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[Música] [Aplausos] olá hoje sala de aula vai falar dos brasileiros como é que a história do brasil está sendo contada nas escolas os povos indígenas e negros estou sendo retratados nós fomos atrás de especialistas ouvimos estudantes professores seja bem vindo ao debate o sala de aula está no ar no território verde-amarelo são mais de 200 milhões de moradores jeitos diferentes rostos também pintados por cores que vão muito além da bandeira é muito ligado nas nossas raízes né porque o povo brasileiro não só os nativos que estavam aqui antes dos colonizadores chegaram mas tem muita questão dos indígenas dos portos europeus e do donativos africanos europeus ocidentais indígenas e negros desenha o mapa brasileiro mas na escola uma diversidade está sendo retratada no brasil duas leis obrigam ensino dos povos africanos e indígenas nas escolas acho importante para a gente entender muita coisa do recorde de hoje em dia acho que a história é muito importante pra gente entender o que acontece no preconceito de hoje eu acho que muito do que aconteceu antes atrás reflete muito hoje é pra gente saber da nossa história é muito importante conhecer a nossa origem às nossas matrizes e muitas vezes os livros não são um retrato fiel da história brasileira até os alunos já perceberam que precisam aprender mais eu acho que existem livros didáticos de história sendo bastante nosso demais existem coisas assim archie que a gente vê e acho que não é não é aquilo são quadros romântico fábio idealizado não foi realmente o que é que ainda é muito além do que está escrito nos livros porque a do meio raso e meio ela disse é uma definição bem rasa então é legal a gente tem esse conhecimento igual a gente estava conversando com os africanos de conhecimentos em feiras oficinas e não só ficar no livre preso a isso vai muito além dos livros a gente participou de uma oficina que era um debate ea gente estava comentando que no fundamental a gente não aprende a gente não aprende nada sobre negro a gente não aprende nada sobre a áfrica e que muito pouco a gente vê no ensino médio então esse projeto que tem de consciência negra da semana da consciência negra na escola eu acho super importante para aprender de verdade muito mais do que a gente sabe que é bem superficial conhecer a história é se reconhecer olhar no espelho e se ver inserido na sociedade é uma forma de auto aceitação sabe você saber que cada detalhe será importante para alguma coisa não tem motivo pra você se sente inferior e nem ninguém de fazer sentir inferior quanto mais você conhece eu acho que mais diminuiu os preconceitos nesta escola de campinas a história também é ensinada fora dos livros atividades colocam a turma por dentro do beabá do retrato do brasil as atividades ela gira em torno de a parte literária do continente africano da própria geografia física do continente que diz conhecer um pouco mais cultura nesse momento a gente está tendo os alunos é assistir uma palestra de estudantes de intercâmbio de moçambique da unicamp que estão aqui falando um pouco sobre o país explicando como funciona a política à economia ea geografia física do lugar então a gente tem feito uma de uma forma para fazer com que esses alunos eles conheçam um pouco mais da cultura africana que também parte da nossa cultura a história se revela diante da turma esses moçambicanos levaram para a sala de aula a realidade da áfrica há pouco conhecimento é sobre a áfrica é para os brasileiros eu cheguei a ter uma idéia era ouvir alguém conseguirá a fita como se fosse um país a chuva africa é um condimento com mais de 50 países então é ter uma primeira ideia de poder partilhar informações sobre a áfrica em particular não sabe eu acho muito importante porque fica mais em média do que é laico áfrica do que moçambique para todo o brasil para uma parte dos brasileiros de scans política história e cultura os alunos se transformam através do conhecimento ele poder se reconhecer nem dentro do comum cidadão brasileiro e ajudar principalmente no respeito a gente tentar combater cada vez mais o racismo que ainda existe no brasil abrir os olhos com a ajuda da