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[Música] [Aplausos] pouca idade e muito o que dizer eu achei gente tem uma sugestão o protesto tem fé é a gente pode conversar se engana quem acha que são só meninos estes rostos também espelha o futuro ser jovem acho que o jovem é mais do que uma idade né ele está mais tô é mais um pensamento por enquanto você não deixa o seu pensamento ser retrógrado vai continuar sendo jovem eu acho que tem que começar desde cedo a inserção na sociedade em tempo no meio político quanto no meio social e viver no grêmio é isso você trabalha com política com um social com diversidade de pessoas com economia faz tudo podemos dizer assim a turma da escola é bem ativa mesmo os alunos cuidam do jardim da pintura e vão muito além da sala de aula até a merenda já foi pauta de reivindicação e muita participação efetiva em causa da escola como por exemplo é a merenda que melina não é um almoço que a gente ainda não tem a gente tenta fazer protestos a gente tenta fazer de tentei conversar com os impostos para ter aqui a menina que é uma lei federal que deveria ter é de coisas que são contrários alunos por exemplo médio técnico a gente não gostou muito dessa idéia está tentando é voltar isso conversar do centro para mudar isso em si então é um papel muito extenso na área muito grande de atuação que a gente tem aqui dentro do tec a picada luta uma conquista para a vida é uma coisa muito boa então as ações de cada vez mais de pertencimento né daí ter captado mais e assim você cuidar de carro eu acho que você começa a se cuidar melhor você começa a perceber o ambiente que vocês aí as pessoas que você está o que você sabe que você está com então você começa a se cuidar melhor ea criar melhor do ambiente eu mudei em relação a começar pelo mais lado das pessoas eu deixei um pouco do egoísmo que eu tinha é mudei também a minha maneira de pensar me tornei uma pessoa mais calma para lidar com problemas é problemas essa gente tão jovem tem de sobra para resolver é que a turma da cara do grêmio da escola de mais de 1.500 alunos eu acho que eu faço um se o que eu posso assim é o tento obrigado por tudo que a gente propõe é sempre que o grêmio vem com novas paralisações e novos protestos eu tento aderito mais mas acho que sempre é possível fazer mais lidar com tantas opiniões é tarefa daquelas nossa sempre tem muita briga dentro do grêmio dentro da nossa sala do game também sempre tem muita briga e tudo mais só que a gente tenta sempre se acalmar porque às vezes é dessa muitos emergentes e tentar entrar realmente um consenso tentar ver o que é o melhor pro josé capelo melhor pra gente sabe que sempre tenta entrar nesse processo assim que saiu da escola particular maria vitória decidiu entrar com o grêmio para encarar uma nova realidade quando a gente entra aqui na escola eu por exemplo vindo uma escola particular aí eu cheguei aqui aqui uma escola do estado então assim eu tive que parar de olhar para o próprio umbigo e ver que o mundo é bem maior sabe lidar com opiniões diferentes votar por exemplo pela merenda eu nunca pensei fazer a gente vai continuar falando sobre os grêmios ea importância histórica deles aqui comigo estão me de nery e também o professor arnaldo tudo bem tudo bem a primeira pergunta já que eu falei de história como é que nasceram os cremes e olha que eu me lembre o fortalecimento dos grêmios estudantis dentro do ensino secundário que era chamado que hoje acolhe ensino médio é ele se deu principalmente nos anos 50 quando o movimento universitário também cresceu muito devido a um nacionalismo que se desenvolveu no governo de getúlio vargas por exemplo com a campanha o petróleo é nosso né a única a união nacional de estudantes fez um trabalho muito grande ea ubes união brasileira dos estudantes secundaristas também acompanhou toda essa luta dos universitários é em relação à pele a fundação da personagem eu acho que isso aí que começa mesmo o fortalecimento do dos movimentos estudantes tanto universitários como secundaristas agora essa participação dos jovens é na política o senhor falou né naldo desde 1950 ela vem se estabelecendo ao longo da nossa história né não é de hoje que o jovem