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[Música] TV Câmara, Campinas. Boa tarde a todas as pessoas presentes. Para mim é uma grande honra a gente tá aqui na quinta reunião ordinária da Comissão de Relações Internacionais e dessa vez um diálogo com a Câmara de Comércio Exterior de Campinas paraa construção de um calendário de ações conjuntas com o legislativo. E quero começar aqui lendo um pouquinho, né, do que que são as nossas competências. é o que prevê o nosso regimento interno da Câmara Municipal de Campinas. O artigo 56º C, né, diz o seguinte: Compete à Comissão Permanente de Relações Internacionais acompanhar e fiscalizar os programas governamentais e não governamentais relativos à matéria b. opinar e ou emitir parecer sobre as proposições e matérias relativas às relações internacionais ligadas ao município de Campinas. C. Opinar e ou emitir parecer sobre todos os projetos de irmanação de cidades envolvendo o município de Campinas. D. opinar e omitir parecer sobre todos os projetos que tratam sobre conferências internacionais no município e ou com autoridades municipais e opinar e ou emitir parecer a projetos que liberem áreas para eventos internacionais de grande porte. F. Estabelecer e manter relações e parceria com organizações multilaterais, organizações não governamentais internacionais, Fundação, Representantes Diplomáticos, Empresas Internacionais, cidades irmãs no município de Campinas e outras entidades afins. G. acompanhar, sugerir e fiscalizar junto ao executivo o desenvolvimento, a elaboração e a execução de convênio e projetos de cooperação internacional. H. Assessorar a Câmara a Câmara Municipal na realização de contatos internacionais com o governo, entidades públicas ou privadas, bem como nos contatos com as estrangeiras. Então eu acredito que o artigo F, né, justamente que que fala, né, sobre manter parcerias com organismo multilaterais, organizações nãoais internacionais, fundação, representantes diplomáticos, empresas internacionais, é o que faz com que a gente esteja aqui hoje, né? E sem mais delongas, eu gostaria aqui de agradecer a presença do Márcio Barbado, que é presidente da Câmara de Comércio de Campinas e região, também que estão presentes aqui na mesa, o Luís Guimarães, que é o vice-presidente de comunicação da também da Câmara de Comércio Exterior de Campinas e região e o Maurinei Cordeiro, vice-presidente de relação institucional da Câmara de Comércio Exterior de Campinas. E a gente chegou aqui com a presença do Paulo também, né, que ele é ele é diretor de câmbio, que é o diretor de câmbio da Câmara de Comércio Exterior. Então, a reunião de hoje, né, pra gente justamente entender um pouquinho, né, já vou passar pro Márcio, explicar o que a Câmara de Comércio faz. Eles já tiveram aqui numa outra atividade, mas acho que hoje é explicar o que a Câmara de Comércio faz aqui, né? como que a gente pode cada vez mais aproximar das pessoas que estão fazendo essa relação com o exterior a partir de Campinas e também já colocar à disposição a comissão para que a gente possa pensar, né, em proposições, projetos e outras atuações para além da comissão, uma visita ou então um projeto de lei, alguma alguma iniciativa, né, pra gente poder aqui avançar também nessas relações. Acho que é importante ressaltar que essa é uma comissão que teve bastante atuação no passado, né, nos anos 90. Depois ela na pandemia, né, ela ficou bem ali no pandemia e pós-pandemia com ainda com dificuldades de avanço, né, com relação e agora a gente tá tentando restabelecer, né, essas relações internacionais. Então, quero muito agradecer a sua presença, Márcio. Agradecer também aqui o Luís Guimarães, que tá sempre conosco aqui, não é a primeira reunião que ele vem e foi inclusive uma solicitação, né, eh, dele. Então, gostaria muito de agradecer, inclusive, a provocação pra gente estar aqui no dia de hoje e passar aqui pro Márcio para ele falar um pouquinho, né, de do que que é, como que as pessoas podem integrar e como que a gente também pode se somar em diversas iniciativas. Muito bem. Eh, boa tarde a todos. Eh, eu queria falar um pouquinho, né, sobre o porquê da da Câmara de Comércio Exterior em Campinas. Eh, por volta do ano de 2007, eu estava secretário de planejamento da cidade de Campinas e o Dr. Romeu Santini era secretário de cooperação internacional e era comum nós recepcionarmos eh comitivas, né, vindas de outros países, eh com algumas solicitações e nós não tínhamos um órgão na cidade que pudesse e fazer frente a essas demandas, dessas dessas comissões que vinham de outros países. e a gente começou a imaginar que tipo de instituição que precisaria para atender isso. E chegamos a uma a uma conclusão que seria uma uma Câmara de Comércio eh exterior. Eh, muito bem, uma Câmara de Comércio Exterior, ela tem que ter o seu foco eh em negócios e voltado ao ao exterior. Mas se ela eh não entender a cadeia produtiva como funciona, ela teria uma dificuldade muito grande. Então nós procuramos trazer para dentro dessa câmara eh pessoas eh que eram eh empresários, empreendedores, pessoas ligadas ao comércio exterior para que pudesse nos ajudar no entendimento dessas dessas demandas. Eh, uma preocupação nossa também era que essa câmara nascesse forte. Então, nós começamos fazer algumas visitas aos empresários e empreendedores para falar um pouquinho das nossas intenções. Confesso que demorou um pouquinho. A Câmara se consolidou somente em 2014. Nessa época eu já não fazia mais parte do do governo e mas mesmo assim a gente entendia essa necessidade e levamos isso paraa frente. A Câmara foi fundada eh com 59 eh empresários e empreendedores eh com um foco voltado ao fomento à cadeia produtiva, eh a entender um pouco como funciona o comércio internacional. eh como que se acompanha conexões e negócios para que traga resultado eh paraa cidade de Campinas, além de incentivar o empreendedorismo, né? Isso foi muito bem recebido. Eh, em 2015 nós demos uma parada para ajustar um pouquinho os