história traz bons reflexos sim eu acho que o racismo está muito ligada à ignorância e quando a gente continuar nessa ignorância nós nunca vamos mudar esse nosso pensamento racismo então tentar mudar essa norte puta' muito presente na nossa raiz já que foi uma colonização escravocrata então tenta tirar isso e ficar fora disso e tentar mudar a história do povo brasileiro como é que está sendo contada nas escolas e os indígenas e os negros como é que estão sendo retratados na sala de aula esse é o assunto de hoje aqui comigo estão alessandra luciana tudo bem tudo bom a gente sabe que existem duas frentes 2003 e 2008 estão sendo cumpridas olha lei 11645 a 08 que foi com efeito também as questões indígenas elas têm com rotativa nos espaços escolares mas o cumprimento delas ainda tá muito mais ligado à conscientização do profissional que está na sala de aula do que como uma prática pedagógica cotidiano não foi inserido ainda forma prática no currículo pedagógico então ela foi inserida mas ainda não é aplicada a gente percebe que tem muitas escolas que já absorveram e desenvolvem isso como uma prática pedagógica permanente e vão a cada ano tentando avançar nesses estudos mas a gente também tem escolas que ainda nos olham como abril dia do índio em novembro mês da consciência negra quanto temática pontual e não como educação étnico racial na perspectiva de inclusão dessas diversas etnias e povos na cultura e na história brasileira agora porque a importância a gente saber de fato luciano a nossa própria história eu acho que é importante é como falava estava falando alemão ela é assim realmente infelizmente ainda nas escolas tem algumas escolas que eu vou e que ainda não existe mesmo eles olham pra mim assim com ós habitantes reputou e isso é importante mandar ele para ele isso é uma surpresa que realmente alguns deles ainda têm aquela mentalidade de alguns pequenos assim é pergunta algumas coisas que a gente percebe que foi o que eles aprenderam então acha essa importância de mostrar que o indígena é indígena e uma pessoa comum é a diferença é a cultura é a cultura forma que ele vive então assim isso é importante nas escolas e realmente ainda está muito cru por mais que seja uma lei que já tem já vem de antes ainda tá ganhando além da fifa ainda não esperamos assim que o ano que vem seja uma coisa mais acolhedora porque realmente eles têm aquela e se percebe que existe uma vontade deles aprender tanto o professor que não conhece ainda como os alunos também olha você tocou em um assunto do professor professor está sendo preparado também para ensinar a história dos povos brasileiro é dito quanto à perspectiva que nós tivemos uma indicação totalmente ocidental e que não fomos educados no campo educacional pedagógico para conhecer a história dos povos indígenas dos povos africanos é uma lacuna ainda muito pouco é a gente percebe que os profissionais de modo geral não têm embasamento teórico e conhecimento para tratar o assunto mesmo tendo contato permanente com os povos negros porque os povos negros são povos étnicos né o povo negro não o povo único são é um povo essencialmente por algo que vem de um continente como os povos indígenas então essa ausência de informação contribui também para essa lacuna por essa razão por exemplo que nós criamos aqui na fazenda roseira em parceria com a casa de cultura aquarela univida uma pós-graduação em matriz africana para dialogar e formar profissionais de diversas áreas do conhecimento é indiferença os conhecimentos para ter essa aplicabilidade e estrutura de conhecimento para tratar esses assuntos porque passa você falou dessa complexidade e alessandra passa pela religião passa pela contribuição cultural passa pela contribuição política também isso tem que ser retratado né por exemplo na época que eu aprendi sobre a minha própria história eu só aprendi da época quanto os negros foram escravizadas mas tiveram também uma contribuição muito grande na construção no brasil né e quando a gente desconhece a nossa própria história qualquer reflexo disso sim eu tenho feito uma discussão que mais do que trabalhar a negritude que é fundamental trabalharmos a matriz africana não como adjetivo