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68ª reunião solene
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68ª reunião solene

16 views Publicado 07/01/2026 HD · 1:24:07

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Honraria: Diploma de Mérito Educacional “Prof. Darcy Ribeiro” Homenageada: Marisa Helena Manzin Autoria: Vereadora Debora Palermo

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TV Câmara, Campinas. Senhoras e senhores, boa noite. Boa noite. Iniciamos neste instante a 68ª reunião solene de 2025 da Câmara Municipal de Campinas para homenagear Marisa Helena Manzim entrega de diploma de mérito educacional Professor Darc Ribeiro por proposição da vereadora Débora Palermo. Convidamos para compor a mesa e para presidir esta reunião solene a autora desta honraria, vereadora Débora Palermo. Convidamos também Janaína Tunce de Oliveira, supervisora educacional da Secretaria Municipal de Educação, representando neste ato o prefeito de Campinas, Dário Saad. Convidamos ainda a professora Norma Keres Ruderi, supervisora de ensino da unidade regional Campinas Leste. Uma vez composta a mesa, convidamos os seus componentes e demais presentes a receber nossa homenageada desta noite. Por favor, recebam Marisa Helena Manzi. Convidamos as componentes da mesa a tomar assento. Com a palavra a vereadora Débora Palermo para declarar aberta esta reunião solene. Boa noite a todos. É com grande prazer que eu declaro aberta a presente reunião solene da Câmara Municipal de Campinas para entrega de diploma de mérito educacional, professor Darc Ribeiro a Maris Helena Manzinho. Convidamos os presentes para execução do hino nacional brasileiro com letra de Joaquim Osório Duque, Estrada e Música de Francisco Manuel da Silva e do Hino da cidade de Campinas com letra de Carlos Ferreira e música de Antônio Carlos Gomes. Ouviram do Ipirangas mais báscidas de um povo herói com brado retumbante e o sol da liberdade raios rúgidos brilhou no céu da pátria nesse instante. O Senhor dessa igualdade conseguimos conquistar com braço forte em teu seio. Ó liberdade, desafio o nosso feito à própria morte. Ó pára bate toda a casa, salve salve. Brasil com sono intenso, um raio vívido de amor e de esperança. A terra desce sem o formoso céu risonhe límpido. A imagem do Cruzeiro resplandece. Gigante pela própria natureza. És velha forte papa e tulo e o teu futuro espelha a grandeza terra dourada entre outras vilas do Brasil pátria amada dos filhos existem gentil pátria amada Brasil Oh. Deitado eternamente esplêndido, ao som do mar e a luz do céu profundo. Ó Brasil florão da América, iluminado ao sol do novo mundo, do que a terra mais garrida, teus bisonhos e dos campos tem mais flores. Nossos bosques tem mais vida. Nossa vida no teu seio mais amores. Ó p amado a casa salve salve Brasil de amor eterno seja símbolo o lavaros estelado e digam verde louro desta fórmula faz no futuro e glória no passado. Segeres a justiça, clava forte. Verás que o filho teu não foge a luta. Que te adora a própria morte, terra dourada, entre outras vilas do Brasil. Pátria amada dos filhos sóas mãe amada Brasil. Pressa, seja a nossa divina. Promessa promessa nossa porf das indústrias no congresso protos lóer e com alma de luzes 70 a luz do trabalho vai colher contra o corpo que sabe da glória, da glória. todos sos glória. Господи, сечас con nós gostaríamos de registrar a presença da comandante da Guarda Municipal de Campinas, Maria de Lourdes Soares. Agradecemos também a presença de todos os funcionários, professores, alunos, ex-alunos e familiares presentes nesta solenidade. Convidamos agora a tribuna a vereadora Débora Palermo para a homenagem da Câmara Municipal de Campinas à agraciada desta noite. Mais uma vez, boa noite. Quero dizer que é um grande prazer estar aqui com vocês, revendo amigos de tantos anos de infância, professores, pessoas que a gente conviveu, trabalhou, cresceu junto e podendo homenagear nessa noite a nossa querida Marisa, né, Maritos, Marisa e dizer, Marisa que é a primeira honraria que eu entrego fora de casa da Câmara Municipal de Campinas. A gente faz as entregas, as honrarias lá. E quando você propôs que fosse aqui, eu fiquei feliz porque a primeira honraria que eu entrego fora da Câmara, mas na minha casa, que é Souzas, né? Que é de de onde eu onde eu moro, onde eu vivo, onde eu nasci, na verdade nas em Joaquim Egídio, né? Mas a gente vive aqui. Aqui nós somos uma grande família, né? Aqui nós somos eh eu chamo de principado de Souzas, né? Então é muito prazer poder entregar essa honraria para você aqui na escola onde eu estudei desde o pré até o terceiro no ano do ensino médio. Rever aqui meu professor Antônio Carlos Zezé que foi de Antônio Carlos, que foi diretor aqui da escola. Tudo isso eh traz emoções muito fortes, traz resgata histórias e momentos muito felizes da nossa vida, da nossa história. Um pouquinho da história de Souza e um pouquinho da história de todos vocês que estão aqui essa noite. A professora Marisa Helena Manzim é natural de Campinas e filha de descendentes e italianos. Senora Elsa Maria Marcon Manzim e Senr. Egídio Vitalino Manzim, já falecido. Seus avós maternos Adelina e Antônio e avós paternos Josefina e Antônio Fernando foram exemplos de conduta e trabalho que ajudaram a criar o caráter e a trajetória da nossa homenageada. Marisa Helena Manzinho, a irmã da Márcia, do Marcelo, do Marcos, que aqui que estão aqui conosco hoje. Com o passar do tempo, sua família comprou sítios no antigo bairro dos Lima, onde hoje localiza o restaurante Floresta. Tempos depois, seus avós e pais trabalharam como meieiros de terras, iniciando a plantação de tomate em fazendas do distrito de Joaquim Egídio. Nos anos 70, seu pai, Senor Egídio, foi convidado a administrar a antiga fazenda Palmeiras, onde havia uma escola. Marisa lembra até hoje, quando sua irmã entrou pra escola. Chorou tanto que querer junto, obrigando seu pai a pedir para que ela também fosse para a escola, pelo menos como ouvinte das aulas. Desde aquele momento, ela nunca mais saiu da escola. Se encantou com conhecimento, aprendeu a ler, escrever, até que finalmente foi matriculada na escola da Fazenda. Em 1985, Marisa concluiu o ensino fundamental na Escola Estadual Francisco Barreto Leme, em Joaquim Egídio e se mudou para Souzas, onde vive até hoje. Fez o curso técnico de magistério aqui nessa escola, Escola Estadual Dr. Tomás Alves, onde estamos entregando essa importante honraria. No final dos do curso, foi convidada a trabalhar numa escola de educação infantil Brasinha, onde ficou até ingressar na rede pública estadual em janeiro de 1990 até março de 1993. Em 1990 prestou concurso e escolheu a escola Tomás Alves, onde trabalha até hoje, tendo toda oportunidade de ser além de professora, vice-diretora e agora diretora da escola. A sua formação profissional inclui magistério com