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SIMPÓSIO SOBRE A CONSCIENTIZAÇÃO DA DISLEXIA - PART II
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SIMPÓSIO SOBRE A CONSCIENTIZAÇÃO DA DISLEXIA - PART II

33 views Publicado 25/10/2019 HD · 54:03

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[Música] a tv câmara campinas desde o início desta manhã e acontece aqui no plenário da câmara municipal de campinas um simpósio onde dislexia é o tema está sendo bem explorado tivemos a doutora silvia é nuno primeiro a primeira parte desta manhã e agora depois desse rápido intervalo é a doutora neuro psicóloga janaína augusto vai falar sobre dislexia mais sobre os mitos e verdades então dando continuidade a este simpósio convidamos você a ficar conosco apresentando janaina psicóloga especialista em neuropsicologia aplicada neurologia infantil pela unicamp formação e reabilitação neuropsicológica pela usp e membro do grupo de pesquisa normalidade neurovasculares na infância adolescência e pesquisadora do desapego e membro da equipe do se abre [Aplausos] bom primeiramente bom dia a todos queria agradecer o convite né eu vou falar pra falar sobre um assunto muito importante que a dislexia pra mim hoje é um desafio está aqui na frente vou tentar e é passar para vocês da melhor maneira possível eu vou entrar em alguns assuntos aqui que a doutora silva já trouxe na primeira aula vou tentar me aprofundar mais em algumas outra em alguns outros aspectos aí tá então como já foi anunciado eu vou falar de dislexia mitos e verdades né a gente sabe que a dislexia ela tem volta e em diversos mitos né até mesmo por questões se diz é que se existe ou não existe né é uma das discussões aí né e ao longo da minha aula é eu quero passar para vocês aí essa questão dos mitos e também da das verdades que estão em volta sair do da dislexia tá bom então eu vou começar pelo conceito da dislexia né como a doutora silva colocou na primeira aula existem vários conceitos aí de dislexia né a primeira o primeiro conceito que eu trago é da associação internacional de dislexia que diz que a dislexia é caracterizada por alterações na decodificação reconhecimento é fluente de palavras e consequentemente na compreensão leitora o próximo conceito é um conceito mais atual nem que é do dsm 5 que vai falar das dificuldades no reconhecimento preciso ou dá ou fluente de palavras e problema na decodificação e ortografia né por esses dois conceitos vocês percebem que a dislexia é um défice fonológico então a gente está falando então de um transtorno que principalmente ele vai remeter muito a questão da linguagem né nós temos aí o modelo fonológico né dentro do modelo falou hoje então a gente tenha fonologia né e a dislexia então o défice é na fonologia a esse modelo esse esquema que eu trouxe aqui pra vocês é um esquema do dsm 5 a a dislexia então no dsm 5 está dentro do transtorno específico de aprendizagem né como a gente está falando então que é um déficit fonológico então ele vai trazer prejuízos aí na lei dura né como já tinha colocado anteriormente na precisão da leitura de palavras na velocidade ou influência da leitura e na compreensão leitora tá então na verdade na questão da compreensão leitora é na verdade ela fica como uma conseqüência e dessa dificuldade dessa baixa velocidade e ao ler essa fluência que não boa né e na pressão mesmo da da leitura no reconhecimento das palavras à então como eu coloquei lá em cima então no dsm 5 então a nomenclatura transtorno específico de aprendizagem com o prejuízo na leitura mas o próprio dsm-5 coloca como alternativa que a gente pode utilizar o termo dislexia tá eu vou começar a mostrar pra vocês aqui os critérios diagnósticos né até mesmo os que a gente está falando que é algo que existe então a gente precisa se basear em algumas teorias né pra trás de fato a gente é perceber se a criança né se o nosso paciente que ele preenche ou não os critérios então a gente precisa saber que critérios são esses né a gente está falando aí da dislexia a o primeiro critério como vocês podem perceber e pelo dsm é eu acho que é uma das grandes contribuições do que o do dsm traz é a importância da intervenção né ah eu identifiquei ali a que a minha criança tem dificuldade na leitura mas primeiro eu tenho que intervir nessa dificuldade que ela apresenta né e aí pode variar pode ser uma dificuldade na velocidade na fluência na compreensão entre o primeiro preciso intervir nessa dificuldade para depois eu pensando em uma possibilidade de dislexia e ele coloca até ali um período que seria o ideal né então de pelo menos seis meses então uma intervenção de pelo menos seis meses para a gente poder pensar a ace nós estamos falando de uma dislexia ou não né que nós sabemos que nós temos crianças que têm dificuldade em leitura mas que não necessariamente é dislexia tá por isso que é importante então essa criança vai passar por intervenção primeiro o próximo critério que é um critério muito importante né que independente é isso que nós estamos falando de professores e outros profissionais nós precisamos é conhecer o que é esperado para cada idade né mesmo quando a gente fala no processo de aprendizagem né quando