mas como conceito matriz africana é território é cultura é identidade é forma e é um povo pluriétnico então quando a gente está falando de população negra brasileira mesmo que tenha pagado os nossos documentos e destruindo com os nossos vínculos era uma forma a gente sabe que tem seu mal né intencionalmente nós somos um povos diversos e é por isso que temos diversas culturas então falar de negritude falar da presença negra no brasil dá sua contribuição é falar de ciência é falar de tecnologias é falar de formas de construção é pode diversos modos de vida é falar de diversas formas de religiosidade gosto muito da contribuição de azul da trindade quando ela faz aquela mangala né da dos afro-brasileiros eu acho que quando ela passa a limpo religiosidade e ancestralidade circularidade ela teria uma síntese da nossa diversidade em sim então malraux étnicos nós indígenas nós afro brasileiros afrodescendentes né na recuperação do termo agora nós somos um povo diversos os povos indígenas são ovos são plurais a negritude é plural ela resulta na seu dia a dia no seu cotidiano diversas práticas e não é à toa que discute a matriz africana hoje também perpassa pela questão da religiosidade quem hoje pratica as religiões de matrizes africanas não são corpos negros de sêmen então porque o negro que o macumbeiro o fim são corpos não livros que estão fazendo aí vai dentro nele reflexo é que cai no preconceito você desconhece né a história e cai no preconceito nem aí o bloqueio feito e carlos senso comum 'nesse é coisa de negro negro que pratica não o racismo inclusive que um pacto muito maior a matriz africana no campo da religiosidade é uma ciência religiosa de fé afro como tenha ciências indígenas de pactuação com licença ambiental porque nós somos povos que a nossa essência temos uma uma harmonia permanente com o ambiente esse reflexo de desequilíbrio ambiental não é causado pela nossa era a religião não há consenso geral sempre a nossa essência ancestral é o parte do ambiente não mais do que o culto a gente é parte a gente no olho ambiente como olha o ambiente está lá e nós estamos aqui o ambiente está em mais nós somos água nós somos então nós somos a os indígenas também dentro daquele raiva quando nós nascemos a gente aprende que a gente se conecta com a natureza a minha avó ela era uma tia mãe e assim o que gera maior conhecedor das ervas na aldeia ou conhecedor das ervas da mata da natureza então ela ficava muito tempo sem falar e aí isso me incomodava um pouco porque eu entendia então assim eu buscava entender o motivo dela fica muito tempo sozinha e que é a ela dizia que era por causa da conexão que ela não podia perder então assim a gente entende que infelizmente aqui as pessoas que nos olham né olha como se a gente fosse já deixa julga sem conhecer então creio eu que é por isso que isso é importante o conhecimento aqui fora porque nós fazemos nossos rituais nós acendemos o nosso objetivo aqui é uma coisa sagrada para a gente isso é uma dificuldade muito grande aqui fora porque se eu acendo meu objetivo aqui fora eu sou julgado como se eu tivesse usando alguma coisa ilícita eles não terminou e isso eles não eles na verdade eles não chegam a minha pergunta é sobre a minha amiga ancestralidade sobre a minha cultura o motivo de eu estar aprendendo sempre tinguá ele simplesmente vão me julgar por alguma coisa que não está acontecendo então esse conhecimento aqui fora é extremamente importante para não haver esse julgamento então por isso que a educação tem que mudar nessa ocasião né essa discussão é bastante antiga então tem que efetivamente trazer essa contribuição é dentro da sala de aula porque o alunos conhecem a sua própria história né não é essencial eu penso que é na sala de aula né a criança começa a ter acesso a e precisa se perceber como o outro quando ela entra na pré escola então ninguém nasce racista ninguém nasce pensando que algo ruim ou bom essa construção se dá dentro do espaço escolar do espaço educativo então é fundamental que o nosso país de um modo geral e entenda compreenda que racismo existe e que mais do que ter vergonha de se compreender como racista abraçe essa idéia de como seremos anti