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Debate | Políticas públicas para pessoas idosas
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Debate | Políticas públicas para pessoas idosas

40 views Publicado 28/10/2025 HD · 2:03:16

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TV Câmara, Campinas. Bom, boa tarde. Boa tarde, pessoal. Boa tarde a todos, a todas. Eu sou o vereador Wagner Romão. Essa essa esse espaço no plenarinho foi solicitado pela vereadora Guida Caliço, né? Infelizmente ela não pode estar presente, mas aqui eu conversando com Joarez, a gente eh fez questão de vir aqui, né, fazer uma abertura e e coordenar também aqui com com o auxílio do Joarez essa mesa. Eh, então eu tenho aqui do meu lado vocês, talvez você não conheçam Juarez, né? Jarez bispo Mateus, presidente da Associação dos Idosos, entre outras tantas militâncias do Joarez. Tem aqui a Bárbara Ramos, fisioterapeuta, que representa a Secretaria Municipal da Saúde, e a Luci Micaela, economista, professora recém-doutora pela Unicampo Afroamérica. E estamos no aguardo também do secretário de transportes, eh, Fernandes. Então, eu vou passar aqui a palavra, quer bom, primeiro quero agradecer, dizer que é muito importante a gente tá mobilizado, né, por esse pela pelo por esse mês da pessoa idosa. Eu acho que é uma das, eu acho que é uma das áreas de Areis, assim, que nós estamos sentindo mais necessidade de políticas públicas pra pessoa idosa e onde a gente tem que ter muita criatividade, ter muita capacidade de invenção, porque, né, quer dizer, é um é um conjunto da população, é um é um segmento da população que cada vez cresce mais, ótimo, né? Maravilha. Mas o que a gente tem passado eh e, né, e visto na sociedade é cada vez mais pessoas idosas cuidando de pessoas idosas, né? Eu, no caso na minha família, por exemplo, né? Minha mãe, minha mãe tá com 70 anos e e ela cuida da minha avó que tem 95, né? Então, assim, é uma uma barra, né? Mas enfim, eu acho que para além disso é um direito das pessoas idosas, né, de fruírem a sua, né, esse momento das suas vidas de uma maneira digna. E e acho que é esse esse motivo que nós estamos aqui, né? Então, passo pro Joarez aqui que vai contextualizar todo que toda essa mesa e agradeço a presença de todos e todas. Boa tarde todos e todas. Quero aqui agradecer o mandato da companheira Guidas, que reservou esse espaço e também a participação e a e o nosso companheiro Wagner Romão que está aqui com a gente. Quero agradecer desde já o mandato e a importância da presença de um mandato, porque o que nós vamos debater aqui é política pública e a política pública precisa do executivo, mas precisa de um legislativo atuante, fiscalizador, para fazer com que as nossas políticas públicas seja implementada. Então, nesse sentido, nós tivemos no dia 15 de junho um evento nesse mesmo espaço, focalizado na violência à pessoa idosa. E um diagnóstico muito perfeito. Temos o diagnóstico, sabemos onde está o problema, como resolver o problema. Então nós saímos daquela evento no no dia 15 de junho já propondo no mês do idoso, que o dia primeiro é dia nacional do idoso e temos a semana municipal do idoso para fazer uma reflexão sobre as políticas públicas. Tivemos uma reunião pessoal com o secretário de transporte que estamos aguardando para focalizar do ponto de vista da demanda e um pleito que temos com relação ao transporte público, a violência do dia a dia, o desrespeito com o idoso. Você tem lá pré-estabelecido o assento e aquele assento não é respeitado. Você tem um motorista que não trata bem os idosos, assim como não trata bem os deficientes. Então é um problema de relacionamento. Nós tem as vias públicas que deixa também uma situação muito violenta, né? lá o que aconteceu esse final de semana na cidade de de Americana, onde dois idosos foi atropelado. Isso acontece lá e diariamente também acontece nossa cidade. E a saúde, porque é um tema muito pertinente e a importância do SUS. O SUS tem um papel importante. A maioria dos frequentadores do SUS é idoso ou criança. E que a gente quer fazer a discussão com com a Secretaria de Saúde é porque não a questão da nós queremos trabalhar na preventiva. A saúde é um é um fato consumado. Se a gente fazer ações integradas da secretaria, cultura, esporte, lazer, com certeza vamos ter menos gente no posto de saúde. Então acho que o grande desafio nosso é como construir ações efetiva para fazer ações de proteção. Quando nós faz uma roda de conversa, faz um baile, um encontro que nem esse, é muito importante você dar autoestima para aquele para aquele idoso que muitas vezes tá em casa depressivo, sem saber o que vai fazer da vida. Então, esses encontros e quero inclusive agradecer a Secretaria de Assistência que nos deu, nos concedeu o Fundo Municipal do Idoso o lanche. O Conselho Municipal do Idoso tem um papel importante. Acabamos de sair de uma da tivemos a conferência municipal do idoso aqui e tivemos a conferência estadual, vamos ter a conferência nacional. E o que nós queremos nesse debate é refletir sobre aquilo que nós aprovamos. Nós tem o Estatuto do Idoso faz 22 anos. Nós temos uma conferência que faz dois meses que aprovamos as as demandas com relação a todo esse ponto, transporte, saúde, educação, cultura e nós temos o orçamento tá em pauta. E a tua presença aqui, Wagu seguinte, nós representamos 18% da população. Na votação, próximo ano, nós vamos representar 26% da população de Campinas. Nós vamos estar aprovando o orçamento. Pergunta-se qual é a fatia pro idoso. Então, nós temos orçamento previsto para R$ 11 milhões deais. O que é que sobra paraa implementação das políticas do idoso? Então, o grande desafio nosso é aproveitar esse momento de orçamento, como incluir as políticas públicas do idoso. Eu não vou fazer centro de referência e a ideia é criar mais pelo menos cinco centro em cada região se nós não tiverçamento. Nós fizemos o primeiro centro de vivência do idoso faz 32 anos. O segundo saiu 2 anos depois, 30 anos depois. Nesse ritmo nós não vamos ter, vamos atingir a região, nós não vamos estar mais aqui. Então nós tem que ter uma política para garantir o centro de vivência. A violência com o idoso, a a importância de criar defensoria, ouvidoria pública. Então o objetivo dessa reunião é fazer essa reflexão. E hoje o objetivo é reafirmar a política pública. E a política pública tem a ver também com a com a pluralidade, com a diversidade que nós temos. Nós tem uma população muito plural. E nós, a maioria são negros e negras da sociedade. Então, o debate sobre a negritude e tem a ver com a saúde, tem a ver com o transporte é muito importante. O debate com a negritude para nós temos aqui um o estatuto, temos aqui o a o conselho municipal do idoso que não agrega esses segmentos. O Conselho Municipal do Idoso não tá fazendo fazendo interface com o Conselho Nacional. Tá aqui a Lúcia que foi presidenta do Conselho Nacional. O Conselho Nacional aprovou a mulher, o negro, o índio e LGBT que ia mais. Portanto, o nosso conselho, quero aqui já vai ser como sugestão de de conclusão, fazemos com que o nosso conselho passa ser essa pluralidade, essa diversidade. Então nós tem que mudar a lei do conselho para atender essas demandas e trazer as companheiras mulheres, os negros e as negras para dentro do conselho para que a gente possa reafirmar as políticas pública. Então, quero desde já agradecer a Secretaria de Saúde, agradecer a companheira Luc também que tá aqui para falar desse tema tão importante. Negro e negras precisa ter realmente espaço, assim como a mulher tem que ter espaço. E falar em mulher tem espaço. Queremos nessa abertura prestar a nossa solidariedade a companheira que está numa missão honrosa, que nos orgulha muito, que é a companheira a Mariana Conte, num ação de solidariedade, aquele povo que precisa muito de nós. E infelizmente tem alguns vereadores de uma forma maldosa, querendo inclusive pedir cassação de uma pessoa que tá fazendo um trabalho sério, diferente do outro que está em outro país, faz tramando a continuidade de um golpe que eles tentaram dar no dia 8 de de janeiro. Então eu acho que para começo eu já falei demais. Quero agradecer e vamos ao debate, a reflexão, a programação aqui é ouvir a nossa as companheiras e depois ouvir pro plenário também para ouvir de vocês sugestões, contribuições, tá? que a nossa companheira Naoko vai fazer o relatório e a gente depois fazer aqui uma conclusão. Faz faz discussão Ah, me desculpe. E e pior que esse companheiro estava comigo uma semana numa conferência com mais de 300 pessoas. Não, esse detalhe você pula no mesmo quarto, eu servi de guia para ele e uma das cobranças que ele fez na conferência é exatamente aquilo que eu não fiz aqui. Juarez, bispo Mateus, sou presidente da associação dos idosos, sou negro, 1,72 m de altura, careca e que e acho que seria isso. Esses detalhes já dá para você identificar, né? Apesar que nós vivemos que durante aí uma semana, eu acho que você já tem esse perfil, mas é importante para os demais que for falar seguir isso, porque eu acho que é esse também é a inclusão. E é importante dizer que foi meu lá. Pois é. Então, tô, já tenho. Obrigado, tá? Eu que agradeço. Então, acho que é importante a gente, parece que não, mas tem o uma uma importância, um significado disso da inclusão e é importante, eu tava até falando com ele, tem muitas políticas nossas, o idoso vai ficar deficiente ou vai ficar um problema de sudez ou vai ficar com problema, algum tipo de eficiência ele vai ter. Então, a política pública do idoso tem que repensar. Eu conversando com ele, aos dois conselhos trabalhar junto, a questão da moradia, a questão da cultura, a questão da acessibilidade e aí pode contar com a gente e a vamos pensar em ações conjuntas. Também fazer a minha descrição. Sou Wagner Romão, sou um homem branco de Bárbara, barba, cabelo assim castanho escuro, né? já ficando ralo um pouquinho e tô com uma camisa eh rajada de de marrom, a manga curta, uso óculos. Acho que é isso. Eu quero, antes de passar aqui para Bárbara, destacar a presença do Benedito Pazinate, vice-presidente do Conselho Municipal da Assistência Social. bem-vindo. a Maria José Celestino, também conselheira do Conselho Municipal de Assistência Social, da Maria Alice Mara Alice, delegada da sociedade civil do Conselho Municipal da Pessoa Idosa, a Eliane Aparecida Campos do Movimento Popular de Saúde de Campinas, o MOPS, o Luís Carlos Vais da diretoria da Associação dos Moradores do dos Campos Elíse, a Lourdes de Souza Aguiar, do departamento dos aposentados do sindicato dos metalúrgicos de Campinas e região. Então, e a Sandra Aparecida Ramos, coordenação dos aposentados e ex-diretora do Sindicato dos Trabalhadores da Unicamp, STU. E quem mais quiser se identificar, pode se identificando por aí, tá bom? Eh, passo então, Bárbara a você. Obrigado pela tua presença. Começando com a descrição, né? Meu nome é Bárbara, então uma mulher branca, cabelos cacheados na altura do ombro, castanhos. Uso uma blusinha de alcinha azul, calça floral. Eh, primeiro agradecer, né, o convite e parabenizar a organização desse encontro. Eh, trago o agradecimento então da nossa secretária adjunta da saúde, Daisy Radich, nossa diretora do departamento de saúde, Mônica Nunes. E eu e minha colega, né, Maara Moto, estamos aqui para poder compartilhar, né, o que é a a secretaria de saúde tem trabalhado no âmbito da saúde da pessoa idosa e discutir eh por onde avanços e e coletar, né, dados da realidade, da experiência, né, de cada um que está aqui hoje pra gente conversar. e avançar nessa pauta. Eh, pensando nesse, ah, trazendo, né, eu sou fisioterapeuta de formação e atuo dentro do departamento de saúde no contexto eh da área de ensino, então que é a articulação em relação às capacitações que acontecem no município pros servidores, a inserção de pessoas que estão na faculdade, né, para fazer atividades práticas na pós-graduação e também no contexto da atenção primária. eh atuando junto à equipes multiprofissionais da atenção primária, né? Então, pensando os serviços aí do centros de saúde, acho que importante trazer, né, que eh o olhar da Secretaria de Saúde, o Departamento, especificamente da saúde, tem trazido um foco na sensibilização das equipes eh pro trabalho, pro olhar, pro cuidado à pessoa idosa, né? Acho que é um uma pauta trazida com grande importância pensando o bem envelhecer, né, o bem viver, eh essa a expectativa de vida, né, aumentando, então de pensar os serviços, pensar o olhar desses profissionais com eh com o horizonte, né, de um envelhecer com autonomia, com qualidade de vida e para isso, considerando os serviços da atenção, primária, né? É algo fundamental