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Palestras: Dia do Orgulho Autista
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Palestras: Dia do Orgulho Autista

244 views Publicado 14/06/2019 HD · 2:48:21

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Seminário do Dia do Orgulho Autista, evento promovido pela Elecamp.

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isso tudo certo tudo de uma vez o machucado reclama campinas lá muito boa noite falamos ao vivo do plenário da câmara de campinas hoje vai acontecer aqui o seminário do dia do orgulho autista esse evento que foi promovido à i pela escola do legislativo hoje várias palestras serão ministradas e o plenário aqui já tem bastante gente quem vai participar também é o vereador jorge da farmácia que já tem comigo ele que é presidente da comissão permanente de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida nem vereador boa noite é importante realizar esses eventos olha boa noite a todos estão nos assistindo aqui boa noite o povo estão presentes aqui sem sombra de dúvida uma extrema importância para a nossa cidade que nós fazemos esse debate aqui principalmente para instruir a informar muito bem as pessoas então a câmara municipal de campina está fazendo o papel dela temos temos aqui vários outros vereadores que estão junto conosco aqui eu estou no meu terceiro biniak à frente dessa comissão das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida e à frente dessa comissão sem sombra de dúvida alguma tem feito um trabalho aqui na nossa cidade de campinas e aqui na câmara municipal de campinas que é justamente a inclusão recentemente nós tivemos alguns projetos que foi de minha autoria do vereador cirilo para que nós possamos cada vez mais incluir os autistas e várias palestras vão ser realizadas aqui hoje é uma forma também de falar sobre o assunto que nem muitas têm muitas pessoas sabem que olha realmente é é se essas pessoas que estão conosco aqui que vão fazer essa essas parecem sombra de dúvida alguma são pessoas altamente gabaritadas a conhecedora deste assunto então é de extrema importância que as pessoas venha e participe e caso alguém também tenham qualquer tipo de dúvida pois pode questionar que a gente entra em contato com os palestrantes para que nós possamos sempre solucionar esse problema então eu peço aqui que vocês não tenham dúvida e sim ver participe conosco aqui lembrando que hoje é aberto dá tempo da pessoa vem correndo para cá e participando é que vai até às dez da noite perfeitamente vamos começar agora a partir das 19 horas os palestrantes já estão conosco aqui e se a pessoa se as pessoas quiserem participar venham para cá com o plenário é aberto é totalmente gratuito e vale a pena ter várias informações em relação aos autistas é muito obrigado por falar com a gente é o rival em seu que agradeço eu agradeço também a nelly câmbio que foi que vem fazendo um trabalho excepcional junto com esta comissão sempre promovendo esse debate e essas palestras para que nós ficamos cada vez mais informados obrigada eu aproveito também para falar com o vereador rossini que também vai participar desse evento aqui o vereador é de extrema importância falar sobre autismo sem dúvida até porque é uma realidade é presente na nossa sociedade o transtorno do espectro autista afeta muitas pessoas que quanto maior for a compreensão dos profissionais das famílias e da própria sociedade sobre o que significa esse transtorno melhores serão as condições de atendimento acompanhamento desenvolvimento inclusive escolar dessas crianças então nesse sentido a câmara ao recepcionar esse evento através da unicamp que a escola do legislativo de campinas cumpre o papel fundamental que a gente considera que é uma ação de utilidade pública é e que permite no recinto da câmara desenvolver esse tema é esclarecendo e tornando público já que o evento está sendo transmitido pela tv câmara as pessoas que estão em casa que não puderem vir acompanhar pessoalmente poderão também receber as informações é nós eu particularmente conheço tenho duas famílias amigas que têm dois filhos autistas a gente sabe um pouco as dificuldades que essas famílias que esses pais enfrentam e saber que existem entidades e programas inclusive da própria prefeitura voltados para olhar com cuidado com atenção que merece esse público dá uma certa segurança há uma confiança uma tranquilidade nos pais né o que a gente precisa nas ações inclusivas é isso é tratar todos com dignidade e são seres humanos que precisam viver e construir seu projeto de vida de felicidade e os profissionais que vão estar apresentando desenvolvendo os temas hoje são todos especialistas estudiosos certamente será um seminário muito rico e produtivo e tendo informação também é mais fácil de incluir essas pessoas na sociedade com certeza eu acho que essa intenção já foi o tempo em que as pessoas que tinham algum tipo de deficiência ou necessidade especial viviam à margem da sociedade hoje há todo um movimento de trabalhar e preparar a