Falar de Sexo na Escola? Veja Como a Educação Sexual Está Mudando a Vida dos Jovens! | Sala de Aula
Falar sobre sexo ainda é tabu para muita gente — mas e quando esse diálogo é levado para dentro da escola com responsabilidade, informação e escuta ativa? No episódio especial do programa Sala de Aula, você vai conhecer uma turma que decidiu romper o silêncio e enfrentar o tema com coragem, acolhimento e protagonismo juvenil. 💬✨
Através de uma iniciativa inovadora, os próprios estudantes passaram a conduzir rodas de conversa, responder dúvidas anônimas deixadas em caixinhas e compartilhar vivências entre pares. Com apoio de uma ONG especializada em saúde sexual e reprodutiva e o suporte de educadores da rede municipal, os alunos descobrem que educação sexual vai muito além da prevenção — é também sobre respeito, afeto, direitos e liberdade.
Neste vídeo você vai:
Conhecer o impacto real da educação sexual feita com empatia e linguagem acessível.
Entender como adolescentes se tornam multiplicadores de informação segura e transformadora.
Refletir sobre o papel da escola e da família na formação de uma geração mais consciente.
Ver como temas como ISTs, gravidez precoce, autoestima, masculinidade tóxica, abuso e consentimento são abordados com seriedade e sensibilidade.
Com a presença de especialistas da Reprolatina, este episódio também discute como a educação integral em sexualidade contribui para o desenvolvimento humano, o exercício dos direitos sexuais e reprodutivos e a construção de uma sociedade com menos violência e mais empatia.
📚 “O que não se fala, vira silêncio perigoso. E o que se aprende com respeito, vira ferramenta de vida.”
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📌 Dados do vídeo:
SALA DE AULA - EDUCAÇÃO SEXUAL
Link: https://www.youtube.com/watch?v=XCGzoW2SppA
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Transcrição completa do vídeo
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e aí a falar de sexo hoje em dia ainda é o tabor em casa nem sempre esse assunto é abordado com jovens e na escola hein como é que faz para trazer esse assunto dentro da sala de aula a gente conheceu essa turma que decidiu encarar o desafio e colocou o assunto na roda já são quatro letras que nem sempre saem com facilidade sexo o milho verbos constrangedor falar com a duda sobre isso da sua idade mas sim você acha que é mas eles faz conversar sobre sobre isso com gravidade porque tem mesmo tempo de vir aqui eu tenho as vergonha medo e isso né e para fazer a turma se soltar a criatividade entrou em cena esta caixinha recebe as dúvidas da galera a caixa gente vai passando nas salas de vendas a gente vai perguntando se as dúvidas que os alunos têm e nessas dúvida eles vão escrever em uma folhinha e a gente deixar caixinha ali na no corredor e eles vão colocar as folhinhas além da caixinha aí nós vamos responder essas folhinhas colocando ali numa nuvem na lousa e naquela los e a gente vai interesse vai lá e ler as perguntas e as respostas as respostas vêm de cabeças bem preparadas é que os alunos aprenderam em uma ong a falar de sexo sem amor todo mundo já vou lá como conceito pronto com a ideia de verdade já dita pegaram para eles a verdade que a mídia dá ou que ouvi de outras pessoas em quando chegou lá os responsáveis do projeto começar a explicar e a gente ficou eles construindo se não é que a escola mudou em relação a gente se aprofundou no assunto eles levaram a gente adiante é mas não de uma forma tão tem hora que a gente fez na prática uma brincadeira que abordaram um tema então ficou bem na cabeça e quando a gente vai explicar dá uma resposta a gente tem que também ser assim e a gente não tem vergonha porque como adolescente a gente tem que repassar informação eu sou mudança toda chegou a quase um ano foi esta professora que decidiu foram sexo sem tabus na roda eles falam sobre vulnerabilidade sobre s3 é eles falam sobre o masculinidade tóxica né muita prevenção então eles fazem dinâmicas também com com os alunos para poder a entender que é a o hiv né por exemplo ele não tem cara nós não conseguimos ver mas ele tá ali então trabalho de prevenção é super importante agora eu vou passar o papo com essa galera tão jovem e saber o que eles pensam de o assunto falar de sexo era tabu para você beatriz era tipo lá no quando era mais jovem então era uma coisa não tão fechada na minha vida mas tinha sim o pensamento meio fechado vamos se dizer como assim os meus pais conversavam o básico mas a prevenção esse se aprofundar no assunto não falavam né e eu percebo isso muitas vezes na vida de um jovem que na escola que eles não sabem o que é realmente a prevenção eles muita muita das vezes comete o ato aí quando eu vejo já tá grávida e quer