a gente falando de desenvolvimento isso fica mais claro então a gente sabe que o bebê por volta de seis anos é esperado que ele começa a engatinhar no processo de aprendizagem acontece a mesma coisa tá então nós temos alguns marcos aí tá dentro do processo de aprendizagem nós precisamos verificar precisamos conhecer quais são esses marcos está uma outra contribuição importante é um outro critério que o dentro do do item b e ainda é a importância da avaliação com instrumentos de padronizados né então não é pegar qualquer instrumento e utilizar na criança né é utilizar a instrumentos que já foram comprovados científica lentes que de fato a vania aquele construto que a gente está querendo investigar na criança a critérios e ele ele traz a nenhuma uma referência à questão das demandas educacionais que vão surgir ao longo do do desenvolvimento dessa criança então inicialmente não necessariamente ela pode manifestar alguns sinais mas com o aumento da demanda educacional acadêmica ela pode sim começar a apresentar alguns sinais que podem nos remeter a dislexia a 1 e se o último critério do dsm 5 ele vai falar especificamente do diagnóstico diferencial tá nós temos aí alguns outros transtornos dentro do neurodesenvolvimento que podem ser confundidos com dislexia porque podem custar junto com uma dificuldade escolar tá então o critério de ele vai chamar nossa atenção exatamente pra isso tá que nós precisamos pensar em em exclusão então será que tem um outro quadro que justifica essa dificuldade na leitura que uma criança apresentando tá então na verdade resumidamente o que ele está falando é de diagnóstico diferencial que nós precisamos fazer eu trouxe aqui pra vocês o os critérios do da cidh e 10 né porque em termos de e ministério da saúde o serviço do sul normalmente o é baseado ali nos critérios de sm 10 né apesar de 10 m 10 daqui a três anos né entrar uma uma nova edição que vai ser o acidi 11 né vai estar muito mais próximo do dsm 5 mas ainda hoje o que o que vale mesmo em termos de suas ministério do trabalho a organização mundial da saúde é o dsm 10 até desculpa el cid 10 por isso que eu trouxe aqui os critérios tá bom o ocidente 10 é ele vai trazer também uma uma contribuição e aí a gente já começa a pensar nessa questão dos mitos que é a entre a inteligência precisa estar preservada tá então eu não posso desejar vou até adiantar um slide jogo você pra vocês mas eu não posso dizer que uma criança que tenha deficiência intelectual ela tem dislexia tá porque um dos critérios que eu tenho que levar em consideração essa inteligência da minha criança ela está preservada ou não tá novamente ele é ressalta se a importância dada à avaliação e que essa avaliação ela precisa ser administrada e com os testes padronizados instrumentos científicamente comprovados está no critério bl ele chama a atenção é pra algumas características que a gente deve observar né nessa criança principalmente nos estágios iniciais de aprendizagem né pra gente realmente começar a observar se de repente está falando de uma criança de risco ou não né não preciso necessariamente falar que é mas eu preciso pensar se eu tô diante de uma criança que é de risco ou não né pensando em professores então é aquela criança que talvez e recomendo aos pais é a o oriente os pais a buscar uma avaliação para entender melhor algumas dificuldades que eu posso te observando ali tá aqui também é que em mais algumas características que a gente deve observar né no período da da leitura né algumas características que a gente espera aí no numa criança de risco né eo eo critério de ele vai falar exatamente da dificuldade de compreensão em leitura né da dessa minha criança né ele está até madrid mar uma descrição ali né de dificuldade em fazer inferências no no texto unido né dia leva de elaborar uma resposta adequada ao texto a mediante o texto lido anne a diferentemente do dsm 5 10m 5 ele não faz ele não tem um item ali só falando de compreensão de leitura neocid 10 ele vai trazer ali o oe tem de compreensão e leitura bom até agora então do que eu apresentei pra você está e também pensando na primeira aula a então hoje que nós já sabemos que flexibilizaria é um transtorno do neurodesenvolvimento ou seja então é algo que vai acompanhar o indivíduo pelo resto da vida tá eu posso fazer intervenções que vão auxiliar que vão diminuir o impacto das dificuldades mas nós sabemos que uma vez com dislexia sempre dislexia os sintomas eles persistem mesmo após e fazer intervenções eu posso tento como falei pra vocês eu posso ter um ganho eu posso ter uma diminuição dos sintomas mas essa dificuldade de leitura na nessa fluência na compreensão ela vai permanecer tá as dificuldades elas têm que ser inesperadas para a realidade ah então por exemplo uma criança aos seis anos eu não vou esperar que ela faça inferências ao ler um texto porque isso não é esperado para essa idade já então a dificuldade ela tem que estar relacionada aquilo que eu espero que ela presente naquela idade tá e como falei pra vocês então é algo que persistem aí ao longo da vida desse desse indivíduo então ao longo da vida ele vai apresentar dificuldades relacionadas à leitura então pensando nisso