especialização em educação infantil, pedagogia, especialização em violência doméstica contra crianças e adolescentes, especialização em alfabetização, psicologia genética como aluno especial da Unicamp, pós-graduação em educação infantil, pós-graduação e educação especial e atualmente faz o curso de gestão escolar pela Fundação Getúlio Varcas, FGV. Desde pequena, Marisa demonstrou paixão pela educação. Ela é reconhecida por sua competência, atenção aos alunos, respeito aos colegas e carinho pelas famílias. Uma profissional que inspira, transforma e deixa marcas profundas por onde passa. Este diploma é mais do que uma homenagem, é o reconhecimento do meu mandato e da cidade de Campinas para uma vida dedicada à educação, à construção de valores e ao desenvolvimento humano. Que o exemplo de Marisa Elena Manzim continue iluminando caminhos e motivando novos educadores a seguirem com coragem e paixão. Parabéns, Marisa. Obrigada. Campinas agradece por tudo que você representa para a nossa comunidade escolar e para a nossa cidade. Muito obrigada. Obrigada. Muito, muito obrigada. Muito obrigada. Neste momento, faremos a entrega do diploma de mérito educacional professor da Ribeiro, a Marisa Helena Manzim. A homenageada recebe a honraria por sua contribuição à educação. Nós convidamos eh para seu discurso de de agradecimento a homenageada Marisa Helena Manzinho. Gente, boa noite. Bem-vindos à nossa casa, a escola Tomás Alves. Vai ser muito difícil falar depois de ouvir tudo isso e de ver pessoas que eu gosto tanto aqui hoje e que eu não esperava encontrar. Quem me conhece sabe o quanto eu gosto de fazer festa pros outros. o quanto eu gosto de reunir pessoas e o quanto é legal falar dos outros, literalmente, né? Mas é muito difícil quando é pra gente eh se controlar, se conter, não ir às lágrimas com uma história de uma família que lutou demais. E eu devo muito disso à minha família, aos meus irmãos que eu amo incondicionalmente, estão aqui. Marcelo não tá, ele não pôde, mas sem dúvida nenhuma, depois da nona que se foi, meus irmãos são as pessoas que eu mais amo. E desculpa, gente, acho que não tem como não chorar. Quem me conhece sabe que eu sou chorona. Então, já imaginava que ia acontecer isso. Então, eu quero agradecer muito a vereadora Débora por essa proposição, essa honraria. é algo muito grandioso, enriquecedor para esse momento da minha vida, onde depois de tudo que a Débora colocou, que é a grande parte da minha história, a minha linda história ligada à educação, eh, quem me conhece há muito tempo sabe que eu brinco, ninguém mandou chorar que queria ir pra escola, nunca mais saiu dela, né? E assim foi. Mas eh o meu grande sonho era ser veterinária. E eu com 16 anos, como vocês viram, eu entrei na escola com 4 anos e meio. Eh, me alfabetizei naquele ano, fiquei dois anos sem vínculo, o que a Aracele hoje não aconteceria, né, Aracele? Mas Aracélia é minha querida aluna que tá aqui, trabalha comigo na secretaria para quem não sabe, e a gente sabe que hoje um aluno não fica sem vínculo, mas eu fiquei e por estar alfabetizada entrei na escola conforme ela colocou, não vou repetir, né, para não ser redundante, mas eh morando numa fazenda e cuidando de bichos, que vocês sabem que é a minha grande paixão, eu queria muito ser veterinária e não havia o curso em Campinas e a minha família também não tinha condições de manter uma pessoa fora, né? Poucas pessoas conseguiam. E também não se deixavam meninas de 16 anos morar sozinha em alguns outros lugares. Ainda mais uma família dessa toda descendente de italiano, que cuida todo mundo debaixo da asa. Tá aqui a gente que se cuida um do outro embaixo das asas. Então eu abracei o magistério, me enveredei por esse caminho, me apaixonei, sou apaixonada pelo que eu faço, gosto e faria tudo de novo. Não é fácil. Eh, é um desafio enorme gerir pessoas é algo que é bastante complexo. Mas nessa minha história, vou aproveitar para já ir agradecendo. Eu tive a felicidade de trabalhar com pessoas incríveis com quem eu aprendi demais. E só é possível estar aqui porque a gente trabalha em equipe e eu tenho uma equipe incrível, uma equipe que me ajuda muito. E estive por duas vezes na direção dessa escola, eh, de 2009 a 2012, entre vice e direção, e agora desde 18 com a vice e a partir de 20 na direção de novo. Mas isso só é possível quando a gente tem pessoas humanas, como a dona Norma, professora Norma, que foi professor e colega conosco aqui. Eh, a gente tem na pessoa dela uma supervisora incrível, humana e que nos apoia em tudo que precisamos. Então, eu não preciso eh falar isso, mas é importante que quem esteja aqui saiba também. ela sabe o quanto eu a outra vez eu também tive a felicidade de ter uma supervisora maravilhosa que é a professora Áurea Célia e e eu acho que só assim a gente consegue estar num cargo desses, tendo pessoas que conseguem eh nos incentivar, apoiar e entender. Então, no decorrer dessa carreira linda, porque eu acho lindo qualquer pessoa que inicie o trabalho no magistério, que tá no magistério, e eu acho que é a única coisa que eu falo assim com gosto, é que o que eu faço é muito lindo, porque não é qualquer um que queira fazer. E falando em família, não era o que meus pais queriam pra gente. Minha mãe, por inúmeras vezes, falava: "Tem certeza que é isso que você vai fazer, meu pai?" Por conta dos desafios que a gente enfrenta, né? Mas eh durante todo esse processo, eu tive, principalmente na pessoa da professora Rosa, que eu acho que foi a mulher mais incrível que eu conheci, que foi a minha professora do pré e do primeiro ano, primeiro primeira série antigamente, foi professora da minha irmã também, eh, uma pessoa que se sujeitou a estar numa escola multiceriada, que vocês, professores novos, não sabem, sabem o que é uma EJA, né, multiseriada. Mas era uma escola pequena de fazenda, com uma única lousa pequena também, tanto quanto a sala de aula, dividida em três partes, às vezes quatro, e ela ainda teve coragem de falar: "Fica para fazer o pré". Ou seja, ela saiu fora de toda a proposta de trabalho dela, né? E às vezes a gente tem tanta dificuldade de trabalhar com um aluno de um momento especial, um aluno com uma dificuldade diferente em sala de aula, preparar aula para um diferente. Então, a professora Rosa é, sem dúvida, meu eterno ídolo. E durante essa carreira eu tive a felicidade de encontrar professoras brilhantes, nas quais eu me inspirei. Acho que quem trabalhou com a dona Carmen, quem trabalhou com Bet Fina, quem trabalhou com Zezé que tá aqui, Marl, eh, quem pôde trabalhar com a graça que hoje eu fui surpreendida com a graça de receber um cartão lindo dela. Então, são professores Coutinho, apaixonado pela educação e vocês, nós colegas, vejo aula, assisto e vou est sendo indelicada se eu citar alguém daqui da escola, né, professor novo, porque eu não vou lembrar de todos, mas eu sou apaixonada