da vida muda tudo exatamente é bom a gente fazer esse debate também né nayara para abrir a cabeça né sim é que tipo para mim mesmo a minha família não é não era tanto tá bom mais perto de mim fazer na escola ao meu redor sempre teve essa falta de informação a menina nova grávida ou sabe confusa com esse tipo de coisa eu não tinha sabe a quem correr não tinha informação sobre nada do que aconteceu da vida dela dali para frente e quando a gente fica desenformado quais são as chances a gente ir para um caminho errado e mudar a vida de repente o cara são muitas de verdade porque você fica perdido não sabe o que fazer não tem um ponto ali onde você pode arrumar uma informação ou sabe se prender ali conseguir alguma ajuda nos verdade não tem para um jovem ainda com a cabeça informação é muita coisa de uma vez agora as meninas fazem parte desse projeto aqui da escola que elas ajudam a disseminar informação como é que é falar de sexo fazer parte dessa orientação sexual com um colega sua idade é muito bom não é porque jovem sobe em mim conversar com o jovem tem uma vivência né namo e a gente passa por coisas em casa que o outro amigo também faço então a gente consegue ensinar eles né e também abre a mente na verdade que falar sobre sexo não é uma coisa assim nossa que ruim não porque uma coisa do ser humano né e falar também sobre a sexualidade essas coisas é do nosso dia a dia previne muitas coisas né ensina muito jovens da o conhecimento falar realmente a importante nayara e dá mais com pessoas da sua idade assim mesmo como a beatriz falou assim de fazer porque a gente convive um com o outro então é sempre bom compartilhar as informações que você tenha sido como você pode receber informações também sabe então acho muito importante essa ligação entre os jovens sabe que eles têm com informações sobre isso disputando das doenças como sexo e porque é uma coisa fundamental que todo mundo motiva a praticar e a gente nasceu do sexo então não tem porque senão tá botão grande assim agora aqui vocês vão mexendo bastante com a tô fazendo atividades não ficam parados não é porque aí a gente tá fazendo mais dinâmicas a gente até falou gente vamos usar pela escola quer conversar tranquilo a gente tá aqui não precisa ter vergonha é um assunto normal a gente não vai julgar é só chegar e conversar tem que falar né beatriz tem tem que falar e tem que se concientizar com certeza e o papo aqui é assim deles para eles e falando a mesma língua a educação sexual de espaço de uma forma bem mais leve depois da capacitação eu vi que não é um tabu mais para mim eu falo abertamente divertida e engraçada uma maneira gente aprender mais fácil sobre isso sim sei constrangedor né é [Música] a marca agora a conversa é com os especialistas saiu um pouquinho da roda dos estudantes para ele se aprofundar um pouquinho mais aqui comida estão a flávio rodrigo tudo bem eu conheci o projeto bastante bacana quebra só onda e também a reprolatina como é que funciona rodrigo a ong bom eu prometi não é uma organização não-governamental né ela ia foi fundado em 1999 pela margarita dia seu francisco cabral e é uma instituição que tem um cunho técnico de trabalhar dentro das temáticas da saúde sexual e reprodutiva né então esse é o nossa área de atuação e dentro da área de atuação a gente trabalha com o elaboração e desenvolvimento de projetos na área de pesquisa elaboração de materiais educativos e assessoria técnica dentro dessa dessa linha né sempre com foco muito ir para a questão da igualdade de gênero ea promoção dos direitos sexuais e reprodutivos né então independente da temática dentro da saúde sexual positiva esses são dois temas dois eixos importantes de trabalhar transversalmente né o que me chama atenção é a atuação dos alunos nos estudantes isso é bastante importante do aluno ser protagonista no assunto protagonista perdão nossa questão polêmica flávio né penso ser fundamental nós lidamos com uma geração que quer ter lugar no mundo isso já faz por é segundo que novo protagonismo a uma apreensão do conhecimento muito maior do que na passividade né então a lula ativo aquela aprendizagem que ele é o ator dá para ele sentir do significado e aí então aquele que estão campanha superficiais se torna uma motivação e um propósito pessoal e coletivo vocês acreditam que o aluno já se sente inserido no tema né e na responsabilidade a ver com a sua saúde sexual com o seu direito sexual né sexualidade como motivo de vida né faz parte da história então tudo bem falar disso tratar disso e cuidar disso para mim e para os outros tudo bem com ela disso mas ainda é um assunto pouco discutido em sala de aula ainda é tabu nas escolas sendo tabu na sociedade né não só no ambiente escolar né a gente ainda tem