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[Música] a tv câmara campinas lá mais uma vez bom dia pra você que nos acompanha pela tv câmara campinas nós voltamos a falar ao vivo aqui no plenário josé maria mattosinho onde hoje e também amanhã está acontecendo seminário de inovação em governo são o ciclo de palestras promovidos pela prefeitura de campinas em parceria com a câmara municipal por meio da elecam a escola do legislativo campineiro e agora nós vamos acompanhar a palestra do senhor e derlei majolo ele que é supervisor nacional do sistema público de escrituração digital da receita federal do brasil vai discorrer sobre as novidades e os desafios dessa área na gestão pública e nós vamos acompanhar esta palestra ao vivo e vai ter início agora com a apresentação do cerimonialista aqui na câmara municipal o bruno assis botamos agora então com a segunda palestra desta manhã com o tema sistema público de escrituração digital novidades e desafios com o senhor e derlei majolo nosso palestrante é auditor fiscal da receita federal do brasil graduado em direito pela universidade federal do paraná graduando em contabilidade pela fipecafi liga ou master in business e lol pela ibmec foi membro da equipe de especificação e desenvolvimento do sistema público de escrituração digital o speedy nos sistemas da escrituração contábil digital e cd e escrituração contábil fiscal ecf atualmente exerce a função de supervisor nacional do speedy na receita federal trabalhou por 15 anos na iniciativa privada com projetos de tecnologia da informação fique agora então com o nosso palestrante e derlei majolo bom dia pessoal bom dia já todos prazer estar aqui com vocês e agradecer a união é quando esse convite pra gente poder ter conversando com um pouco com vocês sobre os trabalhos que têm sido feitos no sped é o que está aqui não é o que a gente tá com a idéia de trazer aqui esse tema para este seminário de de inovação em governo a gente vai falar o quê aqui a gente vai mostrar um pouco aqui do histórico do que o sped tem feito em termos de inovação ao longo dos últimos anos e os desafios que nós temos ainda pela frente é o fato de a espécie ter sido um caso de sucesso que a gente tem conseguido fazer trazer inovações e tecnologia trazem também muitos desafios para conseguir vencer novas barreiras nem tão objetivo que a gente está aqui mostrar um pouco como é que tem sido feito esse trabalho ao longo dos anos né a gente tem assim entregue a alguns desafios quando a gente fala em inovação no setor público e eu vou pegar aqui um pouco a frase do do vereador rocinha que falou no início da questão como é difícil a gente em inovar no setor público porque diferente da anistia privado onde tudo é permitido com exceção de aquilo que é proibido nem o que não é proibido é permitido para nós não nos nunes no setor público nós temos que nos ater à lei então seguir o caminho que já está posto não temos esse desafio o desafio o outro também muito grande que nós enfrentamos é a questão dos quatro entes federativos então fazer um trabalho de inovação no governo que envolva a união estados distrito federal e municípios é complicado a gente tem que cada índio tem sua competência definida então como a gente vai fazer a integração como trabalhar de forma conjunta é bastante difícil então nós temos esse desafio e especificamente quando a gente fala de administração tributária nós temos um um desafio além é porque ele está em itajaí está falando de arrecadação da arrecadação tributária está falando do do do dinheiro que movimenta todo ou todo mundo todo as públicas do estado que paga as aposentadorias então qualquer inovação que estraga xtream tem que pesar isso a gente não pode é a gente tem inovado novata que pensar novas idéias tem mas tem que ter essa responsabilidade de não mexer com a arrecadação tributária de uma forma agressiva e porque qualquer queda de arrecadação com base numa forma diferente de prestar informações ou de apuração de tributos impacto ao estado então esse é um desafio também que a gente tem que pensar e tem que levar em consideração então quem qual é a os dois emblemas nós temos nós temos que facilitar o cumprimento de obrigações pelo contribuinte ou seja o cumprimento o que ele tem que prestar informações e apuração de tributos é tem que ser facilitado e ao mesmo tempo a gente não pode perder a integridade dos dados não pode a dizer olha o que você não precisa prestar tais informações mas a gente precisa de vários dados para poder exercer a actividade de estado de educação tributária então esse é um dilema a gente tem que sempre esse contraponto entre o que nós precisamos para exercer a atividade diversos aquilo que não extrapola e dificultou demais a vida do contribuinte do cidadão eu peço aqui e sei que é assim um público de diversas áreas a gente vai como o sped está relacionado à administração tributária não é para falar um pouco mais da área tributária da gente mas também não mas de uma forma geral trazendo aqui pra vocês as idéias do que foi funcionou e da forma como você tem trabalhado nos últimos anos com os seus acertos e erros e o que isso nos traz pra gente poder trabalhar no futuro só ou um panorama do que nós como nós vamos trabalhar aqui a gente queria mostrar para vocês aqui um pouquinho do da introdução de fogo como é que vê a idéia do sped como é que surgiu isso lá atrás como qual foi o comando legal que nos deu a instrução para seguir esse caminho a falar um pouquinho de tudo de tudo isso que levou à construção do sistema produtivo ação digital de 2007 até hoje como eles têm trabalhado na sequência e um trabalhar um pouquinho com a contabilidade digital que chama recebeu a escrituração contábil digital explicar um pouquinho qual é a mãe dança que é um tanto mudança com é tanta mudança para apuração mudança tecnológica mas uma mudança comportamental nem um modelo de indução eu também a mudança comportamental é falar de escriturações fiscais e documentos fiscais digitais da então falar um pouquinho do panorama de como nós estamos trabalhando em relação a isso tá é a gente tinha um cenário gente até 2007 e não é só isso só foi atenuado mas como ainda continua um pouco de com um pouco complicado mas um cenário muito confuso de a gente usa esse gráfico para demonstrar a quantidade de obrigações acessórias pedidas por vários entes federativos às vezes por um mesmo ente federativo pedindo a mesma informação duas vezes de forma em momentos distintos aí a gente o contribuinte tendo que prestar para todos os entes federativos a mesma informação isso tudo era um emaranhado mesmo de incitação a gente tem esse cenário para isso pede que é o objetivo principal que a gente tenta resolver né com o sped então a gente tenta trazer resolver só que não se soluciona isso de uma hora para a outra solução ela é lenta gradual aos poucos com responsabilidade ea gente vai mostrando aquilo que tem feito pra pra poder chegar a esse resultado lá a idéia é o princípio a gente coloca sempre com a emenda constitucional de número 42 de 2003 e ela dá o comando legal para que a gente introduza ou ôôôô produza o modelo de cooperação entre os entes federativos né os agentes importantes atuem de forma integrada com o