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TV Câmara, Campinas. Boa tarde a todas as pessoas presentes. Hoje nós temos aqui algumas pessoas pra gente falar sobre a reação do Brasil ao tarifaço dos Estados Unidos, né? a gente fez já uma primeira reunião da comissão eh de relações internacionais, onde a gente comentava, né, quais são quais seriam os as possíveis consequências eh com relação ao tarifá, né? Naquele momento a gente identificou que era muito incerto se ele aconteceria ou não, mas que de toda forma a área da indústria e comércio aqui da cidade de Campinas seria extremamente afetado por ter boa parte das suas relações comerciais estabelecidas com Estados Unidos, né? Então, e depois mais pra frente a gente percebeu, né, e foi comprovado que a cidade de Campinas e região tá perdendo até 1 bilhão de eh de dólares por ano, justamente por conta das tarifas. O governo brasileiro fez diversas ações, né, para conseguir fazer com que essas tarifas não atingissem ou pelo menos que elas fossem revistas. E é justamente sobre isso que a gente vai conversar aqui hoje. E para isso nós temos aqui o Jcelino Souza, que é coordenador regional da CUT Campinas. Temos também o Luís Antônio Guimarães, que é o vice-presidente da Câmara de Comércio Exterior de Campinas, e também o Manfrei Manfrei Manfred Petr, eh, que é diretor de microeconomia da Câmara de Comércio Exterior da cidade de Campinas. E pra gente começar aqui, né, vou começar com o justamente com o Luís Guimarães, que tem que acompanhou o primeiro debate, né, eh, aqui junto conosco e que tem acompanhado principalmente as influências eh aqui da cidade de Campinas e como isso tem acontecido. E antes de passar pro Luís, né, a gente tem um vídeo do Guilherme Melo, que ele é o secretário de política econômica do Ministério da Fazenda, né, para ele dar uma palavrinha pra gente, pra gente começar de fato. [roncando] Companheiros e companheiras, aqui é o Guilherme Melo. Eu sou secretário de política econômica no Ministério da Fazenda. Trabalho aqui com Fernando Hadad e venho aqui gravar esse vídeo para falar um pouquinho com vocês sobre como nós estamos vendo esse novo cenário da economia mundial, a ascensão do Trump e essa política de guerra tarifária que ele implementou e os impactos na economia brasileira. Nós sabemos que a economia brasileira tem se comportado surpreendentemente bem frente a um mundo muito turbulento. Então, a expectativa de crescimento no Brasil, no começo do governo Lula, era algo próximo ou inferior a 1% ao ano. Nós estamos conseguindo entregar um crescimento próximo ao superior a 3% ao ano, muito acima do esperado. E isso tá possibilitando que a economia brasileira atinja os menores índices de desemprego da sua história, o menor índice de pobreza da sua história, o menor índice de miséria da sua história. E mais recentemente, uma pesquisa do IBGE também mostra uma melhoria significativa na distribuição de renda das sendas do trabalho eh captadas pela pesquisa nacional de eh eh de domicílios. Então, nós temos eh muito que comemorar na condução da economia brasileira, mas claro que esse novo cenário traz novos desafios e novos cuidados que nós temos que ter. A princípio, o Brasil se apresenta muito bem posicionado frente à ameaça que a política comercial e econômica do Donald Trump e colocam para o mundo. Por quê? Primeiro porque nós temos uma relação deficitária com os Estados Unidos, que significa que nós não somos alvos preferenciais dessa política eh comercial do Donald Trump. Tanto que o Brasil foi um dos países menos taxado naquela lista eh que o presidente Donald Trump apresentou. Em segundo lugar, porque o Brasil tem uma grande diversificação de parceiros comerciais. Os Estados Unidos são um grande parceiro comercial, mas obviamente a China é a nossa maior parceira comercial e nós temos boas relações com o Mercosul, com a Europa e com outros países do mundo. É, é a hora de nós fortalecermos ainda mais as nossas alianças, é a nossa relação com os países aqui da América do Sul através do Mercosul, fortalecimento e ampliação no Mercosul, assim como nós podemos construir uma parceria estratégica com a Europa que foi, digamos assim, relegada a segundo plano, eh, na estratégia do Donald Trump. Terceiro lugar, eu acho que o Brasil tá bem posicionado, porque o Brasil é um país que pode vir a receber muitos investimentos nesse momento de incerteza global, já que os Estados Unidos não são mais o porto seguro do mundo e o Brasil apresenta muitas oportunidades, em particular do ponto de vista da transformação ecológica, de receber eh investimentos em combustíveis renováveis, em energia limpa, em novas as tecnologias verdes, o Brasil agora desponta como um local seguro, um local eh mais apreciado e mais competitivo para receber esses investimentos. Então, nesse