sociedade para incluir essas pessoas no dia a dia no ambiente escolar no ambiente dos clubes e até no ambiente familiar não é então isso é fundamental para garantir esse passo de favorecer a inclusão dessas pessoas e que elas possam servir tratadas e vistas com respeito e com a dignidade que elas merecem e até aqui na câmara de vereadores as portas estão sempre abertas para todas as pessoas incluindo as que têm deficiência sem dúvida aliás nós temos que ser um exemplo eu acho que a câmara ao trazer esses debates busca cumprir esse papel também abrir as suas portas para todas as pessoas que por alguma razão precisam de uma de uma atenção especial né e aqui todos se sintam em casa a casa do povo e quando a gente fala a casa do povo tem que ser a casa de todos independente da sua condição física muito obrigada por participantes daquele evento com a gente eu agradeço vamos lá tão bom e grande evento tenho certeza obrigada então todos os detalhes desse seminário você acompanha a partir de agora então fique com a gente senhoras e senhores muito boa noite sejam bem vindos à câmara municipal de campinas para o seminário dia do orgulho autista reflexões promovido pela escola do legislativo de campinas a ele camping o dia do orgulho autista comemorado em 18 de junho celebra a neuro diversidade e as características únicas que o está sempre apresentam o objetivo da data é mudar a visão negativa dos meios de comunicação e da sociedade em geral em relação ao autismo passando do foco de doença para diferença desta forma o evento desta noite tem como objetivo discutir temas relevantes sobre o transtorno do espectro espectro autista como a conscientização de sinais de risco para o transtorno e as práticas clínicas e pedagógicas com comprovação de eficácia além de informar os principais direitos relacionados à saúde e à educação dessas pessoas assim para a abertura do nosso evento convidamos para compor a nossa mesa de autoridades o vereador luís rossini representando neste ato o presidente da câmara municipal de campinas vereador marcos bernadelli convidamos também o vereador jorge da farmácia que é presidente da comissão da pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida [Aplausos] chamamos vereador gustavo petta presidente da comissão permanente de educação e cultura [Aplausos] convidamos vereador professor alberto que é membro também desta mesma comissão [Aplausos] convidamos ainda o vereador carlão do pt que é presidente da comissão de defesa dos direitos humanos e cidadania [Aplausos] o vereador pedro tourinho que é presidente da comissão de saúde [Aplausos] convidamos ainda nelly monteiro coordenadora pedagógica da escola do legislativo de campinas a ele capim e andré reinar godoy advogada especializada em direito do consumidor educação inclusiva e apresentando neste ato a empresa futura consultoria para a educação inclusiva [Aplausos] a mesa pode tomar assento relacionamos e agradecemos os seguintes representantes e autoridades que se apresentarão este cerimonial thaís carreteiro chefe de gabinete da presidência deste legislativo enviaram suas justificativas de ausência com cumprimentos aos organizadores e palestrantes o prefeito de são paulo senhor bruno covas e o deputado estadual estevam galvão com a palavra o vereador pedro tourinho boa noite e senhoras e senhores é uma grande alegria estar aqui presente para que a gente possa a da evidence visibilidade para a discussão sobre o autismo na cidade de campinas é a comissão de saúde a qual presido nesse biênio 2009 2011 20 tem se empenhado pra construir uma pauta ampla e que tente abordar de fato todas as questões que dizem respeito ao cuidado em saúde na cidade de campinas inclusive nem as questões relacionadas à saúde mental aos transtornos de subir do desenvolvimento né e sem dúvida nenhuma a gente tem cada vez mais clareza da importância da alta prevalência da dificuldade do diagnóstico e da importância de promoção da divulgação da informação a respeito do autismo eu sou médico também além de estar presente nessa comissão e trabalho é com a medicina de família que acaba me fazendo encontrar com todos os grupos etários e a gente tem muita clareza de que são muitos milhões de de situações de casos no nosso país de jovens que têm autismo que têm um diagnóstico tardio um diagnóstico feito de forma equivocada às vezes são submetidos a tratamentos inadequados não recebe o cuidado é que deveriam receber então a gente considera muito louvável as iniciativas que venham a ampliar o conhecimento da feitoria e visibilidade e ajudar a sociedade como um todo a conhecer o autismo é cuidar da criança autista e garante que é não só vão receber o melhor tratamento possível mas como vão conseguir é desfrutar de tudo o que a sociedade pode oferecer participar de uma forma ativa intensa da vida social na medida do que for possível e é isso só pode ser feito mediante uma ampla parceria entre o setor privado políticas públicas entidades né e certamente a câmara de vereadores então meus parabéns a ele em campo pela