compartilhamento de cadastros informações fiscais então a gente tem um comando a mudança com a emenda continuam 42 fez essa alteração no artigo 37 da constituição federal trazendo esse comando legal para que a gente pudesse fazer esse trabalho e aí logo na seqüência houve uma várias discussões nos âmbitos zenatti snaps pra controlar as infrações tributárias estaduais municipais e federal e o decreto 6 022 lanús isso de 2007 cria o sped sistema público de escrituração digital em principalmente dizendo que tem que ser é unificar as formas buscará unificar as formas de validação e recepção de dados e fazer isso de forma eletrônica com utilização de chaves públicas né então ele traz isso a partir de uma tecnologia já presente lá vão dez anos atrás então da instrução para que a gente siga esse caminho não 602 foi falar sobre isso ea gente trabalha então com essas premissas desde então só tem aqui a primeira é com o nosso trabalho é um trabalho de colaboração colaborar colaboração é em tanto entre os entes federativos é buscar a colaboração da união com os estados municípios e distrito federal para poder fazer é soluções formas conjuntas é um trabalho de colaboração entre os órgãos federais e estaduais também ou seja um trabalho da receita federal junto com outras autarquias federais ou com outros órgãos da administração direta federal como é o caso do ministério do trabalho e ministério do trabalho atualmente secretaria especial de previdência e emprego é nós temos também essa colaboração com os contribuintes e aí a mãe no grosso uma nova forma de de trabalhar as informações a paradigma anormal da administração tributária sem foi de imposição de dizer é preciso estou dado a partir disso cria se uma obrigação acessória e pede tais dados e fala eu preciso dessa informação com o surgimento de spada o princípio da colaboração é que a gente atua de forma conjunta verificando o impacto disso na sociedade a gestão tributária ainda tem a prerrogativa de pedir os dados que ela entende necessário para fazer a sua função mas não pegará o o o contribuinte de surpresa começou a ser um trabalho uma premissa muito forte então nós temos é todos pede r chama de grupos de empresas piloto que assine um termo de convênio um convênio conosco então um termo de cooperação e começam a trabalhar é junto conosco para verificar o testes e homologar soluções então nós normalmente hoje ao fazer uma alteração onde tinha só uma minuta deixa pública uma minuta uma idéia de como a gente está querendo tá fazer dessa forma mudar ou pedir uma informação de forma diferente as empresas fazem suas críticas às empresas do piloto são chamadas apresenta as críticas nos revemos a situação a partir dessas experiências ea gente vai fazendo depois a implementação homologação de um sistema novo junto com as empresas só então pra colocar eles em produção ou seja pra ser obrigatório então é um processo contínuo de tentativa de solução de construção coletiva então hoje eu as premissas pattinson é a principal premissa é de colaboração não só entre os entes mas entre a administração tributária e os contribuintes outras outra premissa que estão a trabalhar em inovação inovação é trazer soluções tecnológicas novas o que temos de tecnologia e como nós podemos utilizá lá então eu vou mostrar pra vocês daqui a pouco a gente está utilizando idéias lage 2007 usa algumas tecnologias estamos pensando em soluções e adotando novas tecnologias ao todo novas soluções sempre com vistas a facilitar essa pressão de informações então vou estar sempre olhando o que tem de inovação e aplicando ela procede da forma como de uma forma responsável e aí de simplificação que é algo que permeia o sistema tributário hoje é um discurso muito presente né no nosso pai nosso país a idéia de simplificar ea gente aqui trabalha com a idéia de simplificar mesmo a gente é trad mini a quantidade integração o máximo possível que a gente consiga aqui a gente importante fazer é frisar aqui a gente trabalha dentro do sped com a legislação imposta então a legislação tributária é complexa ela é muito complexa e não quando você soma às legislação dos entes federativos ela é muito difícil de ser cumprida a gente isso é um caminho que deve ser visto a uma algo que o congresso agitada está trabalhando está analisando se a economia também propostas de solução de melhoria da legislação tributária só hospede ele vem para facilitar o cumprimento a legislação que já existe então dado que a legislação já exige que ela é complexa como fazer para que para facilitar o cumprimento dessa obrigação então a essa é a premissa a gente quando fala quem simplificação é sempre ficar a prestação da informação a partir da legislação já está posta gente não tem aqui propostas de alteração legislativa já que como se cumprir a legislação que já está posta como é que a gente faz isso e aqui nós temos os módulos que compõem esse sistema público de escrituração digital então a gente a gente começa lá em 2007 é na verdade um pouquinho antes de 2007 já começou a ser desenvolvida nota fiscal eletrônica que é uma solução de paz uma parceria muito grande entre os estados é é união para a construção de uma solução de nota fiscal eletrônica hoje é estar já tem já tem mais de dez anos em 12 anos já e hoje é uma atualmente tem cerca de dois bilhões e meio de notas fiscais eletrônicas emitidas então a gente tem não é só a emissão de nota nota tem os eventos nessas eventos são correções ou eventos que vão junto com a nota é isso ou vai pra casa dos passados 3 milhões eo repúdio de um repositório hoje aguardando desses 12 anos de uma média de 2 milhões de dois milhões dois milhões e meio nem por ano então é um número muito grande de notas fiscais emitidas e uma base muito grande de dados é então que começou lá atrás é um projeto muito grande a receita faz parte desse projeto e vou falar aqui mais detalhadamente como a gente atua depois ea gente vai começa um pouco antes em 2006 já começa especificado como a com o surgimento dos pés lá em 2007 a partir do decreto 6 022 se consolida isso e começa a ter sua vigência depois a gente começa a trabalhar nos pede fiscal sped fiscal é forma de prestação de informações e apuração do icms e do e do ipi então como ano-base base muito próximas surgiu a idéia de trabalhar na escrituração única então para que o contribuinte pudesse apresentar vou falar um pouquinho mais detalhadamente é só pegar na sequência do que a gente tem feito e na sequência foi assim a ef de contribuições da em 2012 também a substituição do modelo anterior para esse modelo digital já a gente começa com um documento fiscal depois começa a trazer essas situações que eram feitas de outra forma é o icms em suas formas de decoração é o ipea em forma de coração detenta transição para uma base única é mais coração única a perder contribuições existia uma outra forma de prestação das informações chamado da com que era um outro formulário é diferente a maneira de prestar informações de trás para essa base e tentando o trazer para o mundo digital ou seja uma formação uma prestação de informações eletrônicas dentro de um formato ea gente vai trabalhando isso vem a e cd ela nasceu junto com muito logo depois a nossa paleta única a