primeiro momento, nós temos que, obviamente, ter cautela, ainda há muita insegurança e incerteza sobre o que vai acontecer no futuro próximo, mas o Brasil tá preparado, bem posicionado, vende uma série de resultados positivos e nós vamos conseguir monitorando o que tem acontecido e se for necessário tomar medidas e ações para garantir a estabilidade e sustentabilidade do nosso crescimento e e do nosso processo de inclusão produtiva, inclusão social, nós certamente tomaremos aqui no Ministério da Fazenda. É isso, muito obrigado e boa reunião para vocês. Então, o Guilherme Mel trouxe o recado, né, do Ministério da Fazenda. Eh, e acho que o principal ponto, né, que nós não éramos, o Brasil, né, não era o grande alvo desse tarifaço, mas a gente foi muito impactado por isso, né, a gente eh primeiro pela incerteza econômica, depois de fato eh pelas tarifas quando elas chegaram, muitas pessoas relataram uma dificuldade da manutenção, né, da das próprias atividades econômicas, porque um dos grandes a A grande produção era paraa exportação, né? Porque a gente faz é muita troca de tecnologia, então de que se o tarifaço ele permanecesse, a gente teria essas empresas teriam dificuldade de até mesmo pagar os seus funcionários, né? E para comentar um pouco mais sobre isso, né? Vou falar aqui já pro Luiz eh Guimares, trazer um pouquinho das impressões deles, né? o que tá acontecendo, que mudou de lá para cá e principalmente sobre as respostas que o Brasil deu com relação ao tarifá, né? Se as medidas foram eh suficientes, insuficientes, se o tarifá realmente se concretizou ou não. Eh, eu acho que são muitas das perguntas que chegam até até a gente. Queria agradecer muito sua presença aqui, Luiz. A palavra tá com você. Obrigado. Acho que aqui. Boa tarde a todos, a todos que nos acompanham. Eh, presidente Paola, parabéns pela atitude, pela determinação, persistência dentro do tema, né, que aflige tanto a a sociedade. Cumprimentar Jcelino Souza da CUT. Prazer estar aqui com você em nome da Câmara de Comércio Interior de Campinas. ao meu colega, companheiro de diretoria, que é o Manfred Petrick e que é uma pessoa que vai nos dar aqui uma uma visão talvez mais ampla, é uma pessoa da macroeconomia. Isso é é muito importante nós estarmos respirando essa macroeconomia, né? Apenas para começarmos a troca de ideias, né? O o secretário Guilherme traz ali que o nosso PND tá efetivamente positivo, eh ele é o viçareiro quanto ao futuro, né? E uma das coisas que nós percebemos, eu não sei esse número de 3 bilhões aí, se é um número de sondagens, né? Eh, ou se é alguma pesquisa específica, né? Eh, nós ainda não temos conhecimento desse valor em termos de prejuízo, pelo menos aqui na nossa região, né? E vamos ver se a gente consegue aqui no desdobrar aqui dos trabalhos, tentar identificar uma das coisas identificada por nós dentro da Câmara, né? Eh, também em termos de sondagem, em termos de troca de ideias, de verificação de performance de algumas empresas e alguns setores, ele nos mostra que o Brasil reagiu a contento, né? As empresas brasileiras reagiram. E vamos pegar um mercado como a carne, que é um mercado muito forte. Então eu acho que a a a carne ela demonstrou uma coisa que deveria ser, no nosso modo de entender, o papel do empresário, sabe? A busca de novos mercados. E eu me lembro muito que em no ano de 1999 nós abrimos o Expo Escala aqui, que é um evento que nós tivemos aqui durante anos, que cuidava realmente do comércio exterior, da logística, que é uma feira e um ciclo de palestra, que nós precisávamos aumentar a nossa base exportadora. Então, se nós temos hoje 100 empresas exportadoras, nós precisamos dobrar isso. Isso foi em 99. Então eu acredito que esse reflexo aqui, muitos anos depois de você saber enfrentar um tarifaço que ele veio realmente e atingiu e e é óbvio que que nós não e e e na época que nós fizemos a reunião aqui, a presidente vai lembrar, todo mundo estava muito mais preocupado com tarifá do que tá agora. Primeiro pela postura do presidente em colocar em campo uma uma luta, né? Ir à luta, eh, colocar a gente da e a e aí a gente sabe que a política é um campo difícil, é um campo problemático, cobrado de todos os lados, mas eu acho que a o comportamento a nível de de governamental da fazenda e do presidente em ir e ter aí o o simpatia com Trump, né? Quer dizer, gostei, gerou uma química. E então isso ajuda os negócios, né? Então isso é muito importante. E a carne, o pessoal da do agro, eles realmente foram atrás e conseguiram subverter aí uma uma quantidade eh de mercado até que não existia, né? Isso é importante e todo o mercado brasileiro deveria olhar para o comércio exterior, né? Talvez eh nós estamos aqui falando das relações internacionais, mas será que a gente tá com a audiência que precisa, sabe? As pessoas realmente