pelo que vocês fazem, cobro bastante, vocês sabem. Eh, e o termômetro se para mim é ser chata, eu acho que ser chata é fazer o certo. Que bom que eu sou chata. Então, eu sempre falo isso. Eles estão acostumados que eu falo assim. Então, ao longo dessa minha história na educação, eu tive a felicidade de ter alguns dos alunos brilhantes que estão aqui, com histórias incríveis que eu poderia passar a noite contando, porque eu lembro deles sentados à carteira e a forma de aprender de cada um deles. especial. A gente tem o Léo aqui com a sua história linda, que quem participou da aposentadoria da Silvia Node pôde acompanhar. E claro que a minha aluna especial que é a Carolina, a minha Carolina, cada um tem uma Carolina, eu tenho a minha que é da minha irmã emprestada. Então, confiou a mim, a minha irmã, os filhos dela para alfabetizar, continuar a alfabetização. E isso é lindo. O Antônio Carlos, que tá aqui, foi meu diretor, lembra disso um pouco depois do período da Maria do Carmo, né, que nós estivemos junto, que era a época que eles estavam estudando. Eh, temos aqui também mães de alunos, meus, colegas de trabalho, pessoas incríveis. e que eu sou muito grata. Então assim, se eu fosse passar agradecendo, eu passaria a noite, porque ninguém trabalha sozinho. E desde que a gente, naquele sonho do magistério, nós oito, né, oito meninas se formando. A Fátima tá aqui, não sei se tem mais alguém. Eu acho que eu só vi a Fá. a fata ali, nós todas nos enveredamos, nos encantamos com a educação e somos professoras. Então assim, muitas vezes as pessoas se formam e não exercem a função. Aquela turma inteira se formou, inclusive quem precisou ir estudar à noite, porque tinha magistério aqui e na Carlos Gomes à noite, tarde, manhã e noite. Então, muitas de nós realmente nos formamos e continuamos na área, mas a nossa turma se encontra e a gente é produto da Tomás Alves. Então, a minha história com essa escola é uma história de vida linda, porque nela estudou, para quem não sabe, ela começou num outro espaço, no centro de Souzas também, mas nela estudaram, não estudou, estudaram os meus avós, os meus pais, os meus irmãos, eu, meus sobrinhos e tantos de vocês que estão aqui. Então, quando a gente pensa que uma escola dessa, mesmo nos dias de hoje, com todas as coisas que a gente enfrenta, os baixos índices, as cobranças, as novas formas de ver a educação, né, de muitos pais e da SEDUC, a gente sabe o quanto cada um que tá aqui, passou por essa escola, deve olhá-la com muito amor, porque a Gente leva parte da escola com a gente e essa escola ela tá no coração do distrito e a gente sabe o quanto quem passou por aqui é apaixonado pela Tomás Alves e a gente brinca. Quem bebeu água daqui? Hum. Volta para cá e fica por aqui. Coutinho é bom dessas histórias. Coutinho, um professor apaixonado pela educação, que tá aqui, fez muito pela Tomas Alves também e continua sempre nosso parceiro em todos os momentos. Então, gente, eu não vou falar mais porque se eu continuar falando eu choro. E eu queria ler para vocês um trecho de um texto de Adélia Prado que eu recebi, achei lindo, então vou repeti-lo. O sonho encheu a noite, extravazou pro meu dia, encheu minha vida e dele que é e é dele que eu vou viver, porque o sonho não morre. Por que eu escolhi isso? Porque o ser humano que sonha, mesmo diante dos maiores desafios, ele não desiste. E é isso que eu penso toda manhã. Então, tudo isso só é possível porque eu creio em Deus, eu tenho muita fé e eu não desisto. Certo? E eu quero agradecer muitíssimo cada um de vocês, quem eu não recebi e já agradeci por estar aqui e abençoar essa noite e trazer tanta alegria pro meu coração, tá bom? Obrigada, gente. Nós passamos a palavra agora à professora Norma Kes Ri. Bom, boa noite a todos. Muito difícil também, né, falar, Débora, muitíssimo obrigado por essa ideia, por essa homenagem extremamente merecida. você como souzense, nem sei se é assim que se chama, eh eu acho que foi abençoada em lembrar desta escola e lembrar principalmente da professora Marissa, tá? Muito obrigado. Uma linda homenagem, extremamente relevante e que mostra um pouquinho, né, pela fala da Marisa, é o caminho que ela traçou. nessa escola. Eh, eu sou uma que cheguei em Souzas, como diz a Marisa, bebeu a água e se apaixonou. Vivo aqui há mais de 20 anos. Defendo, acho que se eu pudesse tercido, eu nasci em Capivari, né? Mas se eu tivesse outra escolha, embora seja, tenho muito orgulho de ter nascido lá, sem dúvida eu queria ter nascido em Souzas, né? Me apaixonei, vim para cá por um engano de quem me indicou a escola Tomás Alves para uma remoção, que eu morava em São Paulo. Disse assim para mim: "Vai para uma escola, é do lado da prefeitura, você vai gostar muito". E essa pessoa tinha que se equivocado com o nome, a escola Carlos Gomes, com aquela rua Tomás Alves que fica próximo. E eu fui abençoada e vim parar em Souzas com muito orgulho. Tenho paixão por essa escola. E quando a Célia se aposentou, eu pedi ao meu dirigente, professor Nivaldo Vicente, que com muito orgulho também traz os seus cumprimentos à Marisa. Eh, eu pedi que continuasse supervisora desta escola, porque meu coração faz parte também dessa comunidade. E eu queria muito agradecer por tudo isso, cumprimentar você, Marisa, como profissional, como pessoa. tem uma admiração gigantesca, muito difícil falar, porque a emoção de fato vai embargando inclusive a alma nossa, né? que é um privilégio tê-la aqui. É um privilégio saber que você está à frente dessa escola que tem uma representação muito, muito significativa a esse distrito e a nossa secretaria da educação. Então, muito obrigado a todos por estarem aqui nessa festa e que Deus lhe abençoe sempre e que faça com que você assim demore muito para nos deixar aqui ainda, porque você tem muitas contribuições e somos muito felizes por tê-la aqui. Muito obrigado, viu? Com a palavra agora a supervisora educacional Janaína Tunce de Oliveira. Boa noite a todos aqui presente. Boa noite, vereadora Débora. Boa noite, professora Norma. E em especial, boa noite Marisa, por essa noite tão especial. Queria pedir desculpas a vocês por essa voz, mas a mudança de tempo também trouxe, né, a perda da voz, como é comum para todos nós da escola, né, troues meses mais secos, a gente já costuma ter essas perdas. Quando o prefeito Dário solicitou que eu viesse aqui acompanhar esse momento, eu me senti muito feliz, Marisa, porque minha trajetória, tanto quanto aluna quanto quando professora foi numa escola estadual. Então, comecei todos esses anos, eh, nos meus primeiros anos em escolas estaduais trabalhando. E quando a gente acessa e pode ver todo o seu percurso, a gente não vê só uma profissional e uma professora, uma vice-diretora que estava voltada apenas ao seu trabalho na escola, mas também a uma constante formação, a uma constante busca de encontrar, né, caminhos e percursos. para