idéia de ter uma contabilidade digital então a idéia é que você prestar essas informações de forma digital e não mais em papel nós vamos falar um pouco mais sobre isso depois e tudo isso foi construído dentro de um modelo então é um modelo de prestação de informações de blocos registros uma ideia que vai construir dentro de uma tecnologia que nós tínhamos nem no presente naquele momento e quando vem a a ecf já em 2014 ela já usar essa tecnologia aprimorando algumas idéias de exemplificação como por exemplo a idéia de integração com a contabilidade estão acéfalas como a seguinte premissa não vamos replicar dados que são prestados de uma em uma outra base então se o contribuinte já entregou a contabilidade digital ele não precisa prestar essas informações de novo sr recupera os dados apontaram da digital e o o o que cabe ao contribuinte a fazer suas as suas adições e exclusões fazer os ajustes para entregar o irs ou seja ela trabalha de forma totalmente integrada com a contabilidade isso é de um modelo de escrituração que foi feito ao longo dos anos voltava uma base tributável vamos pra federal que não tava aqui para apuração do formato do sped que era a contribuição previdenciária e aí vem o modelo da da fdr e do e social que era precisava ser trazer também trazer para esse mundo digital só que aí já foi a ideia como esta última já tinha uma nova ideia de prestação de informações e foi construído com outro modelo com o modelo não mais em encaminhar um arquivo txt com padronizado mas sim através de eventos xml explicar porque depois ou seja a transmitir isso é através de eventos e depois disso já fazem integração com a declaração do dos tributos por serem amigos então é um novo modelo que a gente gostaria de adotar para as demais situações estamos trabalhando pra ou seja a gente fecha o ciclo das corporações e começa a adaptar as coleções antigas por um novo modelo de prestação de informações mais integrado com o sistema os contribuintes está a gente tem aí em cima outros documentos fiscais também construídos junto com os estados em parceria como o nosso papel de consumidor é é a eletrônica nem substituir aquele cupom que era o ecf tivo é um jogo do nosso consumidor eletrônico que hoje é se a gente é se assusta com o número de notas fiscais eletrônicas na faixa dos 2.5 bilhões por ano nós pode consumidor tem um número cerca de oito vezes maior por ano então a gente passa da casa dos 12 bilhões de nosso consumidor emitidas ao ano o ct é com esse transporte então a gente tem esse é esses documentos fiscais o mpf também que é quando é multimodal tem mais de um cts tem o caso do mpf ea nota fiscal de serviço eletrônica que é onde vai falar um pouquinho depois que é uma idéia de uma é um modo que não nasceu que está em construção ainda que a idéia de integração das notas fiscais serviço mostrar um pouquinho o cenário pra vocês depois ea gente tenha central de balanços também em baixo ou já falar pra vocês sobre esse assunto vai começar aqui sobre aa e c d e e a gente tem cd vem lá de 2008 com a idéia de fazer essa mudança exatamente de um monte de papel um cenário digital a aacd foi discussões de natchez nem quantos transmissões tributárias com a idéia de deter as informações prazer sendo a atividade fiscal mas não precisa mais vale ficar tantos papéis e total para um modelo para poder entregar contabilidade próximos tributário foi definido um padrão começa em 2008 começa a ser obrigado número bem pequeno de contribuintes e depois que vai se consolidando vai-vai ele vai a gente começa a obrigar os contribuintes na entrega e entregar só que a gente viu uma mudança ao longo do tempo uma mudança cultural é de alteração também seja o próprio contribuinte começa ás texto a contabilidade forma digital sistema gestão muito padronizados formato de cd pois ele só entrega isso o fisco é então não precisa e não houve adaptar sua contabilidade é um sistema que não seja está fazendo um papel e depois tem que passar isso o sistema normalmente hoje o contribuinte está integrado a todas as operações isso vai pra um sistema e sai num formato que entrem é preciso entrega do sped a cd tem o que a contabilidade tem um livro diário livro é o livro razão balancetes diários em caso de assistência financeira e ele é isso isso é uma transmissão de um que em papel para o formato txt divididos com dados especificamente localizados dividido sair por um pai pe ou seja para que o sistema interprete que cada dado é eterno quando ele precisa olhar o manual seria exatamente teria que lhe á o que que tem que informar naquele campo di venere naquele momento naquela linha naquele registro uma nota lá para o desenvolvimento só que o contribuinte não faz isso na mão ele faz o sistema é uma noiva voltado para desenvolver software que adapta isso e pega as informações e coloca num arquivo e gera um arquivo txt que pode ser transmitido é validado num programa de c depois transmitido a gente tem hoje atualmente de cerca de um milhão de contabilidade entregues por ano então hoje é de empresa entregando em cd nem todos os contribuintes obrigados em o alguns contribuintes lucro presumido não precisam e do do simples também não são obrigados a entregar contabilidade mas muitos entregam mesmo não sendo obrigados e já vou mostrar pra vocês porque é porque o contribuinte será o modelo de funcionamento é muito xt e depois vai ao programa validador assina tem assinatura digital do computador do responsável pela empresa dizendo que aquelas informações ele está assumindo a responsabilidade por aquelas informações e transmitir isso para o sistema do sped e não em 2016 o processo de evolução desse modelo é o decreto 8 683 ele traz a a desnecessidade de autenticar a contabilidade na junta comercial se você entregou para o sped então hoje antigamente a empresa tinha um custo tinha que levar fazer a contabilidade no centro comercial agora dá um tempo pra quem enfrenta o comercial vai dar seu tempo ficasse para a ter validade e tinha uma tia das vítimas pede para fiscais ainda para fins comerciais ela tinha que fazer essa validação e agente em 2016 com o decreto 83 desobrigou ela tem que fazer autenticamente a aplicação da junta então transmitiu o sped está validado o sistema aceitou tal indicado e isso faz com que as empresas muitas empresas que não são obrigadas a entregar a conta a receber prefiro um tipo sped toque e para a junta comercial e e que vai ter um custo para autenticação lema aguardar um tempo para autenticação então isso era um grande indutor aí do processo de que as empresas bola passa entre a transmitir a receber para o sistema público a contratação digital é em 91 2018 é teve um outro decreto porque essa primeira só para as empresas com a cidade de registro e junta comercial e para as empresas com necessidade de registro e em registros de pessoas jurídicas ainda não tinha não tinha essa essa dispensa da obrigatoriedade de autenticação aí eu peço 9555 2018 veio também completou então hoje qualquer empresa se transmitiu a contabilidade não precisa mais fazer o registro na junta elimina esse custo nessa necessidade song um pano rapidamente é sim e vamos entrar muito nos detalhes assim basicamente a gente trabalha na contabilidade com registro