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socialmente falando, a gente precisa disso excelente, quero agradecer a sua participação obrigada, viu, adorei nosso bate-papo, convidada pra outros programas a gente agradece demais a sua presença foi muito divertido tava nervosa aqui fingindo costume mas foi maravilhosa, obrigada Poliana quero agradecer a Luciana também, obrigada, muito prazer imenso de receber mais uma vez aqui no programa está convidada pra mais vezes também, e sim, né, a gente vive personagens desde pequenininhos, né, e a gente só precisa entender quando esses personagens que nós encenamos estão começando a trazer algo que não é bom pra nós, né, então eu gostaria que você deixasse uma consideração final e mais uma vez agradecendo, obrigada pela sua participação. Obrigada pela oportunidade. É muito importante que sobre essa máscara esses comportamentos adaptativos que a gente tenha muita consciência de onde essa adaptação ela pode nos levar, então assim é uma adaptação que eu faço, mas de uma forma saudável que me leva para um caminho de crescimento ou é uma adaptação que eu faço simplesmente por uma necessidade de ser aceita, de ser vista de ser reconhecida então acho que é muito importante olhar pra esse caminho de conforto com você mesmo, então assim quais são os seus valores, os seus princípios o caminho que você já percorreu nessa vida até o momento que você tá, então assim, tudo isso é muito importante de se reconhecer até pra olhar pra essa máscara com esses comportamentos de uma forma muito mais autêntica e verdadeira. Sim, excelente. Muito obrigada pela participação de vocês. Obrigada pela sua participação aí de casa. Aproveita hoje, faz aí um exame de consciência, dá uma olhadinha nas suas máscaras que estão guardadas aí no seu guarda-roupa. De repente tem alguma que você precisa abandonar, jogar fora, não faz sentido pra você. De repente tem outra que você precisa ressignificar, né? E vamos fazer isso porque faz parte da nossa vida esse movimento, a gente tá em plena mudança, E se a mudança é para melhor, que venha, que seja e que venha e que aconteça. Hoje a nossa conversa foi então sobre os personagens que nós assumimos no dia a dia e sobre o limite entre a adaptação e a perda da identidade. Mudar a maneira de agir conforme a situação faz parte da convivência. A gente muda porque a gente precisa mudar por conta de nos ambientar. Mas o importante é a gente perceber quando essa mudança deixa de ser uma escolha e passa a ser uma exigência para que a gente possa ser aceito. Então, você pode respeitar o outro, se adaptar e conviver com as diferenças sem deixar de lado quem você é, sem perder a sua própria identidade. Agradeço você que está com a gente. Quero te convidar porque hoje, ao meio-dia, tem Câmara Notícia com Gabriel Castro, A programação da TV Câmara Campinas segue, sempre feita com muita responsabilidade, com muito carinho de toda a nossa equipe do Grupo Mais, especialmente para você que está em casa. Na próxima semana, não, gente, na próxima edição do nosso Estúdio Câmara, a gente vai conversar sobre contágio emocional. Olha só que tema interessante, bem complexo, porque a gente precisa entender. Será que os problemas do outro acabam nos afetando? Nós falamos sobre algo parecido a semana passada, mas amanhã a gente vai trazer a situação assim. Conviver de perto com alguém que está sofrendo pode também afetar a nossa saúde emocional? Como a gente faz para acolher sem ser esponja? A gente vai falar de relações em meio aos problemas. imagina que o seguinte você é parceiro de uma pessoa que está vivendo num momento de depressão, como você faz para acolher sem ser esponja, será que você vivendo com essa pessoa, você corre o risco de se tornar uma pessoa depressiva também, se a gente parar para analisar os filhos que cuidam de pais com Alzheimer o que isso pode ocasionar será que essa pessoa acaba também absorvendo toda essa questão do clima, do ambiente em que ela está inserida então a gente tem que conversar amanhã sobre isso, nós vamos conversar temos aqui especialistas que vão nos orientar e é importante que você esteja conosco porque todos os dias aqui é um ensinamento diferente de assuntos que fazem parte do nosso dia a dia. Grande abraço pra você, fique bem, uma ótima terça-feira e até amanhã e mais uma edição do Estúdio Câmara. Beijo, se cuide, tchau, tchau. Legenda por Sônia Ruberti Há vários mitos sobre o autismo, mas a gente pode pensar assim, né? Mas não tem cara de autismo, a gente sempre escuta isso. Mas autismo tem cara? Não, autismo não tem cara. A face do autismo é a face de uma pessoa típica. não é como síndrome de Down que você consegue ver que na fisionomia a gente sabe que é um Down, então não tem cara de autismo só olhando não dá pra saber e precisa ser avaliado e precisa ver a parte comportamental como é que tá