estão interessadas e buscando essas informações todas, né? Então eu acredito que o o trabalho que vai ter pela frente é grande, não só político, mas dos empresários, das entidades de classe. Eu acho que é extremamente importante para que nós possamos sair disso. Acredito também eh conforme a fala do secretário Guilherme, que o país hoje pode abrir frente para novos negócios, economia verde, economia circular, terras raras e e são coisas novas, né? São coisas que estão aparecendo, mas é preciso que a gente tenha um movimento de ação, sabe? estejamos motivados a agir. E isso é um papel do empresário. O governo ele é um apaziguador dessa situação de colocar eh lenha nessa fogueira para que ele possa caminhar, possa agir, né? Eu acredito muito no brasileiro como improviso, como futebol, como música. Agora, ainda no mercado, no mercado, se me permite aqui o o homem da macroeconomia, nós ainda estamos engateando muito. Se nós pensarmos hoje, que é uma área que eu atuo, qual marca brasileira que você viajando pelo mundo encontra? Qual é o sinônimo do Brasil em termos de marca de produto? Se você pensa numa suíça, você fala em relógio, né? Se você pensa na Itália, moda, França, moda, perfumes. Você pensa na Alemanha, tecnologia, China agora invasão e carros, veículos, mercado ativo. Então, o Brasil precisa disso, precisa de olhar isso, o país como mercado, um mercado que precisa buscar outros mercados. Não somos 230 milhões de pessoas, temos uma população economicamente ativa, razoável, né? A China, por exemplo, de repente vira os canhões pro lado dela e coloca lá dentro. Bom, ela tem 1 bilhão e meio de habitantes. Quantos Brasis ela tem lá economicamente ativos? Que tamanho é esse mercado, né? Então, coisas que nós podemos, sem dúvida nenhuma, identificar, procurar, estimular, incentivar e aí na ponta praticar, sair paraa ação, ir pro mercado, como eu internacionalizo uma empresa, que maneira que eu coloco um produto no exterior. E nesse ponto a Câmara de Comércio Exterior está preparada com seus profissionais para dar essa consultoria. Por enquanto é só. Tá certo. Muitíssimo obrigada. Eu acho muito, muito valoroso a gente pensar, né, em E aí quando você perguntou, né, qual a marca, né, que a gente vê fora do do país, a primeira coisa que vem na minha cabeça é Havaianas, né, que acaba aparecendo em diversos eh locais, mas a gente muitas vezes não é reconhecido por um por uma tecnologia, por um produto, né, por uma por um eh para além, né, de uma marca. Mas assim, qual quais são as nossas referências, né? Qual que é o nosso setor, né? Então eu acho que isso é muito eh significativo, né? E nesse momento, né, do tarifaço, acho que teve uma uma das ações que foi a diversificação, né, de tentar buscar outros parceiros econômicos para que a gente tivesse ali a possibilidade de manter o nosso comércio, né? o Brasil, eh, justamente por não ter o setor, um setor específico, mas a gente faz exportação de prático, desde o setor alimentício até tecnologia. Então, a gente pode ter diversos parceiros comerciais, né, fazendo até mesmo que a gente repense essa parceria eh com os Estados Unidos, né, que agora tá tão ameaçada por conta de um presidente. Então, acho que é a primeira vez que a gente olha, né, com com esse olhar político, né, de quando a gente tem uma relação econômica somente com um país, né, e a gente tem uma mudança política na na a gente tem uma mudança na política de exportação e importação, né, com esse país, a gente fica refém. Então, acho que esse esse momento é da gente pensar como que a gente não vai fazer com que a nossa economia seja refém de um outro país. E aí, para falar um pouco eh sobre isso, né, eh o Manfred, né, para poder trazer um pouquinho eh sobre essas questões, ele que é diretor de macroeconomia da Câmara de Comércio aqui da da cidade de Campinas. Muitíssimo obrigada pela sua presença. Paula tá com você. Primeiramente, presidente, boa tarde. Uma satisfação muito grande estar aqui com vocês novamente, membros da mesa, [limpando a garganta] plateia, pessoal que está nos acompanhando pela pela também pela TV Câmara. É uma questão o economista, o administrador, ele sempre é muito otimista. Eu sou um otimista. Por quê? principalmente porque no próximo domingo, eh, muito provavelmente nós vamos ter um encontro do presidente Trump com o presidente Lula, né, na na Índia. Então isso já favoreceu eh as negociações. Eu acho que o o Brasil ele, como eu comentei o outro dia, o celeiro do mundo, no ponto de vista agro, tarifaço incomodou alguns setores da economia brasileira. Incomodou com certeza, porque qualquer tarifa, qualquer sobretarifa que você coloque na balança comercial tem um peso, né, no teu produto final, no teu custo, na tua exportação, na tua importação, enfim, toda a balança comercial, ela fica afetada. Mas