ou seja é a uns e para as informações de uma forma com ela é prestado então a gente tem lá os principais são blocos né em dentro dos blocos registros que indicam que cada informação então a gente tem limpa o chão do bloco e que são os lançamentos principais no bloco j demonstrações contábeis o kaká é só para que empresas que têm que fazer demonstrações consolidadas os outros dois são apenas de de qom onde a abertura com dados da empresa e outro de controle é então bloco j principais no ipam bloco todos os lançamentos contábeis da empresa então tudo lá as informações têm que prestar as informações e no jc mostrar ações a gente já tinha é obrigava as demonstrações das empresas fazer essas reações de r eo balanço patrimonial e e dentro desse processo de evolução a gente vai gente chegou com a partir dessa questão de blocos a gente chegou no modelo da central de balanços qualquer a qualquer um a idéia da central de balanços era a gente tem um local único onde as empresas pudessem é a de publicar o seu balanço ou do balanço patrimonial e só dr e dizer pra fornecedores clientes com demais interessados olha se você quer ver meus dados e informações estão na central de balanços opel cnpj consultá-la é o modelo adotado em outros países a gente estava com ele faz alguns anos já que essa ideia surgiu desde o ano passado nós conseguimos fazer a especificação fazer os testes para estar pronto para a produção ea gente estava com a solução tecnológica praticamente pronta é esse ano e objetivo de deixá lo disponível para que os contribuintes pudessem publicar qualquer empresa pudesse publicar e deixá-la mais um mais um mais o o benefício era adquirida tirar um pouco do trabalho que o contribuinte teria de fazer uma demonstração de que nós já tínhamos a necessidade de lhe colocar essas informações na contabilidade para entrega para ambos é né pra uso das administrações tributárias então com a integração da central de balanços hoje contribuinte ele vem com vai lá entra logo com seu certificado digital ele consegue verificar todas as contabilidades que ele entregou para os pede e ele pode colocar só clicar e dizer olha eu quero publicar eu quero publicar a partir dessa contabilidade que entreguei por exemplo em 2018 o referente ao ano de 2008 que entregou em 2009 eu quero publicar a dar um clique e automaticamente esse tal de balanços já puxa da contabilidade entregue pública então é uma e dar mais uma garantia maior também para as outras os outros interessados que falou com essa demonstração ela é a quem entregou para desfrutar então é tem um a velocidade dela é muito mais forte assim a autenticidade dela né porque uma demonstração que talvez pudesse publicar no lugar ficou com receita da publicidade da veracidade ou não falta de balanços a ideia era essa integração com qualidade digital e nós nesse ano saiu o gol e não se o mp seu nome de 1892 hoje 91 5 891 que dispensou das empresas de capital aberto a publicação em um jornal nesta noite acompanhado está hoje ainda em trâmite no congresso nacional ainda está na kombi na comissão conjunta lá todo do congresso do do senado da câmara para discussão mas ela dispensou a publicação em jornais ou seja esse custo de publicação dos jornais dos demonstrativos contábeis e em fatos e os fatos também jurídicos importantes que têm que ser publicados foi a equipe dispensou com a dispensa do mp diz que a servir a mp diz que a cvm vai tratar do caso das companhias nas sociais abertas em um ato do homem sabe a economia vai definir o como vai funcionar para a semcias fechadas nisso nós tínhamos já a central de balanços já praticamente pronta e um gol um decreto do ministro recente agora no início do mês dizendo que a forma das s.as fechadas de prestar as informações seria através da central de balanços e definiu a data de 14 outubro pra iniciar o processo então 14 de outubro agora recente da central de balanços entrou no ar e começou a funcionar com as empresas publicando e ao publicação na central de balanços desobriga elas de fazerem isso nos jornais e seu custo de publicação de jornais então a gente está hoje com é o mais novo módulo do sped funcionando desde 14 outubro convido vocês aqui pra depois entrar em um site aqui tem só umas telas de como funciona mas no site gov esse novo formato em que o governo federal tem usado então gov.br barra central de balanços e vocês a partir de um cnpj podem consultar loja neste momento ainda tem não tem muitas empresas que prestaram informação porque elas vão fazer até nem relação ao trimestre passado tenha um mês pra fazer isso então provavelmente em novembro vai ter muito mais informações lá mas já podem consultar o e que já funciona com qualquer um é público é só parte do cnpj consegue ter as informações das funções prestadas e lá não só a essa integração contábil digital mas também um encontro que pode colocar um pdf pode colocar várias informações que quer comunicar com a sociedade pode ter na central de balanços são parte da elite é a contabilidade digital aí a gente tem as escritoras são digitais agora né então as situações é fora mas de apurar um tributo ou seja o contribuinte tem que fazer e demonstra através das escriturações pra gente como ele chegou a um determinado valor do tributo a ser pago então como nós temos vários tributos e várias bases tributáveis as questões são diferentes elas têm período os fãs de entrega são várias várias regras diferentes cada uma nasceu em um momento diferente tem trabalhado nas integrações delas e reduzindo a redundância mas eu vou mostrar pra vocês como ele trabalhou com elas ao longo do tempo primeiro com a primeira base é base circulação produção ou seja a gente tem aqui a tributos icms ipi e para trabalhar com essa foi a primeira que começou a ser trabalhado lá logo depois os segmentos pede lá em 2009 a incidência eo spi foi criado exatamente para tempo para integrar a as informações tanto os fiscos estaduais contudo federal então ela tem essa percepção a missão era vão prestar uma forma de informação uma vez só a mesma informação e os fiscos estaduais e federal eles pegam as informações que são necessárias para verificar o que têm os tributos só que nós temos é várias dificuldades a partir daí que é o primeiro a cada int federativa tem sua autonomia que exige suas obrigações acessórias para os seus tributos então cada cada ente federativo estado ele a competência pra ms e apuração do icms cobrança de icms definição da referência só que a carga os estados então os estados têm invadindo várias obrigações então a gente era difícil me grave ou para um outro modelo porque de repente esse modelo ainda não atendia completamente as necessidades de cada estado então isso foi um processo é um processo gradual para que assim para que os estados foi assim é é fossem participando disso então a amizade a idéia era que a gente pegasse todas as situações diferentes e tudo tivesse um modelo só mas ele é um processo complexo que a gente toma um pouco do modelo f10 mp como é que a gente definir o que vai entrar nessa exploração não é a receita federal que define é a partir de um grupo técnico dentro do confaz que se reúne periodicamente e definir como é que vai ser porque é o que é necessário para