uma dificuldade de trabalhar determinados temas ligados à sexualidade dentro do espaço familiar né de muitas vezes dentro da escola então a gente ainda também caminhando para essa construção de uma naturalidade né difícil já que a sexualidade é parte do nosso corpo a parte de cência essência fundamental de nós né enquanto seres humanos e muitas vezes essa dimensão acaba sendo difícil né e acho que uma coisa que eu a gente trabalha muito também ó e vai nessa perspectiva é como que a gente também faz a separação conceitual né porque muitas para muitas pessoas falar de sexualidade e falar de sexo e são coisas opostas não seria então tá falando do temor em relação sexual até orientação pouco polêmico né porque a gente também envolve a questão de gênero as pessoas eu falo polêmica na confusão da percepção dessa palavra né dessa dessa formação da palavra o que seria a gente tem trabalhado com um conceito atual que vai trabalhar dentro da perspectiva da educação integral em sexualidade né o que a gente a gente chamava de educação sexual inclusive dentro dos currículos das diretrizes nacionais então hoje você entender que a educação integral em sexualidade eu vou trabalhar justamente os aspectos de construção dos valores da sua identificação com o corpo ea sua identidade os cuidados com a saúde o processo de tomada de decisões mestre no processo de autonomia se apropriar são oi gente amplia para uma atenção integral entendendo que a sexualidade a parte de toda essa construção a gente facilita com que esse projeto de vida né seja pensado de uma forma mais saudável onde o exercício dos direitos seja uma não só conhecidos uma reconhecimento realmente por esses direitos que envolvem todas as suspensões não sei como que você também lava também ver dessa forma né algumas coisas sobre o tema que são importantes só existo direito e liberdade com conhecimento senão ainda que digam para mim que eu tenho direito seu ato em cima seja do tabu sobre isso não se fala o mesmo tabu a sexualidade tem que ser praticada ou você é um jovem liberar ou você não tá na roda né não importa que também são tabus né e ele pois é sentida de forma coercitiva e não com a liberdade quando eu tenho conhecimento diálogo sobre o assunto conheço sobre prevenção de gravidez de infecções sexualmente transmissíveis quando eu penso na sexualidade como fator natural da ver todo mundo nasce por conta da sexualidade não espere natal naturalizou algo tão natural é isso é impositivo né todo mundo precisa se alimentar na vida e a sexualidade faz parte de um impulso orgânico né como então eu vou comer qualquer coisa na vida eu como convulsivamente só carboidrato carboidrato não vai me fazer bem né então a gente precisa de educação alimentar mas então precisamos também de educação integral sexual esse conhecimento que toca você tá falando acaba abrindo a cabeça vamos assim dizer do adolescente né perecer até o direito de decidir o que ele faz e como faz o a consciência ea ciência disse para ser dom da sua própria história e não conduzidos seja lá pelo modismo do sim do não do patrão fácil né e de quem sou eu é dar ele interessa do seu erro né liberdade de ser o que quer ser um dos direitos sexuais ajustamento direito de exercer essa sexualidade livre na irresponsável sobre a sua própria vida né então acho que isso é fundamental quando a gente tem oportunidade de criar esses passos né que é onde o jovem conversa e sobre isso troca informações próprias experiências né a gente vai percebendo que eles vão se apropriando e que isso vai realmente refletindo as suas atitudes né o interesse levo ela tem aquele primeiro momento estou envergonhado segundo momento tem a participação do verê já está inserido nessa assunto né e participando ativamente né e aí eu acredito me corrijam se eu estiver errado eles tá ficando isso dentro da escola e fora dos colups né esse conhecimento né esse direito ao saber se a potência né do trabalho da maneira com ser feito na secretaria municipal de educação é essa né a partir do momento que eu sou não ser cognoscente a sua também um a gente que propaga o pensamento é que no último a sociedade responsável e mais do que o eu cuido de mim você leva o nível de cidadania que é a cor responsabilidade coletiva então por isso eles conversam não só dentro da escola e se conversam em casa eles caminham no pensar sobre isso com mais naturalidade e influenciou a sociedade tem um ponto importante também é que a gente vem ao longo da história da reta latina das ações ea para nós o adolescente o jovem tem sido realmente um trabalho muito importante nesse contexto né porque o que possibilita que o adolescente né recebe uma formação ou ele aprenda a próxima essas experiências o efeito que ele vai