ter esse olhar desde o centro de saúde, que são serviços que vão focar nas para além das ações curativas, ações de promoção à saúde e de prevenção de agravos, né? A gente com o aumento da expectativa de vida, há o aumento, né? Eh, de condições crônicas pra gente seguir esse cuidado ao longo do dos anos. então essas equipes poderem a estarem próximas, né, da das pessoas, das famílias para esse cuidado. E nesse momento tem tem tido ofertas, né, tanto do atendimento individual como em grupos. Acho que Juarez comentou, né, da frequência eh das pessoas idosas nos centros de saúde. Acho que não por acaso, é sim pelo eh pela oferta, especialmente de grupos, sejam grupos terapêuticos ou de socialização, eh com o foco nessa nessa fase do ciclo vital, mas também como outros, né? Então essa conexão fase adulta, pessoa idosa, então essa conexão tanto paraa promoção de saúde, pensando uso de práticas integrativas, né? Eh, a gente pensar o uso das plantas medicinais no nosso contexto, né? Algo que a gente traz já da nossa ancestralidade para esse cuidado em saúde. Eh, outras práticas corporais, né? Então, atividade física regular, orientações quanto a a cessação de tabagismo ou mesmo eh bons hábitos alimentares. Então, todo esse contexto também eh bem trabalhado, tem como foco nas unidades básicas e em especial recorte eh paraa pessoa idosa. Temos também nesse momento em curso o programa Passos para uma vida melhor. Não sei se alguns de vocês já está numa unidade básica que que está dentro desse contexto do programa, né, mas que vai ser um programa que vai focar especialmente a questão da atividade física regular, socialização, acompanhamento de condições crônicas como hipertensão, diabetes, para eh garantia desse cuidado e frear, né, o agravamento dessas condições. Então, ter um acompanhamento em tempo oportuno, trazendo a noção do autocuidado também muito forte, né, que para além do do acesso a um profissional de saúde, as famílias, né, a própria pessoa ter essa essa corresponsabilização pelo autocuidado. A gente trata a questão da saúde não só como ausência de doença, né, mas pela busca de um bem-estar eh biopsicossocial. Então, o corpo tem que tá bem, a situação de moradia, a situação de transporte, acho que Joarez traz essa introdução, né? Muito bem. Então, não é só a questão da ausência de doença, então é o o a confluência de diversos fatores, mas no que concerne o recorte da saúde, no que que, né, traz a unidade básica, eu acho que eh a gente vem buscando trabalhar dessa forma. Acho que um outro aspecto de destaque assim pra gente compartilhar, né, é em relação à capacitação das equipes de saúde, pensando o que tem de transversal, né? A gente vai falar um pouquinho sobre negritude também, né, Luci, né? Então, de pensar eh que os determinantes de saúde também perpassam pela questão de raça, cor, gênero, pessoa com deficiência ou não. Então, eh há um movimento, né, também de formação, de educação permanente dos profissionais para estarem mais sensíveis para a intersecção dessas condições, né? A gente tem eh em especial também um projeto realizado junto com a Unicamp, com o direcionamento do Ministério da Saúde, que é o chamado PET Equidade, que vem com um recorte bem específico em relação ao ao intersecção da do quesito raça, cor e gênero. Então, eh há também há o apontamento, né, do maior número de mulheres que frequentam serviços de saúde, né? Então, é importante a gente pensar eh no recorte da saúde do homem, de aproximar esse homem também dos serviços de saúde, mas a gente já tem esse diagnóstico da maior parte de mulheres e com essa intersecção de mulher, mulher negra também sendo eh de destaque dentro dos serviços. Então, a gente vai precisar sensibilizar cada vez mais, né, os profissionais de saúde para estarem estarem atentos às necessidades que vem eh com esse grupo populacional também no olhar paraa atenção secundária. Quer dizer, então atenção primária trabalhando centros de saúde, serviços que estão ali mais perto das nossas casas. na atenção especializada, a chamada também atenção secundária, são serviços que eles estão um pouco mais centralizados. Então, a gente vai pensar aqui as policlínicas, eh, o Centro de Referência à Atenção Integral à Mulher, UCAIM, que foi recém inaugurado, eh, o Centro de Reabilitação. Então, esses serviços, né, eh, compõe a atenção especializada, atenção secundária e a gente vem desenvolvendo junto com o incentivo do Ministério da Saúde, o programa Mais Especialistas, né, então com o olhar para também reforçar, né, a capacidade dessas equipes da atenção especializada e com isso também, né, a essa oferta também se amplia pro grupo população profonal da pessoa idosa. Então, eh tem essa esse recorte também eh no na atenção secundária. Eh, quando a gente pensa nas capacitações que estão acontecendo junto aos servidores, né, em relação a ao atendimento como um todo, há um recorte especial pra questão das doenças respiratórias, né, que acometem também, né, um grande número, eh, o grupo da populacional da pessoa idosa e que a gente já vem colhendo frutos no sentido de que essa capacitação, ela tem um um reforço anual junto aos trabalhadores da tensão primária especialmente e já tem um resultado em relação à diminuição de internações por questões respiratórias. Eh, e a gente atribui a isso a questão de do incentivo, né, da das capacitações periódicas, né, dos profissionais pro olhar sensível para isso, porque é um uma condição que é prevenível na atenção primária e que acomete, né, muitas pessoas idosas também. Então, não é à toa que a gente tem uma campanha forte de vacinação contra a influenza, né? Esse ano a gente teve o maior aumento em relação a essa cobertura eh da vacinação. Então, importante eh divulgar isso, compartilhar a importância não só paraa saúde individual, mas coletiva, né? Se a gente tem mais pessoas vacinadas, a gente tem uma menor circulação aí de vírus, uma maior proteção para todos. E na e aí concluindo assim, trazendo um pouquinho da da agenda do mês de outubro também. Eh, bom, resgatando em julho, a gente eh não sei se alguém aqui participou de um evento, de um seminário em relacionado ao bem envelhecer na Unicamp, não sei se alguém participou. Júlio não que participou também. Também. Que bom. Eh, então acho que um destaque para esse para esse encontro, né, que teve parceria, né, de movimento social, eh, da Unicamp, da Secretaria de Saúde, com grande participação da da comunidade, né, acho que não foi um evento acadêmico, né, foi um evento que mesclou tanto a academia como a presença eh das pessoas, da população como um todo. e que acho que vai eh também, né, essas essa esses encontros vão sensibilizando a comunidade como um todo sobre a importância de discutir eh a saúde da pessoa idosa. E agora também no mês de outubro, no dia 14, eh, vai acontecer um seminário para gestores, né, de serviços de saúde com base no olhar da gerontologia, então desse olhar mais global, eh, para o envelhecer, né, então para as condições de saúde da pessoa idosa e, de novo, entendendo saúde, não só como ausência de doença, né, nesse recorte mais amplo. Vai ser eu não tô com o endereço aqui, mas eu posso pegar certinho. Não sei se é uma consegue resgatar essa do local pra gente e eh no recorte de das pesquisas, né, também acho que trazer um pouquinho para vocês, né, o SUS ele além da do compromisso com assistência direta às pessoas, ele tem um compromisso de formar pessoas, né, formar profissionais de saúde. E a gente forma profissionais tanto dando, oferecendo espaços para realizarem as práticas na da graduação, da pós-graduação, e se aprimorarem e incentivarem as equipes a atenderem eh melhor. Eh, mas também tem o recorte das pesquisas, né? Então, acontecem pesquisas no SUS Campinas, em diferentes serviços e nós temos eh em vigor, né, uma grande pesquisa que trabalha que o foco dela tem eh tem sido como está a assistência à saúde, à pessoa idosa. Então, um recorte bem específico. Acho que vai ser bem oportuno poder trazer os resultados parciais e finais, né, com para esse grupo, né, que que discute a pessoa idosa em Campinas. e eh também sobre os cuidadores, né? vocês trouxeram aqui exemplo, a gente eh está vivendo então uma fase então de do aumento da longevidade de pessoas então idosas cuidando de familiares idosos, eh de pessoas com deficiência se tornando também pessoas idosas, porque acho que isso é um é algo que é novo, que a gente tá vivendo. a gente, quem acompanha a pauta da pessoa com deficiência eh em muitas situações, via uma expectativa de vida menor do que temos hoje. Então também é um cenário é que a gente precisa dar mais luz, né, conhecer um se aprofundar para pro para melhor assistência e a disponibilidade também nesse âmbito de formação, de ampliar esse diálogo com vídeos institucionais. Então, para quem usa o YouTube, por exemplo, a gente tem lá a página do Departamento de Ensino, Pesquisa e Saúde Digital, que congregam, que juntam alguns vídeos, né, que já foram produzidos, eh, para discutir diversos temas, dentre eles da pessoa idosa. E acho que a gente traz também para vocês que esses vídeos eles são produzidos eh pelas equipes, pelos trabalhadores e podem ser produzidos também em conjunto com o movimento social, com as pessoas, a partir dos conselhos de saúde, né? Todo serviço de saúde tem um conselho local. Alguém que participa de conselho local de saúde? São muito conselheiros. Tá bom? Então é possível a partir do seu conselho local de saúde também produzir vídeos para apresentar os temas que forem pertinentes, inclusive da eh relacionado à saúde da pessoa idosa, tá? Então acho que eh gostaria de iniciar com essa contribuição e tá aberto, né, pra gente seguir dialogando. Mayara também da secretaria tá aqui pra gente poder continuar aqui a conversa. Obrigada. Obrigado, Bárbara, eh, pelas suas palavras iniciais. Queria destacar a presença aqui do Dorival Paraná, que é presidente do do Instituto Beneficiente Amigos da Vila Teixeira. Tive lá faz alguns meses, né, Paraná, batemos um papinho e a Ana Maria Camago da Associação das Pessoas Afetadas pela doença de Chagas de Campinas e região. Bem-vinda. Então, passo aqui paraa Lucila, para Luc Micaela, nossa colega do Instituto Afroamérica. Oi, tudo bom? Obrigada. Boa tarde. Eh, eu quero fazer aqui a minha descrição. Eu sou uma mulher negra, eh, cabelos cacheados, altura dos ombros, eh, uso óculos, eh, um óculos de borda azul escuro. Tô usando uma camisa branca com detalhes de flores na altura dos ombros. Eh, quero aqui cumprimentar todos, né, cumprimentar o convite recebido, eh, cumprimentar aqui a mesa na pessoa do vereador Wagner, professor Wagner Romão, e cumprimentar a Domingas, eh, que está aqui, pelo que eu vi do jornalzinho aqui, já está atuando também nessa presidência. Seja bem-vinda, Dominguas. Eh, a minha fala ela vai muito de encontro com aquilo que a gente hoje fala bastante, as questões das políticas públicas, né? Eh, eu eh eu gosto muito de observar a cidade, né? E há uns dias eu venho olhando como Campinas está envelhecendo, né? Eu ando pelas ruas e eu falo: "Mais, tô vendo mais um coleguinha, mais um coleguinha, mais um coleguinha", né? E a gente vai percebendo que a cidade sim está envelhecendo, mas quando a gente pensa na cidade, a gente pensa no bem viver de quem quer envelhecer com tranquilidade, a gente vê uma um distanciamento muito grande, né? A começar pelas ruas, pelas calçadas da cidade, né? Ao começar pelo por sermos transe uma cidade como Campinas, uma cidade riquíssima, né? E a gente então transita pelo centro desviando de pedras e buracos, né? Então eu também já tô naquela fase que eu já não uso o sapato mais alto, viu, professora? Eu já uso tênis com medo de cair na rua. Eh, e quero também com isso pensar em política pública, pensar em nós enquanto enquanto uma proposta de pauta para esse coletivo também. fortalecedor e necessário, né, para esse para essa cidade, para esse país que envelhece. E a gente pensar numa discussão que a cidade traz, né? Os movimentos sociais abordam, talvez os grupos discutam menos, que é a questão do racismo, né, que passa pela cor da pele. E aí quando a gente vai olhar pra saúde, em especial a saúde, a gente vê dados absurdamente desiguais, né? Onde é que esses dados desiguais estão? no no atendimento, no acolhimento, na relação com o profissional da saúde, no atendimento médico. As mulheres negras têm um alto índice de desenvolver câncer de mama. Esse local passa pelo diagnóstico, que é aquela consulta do toque, né? O atendimento à pessoa negra, ele tem menos tempo no consultório do que uma pessoa não negra. Então, esses lugares eles precisam ser tratados com equidade, porque a gente