atender às necessidades dos estados e por votação se definia vamos criar um novo campo não vamos criar precisa disso pode retirar isso então isso é uma discussão conjunta e coletiva entre os estados ea união então cada ano e se discutem e novamente propõe uma alteração não é uma alteração e essa alteração depois de homologada junto com as empresas e depois passa a vir já com bastante antecedência e avisando que passa a valer a partir do ano seguinte só que mesmo com essa idéia em itu era muito difícil para os estados é das vezes fazer a migração porque depende das escriturações antiga seus sistemas internos ainda depende das restaurações antigas então eles adotam o fim deste mês paypass realmente hoje todos os estados da federação mais literal adoto pelo menos parcialmente fsb para alguma alguma função mas nem todos dispensaram as demais então a gente ainda tinha um cenário muito com um jogo difícil a gente matei a isso tem um projeto dentro do sped um gerente de projeto trabalhando com a idéia de simplificação de obrigações tributárias acessórias e mapeando e tentando contribuir ajudando os estados para que a gente possa reduzir a quantidade de obrigações acessórias duplicadas não seja que a gente ver quais são as necessidades como é que a gente pode fazer esse trabalho aí está um mapa que nós chamamos ficou muito está no portal despede nos atualizamos la no papel despede com frei com frequência cada alteração que a gente vê por exemplo citado mais escuros são os que têm mais obrigações acessórias vinculadas à cms os mais claros - já dispensaram bastante estão mais na tendência de ter uma só que seria feliz e me respeitam nós trabalhamos com esse mapa e atualizamos constantemente trabalhamos principalmente nos estados que estão mais escuros que tem mais que realmente a gente olha pra são paulo as coisas são paulo tem uma atividade industrial uma atividade muito mais complexa então a gente sabe que tem uma necessidade maior mas estamos trabalhando junto com o estado de são paulo já mapa já para trabalhar para uma uma dispensa de algumas obrigações entre e uma ligação é pra esse mesmo ipi e aqui a gente tem que chama de a explicação também e aí a gente tem o do lado esquerdo os estados que já adota deste mês p como principal obrigação acessória para apuração do do icms e do lado esquerdo do lado direito que não ainda não adotam que a gente tem trabalhado então a gente entende todos os que têm o tem uma indicação do mapa são os que já passaram do time de cima ipi como obrigação tributária principal as demais eles vão eliminando ele só precisa ainda nesse ano é de 2019 a gente já conteve é o distrito federal que tinha uma forma de apuração do icms muito diferente dos demais né até por causa da complexidade por envolver muito interativo onde tem esse sms é ele ele tinha um livro de escrituração fiscal e dispensou neste ano e passou a adotar só fim de semana ipi a gente teve uma dispensa também parcial no piauí de alguns contribuintes o grupo de contribuintes também passou a adotar fim deste mês p o rio de janeiro dispensou também o formato anterior e passou a adotar esse formato do sped então teve um decreto dizendo dispensando a giacchino outra forma de apuração e passando a fdsm respeitam alguns algumas questões que nos ensinando em algumas coisas do ano passado então a gente vai trabalhando gradualmente esse é um processo lento mas gradualmente para a convergência de uma forma é um digamos única mas estendendo a única forma de prestação de informação seja não havia redundância gente esse objetivo né a gente tem trabalhado com esse com essa ficou metrô mapeando e conversando com os estados entendendo quais são as necessidades para que a gente possa fazer isso então ajay qual outro ou transculturação conquistar falou agora a pouco a gente fora fdsm spi que trabalha com essa base de circulação e produção eles têm a partir de receitas que aí a base de pis e cofins e também foi uma migração lá em 2012 do modelo anterior o modelo digital e também tá trata dessas dessa forma ou seja de blocos registros um padrão de prestação das informações não tem não tem muita novidade esse modelo escondê lo é xixi e entende muito provavelmente vai haver uma mudança nem hoje as discussões tanto do das idéias todas as propostas de reforma tributária hoje sendo discutidas aí falam em alteração é do pis e cofins mas deve ter algumas mudanças nesse sentido nessa exploração nos próximos nos próximos meses ou um ano que vem a gente tem a outra base que é o de que a última deste modelo anterior é um rpg é o irpj ea csll nec é o bar do lucro e aí a gente trabalhou criar o ecf em 2014 substituindo o antigo modelo de projeção que era uma declaração e passou a perseguir escrituração digital e aqui ela é importante que ele trouxe para esse mundo digital de uma coisa um algo que era antes feito de uma forma declaração anual que era o josh do a quebra era o livro de apuração do lucro real ou seja o aluno relax que era feito adições e exclusões hoje vieram pra esse mundo digital que é ou seja você puxa os dados da contabilidade psf ea partir dos dados do resultado contábil vai fazendo os ajustes não seja adições e exclusões resultado de acordo com a legislação do imposto de renda ea partir disso chega no resultado lucro real para fazer para fazer o pagamento então o que é esse é a forma de demonstração de como chegou a ser votado mas ele vá a premissa foi criado a partir de não repetir as informações que estão na contabilidade então você puxa esses dados a contabilidade ea partir disso faz a justiça está a gente tem é em várias funcionalidades que este trabalho estava começando a trabalhar com o conceito novo que não tínhamos nas outras que a idéia de tabelas dinâmicas então alterações de legislação que antes precisavam fazer alterações programa hoje a gente consegue uma nova forma faz apenas algumas alterações tabela atualiza e com o contribuinte ao abrir o programa para validade diz ela tem que atualizar as tabelas de click a atualizar e já está atualizado o programa então conseguiu fazer uma adaptação decidir para evitar ficar fazendo alterações nos programas que antes eram de moradas e muito cara a gente trabalhou hoje com conceitos tabelas dinâmicas eu só queria explicar um pouquinho ou só para vocês agora é como ele apensados da então só um panorama geral aqui de blocos bem muito mais blocos que em chinês e dela se deram por bem menos nerd só tinha de principal lançamento de as demonstrações e quando a gente fala em apuração a gente tem que pensar em vários cenários que têm tanto tem vários blocos têm a gente tem que pensar na empresa que entrega o cd e empresas do lucro real é e pensar na empresa que é do lucro presumido que entregue em cd mas que a empresa documento que não entregue em cd a gente tem que pensar nas imo 224 estado nas empresas que provocará um livro-caixa que o do livro caixa então tem todas as várias opções aqui nem toda a nenhuma empresa vai preencher todos os blocos ela vai preencher de acordo com as suas características né então tudo isso é feito para que seja calculado para adaptar para todos os cenários de empresas ea gente tem ali é por exemplo uma 1 a sequência é se ele pega com a gente pega os dados