a gente pode dizer então que não é dislexia e déficit sensoriais tá então eu posso ter uma criança lá na minha sala na minha sala com baixa visão talvez ela possa apresentar dificuldade de leitura mas eu não posso dizer que ela tem dislexia porque ela tem uma condição de base que me justificar essa dificuldade está ainda mais pensando quando a gente não faz adaptações necessárias então provavelmente vai ser uma criança que vai apresentar e dificuldade de aprendizagem provavelmente leitura mas em nenhum momento eu posso dizer que ela tem dislexia como já tinha adiantado pra vocês eu também não posso dizer que a dislexia se eu estiver diante de uma de uma criança com deficiência intelectual né na deficiência intelectual eu vou esperar uma série de dificuldades e não somente prejuízos na aprendizagem está na verdade prejuízos na aprendizagem eles vão ser secundários ao quadro de deficiência intelectual também eu não posso dizer quem é que tem uma dislexia no transtorno do espectro autista que a hotéis né nós sabemos hoje que as dificuldades de aprendizagem diferente alteia estão relacionados muito mais a questões do comportamento do tse então stereotyp aquele comportamento mais rígido de mais restrito de interesses restritos né além de dificuldade em resolução de problema ae então eu posso associar as dificuldades de aprendizagem e aprendizagem que o terra vai apresentar em função desses comportamentos e não por conta de uma dislexia assim como também não posso dizer é inflexível ainda mais pensando em dislexia do desenvolvimento quando estou diante de um quadro neurológico é um quadro que envolve uma lesão porque a gente está falando de uma de alterações estruturais né e não de alterações funcionais como a gente observa na dislexia tá além disso o último ali que é o tph ele é mais controverso né tem alguns autores que vão dizer que sim que pode ter com novidades eu tenho outros autores que vão dizer que não tá mas o que a gente observa ainda mais na na parte clínica né há a dificuldade que o cdh e vai apresentar está muito mais relacionada aos aspectos atencionais primários do que propriamente dito um défice fonológico então por exemplo quando ele está lendo um texto a gente observa que eles têm uma tendência maior é se perder ao longo do texto pular linhas e isso claro que vai vai prejudicar na hora de fazer as inferências de fazer uma interpretação então há muitos autores acaba entendendo que não te dh a atenção é que é o que é o que está alterado primariamente ele acaba interferindo em todo esse processo de aprendizagem diferente da delegacia que na verdade seria uma alteração mais secundária né e na verdade é uma uma alteração a tensional mais específica é eu vou eu vou mostrar pra vocês um artigo que fala exatamente sobre isso nessa alteração intencionada mais específica na dislexia a dizer que se ela não é causada por baixo as capacidades intelectuais como eu falei pra vocês existe aí na literatura tem diversos estudos já comprovado que são crianças uma inteligência preservada muitas até acima da da média daquilo que é esperado né então a gente não tá falando de uma criança que tem um rebaixamento da inteligência um rebaixamento intelectual por isso que a dislexia não é causada por baixo de capacidades intelectuais a a dislexia também ela não é não é causada por uma má qualidade no ensino a onu adotou silva colocou na primeira aula é nós temos aí vários métodos hoje né disponíveis no mercado mas nem todos são favoráveis para uma a processo de aprendizagem adequado àquele que nós esperamos tá e eu preciso levar isso em consideração também né então assim em que método essa criança está inserida quais são os estímulos que ela já foi exposta ali pensando em termos educacionais né então por isso que uma má qualidade de ensino e eu não posso considerar como dislexia né a gente sabe que infelizmente tem algumas escolas que passam praticamente o ano inteiro alunos em ter um professor né e aí eu posso dizer que ele tem dislexia por conta disso ou foi uma falta de oportunidade há também a dislexia também é uma família disfuncional né que a dinâmica familiar é é toda ruim em todo desfavorável também não vai causar uma dislexia está a recusa em aprender ela na verdade tem n motivos aí então eu posso ter uma recusa em aprender desde realmente uma criança com dificuldade de aprendizagem quando eu posso ter uma criar aquela criança com um perfil mais opositor que é mais difícil de lidar com ela tá então por isso que também não posso colocar aqui a recusa em aprender é um fator de risco na dislexia mas há uma coisa muito importante pra pra dizer que assim apesar de todos esses fatores eles não serem a causa da dislexia e eles vão propiciar um ambiente pobre shiloh e esse ambiente pobre estímulo ele com certeza vai refletir na aprendizagem dessa minha criança então talvez eu não falo de dislexia aqui mas eu falo de dificuldades escolares a então não é risco prazer cia mas é risco pra dificuldades escolares a gente sabe que uma família - estruturada a a criança vai ter um bom ter mais dificuldade mesmo é para se organizar né de pra estudos né ou para qualquer outra dificuldade que a gente que a gente observa