o Brasil ele conseguiu eh compor esse cenário de uma forma muito habilidosa, muito do ponto de vista também de buscar outros mercados. A China, nós sabemos hoje que é um mercado extremamente [limpando a garganta] favorável ao Brasil em vários aspectos. É o mercado consumidor voraz. Assim, a China, presidente, começou a tomar café. Isso pro agronegócio brasileiro é fundamental. É muito bom. Por quê? Porque o chinês como como cultura, ele gosta de consumir, ele gosta de buscar tecnologia. Eh, presidente tinha comentado de uma marca, né, Havaianas. Havaianas é uma marca [limpando a garganta] global, mas também a gente no ponto de vista da carne, vamos lembrar de JBS. Hoje o Brasil, através da JBS e outras empresas são um dos maiores [limpando a garganta] fornecedores de carne do mundo. Então isso para nós é um peso muito grande, um peso econômico, um peso político, um peso eh [limpando a garganta] comercial absurdamente grande. Eh, outros mercados, nós temos o mercado aeronáutico nos últimos anos, a Embraer ela despontou com tecnologias. Hoje você tem aeronaves como o Tucano e o novo cargueiro da Embra que são comercializados em mais de 80 países. Então essa diversidade da indústria, essa justamente abertura de novos mercados, principalmente porque você ter um um mercado único consumidor, por exemplo, região de Campinas, ela exporta anualmente cerca de 6 bilhões. Desses 6 bilhões, 15 bilhão e meio é exportado paraos Estados Unidos. Ou seja, 25% do que a região, do que a RMC exporta é destinado ao mercado americano, sendo que a grande maioria carne, frutas [limpando a garganta] e a parte têxtil e a parte industrial que sofreu um pouco mais com o tarifá, principalmente com a questão do alumínio, que foi um dos itens mais com que mais sofreu com a tarifa. Agora, eh, em termos globais, o Brasil ele é muito bem quisto, muito bem visto, né? Do ponto de vista estratégico, o Brasil, como eu já coloquei várias vezes, é o celeiro do mundo. Então, assim, as oportunidades de negócio com outros países, as oportunidades de se fazer novas alianças comerciais é muito grande. E isso eh eu não sou eu não eu não sou político, né? a gente é um, a gente estuda, a gente gosta de números, mas eh se você colocar isso numa queda de braço comercial, o Brasil tem uma vantagem muito grande, porque o Brasil é produtor, o Brasil não é consumidor, é consumidor em muitos produtos, mas principalmente nós fornecemos o que grande parte dos países do mundo precisam e um deles é o agronegócio. Então assim, eu fico eu fico muito e obviamente a gente tem uma preocupação no início, né? o que vai afetar. Eh, o governo prontamente já fez aquela liberação dos recursos dos 30 bilhões para auxiliar as indústrias no mercado para que não fossem tão afetadas no primeiro momento. Mas em paralelo já se começaram várias negociações. Uma forma, por exemplo, que o presidente Lula comentou [limpando a garganta] é que justamente colocar a posição do Brasil nesse mercado global, não só ficar fixo a um único parceiro comercial, né? Então isso eu acho que foi muito bom pro país em termos de Europa. A Europa é uma consumidora voraç também de produtos brasileiros, entre frutas, agronegócio, carne, frango, enfim. Eh, eu acho que a gente tá muito bem posicionado. Fiquei sabendo que agora começaram novas negociações com a África. A África vai se tornar também, gente, nos próximos 15, 20 anos, um alto consumidor de produtos brasileiros. porque população tá se estruturando economicamente, socialmente, então isso também para nós é muito bom. Então é assim, eu acho que nós temos um cenário bem favorável. Tô muito otimista do próximo final de semana. Eu acho que num primeiro encontro eh na ONU já se tornou uma Vamos conversar. Então eu acho que isso é muito bom e eu creio que muito em breve essa situação vai est vai est solucionada. do ponto de vista econômico paraos Estados Unidos também não é vantajoso. Por quê? Porque você também tem uma balança comercial do outro lado que também sofre com as [limpando a garganta] com as consequências da economia mundial. Você tem eh uma moeda chinesa apontando como uma forte candidata a fazer frente ao dólar. Enfim, eu acho que eh vai se buscar o entendimento, o consenso e eu acredito que o que o Brasil na no fringir dos ovos vai se sair muito bem. Seria isso. Obrigado. Perfeito. Eu gostei muito que eh era tinha até separado aqui para para ler, né, os 30 bilhões, né, do Fundo Garantidor de Exportações, justamente destinado para que as empresas não sentissem o tarifaço, né? Isso é o governo justamente olhando pra pras empresas e garantindo, né, de que ainda nesse nesse modelo de estabelecer novos novos parceiros comerciais de que inicialmente precisaria garantir a nossa proteção, então sobrevivência, né, a nossa sobrevivência. Eh, e acho que isso são