a contabilidade a partir dos dados da contabilidade a gente faz o mapeamento de plano de contas porque a gente tem assim a contabilidade é livre com as contas que o contribuinte pode usar um nome para cada conta é livre a compra de livros mas ao apresentar isso por risco tem que apresentar isso um formato padronizado porque não dá pra gente ter um lar não dá pra ficar toda forma informação de forma é geral e aberta né então a gente tem um formato padronizado então tem que fazer um mapeamento das suas contas para um plano de contas do túnel um plano de contas padrão é que a cef tem não é só o modelo pra você a gente e aí houve algumas outras obrigações na sociedade por exemplo o brasil rs adotou o modelo do deps é uma ideia do dep somente relatório país a país que é uma informação para prestar para as outras reduções tributárias e também que a empresa recebe de outras isenções tributárias relacionamente asma uma empresa que opera em diversos países o brasil recebe os ela opera aqui no brasil a multinacional opera no aqui no brasil a sede um local onde fica a sede vai informar a com o qual é as informações que ela foi prestou na sede o brasil faz a mesma coisa aqui por exemplo uma empresa que é uma multinacional e do brasil está operando em outros países o brasil ea partir desse relatório país a país não informa as informações que recebeu dessa empresa multinacional para que os outros voluntários verifiquem se a informação está sendo pensado lá é condizente com o que ela prestou aqui isso faz parte de um acordo e isso tinha que ser feito de alguma forma e colocar houve uma idéia de integração e trazer isso percebe fazer um lugar único apesar de tão hoje não são poucas empresas que tem sido fazer isso no país mas está aqui também integrado na mesma forma junto com ecf ea outra a outro modelo é de de de apuração a gente tem aqui a rememoração na contribuição previdenciária e construtoras são previdenciária sua receita bruta era uma outra base e como como nós trabalhamos isso é uma forma diferente então um modelo que estava sendo atendido era formar um arquivo padronizado em transmiti-lo que acontecia usei r pesos dos contribuintes normalmente o próprio sistema e pegavam os dados que transformava nesse padrão gerar um arquivo txt xt era validado num programa que a receita federal disponibilizará vá e depois transmitido para o próprio sped com o novo modelo a gente tentou fazer uma integração direta entre o programa do contribuinte o rp e ea base dos pads em o pgd sem precisar validar então o o sistema do contribuinte automaticamente linkado ao sped e transmitir os dados diretamente e recebe um retorno do sistema dizendo ok está a aceitar esses dados então essa é uma ideia que com um arquivo xml utilizando uma tecnologia já diferente foi adotado tanto pra ir pro e social enquanto presidente enfim nesse modelo de 100 ml de transmissão de dados e aí a idéia é de integração neve do de da empresa software não seja também a idéia do social que veio lá atrás é de integração dos dados que eram necessárias tanto para receita caixa previdência social o antigo mt é o meu trabalho e emprego secretaria especial de previdência e trabalho é é e então é uma integração dos cidadãos de uma forma única transmitido de uma forma única é hoje passa o céu passa por algumas mudanças a partida da mp da liberdade econômica no projecto de lei conjunto com a converteu a lei tem algumas mudanças no social deve logo breve deve ser sair novas informações em relação a isso mas o formato de prestação de informação era exatamente você transmite direto os dados ficam lá no final do mês você vale daquelas informações ea declaração a que a gente chama de cpf web já está pronta já os dados foram transmitidos a contribuição válida ela pode fazer a declaração dos tributos que têm que ser pagos num formato diferente que aqui também tem código já só não só essa transmissão é pensada por um contribuinte maior média mas também a pensar o pequeno então o pequeno contribuinte também tem sua forma de prestação e um portal de acesso está se não precisa e não tiver um sistema integrado que pode fazer assim uma ação para prestar essa informação havia um portal de acesso a uma forma que a gente tem trabalhado muito para é conversar com o contribuinte é e e nós aprendemos muito com isso é através do portal do sped e principalmente através do fale conosco é a gente tem a gente tem equipes hoje para todas as situações que estamos falando a gente fale conosco então muito contra a gente pergunta a gente vai respondendo tentamos responder o mais rápido possível as informações que estão lá como como faz o preenchimento de isso não entende como faz isso a gente tem que se fale conosco no nas escrituras anuais o pico é perto da entrega então a gente tem lá e cd que entregam de maio o sf previsão de julho quando chega no último mês assim pico é muito grande e coloca uma equipe especial para fazer essas respostas e tentando responder no mesmo dia as informações solicitadas dúvidas de preenchimento sobre a exploração e as outras mensagens de pico perto a entrega mas é um pouco menos do que os 19 anuais só que a gente a gente tenta de minhas dúvidas vai apontando para uma no alto e vai atualizando manual a partir das duas que vão surgindo mas a gente aprende muito né está porque às vezes as situações fáticas são muito bons são ou é muito são muito mais complexas o que a gente consegue imaginar do que um ser um e dificilmente um ser humano consegue imaginar todas as formas que acontece no dia a dia então a demissão voluntária ela tenta pensar de todas as formas estamos dentro da nossas equipes de desenvolvimento pessoas muito experientes mas nem sempre a gente consegue estar dentro do imaginário todas as situações e muitas vezes vem uma questão via fale conosco para nós falou olha essa situação aqui é diferente não consigo prestar essa informação a organização fala isso ea partir disso nós fazemos alterações muitas alterações no programa são feitos a partir de informações que recebe fale conosco é um canal de comunicação com o contribuinte está e a gente tem lá e colocando a perguntas frequentes e tudo mais um canal de comunicação é que funciona muito bem em todas as informações que a gente tem novidade coloca no portal normalmente os a vários sites já da área já puxa as informações começam a espalhar a gente agora um pouquinho eu sei que o tempo tá vou falar um pouquinho do dos documentos fiscais e documentos fiscais é pará é sinalizar as transações que estão acontecendo tem foi verificar a tripulação e depois eles vão para as do produtor ações mostrando como vai ser apurado a nota eletrônica vamos já como falamos um pouquinho sobre como ela iniciou em 2007 e grande diferença dela é que ela muda do paradigma de papel para o modelo digital a nota hoje não é um papel mais a nota ela digital é um é o que tá guardado la numa base de dados representada por um número né então se você recebe um papel hoje ele chama o danfe é um documento de apoio e não mais ou ela não é nota que lula na nota nota é o que está registrado digitalmente né então muda esse modelo para que o xml e lá tem um número a chave de acesso à nota fiscal eletrônica essa seqüência de números e