aline já então na verdade são fatores para dificuldades escolares e não pra dislexia bom silva falou bastante respeito à i das causas de dislexia né é na verdade eu só vou dar uma pincelada né tem alguns artigos hoje é que falam a respeito de genes responsáveis pela leitura né na verdade eles são pesquisas que ainda estão ocorrendo não é mas a gente já sabe que existe uma base genética nem além da questão mesmo da herança familiar então é como o dutra silva colocou a gente vai fazer uma investigação na família aquela criança provavelmente nós vamos achar e alguns casos seja dth seja da própria dislexia seja de dificuldades de aprendizagem dentro daquela família tá então realmente existe uma comunidade muito forte entre fatores genéticos né se repetindo na próxima geração tá além disso nós temos aí algumas alterações anatômicas tá mas essas alterações aqui eu não tô falando de lesão tá são apenas alterações que a gente observa e ano no caso da dislexia principalmente relacionados à área de bronca ea área de verne além disso nós temos aí vários estudos principalmente com um avanço a ída da neuroimagem nós temos vários estudos aí que mostre um funcionamento diferente né do disléxico com um cérebro não disléxico nós temos aí a dentro da da ciência uma vasta aí é literatura comprovando a existência da dislexia e que esse disléxico ele funciona de uma maneira diferente a trouxe uma imagem aqui pra vocês é exatamente isso tá então ali o primeiro cérebro então é um cérebro de uma a uma criança típica o segundo é de um disléxico num processo de leitura tarde palavras então ali no primeiro vocês observam maliki tem três áreas ativas ali né então o verdinho maria hospital é responsável ele pra pela entrada da informação né depois ali o azulzinho ali o parental que analisaria as palavras né eo e o vermelhinho então é o é a área de brocar né que faz a linha conversão gráfico é gráfica fonema né então você observa que no no primeiro existe a ativação dos três campos ali no caso do do cérebro disléxico a gente observa que só tem a ativação de um único campo que a parte de conversão grafman fonema mas que vocês observam que a informação na verdade ela já entra de uma maneira inadequada quando ela vai chegar na área de broca para poder fazer a conversão então na verdade ela já vem toda alterada por isso que eles têm dificuldade nessa parte de conversão neves que a gente fala que é um défice fonológico exatamente em função disso tá porque a informação não chega já alterada ali nessa região tá então vejam vocês que é algo que é provado pela neuroimagem a não é nada algo inventado alguém aí para onde resolveu falar a dislexia não tem ascendência comprovando que de fato a gente está falando de um funcionamento diferente de um cérebro funciona diferente ah bom o importante aí também trazer pra vocês que assim está falando até agora que a dislexia odete fonológico né aqui nos remete a uma questão mais de linguagem mas hoje a gente já sabe que existem outras alterações também né que não é somente a parte fonológica e que a gente precisa também está em alerta e precisa ser investigado também então na verdade eu trouxe aqui pra vocês só dois aspectos mais importantes que são os aspectos cognitivos que que eu vou focar mais nas funções executivas e na atenção os aspectos emocionais que vão envolver principalmente é depressão ansiedade e baixa autoestima tá os aspectos emocionais eu não vou entrar no assunto porque à tarde a gente vai ter uma palestras exatamente falando sobre os desfechos nos aspectos emocionais na dislexia tá bom mas o que que essa função essas funções executivas aí que hoje né principalmente para quem é da área da neuropsicologia é o que está sendo bastante falado bastante divulgado aí a trouxe uma definição pra vocês né dodô que é funções executivas que o conjunto de habilidades mentais que permite ao indivíduo engajassem comportamentos orientados a um objetivo tá então na verdade é uma reunião de várias habilidades de várias funções que eu preciso utilizar para atingir um determinado objetivo tá tem alguns atores que vão colocar que as funções executivas é são as funções mais nobres do cérebro não é exatamente porque elas requerem ali né um desenvolvimento adequado para que eu possa atingir algo h atingiu o objetivo final a eu trouxe dois modelos de funções executivas tá que são os que são mais citados em ele terá tura esse primeiro modelinho é da professora daemon de um lado o canadá ela vai dividir as funções executivas em dois grupos básico e complexas de acordo aí com a teoria dela as funções executivas elas vão se desenvolver na ordem que eu coloquei aqui pra vocês tá a memória operacional ou memória de trabalho né dependendo do do teórico e vocês vão verificar é ela está mais à rossi relacionada à manipulação das informações a pensar em termos a escolares a gente vai utilizar ela bastante para fazer cálculos mentais e parafuso e também utilizada na na parte de interpretação de textos tá depois logo em seguida vem o controle inibitório que seria e é desde inibição de comportamentos inadequados até inibição de pensamentos tá depois a gente tenha flexibilidade cognitiva que é como se fosse um