participa ativamente engajado né acho que a gente poderia pensar no mar os jogadores sempre têm a mania de recuar muito para tentar mostrar uma um processo de constituição de um movimento qualquer no caso do mundo estudantil a gente poderia ter remontar ao mundo medieval ea criação das universidades porque envolve no mundo europeu mas não só no mundo eu também na china antiga uma série de reivindicações dos jovens inclusive estudantes claro que não com as mesmas características do século 20 né mas rejeitam que a gente conhece o neco forâneo e isso mas que já tinham ali uma série de reivindicações que podiam ser tanto de uma política mais macro mas geral quanto a questões mas é próprias até a instituição não é a específicas ela a sorbonne aniversário de bolonha na itália o mesmo aqui a partir dos anos 30 no brasil também era vargas a criação em são paulo da usp ou mesmo os bons momentos também constitucionalista mexe no brasil os românticos do século 19 no caso do largo são francisco da usp a turma de dizem isso que não era usp ainda mas era era faculdade direito são paulo álvares de azevedo estudou fagundes varela e vários outros que já lhe fazer uma série de reivindicações que envolviam tanto uma postura diante da vida e do mundo e reivindicação de uma melhoria específica quanto a questões mais diretas relacionadas à instituição onde ele estava acho importante é deixar evidente que o movimento estudantil ele são movimentos estudantis que envolvem tanto na modernidade uma luta por mais liberdade mais representatividade quanto por uma organização que a greve os estudantes na instituição e indicando a melhoria da própria instituição agora são pessoas muito jovens que fazem parte de um grupo mas ele já só tem essa sensação política né esse compromisso social o senhor vê assim também não vejo porque na realidade eles são brasileiros o cidadão dentro do conceito de cidadania é formado já durante a vida estudantil então a participação política do estudante tanto através dos grêmios dentro da sua escola como na discussão das questões nacionais é fundamental para a formação crítica do cidadão brasileiro não vejo com muita alegria e com muita acho muito positivo que haja política estudantil é eu acho que é através do da política estudantil que se forma o cidadão crítico em relação às questões do mundo e as questões do brasil agora você falou tocou no ponto importante que é o cidadão crítico o jovem que faz parte de grêmio ele é diferente do outro que só assiste às questões que até fazem parte a ele mesmo por exemplo josa que faz parte da hungria ele tem noção do que acontece dentro da escola e fora também é um jovem mais crítico acredita eu acho que a participação do grande estudantil como a participação no movimento estudantil é um aprendizado de cidadania né é através disso que ele começa a entender um pouco mais sai daquele mundinho dele fechado e mede só estudar só decorar e estudar para fazer prova para passar nós para tomar com o conheci conhecimento tomar consciência dos vidros verdes questões da sociedade que líbia e nem escola é um espaço pra isso mesmo pra debate excelente porque envolve recentemente uma polêmica em torno do qual é o papel da escola em termos de formação de um indivíduo sujeito envolve a questão técnica dos conhecimentos técnicos disciplinas mas envolve ao mesmo tempo com o manual do bem disse uma questão que é existencial ou seja eu sou no mundo que eu faço e porque eu tô aqui né então é a escola a despeito de ela ter se configurado no século 19 como uma arquitetura política na arquitetura de controle de de em colocar os valores da pátria e nação naquilo que é a formação do estado nas mais contemporâneos ela ao longo da data do século 19 pra cá se tornou para além de ser o aprendizado da nação somos uma única nação único ovo de uma homogeneização mesmo do conhecimento ela passou a ser fundamental também para as mudanças sociais para as transformações eu não matou ao longo do século 20 e momentos específicos em momentos globais né como por exemplo maio de 68 na frança envolveu também 68 no brasil a luta contra a ditadura civil-militar que jovens tiveram participação muito ativa ambiental então sim a