medidas, né, que vão muito de encontro com um modelo, né, de protecionismo que os próprios Estados Unidos têm feito, né? Muitas vezes a gente não olha para nós, né? Nós não olhamos paraas nossas empresas, a gente valoriza muito a empresa de fora, né? E a gente esquece de quem tá aqui no Brasil produzindo, quem tá aqui eh dando sua vida. E muitas vezes a gente esquece também das de quem tá na ponta, né, dos próprios trabalhadores que estão dentro dessas empresas, né? E aí, para ajudar a gente eh nesse debate, queria passar aqui pro pro Jcelino, né, para falar como, né, eh o Jcelino, que é diretor da CUT, como que a CUT tem visto, né, esse tarifaço, se em algum momento, né, ou ainda está representa uma ameaça paraa classe trabalhadora, né, esse tarifáço e principalmente a gente tá num novo momento, né, então as pessoas, como já foi dito aqui, já não estão mais tão tão alarmadas aí, tão preocupadas com com o tarifaço, mas acho que foi um momento muito significativo pra gente entender que a gente precisa eh diversificar os nossos parceiros e pensar em novas relações. E quando a gente depende desses parceiros, e o Manfred lembrou muito bem, né, a região de Campinas, 25% das nossas exportações são ligadas aos Estados Unidos, né? Mas o quanto disso impacta na vida dos trabalhadores, né? Então, Jelira Mío, obrigada pela sua presença. A palavra tá com você. Bom, presidenta, muito obrigado pelo convite, né? Queria eh desde já eh na pessoa do companheiro Luiz, do companheiro Manfred, cumprimentar todos os homens presentes aqui e com a permissão da presidenta e na pessoa da companheira Geni, que foi quem serviu essa água aqui pra gente, gostaria de cumprimentar todas as mulheres presentes aqui no plenário. Então, eh, a CUT, né, a princípio, quando veio aquela certa incerteza do tarifá, que a gente não sabia a que ponto, né, seríamos impactado toda a classe trabalhadora, como que seria eh toda essa questão da das tarifas, né, que acabou vindo a calhar e não podemos esquecer o motivo dessas tarifas, né, que foi uma foram foi um um tarifaço articulado, né, né, por questões políticas, né? E a gente tem que saber, tem que deixar isso muito bem claro, porque às vezes parece que a que o que o Trump tá chou o Brasil, né, por uma incompetência ou uma falta de relação política. E não foi nada disso, né? Foi o contrário. Foi [roncando] um deputado que sai do país e vai lá fora conspirar contra a própria nação. Então, isso a gente precisa deixar muito bem claro, né? eh e mostrar eh pro Brasil o motivo da gente estar sofrendo essa sanção. E eh paralela a isso, eh isso me remete muito à minha adolescência, né, que falava o seguinte, que as as maiores amizades que a gente tinha, a gente começava numa briga, né? Então o Trump e o Lula, né, não tinha relação alguma até estarifá, né? a gente não via ataques e a gente também não via cordialidades. Eh, quando a gente passou a ver eh esse ataque do Trump para com o Brasil, o Lula passou a se manifestar de maneira muito contundente e mostrando, né, pros Estados Unidos que a gente não ia simplesmente eh assimilar ou se ajoelhar perante a sanção que ele tava aplicando no país. E eu acho que a válvula de escape do Brasil eh foi muito isso, né? uma relação política, eh, geopolítica, de um, eh, de um verdadeiro monstro político, que é o Lula, de conseguir eh se comportar e se postar de maneira muito firme com relação ao tarifaço. E a partir disso foi tomada as medidas, né? Como classe trabalhadora, a apreensão no primeiro momento foi muito grande, né? Porque a gente sabe eh do tamanho do impacto que são as exportações pros Estados Unidos aqui no Brasil. Eh, eu particularmente que sou do ramo da construção civil, eh, para nós a gente imaginava um efeito contrário, né? E só que nós temos setores dentro do nosso do nosso sindicato, por exemplo, que a gente viu que o impacto seria assim desastroso. Setor de móveis, por exemplo, que é muito exportado, né? E só que as empresas acabaram se utilizando de algumas criatividades, né, de algumas eh questões, aquelas relações com outros países vizinhos, né? Eh, existe também eh jogadas eh aduaneiras para para poder fazer essa essa questão eh das exportações, claro, com uma taxa maior, mas não sendo impactado por toda a taxação que veio pro Brasil. Então, foi feito um uma relação mais criativa e isso acabou não impactando tanto nesse setor a princípio. e o setor da construção civil, né, como a gente já esperava, né, eh, o Lula, eh, vendo que o impacto na indústria seria muito grande, né, eh, claro, algumas coisas já estavam e engatilhadas, mas o Lula mostrou, né, como que se eh assim como lá em 2008 teve a questão daquela daquele problema em que ele com a construção civil conseguiu eh eh surfar muito bem. Agora também, eh, a constução civil vem sendo uma importante válvula de escape, né? Não