tá falando de política pública, a gente tá falando de uma cidade que oferece direitos desiguais, né? E esses direitos desiguais, eles interferem drasticamente na qualidade de vida. Ele ele ele interfere drasticamente na forma do bem viver. E quando a gente pensa esse bem viver, a gente também olha paraas para para fora dos grandes centros, né? Então, quando a gente vai olhar para os grandes programas no que diz respeito a atendimento às pessoas, a gente vê planos de saúde desenvolvendo trabalhos maravilhosos, né? Aquela saúde que é o cuidado. Mas será que todos têm condições de custear com esses planos de saúde? Quem está fora desses planos de saúde, está na cidade também não merece o mesmo cuidado. Então é política pública que a gente precisa. Quando a gente fala de política pública também, então a gente já está aqui falando que há um racismo que é estrutural, que ele está na formação desse profissional da saúde. A gente tá falando de uma instituição que tem um racismo institucionalizado, porque se a gente for olhar as fichas, os cadastros, a gente vai ver que há uma ausência de dados. Então, a gente também precisa desses dados. Isso precisa ser uma coisa que, de fato, nos direciona enquanto política e uma coisa que eu considero fundamental, que é o letramento racial. Então, a gente não tem letramento racial, a gente pode ter formação técnica, mas a gente não sabe como tratar o outro. Então, eu vejo pessoas se afastando de programas porque foi destratada. E é quando o profissional de saúde faz uma piadinha, pode ser uma piadinha para ele, mas para quem tá ouvindo não é uma piadinha. Então a gente precisa entender que em 2025, né, nós precisamos que os profissionais, saúde, educação, que o serviço público leve a sério esse lugar que se chama letramento racial. eh que a gente, enquanto uma cidade antiracista, que a gente esteja de fato efetivando isso no protocolo, né? que esse protocolo seja uma coisa efetiva, eficaz, eficiente, senão nós vamos mais uma vez virar o lugar do denunciante. A gente tá sempre denunciando e a gente não vê resultado. A gente encontra muito debate, muita fala, diálogos bonitos, ações práticas, fiscalização disso a gente não encontra. Então a gente, mais uma vez a gente se revolta com esse lugar que é pensar as desigualdades, ela passa também pela ausência do letramento racial, porque a pessoa ela ela sabe que a pessoa está ali e ela faz uma brincadeira. Aquela brincadeira pode provocar ou ser o gatilho de outras brincadeiras já vividas anualmente, décadas, o gatilho pra pessoa se afastar. Então isso é racismo e é necessário pensar um envelhecimento ativo. É necessário que a gente olhe para os programas. Hoje o Ministério eh eh do direito dos direitos humanos desenvolve esse lugar, né? Porque a gente vai discutir vários conceitos, né, professor? a gente encontra um conceito sobre eh idosos, eh pessoas com mais de 60, a gente encontra terceira idade. O Ministério dos Direitos Humanos vai discutir um lugar de envelhecimento ativo. Esse envelhecimento ativo envolve o quê? cultura, envolve segurança, envolve saúde, envolve o bem-estar no coletivo. Mas esse bem-estar no coletivo, ele precisa eh eh encontrar um lugar que essas ações sejam efetivadas, avaliadas, discutidas nos movimentos, né, discutida nos espaços dos conselhos, fiscalizada pelo setor, né, legislativo, para que a gente de fa de fato promova uma mudança. Eh, eu eu tenho percebido que durante e eh esse esse percurso que eu muito acompanho, minha mãe tem 83 anos, né, e a gente tá naquela fase, né, cada dia um dos filhos socorre numa parte, uma parte é do financeiro, outra parte é com a saúde, outra parte é do passeio, outra parte que leva vai visitar todos os dias. Então assim, a gente olha para esse lugar, a gente fala de repente eu também estou virando mãe da minha mãe, né? Então esse ciclo ele precisa ter um apoio. E esse apoio está onde? Não pode ser só um apoio dentro do grupo familiar, né? Ele precisa ter um apoio no na unidade básica, ele precisa ter um apoio no serviço de assistência. A cidade precisa olhar para esse lugar e promover atividades, não atividades só atividades de cura e acompanhamento de doença, mas atividades que mantenha esse envelhecimento ativo, né? E esse envelhecimento ativo, ele precisa estar distribuído na cidade e ele precisa fazer parte de uma de um a gente precisa pensar hoje como política pública é ter um lugar, é ter pessoas preparadas, bem formadas, né? E quando a gente fala bem formadas, não é terceirizar o serviço, é garantir que esse serviço seja serviço e responsabilidade do poder público. Porque nós estamos numa fase em que olhar para esse universo, né, olhar para quem chega, que são as nossas crianças, e para quem está aqui, que não é a maior idade, mas é que esse envelhecimento ativo tem a qualidade de vida, tem a saúde e bem-estar, né? Então, quando eu penso isso, eu faço uma retrospectiva de que ele vai passar sim pelo transporte público, que é assustador, né? Eh, eh, eu eu entro no transporte público e eu acho que essa fica a provocação, porque eu acho que todo gestor ele precisava sentir o lugar do qual ele gesta pasta, né? O secretário de segurança tem que ir para saber onde são os furos. O secretário de educação tem que ir paraas escolas. O secretário de transporte, embora seja uma autarquia, mas ele precisa andar de ônibus. Sim, sim. E os técnicos, caso contrário, não faz sentido ele acompanhar o ônibus do carro com ar condicionado. Sim. Então, pensar esse transporte público não é disponibilizar e nos responsabilizar para que individualmente a gente tenha ou não sensibilidade de dizer: "Opa, vou levantar ou não? Opa, não vou sentar". Isso não é uma discussão individual, isso é falta de uma boa campanha de educação. A gente precisa pensar campanhas de educação, acompanhar essas campanhas, porque não é só fazer a campanha e soltar a gente. A gente sabe como é que começou a discussão quando a gente foi discutir o cinto de segurança, né? A campanha primeiro jogou a campanha na rua, não pegou. A campanha foi para dentro das escolas, porque naquele período eu tava dentro da escola e a gente fazia a campanha do uso de segurança, do cinto de segurança. As crianças também ensinavam as famílias, pais, preciso usar o cinto e a gente não consegue fazer uma campanha na escola que é pra gente como a gente olha pro envelhecer, né? Então assim, pensar a cidade é pensar em uma cidade inclusiva que pense nas crianças, mas que também pense em nós, um envelhecimento ativo e saudável. Então, eu eu acho que outro espaço também que eu considero de muita importância é a questão da cultura, né? É disponibilizar atividades culturais que dialoguem com essas memórias, né? Memórias de quem? De quem tá num outro campo do envelhecer ativo. Envelhecer cultura é cura, né? Cultura nos desloca paraas boas memórias, traz alegria, né? Então assim, a gente precisa pensar atividades culturais que acolham, né? Atividades culturais que agreguem nos horários disponíveis para as pessoas. Não adianta você fazer uma atividade cultural 10, 11 horas da noite, porque sinto muito. Quem tá na periferia já tá dormindo, até porque não, o deslocamento é ruim, o transporte não tem e a cidade é insegura, em especial para nós. Violências absurdas empurram a gente na rua. Então assim, pensar uma cidade, pensar esse lugar, né, dialogando aqui com Joarez, dialogando com todos vocês, com com o vereador, com com a prefeitura, é pensar que envelhecer é um direito. E esse envelhecer direito, ele precisa ter dignidade, né? A gente precisa ter dignidade, a gente precisa se sentir bem, né? A gente precisa ter segurança para isso. A gente também quer eu ter autonomia. Que autonomia é essa? Isso tudo passa pela saúde, pela educação, pela cultura, pelo transporte, né? Isso sem isso eu não tô chamando aqui as outras secretarias, mas não quer dizer que não há interações, né? a esse lugar de exatamente esse lugar de intersecções que a gente hoje chama, que eu hoje chamo de rede, que a gente precisa ter uma rede em vários lugares e como bem lembrou aqui a colega, habitação é um outro lugar, né? é pensar uma cidade inclusiva. A gente precisa pensar que o envelhecer ele precisa de políticas públicas, mas acima de tudo ele precisa de mudança de mentalidade. Não adianta a gente chegar aqui, a gente fala, fala, fala se os gestores não tiverem mudança de mentalidade. Se achar que o gestar é somente para agora ou daqui a dois anos, não, a gente precisa pensar uma cidade que envelhece numa proporção muito rápida, né? o o envelhecimento no país está rápido. Então isso é bom porque mostra que a gente tá tendo aí não só, né, mais tempo de vida, mas para além de mais tempo de vida, eu quero pensar que qualidade de vida faz parte dessa rede, né? Então, eh eh falar sobre o envelhecer aqui com vocês é pensar, e a gente fala o futuro, mas é pensar o amanhã, né? é pensar amanhã, quando a gente tiver andando pelos espaços, visualizando aquilo que de fato a gente tá pregando, né, que é políticas públicas, é discutir com equidade, é ter nessas pesquisas, nesses trabalhos o recorte de gênero e de raça, é olhar paraa saúde com profundidade e seguir sim alguns preceitos, algum algumas recomendações do próprio Ministério da Saúde, do próprio próprio Ministério dos Direitos Humanos, do que diz respeito ao MIR, que é o Ministério da Igualdade Racial. É preciso que a gente olhe para esses espaços, que a gente busque as políticas. Assim, de fato, a gente vai estar discutindo a interseccionalidade, caso contrário, a gente vai estar pontuando e revivendo os mesmos dos mesmos, né? Eh, e para aqui encerrar minha fala, porque eu eu sou eu eu falo muito às vezes, né? Então eu vou tentar aqui ouvir também eh eh é pensar, gente, que se olharmos paraa efetivação das políticas públicas, a gente vai ter uma cidade boa paraas crianças e a gente vai ter uma cidade boa para nós que envelhecemos. Então eu eu penso que olhar pro orçamento, pro PPA aí do do já de 2026 é fiscalizar de fato qual é o percentual em cada secretaria que vai disponibilizar para o envelhecer ativo. é olhar que a educação precisa ter recurso para o envelhecer ativo, a saúde precisa aumentar o seu recurso no envelhecer ativo, a moradia precisa ter, então assim, a secretaria de cultura também precisa ter o envelhecer ativo, né, no no seu plano de de no seu plano anual de gestão. Então, era isso que eu queria dividir um pouco com vocês, né? Eh, eh, eu trouxe aqui bastante questões, mas eh eu acho que acima de tudo é nos responsabilizarmos enquanto coletivo, enquanto coletivo de quem olha, de quem gesta a cidade e de também quem fiscaliza a cidade e de quem propõe, que somos nós, ativistas de movimentos sociais. E a gente tá propondo e tá aí buscando parceria para que essa cidade modifique e fique com a nossa cara também, né? Que a gente não só olhe nos outdoores, nos encontre nas portas dos bancos, ai para fazer empréstimo, mas que a gente também esteja em campanha de alegria, né? Porque a gente olha, a gente só vê bancos fazendo, precisou de empréstimo, lá vai uma pessoa idosa, chega, né, gente? É necessário a gente rever também esse lugar de pensar a publicidade na cidade, né? é necessário de olhar que a cidade envelhece, que somos felizes e queremos continuar felizes com saúde e segurança. É um pouco isso que eu queria dividir aqui com vocês e agradeço mais uma vez eh o Juarez que me convidou e todos vocês aqui que estão aqui dividindo escuta comigo. Obrigado, Luc. Isso. Estão abertas as inscrições. Eu vou ficar aqui mais uns 15 minutos. Pô, eu tenho uma outra atividade, mas queria já agradecer, viu, tanto a Luc Bárbara, como Joarez também pelos aprendizados aí por enquanto. Vai lá, Jo aqui a nossa Estela. Pois não tá pode passar acho que para mim já começou primeiro a Estela só se apresenta, Estela tá gravando. Boa tarde pessoal. Eh, meu nome é Estela, eu sou aposentada da Prefeitura Municipal de Campinas, sou da área da saúde. Eu quero cobrar dos gestores alguma providência em relação às casas de LPI, que as casas de longa permanência. Nós estamos eh Campinas tá num défice muito grande em relação às às vagas. Eh, eu acho assim que a gente sempre vai lutar por políticas públicas quando a gente quer uma cidade sustentável, tá? Quando a gente coloca que a habitação a gente não precisa de 15 m² pra gente estar assumindo um idoso, tá? E ficar na fila de uma COAB até às 4 horas da manhã para poder estar nessa lista de espera, tá? O que é assim, é muito importante porque a gente, todo mundo quer viver mais, não é verdade? Todo mundo quer também viver melhor. Então eu acho que é assim, o ano que vem é um ano eleitoral, tá? Nós estamos aqui lutando por melhorias