escola tem um papel que extrapola os muros dela e extrapola só o conhecimento técnico que a formação democrática cidadã participativa que é típico de todos os movimentos de expansão das liberdades ao longo dessa modalidade da revolução francesa pra cá agora o grêmio não tem uma cara a única nem quando a gente falante indivíduo tem é a diversidade presente de pensamentos e idéias certamente acho que o tempo todo uma agremiação estudantil como qualquer outra incorpora visões de mundo diferentes debates de diversidades nec que incorporam as múltiplas diversidades ainda mais se tratando a sociedade brasileira ela própria forjado a partir de muitas etnias muitas diferentes as diferenças várias delas inclusive conflituosos ao longo da nossa história né mas que acabam aparecendo ali em qualquer tipo de agremiação e é claro né e aí o debate vem as funções vem é importante que os gregos tenham mecanismos democráticos não tolhe a participação de ninguém um conceito é importante nem reinaldo e quando se fala de discussão de ideias diferentes de pessoas também diferentes o grêmio ali ele vai chegar num consenso dentro daquele ambiente fora também é a disputa dentro do grêmio é muito grande mas há uma hegemonia daqueles jovens que querem uma mudança da sociedade que era transformação da sociedade a juventude tomando consciência dos grandes problemas que há no brasil a área de fome e desemprego de condições de saúde tudo ea hegemonia se dá daqueles grupos de estudantes que de fato lutam para transformação você vê por exemplo antes do golpe de 64 né é não só a união brasileira de estudantes secundaristas é na época por exemplo do governo jango goulart estava ali lutando pelas reformas de base que o brasil precisava como aqui em campinas a ufs união campineira de estudantes secundaristas também estava junto com os movimentos universitários né lutando pelas mudanças que a sociedade brasileira precisava depois de 64 evidente que o golpe é deu de um golpe também nos movimentos antes né mas em 68 você vê não só no brasil mas no mundo todo né com o líder em boim maio de paris mas aqui no brasil o estudante secundarista foi assassinado no dia 28 de março anos que foi ela é o marco histórico nem a morte nem e se esse fato pra mim é muito marcante porque na época eu era padre você pega uma parte que eu estava lá eu estava como assessor da cnbb e participei da missa na candelária desse estudante houve 15 ou 16 padres participando da missa e após a missa os estudantes resolveram fazer uma passeata pela avenida rio branco e o chá custam fechou as portas da igreja ea cavalaria do exército já estava de prontidão sabendo dessa passeata e avança sobre estudantes eles resolvem voltar correndo por aí igreja e as portas estavam fechadas e nós padres estavam na sacristia tirando os pagamentos quando subi um deus saímos com a porta lateral fizemos uma corrente separando os cavalos dos estudantes já que esse momento foi um momento marcante e foi um estudante secundarista que foi assim o edson luiz e mais tarde em outubro também na famosa batalha da maria antônia em são paulo estudantes secundários também foi assassinado pelo comando de caça aos comunistas naquela formalização que havia em 68 sobre o número de links ou o regime militar os jovens sempre tempo presente então nos movimentos da nossa história né é você vê ao longo da história depois de 68 é nós diretas já os jovens estavam ali presentes o impeachment do colo chi jovem estava meio de cara pintada lutando para a derrubada do golo depois em outros momentos o fora temer em todos os momentos você vê nas últimas manifestações também né que nos últimos anos as últimas manifestações a participação desse jovem também foi muito ativa quando jovem por exemplo participa de uma manifestação seja política ele tem consciência que ele está reivindicando algo para mudar ou muitas vezes é um modismo acho que sempre envolve um certo modismo porque envolve uma empolgação de máxima e população coletiva que repito assim é típico do século 20 e dos movimentos de massa então a gente tem momentos cruciais de das revoluções do século 20 já a participação da juventude sempre foi crucial em termos de de manter no momento