racista porque mais de identificar o racismo no outro é a gente não identificada quando que a gente com base nessa educação equivocadas que estivermos reproduzimos esse mesmo passivo é o primeiro passo porque eu compreendendo que isso existe eu passo a ter uma outra atenção eu lembro que elogiava natal porque todo natal a gente voltava bendita árvore de natal na escola e chegavam os anjinhos eu nunca fui estimulado a pintar o anjinho preto a cdu foi jorginho 01 ouro e se eu nunca ia ser um anjo é que a senhora pra mim que eu não era e não é eu não era mamãe noel que eu não era verdade já tem os anjinhos indígenas hoje os anjinhos orientais os registos de educação étnico-racial passa por inclusiva não é você falar de uma cultura falar de um povo em detrimento do outro é você falar hoje todos m eu sei que o senhor estava que todos sejam representados em grau de igualdade então qual é o princípio básico de uma boa educação ah eu tenho que contar um traço histórico da escravidão ou escravidão com 11 não vamos apagar nossa memória os povos africanos uma vez que tinha liberal capitalista óbvio que torcer na crônica que estou usando conceitos contemporâneos mas na perspectiva daquele período foi uma escravidão diferenciada porque foi a primeira vez que o escravo se torna objeto a escravidão no mundo era uma prática de escravidão na áfrica havia escravidão no oriente havia escravidão todos os lugares dos povos antigos agora a escravidão ela é inserida numa perspectiva tiba de sociedade ou era de troca era de guerra que esses escravos no meu carnaval ele tinga à escravidão africana foi a primeira escravidão que objetiva que torna objeto o corpo que há um ano então ou escravo pede a sua humanidade ele se torna um celular uma mesma mercadoria ou venda do hotel rambo quebra não falar dessa população no brasil é falar de uma população que deixa de ser humana e depois é reorganizada e que quando a alma uma libertação uma punição não há nenhum tipo de política de equidade e falar dos povos indígenas é falar em alguma medida de povos que já estava já estavam aqui que era o dono desse território e que foram absurdamente eliminados arrancados na essência feminina que não foi porque ela só mobilizados de território ele sobre raça sexo ou eles ou moto eles foram apagados né apagados em sua identidade apagados em direito que ainda hoje tem que ser repostos em ainda hoje a gente escuta governantes discutindo questões quilombolas e discutindo questões indígenas com grau de ignorância histórica em que não é só uma perspectiva de conceito né a gente percebe que as pessoas não conhecem a história de um povo que não conhece a história ele não tem identidade constituída se eu não sei da onde vem no campo do indivíduo eu tenho uma grande lacuna porque eu posso ter um corpo livro que é o que acontece aqui no brasil eu posso carregar o corpo negro e não tem uma identidade negra porque não fui educado não foi informado não tinha acesso tem essa esses elementos é essa concepção da idéia errônea negro mas eu não tenho identidade negra consolidada e aí o desafio do professor às vezes ele encontra uma criança negra ele vai falar mas você é o negro não lembro de ver a mãe mais negra é falar quem é você chama meu filho dinheiro é maneiro é a itv em uma outra criança de falar você amor e nem o que tem a mesma ambientação mais clara veio a mãe às vezes muito mais claro aqui a outra fala não faz assim com meu filho porque ele é negro óbvio o racismo colocou a questão de negritude no campo da pele mas no campo da identidade então olhar e tem ainda quem tem uma consolidar uma identidade consolidada entretanto todo o reflexo social desse corpo cidade independente da identidade com o café enfim independente de eu ter consciência consegue apertar ou também foi um jovem negro é quem mais morre a mulher negra é que menos gastam l o neno teve um salário menor nós não temos é ainda uma representatividade em grau de igualdade né nas mídias é o dependente é uma oportunidade que temos uma jornalista global é a hora não é raro ainda as muretas ainda não garantem é é um garante essa diversidade como a índia a gente não tenham tem repórteres indígenas não então