interesses da Câmara. eh trouxemos a Câmara eh para uma visão um pouco mais digital a até em função da forma como os negócios estavam eh acontecendo e fomos caminhando dessa forma. Eh, hoje eh nós estamos presente em 48 cidades aqui da região. Eh, temos um escritório na cidade de Alberta, no Canadá. eh interagimos eh com um pouco mais de 60 países e um pouco mais de 100 escritórios de negócios no mundo, né? Eh, agora, eh, a nossa a nossa visão, quer dizer, como é que funciona essa questão de iniciativa privada e governo, né? eh tem que haver uma interação muito grande. Isso toda a nossa diretoria tem esse esse entendimento, eh porque os negócios acontecem eh e trazem resultado para geração de de salário, geração de renda, atendimento a contribuições sociais, se houver um entendimento eh do setor produtivo eh com os governos, né? Eh, eu diria que a Câmara está presente nessas 48 cidades e as últimas reuniões que nós fizemos da Câmara, eh, nós estamos aumentando essa representação. Ainda não está consolidado, mas nós estamos no caminho de aumentar para 90 cidades em função das demandas que a gente percebe que Campinas é solicitada e que a Câmara é solicitada, né? Recentemente nós fomos solicitados na cidade de Monte Alto, é uma cidade a 270 km de Campinas, um pouco além eh eh da nossa representação. E isso é o que nos faz ficar voltado às 90 cidades, que é a região administrativa do estado de São Paulo, né? Estamos trabalhando nessa linha, mas estamos sediados eh aqui em Campinas e o nosso foco é sempre trazer resultados para a cidade de Campinas, né? ao mesmo tempo que eh nós somos uma entidade formada de empresários, empreendedores, portanto, que visam negócios, mas ao mesmo tempo tem esse entendimento institucional da importância eh da relação com com o governo, é que governo e iniciativa privada ela eles têm que trabalhar alinhado, na mesma linha, né? Então, dessa forma, vereadora Paula, eu espero ter transmitido um pouquinho do que é a nossa a nossa câmara, mas tem temos aqui outros diretores também, né? Eh, que podem tá falando um pouquinho da nossa da nossa Câmara. Nós temos uma diretoria bastante ampla. a diretoria, diretoria executiva, nós somos em cinco, mas cada diretor eh desse cinco eh acumulam diretores adjunto com foco eh eh na diretoria deles, né? Então a gente a gente procura tá sempre assim eh alinhado, né? entender as demandas de governo, assim como também levar o que nos chega e e que tange aos interesses de governo de resultados para Campinas. Eh, a gente tá levando essas essas demandas e ajudando nesse processo de de entendimento. E dessa forma eh a Câmara se sente lisongeada eh com essa proposta de parceria para que a gente caminhe juntos, né, nessa nessa demanda é tão importante, eh, que é esse resultado que é voltado para emprego, renda e atendimento às questões e sociais. Muitíssimo obrigado. Acho que o Márcio traz um belo de um de um histórico, né, da de quando ela da onde surgiu a ideia até ela ser constituída ali em 2014. Eh, passando, né, pela pelo princípio do que é a Câmara de Comércio para que a gente entenda que é esse braço tríceps, com o governo também, né, pra gente também poder ser uma via de mão dupla. Então, também propor pra Câmara de Comércio iniciativas e ações e agora passar pro Luís para que ele possa inclusive falar, né, mais essa questão a partir da ótica da comunicação, né, na sequência do Luiz, a gente vai abrir aqui também, né, pro Paulo e pro Maurinei, caso eles queiram eh fazer aqui as suas intervenções. É, mas acho que é importante a gente entender, né, como que essa, a partir da comunicação, como que a gente pode se somar eh em até mesmo com as outras cidades, né, o o Márcio trouxe, que são 48 cidades que são representadas aqui na Câmara de Comércio de Campinas e região, eh, como que outras cidades que também t a a comissão podem se somar, né, e fazer uma atividade, pensar em como levar e como que aprofundar essas as relações internacionais a partir da Câmara de Comércio de Campinas e região, né? E como eles podem também eh quiserem saber mais, né? E inclusive se somarem as iniciativas para além do legislativo da sociedade civil, como que isso também se dá? Muitíssimo obrigada pela sua presença. A palavra tá com você. Oi, vereadora. É um prazer enorme tá aqui novamente. Obrigado pela sempre muito acolhedora a tua equipe, todos aqui dentro, né? Muito bom, meu presidente Márcio Barbado. Eh, é com muito prazer, né, que nós estamos aqui. Eu acho que no primeiro momento assim, nós podemos entender que o presidente Márcio colocou eh que já fizemos uma história, inclusive vinda do Dr. Romeu Santini, né, e com outros presidentes. e no comando aí do presidente Márcio, nesse tempo que nós estamos juntos acompanhando o trabalho específico da Câmara, porque tivemos juntos inclusive no governo, né, foi eh muito salutar a convivência com o COR e com os dois presidentes anteriores. e não tô vendo outro caminho a não ser seguir os mesmos passos com a vereadora nessa presidência da comissão do CO, né? E a proposta de ter a parceria é reativar realmente essa parceria, colocá-la em ação, né? Porque temos vários temas aqui, por exemplo, até mesmo de de eh o projetos que liberem áreas para eventos internacionais, eh acompanhar e fiscalizar junto o o executivo e o desenvolvimento de convênios e projetos de cooperação internacional, como também eh sugerir, né, tá aqui sugerir então a a proposta da Câmara caminhando dentro dessa linha eh está propondo, né, eh colocar para pensar eh que caminhos vamos seguir, né, um caminho bastante institucional, como a gente percebe, né, que possa trazer resultados e levar essa imagem do COR junto, levamos a cidade de Campinas. Então eu creio que essa parceria público e privado, né, que é um uma parceria hoje extremamente salutar dentro do do olhar de qualquer empresário que venha a Campinas ou esteja trabalhando em Campinas, tendo a sua vida aqui. E isso é importante para colocar para abrir as portas, né? Eu creio que nós todos