iniciativa e contem com a comissão e com o nosso trabalho muito obrigado e um abraço a todos os vereadores é bom ver a câmara a casa aqui cheia de vereadores feito é a gente está aqui nesse momento muito obrigado passamos a palavra agora ao vereador carlão do pt boa noite a todos ea todas queria principalmente parabenizar a iniciativa dele em campo o trazer este esse debate essa discussão porque pra nossa luta na direitos humanos a garantia de direito ela é extremamente importante a gente conhecer é este assunto porque nos traz grandes preocupações e sabemos da demanda que é enorme na cidade de campinas mas a câmara municipal é quase que na sua maioria nós temos muito poucas informações a respeito desse diagnóstico e essa noite com certeza vai me fortalecer a a luta que nós queremos travar para ajudar nesse debate e pra isso eu queria aproveitar a oportunidade juntamente com a comissão de educação nós vamos no dia 24 comissão de direitos humanos ea comissão de educação aqui mesmo na câmara municipal nós vamos debater também novamente este assunto para que a gente possa buscar no poder público alternativas e soluções no aspecto geral da do acompanhamento e da qualidade de vida que nós precisamos dar às pessoas que são portadoras dessa idade obrigado abrimos a palavra agora ao vereador professor alberto boa noite a todos os presentes parabenizo a ele camp na pessoa da nely bem como todos os que fazem parte dela e campi da escola do legislativo que tem feito e recomentado temáticas bastante relevantes para a cidade de campinas quero cumprimentar a que os vereadores é o sim que nesse ato representa o presidente bernadelli demais vereadores é e dizer que a nossa casa aqui em tem fomentado esse tema é especialmente através da comissão presidida pelo vereador jorge da farmácia comissão da pessoa com deficiência ou mobilidade reduzida e que tivemos o privilégio também de nessa casa ser lançada a frente parlamentar nacional de conscientização do autismo pelo deputado paulo frei aqui de campinas essa idéia o teve por objecto convencer e conversar com os deputados sobre a importância de investimentos para pesquisa e para ajudar aquelas pessoas menos favorecidas a terem a oportunidade de ter os seus filhos recebendo os tratamentos adequados e naquela oportunidade a deputada então deputada célia leão levou para a assembléia legislativa e também criou a frente parlamentar estadual sobre essa temática temos agora recebido os frutos dessas iniciativas desses debates que ocorreram aqui nessa casa a própria unicamp está agora também é trabalhando com é pra criar um centro de excelência sobre o autismo especificamente falando e nós temos então através das comissões esse papel de fomentar o debate e buscar recursos pra que realmente nós tenhamos então o atendimento tão importante tão necessário para as nossas crianças então uma vez mais comprimento ele camp é por ter junto conosco ele em campo nos ajudou muito na semana do autismo que tivemos aqui nessa casa e não só nessa casa mas em parceria com a unicamp o fechamento foi nessa casa foi numa sexta feira com a presença de muita gente tudo isso tem ajudado a gente está construindo políticas públicas para essa essa questão tão importante tão relevante que é esse assunto tão parabéns pra todos os presentes aos senhores vereadores especialmente l camp por darmos essa oportunidade de continuar fomentando essa temática na pessoa da nely obrigado e bom evento para todos com a palavra agora o vereador gustavo petta boa noite a todos é um complemento ao vereador rossini que preside essa sessão em nome de todos os vereadores cumprimento anelli que e ao cumprimentá lá quero parabenizar ele camp pela realização desse evento é cumprimento também andreia que está compondo a mesa com a gente e dizer em rápidas palavras da importância desse dia dessa reflexão eu como presidente da comissão de educação tem um a noção exata de quanto foi importante nessa operação já alguns anos nessa operação histórica de pensar a interação das crianças autistas no ambiente escolar o quanto isso é importante para a socialização quanto é importante inclusive para todas as crianças desde o início de sua vida lidarem com as diferenças quanto à diversidade é importante no processo educacional né mas o quanto isso também traz conseqüências da importância de uma integração maior do ambiente escolar com as outras áreas do conhecimento é por isso que como vereador carlão aqui falou nós iremos fazer um debate no âmbito da comissão de educação direitos humanos agora no dia 24 com a presença da secretaria de educação do município estamos também convidando a secretaria estadual de educação para fazer um debate sobre esse tema né recentemente nós tivemos uma portaria que tratou do assunto é um tempo um pouco controverso mas é muito importante o diálogo que o debate para a gente poder produzir para a nossa cidade as melhores saídas para o debate de inclusão de diversidade e de integração das diversas áreas do conhecimento em torno desse tema tá certo então