é à toa que ele lança, eh, o novo Minha Casa, Minha Vida, aumenta ali as faixas eh eh dos fundos, né? Então, conseguimos, né, eh respirar a classe trabalhadora através, né, dessas medidas também. Agora, o Lula acaba de anunciar eh, se eu não me engano, são 30 bilhões também para reformas de casas, reformas de apartamentos. Eh, então eu acho que a válvula de escape, né, do Brasil nesse momento vem sendo a construção civil, né, vem minimizando esses impactos, mas eh ainda temos sim um cenário de apreensão, né? Nós estamos nós estamos muito eh num num impacto que a gente ainda não sentiu ele na sua totalidade, né? A gente tem empresas eh aguardando o que vai acontecer, estocando, tem empresas em férias coletivas, o que é um pouco preocupante, mas eh a gente entende que os trabalhadores sabem o que está acontecendo, apesar eh de toda a apreensão, entenderam a postura do governo federal, né? Eh, e apesar eh de toda essa apreensão, é um é um povo que ainda não abandonou suas pautas, né? Então, a gente eh vem sim querendo avançar em outras pautas, né? Eh, principalmente no fim da escala 6x1, que a gente acha que também é um fator de desenvolvimento econômico e social da classe trabalhadora, né? Por eh, as pessoas falam muito do impacto econômico da escala 6 por1, mas ninguém fala do impacto social. Então, eh, esse impacto social, ele também se volta pra economia. Então, quando um trabalhador ele tem um dia a mais para ele poder, eh, ter um lazer, um convívio familiar, ter um tempo a mais ali de descanso, primeiro que ele produz mais, segundo que ele consome mais e terceiro que ele explora mais, né? eh os pontos turísticos, os pontos eh culturais das cidades e isso se volta na sua totalidade pra economia. Então eu no fringir dos ovos, né, claro, também na expectativa da gente aguardar a reunião Trump Lula, que é fundamental, né? Mas eu acho que no fringir dos ovos, eh, o país ainda vem conseguindo, eh, ter perspectivas de avanços, mesmo com o com o tarifá, mas a gente ainda tem uma certa apreensão. Então, nós estamos muito otimistas como os economistas, né? Eh, porque a gente entende que o governo vem conseguindo eh dentro de todo esse marasmo, né, eh emplacar políticas que constróem uma saída pro país. Eh, mas a gente ainda tem uma um certo receio porque a gente sabe que a longo a longo prazo esse impacto pode ser muito maior, né? Então, eh, é um pouco disso que a gente vem visualizando. Eu espero contribuir aí com o debate. Muito obrigado. Não, sem dúvida nenhuma. Eh, eu acho que essa reflexão, né, sobre a a vida do trabalhador, né, e como que o governo tem se colocado eh sobre isso também, ela é importante e ela tá muito associado também ao comércio, né, quando a gente consegue, a gente já teve outras crises econômicas mundiais, né, o Brasil saiu muito bem disso, né, conseguiu ali, se a gente for pensar na crise de 2008, né, né? Fomos dos últimos países a entrar, um dos primeiros a sair. A gente teve muito uma produção eh nacional sendo incentivada por determinado momento do do nosso governo também. Mas isso principalmente na pandemia, né, no pós-pandemia, a gente mudou bastante eh a forma com que a gente olhava, né, um pouco antes eu tinha começado essa mudança, eh esse olhar do comércio principalmente exterior. E nesse momento a gente volta para poder fazer essa reflexão, né? E o Brasil, né, eu acho que ele assumiu uma postura muito acertada, né, ele assumiu o o tom, né, como se ele fosse o adulto na sala, né, de realmente utilizar os caminhos possíveis, né, como eh a Organização Mundial do Comércio, né, que o Brasil utilizou como uma plataforma para questionar as tarifas impostas pelos Estados Unidos, né, buscando resolver disputas comerciais de forma multilateral e essas negociações tiveram a garantia de garantir as práticas comerciais fossem mais justas e equilibradas, né? E fizemos a defesa do nosso setor produtivo, né? Defendemos a indústria, agricultura brasileira, oferecemos canais de diálogo para sair dessa enrascada armada pelo governo dos Estados Unidos, que por diversas declarações deu a entender mesmo que queria que os países ficassem na mão dele, né? Queriam que os países eh fossem negociar, né? e tivesse ali a a volta, né, com as tarifas, como aconteceu com a China, se eu não tô enganada, que os países, os produtos americanos, quando eles entrassem no Brasil, em qualquer outro país, eles tivessem eh efeito rebote, efeito efeito rebote, né? Então, que ele tivesse um valor até mais barato do que os nossos próprios produtos. E isso era uma das coisas que me deixou particularmente muito preocupada, porque a gente já tem uma uma eh dificuldade de competir, principalmente no setor eletrônico, com outros países, né, justamente pela pelo principalmente da China. Então, se a gente tivesse produtos barateados, eh, os