ela assim é identificada então houve essa mudança de paradigma a gente sabe a quantidade de economia em papel mas a facilidade de transmissão de informações hoje é muito importante a gente tem um modelo né cada hoje a responsabilidade para autenticar praticar a nota fiscal eletrônica do estado estado autêntica mas vou tentar autenticar transmitir isso o ambiente nacional do sped então o ano um ambiente nacional tem todas as notas fiscais eletrônicas se a operação vai para outro estado por exemplo algo que acontece aqui em são paulo e vai para outro estado age há um ambiente nacional transmite para o estado do rio pro estado para onde vai a transação então a gente tem um ambiente nacional guarda faz a interligação entre as informações entre estados diferentes na compartilhar essas informações em três estados diferentes isso é um modelo que foi criado em conjunto e tem funcionado com especificações um trabalho conjunto dos estados e da receita ea gente tem cada um levou à necessidade de alterações é definido dentro do confaz alguma necessidade de alterações são alterados uma multinacional também faz alterações na voz autêntica internacional a etapa está preparado para perceber cap dos estados não seja estados que têm algum problema a gente é acionar o backup e um bicho nacional entra pra suprir isso hoje a gente emite nós é um estado que usualmente nacional que é o estado do maranhão utilizou a multinacional para fazer reivindicações dos demais têm modelos próprios é dedicação o notebook tônica está funcionando tem nenhum caso já de 12 anos funcionam tem suas dificuldades seus problemas estão sendo resolvidos ao longo do tempo só que a gente tinha um cenário que a gente precisava tentar trabalhar que é nosso com serviço é isso a gente está é um projeto que está em gestação já há três anos e qualquer qualquer o problema qual o problema da nossa parceria é o problema que a gente enfrenta é um cenário do do modelo de no modelo do do modelo da federação brasileira com 5 mil 570 municípios que têm competência para escriturações de documentos fiscais apuração do iss para fazer isso de forma diferente então hoje potencialmente nós temos cinco mil quinhentos e setenta modelos diferentes com o serviço é ali que as diferenças para tipos de serviços iguais software diferentes declaração diferente então esse é um potencial hoje tem muitos municípios que usam nota fiscal ainda manual em muitos municípios que adotam a nota fiscal eletrônica é cerca de 800 em nota fiscal de serviço eletrônica municípios mas com padrões diferentes em cada município e tem muito mais simples que não tem muitos municípios que não têm nem a gestão tributária instaurado assim nessa forma viva de repasse né do simples repasse do fpm e não tem não tem esse modelo então não consegue não tem recurso para instaurar isso e começar a cobrar o iss então esse é um cenário que a gente é é e chegou pra poder fazer uma proposta de trabalho que nós estamos trabalhando em relação a isso a proposta de criar um padrão nacional pmfs esse é um projeto é de quem essa trabalhado por vários municípios no país junto com a receita federal junto com a abrasf nem associação brasileira das secretarias de finanças de capital junto com cmm para trabalhar sims confederação nacional de municípios cnm é para trabalhar esse modelo há três anos há há há três anos trabalhando em cima disso junto com especificando por ter as melhores práticas temos uma solução é é tecnológica quase pronta é praticamente pronta para entrar em operação mas basicamente a construção de um repositório e 11 no setor público né ante a idéia da nossa com serviço é criar um ambiente nacional de dados seja traz todos para a utilização também de todos os municípios é tem emissor público hebe themis ou mobile tem um portal la com as informações é uma secretaria de finanças nacional já vão aplicar rapidamente o web service guia única webb services é tetra pak em várias empresas que emitem notas fiscais notas de serviço em grande volume não precisa entrar no portal pode fazer isso de forma automática com fobia web services e uma guia única é a idéia é a seguinte uma empresa que trabalha em 100 municípios hoje ela tem que acompanhar sem legislações municipais saber as regras não verificar as datas acompanha legislação a idéia do portal seria o projeto ambicioso é que teria uma guia única para que pudesse ser pago todos os tributos municipais em todo ea gente fizesse um portão uma forma única de prestar as informações essa a grande ambição do projecto no entanto o projeto ele é modular né a gente tem trabalhado com os municípios de forma que cada um adote o projeto da forma como se entende melhor e para as suas necessidades por exemplo um município pequeno ele faz totalmente isso ele lusa o missô by usa toda alma andamento de dados nacional é nacional ele usa tudo o que tenha fornecido um êxito maior por exemplo é são a capital são paulo por exemplo ele continuará continuará autenticando suas notas mas com o compromisso de transmitir as notas para o âmbito nacional no formato do ambiente nacional em contrapartida recebe notas nomes nacional no formato do do padrão nacional inicialmente só essa compartilhamento depois pode adotando outras formas né então eu tenho esse trabalho que o município municípios menores em vários municípios pequenos e médios hoje aguardando o projeto entrar em produção para que a gente possa adotar esse formato os municípios grande são paulo rio de janeiro é é a gente tem da horizonte e curitiba vários municípios que estão com a gente participando desse projeto e ajudando nas especificações é campinas recentemente a gente fala fez aqui uma visita à secretaria de finanças para conversar e ele já encaminhou hoje para trabalhar alguns auditores dois auditores para trabalhar 20 começar a trabalhar juntos no projeto também porque esse é um cenário que eles querem facilitar o cumprimento da obrigação cada um respeitando a autonomia do município município tem autonomia ele entrar no projeto é um projeto de acordo modular a utilizar uma parte do projeto de acordo com aquilo que é interessante pra ele é mais assim tentar criar um padrão né e tirar essa complexidade isso é mais importante tirar contra o sistema que tirar a complexidade do contribuinte o contribuinte tem uma dificuldade enorme de acompanhar a legislação então a com hoje qualquer o portal a idéia é que o sistema tenha é tem um portal nacional para o controle da gestão do projeto como um todo e cada município em seu portal de controle soubemos que uma lei municipal altere a alíquota de iss de um determinado serviço é cabe ao município entrar no sistema fazer essa alteração dizem da determinado serviço passa a adotar uma lei que dá nova a partir disso é o contribuinte para ele também não precisa ficar acompanhando ele vai entrar no portal vai dizer o serviço que o estádio já está atualizado então ele não precisa fazer essa complexidade de acompanhamento da legislação fica a cargo do torcedor do fisco do controle do fisco municipal e do comitê gestor da nova o simples nacional gente eu sei meu horário avançou de tenho que esse layout simplificado a idéia é criar um modelo para a inclusão é de inclusão de de inclusão fiscal