que nós teríamos uma verba específica para atender as crises climáticas. Então nós eh eu tava falando pra Ângela, né, que você vê uma pessoa lá morrendo afogada porque tem houve uma enchente, você vai estender a mão para ela para puxar lá de lá. Fal, espera um pouquinho, vou buscar verbo e já volto com a burocracia que nós temos hoje, sem chance. Então nós temos uma, criamos uma verba específica com agilidade para poder atender as crises climáticas, porque a hora que aconteceu a crise climática, nós temos que agir rapidamente. Então é são vieses que vão se tornando diferentes pela nossa nossa visão. [roncando] Eh, eu queria também agradecer aqui o o secretário Adegas. [roncando] Ele tem sido assim um parceiro muito bom da Frente Parlamentar, parceiro do nosso movimento internacional para uma cultura de paz. E nós já tínhamos assim uma parceria muito boa com o Rogério Menezes, que era o ex-secretário, eh, que a gente considera bastante, teve fez um trabalho maravilhoso aí, bem técnico, né? E [roncando] e agora o Adega está continuando esse trabalho eh com uma visão bem eh articulada, bem bem aberta também, como o vereador Marcelo Silva tem, tem uma visão eh isenta, mais eh mais corajosa, inclusive, né? Mais corajosa de colocar ações em prática, ações desafiadoras. Então assim, só um comentário sobre a fala de vocês dois aí que eu gostaria de estar falando e agora fica atendo. Obrigado, Lino. Vou passar a palavra agora pro Periquito. [roncando] Tem a palavra. Bom dia a todos. Tá funcionando? Não, agora tá. Bom dia a todos. Bom dia, vereador Marcelo Silva. Mais uma vez, parabéns pela ideia de criar essa frente parlamentar da sustentabilidade da paz. Parabéns mesmo. Ângela, queria te cumprimentar, pedir que você leve um abraço do Conselho Regional de Educação Física ao secretário adegas. A sustentabilidade, a paz, tudo que nós estamos falando aqui é multidisciplinar e passa por nós também. E quero cumprimentar o professor Lino, fazendo um adendo a todos os senhores que estão aqui presente e toda a região metropolitana de Campinas que está nos vendo através da TV Câmara. Todo mundo vendo o professor Lino falar deve pensar: "Ah, o professor Lino é engenheiro ambiental. Ah, o professor Lino é ambientalista." Professor Lina é profissional de educação física, é professor de educação física, teve a honra de se formar comigo, [risadas] teve a honra se formar comigo e é um profissional de educação física. Então, por isso que ele teve essa sensibilidade junto com o vereador Marcelo Silva de convidar o Conselho Regional de Educação Física para fazer parte dessa discussão. Não dá para falar de sustentabilidade, paz ou qualquer outro tema hoje sem ser multidisciplinar. Não cabe mais um assunto gerado apenas por uma camada da sociedade. Quando nós falamos em su sustentabilidade, nós falamos de toda uma sociedade. Quando nós falamos em paz, nós falamos de toda uma sociedade. Não tem como uma pessoa promover a paz se ela não tiver com a paz interna. Não tem como a pessoa se preocupar com meio ambiente se ela não tiver num momento de paz. E o que mais traz a paz senão o bem-estar? E isso que nós falamos hoje, a educação física não é esporte só, é atividade física e a indústria do bem-estar que vem cooperar com tudo isso. Quando outro dia eu fui indagado da importância dos esportes coletivos, fizeram de propósito, porque eu sou oriundo de esportes individuais, então fizeram de propósito só para ver. Na minha opinião, quando colocamos um filho numa modalidade coletiva, num basquete, num vôlei, num futebol, num handibol, nós não colocamos ele pensando em ele ser um atleta. Nós colocamos ele pensando em ser um cidadão. E o que mais ensina a convivência na sociedade, a convivência no emprego, no serviço, numa prefeitura do que o esporte coletivo? Eu tenho um menino de 9 anos, ele pratica futebol, ele tá