resolver essas esses dilemas diários que a gente passa na escola, conforme a gente é ouvindo, né, a sua formação, que você fez as pós-graduações em educação, alfabetização, em educação especial e agora em gestão, a gente percebe todo o envolvimento com a escola que você tem e toda essa busca por estar presente aqui. E antes de começar, quando a gente conversava um pouquinho, né, sobre o que é viver a escola e o que é envolver-se na escola, a gente tem a profunda certeza de que não são só todos os anos de vida aqui, mas é também uma experiência contínua e um desejo de estar aqui. Então, faço minhas as palavras de norma, né, que a gente possa contar com esse seu caminho e com a sua permanência nessa escola e que a escola toda, né, sinta-se homenageada também com essa sua homenagem. Porque quando você diz ali para todo mundo que isso não é construído sozinho, você mostra que essa construção é uma construção coletiva de ouvir a todos e de estar presente nesse espaço. Parabéns, Marisa. Convidamos a tribuna para suas homenagens o professor Donizete Coutinho. Boa noite. Eu gostaria de agradecer a Débora pela honraria da Marisa. Nós somos colegas de escola, eu e a Débora e fazemos parte dessa história Tomás Alves. E para aqueles que não conhecem, o Thomas Alves, ele está muito ligado à história do nosso distrito de Souzas, tá? E para falar um pouco da Marisa é meio difícil, mas eu vou tentar. Fiquei pensando muito que eu falaria e vou ter que fazer algumas revelações. Você me desculpe, mas agora é momento de homenagem. Ah, eu conheci a Marisa na década de 90. Ah, não conheci a Marisa, embora somos de Souza há muitos anos, mas eu não conheci a Marisa, conheci ela no Tomás Alves aqui como professora. E posso falar para vocês assim, sem dúvida, que nós temos uma pessoa íntegra aqui nessa escola. Ela conseguiu resgatar a imagem dessa escola, o respeito que essa escola merece diante do distrito, que a Marisa é uma pessoa muito dedicada, tudo que falaram aqui eu assino embaixo. E ela, a, o diretor de escola, o gestor, ele tem um papel muito importante, mas ele é muito crucificado na escola, muitas vezes não é entendido. Ele é odiado pelos alunos, mas ela não sabe porquê, porque lá na sala eu falo, se você não ficar quieto, você vai pra sala da Marisa. Então, a Marisa, ela leva a culpa de tudo e coitada dela, tá com tantas preocupações. E vem mais uma. Ela não esperava. Mas essa Marisa, como a Débora citou, foi muito bem lembrado, descendente de italiano, ela fala alto, não é que ela é brava, ela fala alto. E eu até fiz um vídeo quando me aposentei, mandei pros professores, a Marisa não é brava, ela gosta de vocês. E essa figura da Marisa, ah, que muitos às vezes interpretam para ela falar alto, chamar atenção, ela é uma autoridade na escola, ela tem que exercer esse papel. Não é porque nós éramos amigos que ela não chamava minha atenção, ela chamava minha atenção também quando era necessário. E mas ela tem um lado muito humano, tá? E eu admiro muito o trabalho dela aqui na escola. Ela gosta muito dessa escola. Ela gosta muito desse distrito e ela é aquela pessoa que ela diz assim, foi muito bem lembrado em alguma das falas que eu não me lembro, ela não fala assim, eu fiz isso ela fala: "Nós vamos fazer isso". Então ela sempre foi dessa postura. E agora, Marisa? Eu vou ter que falar algumas coisas, você me perdoa, mas assim, esse lado humano dela que muita gente não conhece, durante a pandemia, quando nós estávamos vivendo aquela crise enorme, a Marisa mandava pra gente pelo celular: "Olha, estamos arrecadando coisas para determinadas famílias". Aí ela tinha o cuidado de falar assim: "Olha, nósce, eu lembro muito bem dessa fala, nós recebemos muito macarrão. Então, se vocês puderem mandar molho de tomate, alguma coisa para melhorar esse cardápio, às vezes também ela falava assim mesmo quando voltamos as aulas, olha, nós temos tal". mas não ficava falando, alardeando ao público. E quando ela entregava esse material, essas pessoas para essas pessoas que estavam necessitadas, ela também não ficava tirando foto para postar na internet. Nós sabíamos porque a colega que levou contava pra gente: "Olha, encontrei aluno tal", mas nunca foi de querer se aparecer na mídia em nenhum outro lugar, tá? Às vezes ela falava pra gente, olha, às vezes até em particular para alguns professores, nós estamos com uma necessidade de uma família assim, assim assada. Então ela solicitava isso. Isso é um trabalho humano que ninguém conhece, que tá ali escondidinho só com ela. As festas de final de ano pros alunos, as cartinhas que ela distribuía. Então nunca ficou alardeando isso em internet, lugar nenhum. Era uma coisa era feita. que nós estamos fazendo isso, distribuíam, as crianças ganhavam, não sabiam nem de onde tinham vindo, mas estava fazendo esse trabalho e esse trabalho é muito recompensador. Então eu penso assim, existe aqueles diretores, se tem diretor, e me desculpe a fala, tá? alguns exemplos que eles falam a algum que fala assim: "A diretora de salto alto e só quer tal coisa, a diretora de gabinete, a diretora da leg, como diz o Diogo Almeida, o ela é todas essas diretoras ao mesmo tempo. Se você perguntar pra Marisa tal determinada coisa aqui dessa construção dessa escola, ela sabe qualquer problema que existe aqui dentro da escola, ela vai conhecer. Então isso é uma pessoa que ama aquilo que faz, gosta do que faz, tá? É aquela pessoa que está se preocupa muito com todos, que às vezes nós não imaginamos isso. O diretor, ele tem sentimentos, ele tem emoções, ele não é só aquele ser humano que você vê ele bravo. Gente, vamos pra sala, aluno, vamos entrar pra sala de aula. Mas é aquela diretora que abraça o aluno, conversa com professores. Eu vi situações onde ela, professor estava passando por situação difícil, ela aconselha, conversa, esse lado humano muitas vezes não é visto. Então eu parabenizo a Marisa, agradeço mais uma vez a Débora por isso, porque nós estamos diante de uma pessoa aqui íntegra, tá? Nunca vi nada fora do normal nessa escola, na gestão da Marisa. Eu acompanhei as gestões dela, tá, até essa última quando me aposentei e ela conseguiu o que é mais importante, o respeito dessa escola paraa comunidade, porque essa escola ela faz parte da história do S de Souzas e a Marisa conseguiu resgatar isso. Então, desde quando você conversa com a nessas campanhas que são feitas na escola, você vai falar com o empresário, alguma coisa, ela tem esse respeito, tá, Marisa? Muito obrigado. Parabéns e obrigado a todos pela presença. Obrigada. Convidamos agora a irmã da homenageada Márcia Manzim. Boa noite a todos. Eh, é muito, é muito bom estar aqui e eu também quero agradecer a Débora por essa honraria mais do que merecida. Nós somos uma família de chorões. Eu tô chorando da hora que eu cheguei. Eu falei: "Como é que eu vou falar?" Meu Deus do céu, né? Mas enfim, eh, falar sobre a