parabenizo a ele em campo e todas as pessoas envolvidas nesse importante dia aqui na câmara municipal de campinas muito obrigado [Aplausos] nós agradecemos a presença do jackson toma representando aqui o gabinete do vereador antônio flores com a palavra agora o vereador jorge da farmácia boa noite a todos cumprimentar os meus amigos vereadores vereador pedro tourinho vereador carlão do pt e gustavo petta o vereador rossini que preside esta esta sessão o grande amigo que eu tenho aqui na câmara municipal também que eu tenho um carinho muito grande que é o nome do professor alberto e dizer vocês todos aqui que o professor roberto logo quando cheguei nessa nessa casa eu assumia a comissão das pessoas com deficiência e mobilidade reduzida e ele sempre me apoiou nesse projeto que nós possamos trabalhar aqui sempre país está obrigado em nome do professor e nós estamos sempre fazendo promovendo abril a azul que é uma referência que a gente faz aos autistas com as caminhadas vários eventos que a gente faz aqui na na câmara municipal de campinas agradecer também a nelly pelo trabalho que você faz aqui e sempre contando com essa comissão você tem feito vários eventos aqui que só estimula cada vez mas aqui nós possamos trabalhar junto com a comunidade vai poder explicar a divulgar e trazer várias informações agradecer também a andreia o qual agradeço aí a presença de todos os palestrantes que estão conosco aqui eu estava vendo lendo sobre vocês e altíssimo nível aqui então sem sombra de dúvida alguma mas nós vamos ter uma noite pra eu fico aqui para que nós possamos cada vez mais te essas informações eu sou presidente da comissão das pessoas com deficiência já faça todo se terceiro biênio e desde quando eu assumi essa comissão vem tentando sempre trabalhar na inclusão acho que o foco nosso é este e gustavo já conte comigo lá que dia 24 gostaria muito de de participar desse evento e pra vocês também que vocês têm aqui uma uma noite de muitas informações com certeza vão ter um forte abraço a todos um bom evento uma boa noite a todos [Aplausos] por fim passamos a palavra ao vereador luiz azzini boa noite ela inicialmente cumprimentar os vereadores presentes vereador pedro tourinho vereador carlos do pt vereador gustavo petta do jorge da farmácia vereador professor alberto a presença desses vereadores demonstram a importância que a câmara dá a esse tema que vai ser debatido hoje quero também cumprimentar nelly em seu nome parabenizar ele camp por por essa realização ainda é campeã a escola do legislativo de campinas através de eventos como esse se cumprir uma das suas missões uma das suas funções ela existe não apenas para qualificar e capacitar e desenvolver tecnicamente os servidores da câmara municipal para que a câmara possa cada vez cumpre um papel melhor para a sociedade mas também abre essa possibilidade junto com a sociedade de desenvolver temas de interesse público como esse então isso faz parte da missão da e campi anelli que conduz esse trabalho junto com a sua equipe tem feito de uma forma brilhante quero também cumprimentar a andréa filha de um grande amigo meu de muito tempo walter reina é consultora da empresa com os co futura também uma das parceiras é desse evento em nome dela cumprimentar todas as entidades parceiras que os ajudaram a organizar estão aqui presentes a divulgar esse evento e também as palestrantes que vão discutir discorrer sobre esse tema rapidamente em nome do presidente marcos bernardelli dar as boas vindas a todos vocês é para esse evento que eu considero reputo da maior importância é o dia em que se comemora o dia do orgulho autista dia 18 de junho a gente tem antecipando o dia de santo antônio mas é o importante é criar essa oportunidade e através da programação se vemos o conteúdo das palestras dos temas que vão ser desenvolvidos a qualidade dos palestrantes eu tenho certeza que a noite de hoje vai ser muito produtiva no sentido de ajudar a aumentar a nossa visão e compreensão sobre o transtorno do espectro altri está autista ea partir dessa compreensão pensarmos em como melhorar o cuidado atenção das crianças e adolescentes enfim das pessoas portadoras desse transtorno e tentar melhorar a qualidade de vida e as relações das pessoas seja no ambiente escolar no processo de ensino aprendizagem seja no ambiente social o de convivência com outras crianças seja também no ambiente familiar a gente sabe que a família é os pais principalmente tem precisam desse apoio e eles ficam mais tranqüilos sabendo que pode contar com profissionais e quero aqui cumprimentar todos os profissionais que atuam na área da educação da saúde e do cuidado que estejam capacitados para dar o melhor atendimento para essas crianças eu quero com isso então desejar uma boa noite de trabalho tenho certeza que será bastante profícuo e sairemos daqui todos nós mas mais preparados para enfrentar essa realidade tratar com dignidade de forma inclusiva também todos os produtos portadores do espectro autista boa noite a todos bom trabalho acho que já falei o que