de uma ordem tradicional ou em termos de transformação e revolução mesmo do mundo então sempre tem esse ímpeto mesmo que essa juventude eventualmente possa não exatamente elaborar de uma forma mais madura isso mas eles estão ali pela pelo ímpeto de mudar as coisas eu acho que isso é fundamental porque envolve as agremiações estudantis os estudantes sejam secundaristas universitários envolve algo fundamental na nossa estrutura social os jovens adultos os mais velhos ele já estão inseridos nas estruturas sociais que ficam em geral muito cheio cheio de receio é do que eles podem fazer ou falar no seu trabalho na no fim na sua família etc então os jovens estão digamos assim - - permeadas por discursos de controle mesmo que tenha na família o ímpeto de contestar os pais e tal então é com certa naturalidade exatamente estão descobrindo tudo tão ali naquele momento crucial transformação inclusive do corpo né mas se fazendo intelectualmente estão presentes o seu próprio fazer então envolve é não não ter nenhum tipo de compromisso com estruturas sociais entanto viciadas então pra ir pra rua pra colocar a cara e para reivindicar uma mudança fica muito mais factível e ele tem uma uma grande vantagem os jogos e sem pernas para correr de qualquer tipo de repressão é da balsinha agora porque vou fazer um intervalo rapidinho acabou com sala de aula está de volta pra falar de grêmio é viajar [Música] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] a sala de aula está de volta para continuar falando sobre os grêmios a gente fala dessa transformação social da saída pra manifestações esse apelo político e na escola quais são os benefícios acho que pra escola especificamente mesmo que não seja uma ação direta na política mais geral envolve melhoria da infraestrutura envolve uma coisa que os estudantes reivindicam muito mesmo que eles não formalizem no grêmio mas que eu ouço como professora há mais de 12 anos né desde os do ensino fundamental até um universitário que é democratizar as relações dentro do espaço da escola não só na sala de aulas no espaço da escola eles possam ter voz ativa para também sugerir para também liberar junto com o corpo docente com o corpo administrativo é aquela sensação de pertencimento sap isso cria uma democracia escolar né porque a gente não pode esquecer que essa será a guias escolares elas são mais uma vez do século 19 e elas foram criadas em função de um controle mesmo domesticar os corpos né e é pra controlar a colocar enfim um atrás do outro para usar o mesmo uniforme essas permanência do século 19 estão presentes no cotidiano você percebe que o jovem de hoje é do século 21 mas mesmo que já no século 20 ele ele nunca curti muito isso ele percebe que é um tipo de controle que não faz muito sentido ele questiona este onda então ele ele começa a criar estratégias de sobrevivência em resistência no espaço escolar que é reivindicar uma democratização em muito além da infraestrutura que é fundamental também é nada você percebe que o grêmio se transformou vem mudando ao longo dos anos ao longo dos tempos a gente já falou de 1950 passamos por 64 68 e hoje ele mudou muito mas vai mudando porque o mundo fui mudando né aparecem novas realidades mas o que eu acho fundamental a participação do estudante dentro da escola é que a gente sempre tem que lembrar que o aluno é o sujeito da educação e não é objeto então é muito importante a sua participação desde que haja um projeto de educação em que ele seja a protagonista desse projeto e de um outro lado é preciso que essa educação seja a educação que dê ao ao a minha autonomia para que ele possa amanhã depois de formado tem uma formação crítica e 7 e não a escola tem que ser um adestramento então é essa essa discussão essa separação entre a autonomia do orçamento é muito importante é identificar a escola tem que haver um órgão em tempo tem que me disse que até voltar né não é não é uma disciplina militar o aluno da escola não é o aluno mas esse modelo é possível de deixar o aluno ser protagonista e também manter uma certa é ordem uma certa disciplina é possível isso é possível e cabe à escola ter consciência de que o grêmio estudantil e não pode ser computado