sabemos a toda a a dinâmica da cidade de Campinas, que tem uma localização estratégica pros negócios internacionais, né? Belo aeroporto, né? Que é o primeiro e às vezes o segundo do país, naquilo que se refere a nós, que é o a carga, né? Mas é um um aeroporto de primeiro mundo, né? E também as rodovias que nos cercam aqui, elas são extremamente pujantes, bonitas, né? estão figurando sempre entre as cinco melhores rodovias do país. E ainda temos aqui um braço forte no modal ferroviário, né, que é um um uma modal extremamente importante no transporte de cargas, no transporte de cargas vivas, no transporte de eh vários tipos de produto, grãos, né, commodities. É muito importante esse modal ferroviário, porque ele nos leva com maior e menor custo eh ao porto, ao modal marítimo, né, que vão aí cruzar as fronteiras. Então, eu acho que é extremamente importante estarmos aqui e podemos dar eh publicidade às coisas que estão acontecendo, que é uma forma de levar essa comunicação, eh, e trabalhar as ideias daquilo que é um uma uma semente que germinou muito na gestão do presidente Márcio, que é justamente a cadeia produtiva. Hoje um grande importador, uma indústria, por exemplo, ele ele com ele ele traz outras empresas menores que são fornecedores e nós precisamos estar olhando justamente isso que chega agora para poder o eh eh está levando isso eh num caminho gostoso, num caminho bom, limpo, que seria realmente a o impulso nessa cadeia produtiva, toda a cadeia produtiva do comércio exterior produtiva, né? Produtiva. E com ela nós temos também a cadeia justamente do do do trabalho no comércio exterior, não é? você tem os despachantes, você tem as transportadoras, as os operadores econômicos, operador logístico e várias categorias, né, que chegam o transporte aéreo, né, então que chegam justamente para abraçar essa causa. Eu acho que nós temos que realmente hoje mostrar para que que nós viemos, o que que nós viemos fazer. E isso é é muito importante, levando conteúdo e relacionamento. E não acho que também eh não é uma política da Câmara fazer isso da cabeça da Câmara, né? O nosso presidente sempre fala que é uma somos democráticos, somos todos voluntários dentro do projeto. Então, nós temos hoje que estar abraçando essa causa com carinho, porque eu acho que o material, o conteúdo, a forma, nós temos condições de realmente amarrar e dar um laço nisso, né, para que tem uma forma de presente e a gente possa estar caminhando, olhar com carinho as as datas propostas, com os horários propostos, até conversando com Débora. Nós falamos aqui que esse horário da das 14 às 16, às vezes a gente tem que dar uma modificada nele, antecipando aqui do planejamento, dá uma modificada, por exemplo, para trazer para 10 horas da manhã, né? Mas quando você tem um planejamento a longo prazo, setembro, outubro, né, vamos chamar isso de longo prazo, aí nós temos condições de fazer reunir mais pessoas, né, mais empresários e que a gente possa estar levando a eles, atendendo a necessidade deles no momento. Uhum. E a gente não pode esquecer de falar do a repercussão que teve dentro da Câmara, porque o presidente que participou aqui datou a última reunião do CORD, que é justamente sobre o tarifaço, né, dado lá pelo Trump. Então, tivemos aí explicações extremamente importantes que a gente percebe que é uma coisa, né, saiu um tarifaço, entra de repente uma guerra de Israel com o Irã, entende? E isso reflete muito no, né, porque o tarifaço tá aí ainda, né? E Israel com Irã, nós estamos vendo, eh, a coisa pegar fogo lá. Nós estamos com uma guerra, né, numas numa região já sofrida, numa região difícil, numa região trabalha com nuclear atômico. Então, a gente tem que ficar preocupado e ouvir um pouco o a comunidade do do comércio exterior, quais são os anseios, as necessidades, as preocupações que tem. Me parece, vereadora Paola, que é mais ou menos esse o caminho, mas nós somos todo ouvidos aqui para poder caminhar. Vou começar do final pro começo, né? O Luís lembrou da outra atividade que nós realizamos que foi sobre eh a taxação, principalmente do governo Trump. Mas acho que uma das coisas que fica que que passa muito pela nossa cabeça, né, o quanto que esse esses conflitos, essas guerras, eh, seja na na no Oriente Médio, né, ali na na Europa, né, eh, Rússia e Ucrânia, né, Israel, Palestina, Irã, o quanto que isso também impacta no nosso comércio aqui. A gente sabe que isso impacta muito quando a gente fala do processo de migração, né? E nós, o Brasil recebeu, a cidade de Campinas também, eh, migrantes, eh, da Ucrânia, né, logo no começo, logo quando a guerra se iniciou. E nesse momento a gente precisa também discutir, né, a partir das políticas públicas, o quanto que isso impacta aqui no nossa nossa cidade. Quantos dos comerciantes, por exemplo, que hoje a gente tem aqui são estrangeiros, né? quantos que vieram do dos do eh da Síria, por exemplo, né? O quanto que vieram de outros países, né? E que hoje também tão fazendo relação e muitas vezes precisam eh acessar também os os países, né, de fora do Brasil para conseguir ter acesso a tempero, por exemplo, né? Então, eu acho que a gente, quando a gente pensa na Câmara de Comércio, a gente também tá pensando eh em fazer essa construção a partir daquilo que muitas vezes as pessoas acham que é invisível e não tem impacto, né? Mas para falar um pouquinho mais eh sobre isso, né? gostaria de, se for, claro, que se o Márcio e o e o Luiz permitirem aqui, eh, pedir pro Paulo, né, e pro eh, Maurenei também trazerem um pouquinho de de essas influências ou o Paulo, que é o diretor de câmbio, né, acho que ele pode trazer também um pouco dessas reflexões sobre o impacto e o Maurinei com também na perspectiva nas relações institucionais de como que a gente pode cada vez mais aprimorar, aprofundar e até mesmo pensar em e só para concluir, o Luiz falou aqui das reuniões, a gente pode sim fazer as alterações, né? Depende daqui da da disponibilidade do plenário. Essas agendas todas foram marcadas