tinha que falar alguma coisa importante nós temos aqui o presidente da comissão de saúde o presidente da comissão de direitos humanos e presidente da comissão de educação presidente da comissão das pessoas com deficiência o presidente é da membros de todas de todas elas é que eu sou membro da comissão de meio ambiente não tem sentido a gente pensar no meio ambiente do cuidado com o meio ambiente se a gente não pensar no cuidado das pessoas que vão usufruir desse meio ambiente então tá tudo interligado muito obrigado [Aplausos] nós gostaríamos de registrar a justificativa de ausência da célia leão é que é esse deputado estadual e hoje é secretário estadual dos direitos da pessoa com deficiência agora vamos dar início às nossas palestras de hoje informamos aos participantes do evento que dúvidas ou questionamentos poderão ser encaminhadas por escrito a equipe organizadora dos palestrantes as palestrantes poderão posteriormente o primeiro painel desta noite é terá como tema inclusão escolar do aluno com transtorno do espectro autista e ser abordado pela equipe da futura consultoria em educação inclusiva convidamos as páginas listas andré renan godoy advogada roberta tafarelo professora de educação especial e vanessa portiolli pedagoga para dar início aos nossos trabalhos não tá ligando chavista olá a todos boa noite em primeiro lugar eu gostaria de dizer em nome de toda a futura é que é um grande prazer para nós estamos aqui hoje para falar de um tema que a gente tem uma verdadeira paixão que é o autismo e em especial eu vou começar falando pra vocês um pouquinho da história da futura a que tem a ver com a minha história faz uma conexão direta entre a minha vida pessoal ea minha vida profissional e por quê e por isso estou aqui hoje é eu sou advogada 20 anos já atuei em várias áreas do direito especialmente direito do consumidor que eu sou especializada é mas a vida me transformou há sete anos quando meu filho nasceu com síndrome de down então passei a me especializar em direitos da pessoa com deficiência hum [Música] enfrentei muitas dificuldades no começo mas assim que ele saiu do período de internação que durou 40 dias rafael foi uma criança prematura extrema é é ele começou já as estimulações precoces e começou a responder muito bem por esse tratamento e isso aconteceu até por volta de dois anos e meio três anos de idade é onde ele começou a apresentar alguns quadros de regressão de habilidades que ele já apresentava né então rafael era uma criança que já falava como as pequenas palavras que olhava nos olhos que dava tchau que jogava beijo que fazia imitações motoras que imitava os vídeos que ele assistia e aos poucos isso aconteceu progressivamente ele foi perdendo essas habilidades então isso nos deixou muito preocupados num primeiro momento procuramos por vários médicos várias especialidades de campinas de são paulo e minas gerais e sempre que nós escutávamos era a mesma coisa que eu era uma manhã ciosa de que meu filho tinha síndrome de down que meu filho tinha sido prematuro extremo tinha nascido com baixo peso e que não podia esquecer da condição dele que por si só por ter uma deficiência intelectual já geral esse atraso de desenvolvimento ea minha questão era sempre mais ea regressão e isso ninguém conseguia explicar então foram inúmeros médicos e fui eu sozinha que estudando estudando muito a princípio na internet que acabou me deixando muito mais confusa em relação aos sintomas as manifestações e foi onde eu comecei a estudar artigos científicos para entender nessa gama toda de sintomas que meu filho apresentava e quanto mais eu lia quanto mais eu me debruçava nessas pesquisas científicas nesses livros eu vi estampado autismo no meu filho ali então indicado por uma grande amiga eu conhecer a doutora mariani que vocês vão ter prazer hoje de de escutar aqui hoje que validou o meu sentimento as minhas preocupações enquanto mãe me acolheu e conversou bastante comigo para saber é as coisas que aconteciam com rafael as regressões como elas aconteceram ao longo desses te desses anos todos e depois pacientemente observou os comportamentos dele pediu uma série de exames na complementares que na verdade são exames excludentes porque a gente não tem nenhum marcador biológico para o autismo como a gente tem para síndrome de down que a gente faz um exame de sangue e consegue pelo carioca tipo saber que a criança tem síndrome de down por exemplo a gente não tem isso no autismo que dificulta muito diagnóstico né e e ela pacientemente é observou esse se mais nos conduziu precisamos nós fizemos prontamente levamos o resultado e saímos de lá com o laudo estampado f84 ou seja meu filho também tem autismo isso me deixou nem quando eu costumo falar isso nas palestras as pessoas ficam bastante surpresas quando eu digo que eu senti alívio um alívio muito grande porque atenção maior é quando a gente não sabe com aquilo que a gente está lidando ver que nosso filho tá perdendo habilidades que tinha ver nosso filho se desmotivar perdeu olhar não tem intenção