plano b nem tão a aquilo não só exatamente do jeito que eu quero então eu preciso pensar numa outra alternativa para uma outra resposta mais adequada para que eu possa atingir o meu objetivo depois ali nas mais complexas então a gente teria o planejamento que aí vai envolver e iniciativa né e provisão depois nós temos o raciocínio e resolução de de problemas a pensar em termos de dislexia tal que mais nós observamos aí a alteração é na memória de trabalho tá obviamente que eu falei pra vocês de manipulação de informações e alguns estudos vão trazer também a alterações no controle inibitório então na inibição de um comportamento mas é mais inadequado e inibição de pensamento está são as duas horas aí que a gente acabou observando é mais alterações ah mas isso não significa que eu possa que eu não posso ter um disléxico por exemplo com dificuldade de se planejar porque a gente vai entrar por exemplo em rotina de estudos né então quando a gente pensa em rotina de estudos vai impactar exatamente aqui no meu planejamento tá então eu posso ter um design estão também com alteração de planejamento esse aqui é um outro modelo de funções executivas que é do professor zelo azo a ele vai dividir as funções executivas em quentes e frias é o que vai ter de terminar aí né pra qual grupo que elas iriam as funções executivas quentes estão mais relacionadas a tudo aquilo que envolve emoção ou se ele estiver falando do sistema de recompensa tá então tudo que envolveu emoção e recompensa então taria dentro das funções executivas candy está as habilidades podem perceber que ela se modificam né até mesmo porque no estudo das funções executivas ainda não há um consenso exatamente de quais seria as habilidades que entraria no grupo de funções executivas por isso que tem ali uma alteração da das habilidades está aqui são as frias então não é que vá é que na verdade vão de encontro com o primeiro modelo que eu mostrei pra vocês das funções executivas básicas a que há entre a memória de trabalho controle inibitório flexibilidade cognitiva e o planejamento tá só lembrando que assim dentro de todas essas habilidades de funções executivas é cada uma elas se subdividem tá é que não é o objetivo aqui dá da apresentação até mesmo porque se fosse explicar cada uma que idade ficaria o dia inteiro aqui falando só sobre funções executivas a mas é importante vocês conhecer que o que é uma coisa que eu falei pra vocês é algo que está sendo muito divulgado hoje né a importância das funções executivas dentro do do processo de aprendizagem né por que tantas funções executivas quanto a atenção na verdade elas vão acompanhar todo o processo de releitura então desde a recepção daqueles estímulo que eu recebo para fazer a leitura até o processamento dessa informação e depois o planejamento ea resume a resolução além da resposta é que eu tenho que da frente aquela palavra que eu estou vendo tá então por isso que são dois aspectos importantes aí a pensão em questões de leitura aqui eu trouxe pra vocês um artigo tá ele é um artigo da puc lá no rio grande do sul a participaram a idéia dessa pesquisa é 20 crianças eles dividiram entre dez crianças com dislexia e dez crianças sem dislexia a o objetivo então era verificar o desempenho funções executivas de leitura né é nessas crianças e o que foi observado né que nas funções executivas a der alterada então a parte de memória de trabalho e o controle inibitório é perceber também que as crianças diversas elas em todas as tarefas que foram apresentadas europeus apresentaram uma lentidão maior tá quando a gente compara com as crianças do grupo controle então a gente observa que eles têm um desempenho mais lento para fazer as tarefas a além das alterações mesmo de leitura então aquela leitura é abaixo daquilo que nós esperávamos esse daqui um outro artigo é esse artigo na verdade é do nosso grupo lá da unicamp do desaprende ele também teve o objetivo de de verificar é o desempenho neuropsicológico e fonoaudiológico das crianças com dislexia também foram verificados alterações a e memória de trabalho em controle inibitório além disso foi verificado alterações na parte de memória de curto prazo e fluência verbal nem pensando exatamente no desempenho fonológico aí foi verificado também é dificuldade em tarefas que envolvia a nomeação né transposição aí fonema grafema em atividades que envolvia rima e segmentação a tudo é na verdade é tudo que eu já estou colocando pra vocês aqui em aula está na verdade agora eu só torço mostrando os artigos comprovando tudo isso que eu estou falando o a respeito da atenção tá é eu costumo dizer que a tensão é um pouco é um pouco mais difícil da gente define né porque todo mundo sabe o que é a atenção mas na hora de definir é é uma coisa complicada mas eu trouxe uma definição aqui que eu acho que é a mais coerente é que a capacidade do indivíduo de responder preto predominantemente aos estímulos que são significativos então eu peço atenção naquilo que tem significado se não tem significado fica muito mais difícil de prestar atenção a assim como acontece na na parte de funções executivas a gente também tem algumas divisões aí dentro da atenção tá tão só a título de conhecimento