no começo do ano, né, antes de de iniciar a legislatura, que é quando a gente teve a distribuição das comissões, foi, se eu não me engano, finalzinho de janeiro. Mas a gente pode pensar inclusive atividades fora da Câmara, né? a gente pode fazer uma reunião, inclusive na própria e sede, né, do espaço da Câmara de Comércio, né, pra gente poder, ao invés de trazer até aqui, ir até lá, para que a gente possa conversar também no outro horário, tendo essa antecedência, né, esse planejamento, a gente consegue fazer isso com mais tranquilidade, né, e aí a gente também ter possibilidade de organização, mobilização, né? Mas agradecer muito sua presença aqui, Paulo. Gostaria que você falasse também nesse processo de continuidade, como que isso também acaba impactando direta ou indiretamente. Muitíssimo obrigada pela sua presença. Boa tarde a todos. Nosso presidente Márcio Luiz, vereadora Paula. Paula, eh, é muito interessante quando a gente vê o governo se aproximando do empresário, tá? A gente atualmente é, a gente quer fomentar a parte financeira das empresas, tudo, mas a gente esquece de fomentar o esclarecimento do empresário quanto operações com comércio exterior. O Brasil, a região de Campinas, ela é muito fomentada por conta do nosso canal ferroviário, o aéreo e e abençoado pelo rodoviário que as maiores estradas rodeiam a Campinas, né? Então a gente fica pensando hoje que todo mundo pensa, vou vender, vou vender o produto. Só que tem que pensar que Campinas também é uma exportadora de serviços que mexe bastante. Nós temos a área de advocacia muito que tem bastante representatividade, publicidade, é uma coisa que bate, não consegue ser 100% de frente, mas a Índia é um grande produtor de serviço de tecnologia. Nós temos grandes polos de tecnologia aqui em Campinas, a a exemplo do CNPD. que exporta os serviços deles para fora do Brasil. Então, a gente conseguindo fazer uma forma de trazer o empresário para o escalerecimento que ele pode começar a vender o serviço ou produto dele para fora, eu acredito que a gente consegue fomentar muito mais eh venda, o esclarecimento da pessoa fazer de forma correta para evitar problemas tributários e tudo mais que venha a carretar. Então a área do câmbio, a gente pensa hoje assim, o pessoa que vai exportar, nossa, mas o dólar, a hora que eu vender vai cair, o dólar quando eu for comprar vai subir. Aí a gente esclareceu o empresário que não existe ferramentas de proteção com relação a isso. Às vezes o empresário só pensa naquele deu a guerra, ah, subiu o petróleo, foi para 70. O dólar hoje todo mundo achou que ia subir, não tá caindo. Então quer dizer, a pessoa que corre atrás à vez tem uma surpresa. Então essas ferramentas às vezes o empresário ele não não é que ele desconhece, mas ele não tem a prática de fazer aquilo. Então se a gente conseguir trazer os empresários, alguém com na parte aduaneira, alguém na parte tributária e alguém na parte de câmbio, que seja, você vai esclarecer muito mais o empresário e ele consegue ter uma prospecção melhor e mais certa. Por quê? Eh, todo mundo quer vender em dólar, em euro, porque as divisas são maiores que a do real. Então, às vezes falta, só que falta para conhecimento legislativo. A pessoa não sabe se pode, se não pode, o que deve, o que que não deve fazer. Então, às vezes faz uma projeção, chega lá na hora, olha só que você vai ter que pagar esse imposto, imposto, imposto aqui. Tudo bem, eh, faz parte do do jogo, só que ele, a pessoa não contou com isso. Então, se a gente conseguir esclarecer quais são os deveres e obrigações dele e se o governo atual tá dando algum benefício, a gente consegue acho que fomentar muito mais e trazer o o empresário para perto da gente. até aproveitando para dizer que a própria Câmara tem eh quando tem uma diretoria de câmbio, porque pensa nisso, né? a gente pensa a médio prazo e a longo prazo, a mesma o mesmo formato das relações, né, de nessa eh internacionalização das empresas, como, né, como você quer vender na Argentina, vender no México e tudo. Então, nós temos hoje caminhos que o empresário pode seguir, inclusive capacitando-o para isso em termos realmente de aula, trabalho e cursos desta maneira. Certo? Correto. Muitíssimo obrigada, Paulo. Acho que tem muitas eh muita falta informação, né? Então ia falar que que tem muita desinformação, mas acho que falta informação muitas vezes com relação aos próprios impostos, né? Eh, posso dizer que a Câmara de Comerciação pode ser justamente esse espaço também de dúvidas, caso vá iniciar um processo com uma outra empresa, né, que que tá no no exterior, apesar de ser eh no mesmo continente, né, que na América do Sul, a gente precisa ter essa esse conhecimento, né, do que são os impostos, quais são os países, por exemplo, que a gente consegue ter uma redução de impostos, se tem isso, se não tem, compensa mais, se o produto tá mais barato, mas tem mais imposto. estudar onde que compensa mais. Acho que a Câmara de Comércio pode ser o espaço justamente para quem tá querendo iniciar, né, o processo com o exterior também. Uhum. E pedir agora pro Maurinei Cordeiro também fazer uma uma fala aqui das relações institucionais, né, e como que também a Câmara de Comércio, para além do do legislativo, né, como que as empresas pequenas, médias, de todos os portes podem chegar para poder fazer esse diálogo, né, se isso é possível. Boa tarde, vereadora Paola. Obrigado por abrir a casa para nós, ao nosso presidente Márcio Barbado, ao nosso vice-presidente de comunicações. Só desculpa, tô meio à tô est uma gripe, né? Acho que nessa influência que a gente tá bem passando aqui ao nosso vice-presidente Luiz Guimarães, nosso diretor Paulo. A Câmara vem, né, desde 2014 abrindo portas, né, abrindo diálogos e a gente vem conversando com a parte privada, pública e sempre procurando um caminho de desburocratizar ou trazer novos assuntos pertinentes, atualidades da do comércio, mas também do fumento econômico da cidade, né? Então, já viemos fazendo isso agora no