profissional, não que não seja necessário. Eu tava pensando, eu vou falar sobre a profissional Marisa. Eh, acho que todo mundo que tá aqui conhece, sabe da competência, da dedicação da minha irmã, né? Foram anos trabalhando, construindo, sonhando, lutando eh por essa escola. A minha irmã vive essa escola e eu puxo a orelha dela sempre, né, Marissa? É. Mas ela vive, ela ama a escola, ela ama os alunos e ela ama a profissão que que ela escolheu. Mas eu quero ir um pouquinho além, eh, não só falar da profissional, mas falar da pessoa, né? Falar da minha irmã, da mulher que existe por trás. do coque. É do coque. A gente chegou aqui, eu falei para ela essa semana, você tem que tá muito linda ela falou: "Não, imagina". Eu falei: "Não, você tem que tá muito linda. Esse seu cabelão aí tem que mudar. Você tem que você tem que arrasar". Foi ou não foi? Não era para vir. E não era para ela vir de coque. Mas ela realmente ela tá linda. Ela é linda, né? Eh, então é com muito orgulho que que eu falo dela. Conviver com a Marisa eh é aprender de forma assim verdadeira que o compromisso com a educação ele vai além eh da sala de aula. é muito mais do que tudo isso. Começa na forma como você enxerga o outro, na preocupação, na paciência ou às vezes até na falta dela, né? Porque tem hora que a gente dá uma, a gente explode com todos os processos e a coragem de de recomeçar, a coragem de fazer diferente. O Donizete falou uma coisa que é verdade. A Maris é uma pessoa extremamente íntegra. Eh, eu lembro numa das discussões que eu tive com a minha mãe, foram poucas, eu acho, mas eu falei isso para ela. Nós somos em quatro filhos. A gente se ama, a gente cuida um do outro, mas eu falo assim: "Se a gente tiver que escolher alguém, um dos quatro, para conduzir todas as coisas da forma mais assertiva possível, não tenha dúvida, é a Marisa". Eh, assim, eu também tenho um senso de justiça muito agado, mas a minha irmã, ela é muito justa, ela é muito honesta. Então, todo esse tempo no trabalho aqui, ela conduziu com maestria tudo até agora. Desde o tempo na sala de aula, na direção dessa escola, a minha irmã, ela resgatou valores e isso não tem preço. Não tem preço. E pra Marisa o fato de lecionar é mais que uma profissão, é dom. Porque você pode escolher uma profissão, você pode se formar, mas você nem ama tanto aquilo que você faz. Mas a minha irmã, sim, a minha irmã carrega na alma eh o trabalho, os alunos. Ela lembra com detalhe se bobear até o CPF de cada aluno que passou aqui. Do aluno não, mas dos professores eu lá dos professores, ela sabe, né? Eh, então ela tem realmente é um dom assim, é raro porque ela consegue equilibrar a firmeza na condução de todo o sistema com a doçura. do amor pelas pessoas, pelas crianças, pelos adolescentes, pelos jovens, né? E isso acaba transbordando em tudo, né? Na forma como você ouve, como você acolhe, como você busca as soluções. Eh, em casa, ela é do mesmo jeito, ela é da mesma forma. Como ela disse, ela ama reunir, ela ama estar junto. Acho que não tem um fim de semana ou que a gente não esteja junto. A gente tem prazer em conviver em família. Ela é um pouquinho teimosa só, mas é muito pouco, né, Ma? Eu sou mais que você, eu acho. Ai, mas é, ela é uma bênção. e agindo sempre com o mesmo coração, preocupada com tudo, preocupada com todos, com os sobrinhos, com os irmãos, com o gatinho que tá doente, preocupada com a vaquinha que bota o rosto lá no quintal da casa dela, esperando eh esperando o restinho das frutas, que ela as frutas, enfim, que ela pede para separar e alimentar a vaquinha, que eu já queria aquela vaquinha lá no sítio do Coutinho. Várias vezes eu falei pra minha irmã, vamos levar pro sítio do Coutinho essa vaquinha, né? Mas essa é a minha irmã, essa é a Marisa. Eh, a Marisa, ela ela tem o dom de criar e o dom de mudar. ela consegue eh transformar uma uma água marinha bruta num anel incrível. Essa é minha irmã. e te dar de presente e te fazer chorar, porque aquilo era o que mais você queria naquele momento. E assim com os alunos dela, quantos alunos difíceis nós tivemos. Eu não, eu não sou dessa área, eu não sou da educação, mas eu sempre estive aqui apoiando os projetos que que a Marisa se propunha a fazer. E e eu vi o cuidado dela muitas vezes na hora que ela bronca, tipo, a gente quer, né? Mas enfim, o cuidado. E hoje essas pessoas que eram pedras brutas, sendo homens e mulheres assim que seguiram um outro caminho pelo cuidado que ela teve, né? Eh, então tem um Salmo 126 no verso 5 e 6 que diz assim: "Aquele que sai às vezes chorando enquanto lança a sua semente, com certeza as acolherá o fruto com cânticos de alegria." Então, nessa jornada toda da Marisa, eu creio que ela tem muito, muitas histórias incríveis, muitas eh histórias assim de realmente de vitória. poder transformar a vida de um outro ser humano que não tem nada a ver com você, em homens direitos, em homens honrados. Isso não é para qualquer um. E a Bíblia diz ainda que eh devemos honrar quem merece honra. E a minha irmã merece toda essa honraria, todo esse reconhecimento e com muito carinho eu falo tudo isso para você, má, que eu te admiro que você é a melhor irmã que eu podia ter. Obrigada. Eh, a palavra está aberta para quem caso alguém queira fazer alguma homenagem. se apresentar porque não sei. Ah, tá bom. Boa noite a todos. Eu sou a Rute, professora aqui da Tomas Alves. Eu brinco que às vezes eu sou a Raquel. Eh, um presente, é uma honra. tá aqui. Eh, para quem não sou da velha guarda, né? Então, tô representando o os novos que estão chegando e para quem sabe toda terça-feira para mim é sagrado para correr. E aí quando eu soube dessa homenagem, então meu coração fiquei muito feliz. falei: "Não, vou com todo prazer, com muita alegria, porque eh a 5 anos que eu tô nessa jornada, né, de eu brinco e falo que a gente vende sonhos, né, todo dia sem entrar na sala de aula a gente ensina assim, mas é uma oportunidade de vender sonhos além do do conhecimento. Então, há 5 anos eu cheguei assim, para quem agora, né, tá não é concursado, você pega assim, eles dão 1000 escolas em vários lugares, você tem que completar a carga e a primeira escola que abriu o contrato que eu cheguei, a primeira pessoa na minha vida. Quem me acolheu foi a Marisa. Eu toda franzina, chegando perdidinha, sem saber nada. como sempre que eu tenho que fazer. Ela chegou, foi dando papel. Acho que deve ter pensado que essa perdida. Mas aí eu comecei, eu lembro até hoje que a primeira turma foi o sexto ano, foi bem na época da pandemia, eh, naquela, naquele período híbrido, né? E eu lembro a primeira aula e assim, bebida da água da fonte de Thomas Alves, né? Não sou aqui de Campinas, mas bebi aqui da fonte. E eu lembro que uma aula que a Marisa, ela chegou lá na sala e eu tinha que falar sobre sistema ocular e às vezes eu uso algumas adaptações para facilitar. E eu desenho um olho bem grande, escrever