e qualidades da terceira idade, dos 60 mais e nosso prefeito ainda não liberou. Eu queria a presença da Indec aqui, tá? Juarez, o passe pro idoso acima de 60. Isso é, isso é um absurdo. Isso é um absurdo quando a gente eh regata alguma coisa na nossa cidade. De repente, vários prefeitos pediram verbas para melhorias de ciclovia numa cidade sustentável, mas esquece de melhorar as calçadas pros idosos poderem caminhar. melhoria de ônibus adaptados pro idoso poder subir com elevador adaptado. E viu, fisioterapeuta, vou cobrar agora [risadas] a ergonomia do sistema, tá? Então assim, é só isso. Eu gostaria da presença da Indec aqui que faltou pra gente tá cobrando políticas públicas. Muito obrigado. Tem uma sequência aqui. O dito tem outro aqui. O dito tem uma sequência aqui dito. Eu você. Boa tarde. Boa tarde. Boa tarde. Eh, boa tarde a todas, todos. Vocês viram que eu falei um boa tarde fora do microfone. É igual que o J falou para que as pessoas tem alguma pessoa com deficiência eh saiba onde eu estou falando e não fica olhando pra caixa de som. Isso para quem enxerga não tem relevância nenhuma. Para quem não enxerga é de extrema importância. Eu vou me autodescrever. Eu sou homem branco, cabelos grisalhos, tem olhos verdes. Eu sou cego total. Tô usando a camiseta rosa escrito UP, que é sigla UP que significa união das pessoas pela inclusão, que é UP na luta contra o câncer de mama e outubro rosa. Então isso é um a camiseta que eu tenho, né, para eh de conscientização sobre a nossa preocupação que a gente tem em relação ao câncer de mama, que é tão preocupante em relação às nossas mulheres. Eh, eu que iria falar eh quando você falou da da INDEC, tá? a o o presidente da INDEC ou secretário de transporte Fernando Vanim andar de ônibus, eu vou além. Eles tinham que vedar o óleo o o olho dessa pessoa com aquela venda oficial, venda oficial que vedar o olho e dar uma bengala para ver ele o quão é difícil utilizar o o transporte público sendo pessoa com deficiência e sendo pessoa com deficiência e as pessoas com deficiência às vezes algumas pessoas do poder público não saibam, mas as pessoas com deficiência também envelhecem, né? Então eu já tô chegando pertinho aí. Mas assim, ó, e eu quero parabar o Joarez, meu amigo, que um cara parceiro, um cara que fui na conferência estadual com ele da pessoa idosa e ele sempre quando se posicionava, se posicionava sempre com propriedade, com sabedoria e para mim foi um orgulho ter esses dias com você. Tá bom, Joarez? E quero levar tua amizade pro resto da vida. [aplausos] É muita coisa não, né? Pode falar, posso falar? Eh, depois, meu nome é Eliane, eu sou uma mulher negra, eu tenho os cabelos grisalhos, mais ou menos na altura do queixo. Eh, eu tenho estatura média, eu estou vestida com vestido, eh, aberto na frente, eh, cor pink. Eh, teve muitas coisas, né, na fala. eh da representante da secretaria, que mexeram muito profundamente comigo. Eh, eu fui trabalhadora do SUS por 28 anos. Eh, eu fui gestora por um tempo também, além de trabalhadora, e eu me aposentei no SAD eh, já faz 4 anos, que é o serviço de assistência domiciliar. Eh, então tem questões assim bastante eh importantes eh que foram ditas, eh, mas antes eu vou dizer algumas. Eh, a questão dos centros dias e de cuidadores para idosos, principalmente de idosos que cuidam de idosos, é uma coisa que já foi eh vista, revista em conferências, na conferência da saúde. O Centro Dia, há mais de 20 anos, foi proposta de quatro eh na época a gente era, nós éramos quatro distritos, né? Hoje somos cinco ou seis, nem sei mais. Seis distritos, um para cada distrito a partir de 2012. E até hoje a gente não tem nem expectativa de ser feito centros dias para idosos. Eh, então eu acho que ah é uma pena os representantes da Secretaria de Saúde, Dr. Lairra, Dais, não poder estar aqui, é o representante da INDEC, da Transurk, não estarem aqui, porque eh são questões que já são gritantes. Eh, a nossa cidade, eu falo a nossa cidade porque eu não sou campineira, mas eu amo Campinas. ela se tornou muito hostil para os idosos e isso vem de longa longa data, pelo menos a partir dos do ano 2005, 2006. Eh, eh, eu não consigo entender como uma cidade como Campinas as pessoas não param na faixa de pedestre. Em Brasília é só você colocar o braço. Tem cidades também do interior que é só você colocar o braço. Tem cidades que você não precisa nem colocar o braço. Eles param. Eles olham pra calçada, vem que tem pessoas e param. Então isso é falta de política pública, sabe? Não tem nem o que o que questionar e e essas essas questões, né? Eh, e a questão, eh, né, trazida pela secretaria de sensibilizar as equipes mais uma vez, eh, na audiência pública que a Dra. Fernanda fez e o Dr. Lair estava presente, eu trouxe essa questão. Eh, a secretaria, eh, e seus gestores eh estão se desresponsabilizando da responsabilidade e colocando na costa do trabalhador que tá na ponta. Isso tá deixando as equipes exaustas. Então, eh, não adianta eu capacitar se eu não tenho estrutura e estrutura quem dá é o a gestão. Uhum. Então, são essas questões de colocar nas costas do trabalhador e do usuário com a história do autuidado, né, que está deteriorando com a nossa com o nosso SUS em Campinas, que é um SUS de referência. Eh, eh, então, eh, eh, eu gostaria muito que eles ouvissem isso, eh, porque assim, é pertinente, é, eles têm responsabilidades, eh, não basta jogar na costa do trabalhador, não, não basta. Eh, tem questões, como, por exemplo, as atividad ao ar livre, que é desde o meu tempo lá na sudoeste. Tem árvore, tem sombra para as pessoas fazerem atividade ao ar livre. Eh, então, eh, ainda lá no Dick tem os bosquinhos, então a gente fazia dentro dos bosquinhos. Eh, então é só ouvir o usuário, é só ouvir o trabalhador. Eh, porque eu preciso de políticas que sejam feitas a partir do que acontece no território. As pessoas estão lá, o trabalhador está lá, eh, o usuário está lá e ele sabe por que que ele não sai para caminhar? Porque ele não aguenta ficar no sol. Porque à noite ele não aguenta a violência. Quem quem que vai para dentro de um bosquinho do dic, do dique um com esse grau de violência que existe hoje? Ninguém. Quem que vai às 5 da manhã para esses lugares? Ninguém. Então são questões que eu acho que vão sendo empurradas com a barriga e chega num ponto que não é mais possível empurrar com a barriga. Vocês têm sim responsabilidade. Eh, a questão da fitoterapia é outra questão. Era um programa premiado eh nacionalmente e que foi praticamente extinto eh eh com o fechamento da botica. Então, vocês têm responsabilidade com isso. Não adianta tapar o sol com a peneira. Eh, teve uma gestão que fez essa escolha e agora a gente tá pedindo a botica de volta e ninguém dá conta. A gente a gente pergunta, a gente questiona, a gente pergunta onde que pega fitoterápicos, nunca tem. Eh, então são questões de política pública que tem que ser resolvidas eh não empurradas com a barriga. Eh, eh, outra coisa, eh, nós sempre tivemos grupos de hipertensos, de diabéticos na periferia. E a grande pergunta que tem que ser feita sistematicamente dentro do processo de trabalho das equipes, por que não há adesão suficiente? As pessoas falam: "Eh, eu fui nutricionista na ponta, sabe o que elas me falaram? Eu quero receita, eu quero oficina culinária, eu não quero ninguém aqui falando que eu sou diabético e vou perder a perna, tá? Então, as pessoas sabem, nós trabalhadores sabemos, só que eu ten eu tinha condições de fazer oficina, eu tinha material, eu tinha equipamento, eu tinha local, não. Então, a gente fazia como a gente podia, trocando receitas, dando orientações e assim por diante. Então, eh, há um descolamento da realidade dessa gestão atual com a prática do dia a dia e cotidiano das equipes. Isso está adoecendo os trabalhadores, porque eu tenho muitos colegas que ainda trabalham. Então, eu acho que serve de reflexão levar essa pauta lá para dentro. Eh, tem mais uma questão ainda, eh, a, eh, dentro da lógica, né, da intersetorialidade, eh, não adianta a gente fazer política pública sem a lógica da intersetorialidade, eh, eh, porque os serviços eles se entremeiam. Então, a ENDEC, a Transurc intermeia com a Secretaria de Saúde, que intermeia com a Secretaria de Assistência, que intermeia com a Secretaria de Educação e assim por diante. Eh, então não dá para cada secretário querer uma solução mágica eh desto da realidade da cidade. É, é, ó, e a gente, eu vou dar um exemplo, eu moro na região central de Campinas e assim, eh, foi feita essa reforma na Glicério, foi feita essa reforma na Campo Sales, eu quero árvore porque eu não vou sair da minha casa nesse sol escaldante, sendo que todas as árvores foram retiradas, não tem sombra, não tem condições da gente como idosa andar eh com esse sol quente no centro da cidade, seja que horário for. A mesma coisa Lagoa do Taquaral, a parte externa era toda arborizada, cortaram as árvores, como que eu vou andar lá nesse sol escaldante? Então são questões assim que falta eh eh dos gestores um ouvido mais atento às necessidades da comunidade, a necessidade da associação de bairros. Outro exemplo é a praça no meu bairro ali na Delfino Cintra. Eh, eles fecharam, fizeram uma praça maravilhosa pros cachorrinhos, cercaram em três ou 4 m² o lugar das crianças e acham que reformaram a praça. Eh, então chega a ser até eh doo a gente pensa enquanto população, enquanto morador, moradores do bairro, com o que é feito na cidade e é feito com aval de quem? Eh, porque não é do nosso, não é do nosso de do nosso de moradores lá do bairro. E então eh eh são essas as questões, né? Eh a a os gestores precisam trabalhar mais integralmente e intersetorialmente e a gente precisa eh que as comunidades, os trabalhadores sejam mais ouvidos. Eu acho que tá muito autoritário. Eh, alguém lá em cima toma uma decisão, vem guela abaixo e a gente fica eternamente insatisfeito. Porque se você falar para mim que existe uma política pública de idoso hoje, é, só tô encerrando. Eh, eu vou dizer que não, isso que é ofertado não nos atende, é insuficiente. Obrigada. Vamos tentar fazer ficar nos 3 minutos aqui. Muita gente nossas falas e depois o Adão. Eh, boa tarde. Meu nome é Luís Carlos Vaz. Eu participo da Associação de Moradores Campos Elizas, conforme já foi dito aí, conselheiro local de saúde da associação do Juarez, né? E a Associação de Moradores Campos Elis tem vários projetos sociais, vale a pena conhecer. Eh, todas as reuniões são os primeiros sábados de cada mês, né? E lá a questão não pode falar em política em religião. Aí complica porque eu gosto de debater esses temas, né? E tô quase sendo excluído de lá, né? Então, por conta disso, porque o o rapaz que é um ótimo, o cara que administra lá, o presidente, o Delcídio, é um cara que merece todos os aplausos, é um ótimo presidente, é coisa maravilhosa, mas maravilhosamente as atividades são todas gratuitas e ele consegue manter aquele lá todo limpo, né? Toda terça-feira o pessoal vai lá, faz trabalho gratuito voluntário e tem e tem dança todas as quartas 9:30, né? horário bom para idosos e sexta-feira 9 horas também e os outros é fora um pouco fora de tem um grupo de artesanato das 14 a 17 maravilhoso. Tem umas 50 mulher lá envolvida, tá precisando de ajuda para reformar lá o pequeno espaço lá no fundo e tá difícil porque os donos de depósito de material de construção lá estão tentando com eles, mas estão meio assim que empacado. E eu gostaria que todo mundo fosse quem fosse possível ir lá participar da reunião e conhecer, né? E no primeiro momento não precisamos falar muito de política, nosso partido político, essas coisas, mas participar princialmente o Romão e outras coisas, porque nós temos uma dívida lá do IPTU que tá travando os projetos da associação e vai sempre o vereador de direita lá empurrando com a barriga, sempre prometendo uma coisa a outra. Se não fosse a associação mobilizar e encontrar uma advogada que prestasse trabalho, eu já tinha tomado lá na mão grande por causa de dívida de PT, o que não foi pago em outras gestões anteriores, que essa gestão nova começou a partir de 2011, 2016, uma coisa assim, e nós estamos pagando todo mês umas parcelas lá tentando segurar a onda, né? E tem as dívidas com eh tem que pagar conta de energia elétrica, água, luz, essas coisas todas, né? Que não tem como evitar. Eu tenho muita coisa para falar aqui, mas for falar vai 2 horas, né? Então não tem como. Então uma coisa que eu gosto muito é de música que nem a moça da Unicampural. Nós precisamos conversar muito sobre cultura. Cultura é fundamental. Não é de toa que a extrema direita que acabar com a cultura no Brasil, não é verdade? Investe tanto no sertanoso