ano passado, já com ao circuito das águas, abrimos nove regiões com a força de um parceiro diretor e trazendo portas, abrindo portas e e estabelecendo. Então, a Câmara está, a Câmara de Comércio Exterior está aberta tanto a parte privada como público para estar conversando. Então, temos nossos canais oficiais, né, que é cr.com.br. BR, estamos abertos ali um canal de comunicação para qualquer município, empresários e viemos também agora procurar depois dessa longa pandemia os eventos abertos, né, que foi dispostos aí para que microeventos e depois macroeventos para discutir todas as partes técnicas. Então, a relação institucional é abrir portas. Então, a minha parte é essa e a parte técnicas, como foi do Paulo, do Luís de Comunicações também toda a experiência também do Márcio também como gestor aqui na região. Tá certo? Tá certo. Muitíssimo obrigada. Acho que eh acho que é importante as pessoas saberem, né, como que funciona essa divisão também para na hora que baterem na Câmara de Comércio saberem quem que elas podem buscar e a partir aqui do legislativo pensar, né, em como que a gente pode cada vez mais eh se somar a iniciativas de construção, né? gostaria de passar novamente aqui pro pro Luiz, para ele trazer um pouquinho do um pouquinho mais, né, do que a Câmara de Comércio tem ali para oferecer, né? Eh, por exemplo, queria falar um pouquinho sobre alguns trabalhos que nós estamos realizando agora, que eu acho que isso é interessante. Então, passar primeiro pro Márcio, depois pro pro Luiz. Pode ser? Pronto. Claro. Então, vereadora, eh nós estamos pautados agora em algumas eh iniciativas em função eh de desdobramento de situações que aparecem, né? Aparecem e a Câmara ela tem que se manifestar. Uma delas é a questão do tarifaço, exatamente, do governo americano. Eh, eu acho que eh em termos de Brasil eh se manteve aqueles 11% aqui, 11% lá, quer dizer, a coisa se manteve equilibrada, mas o problema não é esse. O problema é o reflexo dos outros países, né? Eh, por exemplo, eh, em termos de energia tem a questão do álcool. que é exportado e por enquanto eh não tem reflexo ainda. Por quê? Porque os contratos estão em andamento, mas se essas determinações do governo americano permanecerem, né, esses contratos vão vencer e vai sobrar álcool. Quer dizer, e a Câmara tem uma preocupação muito grande. Quais são os países, por exemplo, que necessitam de álcool eh e não eh está eh em negociação com o Brasil? Quer dizer, eh é uma coisa que precisa se pensar isso, né? Porque para que a economia do nosso país se mantenha equilibrada, quer dizer, se não se resolver essa questão do mercado americano eh até o vencimento desses contratos, quer dizer, teriam que ter outros países para receberem o álcool brasileiro. Isso é uma coisa que nós já estamos eh tratando. Recentemente, vereadora, assinamos um termos de cooperação e reciprocidade e com a com a principal instituição que cuida dos negócios da China aqui no Brasil, que é a China Trade Center. Eh, eu acho que a Câmara nesse momento ela tem um papel eh muito importante eh nessa questão, né? Porque eh a China eh ela é o país mais prejudicado em todas essas determinações do governo americano, né? E eu acho que eh o Brasil eh se for colher algum reflexo diferente que seja positivo, né? Então a China em nosso país, ela tem que agir segundo as leis brasileiras. Ela não vai agir segundo as leis chinesas. né? Então, eh, existem alguns empresários que t um pouco de medo disso, né? Do governo chinês entrando no Brasil, tal. Eh, nossa diretoria defende isso e pensa bem diferente disso. Nós achamos que o Brasil tem muito a aprender com a China. Eh, a China tem uma economia, um histórico de desenvolvimento de 50 anos para ela chegar onde ela chegou. quer dizer, um planejamento de de longo prazo. Claro que são culturas diferentes e a gente deve levar isso em consideração, mas a determinação eh em planejamento para médio e longo prazo foi o que fez a China chegar onde ela chegou. Quer dizer, um país com 1 bilhão e e e 400 milhões aproximadamente de habitantes. Imagina só o que é, né, você fazer a gestão de um país desse. Quer dizer, eh, com certeza o Brasil ainda não chegou nessas nessas regras, né? Aí eu acho que em algumas gerações ainda não chegará, mas que é importante a gente observar e é importante entender a intenção deles eh de negócios com o Brasil, né? Porque os negócios serão feitos segundo a legislação brasileira, não tem jeito de fazer eh diferente, né? E aí a Câmara entrou exatamente com esse termo de cooperação que já foi assinado na semana passada. Eh, e que nós estamos já nas primeiras tratativas. Que dia, Luiz, que tem reunião em São Paulo? 26. dia 26 temos uma grande reunião lá em São Paulo, eh, com a a China, eh, Trade Center, eh, exatamente pra gente discutir eh, uma série de questões que estão em andamento e a gente começar esse trabalho eh de cooperação com o governo eh chinês, no entendimento. Então, dessa forma, não tenha dúvida nenhuma que esses negócios para Campinas e região eh se refletem aqui. E é importante a Câmara tá junto eh inclusive envolvida com essa com essa proposta de parceria com o governo municipal para que quando isso vier eh na mão da gente que a gente envolva também o governo municipal, ele participar, ele dar a opinião dele, né? a gente entende que parceria isso aí, não é a Câmara está representando o governo em algum lugar, é o governo está junto ajudando a gente a resolver essa questão. Então, nós somos aí eh acho que um grande amálgama, né, eh nessas nessas questões aí de relacionamento eh internacional. Aí uma coisa que eu esqueci de falar, a gente tem uma preocupação muito grande, eh, entendimentos eh com outros países e hoje nós dispomos um pouquinho mais de 100 consultores de negócios. Claros que tem alguns que de China tem alguns, Estados Unidos tem algum, Europeia, a a União Europeia temos alguns, né? Eh, não temos um para cada lugar, né? Então é isso, eu acho que fica essa essa mensagem aí, não. Acho que essa