ter de multiplicador é muito maior do que muitas vezes nós adultos ele vai ser melhorando ele vai falar dentro da linguagem de paris né uma das metodologias que a gente trabalha nesse projeto jovens mobilizadores exatamente isso né então como que eu vou ter um grupo de jovens que foram preparados dentro desse termo para discutir não é que são acompanhadas pelos profissionais mas a dimensão que eles ganham dentro do ambiente escolar e nas suas outras redes de relações é fantástico né porque é uma conversa entre pares não eu não tenho muitas vezes a não é o professor ou é o adulto é o processo seja não chama barreto são né eu falava com adulto aí para naquela questão também do autoritário desse também aquele adotei a melhor forma mas ainda não é criar um vínculo sated ba e aí tem aquele distanciamento né em uma tem uma contrapartida né que eu gosto sempre de pensar quem é esse adulto morrer porque é muito importante que a gente vai lídia relação né a gente fala do bigode né existe um interlocutor entre você e o objeto é importante que também seja alguém com uma responsabilidade né autoridade não autoritarismo mas o mediador o mediador entrou né o conhecimento e que também possa dialogar com uma mente mais aberta tá no caso da secretaria municipal existe uma formação feita pela secretaria de saúde a professores você mentores no programa de hoje os professores estão se preparando se capacitando para oferecer essa essa educação né é necessário pra é porque tem muita novidade no plano dos cuidados com sexualidade que você tá fazendo de comportamento né comportamento muda você tem uma pré-disposição adulterar eu vou usar camisinha ótimo isso é um caminho mas tem muitos outros né aconteceu e não estávamos com camisinha você tem uma preocupação que nasceu com gravidez como é que eu cuido disso depois como é que eu cuido disso anti novidades eu sou uma mulher de 52 anos sem coisas que quando eu era adolescente não me contar mas curtir a vida e aprender a saúde criou novidade bem novas possibilidades então ele tá computador hoje antigo vai se [ __ ] nizando ainda bem né porque os fenômenos também que a sexualidade era são novos e outros muito antigos nós temos uma epidemia de sífilis entre jovens de 15 a 24 anos que aí o que a falta de silêncio do trabalho da educação sexualidade parece que teve uma pausa quando a gente imaginou eyed já controlada que hoje é uma doença que você consegue manter esse qualidade de vida mas quando a gente olhou isso nós paramos de conversar com a licitação e agora é urgente falar urgente voltar a conversa a gente vai botar nossa conversa vou ter só um pouquinho é urgente falar fica super legal nosso bate-papo ainda preciso fazer um intervalo é rapidinho você não sai daí que o sala de aula volta já é e o sala de aula está de volta no primeiro bloco a gente tava falando um pouquinho dessa preocupação da prevenção da gravidez precoce e você rodrigo e até entrar nesse assunto aí né complementar né que a gente fala da flávia hein dizer que isso a gente percebe muito nessa questão da preocupação ser com a gravidez né então a gente acaba esquecendo não é muitas vezes e falar dentro do risco e da vulnerabilidade existentes frente às infecções sexualmente transmissíveis e que você vai criando uma falsa ideia de tirar não isso não acontece comigo eu não preciso me prevenir o ato em tratamento tem cura né e a gente tá vivendo um momento de uns e não é um seus dados crescentes da sífilis entre 15 e 24 anos é a própria questão do hpv é uma outra preocupação então como que a gente é um clima né dentro das estratégias de prevenção é hoje a gente trabalha com concertos a prevenção combinada que ela vai exatamente ampliar né as formas não só do preservativo mas de outras tecnologias a peça e a prep a testagem como uma forma de prevenção e passar de fato a sua orientação que é óbvio que a gravidez é um uma preocupação é um risco né porque isso já era inclusive outros fatores sociais para dentro do relacionamento mas a infecção ela é gravíssima também né então tem que a gente precisa pensar realmente em toda essa dimensão que é o projeto na vida só agora não se discutir o silêncio né e aí de novo para realidade que acaba saindo né a festa questão da saúde aumentam a demanda e sua mãe coloca esse jovem risco né e também percepção que eu tive com os estudantes que essa esse tema vai além da gravidez e da doença muitos falaram do respeito ao próximo isso também é ensinado né até conversei com uma estudante da flor eu como eu comecei me comportar melhor em relação a outra trás isso também extrema vida falar da vida né que falar de sexualidade tem a ideia da obrigação da sexualidade da violência sexual em mim tempo né que a gente quando fala de