que fala coisa com coisa, só fala em dor de cotovelo, né? Agora eu aprendi muito com essa coisa, pena que eu aprendi tarde, mas graças a Deus Deus me permitiu eu ficar idoso para aprender, senão poderia ter morrido sempre ter aprendido, né? Eh, eu acho o seguinte, eu não me casei, sou solteiro, porque quando eu ia no casamento fala: "Jura que jura não sei o quê". E depois eu vi aquele juramento não era nada daquilo. Eu falei: "Não vou casar porque assim, eu não tenho consciência, porque se eu tiver um filho, eu tiver que separar para mim, eu não vou não vou segurar essa barra, né? Porque pro filho no mundo é muito fácil, mas educar e cuidar dele até ele se tornar um cidadão ou uma cidadã complicado." Falei: "Então para mim não serve, né?" Então tudo bem. Aí agora tem daqui só se leva o amor, música do J Quest, né? Eh, querer querer mudar o mundo ao seu redor, saber entender que mudar por dentro pode ser muito melhor. Então você, a gente quer ser amado, mas primeira coisa a gente tem que se amar e aprender a amar o próximo, porque senão como você dar primeiro receber, você tem que dar primeiro e e não ficar cobrando de ninguém, né? Fazer sem esperar nada em troca, né? Eu gosto muito. E e você vê que a primeira coisa que nessas músicas da extrema direita faz é destruir o amor, eh, é fazer que a paixão que é o amor. Daí vem o feminicídio, porque aquele fogo da paixão não é amor bosta nenhuma. Aí acaba aquela aquele fogo de paixão, aí aí acabou aí a a que era amada, não sei o quê, vira uma monstra. Aí vamos matar a monstra, porque eu nunca vi uma coisa dessa, né? Então quem ama não mata ninguém, né? Eu sofri uma dor de cotoviro que até chuei, suei sangue, que a mulher me castigou para caramba. Mas eu falei: "Pô, mas eu nunca pensei em matar ela, pelo amor de Deus, eu rezo por ela todo dia para ela ir pro céu, né? Ten a felicidade plena, perfeita e por outras. Só que agora eu aprendi uma coisa, ela não gosta. Agora, agora tem uma musiquinha assim, né? É, a vida é bela, mas podia ser mais bela. Ela não gosta mais de mim também. Não gosto tanto assim mais dela. Por quê? Tem que amar outras. Ó, a fila andou para mim, andou para ela. Acabou. Tá falando que pro senhor concluir aí. Então tá bom. Então é isso. Eu tenho muita coisa para falar, mas não dá. Eu tô, faço parte de uma, minha família é idosa. Eu sou cuido um irmão mais idoso do que eu, tem 73 anos. Eu tô cuidando agora do irmão que tem 85. E a a nossa irmã cuida de nós dois, ela cozinha muito bem e a gente tá indo lá, né? É isso aí. Eu falo assim, nós precisamos de cuidadores de idoso, nós três aqui estamos precisando de cuidadores do idoso para nós organizar a nossa vida, né? Bom, tá bom. Deus abençoe todo mundo. Uma ótima e abençoada tarde com muita paz, saúde e alegria. Fique com Deus todo mundo. Obrigado. Adão, por favor. Bom, boa tarde. Boa tarde. Eu sou Adom Luiz Carlos. Estou na coordenação do coletivo de aposentados, aposentados e pensionistas da subséria da CUT. Eu sou um homem negro, careca, uso óculos, estou com uma camisa aqui quadriculada em azul e cinza. Xadrez, xadrez. Com relação ao trans. Olha, aqui tem um endereço direitinho que tá deixar Luiz Carlos, o seu Adão tá falando já. Obrigado, viu? Valeu. Eh, com relação ao transporte público, estivemos lá na na INDEC lá na na Sveira, eu, Joarez e a Sandra. Eh, e falamos com o secretário de transporte lá com relação ao transporte, fizeram várias reclamações. Eh, quando vocês falam que o secretário tem que entrar de ônibus, eu fiz uma pergunta para eles lá com relação a uma linha 502, eles não sabiam que a linha era deles. Então é é o tópico pensar que eles vão andar de ones não vão sa é importante que o o Wagner, não sei se é possível quem aqui, eh perguntar para eles quanto vai impactar no no orçamento do de Campinas a gratuidade no transporte a partir dos 60 anos. Isso é, entendeu? Isso é é de suma importância pra gente saber porque que é a única cidade que a gratuidade a partir de 65 anos. É isso, Mauco. Adão de São Paulo. Deixa eu só pessoal, deixa eu só passa para Nauk aqui, ó. Antes da Na falar, eu queria só me despedir de vocês, dizer assim que inclusive, Adão, esse tema da gratuidade a gente bateu bastante aqui quando a gente tava discutindo a questão dos 512 ônibus, né, que não foram comprados, né, os ônibus elétricos. Então esse é um tema muito forte, realmente que é é isso, né? Trazer dignidade para as pessoas idosas e ampliar a gratuidade no sistema, né? Sim. E eu queria aqui pedir desculpa para vocês, vou ter que sair, mas eu queria aqui, Joarens, né, dizer que o mandato nosso tá aberto, tá? As pessoas idosas ao movimento, né, e de todo mundo que tá aqui, as associações de moradores, né, o Juarez também é um batalhador aí nesse campo. Eh, posso passar o nosso WhatsApp aqui, o nosso telefone, né? Fiquem à vontade. As denúncias, né, Elana já comentou a respeito disso. A gente tá dialogando sobre uma árvore que cortaram abacateiro 70 anos. centenário que cortaram lá no culto à ciência, né? E essa é uma área que a gente tem batalhado bastante também. Deixa eu só achar aqui o nosso o nosso telefone aqui do o nosso WhatsApp do gabinete aqui para eu passar para vocês para ficar aqui à disposição, tá? Olha, quem quiser anotar, o nosso WhatsApp é 199 82435, tá? 824 8335. Então qualquer assim algo que vocês estão vendo na cidade que tá não tá acontecendo certo, né, que vocês acham que a gente pode fazer alguma coisa, pode entrar em contato que a gente corre atrás de fazer um requerimento de informação, uma indicação, quem sabe até não vira um projeto de lei, alguma coisa assim. Tá bom? Agora eu acho que árvore tem que cantar não só na na onde ela falou, mas na tá perif nos baros. Mas escolhi as árvores que fica tamanho médio no máximo que não fique muito grande para não causar dano pra questão dos fios, né? A gente tá super atento a isso, sim. Mas abacairo não pode apertar, pelo amor de Deus. [risadas] Tchau, gente. Obrigado, viu? Parabéns pela pelo [aplausos] até logo. Boa tarde a todos e todas. Eu sou NaOco, eu sou médica sanitarista, eu sou oriental, né? Eu tenho cabelo já não é tão preto assim, porque a gente vai envelhecendo, vai ficando loirado, sabe? Porque a gente vai tingindo [risadas] e uso óculos. Tô com a camisa camiseta da vidas idosas em portam, né? E aí, primeiro eu queria agradecer muito o pessoal da saúde, a Mayara ia falar e a Bárbara que e eu conversei com a Camila e a Camila realmente ela ia dar aula hoje e mas eu fiquei insistindo para que tivesse uma representação. Eu agradeço muito a presença de vocês. Falei com a Dais e tudo mais, porque assim, embora a Dais não esteja presencialmente, ela mandou, ela fez questão de mandar representantes da saúde para atender, né, a nossa discussão aqui sobre políticas públicas. Então, eu agradeço muito isso, né? Então, eh, eu, como, né, trabalhei na vigilância a vida inteira, eu gosto de dados, né, e aí para fiscalizar uma coisa, eu preciso, né, de dados, tá certo? Então, e eu entrei assim também no coletivo de aposentados para dar o suporte, fazer, né, esse essa ponte entre, né, o que eu todo o meu aprendizado, tudo mais. E aí assim, eh, eh, é uma é uma área na página da prefeitura que a gente não acha fácil, né, os dados. Então, isso eu faço um apelo assim para que, sabe, seja mais amigável, né? É para para fácil assim assim, eu sei usar o tabete, essas coisas, eu sei trabalhar com esses dados, mas eu acho que não pode ser assim. Acho que tem que ter alguns dados mais prontos, com frequência, né, pra gente poder monitorar mais de perto, para poder justamente fiscalizar e poder acompanhar a política pública, né? Então isso é uma questão. Outra coisa é assim, eh eu acho que eh sempre um eterno recomeçar, né? trabalhei na vigilância 32 anos, então e ia sei que recebia gente, entra sair de gente, etc. Tem um recomeço, porque acaba a gestão, começa outra gestão, a gente tem que começar tudo de novo. Eu sei que não é fácil a coisa, mas assim, a divulgação é uma coisa que a gente também não sabe, né? Eh, quais são os serviços assim, se é bom, precisa ser divulgado e a gente precisa ter esse acesso mais facilitado. Onde estão os serviços, né? é onde procurar, como acessar, sabe? Porque isso também às vezes é, né, peca nessa questão da divulgação, porque se você não mostra, né, né, aquela coisa, se você não se mostra, a coisa não acontece, né, mídia social, né? É isso. Então, eh, embora assim seja uma exposição demais, demais, mas precisaria ter alguns lugares mais assim onde a gente possa assertivamente chegar e, ó, vai tá aqui, a gente vai procurar lá e a gente vai achar, né? Eh, então são essas duas questões que eu gostaria de colocar para contribuir. Bom, obrigado. [aplausos] Nós temos escrito aqui o nosso amigo Paulo, depois Paraná e a nossa companheira Sandra. Passa ali pro Paulo, por favor. Eh, boa tarde a todos e todas. Eu sou Paulinho, Sindicato dos Metalurrgos de Campinas, região. É minha descrição. Sou careca. eh barbas, camisa vermelha e calça branca. Eh, acho que já foi dito bastante coisas aqui que relevam a gente voltar a dizer, como Adão bem colocou, a questão da gratuidade do transporte público acima de 60 anos. É, lembrando que essa pauta a gente já levou pro presidente da Câmara o ano passado, foi isso, Jori? se não me engano que a gente teve aqui, trouxe até ele, né, pedindo inclusive esse estudo que o Adão acabou de pedir aqui pro pro nosso vereador Wagner Romão, pedindo pro presidente da casa para encaminhar pra gente e nós já se passaram um ano. Eu acho que foi até essa época mesmo, né, Joariz que nós viemos até essa casa. Eh, então eu penso aqui com nós eh que nós já fizemos vários movimentos e vamos continuar dizendo pro legislativo e pro executivo que nós não vamos nos cansar, nós vamos continuar fazendo os movimentos que temos que fazer em prol dos idosos e idosos da nossa cidade. Contudo que foi colocado aqui, a Lucia acho que colocou muito bem, o secretário de transporte tinha que estar aqui. Isso, ele tinha que estar aqui hoje. Ele não pode, que a gente entende que tem muita gente, tem as companheiras da saúde aqui que estão de parabéns. A secretaria de saúde não pôde vir, mas mandou a representante aqui, né? Nós queremos ouvir do órgão que é oficial. Nós temos eh como a companheira colocou lá também, não quero me alongar aqui também, eh eh é uma construção de várias secretarias, não é uma secretaria só, mas a maior reclamação que a gente tem, inclusive nós lá nos aposentados metalúrgicos, que eles também andam de ônibus, é a questão do transporte, das calçadas, né? Isso aí nós vamos falar com quem agora? Só para deixar uma sugestão aqui, ô Jois e companheiros, eu penso com esse número que nós estamos aqui de pessoas domingas, com esse número aqui, nós tínhamos que fazer um ofício e marcar um dia e ir lá entregar pro nosso prefeito. Só sair de lá a hora que a gente tivesse uma reunião marcada com ele, porque nós viemos até o legislativo, não resolvemos, fomos até o gabinete do secretário executivo e não resolveu. Agora eu acho que é o momento de a gente procurar o prefeito da cidade. [aplausos] Próximo a é o Paraná. Paraná. A Dominga está aí. Paraná está. A Dominga marcou presença, tá aqui. Olá, gente. Boa tarde. A minha descrição é, tô com a camisa aqui estampado de azul, marinho e amarelo. Eh, minha minha bisneta até fala, tá com aquela camisa de gilassol, biso então. E tô usando uma peruca. Então, eh, então para para que vocês a essa questão de que você falou, Wagner, eh, você eh Adão, desculpa, perdão, Adão falou, eu acho que é de suma importância para que a gente saiba aonde e que tamanho é o impacto desse dessa desse valor da passagem cobrar a par de não cobrar a partir dos 60 anos. Agora, só que também vai gerar uma boa desculpa, porque o valor a gente sabe que não é pequeno, vai gerar uma boa desculpa para que não acaba dando essa esse benefício ao aos aos senhores e senhoras de 60 anos. Eu acho que simplesmente eu acho que tem que ter boa vontade política e pensar que nas outras cidades tem, pensar que São Paulo tem. Por que Campinas não não vai ter? Então eu acho que simplesmente eu acho que talvez, né, Paulinho, eu quero dizer aqui, talvez a gente ir até mais além, talvez fazer uma reunião ainda maior, convocar mais gente, eu disponibilizo lá aonde eu estou presidente lá no Vila Teixeira, um salão mais amplo de fazer uma reunião até maior. Eu acho que aqui a gente sair para uma corrente maciça, onde todo mundo se compromete a cada um levar mais um e levar mais um. e a gente até fazer um documento, talvez até maior e encaminhar sim ao prefeito, né? Mas eu acho que assim, eu acho que talvez, talvez faz sentido o que nós estamos fazendo