da atenção sustentada é aquela que a gente precisa focar numa determinada atividade por um período contínuo e repetitivo atenção alternada é aquela que eu preciso alternar o meu foco então por exemplo eu estou dirigindo e aí o semáforo ele fecha eu preciso então alternar minha atenção para verificar um que momentos em mafra ele vai abrir novamente com o processo de direção que eu preciso fazer tá a atenção dividida eu preciso manter um foco em dois ou mais filhos ao mesmo tempo e atenção seletiva eu preciso selecionar qual é o estilo que eu preciso prestar atenção frente a outros estímulos na então por exemplo dentro de uma sala de aula eu preciso então prestar atenção na na aula e inibe todos os outros estilos que estiverem volta então seja o meu amigo conversando seja alguém passando na frente da janela ou da porta e eu preciso inibe todos os estímulos para que eu posso prestar atenção aí naná algo né que o professor tiver dando mais um artigo que eu trago pra vocês que também é do nosso grupo apesar de falar de funções executivas eu queria falar a respeito da atenção à então que que esse estudo ele nos traz referente à atenção que nada se a gente vai observar se uma alteração a tensional porém essa alteração a tensional ela está muito mais ligada quando eu aprender é relacionada a estímulos de conteúdos e verbais ou seja então eu percebo que a criança com dislexia apresenta déficit atencionais quando ela tá vendo um texto ou quando ela está fazendo qualquer estímulo que ela me remete a algo verbal aqui eu preciso ativar aquelas áreas né envolvidas na leitura se não for nenhum estímulo é dessa natureza aí eu não observo défice de atenção o nice por isso que eu falei pra vocês quando tá falando tdh a a essa talvez seja uma das grandes diferenças quando a gente pensa em alterações atencionais na seqüência e no td h eu acho difícil a as interferências intencionais está relacionada muito mais a estímulos verbais enquanto no td h é como eu coloquei ele pra vocês aí a explicação da diferença das atenções está muito mais na dificuldade de selecionar qual xingu que deve prestar atenção né ou manter o foco por um determinado tempo a então a gente observa é essa diferença está apesar de alguns autores mesmo assim colocarem o tph e dislexia no no mesmo grupo ali como com novidades sei que para vocês aqui um alguns sinais de alerta tá eu eu tentei dividir entre 10 ladha do da pré da pré-escola até o ensino médio tá até mesmo porque a gente sabe que essas crianças normalmente eu chego numa numa idade já um pouco mais avançada então normalmente não chega no consultório entre 10 e 11 anos de idade ah mas hoje a gente já sabe que existem sinais de alerta desde crianças pequenas então desde a pré-escola a gente já consegue colocar elas pelo menos em um quadro de risco né e fazer intervenções precoces a estão pensando nos sinais de alertas na pré-escola então o que a gente observa é a demora na formação de frases complexas troca de fonemas vocabular aquém da faixa etária dificuldades com rimas dificuldade em reproduzir histórias na sequência correta tá isso tudo a gente consegue observar lá na educação infantil tá lembra eu não estou falando de dislexia que há aqui a gente está falando de sinais de alerta de uma criança que pode entrar no grupo de risco afinal de contas a dislexia tem toda aquela questão na do processo de alfabetização ea gente precisa tomar cuidado com isso normalmente a gente acaba fazendo o diagnóstico dgc depois que passa esse processo de alfabetização mas mesmo assim a gente já tem alguns sinais de riscos aí a gente pode pensar pelo menos no processo de intervenção para essa criança ainda na pré escola há atraso para aprender cores formas e números dificuldade de escrever reconhecer as letras do próprio nome e problemas para contrair lembrar nomes de símbolos lá no fundamental nos primeiros anos iniciais aí de alfabetização quais são os alertas aí inversão da da grafia de letras e números lentidão ao copiar o conteúdo da lousa dificuldade para aprender as letras do alfabeto ea tabuada dificuldade ao soletrar separar e sequenciar os sons além disso dificuldade escrever com a letra cursiva dificuldade de identificar direita e esquerda hanta esses são sinais de alerta aí que a gente esperaria aí nos primeiros anos escolares à aquino fundamental 2 a 1 quais são os sinais aí de alerta e tendência inventar ao adivinhar as palavras dificuldade soletração resistência ler em voz alta dificuldade na organização da escrita do planejamento de tarefas lentidão a realizar as tarefas e dificuldade de compreender textos e problemas matemáticos a lá no ensino médio mas não tenho dificuldade para soletrar as palavras dificuldade na compreensão leitora e na expressão escrita um vocabulário empobrecido dificuldade para planejar elaborar textos escritos reproduzir histórias entender conceitos abstratos já volto então vejam vocês aí lembra daquilo que eu falei pra vocês no início tal ver com a importância que a gente precisa saber o que é esperado no processo de aprendizagem porque se a gente tem esse conhecimento a gente consegue identificar olha aqui há aquele aluno ali olha ele está com dificuldade