assim: "O olho da Marisa". E ela chegou lá, olho que tudo vê, o olho que tudo vê. Era que tava na lousa. Tava na lousa, sim. É. E é exatamente isso, né? A Marisa tem olhar de lins, né? Tem a capacidade de realmente, como a irmã falou, de ver algo bruto e lapidar, né? faço de todas as palavras, tanto da irmã, do Coutinho. Sei que muitos, principalmente os alunos, vem a Marisa da parte do escudo, né? Você é escudo mesmo, né? E pelo que eu ouvi, você é escudo na família e por onde vai. Então, eh, sei que muitas vezes a gente escuta aqui na escola, ó lá, Marisa, Marisa tá vindo, tá chegando e aí sai aquele espaçado, né? Mas dentro de sala de aula, eu faço questão também de te defender e falar assim: "Vocês não têm noção do trabalho que a Marisa faz aqui na escola". Aí eu falo, ela olha lá a cantina, ela olha pai, ela tá assim intermediando assim, é aquela onde que vai costurando artista, né? Então eu vejo você como a enciclopédia, né, da Thomas Alves. É bonito, né, de ver o quanto que ela fala com gosto, com que preenche o coração para falar daqui. E bonito de ver o quanto que ela olha, fala da natureza, dos animais hoje mesmo ali ela falou: "Vem rapidinho aqui". Era tinha uns é o picpau lá, né? tinha o ninho, os filhotinhos. Então ela tá atenta, por mais que tá ali no olho do furacão, ela tá atenta nessas belezas, né, que também do dia a dia. Então eu sou muito muito grata, grata ao dia que eu pude eh trazer a minha avó aqui na escola, né? Porque às vezes eu divulgo a minha avó e os alunos queriam conhecer a avó, trouxe a avó, nossa, fiz a passeata com a avó aqui na escola. Então isso é possível porque é alguém que eh vê além da escola, né, conseguiu eh aquilo que você carrega que é família. Então assim, são valores. Vejo você como uma mulher de fé, essa pessoa que sempre tá abrindo uma rifa, gente. Eu sempre tô lá para ajudar a comprar e a divulgar, porque eu sempre fui dessa também quando era criança. Então, acontecer de de acolher, de fazer acontecer. Agradeço aos nãos, porque eu aprendo muito com eles, as broncas, porque eu sei que elas que me fazem eh que me faz perceber, né, naquilo que eu posso melhorar. Então, eu sou muito grata a Deus, a sua vida. Eh, talvez ela esteja chorando porque tem mar no nome, né, ou porque ela é faz aniversário no dia do amigo canceriana, então consigo te ver. Além dessa desse escudo, vejo você assim, é um presente estar aqui com você e participar desse momento da sua vida, né? Eu falei: "Não, vou levantar lá assim, porque a vida é um piscar de olhos, né, gente? A gente não sabe o que acontece daqui a pouco." Então, eh, se a gente tem oportunidade de honrar alguém, de falar bem dessa pessoa em vida, façamos em vida. Não, depois que morreu você pode falar também, né? Mas faça questão que a pessoa esteja aqui em vida. Então, muito obrigada e é isso. Sou feliz de estar aqui, de beber dessa fonte aqui. Eu falo para ela, a hora que você sair eu saio, né? Porque assim, eu me eu vejo ela muito como a referência, né? Tem as outras, as nossas coordenadoras também, que nossa, a escola como um todo aqui eh muito acolhedora. Então, obrigada de você proporcionar isso a vida da Marisa e eu de estar aqui presente, participar disso. Muito obrigada, viu? Obrigada. Que delícia, viu, gente? É, ainda tá aberta. Se mais alguém Opa. Obrigada. Bom, todo mundo sabe que nessa escola eu sou o diamante bruto, né? Então é muito difícil. E se a Marisa conseguiu fazer alguma coisa por mim, foi me lapidar. E eu deixei porque a gente precisa que ela conte uma história. Eu vim aqui pedir publicamente que você escreva o seu livro, né? Porque assim, é uma luta. Eu sigo ela pela escola desde que entrei na biblioteca e ela precisa contar o que ela faz para alfabetizar essas crianças. Ela precisa contar a magia que ela causa quando ela faz um Natal para uma criança que não vai receber um presente, que desejou, que desejou, porque o desejo é mais importante de qualquer coisa. E todas as crianças confiam tanto nela que todo mundo precisa saber disso. Eu confio na Marisa porque toda vez que eu vejo uma criança confiando como ela confia na Marisa, alguma coisa de muito especial tem que sair nesses papéis que ela tem que escrever um livro, ela tem que nos dizer como profissionais como que a gente pode cativar uma criança. E ela fez isso todos os dias, desde quando eu conheci do primeiro dia. E eu não sou uma pessoa fácil, eu sou um diamante bruto. E a Marisa me comoove todas as vezes que ela conversa com uma criança. Ela conversando com uma criança é a coisa mais bonita que a gente pode ver na nossa profissão, porque isso é muito mais especial do que qualquer coisa. É como aquela criança confia na Marisa todos os dias que ela vem pra escola. Parabéns, Marisa. Muito obrigada. Muito obrigada. Nem eu imagino nada fosse isso importante, viu? Feliz por ter você aqui. Obrigada. A querida. Bom ter você aqui. Obrigada. Boa noite, vereadora, integrantes da mesa. Eu não sou da educação, né, obviamente, mas eu tenho grande carinho, grande apreço pela educação. Eu fiz faculdade de psicologia e uma das áreas que eu gostava muito era a psicologia da educação, psicologia escolar. Me dediquei bastante a essa disciplina. Em algum momento até pensei em seguir carreira por ali, mas eh lá em cima o homem tinha outros planos para mim, eu acabei na Guarda Municipal eh e pude comandar a ronda escolar do município por 4 anos. trabalhei o nosso projeto Integração. Então, a educação tem uma sobrinha que é pedagoga, formada pela Unicamp, tá trabalhando no município, apaixonada também pela área. Então, eu tenho um grande apreço pela educação, é fundamental nas nossas vidas, tanto que eh quem reconhece isso estuda a vida inteira, né? A gente não para nunca. Então, lembro da minha primeira professora, lembro de de uma professora, eu não era muito boa em exatas, né? Gostava muito eh da parte de humanas, ia muito bem. E eu tive no segundo grau na escola Dom João Neri, porque eu estudei minha vida toda em escola pública, uma professora que marcou especialmente a minha vida, eh, uma professora de matemática e eu sentava lá atrás no fundo da sala, não era bagunceira não, sempre fui muito aplicada, ia bem, mas não ia bem em matemática. E ela me dizia assim, eh, me chamavam de Lurdinha na escola, né? Lordinha, vem cá. Você vai sentar aqui na frente porque você vai aprender matemática, você vai aprender exatas, porque você tem condição disso. E na época era presidente de Grêmio Livre, às vezes saia muito da sala, falava da minha aula, você não sai, você não pode deixar a minha aula para fazer outras coisas. E ali eu tracei um um outro percurso na área de exatas, graças a essa professora que me trouxe para sentar na frente, me fazia viralousa, vem cá que você vai fazer esse exercício aqui. Sim, porque você sabe fazer. E então lá no Dom Joneri, essa professora marcou muito a minha vida e essa