aqui, mas vai considerar um número pequeno por ah, mas eh eh politicamente o prefeito acaba avaliando, ah, tão lá em 20 pessoas, em 30 pessoas reclamando, legal, é direito, mas aonde é que tá o outro pessoal? Então eu acho que a gente tem que trazer mais gente, mais gente conosco para que a gente puder fazer uma cobrança eh aonde causa mesmo um impacto e que ele vai falar assim: "Puxa vida, eh o Joarez conseguiu reunir mais gente, o Paulinho conseguiu reunir mais gente, o e por aí sucessivamente, porque eu eu tô numa região eh ali onde você fala Vila Teixeira". Então você vê que uma região simplesmente de muitos, mas muitos idosos mesmo, mas muito. Então é uma uma região que você vê aonde uma população muito grande de idosos, a gente tem um projeto social lá aonde a gente tem 18 voluntário, aonde a gente tem diversos atendimentos lá e nós não temos nenhum desconto, nenhum desconto na tarifa de água. Se nós consegue hoje pagar um valor a menos na na energia indicado pelo Juarez, conseguimos colocar a placa solar lá, aonde hoje nós pagava R$ 3.000, hoje ontem a gente hoje paga 300, mas porque foi uma luta nossa. Hoje a gente paga R$ 1.000 de água e eu pedi para que não não me dá isenção, não dá isenção pro Vila Teixeira, mas eu acho que pelo menos dá um desconto até pelo um serviço prestado que a gente tem para essa cidade. Eu meu apelido é Paraná, então já se sabe que eu vim do Paraná. Agora eu amo essa cidade. Eu tenho cinco filhos nascido aqui nessa cidade, tenho três netas e uma bisneta. Então me tornei campineiro. Então amo essa cidade, defendo essa cidade com unhas e dentes. Então eu quero melhor para essa cidade e quero melhor para essa população idosa. Agora vê um idoso aonde você vai no ônibus. A gente sabe que o ônibus aqui em Campinas é deficitário, então não precisa falar para ninguém, principalmente quem anda de ônibus. Agora, onde a gente vai, aonde não tem uma educação para que o jovem respeita o idoso. Eu eu já Ah, p, mas eu vou dar lugar para esse senhor. Ele tava dançando. Ele tava dançando. Eu tô trabalhando. Tudo bem, me oferece o lugar, eu acabo até não aceitando, mas graças a Deus que eu tenho 72 anos e tenho saúde para dançar. Eu não fico em casa de repente, como muitos idosos gostaria de sair, né? E não pode sair, né? Eu acho que tem que dar parabéns pro idoso que sai de casa, que vai dançar, que vai fazer atividade, porque a gente tem que sair mesmo e lá. Então, a gente tem um espaço lá, temos uma parceria com com Joarez, com a Associação dos Idosos e e estamos lá a disposto o que deve é, o espaço tá lá, pode ser usado, tranquilo. Vamos sentar, vamos discutir, vamos reunir mais gente, vamos trazer mais gente, vamos fazer com que vale essa reunião. Vai fazer sentido a gente não deixar morrer essa ideia. é sentar mais vezes, é não esperar, é fazer, falou há um ano atrás com o presidente da Câmara, então hoje tá fazendo quase um ano, não tivemos resposta. Eu acho que a gente tem que ser mais insistente e fazer com que, de fato isso aconteça. Muito obrigado. [aplausos] Obrigado, Paraná. Sandra, depois a Domingas encerra-se com a Ana. Tem mais alguém? Eu não eh boa tarde a todos. Meu nome é Sandra, sou ex-diretora do Sindicato dos Trabalhadores da Unicampa e sou da Coordenação de Aposentados do Sindicato. Eh, eu vou me autodescrever. Eu sou uma mulher, eu me considero negra, né? Muitos me chamam de marronzinho, meus cabelos grisalhos e encaracolado. Tô com uma camiseta laranja que é da coordenação de aposentados e tem uma letra vermelha, amarela e uma cinza. Significa STU, que é o sindicato dos trabalhadores da Unicamp. Eh, eu acatei todas as falas aqui, mas eu sou muito radical. Para mim, o secretário de transporte não veio porque é um frouxo. É um frouxo porque homem que corre da briga para mim não vale de nada. Já começa por aí. E eu espero que esteja que esteja sendo gravado, que é para ele ouvir, que eu conheço bem a peça. Outra coisa, eh, a gente propõe um monte de coisa que a não sei o que pro aposentado. Gente, a primeira coisa que a gente tem que fazer é pegar tudo, esses aposentados até na cadeira de roda, enfiar tudo dentro da prefeitura e falar para aquele prefeito maledeto lá que votaram nele, que todo mundo votou nele, todo mundo não, porque eu ele não me representa, mas votaram nele e ele só tá pisando na bola, né? Aí ele se junta com o governo do estado, faz mais merda pra gente ainda. Então ou a gente toma uma atitude de fato e para isso eu tô preparada, ou então a gente vai ficar sofrendo as consequências a vida inteira, né? Vai andar no na no na no centro da cidade, enfia o pé num buraco. Aí ninguém tem responsabilidade. Ah, quem mandou velho sair de casa? É essas coisas que a gente ouve. É essas coisas. Você entra no ônibus e fala assim: "Ah, mas por que que tá, por que que não ficou lá assistindo televisão? Tá velho mesmo? Eu já ouvi isso, mas eu tenho a resposta na ponta da língua. Garanto que essa pessoa nunca mais vai falar isso, porque depois da resposta que ela ouviu e eu falei bem em alto tom lá dentro do ônibus, eu garanto que ela não vai responder. E aí o motorista invocou: "Mas a senhora tem 65? tem 64,5 e vou ficar aqui. Fiz questão de falar, fiz questão de falar. Eu não tenho medo, Duda. Não é a toa que faz 30 anos que eu fui diretora do sindicato, né? Continuo na chapa, mas vou deixar alguém se ferrar um pouquinho, depois volta. Mas é isso. Eh, se a eu tenho acordo de que o os ônibus não não vale nada. É ônibus. E eu e eu tive um trailer, gente, em frente uma comissionária de de transporte. Eu sei o que é o transporte de Campinas. Só não vou revelar para não morrer, né? Porque a maioria é tudo do PCC. Então não vou nem avisar. Mas eu sei o que é um ônibus. Como ele sai de lá, por isso que ele pega fogo na Vila Teixeira. Ele pega fogo aqui na abolição, a gente sabe. E a Endec está envolvida porque tem a vistoria, vai lá, faz a vistoria, no dia seguinte o ônibus pega fogo. Mas aí eu não vou entrar no mérito da questão. Eu acho que tem que ser a questão nossa. E semana que vem eu completo 65. Aí vou tirar minha carteirinha, que por enquanto eu ainda vou com RG. Hum. Mas assim, uma outra coisa que deixa a gente indignada, ponto de ônibus não existe, né? Porque ai vamos fazer ponto de ônibus padronizado. Mentira, mentira. Prioridade para para idoso no centro de saúde não existe. Aqui em Campinas não. Que eu acompanhei uma idosa, coitada, morrendo lá. Precisamos correr com ela para Unicampo porque a P saúde não pode atender fora do horário. Então é complicado, mas a gente conseguiu. Hoje ela tá andando. Eh, eu morei na Praia Grande, lá tem atendimento para pro idoso. Tem o médico da família que vai na casa que Campinas deveria ter. Tem um médico da família que cada 15 dias ele vai na casa do paciente para saber se o paciente passar mal ali porque é acompanhado pela chama o zafa lá o o eh o médico vem na hora, ele desce de ambulância junto com a enfermeira na hora, não é 2 horas depois que você já morreu. Então eu acho que é esse tipo de movimento que a gente tinha que fazer. Mas aí assim, conscientizar, conscientizar o idoso, que é disso que a gente precisa, fazer um movimento, fazer com que a imprensa saiba para esses caras tomar vergonha na cara e a gente aprender a votar também, que daí o ano que vem a gente tira essas porcarias daí. Domingas, [aplausos] nossa delegada, conferência nacional, acabou de chegar de Brasília, tá voltando para Brasília. Em breve, em dezembro, retorna para Brasília. Eu não ia falar, mas o Joanei fica provocando. Eh, boa tarde, dito. É a Domingas, ele já me conhece. para todos e todas. Boa tarde. Boa tarde. Então, eu vim tão assim feliz, esperançosa, que eu ia encontrar o secretário para falar umas coisinhas para ele, mas, infelizmente, porque aqui nós estamos eh falar um pouquinho mais do transporte, mas é onde que não tem transporte, por exemplo, a região como mora aqui é o São Fernando, que tem aquelas peruas, né? E que se a gente precisa sair de manhã para, se eu preciso estar na PUC 8 horde, aí a gente vai ser. Daí o pessoal fala: "Mas por que que você tá indo agora? Você é idosa, você não você não tá indo trabalhar, por que que você não deixa para ir mais tarde? Porque senão eu perco a consulta lá, porque se eu atrasar 15 minutos não me atende mais. Então a população se revolta contra a gente, contra os idosos. você não precisa ir agora, você tá tomando lugar no ônibus esse horário de Então é é assim simplesmente horrível, mas eu queria mais falar da minha categoria que é as trabalhadoras domésticas, porque que eu saiba, quando você projeta alguma coisa, um um casa ou qualquer coisa, já tem que ter tudo que vai para aquela região. Só que as trabalhadoras domésticas, a maioria trabalha nos condomínios e além deles acabar com tudo que tem de verde nessa cidade, fizeram condomínio no fim do mundo, que as trabalhadoras domésticas têm que ir descer, por exemplo, aqui para Souzas, desce na pista e depois elas pegam um fretado, tem que pagar particular um fretado para chegar até o condomínio, que é lá no fim do mundo, porque não tem transporte, não tem nada lá. Então eu queria perguntar isso pro secretário, porque parece que existe uma lei que aonde tem eh gente morando só pode fazer aquele conjunto habitacional lá se tiver tudo que vai até lá, se tiver o transporte, se tiver. E aqui em Campinas não é assim que funciona. Aqui em Campinas trabalhadoras domésticas, os trabalhadores da construção civil, todos os trabalhador que vai para aquela região sofre muito. Tem um outro condomínio chamado Aras Larissa ali pro lado divisa de Sumaré e Hortolândia ali Campinas. A mesma coisa. Se os trabalhador quer chegar até lá, sofre muito. Então nós estamos aqui para discutir o transporte, onde tem minimamente o transporte e aonde que tem um monte de trabalhador que não tem nem transporte e os idosos para sair daquela sabe? Então, Campinas simplesmente uma cidade rica, uma cidade que tem as melhores rodovias, que corta essa cidade, que tem um aeroporto, eh, um dos internacional, que tem as melhores faculdades, que tem tudo. E nós, população desse jeito. E não é só as pessoas idosas, toda a população de Campinas tá sofrendo esse descaso. É essa situação que nós estamos vivendo aqui muito triste. Eu também que há mais de 50 anos vindo a roça, escolhi essa cidade para ser a minha cidade, assim, eu fico sem entender, meu Deus, que tá acontecendo com Campinas, né? Não é falta de dinheiro, é falta de gestão. Gestão pública não tem, não tem gestão. Então, gente, nós precisamos realmente fazer alguma coisa, sabe? Eu acho que a gente tem que realmente, eu acho assim, não é a semana que vem, não, acho que é amanhã a gente devia amanhecer lá na porta do secretário para saber porque que ele não veio aqui. Se você estopar, eu largo tudo e nós vamos lá amanhã saber dele. Por que que ele não tá aqui hoje? Por que que ele não veio aqui conversar com nós hoje? O que que tá pegando? Sabe, é assim que a gente tem que fazer e marcar audiência com o prefeito também. Sei lá, alguma coisa nós temos que fazer. Mas, mas é isso, gente. Só só vamos, nós não vamos desanimar, não vamos desistir, mas temos que fazer alguma coisa assim. Tá bom. Ô, Marilene, depois encerra com a Ana, por favor. Aqui a Marilene. Depois a Ana tem o informe. Pode pegar. Boa noite. Boa noite. Boa tarde. Boa tarde. [risadas] É que eu chego tarde, eu já acho que noite. Eh, eu acho que assim, eh, se a gente for falar, né, de tudo o que a população Ah, é, tem a descrição. Ô, Ben, desculpa. Eh, eu sou uma mulher negra, cabelo tá grisalho, mas pintado de rosa. Tô de camiseta azul marinho e uma calça cinza e um adesivo da chapa dois, que está judicializando a eleição que aconteceu no sindicato dos servidores públicos municipais de Campinas. Eh, eu acho que assim, a gente tem muita coisa eh como a Lucy eh disse, né? A situação do idoso, da pessoa idosa em na cidade, ela passa pela saúde, passa pela habitação, passa pelo transporte, né? Porque a gente vive a cidade agora a gente tem tempo para viver a cidade. A gente não está só trabalhando, né? Agora a gente tá vivendo a cidade culturalmente, né? E aí é uma lista enorme de coisas. E essa lista enorme a gente pôde viver na conferência municipal do Idoso. E aí eu concordo com o Paraná que talvez seja necessário que a gente tire daqui uma data onde a gente reúna, mas cada um de nós eh possamos levar no mínimo mais cinco pessoas idosas pra gente conversar, para dar continuidade o que foi conversado e discutido na Conferência Municipal da Pessoa Idosa, né? Nós temos aqui a Domingas, temos aqui o Juarez, o Dito, né, que que foram nossos representantes. Eu acho que a gente podia tirar uma data hoje paraa