nisso nisso nisso nisso nisso talvez seja o momento deixou a família e sugerir uma avaliação não quer dizer que eu to achando estou querendo dar um nome só quero entender melhor o que está acontecendo com esse meu aluno tá então por isso que é importante a gente saber em qual etapa de desenvolvimento aquela criança ela está tá pra que a gente possa fazer as orientações mais adequados e mesmo quando a gente pensa em profissionais né no próprio consultório né é será que aquilo que eu tô vendo né que eu estou avaliando será que a criança já deveria estar mais avançada você de repente aquilo que a escola coloca como dificuldade na verdade para a idade dela é esperado por isso que a gente precisa conhecer também essas etapas é no processo da aprendizagem também tá aí tem que os desfechos né então aquela criança que o na acaba não recebendo hoje o diagnóstico correto ou acaba recebendo um diagnóstico tardio né quais são os desfechos aí a só lembrando que eu não vou entrar em detalhes porque na verdade isso vai ser falado à tarde quando falar a respeito dos aspectos emocionais tá mas só pra vocês aí conhecerei quais são alguns desfechos que a gente já conhece a gente já sabe ah ah ah ah então são só crianças que vão ter uma tendência maior a ser invadido a escola tá principalmente aquela criança que ela nunca foi diagnosticada nunca foi feita uma intervenção tá então a gente percebe que é uma tendência maior deles e nem conseguiram terminar a escola tá além disso à medida que os anos vão passando e eles vão tendo consciência das suas dificuldades isso vai impactar tanto na autoestima tá então a gente observa que são crianças que têm uma tendência a maior a apresentar níveis de oxigênio mais baixos tá pensando numa auto estima ea gente já remete alguns quadros mais sintomáticos que podem lembrar uma depressão tá a além disso na na vida adulta são crianças que vão ter mais dificuldade de encontrar um trabalho mais adequado então vão ter dificuldades ainda parte ocupacional há por outro lado nós temos aí outros né e aí tem toda uma questão de ambiente doces finos o qual essa criança é a resposta que pode também apresentar em alguns comportamentos transtorno de conduta então e viajar para uma área mais de de criminalidade mesmo né por conta dessas dificuldades essas faltas de oportunidades que não foram dadas no no tempo certo no momento certo para essa criança a então aqui estão alguns desfechos que a gente já sabe quando não identificado corretamente a dislexia tá isso a gente pode pensar também nos outros transtornos neurodegenerativos momento quando eles não são diagnosticados de maneira correta também os dois são parecidos também tá bom como é que se dá então o processo de avaliação tá é novamente é que não é o objetivo a gente focar na avaliação é mas o que eu queria passar para vocês referente à variação é o único profissional ele não consegue dar esse diagnóstico de dislexia então a gente sempre fala não está no trabalho de interdisciplinaridade ou seja que vários profissionais de diversas áreas participem dessa avaliação pra gente entender é o qual é o perfil de criança que nós estamos falando quais são as dificuldades que ela apresenta então na verdade próprio diagnóstico de dislexia existem várias áreas envolvidas aí quais áreas seriam essas né então a gente teria a área da neuropsicologia que vem e que vai avaliar não só aqueles aspectos de funções executivas de atenção e mostrei pra vocês mas vai avaliar também a parte da inteligência da memória da da percepção os aspectos emocionais que também são importantes ser investigados há exatamente pensando nos desfechos que a gente já conhece da dislexia a é nós vamos precisar também do do profissional de fonoaudiologia gente está falando de um transtorno que é ligado à linguagem então não tem como eu pensava uma dislexia sem uma paciente ter passado por uma avaliação de fono thai é uma variação de linguagem que vai avaliar todos os aspectos de linguagem e não apenas se ele apresentar troca ou não a quando a gente pensa em uma avaliação de fono ela vai muito mais além do dadá questões as trocas tá precisa passar por todos os aspectos de linguagem aí que existem pra que a gente possa entender melhor e se essa criança tá eu vou precisar também da área de psicopedagogia a pra gente verificar em que momento aí pedagógico essa criança ela está ou até mesmo para a gente entender se a gente está falando de uma criança que chegou nessa dificuldade de leitura por uma falta de oportunidade por um método não tão adequado pra ela hoje a gente realmente fato falando de uma criança que por ventura pode apresentar dislexia utah eu preciso também da área de psicomotricidade tab que existem algumas alterações psicomotoras dentro do quadro de dislexia que precisa ser investigadas a e também é preciso da área médica tá pra gente descartar outras possibilidades aí então presença de 10 de sensoriais questões mais biológicas né e quando eu falo do médico tem duas a duas áreas importantes aí que a gente precisa pensar é que seria parte do neuro pediatra e apache psiquiatra está exatamente pensando nos desfechos está o psiquiatra ele vai ter totais condições áridas de nos