aprendendo muito mais do que jogar futebol. Ele tá aprendendo a conviver com o erro dele perante aos outros. e com o erro dos outros perante a ele. Ele está aprendendo que o sucesso dele depende do grupo e que o fracasso pode acontecer por causa do grupo. Tá aprendendo lidar com a derrota, tá aprendendo lidar com a vida. Uma das coisas mais difíceis que existe, eu por ser oriundo de modalidades individuais, tudo, eu sempre lidei muito mal com meu erro perante aos outros. Talvez se eu tivesse tido mais contato com o esporte coletivo quando criança, eu tive depois da de adolescente, eu lidaria melhor com isso e estaria em paz comigo mesmo, o que facilitaria eu transmitir uma situação de paz. Agora entrando um pouco na sua seara, Ângela, que pouco entendo, que eu entendo é de reciclar meu lixo, separando orgânico de recicláveis e fazendo compostagem na na minha chacrinha. é a única coi que eu eu vejo que é o modo que eu coopero, mas eu penso que nós das atividades físicas, nós do bem-estar podemos cooperar e muito a utilização de modo sustentável dos espaços que nós temos hoje. Por exemplo, aquela mata de Joaquim Egídio, lá vou eu puxar sardinha pro meu lado. aquela mata de Joaquim Egídio. Nós temos que incentivar caminhadas, trilhas, trekings, eh motonbike, ao invés de ocupação imobiliária, que é uma das coisas que mais nos preocupa. Nós tivemos quatro queimadas muito graves em Joaquim Egídio esse ano. Ah, é culpa de quem? Não sei de quem é a culpa. Eu acredito que a maior culpa seja do mau uso do espaço. Então, eh, a atividade física corre em paralelo. Nós temos como cooperar com essa carta, como cooperar com esse movimento, trazendo a ótica do aproveitamento da dos espaços com atividades sustentáveis e trazendo também a ótica de como trazer bem-estar pra população, que uma população em um momento de bem-estar com certeza estará mais apta a defender todos os nossos princípios. E Marcelo, eu eu tenho dificuldade, eu tô me concentrando para não falar Marcelinho. [risadas] Vereador Marcelo Silva é um parceiro da educação física, tá sempre conosco em tudo que é relacionado às atividades físicas e e principalmente, como disse o professor Lino, não com discursos e sim com ações. Então, parabéns a vocês pela iniciativa. Desculpa eu não ter vindo debates anteriores, mas como você sabe, eu eu rodo o estado inteiro. Obrigado. Obrigado. Obrigado, Periquito. Acho que eh sua fala vai muito a encontro daquilo que a gente acredita, né? Também com relação à educação física. E sabe que eu sou muito grato e deixo sempre registrado isso a vocês, primeiro por acreditar aí no no meu trabalho e mais do que isso, né? Acho que por transformar o esporte e fazer do esporte é o diferencial na vida das pessoas, né? desde a primeira infância, quando você leva isso com você na primeira infância, obviamente eh eh você vai ter consequências no futuro impactantes no município. E aí que na saúde quem quem o diga, né, desafogar os centros, enfim, uma uma velice saudável, eh, com certeza trará benefício, trará paz, trará sustentabilidade, entre outras coisas. Então, sabe que eu sou muito grato a você, ao Conselho eh regional de Educação Física por sempre apoiar o meu mandato e por est sempre fazendo ações eh em conjunto. Agora a gente vai exibir o vídeo, Lino, ou você vai falar antes? Queria falar antes. Queria falar antes. D tempo a gente passa o vídeo. Tá bom. Então, bom, vou passar a palavra agora quem quem manda e quem entende, né, professor? Tem tem a palavra. Bom, agora eu vou falar em nome do movimento internacional por uma cultura de paz que fundei. [suspirando] Fora de ordem. Melhor passar o vídeo aqui. Fora de ordem aqui. Tranquilo. É. Eh, coloca coloca o vídeo enquanto eu procurar a página um. maestra presidenta nacional en México agradecida de poder emitir mensaje al frente parlamentario en Brasil la