gente continuar essa conversa e começar a organizar a isso que o Paraná falou, sabe assim, enquanto eles verem que só tem 20, que só tem 30, eles não vão eh se preocupar muito, né? O prefeito já assinou uma carta compromisso na eleição sobre a gratuidade nos 60 anos. Ele assinou, nós temos a assinatura dele nesse documento. Então ele tem que cumprir, né? Ele prometeu, ele tem que cumprir. Isso é uma das coisas. Porém, a gente tem que se organizar. A gente tem que se organizar. E aí eu sugiro que como encaminhamento que a mesa depois a gente saia daqui com uma data para a gente sentar em algum que seja aqui, que seja em outro espaço, mas que o, né, que a gente continue a discussão do que foi eh discutido, né, dos encaminhamentos que tiraram lá na conferência e que a gente eh se mobilize para ir paraa frente da prefeitura fazer reivindicações. Como pessoas idosas, nós temos reivindicações concretas para fazer e lá em frente da prefeitura fazendo o que eles têm medo, fazendo barulho. Tá bom. [aplausos] Ô Ana, você tinha um informe ou quer dar depois? Deixa o pessoal da mesa. Eu vou dar um informe rápido. Eh, é que tá aí. Bom, boa tarde a todos. todos dito é a Aninha, então eu também não preciso me descrever, tá bom? Viu, querido? Um beijo para você. É o seguinte, meu nome é Ana, assistente social, trabalho no ambulatório de geriatria da Unicamp e também agora um ambulatório recém criado há um ano e pouco, que é um ambulatório LGBT que, né, 60, que as pessoas têm um pouco acesso desse segmento. Trabalho também com um grupo de educação e saúde e é aqui que tá o informe, né, que a gente faz já desde 2005 a semana da pessoa idosa. O Joarez está convidado para fazer algumas colocações e eh o tema esse ano escolhido pelo grupo foi diversidade na maturidade, né? A abertura vai ser no dia 20, então é um convite para todas e todos que estão aqui. O horário é às 13:30. né? Eu posso depois mandar o card que já tá pronto. O local é o anfiteatro do HC, né? E depois a gente vai ter durante a semana até o dia 24 salas de espera com os usuários que aguardam consulta sobre essa temática. é uma temática importante. A gente quer que todos os segmentos que incluiem a questão da diversidade estejam presente. Até vou fazer um convite a você também, tá bom? E pro tá bom pessoal, era isso que eu queria falar. Muito obrigado, endosso tudo que foi falado aqui. Obrigado, retornando pra mesa, eu sei que na verdade essas reuniões são importantes porque todo mundo e por falta de espaço, por falta de debate que nesse todo mundo quer traz e é isso. Eu acho que é isso que falta, a participação da sociedade. Cada fala tem um significado, cada um tem uma vivência e a essa vivência é que vai dar o equilíbrio e o bom e se se a gestão tiver esse bom senso de a partir dessa vivência, com certeza nós vamos ter umas políticas mais afirmativa e mais que vá diretamente com atender a demanda da população e não apresentar um decreto, porque geralmente a gente chega nos conselhos para ser informado. Eu já convido você, já que ele não vem aqui. Então nós vamos lá. Dia 19 tem reunião do Conselho Municipal de Trans Transporte a partir das 18 horas. Uma boa pergunta na abertura da reunião, senhor secretário, por que o senhor não foi na reunião do dos idosos? Porque lá você vai ver uma pauta, 10 pautas que tem na INDEC para Indec informar, mas quando consel pauta qualquer coisa eles não querem discutir. Então é um momento oportuno. Na quinta-feira às 18 horas tem a reunião do conselho. Eu sou conselheiro do conselho municipal. É dia 16, né? 19. Dia 19. Dia não. Dia 19 não. Dia dia agora quinta-feira. Qu qu quinta-feira dia dia quinta-feira é dia 9. Dia 11 tem a feijoada que vocês vão ser convidados. [risadas] É o dia 9 a partir das 18 horas na sede da INDEC tem lá reunião do conselho. E aí eu dia dia 9 a partir das 18:30 tem a reunião do conselho. Nós vamos fazer essa pergunta ao nossos ao secretário. Passar pr pra nossa na S S de Oliveira. Nós vocês têm aí 5 a 7 minutos a partir de tudo isso que vocês viram, fazer uma síntese, isso obviamente até 10 minutos pode ficar disponível [risadas] que tem um lanche também avisado, ninguém saia que tem um belo de um lanche aí e como tem pouca gente, pode ser dois para cada um. Melhorou. Eh, bom, eh, primeiro falar que, eh, é a primeira vez que eu participo de um espaço como este aqui na Câmara, assim, da do quão especial é ouvir, né, eh, cada um, cada uma que trouxe a sua vivência, né, porque eu acho que as falas não vêm como um algo de que outra pessoa contou que viveu, né, vocês trazem com essa força da de quem sabe do que tá falando, né? Então, eh, mobiliza, acho que Mayara e eu somos servidoras públicas, assim como outras colegas que aposentadas, né, da da prefeitura. Que bom conhecê-las, né? a gente espera tá honrando o legado do serviço público. Então, acho que é nosso papel como servidoras eh acolher, né, a as falas, acho que dá retorno, não é que no que é possível já dar retorno e também se colocar que olha, tem parte disso que a gente não consegue dar um retorno agora, dar uma fala que eh que contemple toda a expectativa, mas de seguir o compromisso da participação do conselho no conselho da pessoa idosa, né? a gente tem a representante da Secretaria Municipal de Saúde, que é a Camila Monteiro. Então, eh, acho que trazendo esse compromisso de seguir presente aos encontros do conselho na busca de atender um tanto do que foi falado aqui e de futuras questões, né, que vão aparecer e do que o conselho já trabalha para para cuidar. Eh, dito isso, né, acho que eu fui anotando e é algumas coisas que a gente pode, né, contribuir agora em relação às ILPIs, acho que fica uma questão para discutir mais no contexto do conselho, porque ela tem um recorte muito forte com a Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social, né? Então, acho que essa essa parceria vai ser melhor discutida. Acho que tem nesse espaço do conselho, né, da questão do centro dia, ele também eh tá vinculado esses serviços à Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social. Eh, o que eu tenho contato mais próximo, tem um centro dia na região do Carvalho de Moura, bem pertinho do centro de saúde. Eh, trago isso porque a gente fez, né, trabalhos de formação com os profissionais que lá estão. Eh, então esse mapeamento dos outros centro dias do município, acho que também gostaria de pedir ajuda pros colegas da do desenvolvimento e assistência social. Então, acho que é para esse espaço do conselho. Vou sinalizar aqui. Eh, bom, acho que a gente, né, acolhe falas das nossas colegas eh veteranas do serviço público, né, que que atuaram. Acho que vocês têm também a noção de que, eh, a gente tá aqui para uma política de estado, né? Acho que os governos vão passando, né? E acho que o o interesse do servidor, do trabalhador, é cons missão garantir a permanência da política pública, independente da das trocas, né? Então assim, acho que a gente sempre dá dois passos à frente, volta a um e é um movimento constante. Então, eh, vejo como possibilidade manter a proximidade nos espaços de conselho para conseguir sempre dar essa noção de de algo da realidade que talvez esteja nos escapando, né? né? Então, quando fala da questão da eh do pedido, né, de ter sensibilidade ao aos trabal em relação aos trabalhadores, de não de não fazer um discurso que os culpabilize em relação, não é isso. Acho que a intenção quando eu quando eu trago aqui não é essa, mas é de reconhecer que sim, a gente do servidor que tá diretamente relacionado à assistência, ele precisa ter um compromisso de ver todo o ciclo vital e que ainda é algo que a gente precisa trabalhar com as equipes, porque nós todos que trabalhamos, né, temos os nossos ofícios, a gente tem predileção por certas certas áreas ou nos desenvolvemos mais em certas áreas, né, o que é natural. Então é uma missão sim nossa e de garantir o apoio a essa educação permanente do trabalhador no passo que ele se se sensibilize a trabalhar com todos os ciclos de vida. É nesse sentido que eu trago, não é no da responsabilidade única, é uma responsabilidade da gestão, do trabalhador que tá diretamente na assistência. O autocuidado ele não é uma falácia, ele ele a gente precisa também da da responsabilidade em relação ao próprio cuidado, mas não são coisas eh eh eles são indissociáveis, não é uma coisa recortada. Acho que foi mais essa intenção da minha fala, tá? eh, da demanda em relação aos fitoterápicos, a gente tem pela pauta da pela pasta da assistência farmacêutica a continuidade da produção eh desses desses insumos, desses materiais. Então, acho que vou pedir ao final para identificar qual é o centro de saúde, tá, que não tá dispensando para poder reorientar a equipe, porque sim, é algo que é adquirido. É, então é algo pra gente é é isso, acho que a ajuda de cada um, né, de cada uma, de identificaronde exatamente tá que a gente tá escorregando aí que pode ser melhor, porque às vezes a a coisa tá acontecendo e mas não, né, não alcançou. Então a gente identificar porque que não tá chegando esse material, esse medicamento na unidade. A intersetorialidade com certeza é algo que a gente precisa avançar e muito nessa articulação, né? Ela tá na pauta, ela tá na organização das cadeiras do conselho, não é à toa, né? para já eh induzir, buscar, direcionar ainda mais esse compromisso das diferentes secretarias com a pauta da pessoa idosa. Então, a gente precisa avançar com certeza nisso. Eh, e a questão da da comunicação institucional, como a gente melhora o site. Uhum. Perfeito. A gente precisa trabalhar a mídia. Eh, acho que tem o esforço da da Ana, da atendente virtual, que também trabalha um tanto de comunicação. Então, tá sendo fácil utilizar esse recurso? Não tá. Ela só responde o que ela quer. É só, então [risadas] dá nada essa menina, precisamos cuidar disso. É, você faz uma pergunta e ela não responde. Você não tá, não tá no programa, né? Tá, vamos programar melhor essa essa inteligência. Ela aprende conforme a gente usa também esse treino, né, da máquina. Posso dar uma dica? Claro. E a inteligência artificial é uma uma fervando, fal, mas ela não é suficiente eh ao atendimento humano. Humano. Sim. Eh, então uma das coisas que mais irrita eh quando você faz perguntas diferentes e ela não tem a resposta e ela trava eh ali, então você não consegue dar andamento e seguimento e isso não acontece num atendimento humano. Sim. Eh eh você entendeu? Agora, eh eh o que acontece? Eh, eu acho, eh, que a questão do acolhimento, eu não posso falar nada, porque todas as vezes que eu precisei, eu fui muito bem acolhida no CS Centro. Eh, eu tive ARPs Hosters, eu tenho convênio e eu fui atendida no meu centro de saúde em duas horas. E eu achei ótimo. Eh, mas eu acho que h a necessidade de se ouvir mais eh as pessoas sobre o acolhimento, tanto o trabalhador Uhum. como eh quem eh utiliza a o sistema, tá? A eh não adianta eh achar que a gente quer ser tratado, a gente quer ser cuidado. Pessoas precisam de cuidados. Então, quando se fala em acolher no cuidado, é diferente de acolher para dar uma consulta, eh, para dar um atendimento, para dar um tratamento. Então, é, é essas questões de subjetividade que eu acho que precisaria ser mais trabalhada, eh, com todo mundo, tanto com os gestores eh como com os trabalhadores, como com os usuários. Ninguém quer ser tratado, todo mundo quer ser cuidado. Tá bom? Ótimo. E a e o cuidado é um olhar humano, não é? E aá que vai resolver olhar humano. Sim. Vai ter um recorte bem determinado do uso da inteligência artificial para, né, do ponto de vista de informação. Eh, vou levar também, né, todas essa tudo da nossa conversa e em relação a esse item também, pra gente poder eh pensar como a gente pode treinar melhor essa inteligência artificial. Então, eh, treinar mais vezes com usuários, diferentes usuários, a forma de acesso para ver o que vai melhor, o que não vai tão bem, até onde, onde trava. Então, eh, algo pra gente avançar e na questão do site, né, divulgar como melhor acessar os serviços, as informações epidemiológicas para tentar fazer essa análise eh mais profunda, né, no a partir dos colegas que trabalham com isso. Então, infelizmente o site não é acessível para pessoa com deficiência visual também, tá? Pode avançar nisso também. OK. E e acho que só você vai querer, Mayara cumprimentar com qual ponto você ia falar da questão do do atendimento domiciliar? Não, na verdade eu ia complementar no sentido de que eu e a Bárbara a gente, né? Eu sou Mayara, eu sou branca de cabelos pretos, tô com uma roupa bem colorida e é, eu sou médica, trabalho junto com a Bárbara na atenção primária saúde, lá no departamento de saúde. E a gente tem uma pauta