questão dos consultores, né, acho que é nesse momento, como a gente tava falando e como o Luiz lembrou, nesse momento que a gente tá com uma instabilidade nas relações internacionais, acho que é fundamental pra gente saber, né, de de quais são as relações que são mais eh duradouras que podem ser estabelecidas e as mais frágeis também nesse nesse cenário geopolítico que a gente tá vivendo. E agora passar pro Luís para ele trazer também eh as iniciativas, né, as outras iniciativas que a Câmara de Comércio pode oferecer de modo geral para pr pra população, né? Eh, e também pensar, como eu não li aqui ainda, né? Mas a gente, a cidade de Campinas tem hoje 23 cidades irmãs, né? é dividido em quatro continentes. Então, a gente tem cidade irmã na América, na África, na Ásia, na Europa. Eh, e pensar também nessas essas na forma como que a gente estabelece essas relações e como que a gente pode olhar para essas cidades, absorver também um pouco desse comércio, eh, comércio, tradições, né, e, e, e, e crescimento econômico paraa nossa cidade. Então, deixar pro Luiz comentar as outras iniciativas e também eh sobre essas relações como essas cidades irmãs com a partir da Câmara de Comércio, a gente pode fortalecer a relação com as cidades irmãs que a gente tem de Campinas. Pois não, vereadora. pegando uma carona aí no que o nosso presidente falou, deu o exemplo do China Trade Center, né, da Então esse eh é um exemplo forte porque a ele coordena feiras, exposições e missões no Brasil, da China pro Brasil e do Brasil pra China, né? Então, eh, tá em Guanzulu, né, a feira de agora e que em outubro, novembro que terá uma feira. Então, eles são o polo principal, o vetor principal de negociação, de apoio a essa feira. E está justamente nós ligados com eles, né? Tem a Goltex, que acontece em agosto. Agosto é uma feira onde recebe comerciantes industriais chineses e nós brasileiros vamos ver. Mas ela também está aberta ao brasileiro, o industrial brasileiro do setor de tecidos, principalmente para ir visitar essa feira aqui no Brasil e também expor, porque ele traz uma comitiva da China. Todas essas essas cidades aqui podem buscar um podem buscar um um um trabalho eh justamente como esse agora do China Trade Center. E nós estamos já prevendo aqui para agosto, né, da Hom, né? Eh, a Hom é uma feira também chinesa com comitiva chinesa vindo pro Brasil, onde você pode colocar eh empresários industriais brasileiros fazendo a exposição dentro dessa feira. Então, começamos a fazer essa amarração e pelo segundo ano nós estamos prevendo aí que vamos levar uma comitiva para essa feira. Essa comitiva seria muito legal, muito bom se o o o cor a comissão eh pudesse dar um apoio, porque eu me lembro aqui que tinha o Carlinhos, você se lembra, o Carlinhos é vereador, né? Carinhos. Carlinhos camelou, porque a feira hoje é de produtos para pequenas empresas, grandes empresas, mas são produtos de bazar, sabe? E e e produtos para casa, presentes, decorações. Então, hoje essa a home show chega com isso, né? presidente fez inclusive a abertura da da do painel, né, o ano passado no. Então esse é um é um projeto extremamente importante que nós temos, porque aí nós estamos criando, quer dizer, conhecendo um pouquinho, um pouquinho melhor lá, por exemplo, que eu sei que Gifu tem o o nosso Iabico, né, que parece que trabalhou muito essas essa situação aqui de ter Gifu como cidade irmã, né? E na Itália tem várias cidades, por exemplo, eu tô estranhando aqui num terino foi uma época que nós fizemos um evento aqui, um projeto com a Unicamp e trouxemos Torino para cá. Então hoje eh nós temos esse que é o principal, esse intercâmbio de missões que pode ser feito com qualquer uma dessas cidades. O que nós temos que começar é é fazendo uma aproximação deles, né? perceber o o como é esse relacionamento hoje, se existe, se não existe, temos que fomentar. E o outro que que outra coisa importante são os cursos e as aulas, palestras que a nossa diretoria pode dar para diversos segmentos. Aqui você tem dois segmentos. Eu vou pegar o o seguimento do Maurinei, por exemplo, hoje tem um várias cursos que estão debaixo da diretoria dele, a diretoria do Paulo, por exemplo, como câmbio, que é uma ferramenta importante. Ele citou muito a palavra ferramenta, né, presidente, porque precisa saber usar. Não adianta você ter um bom time e não treinar com ele, né? Não ter informação como é que se escala esse time. Então eu vejo dessa maneira. Eu acho que daqui é começar a ver o que já foi construído, aproveitar, né, o que nós podemos fazer e ainda pegando aí parafraseando o Maurinei o que é abrindo as portas que puderem que não foram abertas, mas sobretudo na nossa região, nós temos aí várias cidades que estão sendo trabalhadas, né? Nós temos, por exemplo, um intercâmbio, um convênio com a Unicamp, né? e temos eh temos o curso de internacionalização de empresas como curso de promoção no exterior de produtos e serviços. Então isso é uma uma coisa que pode ser desenvolvida. Nós temos hoje a ferramenta público e privado. Eh, vamos acionar o aeroporto, vamos acionar as aqui dentro das rodovias que passam aqui. Ah, nós temos uma concessionária. Qual é o plano dela? Aumentar o o, vamos botar lá, o pedágio, né? Vai oferecer mais o quê? A segurança nas estradas aqui do Brasil para cargas, né? Eu acho que isso são coisas que podem ser extremamente importantes para serem trabalhadas. Veja a questão de viracopoccos, é entrada e saída de viracopocos em horário de rush para tudo, para absolutamente tudo. Eu me lembro um no ano acho que 2000 e no ano de 2009, né? Eu vinha com com o prefeito atual, eh, com o prefeito da época dentro de um carro. Ele vira para mim e fala assim: "Aconteceu algum acidente?" Eu falei: "Não, prefeito". É assim mesmo, todo dia, né? E e de lá para cá foi feito muito pouco, muito pouco mesmo, né? Então nós temos aí a responsabilidade das administradoras de de rodovias eh que tem que prover a viracopos. Quer dizer, não pode todo mundo andar na mesma na