como é que a gente vai fortalecer a identidade dos indígenas mesmo sabendo que é um pobre é quem só colhi éticos se eles não se vêem na imprensa se eles não se vêem na televisão se eles vão sê lo ganhar essa é bem cuidado e apenas hoje se fortalecerem identitária mente olha a gente vai fazer uma pausa e agora eu preciso fazer um trabalho mais daqui a pouco a gente volta para o nosso futebol e você quer usar foi não sai daí que rapidinho [Música] [Aplausos] [Aplausos] [Música] o sala de aula está de volta a gente vai continuar nessa discussão aqui comigo continuar luciano e alessandro luciana você também viveu um caso dentro da sua família de racismo com sua neta ou desse conhecimento da cultura infelizmente assim que é eu lembro que quando eu vim porque assim a minha mãe é branca meu pai indígenas e de criar a meu pai veio ver nascer no rio grande do sul meus avós é a argentina e paraguai só que minha mãe é branca então assim eu sempre estudei fora nós indígenas só falamos o português a partir dos 6 anos quando a gente entra na primeira série eu creio que seja uma forma de manter nossa cultura pneu então depois começa o português então assim quando eu estudei que eu vim estudar fora que a gente indígena não pôde estudar só que como minha mãe era branco então ela fazia questão de estudar no então eu estudava eu passava por alguns preconceitos só que aquilo pra mim não me não trouxe pra mim é pro meu futuro num eu não trouxe o senhor solitário subir ltda até porque eu tenho uma família que me acolheu e é eu era o que eu era sempre foi minha mãe sempre deixou bem claro que eu era indígena que eu deveria é ter orgulho disso só que quando eu vim pra campinas que nós somos de bertioga a minha aldeia é de lá meu dia foi feita lá em 1940 pelos meus avós e quando nós vemos de lá eu fiquei com medo pelo meu neto então quando meu neto entrou na escola foi muito complicado porque eu tinha medo ele sofreu o que eu sofri e e aí eu fui lá e de sete palestras na escola pra mostrar que ele era uma criança como qualquer outra que vinha de uma cultura diferente mas que ele brincava ele comia por que as crianças tinham animais e come o que você dorme aonde então assim na verdade as crianças foi mais acolhedor com ele do que é um preconceito é foi aquilo que a tele santana falou ninguém é isso que você olhar e eguren alk que olha que ela falou é verdade eu acho que nós temos a chance hoje de mudar com as crianças porque é esse o foco é mudar porque é já começar nessa base essa formação a base reconhecer e de reconheceu eles né mas eu aqui infelizmente sendo campinas eu ainda tive passei por uma situação que estava muito ruim e fui no hospital e quando a moça nível ela falou pra mim que não me aplicar a injeção porque eu estava com as pernas e ela me pediu que eu tirasse e eu falei que não ia tirar então o que ela arrumasse uma outra pessoa que me aplicar a injeção mas eu não iria tirar não iria deixar de ser quem eu sou pra que ela pudesse aplicar uma injeção então assim foi uma coisa que eu na hora assim eu fiquei pensando meu deus será que ainda há gente passa por isso realmente paga por isso acredita é porque você fica assim nosso meio racismo refere ele trai além dessas conseqüências que nossa falou da falta de representatividade é verdade mas tem a questão individual também sim porque daí você fica pensando meu deus será que eu vou ter que deixar realmente de ser quem eu sou então creio eu que quando isso acontece com uma criança indígena que é por isso que nós estamos assim eu estou muito engajada nessa nessa parte por ser uma coordenadora hoje do etna cidade que isso aconteceu começo do ano que eu conheci o alessandro oliveira assim por uma questão de uma feira indígena foi muito com incidências né que acontece na vida e aí ele me convidou para fazer parte do oeste na cidade e por isso que o etna cidade está muito engajada nessa forma de mostrar que nós somos pessoas com agora luciana é bom porque a gente fala sobre campinas que a representatividade indígena é muito grande muito o leme fala que a equipe de campinas é a terceira cidade do estado com o maior número de indígenas isso foi no censo de 2000 em 2010 quer dizer