específica dentro do ensino. Então, acho que a Bárbara traz isso também, porque a gente tá muito envolvida com essa questão do ensino, eh, da educação permanente e de sensibilizar no sentido de que a gente quer que tenha um olhar cuidadoso para o idoso, né, para a pessoa idosa. E não no sentido de que a gente tá tirando responsabilidade de ninguém. A gente acha que tudo é confluente, era para complementar. Eh, nesse sentido, no caso da fitoterapia, a gente tem importante agora que a gente tá fazendo um trabalho junto com a assistência da segurança alimentar no município. Então, vai sair um diagnóstico eh em relação à saúde, mas em relação a várias secretarias, em relação à segurança alimentar e não só no sentido da segurança de ofertar um alimento seguro, mas no sentido de um alimento saudável. E lá a gente fez o levantamento também da onde a gente tem esses hortos de plantas medicinais que a gente tem dentro do município. Então vocês vão poder identificar aí assim que sair a gente também eh pede pra Camila divulgar, tá bom? É, OK. Acho que eh agradecer novamente e acho que assumir esse compromisso, né? A Camila Monteiro está como representante no conselho, então a gente levar para ela a conversa de hoje para que dê continuidade no espaço do conselho. OK. Nossa amiga Luc, obrigado. OK. Eh, bom, eu vou, eu, eu percebi assim que muitas das falas estão dialogando com a saúde, né? Também concordo com tudo que foi colocado aqui, levantado aqui, mas eu ainda insisto muito nesse lugar da visualização dos dados, né? Como disse, não é importantíssimo pra gente gerar política, né? Sem os dados a gente não gera política. E aí a gente pensa: "Ah, eu preciso de 100.000 pessoas para gerar política". Não, isso aqui é suficiente, né? Desde que eles façam o trabalho deles lá com levantamento de dados. E eu penso que mais do que a gente pensar em número, é pensar na qualidade daquilo que a gente vem discutindo, né? Eh, e o que a gente vem discutindo é sim políticas públicas para uma cidade que também está envelhecendo, né? E a gente quer um envelhecimento ativo, a gente quer um envelhecimento saudável. E para isso eu eu acho que concordo com o que colocou Paraná, concordo com tudo que foi colocado aqui, mas além de criar demandas para nós, é necessário. Nós estamos no mês onde a gente está discutindo as políticas do idoso. Então assim, não é uma tarefa qualquer, é uma bandeira nacional, né? E essa bandeira ela precisa ser respeitada pela cidade. Se estivéssemos em cinco aqui, seria importante que o secretário tivesse, seria importante que o prefeito desse escuta, porque nós não estamos falando de nós, nós estamos falando da cidade que nos representa, né? Nós estamos falando de um nós estamos representando um percentual da cidade. Para além de sermos 15 ou sermos 20, somos pessoas que estamos atenta, com uma boa escuta, olhando a cidade e propondo uma cidade inclusiva. Então, é necessário que essa escuta seja feita. Eh, eu eu para fechar aqui minha fala, eu vou trazer aqui, eu gosto muito desse lugar de pensar as políticas com cultura, né? de pensar, quando a gente pensa cultura, pensar saral, né? Pensar poesia. Eh, eh, ele estava aqui recitando trechos de música, né, que a gente só, ah, vai ter baile, mas que legal se tivesse um saral de poesia, uma roda de leitura, né? Que a gente pudesse propiciar isso como uma saúde também, um cuidado da memória. Eu fico na dúvida se eu tô longe, se eu tô perto, né? Não sei. É que a gente pudesse pensar tão bem nesse local, que seja também a nossa saúde das nossas memórias, como é que a gente cultiva as nossas memórias, como é que a gente cuida dessas nossas memórias, né? Vamos resgatar isso. Então, eu trago hoje o envelhecer de Carlos Durmão de Andrade, que é um, né, um poeta mineiro conhecido nacionalmente, né, que ele é o envelhecer. Ele diz assim: "Os ombros suportam o mundo. Chega um tempo em que não se diz mais meu Deus. Tem tempo de absoluta depuração, tempo em que não se diz mais meu amor". Porque o amor resultou inútil e os olhos não choram e as mãos tecem apenas o ru de trabalho. E o coração está seco. Em vão mulheres batem à porta. Não abrirás. Ficaste sozinho. A luz se apagou, mas nas sombras dos teus olhos replandecem enormes. És todo certeza. Já não sabes sofrer e nada esperas de teus amigos. Pouco importa. Vem a velice. Que é a velice? Teus ombros suportam o mundo e ele não pensa mais que a mão de uma criança. As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios provam apenas que a vida prossegue e nem todos se libertaram ainda. Apenas achando bárbaro o espetáculo, preferiram os delicados morrer. Chegou um tempo em que não adianta morrer. Chegou um tempo em que a vida é uma ordem. Então, esse tempo de que a vida é uma ordem, que nós estamos vivendo, que nós possamos viver com o bem viver, né? Que nós possamos viver com alegria, com saúde, com segurança, né? Que a gente possa se deslocar, aproveitar a cidade, olhar a cidade e também política, propor políticas pra cidade, porque em nós está não só o tempo vivido, mas está a sabedoria dos tempos que nós já vivemos. Então a gente sim tem muito a contribuir e eu gostaria aí de deixar esse meu carinho para vocês. Meu muito obrigado. Obrigado, [aplausos] do ponto de vista dos encaminhamentos, tem um caminhão aqui. [risadas] Primeiro é o seguinte, é bom deixar claro, nós temos todo o processo que foi discutido e debatido, nós fizemos pré-conferência, nós fizemos um documento, todo esse a maioria, todas as sete associações do coletivo, mais de 300 pessoas estavam nessa conferência, não era meia dados que aprovaram essa pauta que nós estamos referend aqui e uma pauta que é de conhecimento do gestor público, executivo e legislativo. Então, portanto, tá o documento aqui, tivemos a conferência estadual, referendamos também com relação à pauta estadual e já estamos indo pra conferência nacional porque tem pontos aqui que dependem do governo federal. Uhum. Então, portanto, nós tem feito o procedimento correto, tá documentado e tá registrado. Mas é importante também registrar nessa nessa nessa nessa reunião o histórico com relação a essa questão da gratuidade. Em 2008, esse mesmo espaço, um vereador teve iniciativa de apresentar um projeto de lei que foi votado pela maioria dos vereadores, garantindo a gratuidade de um transporte público de Campinas. Já tivemos lei. O prefeito de de então vou a lei dizendo vício de e de vício de iniciativa, porque quando você faz uma lei que tem custo, tem que partir do executivo. E o discurso que fazia há 17 anos atrás é que não era justo que aquele cidadão, mas estamos num momento diferente, que não era justo que o cidadão que pagava a tarifa pagar as gratuidades. E aí sensibilizou porque o trabalhador, quem paga transporte é os trabalhadores. Hoje vivemos um momento diferente nessa cidade. Por quê? Porque nesse momento a cidade tem a maior tarifa do Brasil, R9, R$ 5,90, e tem 160 milhões de subsídio que tem o objetivo de garantir a gratuidade para o idoso, pro deficiente e pros estudantes. O que nós estamos querendo nessa reunião é transparência. Uhum. É informações, controle social. que nós foi de encontro ao secretário de transporte, dialogamos com ele, falamos com ele qual é qual era a pauta. Esperávamos nessa reunião que ele viesse aqui dizer o seguinte: "Olha, o subsídio de 160 milhões é pouco." Então vamos, propusei para ele na reunião nós vamos definir que vamos discutir com os demais vereador que ao invés de ser 160 milhões seja 180. O importante é que vocês apresentem dados. Agora não dá para fazer o que tá fazendo hoje sem ter informações. Sim. Sim. Entendeu? Porque o que está se discutindo no Brasil e pode ter certeza, pode, ainda bem que tá sendo registrada essa reunião, daqui um ano nós não estamos discutindo gratuidade mais. Sabe por quê? Porque está debatendo nacionalmente a gratuidade no transporte público. O transporte público tem que ser assim como é a saúde, a educação, a cultura tem que ser gratuito. Existe no Brasil 140 cidades que tem a gratuidade. Uhum. Estado de São Paulo. E temos agora um presidente e quando ele diz que faz, ele faz. Ele falou que ia fazer minha casa, minha vida, fez. Falou que ia fazer o proi, fez. Uhum. falou que quem ganhava até R$ 5.000 não vai, não ia pagar imposto de renda. Então nós idosos, uma boa parte nosso e da população, o idoso da previdência 98% não terá pagamento de imposto de renda, porque 98% ganha até R$8.000 e quem ganha até 5.000 não paga nada. Quem ganha de 5 a 7500 vai pagar parcelado. Ele está se comprometendo como pauta a fazer o debate da gratuidade, porque o debate da gratuidade é importante que tem que ter os três interfederad, o estado, o município e a união. Então, provavelmente no próximo ano vamos estar discutindo aqui, não é? Talvez seja um outro ponto que não vai ser mais a gratuidade, porque se houver um projeto e houver um compromisso e tentar fazer essa integração, quem sabe nós teremos gratuidade para o desempregado, paraa doméstica, para os trabalhadores ter o direito de ir e e ir estudar, porque hoje nós tem universidade gratuita e muitos nossos filhos não tá podendo estudar porque não tem como pagar o transporte público. Essa é a realidade do do Brasil. Então eu acho que é um uma pauta importante. Qual é o encaminhamento com relação a isso? Concordo porque já viemos aqui, conversamos com o presidente da Câmara, fomos na secretaria, conversamos com o secretário, só falta agora o rei. O rei é o prefeito. Vamos sair daqui com o encaminhamento de fazer uma reunião, pautar a partir desse relatório que tá sendo feito, entregar na mão do prefeito para que haja a o pelo menos a que ele assume o compromisso de fazer o debate, porque ele assume assinou como compromisso na campanha. a efetivação daquilo que ele assumiu. Então, acho que com relação à a à a transporte público é isso. Com relação à saúde, quero agradecer a vinda de vocês e inclusive a companheira que participa do do Conselho Municipal do Idoso é muito atuante e tentar fazer essa integração a saúde, assistência, cultura tem que pensar as política pública de uma forma integrada. Nós já temos uma lei municipal aqui que nos garante todos todas as escolas tinha que estar no currículo escolar o envelhecimento. Uhum. Nós ia ter Pois é, nós aí nós tem uma com certeza um momento com menos violência. Então essa questão da integração é importante das políticas públicas e esse é o e a mobilização. Idoso, precisamos se mobilizar e o idoso ativo é importante inclusive pra qualidade de vida de vocês. Então nós tem que participar mais. de eventos que nem esse e para isso já o covido. Nós temos uma programação no dia que nós não somos de ferro, então nós temos uma programação no dia 11, uma feijoada, uma bela feijoada feita pela MC, vai ficar o convite com vocês. Então, uma feijoada para comemorar o mês do idoso. Nós temos no dia no dia Paraná, no dia 25 de outubro. Olha, vocês inclusive vão ter, vão eleger a nossa Miss e a e o Mister. Então já se preparem, vai treinando os passos, porque nós vamos fazer do Clube Vila Teixeira esse encontro que é do Miss e da Mist. E também vamos ter no dia 18 Associação Os Aposentados dos Metalúrgicos, temos um grande baile com jantar dançante no clube Vila Teixeira. Depois eu passar o convite para vocês porque é isso, eu acho que a gente tem que a questão do idoso é importante o debate aí, mas também a gente precisa desses momento cultural. Sim, Portugal. Na casa de Portugal, Casa de Portugal. Casa de Portugal. Eu vou trazer a baixinha lá do do Então acho que é importante isso e quero aqui agradecer a todos porque eu acho que é momento, é esse compromisso que esse coletivo de aposentado tem de tá interagindo mensalmente a gente ter reunião. Próximo evento nosso, vamos fazer um debate com relação à previdência e vamos trazer o ministro da ex-ministro da previdência, vamos ter uma conversa com ele essa semana e vamos trazer o ex-ministro da previdência para debater o tema da previdência, porque o que o objetivo nosso é fazer o debate das políticas públicas e nós, obviamente queremos fazer o debate trazendo o gestor público. Quando ele se omite, a gente faz o debate e pelo menos dá publicidade disso e vamos juntos construir uma cidade inclusiva, onde o idoso, deficiente, todo tenha políticas públicas, tenhamos uma acessibilidade para todos e obviamente o objetivo de ter uma qualidade de vida, né? A cidade tem potencial para isso. O que falta é ter compromisso do gestor público. Então, um abraço a todos. Declaro encerrada a reunião e até até breve. E temos um café aqui ao lado. Vou trazer a baixinha do hotel TV Câmara, Campinas.
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