sexualidade fala de desejo vital né função de vida alegria tristeza afeto tem uma fala eu tenho só filhos homens né eu tenho uma fala para essa geração moderna do ficar velhos ficam nem sei se noleto mas muda a gente tenta a gente vai aprendendo também viu gente porque vocês às vezes jovem esse modelo e não demais não dá tempo o que você também época também era ficar ah não sei que essa preocupação é um relacionamento mais câncer teu do afeto que alguém neste jogo do ficar pode ter e o outro não tem desejo por desejo é um mau bem não mas será para o outro que eu sei que tem afeto por meio o uso deste outono jogo do da satisfação no meu desejo tem uma ética para você conversar sempre vem com os meninos olha pode até ficar com quem não gosta de você mas não quem gosta presta atenção não é feito disso então conversar de sexualidade é conversar de ética relacional e a sexualidade não é um fato individual apesar de que o brinco amor próprio um acho que você pode executar tranquilamente não afeta a vida alheia a gente coloca em risco risco tudo bem é para algumas culturas as famílias vão dizer não e não respeitamos mas ele você pode conversar sobre a dois porém quando eu coloco outro jogo já não sou sou eu somos nós aí é minha saudade habilitado zelo com o nosso né então acho que é uma grande oportunidade de falar jéssica relacionar o que pode ou não ser corporificada numa relação sexual íntima né ou não e aí a gente vai aprendendo respeito super interessante importância de trabalhar né um dos primeiros módulos que a gente trabalha na formação é justamente a questão dos valores universais né que é o valor do respeito da ética da justiça ea solidariedade então a gente precisa entender porque isso é só o fundamento nessa é a base fundamental para todas as relações isso é que tá você tá com outro desde deles mesmo é a começar abordar esse assunto falta uma idade específica nós definimos aí a faixa etária de oitavos e nos anos é outro idoso toda 13 14 anos presente vo por dois motivos a uma pesquisa que diz que a partir dos 13 anos quarenta por cento dos adolescentes meninos eles iam experiência sexual concreta e próximo de vinte por cento das minas tão legal que a sexualidade passa a ser parte das atividades humanas deles seria uma inocência vamos conversar disso antes vamos conversar e o currículo sem naturalmente o trabalho com a biologia da sexualidade estuda-se o armário produtor não falo mais o quê que é necessário mas não vai às vezes analisar o currículo com valores com dobra assim o som diálogo e próxima né protagonismo é super interessante para tentarmos minimizar né efeitos negativos dessa realidade e para quem não for praticar esse também vai fazer a menor diferença mas tem guardado para o meu futuro e ele pode ser multiplicador né de conhecer meu uma questão importante também é dessa compreensão né e tem alguns estudos que mostram exatamente isso de que quanto antes você começar um trabalho de educação integral em sexualidade melhor vai ser todo esse desenvolvimento que a gente tá falando inclusive tem um estudo específico e mostra que mais tarde viu se tem o início da vida sexual né se a gente entender que a sexualidade na sujo desde o momento do nosso nascimento ela tá presente aí a gente vai começar a discutir discutir até mesmo com alunos né do do 5º ano do ensino fundamental 1 ensino fundamental 2 a percepção desse corpo a gente tem as experiências exitosas no campo por exemplo de começar a trabalhar com alunos do ensino fundamental o reconhecimento do corpo que o outro não pode tocar nesse corpo então entra por uma dimensão também do abuso e da exploração sexual de crianças e adolescentes não quer dizer eu acho que tudo tem a sua faixa etária né isso é uma preocupação quando a gente desenvolve as ações até porque a linguagem abortagem o conteúdo metodológico ele tem que ser voltado para aquela faixa etária para que ele entendimento para até por uma questão de maturidade mas é fundamental começar o trabalho preventivo antes né e aqui a gente tá falando isso mesmo de acesso à informação a prevenção para que lá na frente quando essa decisão ou quando realmente as questões para uma vida sexual acontecerem eles estejam preparados para isso né porque é o que a gente se fala eu posso decidir iniciar a minha vida sexual com 20 anos e eu posso decidir por n razões ele saiu 12 quando é o próximo o ato médico forma faço isso como encontrar motivação né o motivo é o meu motivo é o motivo de fora de mim é super importante e quando você fala quando começa a educação e sexualidade me vem à mente uma memória de que nós iniciamos todo o contato com o mundo pelo corpo né então a forma com os nossos primeiros contatos na primeira infância se faz com corpo começa