trajetória eh que me fez ser ainda hoje apaixonada pela educação. E eu conheci a Marisa recentemente, não tem muito tempo. E de pronto ficou marcado para mim, Marisa, essa pessoa que você foi retratada aqui hoje, uma pessoa comprometida com o trabalho, uma uma pessoa comprometida com essa escola, porque ela falava muito dessa escola. sempre que a gente se encontrou, ela ela fala muito da Thomas Alves. E aí eu pude identificar Marisa já de pronto esse comprometimento, essa pessoa íntegra, essa pessoa que é dedicada à formação, que é dedicada a essa escola, a essa comunidade. Então, fico muito feliz, vereadora, de ver uma homenagem, a gente que se depara com tantas homenagens, né, e vê uma homenagem tão merecida como essa hoje paraa Marisa, que eh é essa pessoa que, embora eu tenha conhecido há pouco tempo, já a gente identifica esse comprometimento, né? Quem é de verdade percebe quem é de verdade também. E e a Marisa é isso, é uma pessoa muito verdadeira e comprometida. Então, só queria deixar essa fala, esse abraço para você, dizer que é uma grande honra conhecer a sua história e que eu admiro muito o seu trabalho. Obrigada, viu, por fazer parte da educação dessa maneira. Obrigada. Muito obrigada por estar con amém. Amém. Amém. Você também. Com a palavra a vereadora Débora Palermo para suas considerações finais e para declarar encerrada esta reunião. Solene. Eu só quero falar uma uma coisa, gente. Gente, eu vou ter um treco se eu não falar de novo. Quem conhece, quem me conhece sabe, eu não para de falar. Gente, eu eu tô inundada, inundada com esse carinho. Eu não esperava por tudo e por tanto. Então eu quero dizer assim que essa noite foi muito feliz, vai est sempre marcada, acho que no meu coração, de quem esteve aqui gosta de mim e de quem trabalha comigo e de quem me conhece, conhece a minha história. É estar nessa escola, estar frente a essa escola tá muito ligada à minha identidade. Quando a gente se refere a uma pessoa, às vezes a gente aqui em Souzas a gente faz o João, filho de não sei quem. Ah, quem que é? Ah, fulano de não sei quem. Então, assim, é a Marisa que Marisa do Thomas Alves. Então, até o Carlão já virou o Carlão da Marisa do Thomas Alves, né, Carlão? Então assim, eh, estar na Tomás Alves frente a tudo isso e é motivo de um desafio enorme, mas é um motivo de muito, mas muito orgulho por minha parte. Eh, não é fácil, mas eu acho que se eu tô aqui hoje é por toda a história que eu construí. Lembrando que para mim, assim como a Beatriz colocou também, a minha paixão são as crianças, são os alunos, é o ensinar. Então eu me realizo e me realizei muito mais na minha história sendo professora, porque eu acho que essa missão é a que tá dentro da gente. E quando eu começo a falar, literalmente eu tô dando aula. Isso quando eu não tô falando com alguém assim escrevendo, né? Então é meu isso e isso só aconteceu e só está acontecendo porque ao meu lado tem parceiros incríveis em casa, na família, como vocês podem ter uma amostra com a minha irmã. Meu irmão é igual, falaria igual. Eu acho que a vida do meu irmão esse ano deixou a gente todo mais emocionado do que a gente já é. pelos amigos que eu tenho, que eu tenho amigos aqui extremamente queridos de uma vida inteira, colegas de escola, colegas de estudo, colega de trabalho, amigos de uma vida, de estar junto, de encontrar em casa de pijama, né? Sempre de pijama, né, Zezé? E aí a gente se vê e se fala e tem tanto e e eu carrego um pouquinho de cada um de vocês comigo e nessa história. E essa equipe que tá comigo agora nesse momento na gestão da escola é uma equipe gestora grande, mas é uma equipe gestora linda e assim todo mundo tem muita boa vontade. E é isso que e eu quero deixar assim como a minha irmã colocou e se pegarem meu papel para ver que eu não tô mentindo, porque eu gosto até de provar o que eu falo. É, está falando sobre espalhar sementes. Aí eu vou me enveredando por outras falas e mudo. Mas eu acho que cada educador e cada pai, mãe de alguém, alguém que se propõe a estar com outro ser humano, ele está plantando. E aquela sementinha, se ela não for cuidada, ela não vai fazer o ciclo dela todo direitinho. Então nós professores, a gente tá lá plantando a sementinha, às vezes a gente consegue aguar, cuidar, beger germinar, crescer, florir. E é isso que a minha irmã colocou. E um exemplo disso são alguns alunos meus aqui, alguns colegas de trabalho. E nesse final de semana eu tive uma experiência incrível, onde acredito que o na festa que eu estive eh eram muitos jovens que ali estavam. Nós éramos os velhos da festa. E aí, gente, aqueles alunos tinham sido meus alunos e alunos assim desafiadores. Acho que Sibell que tá aqui, Marl, Zezé, sabem bem do que eu tô falando, Fátima e tá ali o pessoal que dá aula mais tempo sabe do que eu tô falando. Coutinho, conheceria todos eles, todos casados com filhos, criando sua família assim, lindo. você vê chegando, você fala: "Meu Deus, que bom!" E teve um deles que eu falei assim: "Nossa, que bom que eu tô aqui para ver isso de tanto trabalho que ele deu". Então, é essa a nossa missão, né? Eh, semear e colher frutos. Então a gente fica feliz quando a gente colhe, quando a gente vê que deu certo, mas mesmo que não deu, a gente continua ali insistindo. E eu planto essas sementes não só no coração dessas crianças, como nessa equipe e nos professores que aqui estão, para que eles se encantem com a história da escola, para que assim como o Coutinho fez conosco, a graça, eh, outros professores, a Zezete é muito isso, Antônio Carlos tinham muito isso com a identidade da escola, que eles continuem apaixonados pela identidade da nossa escola e divulgando essa história. Então eu vendo esse produto com fé, com força. E trabalhar na escola, acho que enquanto gestão, não poderia deixar de falar que tudo isso só acontece porque na secretaria da escola, a alma da nossa escola está sempre nos secretários dela, no goi. Então, da outra vez que eu estive, eu tive comigo alguém que me auxiliava a parte administrativa é muito pesada, cuidar do RH, né, dessa parte burocrática. E a gente tinha dona Celina, que se foi faz um tempo, que era uma pessoa incrível e agora a gente tem a dona Edna. Então assim, são pessoas que carregam a escola num cargo, numa função não valorizada e que é quem faz acontecer, quem vira, faz e acontece. nossa vida funcional, a dos estudantes e assim por diante. Então que essa sementinha que a Edna planta agora fique ali no coração da Aracele, da Sarita, da Leoni, de quem tá vindo, que a minha fique ali com a Cláudia, com Manoel, com a Maria, com a Gabi, com a Aureli, com a Célia. que vocês peguem isso, que Rute, Graz e Beatriz, que estão aqui, os professores novos, se apaixonem por isso e fala: "Eu vou continuar com isso para que as nossas sementes sejam novas plantinhas, tá bom? Um beijo para cada um. Obrigada. Bom, antes de finalizar, a Cláudia