pela escola em tem dependência não é simplesmente o ganso garantiu seu braço da direção aí então o grande estudantil não tem não está formando o cidadão não tá é indicando está aceitando a aquilo que a direcção que impõe net foi é mas é um diálogo então nem entre os estudantes ea direção é um contra o outro é isso então não exatamente são hierarquias diferentes dentro da estrutura escolar isso historicamente né mas não necessariamente um contra o outro acho que os estudantes e as direções de escola o corpo docente é certo é preciso sempre ter um diálogo constante o diálogo como bem disse arnaldo deve primar pela democratização do espaço escolar e aí a existem muitos mitos que envolvem a mas o estudante não sabe como protagonizar a sua né a sua ação sua presença na escola bom não é bem verdade eu acho que uma das maiores demonstrações recente em 2015/16 que os estudantes sabem muito bem o que quer inclusive organizados pelas meninas pelas mulheres secundaristas que queriam recriar o espaço escolar de forma mais democrática essas ocupações que aconteceram estado de são paulo e envolviam isso quer dizer você tem um espaço escolar você tem uma infraestrutura uma boa biblioteca mas ela não é bem ousada ela não é digerida as aulas são maçantes os professores ganham um salário baixo e cech tatuí está atento a isso é o que é porque se estudantes mostraram secundaristas e hoje em dia na puc e os lugares a gente dá aula precisei secundaristas né é que eles estavam ali queriam reurbanizar o espaço em função de um aprendizado que eles também sejam porque o táxi pant ele participe porque eles viam algo muito engessado é uma política educacional engessada tecnocrata que nada atraente aparentemente prima pelas novas tecnologias mas não humaniza o não dá espaço para a humanização democracia é quando eu perguntei pra ele dessa mudança dos grêmios você sentiu também houve uma mudança a gente não pode falar em evolução mas houve uma transformação dos grêmios de alguns anos pra cá eu acredito que sim principalmente porque em 2013 por conta do movimento passe livre que desencadeou todo o cenário político brasileiro recente né as manifestações do passe livre em são paulo envolvendo estudantes universitários envolvendo os secundaristas também isso desencadeou ali todo o ímpeto estudantil de reivindicação de um não só de uma tarifa de 20 centavos a menos na etc mas que envolve uma visão de brasil mais democrático então eu vejo de lá pra cá a despeito das intempéries do meio do caminho em termos de crise política que os estudantes se repensar e se reorganizaram estão se reorganizando é possível perceber isso nas escolas é possível perceber isso nas universidades eu vejo isso muito bem na unicamp lá no pós doutorado e vejo também na ponte com alunos que eu dou aula e que vem constantemente se reorganizando seu ceasa reivindicando sua presença democratizando o espaço fazendo estará ausente 7 o grêmio é o grupo sempre viva não tem é esse esse fato que olinda não colocou foi a ocupação das escolas que eu acho um dos fatos mais marcantes para mostrar o protagonismo do estudante hoje 18 estudantes ocuparam escolas não porque não queriam estudar pelo contrário queria estudar e queria um estudo melhor e melhor infraestrutura melhores professores melhores salários para os professores então foi fundamental isso não é parar para mostrar como os estudantes não são crianças que não sabem pensar pelo contrário eles deram através da ocupação das escolas um exemplo para os adultos o que é possível fazer um ato coletivo para a mudança da sociedade e esse grupo dentro da estrutura é da escola ele vai servindo de exemplo fora dela também é você citou a questão dos adultos e vamos dizer se vai contagiando essa participação social eu acho que é de um contágio extraordinário na tv repetiu assim sinto que quando a gente ingresso na vida adulta após a universidade e em se envolve com o mundo do trabalho com as instituições geralmente a gente começa a pensar mais uma vez naquilo que a gente vai fazer em termos de contestar alguma coisa e aí quando você vê os jovens contestando reivindicando mundo melhor ea seta de um contágio inacreditável se vivo revigorado neto e