a lhe dar a criar a nossa identidade com o toque né satisfação infantil jeito que eu dou banho jeito para pôr para dormir o como eu falo de você para você os olhos do outro que me diz quem eu sou relativamente tem toda uma concepção anterior né e aí às vezes tem um sim porque educação socioemocional o tanto sócio-emocional é que o eu comigo eu com outro é desde cedo isso é sexualidade poção de bom né é que a gente coloca a sexualidade no sexo voltar a primeira fala é que tá dando umas é verdade é o gostar desse gostar do outro gostar da vida afetuar se ou tá se o direito de realizar funções de desejos temporários e uma coisa que eu queria colocar para vocês também qual é o papel da família nisso tudo a gente tá falando muito da escola mas a gente sabe que esse estudante também passa boa parte do tempo e às vezes a família também é a principal referência né e o papel da família é fundamental não é uma das nossas atuações é justamente tem site e se adolescente não posso trabalhar só o jovem só adolescente tem que trabalhar toda a rede que está no entorno dele seja a família seja a escola seja a religião seja aos veículos de comunicação porque tudo isso tá fazendo parte da formação desse jovem tem que tá aberto e essa temática que muitas vezes para a própria família é uma dificuldade a gente volta na história do tabu né a gente tem uma frase de uma fala de um pai num material nosso que eu acho muito importante ele tá ninguém dá aquilo que não recebeu né então como que eu vou passar para os filhos exatamente uma questão de orientação e sexualidade na educação e prevenção se eu também não recebi se isso para dentro de mim é difícil lidar com essas pessoas então é fundamental gente também estender as ações para essas rodas de conversa com os pais a gente bo e aí dentro do possível fazer isso com as reuniões dentro do trabalho da ong a gente aí o projeto especificamente para trabalhar com as famílias na perspectiva da comunidade como essa relação então porque é uma proposição que também em casa a gente pode pensar na segunda habilidades a família também está vulnerável a uma gravidez a uma infecção a uma violência né hoje basta a gente vê aí a questão do feminicídio né deve tá dentro da questão de se trabalhar a educação sexualidade né ela palavra complementar também tem família também tem outras questões de como aprendi a vida né ela tem outras fontes das suas crenças do seu corpo de valores que qualquer um de nós que trabalha com as com temas sexualidades precisa também integrar isto como uma forma possível de ser pensada a vida e a sexualidade né sempre ah e não se constrói uma sociedade com o único ponto de vista todos os pontos de vista são ricos se devem vir para roda do diálogo porque a gente tem uma sociedade mais real que melhor negociar então trazer a família para roda dar a ela também a oportunidade que trazer seus valores seus princípios suas crenças podemos replicar isso no sentido de disco tem um jeito de pensar e a família escuta outro jeito de pensar e aí você compõe para aquela criança também um conforto de que ela não precisa ficar se degladiando com as diferentes formas ela pode conviver pacificamente com os seus valores olharam que ela festa divertida como informação científica que vem né mas ela não precisa desmoronar entrar em atrito tem muitas vezes o senhor é o atrito dos valores sociais de cada um ela ainda mais o papel da educação integral se aham é né é o miro conhecimento com a sua liberdade de manter-se no colo do que a sua família te trás ou e aí no momento possível se você quiser fazer diferente você acabei subsidiado para isso sem necessidade dessa família também reflito justamente sobre a construção né desses valores também né que a gente tem que trabalha os conceitos não são eternos né a gente precisa refletir e dessa liberdade como a gente fogo está exato vamos poder conversar com vocês muito obrigada flávio que agradecemos a boca muito obrigado rodrigo olha antes de terminar tem um recado de um jovem de uma pessoa ainda que tá caminhando pela vida fique socou falar com a gente sobre esse assunto qual é o recado que influencia bastante não convívio a gente falou muito de respeito então a gente vai repassando notaram diferente nosso comportamento alguns imitar o comportamento agora tem outro eu pessoalmente eu me soltei mais e a conversar eu sou muito tímida e eu comecei a me soltar mais nas aulas de humana e a conversar espalhar informações a gente acabou com vendo é um resultado positivo porque eles gostam muito de falar do assunto mas a gente tem essa alimentação né da própria família né da orientação que a gente tá tentando lugar isso também né e aí e aí e aí
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