principalmente os produtos que nós produzimos, isso poderia gerar uma quebra ainda maior e aí não tinha exportação que salvasse, né, a nossa economia. né? E na última Assembleia geral da ONU vimos o presidente dos Estados Unidos, né? Eh, que ele entendeu o recado, né? E surgiu uma conversa direta com o presidente Lula para tratar das tarifas. E aí foi o que o Manfred trouxe da gente poder fazer uma nova conversa domingo agora na Índia, né? Pra gente poder também eh pensar e quem sabe destravar e zerar essas taxas aí, que seria o mundo ideal. Eh, bom, temos algumas alguma pergunta? Alguém tem alguma? Gostaria aqui apenas de fazer um fala no meu microfone. Eu gostaria de fazer um um registro assim, né, que a gente tá caminhando com a com COR numa relação institucional. Já faz aí acho que uns 8, 10 anos, né, que a Câmara vem caminhando. E, eh, na gestão do nosso presidente Márcio Barbado, nós tivemos sempre uma pauta, uma bandeira levantada, que seria o apoio, né, aos negócios, a cadeia de negócios que possa refletir no comércio exterior brasileiro. Então nós não estamos falando meio de gigantes, nós não estamos falando de pequenos, nós estamos falando de empresas, empresas que no nosso ver trabalham com pessoas. E essa é a visão da Câmara de Comércio, estar apoiando o desenvolvimento, crescimento, as atividades das empresas. Para isso, a gente abre compasso na capacitação, eh, tanto paraa pessoa física como paraa pessoa jurídica, tá? e indo eh ao encontro aí do do novo mercado, como colocar a sua empresa eh no mercado internacional, né? E eu na oportunidade nós inclusive parabenizamos aqui a a a presidente, a presidente Paola sobre a preocupação eh da comissão com os venezuelanos que estavam aqui. E eu achei que isso também é um papel de um país líder, é um um uma grande país na na América do Sul, entende? Então acho que isso é muito importante, porque o reflexo que tá aqui, ninguém vai fazer emigrar para um para um para um lugar ruim, né? As pessoas querem vislumbrar na na vida deles emprego, renda, tal. Então isso é que o Brasil reflete. É, é um país do futuro. Sim, só que esse futuro acho que a gente vai diminuindo ele, né? Ele tava com três xizinho, agora tá com dois. Nós estamos vendo o futuro talvez mais perto com todas essas dificuldades apresentadas aqui. Então, não vejo assim e a nossa política, por exemplo, dentro da Câmara seria não desunir, né? Ver o público e o privado trabalhando em parceria, né? e sobretudo agora podendo colaborar na capacitação, né, de empresas e pessoas. Então essa gestão que o presidente, nosso presidente Márcio Barbado, né, a quem nós trazemos um grande abraço a a à presidente Uhum. Paola, né? Aproveito também para passar os cumprimentos da Câmara e do nosso presidente para você, Jcelino, e ressaltar esse ponto que a Câmara oferece. E nós estamos hoje anunciando aqui também para você que dentro de uma linha de crescimento, nós estávamos com ligações na nossa região com 48 cidades. Hoje nós passamos para 90 cidades, assim, passamos para macrorregião. E por isso que hoje nós temos um diretor de macroeconomia, quer dizer, nós estamos crescendo e necessariamente o setor macroeconômico passa a despertar aí um interesse maior na Câmara. Não, fico à disposição, presidente. O Manfred que dar uma uma palavrinha já fazer as considerações finais. Obrigado, presidente. Reiterando as palavras do Luiz, eh justamente a Campinas eh é uma região, falando um pouco da de macroeconomia da nossa região, é uma região que desponta no cenário, [limpando a garganta] eu digo, do país, no cenário nacional. Por quê? que nós temos eh indústrias de ponta, nós temos um agronegócio forte na região, nós temos um aeroporto de primeiro mundo, nós temos [limpando a garganta] universidades, instituições de ensino de ponta. Então, eh eu acredito que Campinas eh nos últimos anos ela vem vem se estruturando de uma forma muito agressiva do ponto de vista de crescimento econômico. Isso para nós é muito bom. No ponto de posso até colaborar com o setor de tecnologia, eh, máquinas e metais, né? Exatamente. Então, e voltando a falar um pouquinho de [limpando a garganta] de Brasil, eu acho que nós, nessa guerra de braço, acho que nós temos todo o potencial de de amenizarmos a situação, porque o Brasil sempre foi um país pacífico, sempre foi um país que se relacionou com o mundo todo, né? nunca teve eh nenhum impecílio com esse ou com aquele. Então, eu acho que o o a a política externa, nossa, a política internacional do ponto de vista de de chegar numa adequação, tá muito próxima. Isso para nós é obviamente, como conforme o o Jcelino colocou, existe a preocupação, obviamente com a classe trabalhadora, isso é evidente, mas por outro lado, o governo tá trabalhando nesse sentido para minimizar esse tipo de impacto, né? A gente sabe que o que