invitación la hizo lino presidente planeta pazultinobi una civil promovemos actividades altruistas y filantrópicas durante aos en materia educativa en las áreas de la academia, medio ambiente, cívica, ciudadana y vial somos promotores de la paz, del desarrollo personal y profesional para tal efecto, promovemos e inculcamos la lectura mensual de diferentes libros y géneros literarios porque estamos convencidos que a través de la lectura La persona a una persona segura, tranquila y feliz, además proactiva, comprometida y ejecutiva en su entorno social porque siempre hay un área de se pueden mejorar diferentes aspectos. En esta ocasión queremos aportar a este frente parlamentario de apoyo a la paz y la sostenibilidad en Campinas Brasil. La propuesta de ley de fijar las responsabilidades de los padres y madres de familia para no solamente hijos, sino mantenerlos, educarlos, acompañarlos, inculcarles valores, ética en el respetuosos de la flora y de la fauna y respetuosos hacia el otro es que los padres y madres de familia se responsabilen de entregar, fíjense bien de entregar ciudad proactivos a la sociedad de esta manera podremos ser sociedades paz justas y colaborativas es nuestra aportación la maestra ramala presidenta nacional de fomento cultural e un saludo a toda la nación de Brasil. É isso aqui também não temos tradução automática, mas creio que deu para todos compreenderem aí a as palavras da professora. Bom, professor Lino, maestro, maestro, você é uma palavra. Bom, eu vou resumir já a página um. Eh, tem uma um uma frase que sempre me incomoda, que sempre me me [roncando] estimula, que é uma frase de Mart Luther King, quando ele disse assim: "O que me incomoda não é o grito dos maus, mas o silêncio dos bons". Pois bem, hoje aqui nós rompemos esse silêncio inspirados na filosofia da não violência e da cultura de paz. Guiados pelas pegadas de Mahatma Magand, Martin Luther King, Nelson Mandela, Mario Teresa de Calcutá, Maria Montessor, Cal Gustavo Jung, Francisco de Assis e Jesus de Nazaré, o príncipe da paz. Nós afirmamos: "A paz não é passividade, a paz é ação. A paz é enfrentamento ético. A paz é espada contra a hipocrisia". [limpando a garganta] Sim, espada. Porque como nos lembra um texto sagrado, Jesus teria dito: "Não vim trazer a paz, mas a espada, a espada que corta os o véu da omissão e da submissão. A espada que rompe fronteiras, não apenas geográficas, mas morais, dogmáticas, religiosas e científicas. A espada que separa o comodismo da coragem. A espada da paz que como bisturi estipa o câncer da indiferença e promove a cura da alma coletiva, uma cura que nos reconecta com a essência divina. Hoje apresentamos propostas audaciosas e fazemos isso com a firmeza de quem sabe que não há tempo a perder. A guerra não é apenas entre nações. Ela está nos corpos, nas escolas, nas florestas, nas periferias, nos corações. Por isso, nossa luta é por uma paz pessoal, social e planetária. As propostas que apresentamos estão organizadas conforme seu impacto socioambiental, local, regional, estadual, nacional e planetário. As ações locais que propomos e que já estão em curso em Campinas são replicáveis em outras cidades do mundo. Porque como educador eu sei, o melhor agormento é o exemplo e Campinas está pronta para ser esse exemplo. Além disso, nossas propostas estão alinhadas diretamente com os eixos temáticos estruturantes da COP 30, o que garante relevância internacional e coerência com os desafios globais. Elas estão formalmente apresentadas na Carta de Apoio à Paz e Sustentabilidade de Campinas e na Carta Planeta Paz Brasil, que levaremos a COP 30 como expressão legítima da sociedade civil brasileira. sem saber que era inovador, desenvolveu conceito que hoje ganha reconhecimento internacional, justiça restaurativa, climática e interespécies. A ideia de que guerra são também crimes