não seja o contribuinte que tem dificuldade para emitir notas têm já esteja já está desenvolvido um um app para isso também o app fiscal para que o contribuinte possa ter verificar todas as notas são emitidas para eles já têm isso o app também desenvolver um app fiscal ea gente melhora o ambiente de negócios a ideia que a obter um aumento da arrecadação para essa inclusão fiscal não seja a gente acaba incluindo gente hoje a ser os setores que estão na informalidade melhor a fiscalização tanto do entre docentes municipais quanto do da união também código onde está esse projeto neste momento com o status dele é nós hoje tenhamos tecnológicamente está pronto para para funcionar os municípios não conseguem de adotá lo ele tinha entende que vai ser gradualmente a adoção dos municípios em relação a isso hoje existe um projeto de lei que criava o comitê gestor do serviço do da nota fiscal de serviço nesse projeto foi aprovado no senado no ano passado e antes de se aprovar na câmara mudou a legislatura e acabou não sendo a prioridade ainda nesse ano da legislatura atual mas a gente tem trabalhado muito lá no congresso tentando mostrar a importância disso porque isso traz uma uma certa reforma tributária é mais uma forma da prestação de informações uma simplificação sem necessidade de alteração legislativa entretanto seja nos traz aqui um modelo simplificado o comitê gestor é importante para poder definir as regras em relação a isso e também o corte de custeio a gente tem trabalhado realmente é mostrando a importância do projeto para colocar pra começar a trabalhar com ele ea gente tem mostrado isso não tinha ti precisa de recursos de trabalhadores é um momento bastante difícil que todos estão vivendo mas a gente tem na agenda está convicto e do do benefício que esse projeto vai trazer e a gente tem condição o comitê gestor é muito importante para a definição de regras nem tem mostrado isso é importante mesmo que a gente não consiga esse comitê gestor está trabalhando com a idéia de começar alguns trará os municípios a adotarem esse modelo é a partir de convênios ou de uma lei municipal dotando e se esse modelo provavelmente facilitará o processo rapidamente para concluir tá né a gente vai fazer aquilo com o que está trabalhando essa comunicação os pés de uma forma de comunicação únicas a gente trouxe todas as situações para esse modelo do sped então uma integração é trazer todas as formas da comunicação única trabalhar cada vez mais com as corporações preenchidas ou seja já tens existem os dados a gente já traz atrás isso era preenchido praticamente só valide ea partir de então é é confirma os dados ou seja a gente tenta tirar o trabalho o máximo possível que a gente puder do contribuinte ea gente sempre trabalhando essa promessa de cooperação entre órgãos e e com os e com os contribuintes está gente desculpa pressa aqui é bastante informação mas com disposição e pode responder as dúvidas está obrigado [Aplausos] nós agradecemos o auditor é derlei majolo e teremos tempos pra cá perguntas não sei como vocês estão de horários com os horários de vocês então cinco minutinhos aqui pra para as perguntas caso queiram e lembrando que vai ser aqui à minha esquerda tá bom tem um microfone ali caso queiram é impressionante beleza indignados digital a gente é do show na nota fiscal eletrônica por exemplo são cerca de 22 pontos 5 bilhões por ano eles têm mas foi gradualmente foi aumentando ao longo dos anos na época e foram inicialmente eram só alguns contribuintes que eram obrigados depois foi aumentando a quantidade de contribuintes obrigados então a gente sai da casa dos milhões e vai pra casa dos bilhões assim ao longo desses 10 anos né hoje um volume extremamente expressivo nem de notas fiscais as escriturações nem o próprio país e de chegar na pré perto de um milhão de contabilidade de tais entregues por ano então gestão e muitas próximo da fase do prazo final né então é inicialmente lá em 2008 é só para os contribuintes maiores nelson correa ao primeiro ambiente no real é como e aí vai mais transmitir depois a gente vai trazendo outros contribuintes vai fazendo essas facilidades noite começa com um número muito pequeno no pódio 100 mil a seguinte começa a evoluir até chegar na casa dos hoje ano ano a gente aumenta mas muito é pouco mas em um milhão cerca de um milhão sempre divulga no portal do do sped também tem os números atualizados quanto são entregues no ano a gente ainda é cf na casa do ponto 1.2 milhões em cf escrituração contábil fiscal cerca de 1.2 milhões né porque tem muita gente que é obrigado efe que não é obrigado a ceder então a gente tem mais é que se f 1 rocks e de e quando a gente vai para as escriturações mensais é essa a gente a gente tem assim resumidamente assim é muito próximo de um milhão mês quando fala df de contribuições e fdsm spi é sempre mas nessa casa entre 12 e 13 milhões de escriturações que recebe por ano também mas a gente recebe mensalmente essas elaborações é um número bastante elevado nem nos fala da fd enfim ué que a apuração a apuração de tributos de tributos de contribuição previdenciária o número é essa é a gente trabalha com eventos nem são transmissões de eventos então você pega essas informações e hoje quer uma estruturação pega esse número de contribuintes obrigados multiplica pela quantidade de eventos então a gente tem na casa de 10 milhões de eventos de transição assim muito é muito é são bastante coisas mesmo muitos dados então o juiz pede uma base de dados muito grande né muito é muita informação que são transmitidas é um sistema que que têm essa capacidade de ter essa essa capa de processamento das informações e muitas informações de contribuintes transmitindo isso é num período muito curto que é mais um esperto da data de entrega mais uma vez muito obrigado ao nosso auditor que gentilmente fez aparece pra gente como vamos agora todos um almoço e voltaremos às 13 30 com a palestra o novo perfil do servidor público com o professor antônio napoli o almoço a todos [Aplausos] muito bem nós acompanhamos a palestra do auditor fiscal o e derlei majolo ele que é supervisor nacional do sistema público de escrituração digital e falou aqui no seminário de inovação em governo este evento promovido em parceria da câmara municipal de campinas com a prefeitura municipal a câmara municipal aqui com a iniciativa do eln e campi da ele canta escola do legislativo campineiro para você acompanhar toda a programação deste seminário que vai continuar no período da tarde também amanhã você pode acessar o site do portal do cidadão é o cidadão ponto campinas ponto s p ponto gov.br lá você pode inclusive fazer assim sá sua inscrição e ver comparecer pessoalmente aqui no plenário josé mariz mattosinho onde está sendo sediado este seminário a entrada fica na avenida engenheiro roberto mange número 66 é o plenário aqui da câmara municipal de campinas daqui a pouco ao meio dia 30 o jornal câmara a notícia com a apresentação do gabriel castro vai trazer todas as informações aqui do legislativo campineiro e logo mais à tarde ao o seminário volta a ser destaque na nossa programação da tv câmara campinas muito obrigado pela audiência por enquanto um bom dia [Música] a tv câmara campinas