do outro lado também a geopolítica americana é uma política de consumo e obviamente eles também vão tão já estão sentindo esses impactos. Por quê? Porque essa barreira de entrante colocada, como a gente fala na economia, que é toda a dificuldade que eu coloco pro teu produto chegar no meu país. O Brasil fazendo essa contraofensiva, eu acho que coloca também alguns pingos nos IS. Então eu acho que a gente tá caminhando num consenso. Então para para nós é importante a balança comercialos Estados Unidos é muito importante para nós, né? Assim como a balança comercial americana depende do Brasil. Então eu acho que esse esse fronte aí vai ser vai ser solucionado rapidamente. Eh, e na nossa região a gente fica sempre muito otimista. é uma região que tá crescendo bastante do ponto de vista político, do ponto de vista econômico, do ponto de vista de emprego. Então eu acho que a gente tem tem tudo aí para pros próximos anos a gente despontar no cenário nacional e mundial. Muito obrigado. Obrigado mais uma vez aos presentes e estamos sempre à disposição. A gente também aqui eh não se ia comentar, fazer um comentário e considerações finais. Acho que é mais agradecer mesmo, né? Eh, dizer que a gente também tá muito otimista com relação eh aos cenários que estão por vir e com as políticas que vem sendo implantadas para minimizar esse impacto, né? Eh, o Brasil é um país extremamente rico em tudo aquilo que o ser humano precisa para sobreviver, água, alimento, né? Nós não, nós somos um país pacífico. Eh, a gente também tem um turismo, né, muito relevante. Eh, se eu não me engano, li uma matéria outro dia que a gente chegou a 7 milhões de turistas, recorde, né, absoluto, né? Então eu acho que eh o Brasil tem tudo para sair mais fortalecido ainda e dependendo da conversa Lula e Trump lá, nós vamos sair não só mais fortalecido, nós vamos sair com recordes e recordes, né? Porque tudo aquilo que foi injetado na economia não volta atrás, ele vai estar ali e com a a essa tarifa sendo minimizada ou, né, disseminada, nós vamos ter aí, né, uma expectativa muito grande, né, do país est batendo, né, mais um recorde aí de eh crescimento. Então, é é agradecer a presidenta, agradecer a todos e todas que esteve presentes e que esteve nos assistindo aí pela TV Câmara. Muito obrigado, Gina. Eu agradeço a presença de vocês aqui, Jocelino, Luiz Guimarães, Manfred, dizer que eu acho que o grande objetivo, né, de dessas duas reuniões que a gente fez sobre o tarifaço era justamente de trazer mais informações, né, porque a gente vê muitas informações difusas chegando na mídia e nesse momento, né, a gente tava no momento melhor, inclusive com relação ao tarifa e já tiveram diversas medidas e como foi dito aqui, que também fazer esse alinhamento, né? Porque a indústria, as empresas, mesmo as grandes exportadoras tem trabalhadores, né? Então a gente precisa sempre est alinhando essas duas expectativas, né? De que quando a gente aumenta a exportação, sem dúvida nenhuma, a gente aumenta também a disponibilidade de empregos, a gente aumenta nossa economia, a gente aumenta nossos investimentos, a gente aumenta o nosso PIB, né? E o nosso, e nesse momento acho que o Brasil ele tá num momento de muito potencial, de crescimento econômico, né? Essas esse tarifaço chegou, mas a gente tá conseguindo sair dele, né? a gente tem conseguido diversificar os nossos nossos parceiros comerciais, a gente tem conseguido negociar, a gente tem eh pressionado também, né, para que o tarifaço não nos impacte tanto e isso tem demonstrado mundialmente qual é a potência que o Brasil tem. Então, eu não tenho dúvidas de que a gente vai sair eh desse processo cada vez mais fortalecido. E esse fortalecimento eh eu espero que ele reflita muito o fortalecimento de indústria a médio e longo prazo e que a gente também possa eh repensar os nossos parceiros econômicos. O quando a gente olha, né, e percebe que 25% das nossas exportações depende de um único país, isso muitas vezes, né, quando esse país vai ir bem, a gente não se preocupa com isso. Mas agora a gente conseguiu perceber o quanto isso é preocupante e o quanto que a eleição presidencial de um outro país acabou nos nos influenciando. Então eu acho que essa é uma das grandes lições que o tarifaço traz pra gente de como nesse mundo globalizado a política econômica ela tá muito associada a a à política mesmo eh mundial e como a gente precisa cada vez mais pensar num um proteionismo a nível de Brasil para que a gente possa fazer uma blindagem para nossas indústrias, empresas e garantir que a nossa economia cresça. independente de qualquer parceiro comercial. Então, gente, eh é isso, né? Com isso, eu declaro encerrado a comissão, a reunião da Comissão de Relações Internacionais da Câmara Municipal de Campinas. Muitíssimo obrigada. TV Câmara, Campinas.