dizer se de repente tem algum sinal aí de aspectos emocionais e de repente já estão aparecendo e que servem de sinais de alertas né pra gente recomendar uma psicoterapia ou ou até orientar os pais referente aos desfechos que de repente se a criança ela pode vir a apresentar tá então vejam vocês que não é um único profissional que fecha esse diagnóstico é na verdade é uma reunião de vários profissionais aí né e aqui o ideal é que depois que foi feito toda avaliação todos os profissionais possam sentar mostrar quais foram seus resultados discutir de fato sobre a avaliação de fato a gente confirmar se está falando de uma dislexia ou não tá e aí pra finalizar a eu fecho a então com o tema da aula que só os mitos e verdades está tão ruim de fato é mito é que exercia não existe é eu acho que o que foi apresentado até agora eu acho que ninguém pode sair daqui com a dúvida de que não existe né o que a gente trouxe aqui são comprovações científicas de que fato a dislexia lá existe né é algum alguns vão argumentar mas é algo novo até então nunca tinha sido falado mas se a gente foi buscar na literatura já tinha alguns casos sendo relatados com outros nomes né é a gente pega a história da selecção antigamente tinha o termo que se utilizava como cegueira verbal né para se referir a dislexia mas se a gente for pegar a história da dislexia tem casos sendo relatados aí na literatura desde o final do século 19 tá então se esse está sendo relatado desde o final do século 19 não posso dizer que é um é algo novo talvez hoje com o avanço da neurociência a gente tenha mais comprova é maneira de comprovar a existência da dislexia mas fato é que ela sempre esteve presente tá a além disso como a gente já falou dos problemas sensoriais né então se o diante de uma criança com problemas setoriais lá eu não posso falar que tem dislexia né e não e só que é importante dizer que são ou se as promessas sensoriais não corrigidos né a rebaixamento da inteligência que também já foi passado pra vocês né problemas emocionais primários está a à tarde a gente vai falar um pouquinho melhor o que seria esses problemas emocionais primários tá mas é importante os ataques também é um mito que se deve chegar apenas ocorre na infância como falei pra vocês ele é algo crônico anthony vai ao longo da vida eu posso ter um eu posso ter um adulto que não foi diagnosticado lá na infância com dislexia a isso eu e só pode acontecer mas se a gente for pegar investigue até fazer toda uma amnésia e detalhada a gente vai perceber que a dificuldade sempre esteve presente está também a dizer que se ela está associada à preguiça como a gente viu então está falando de um funcionamento diferente do que estou falando de um funcionamento diferente eu não posso dizer que ele é por conta de preguiça além disso os prejuízos que a gente observa eles não são somente na leitura então a gente tem prejuízo na parte ortográfica na parte de matemática a a claro que o prejuízo central é na leitura mas a gente pode ter prejuízos em outras áreas aí da aprendizagem né o que a verdade toda a base genética né que já foi falado aqui então e tem um cunho genético mesmo os lexus eles vão apresentar problemas emocionais de ordem secundárias né ela é rara a não então não é algo aí que você encontra todos os dias e toda hora então de fato a gente está falando de um transtorno raro existem alertas aí desde a primeira infância então diferente do que a gente pensava anteriormente então não é algo que a gente observa apenas durante o processo tá da escola então antes da o processo mesmo de alfabetização já existem aí os sinais de alerta a com as intervenções é possível diminuir os prejuízos né além da questão da aprendizagem que vai impactar essa aprendizagem como todo aí de cima dessa criança a esse aqui é só uma foto em que o pessoal do grupo a que eu trouxe pra vocês aí algumas referências que eu utilizei muito obrigada então presença de todos [Aplausos] o intervalo para almoço é por aqui perto tem alguns restaurantes também que dá para ir a pé ea gente retorna uma hora tá bom obrigada terminou neste momento a primeira parte deste simpósio onde dislexia é o tema vários profissionais estão sendo então expondo os seus pontos de vista suas pesquisas e na parte da tarde esse simpósio continua porém não será transmitido pela tv câmara mas você que está acompanhando desde a manhã pelas redes sociais ou mesmo pela tv você pode vir aqui para o plenário é aberto evento e você pode participar então aqui no plenário da câmara na avenida roberto mange 66 basta vir e acomodar se para as palestras da tarde que vão abordar a programa de intervenção na escola com a mestre fernanda carolina silva e também é adaptação curricular na dislexia com doutora sonia rodrigues além de problemas emocionais nos tanto transtorno de aprendizagem com a mestre fernanda e além da de um momento de dúvidas e perguntas com os palestrantes deste simpósio você está convidado não só assistir à tv câmara continuar com a programação mais vir pra cá e acompanhar a este simpósio então fique agora com a programação normal da tv câmara campinas obrigado a tv câmara campinas
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