comunicativa e de repente a gente saber que tem um diagnóstico ali que nos dá uma luz de que caminho seguir que tipo de intervenções procurar é isso nos enche de esperanças então foi um grande alívio sim mas ao mesmo tempo uma grande frustração porque o que pensar em todos esses profissionais que eu procurei ao longo desses anos e que não souberam e pra minha surpresa durante esses estudos que houve que 10% cerca de 10% vejam bem não estou falando de um ou dois por cento estou falando de 10 por cento da população com síndrome de down pode ter transtorno do espectro do autismo e ninguém me disse isso ninguém me disse também que essas crianças poderiam ter esse autismo regressivo da equipe por isso poderiam perder essas habilidades que tinham ninguém me disse que um prematuro extremo está mais predisposto a desenvolver a ter o autismo ninguém me disse que o baixo peso ao nascer que a nota baixa uma seca e complicações do parto nada disso eu soube então fiquei pensando quanto tempo de estimulação e os tratamentos adequados meu filho deixou de ter no momento que era crucial num momento onde ele tinha uma plasticidade cerebral muito maior a gente sabe que ao longo de todos os anos é é os autistas são capazes de desenvolver isso mas quanto antes a criança começar com as intervenções é precoces melhor o prognóstico melhor o desenvolvimento dela então vocês imaginem é quanto foi a minha frustração e foi disso que nasceu a futura porque eu pensei eu não quero isso pra nenhum outro pai eu não quero isso pra nenhuma outra mãe e como essas questões todas começaram a aparecer conforme a demanda social do rafael começou a aumentar que foi o período que entrou na escola foi que a gente escolheu é a inclusão escolar como foco hoje eu tenho uma grande alegria de dizer que embora esse seja um grande foco do nosso trabalho nem as meninas aqui robert vanessa que eu tenho orgulho de ter na equipe desde janeiro deste ano que vieram somar o meu trabalho o grande foco da empresa é assim a educação inclusiva mas estamos sendo muito chamadas para falar do autismo de uma da inclusão de uma forma geral que a gente sabe que a inclusão escolar é apenas uma fatia média que a gente chama de inclusão eles precisam ser incluídos em todos os espaços em todos os contextos sociais e é essa a nossa missão aqui hoje trazer um pouquinho da nossa vivência o desmistificar algumas coisas para que a gente consiga transmitir um pouco de informação para que vocês consigam levar isso adiante e nos ajudar nessa missão mede de de mostrar para as pessoas realmente o que é o transtorno do espectro do autismo i então agora tá então pra gente começar um pouquinho a discussão a a gente trouxe alguns dados nesta sobre a incidência de autismo então a gente sabe que hoje tem mais ou menos a incidência de 1 para 59 na então cada cinquenta e nove crianças que nascem uma autista e segundo essas pesquisas nesse centro americano ele calcula que por essa incidência nós temos mais ou menos 2 milhões de autistas no brasil hoje né e muitos deles estão lá na escola conosco né se não estão vão estar e vão né vão chegar de alguma maneira e daí que a gente né eu enquanto professora roberto que a gente percebe na inclusão do autista qual é a maior dificuldade da inclusão do autista né a maior barreira com certeza a questão comportamental né nós sabemos que que o espectro é muito amplo e variado e ele pode é afetar cada criança de maneira variada e o comportamento também né então não adianta ter uma receita de bom ninguém tem uma receita de bolo para trabalhar com essa criança autista dentro da escola isso dificulta bastante né o que a gente faz com uma criança na escola a gente não necessariamente vai fazer com outro artista né então essa essa variedade grande do espectro e as questões comportamentais que estão atrelados hoje eu é a maior barreira que nós temos nas escolas para a inclusão dessa criança autista é e aí quando a gente fala de escola inclusiva desses dois milhões que estão chegando o que já chegaram o que um dia chegaram né que estão aí nos mais diferentes níveis tanto na educação infantil no fundamental muitos na universidade e até na educação de jovens e adultos a gente não pode esquecer de uma coisa de capacitação técnica né a gente é precisa capacitar as pessoas que estão ali diretamente é ligadas com esse público alvo ea capacitação técnica às vezes não é suficiente você só tem ali é engajada a estudar ou ler artigos científicos não mas a gente acredita que a capacitação precisa envolver todas as pessoas que estão ali diretamente ligadas é a essa criança é agente enquanto o futuro a gente acredita muito nisso a criança ali é o foco ea gente acredita que é esse essa capacitação técnica envolve o conhecimento técnico ali desse transtorno do que fazer dessas queixas é comportamentais de como lidar respeitar as diferenças né não é só porque ele é autista que né outras diferenças que existam ali na escola e fazenda as adaptações quando elas se fazem necessárias e aí as adaptações são várias né as adaptações