mesma estrada. morador, eh, quem tá de passagem, quem está indo para o aeroporto, quem está saindo do aeroporto, todo mundo na mesma estrada. É um absurdo isso, né? Então, precisa-se de um estudo para isso. Mobilidade urbana, né? É mobilidade urbana. Precisa-se de um estudo. Na verdade, já existe esse estudo. O que precisa é aí é a pressão, vamos dizer assim, política, né? eh para que as coisas comecem a acontecer, porque é, né, depende muito de governo do estado. E aqui, eh, só finalizando um pouco a minha parte aqui dos migrantes, né? Eu acho que o lado social é uma pauta da Câmara de Comércio, né? Como entidade cidadã para nós podermos saber o que tá acontecendo, porque muitas vezes não é uma não é uma coisa que chega tão à nossa porta, né? como é aqui no legislativo. Então, nós sabemos que acontece, a vereadora citou ucranianos, né? Mas a gente percebe aí que tem do da Venezuela, tem bastante gente, da Colômbia, do Haiti, né? Então, e e isso tem que ter um controle, um e um controle com qualidade, né? Você não pode deixar a pessoa ao Léo, porque ele se marginaliza, né? Então, é preciso saber o que que o governo, né, pode fazer, a política que ele pode fazer e como a iniciativa privada pode tá realmente atenta a essa essa esse esse fato novo, né, que pro Brasil é um fato relativamente novo, né, nós não, né, a Europa ali tem mais convívio com esse tipo de de problema social. Então a gente reconhece, eu me lembro aí que a vereadora falou dos conflitos, né, que eles trazem esses impactos, né, e a migração, eh, em quantidade é um é um problema dos conflitos políticos, dessas guerras que nós temos no entorno da gente, né? Sem eh dúvida nenhuma, a gente tem que pensar no no nesse processo migratório. E o Maurinei lembra muito bem, né, que a gente tem eh venezuelanos, haitianos, eh diversas nacionalidades que chegam até Campinas justamente por conta do aeroporto, né? Então a gente tem um aeroporto internacional, muit das eh vacinas chegaram, né, por Campinas, né, do que ao invés de ser por Guarulhos. Campinas ainda tem uma demanda, já teve uma demanda maior, né, e crescente, mas agora tá num período de novamente dessa crescente com relação aos voos internacionais. Então, a gente tem mais disponibilidade para paraa carga muitas vezes e os o por conta disso a gente também acaba fazendo uma boa parte das eh agendas humanitárias aí internacionais. Então, acho que é uma das coisas que a gente tem que ficar sempre atento, né? E o debate sobre o aeroporto tem chegado cada vez mais acalorado, assim, isso que o Márcio traz com relação ao acesso aeroporto, ele é uma questão que a gente precisa aprofundar, né? E a gente tem acompanhado inclusive o pessoal da região do Campo Belo que fica logo à frente do aeroporto, que vem inclusive sofrendo com o aumento do aeroporto ali das atividades. E muitas vezes, ao invés da gente pensar em como a gente pode desenvolver as regiões, né? A partir disso, a gente tá querendo eh fazer com que o aeroporto se mantenha do tamanho que ele é hoje, né? e também precarizando as regiões em volta, então dificultando ainda mais, adençando demograficamente as regiões em volta, então prejudicando o nosso crescimento. E aqui pra gente ir caminhando pro pro pros encaminhamentos, eh tem aqui também anotado, né, as possibilidades de iniciativas que a gente pode fazer, né, então reuniões temáticas da comissões de relações internacionais ordinárias e extraordinárias, né? Então, se a gente quiser marcar alguma data que já não esteja marcado ou até mesmo alterações, mais de uma reunião por mês, é possível que a gente realize audiências públicas, debates públicos, se tiver alguma alguma temática, né, de de extrema importância pra gente fazer mais amplamente, publicado no Diário Oficial, né, discutir com a sociedade civil, é possível de fazer isso. Primeira parte da sessão, que é um instrumento que tem ali de segunda e quarta, eh, antes da sessão às 17 horas, né? Então, das 17 até às 17:50, mais ou menos uma horinha, para trazer debates, né? Uma um formato um pouquinho mais inxuto do da de atividades deigência. Então, fazer visita, né, aos equipamentos. A gente já fez uma que era uma uma visita ao Centro de Referência do Migrante para poder discutir com eles as políticas públicas. Eles também trazem um relato de que eh qual que é o como chama? de eh departamento, eh centro de referência de migrante apatriado. E tem mais um nome que eu não não me recordo, eh, que é para para quem tá chegando na cidade, né? Então, às vezes tem algumas populações que eles foram eh perder a nacionalidade, eles são apatriados aqui na na cidade de Campinas. Então, acolhimento desde as repatriado, né? ele é apatriado. Apatriado. Isso. Eh, desde essa dessas desses pedidos, né, de permanência por eh situação de calamidade internacional, né, como é o o caso da guerra. Migrante, refugiado e a pátria. É a pátrida. Eh, a migrante refugiado e a pátrida. Pátrida é aquele que foi eh largado pelo país. É. ou que o país perdeu a eh legitimidade, alguma coisa nesse sentido. E o refugiado é aquele que veio pedir refúgio pro Brasil a partir dessas dessas relações eh período de guerra, né? Então a gente acaba tendo bastante refugiado. Uhum. Eh, e eles apresentaram que cada uma das populações tem uma características, uma característica diferente. Então, haitiano, até mesmo dos asiáticos que chegam até aqui, do venezuelano, né, no do do Sírio, então do ucraniano, que todas as relações ali, leito, né, é todas as relações econômicas e sociais também são trazidas para cá. eventos externos, né, que a gente pode fazer em qualquer uma, qualquer espaço, apresentação de projetos e reuniões de articulação. E eu gostaria de agradecer a presença aqui do Carlos Siqueira, que é o chefe de gabinete do vereador Gustavo Peta, que tá aqui nos acompanhando hoje também. Então, pra gente ir caminhando aqui pro final, né, pra gente pensar em iniciativas, lembrando que o mês de julho é um mês de recesso na Câmara, então a gente ou a gente tem que