Fonseca Baldini vai fazer uma entrega de um mimo homenageada em nome de toda a sua equipe. Obrigada, muito obrigada, né? Carinho na nossa. Ai que coisa linda. Obrigada Cláudia. Gente, obrigada a todos vocês. Obrigada. E neste instante também a vereadora Débora Palermo vai fazer entrega de flores paraa nossa homenageada. E a nossa homenageada, Marisa Manzim fará entrega de flores à vereadora Débora. Obrigada. Agora sim, a palavra está com a vereadora Débora Parelvo para suas considerações finais e declarar encerrada essa solenidade. Que noite, né? Eu tava pensando aqui, eu tava fazendo uma maquiagem, minha filha falou: "Mamãe, você não passou rímel, tem que passar rímel". Eu falei: "Eu não passo rímel em rorraria porque eu choro em todas." Então, eh, e fala da Marisa. É isso, gente. Eu tudo que eu ouvi aqui hoje é a Marisa que eu conheço. É a Marisa que eu conheço desde pequenininha, né, Marisa? E e ser chata tem isso de bom, viu, Marisa? Eu sou chata. Minha equipe tá aqui, tem parte da minha equipe aqui. Eu sou muito chata com honraria. A comandante sabe, né, comandante, eu sempre falo isso. Eu não entrego honraria assim para qualquer pessoa. Eu sempre penso muito bem, porque eu falo aquilo que a Marisa falou, tá na Bíblia. Honra a quem honra, a quem merece honra. A gente não pode fazer disso uma uma coisa qualquer, né? Então, quando a gente estava estudando ali mérito educacional, eu pensei, pensei, eu falei, tem uma pessoa que transformou a escola que eu amo, que é o Tomás Alves. Eu eu estive conselheira durante 12 anos. Margarete tá aqui, que é minha chefe de gabinete, a gente era conselheira e muitos pais chegavam lá no conselho e pedia pra gente assim: "Eu não quero meu filho no Tomás Alves". Débora, pelo amor de Deus, arruma uma vaga para mim na Barreto Lê, me arruma Nova Souzas, arruma. Ninguém queria estudar no Tomás Alves. Aquilo me entristecia de uma tal forma. A minha sogra foi vice-diretora aqui, ela sempre fala para mim que chegou uma vez um pessoal de São Paulo aqui no Tomás Alves procurando uma escola estadual que eles tinham que entregar uma documentação. Ela falou: "É aqui o Tomás Alfas?" Ele falou: "Mas aqui é escola pública?" Porque de tão bem cuidada que era, de tão linda, de tão era cheirosa, cheia de flores. E era uma escola de um de um nível muito bom. Depois nós tivemos um tempo meio complicado aqui que a gente não precisa falar disso. Não foi o tempo do Antônio Carlos, viu Antônio Carlos, né? Mas nós tivemos um tempo meio e a escola ficou, vamos dizer, mal falada, mas depois a a Marisa retomou e eu falo que eu sou uma defensora de que a pessoa que trabalha na escola seja do lugar, porque é outra conexão, é outro sentimento, é outro apego, é um amor. O que a gente tem pelo Tomás Alves é um amor, né? Porque nós somos daqui e a escola melhorou. E aí sempre que iam tomar lá falar assim: "Ah, eu quero vaga". Eu falava: "Não, não. Você já foi lá no Tomás Alves? Você já conversou lá com a Marisa?" Falei: "A escola é outra. Vai lá, conversa com a Marisa, deixa seu filho lá que você vai ver que vai eh que você vai ficar tranquila, né, Maria Argarete?" E aí a gente fazia voltar para cá assim, matricular o filho aqui e dava certo, Marisa, ninguém voltou para reclamar. Então eu falei: "É isso que vale a pena. a gente vê pessoas que transformam, que dão uma contribuição pra sociedade de verdade, que faz a diferença de forma positiva na sociedade. E a e o papel do professor, eu sou professora, dei aula nessa escola. Eu e e o papel do professor é um papel a de tão tão importante e tão ah injustiçado. Para começar na na questão financeira, ainda o professor, o profissional da educação não é reconhecido como deveria ser. E às vezes também eh são o professor ou principalmente o diretor, ele recebe críticas injustas, porque a escola não tem um dia igual, a escola não tem rotina, cada dia é um dia diferente. E só quem esteve à frente de uma escola, só quem lecionou, ministrou aulas ou esteve na gestão sabe o que é problema de escola, né, Marisa? É um, eh, não falta problema todo dia. Eh, não é um leão por dia, é uma manada, é muito problema. E às vezes a a a o diretor, o professor, ele é criticado de forma injusta. Mas nós temos que entender também, e aí sim eu quero falar com os professores. Nós que somos pais, somos mães, temos uma angústia muito grande em quem vai estar com os nossos filhos. em quem nós vamos confiar a educação, a formação dos nossos filhos. Por isso que nós somos tão cobrados, professores são tão cobrados. Então, esse amor à criança que a Marisa falou é fundamental pro professor. A criança, ela passa muito mais tempo hoje com o professor em sala de aula, na escola, do que com o pai e com a mãe, a maioria das crianças. E ainda feliz dessas crianças que t esse pai e essa mãe que se importa, que briga com o diretor, que vem aqui e que eh fica bravo, briga com a Marisa, briga com o professor. Pior são aqueles alunos que o pai nunca parece que não se importam, quem está educando, quem tá cuidando, como está cuidando. E aí o papel do professor é ainda mais fundamental na formação desse cidadão para que ele seja um sujeito de direitos, de deveres e saiba exercer uma cidadania plena, que é tão importante para viver em sociedade, para melhorar a questão da segurança, né, comandante, pra questão da do mercado de trabalho, pra formação de uma de uma família. Então, o papel do professor é fundamental nessa formação. Então, eu acompanhei a Marisa professora, eu acompanhei a Marisa, diretora e Marisa, tudo que foi falado aqui hoje é a pura verdade. E essa sala pode não estar tão lotada, mas eu não sei quem viu a postagem do convite dessa honraria no Facebook, no meu Facebook. Quantas? Acho que teve mais de 200 comentários, parabenizando a Marisa. Então, é o reconhecimento, Marisa, do seu trabalho, daquilo que você escolheu fazer e fez com dedicação, com responsabilidade, com eh com amor. Eu falo que no fim a palavra que sempre resume tudo é amor, né? É o amor. Se você não tiver amor, a própria Bíblia fala, se você não tiver amor, nada, nada seria nada. disso seria feito. Então, que Deus continue te abençoando. Essa honraria eu estendo a todos vocês, profissionais da educação, que se dedicam todos os dias aqui na escola, não só nessa escola, mas todas as escolas, eh, nos bancos escolares, na vida dos seus alunos que cuidam dessas crianças, que cuidam desses adolescentes. E, Marisa, que Deus continue te abençoando. Vou esperar o livro, o lançamento do livro, né, que é o seu próximo desafio, viu? E muito obrigada pela presença de todos e que vocês eh possam também cada um da sua forma aí contribuir para pra nossa sociedade, para o nosso país com esse amor, com esse exemplo que a Marisa nos deu aqui essa noite. Desta forma, eu declaro encerrada a presente reunião solene. TV Câmara, Campinas.
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