além do espaço da parte pedagógica ea gente acredita que a adaptação à a capacitação não é só o professor que está ali diretamente de um ator principal ali nesse papel né da escola inclusiva mas é uma capacitação desde aquele inspetor que recebe essas a criança na escola aquela a cozinheira merendeira os gestores então essa capacitação também é necessária pra gente receber essa demanda que está nas nossas escolas nós temos um artigo de lei que na verdade é de janeiro deste ano do estado de são paulo que na verdade não é nenhuma novidade né isso já vem estabelecido no nosso código civil na nossa constituição federal que diz respeito a isso que roberto acabou de falar que é a capacitação nem quando a gente fala de capacitação a gente fala de todos os atores é que existem na escola né muitas vezes a gente é nas nossas palestras ou mesmo numa orientação de escola diz por exemplo da adaptação de alimentação mas como seria isso sim porque uma criança que apresenta por exemplo uma seletividade alimentar ela tem que ter adaptação de alimentação então quando a gente fala em adaptação não é uma série de coisas que precisa existir ali para aquela criança possa se beneficiar daquele espaço nem tão a capacitação desde o porteiro que vai receber essa criança cada um dentro da sua área de atribuição dentro daquilo que lhe permite ne saber qual é o seu papel ali está capacitado para atender essa criança da melhor forma possível é e aí quando a gente é continua falando da dessa capacitação né eu acho que vem algo que é muito importante que a rede de apoio que é o que a gente acredita que se faz necessário pra gente tem uma escola é inclusive de novo o professor ele é um ator super principal nesse processo inclusivo é ele que está lá todos os dias com aquela criança na escola falou que eu também sou professora estou lá na sala de aula todos os dias é mas a gente acredita que pra a gente ter é uma educação inclusiva tem esse processo dessa capacitação em todas as esferas que atendem ali o aluno que estão diretamente ligadas a eles essas esferas tem que conversar tem que ter mediação tem que ter parceria porque o aluno na escola a escola é ver o aluno ali no ambiente escolar tem aquele terapeuta que está ligado a ele o médico ea família então essas esferas é precisão a conversar né e pensar o que a gente precisa fazer pra gente realmente é deixar uma escola inclusiva para essa criança é então a gente acredita que essa rede de apoio é fundamental é para que essa educação inclusiva para pensar nesse aluno realmente para que ela aconteça é de fato lógico a verão ali é diferenças de pensamento diferenças de linhas mas eu acho que a gente nunca pode perder o foco que ali é o nosso aluno mesmo é é daí a gente acredita muito né enquanto professores enquanto empresa é a futura que as intervenções feitas com essas crianças com autismo devem ter embasamento científico né porque é hoje nós temos muitos autistas na escola ou fora delas né ea gente percebe que isso virou um grande mercado o mercado de oportunidades né então tem muitas pessoas às vezes sem capacitação sem estudo técnico adequado que estão se propondo atender esses autistas e acabam promovendo uma intervenção não muito adequada hoje tem diversos estudos em diversas áreas né pra tratamento para intervenções das crianças autistas mas nós que acreditamos muito no que tem comprovação científica né e comprovação científica não é da é dar certo com uma criança ou duas estão dentro de um de uma é de uma amostragem de mil crianças duas deram certo isso não é comprovação científica né então eu acho que falta muito isso é para os profissionais hoje tanto na escola quanto os terapeutas que atendem álbum é as crianças eu vejo isso enquanto professor eu vejo isso enquanto professora de vários alunos autistas que freqüentam diversas terapias né e se esse achismo é que a gente costuma dizer então se eu não posso fazer dentro da minha escola com aquela criança o que eu acho que vai dar certo nem a porque deu certo com o que trabalhou no passado vai dar certo com esse ano não é assim que funciona né nós estamos lidando com uma vida né e uma vida ea gente tem dentro da escola e precisa estar lá pra aprender alguma coisa não é para socializar não é pra deixar ele é conversar com os amiguinhos olha está brincando tá bom ele precisa estar dentro da escola para aprender nessa socializar e tem outros espaços que ele pode fazer isso e é muito importante então a capacitação de todos os profissionais dentro dessa escola nesse sentido mesmo de estudar para receber essa criança não é eu já sei eu já fui numa palestra eu aprendi eu vi que isso dá certo a minha amiga de outra escola fez isso com a criança deu certo né então a gente acredita muito nisso né não trabalho sério e baseado em comprovações científicas em estudos que mostram as melhores intervenções né pra paraense na educação da criança autista é uma coisa importante de ser dita am está bem claro já todo mundo sabe é que a gente não pode negar matrícula para uma criança com