fazer alguma coisa no finalzinho de junho ou a partir de agosto. É aqui, presidente, a gente viu aqui que 18 de agosto tá que é uma segunda-feira, tá previsto 14 horas aqui. Uhum. a gente, bom, aí até lá a gente tem um um tempinho, né, para ver se a gente consegue talvez uma mudança de data pro período da manhã e a gente tentar eh fazer uma agenda comum a partir de agora a gente pensa, né, é essa essa questão de data, vereadora, e horário, né, eh elas são importantes, sabe? a gente mede o resultado eh de frequência eh nas reuniões, nos eventos, em função de horários, principalmente, né, horário e o dia que é que é marcado. Eh, então, eh, o Luís que coordena isso e ele tem uma habilidade muito boa com isso, para que a gente tenha bons resultados de frequência. Eh, uma sugestão minha ou mais de uma sugestão, eh, são a questões, por exemplo, que levam e a questão da logística eh da nossa cidade. Eh, essa questão de entrada e saída do aeroporto de Viracopos, ela é de fundamental importância, né? E a gente poderia provocar um evento, né, para que estivesse presente Artespe, eh, e o aeroporto, né, para que eles falem o que que está planejado, o que que está sendo feito, em que momento que está, eh, qual é o compromisso do governo do estado com isso em função da da Artespolvida? Eu acredito que o aeroporto eles têm todo o interesse nisso, né? E qual que é o reflexo? O reflexo final é a infraestrutura da cidade. E durante esse processo, emprego, renda, contribuição social para aquele pessoal do Campo Grande que a gente sabe que tanto precisa, né? Então eu algumas iniciativas, sabe, que t reflexos positivo eh na qualidade de vida. A Câmara sempre sempre pensa nisso, né? Eh, e a boa estrutura, eh, da cidade, eh, ela traz resultados eh positivos no PIB eh da nossa cidade, né? Uhum. Eh, um entendimento também que eu acho que é importante, vereadora, é a questão eh no percentual do PIB brasileiro ou da cidade de Campinas ou da região de Campinas, quer dizer, quanto que a gente pode se envolver eh na área do comércio exterior, né? Eh, esse percentual é 30%, né? Então, se nós pegarmos o PIB de uma de uma cidade, você pode trabalhar tranquilamente 30% do resultado eh na parte do comércio, induzindo o comércio exterior por causa de sazonalidade, né? quando tenhamos eh quando temos as questões de sazonalidade eh de resultados econômicos, o comércio exterior ele ajuda muito. E se a gente preparar eh preparar, vamos dizer assim, os pequenos, né, médios, micros, né, empreendedores, eh, dentro de um trabalho que a Câmara faz muito bem, que é de capacitação, eh, dessas pessoas, quer dizer, isso a médio e longo prazo traz um resultado eh interessante, tá? Eh, inclusive, eh, a gente pode envolver, né, não só o poder legislativo, como o poder executivo também, né, porque o poder executivo, eh, ele tem, vamos dizer, primeiro lugar, obrigação, né, e segundo lugar, o interesse, né, porque vai trazer resultados para eles, né, eh, e, e resultados diversos, né, não tô falando resultado político, o resultado político é útil. eh o resultado da melhor qualidade de vida através de salários, renda, eh contribuições eh sociais que são investidas eh nessas pessoas. Quer dizer, esse esse é o grande o grande pensamento. Eh o resto eh eh o resto ele vem acompanhado de uma de uma forma que você não precisa trabalhar, que é o resultado político, né? todo mundo que faz, trabalha no serviço público, eh, principalmente aqueles que não são, eh, de carreira, né, que são eh políticos eleitos, tal. Quer dizer, isso é automático, mas é um trabalho que tem que ter o entendimento que os resultados são de médio e longo prazo, né? É isso. Só lembrando um pouco do da feira a Home Show, que é uma feira para pequenos empresários e empreendedores. Eh, uma sugestão é que a gente possa fazer uma chamada para esses empresários, porque é a gente talvez consiga, por exemplo, o ônibus para ir, sabe? e estadia lá dentro para ficar o o ônibus aguardando, como também a entrada na feira, entende? Então isso nós temos essa parceria, essa esse esse esse esse convênio assinado com eles em que nós levamos não somente o o a pessoa que vai interesse em comprar, mas também o o interesse em se fazer uma expor seus produtos lá, né? Porque não são mega indústrias que precisam expor, são pequenas indústrias que que, né, às vezes até coisas artesanais para você ter em casa. Então é uma oportunidade importante, ela acontece em agosto e eu manterei aí a Débora informada com mais alguma novidade a respeito, tá bom? Perfeito. Então, eh, com isso, eh, acho que a gente pode encaminhar da gente ver a qual na próxima, no próximo mês, né? Eh, no próximo mês de agosto, no caso, após o recesso da Câmara, qual que será a nossa atividade? Vou deixar aqui o o Luiz sendo o nosso ponto focal com o gabinete. Focar o ponte aqui, é pra gente acertar. O Márcio falou que inclusive ele que garante a disciplina e a participação das pessoas, então a gente concentra para definir a temática e aí a gente ajustar o horário também na próxima reunião, se a gente vai fazer às 10 da manhã lá na Câmara de Comércio, vai fazer aqui e a temática certinha, tá bom? Tá bom. E agradeço muito, vereadora. Muito obrigado. Imagina, eu que agradeço a presença aqui do Carlos Carlão, nosso Carlão aqui do do Peta. Agradecer também o Maurinei, que teve presente aqui, que é o vice-presidente de relações institucionais da Câmara de Comércio. Agradecer a presença do Paulo, que é diretor de câmbio também da Câmara de Comércio. agradecer a presença do Luiz, sempre presente e participativo, que é o vice-presidente de comunicação da Câmara de Comércio e do Márcio, que não é a primeira vez, né, mas desse início reinício de parceria com a a comissão também presente aqui e agradecer também todos os servidores da Câmara que ajudam essa sessão acontecer. E com isso eu declaro encerrada a quinta reunião ordinária da Comissão de Relações Internacionais da Câmara Munpal de Campinas. Muitíssimo obrigada. [Música] TV Câmara, Campinas.