ambientais, que os agentes da destruição e massa têm responsabilidade ecológica, que a paz precisa incluir não apenas os humanos, mas todos os seres vivos e os ecossistemas que sustentam a vida. Entre as propostas que hoje apresentamos com coragem e esperança, há uma que merece destaque especial, não apenas pela sua ousadia, mas pelo seu potencial transformador. Trata-se de um fundo climático pela paz mundial, uma iniciativa que nasce aqui em Campinas e que pode se tornar referência internacional na agenda da COP 30. Chamamos esse projeto de guerra zero. A proposta parte de uma convicção profunda. As guerras não são apenas crimes contra a humanidade, são também crimes ambientais, crimes contra os homens, os animais, as árvores, os rios, os ecossistemas e o próprio planeta. E por isso, a paz precisa ser vista como fundamento ético da justiça restaurativa, climática e interesécies. Esse fundo será vinculado diretamente à agenda climática internacional e sua estrutura de financiamento carrega um princípio de justiça restaurativa climática entre espécies, além de uma responsabilidade restaurativa histórica. Os apertes serão proporcionais ao PIB dos países envolvidos em confintos armados, com atenção especial à aqueles que desenvolveram e mantém sinais de destruição em massa, como tecnologias nucleares aplicadas à produção bélica, [roncando] contando retroativamente desde o lançamento da primeira bomba atômica há 80 anos, porque não é aceitável que os países que mais contribuíram e ainda contribuem para a devastação ambiental por meio da guerra. Fiquem à margem dos esforços de reparação. Aqueles que investem em destruição devem investir proporcionalmente na reconstrução. E é com esse espírito que o fundo terá como objetivos. reparar danos ambientais em zonas de guerra e pós-guerra. Apoiar populações deslocadas por crises climáticas e conflitos. Promover educação para paz e a transição de economias bélicas para economias de paz restaurativas e sustentáveis. Garantir transparência e auditoria internacional. Articular redes globais como ONU, MOV Paz, Clay e outras. Esta proposta não é apenas técnica. Ela ética, política e espiritual e nasce aqui em Campinas como uma semente que pode florescer em todo o planeta. Falar em sustentabilidade sem enfrentar a indústria da guerra é hipocrisia. A paz é a base da justiça climática. Que nossa voz recou em Belém, no Brasil e no mundo. Queremos guerra zero e um planeta paz. Como desdobramento natural do projeto Guerra Zero, estamos propondo a criação da Comissão Parlamentar Ética e Diplomática da Paz e Justiça Restaurativa, Climática e Interespécies em Campinas. O propósito dessa comissão é reunir representantes de Israel e Palestina, amigos da paz e da justiça resterativa climática interesécies, sentados em uma mesa redonda, sem dados, para conduzir um processo de pacificação e restauração dos territórios socioecológicos atingidos pelo conflito. Essa comissão nasce com a expectativa clara, ser exemplo. e outras comissões semelhantes sejam criadas em diferentes partes do mundo, inspiradas por esta iniciativa e que a Organização das Nações Unidas também crie sua própria comissão para que todas possam atuar em alinhamento horizontal, sem hierarquias, mas como uma só voz que ecua no mundo das pessoas de boa vontade, rompendo enfim o silêncio que Martin Lut King tanto denunciou. Porque a paz não se impõe, ela se constrói. E essa construção começa com escuta, coragem e exemplo. Como forma de dar conexão formal e subsídios jurídicos e políticos para o intercâmbio entre essas comissões, propomos a ampliação da política pública já existente em Campinas, às cidades irmãs da paz. Sugerimos que além dos compromissos tradicionais de cooperação nas áreas comercial, turística, educacional, artística, cultural, científica e tecnológica, essa política inclua também