que ir para a rua junto com ele quer reivindicar um país mais justo então acho que não tem como separar é a despeito de serem grupos diferentes em suas habilidades diferentes como separar o que os jovens não pensando pra escola naquilo que está no espaço público na rua do governo nas instituições na família ou seja eles permeiam todos esses passos esses passos no fim das contas são pensados de forma integrada esse é o papel da educação também neve está a desenvolver esse pensamento mais crítico né e estimular isso né naldo né é criar uma consciência crítica no aluno eu acho que é fundamental o aluno e linguae e não está na escola somente pra se informar por que aliás hoje as novas técnicas de comunicação às novas tecnologias o aluno pode ser muito mais informado fora da escola através das redes sociais ele pode ter muita informação mas um papel da escola o papel da escola não é simplesmente informar que vê mas formar foi mais sentido de criar na cabeça do aluno uma sistematização daqueles conhecimentos pedro conhecimento e hoje são 11 mais dados fora da escola logo quando vim para a escola ele tem o seu celular e tem internet ele tem onde buscar agora ele tem tempo e sistematizar esse conhecimento tão o papel do professor mais do que informar e formar então mais do que esse professor e tem que ser educador o locador sim e se consegue fazer essa síntese para que o aluno possa coordenar todos esses sonhos sim o professor pode participado de grêmios por exemplo com alguma ideia ou é estimular a formação onde não há nas escolas é é preciso isso só depende do lugar e da tradição dos espaços escolares sim é possível que os professores podem sugerir podem fomentar podem ajudar desde que claro eles né não é dar um alguém não não determina exatamente o que a cidade tem que fazer tem que ter um diálogo sim e isso já aconteceu comigo como professor ronaldo também eles pedirem a nossa toda nossa opinião e de l uma luz no fim do túnel então é possível mas acho que desde que os professores não acha que precisa em faltar aquilo que os alunos devem fazer até porque seria um tipo de de escolarização e não de um processo de educação livre o aprendizado mais crítico que envolva um amadurecimento dos próprios tudo e nem no caso desse grupo específico é o aluno aprendendo contra lula em se troca de idéias em frentes neojibá num som existem têm autonomia o grêmio tem tudo meio ambiente isso significa que ele não possa pedir ao professor que participe de alguma contribuição na reflexão que eles estão fazendo uma roda de conversa palestra o debate mas o grêmio nunca pode ser um braço do corpo docente ou da direção não pode ser computado ele tem que ser independente tem que haver o diálogo mas um diálogo em que a cei que haja uma democratização que ambas as partes são independentes é um míssil zina onde está a carne ficar totalmente subordinado à são o corpo docente os professores de direção tomar consciência com estudantes em capacidade de caminhar com suas próprias pernas a gente pontuou algumas atividades dos grêmios como é a questão de valor de passagem questões políticas o que eu mais um grammy é capaz de fazer além dessas questões fundamentalmente o grande e tem que atenderá às necessidades dos alunos dentro da escola agora ele pode fazer projetos dentro da escola eu estava conversando com gols do grêmio que eles têm projetos inclusive de jardins projeto de horta projeto é isso tudo também é informação do cidadão não é só política né tem você pode fazer outra outras atividades que ajudam na formação da cidadania ele vai ser redes cobrindo ali enquanto cidadão né eu quero agradecer a participação de vocês muito obrigado ainda é muito obrigado arnaldo e a você que nos acompanha até agora até a nossa atuação encontro tchau [Música] e quem duvida que nas mãos de gente tão jovem está a semente do amanhã sempre falam que o jovem tem muito gás para mudar o mundo então a gente tem que aproveitar esse gasto e tentar fazer o máximo que eu puder o jovem e ele sempre brigou por causas muito discutidas netco e sempre teve voz e quanto mais o grêmio estudantil ele dá essa voz maior ainda o jovem também é muito importante esse papel [Música] [Aplausos]