são dez anos de diferença então quer dizer em 2020 e creio eu que o indígena ou tem multiplicou isso pelo fato da unicamp nós temos na unicamp 64 indígenas assim onde o indígena vai ele leva a família então colocamos que a gente tem 100 indígenas só na moradia e da unicamp e tem uma questão que até você comentou comigo antes de a gente começar a gravar que às vezes tem um indígena que ele mesmo sabe que ele é um líder na então taxa e também essa questão da camisa foi o próprio isso a nossa busca é essa porque assim a gente descobriu também que tem alguns indígenas que acaba não falando que é indígena pelo medo do que ele possa sofrer e fortalecimento entende que é meu mas notei foi que você falou nessa questão do negro é tão visível que ele é negro né mas nem sempre aquela pessoa tela com ela a consciência né é de legitimidade política estói sal dentro dela então é uma busca constante para a gente porque os indígenas se acolhe então a nossa a nossa vontade hoje é que eles venham até a gente possa ea gente possa entender que nós estamos aqui que eles possam entender que a gente tá aqui pra ajudar a gente quer sim porque nós somos 305 povos no brasil foi o que ele falou e nós não somos um povo o único povo nós somos 305 mais de 200 línguas diferentes então assim a unicamp trouxe 64 indígenas com as famílias mas são 20 etnias diferentes e entre nós independente da agentes e da mesma etnia é ela lembrando que a gente assim falar a palavra índio ea palavra tribo em para algum deles é ofensivo eles não gostam porque foi o grande trunfo deu isso foi branco que deu então eles não gostam eu entendo porque eu convivo não dei convívio aqui fora então a gente tem que aprender a lidar com as aproveitou é não é indígena o nativo e sim uma tribo é o de aldeia em povos ou etnias porque é mais fácil você me chamar de arame guarani do que me chamar de índio então eu prefiro que você me chama olha amigo para mim porque assim você está falando do meu corpo é por isso que eu tenho uma identidade a perspectiva a modesta também alguns termos né em relação à comunidade negra né que não se pode ser adotado que a ajuda acirra o racismo né algumas palavras como denegrir nossa nelas ano então o professor estava curado e escureceu né então tem que se tornar a coisa ficou preta é então é um professor tem consciência disso também fala agora também quero ressaltar que também temos hoje no os professores conscientes sim que são os nossos parceiros que estão no corpos negros e não negros mas que tem feito um esforço inclusive individual porque às vezes o governo não estimulam da ferramenta adequada para que eles possam passar por uma formação então a gente vê às vezes o governo incentivando e possibilitando formações em horários inadequados tempo possam voltar à minha frente então tem uma série de questões que têm que ser readequados mas a gente também co luta felizmente nesse momento é que a gente está vivendo uma necessidade efetiva de saber quem é o povo do respeito quem é o povo da transparência da diversidade eu acho que é essa nossa divisão quem é o povo do respeito à diversidade da transparência e quem é o povo que efetivamente não têm consciência humana porque falar de racismo pela diversidade ea falta de humanidade ea falar de todos nós não é falar do outro dentro em detrimento de mim mas é falar de todos nós de um ex-colega o noia uma moradia nessa situação da área então é também agente ressaltar que dentro do campo da educação hoje temos muitos detalhes muito professores muitas escolas estão se for eu empenhados dentro de todos esses desafios porque eles recebem uma carga horária é absurdo raiva extremamente abusam pensa por ter livros às vezes que mais desconstrói do que do que constrói mas que mesmo assim ele esse comprometimento e esforço de tentar levar a história indígena a história do negro uma perspectiva ampliada na sua diversidade mulheres dignos para além dos eu quero agradecer a participação de sua luciana ea sua participação alessandra infelizmente eu tenho que me esqueci de você e muito obrigado a você também que acompanhou nosso bate-papo nossa entrevista de hoje até nosso próximo encontro tal já [Música] [Aplausos]