a formalização das conexões entre as comissões parlamentares, éticas e diplomáticas da paz e justiça restaurativa climática, interespécies de diversas cidades e países. Essa articulação permitirá práticas concretas de união, cooperação e construção de um banco de dados compartilhado de boas práticas em políticas sociais e públicas, fortalecendo uma rede global de cidades comprometidas com a paz, a justiça climática e a dignidade interespécies. autoridades presentes, meu caro amigo da paz e da sustentabilidade, vereador Marcelo Silva, presidente desta frente, amigos e amigas da paz de bom coração, irmãos e irmãs espirituais dessa jornada por justiça restorativa, climática e entrepécies. Hoje aqui firmamos que a paz não é um sonho distante, ela é uma escolha presente, uma prática diária, uma convocação ética e uma urgência espiritual. O projeto Guerra Zero não é apenas uma proposta de ação parlamentar, é um movimento de consciência coletiva, é a voz dos bons que decidiram não mais se calar. É a voz da paz que corta o véro, da indiferença, da insensibilidade, da desumanidade e abre espaço para a cura da alma proletária. Campinas está pronta, pronta para ser exemplo, pronta para ser semente, pronta para ser ponte entre imundos. [roncando] Que nossas propostas ecoem Belém na COP 30 e que sejam acolhidas como exemplos legítimos da sociedade civil brasileira. Que o projeto Guerra Zero inspire outras cidades, outras frentes, outros países, outras vozes. Porque como nos ensina a vida, ela não grita, não explica, não antecipa. Ela apenas coloca as pessoas certas na hora certa, uma diante das outras. E hoje estamos aqui. Somos essas pessoas. Somos o que decidiram agir, somos o que escolhemos a paz. Que sigamos juntos com coragem, firmeza e determinação rumo à COP 30. E que a nossa voz pela paz alcance o infinito e além. Muito obrigado. Boa, professor. Obrigado. As palavras. Nós seguimos aqui rigorosamente o nosso horário e também respeitarmos a TV Câmara. Vou passar a palavra aqui à mesa para as considerações finais, depois volta para mim para eu fazer o encerramento. Então, Ângela, tem a palavra aí para para as considerações finais. dizer que eu tô assim, acho que o professor Lino também fiquei emocionada e tocada com a proposta, né, do projeto, eh, e de todo esse olhar pro pro sistema mesmo, né, assim, pensando em todas, eu como bióloga não venho da área eh da educação física, mas hoje tenho grandes profissionais ao meu lado e a atividade física mudou muito minha vida. Então, eh, só esse parêntese também, mas olhando para todo o nosso ecossistema, paraa preservação dos habitates, olhando pro, pro guerra causa, né, geralmente a gente eh foca claramente, né, em todo o sofrimento humano, mas o impacto ambiental que elas também deixam eh sem precedentes, né? Então, parabenizar e dizer que coloco, né, a nossa secretaria à disposição. Parabéns pelo trabalho de vocês. Obrigada. Obrigado, Ângela. Priquito, tem a palavra aí para as considerações finais. Olha, eu participo todo dia de eventos, representando o Conselho Regional de Educação Física, mas é extremamente gratificante, vereador Marcelo Silva, quando a gente tá num num fórum, numa frente de discussão de algum tema e ver o idealizador se emocionar ao falar, porque nós ao longo da carreira Estamos ficando meio palmer da Inglaterra, meio frio. [roncando] E é e quando você vê um cara que tá trabalhando há 40 anos com esse assunto, quando fala do assunto ainda se emociona, é lindo. Então eu poço e oro para que esse projeto vá à frente até em consideração essa dedicação total da sua vida em prol da paz. Boa. Obrigado. Bom, por derradeiro eu gostaria de agradecer a presença da Nad de Castro, lá da coordenadora da Brama Comares. Eh, em breve nós soltaremos aí os próximos próximos passos e desafios aqui da nossa frente parlamentar. agradecer muito ao professor Nino. Sem ele, obviamente, não conseguiria eh chegar até aqui, até porque eh não tinha muito contato, né? E e com a frente eu pude, estou aprendendo, né? Acho que a gente sempre tem que tá aberto a aprender e eu tenho aprendido muito aí com vocês com relação à paz, a sustentabilidade, o que nós podemos fazer enquanto agentes públicos e mais do que isso, né, enquanto cidadãos, para que realmente nós façamos a diferença aí nas nossas vidas e pros nossos filhos, pro pro futuro aqui da nossa nação. Gostaria também de agradecer todo o apoio da nossa equipe da TV Câmara também, sempre nos auxiliando, né? Sem isso nada seria possível. Então, um ótimo e abençoado dia a todos. Declaro encerrada a nossa reunião da Frente Parlamentar de Paz e Sustentabilidade. Muito obrigado. [aplausos] Finalizada agora a transmissão ao vivo aqui do plenarinho da frente da reunião da Frente Parlamentar em Apoio à paz e sustentabilidade ruma a COP 30, presidida pelo vereador Marcelo Silva, que está aqui ao meu lado, vai falar um pouco mais sobre essa reunião, sobre esse encontro. Vereador, mais uma vez um bom dia, né? A importância dessa discussão da terceira reunião da Frente Parlamentar. Muito importante. Bom dia a todos. Prazer aqui falar com vocês. Importante essa discussão e mais do que isso, né? a nós trouxemos hoje ações concretas de tudo aquilo que nós coletamos ao longo dessas dessas reuniões, que é, vamos se dizer, um pré-documento que nós vamos eh levar a COP 30 a Benem. é a única Câmara Municipal do Brasil que tem feito esse trabalho, que vai levar realmente ações concretas que serão num futuro próximo desenvolvidas no município de Campinas, que eu tenho certeza que fará a diferença paz na sustentabilidade e que pode de outra forma ser replicada para outros municípios. A gente hoje aqui teve a presença, né, do professor Lino de Azevedo Júnior, também de membros da Secretaria do Clima, Meio Ambiente, Sustentabilidade de Campinas, onde vocês puderam fazer uma análise, né, uma avaliação dos trabalhos feitos pela frente, né, vereador? Sem dúvida, porque eh vamos dizer, a paz sustentabilidade, ela é algo multidisciplinar, né? Então nós tínhamos aqui o pessoal do Clinas, também tínhamos do Conselho Regional de Educação Física, próprio professor Lino. Então todas essas falas, todas essas contribuições, cada um na sua atuação, cada um na sua área, elas se conectam e criam uma sinergia para que nós possamos elaborar essas propostas aí que são concretas, que foram concretas nesse documento. e vereadora, em um dos por conta dos trabalhos da frente, o senhor conseguiu protocolar um um projeto que crie o fundo municipal de apoio às vítimas de crises climáticas e programas de prevenção aqui no município de Campinas, né? Um projeto muito bacana, né, que foi que surgiu, né, das nossas conversas. Nós sabemos que constantemente estão acontecendo catástrofes climáticas no mundo e aqui na nossa cidade de Campinas, né? Então, e atingindo diretamente as pessoas com maior maiores eh maior vulnerabilidade. Então, nada mais justo que nós criarmos um fundo e que esse fundo possa apoiar essas, vamos se dizer, futuras vítimas de enchentes, de catástrofes climáticas para lhe darem aí um apoio nesse momento complicado. E agora o próximo passo, vereador, nós vamos finalizar aí esse documento. Provavelmente faremos mais uma reunião em que entregaremos a todos os participantes, todos os membros, esse documento finalizado que nós levaremos a COP 30. Vereador, muito obrigado. Um bom dia, viu? Obrigado e um ótimo dia a todos. Obrigado, vereador. E um bom dia para você que nos acompanha e continue acompanhando a nossa programação, porque logo mais ao meio-dia o jornalista Gabriel Castro comanda o nosso telejornal Câmara Notícia. Um bom dia, TV Câmara, Campinas. M.
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