autismo com nenhuma espécie de deficiência mas o que a gente vê muito ainda hoje infelizmente é a negativa velada então eu aceito seu filho mas eu nego acesso então seu filho está aqui dentro enquanto todos estão aprendendo uma conta de matemática o seu filho ali no canto montando bloquinho né então isso não inclusão na inclusão ela tem que garantir a matrícula assim mas o acesso a permanência uma educação de qualidade e todos os apoios e as adaptações necessárias que garantam o que essa criança aprenda em igualdade de condições com as demais que estão ali né a gente tem um princípio constitucional que dizes todo mundo fala mas existe igualdade sim existe igualdade entre todos mas para essa criança tenha igualdade de oportunidades com as demais ela precisa ser desigualado e isso não é questão de privilégio de concessão de benefícios é preciso ser dado a ela as chances que ela precisa para se desenvolver o máximo das capacidades o máximo do seu potencial nem tudo é aprendizado é o desenvolvimento com a wanessa falou uma das esferas que a escola vai trabalhar é a socialização até porque é uma característica nesta dentro do critério diagnóstico do tsé é essa dificuldade mas a criança não está na escola só para socializar ela vale para ter ganhos acadêmicos aprender habilidades acadêmicas entre tantas outras cores então esses apoios essas adaptações que toda uma equipe multidisciplinar achar que é porque convém avaliando a criança isso deve ser providenciado cada papel do professor é importantíssimo nesse processo porque ele acompanha a criança conhece a realidade e as necessidades que aquela criança tem dentro da sala de aula dentro do contexto escolar assim como os terapeutas que acompanham em contexto clínico o médico é o terapeuta ocupacional a fono todo mundo tem esse papel nessa formação de de adaptações e de rede de apoios que realmente vão efetivar o direito dessas crianças é ótima o ponto que a gente queria trazer aqui em relação à judicialização da inclusão porque hoje a gente sente muito isso é tudo vai para o advogado então a escola num não faz tal coisa vão para advogado eu sou advogada mec como já disse a vocês mas a futura tem uma postura de acreditar na mediação ninguém quer ter o seu filho numa escola em que está processando essa é a realidade a gente tem que com a conversa a gente tem que estabelecer parcerias para o bem estar da criança não importa a mãe não importa o pai me importa família professor escola a gente tem que ter um olhar para a criança como que essa criança vai ficar numa escola que está sendo processada é pra isso que existe estas mediações essas capacitações é pra gente levar isso para toda a escola para que haja é o benefício da criança que que é e sempre vai ser o nosso foco como empresa é na verdade o nosso tempo também é curtinho a gente teria um monte de coisa pra falar sobre inclusão escolar da criança com o autismo é mas a gente é resolveu focar nessas questões eu acho que vale a pena é reforçar e com e complementa que com a fala das meninas é eu acho que a gente tem muito que caminhar ainda na questão da escola inclusiva é um processo que a gente vai aprendendo eu acho que a gente já teve muitas conquistas é precisamos avançar em muitas e muitas e muitas coisas é vocês que estão aqui hoje estão interessados nisso nessa nessa escola inclusiva eu acho que isso é um ponto super forte e de novo e falar que a gente acredita muito muito muito é nessa rede de apoio e que capacitar é fundamental e que a gente não acredita que a capacitação é feita em um dia ela não é uma capacitação única mas é uma canalha é uma capacitação que ela precisa ser contínua então a escola que está recebendo essa escola que se propõe ser realmente de fato uma escola inclusiva ela precisa é estar a todo momento capacitando as pessoas que estão ali diretamente envolvidas com esse o ex-aluno né e eu acho que a gente nesse pouco tempo tentou trazer um pouco do que a gente acredita é e do que a gente é gosta de falar e sabe falar um pouquinho acho que é isso né eu só gostaria o último lugar agradecer principalmente ao vereador jorge que nos ouviu é difícil isso né às vezes a gente chegar a ter esse acolhimento para falar com grande público então acolheu a nossa ideia agradeço muito a isso essa oportunidade muito rica muito única que está aqui hoje com todos vocês espero que a gente tenha conseguido contribuir um pouquinho muito obrigada o tamanho da terra agora a médica psiquiatra mariani herrera fossati ferreira irá ministrar a palestra o papel do psiquiatra no diagnóstico e tratamento da pessoa com transtorno do espectro autista ae boa noite a todos muito obrigada pela pela oportunidade pelo tempo despendido ao tema nem que considera extremamente importante muito obrigada a futura consultoria principalmente andré né obrigada principalmente pelo carinho também essa fala andréia ela toca muito né porque é algo que infelizmente não é incomum no consultório é chegar em mães que percebem algo diferente nos seus filhos e que não são muito escutadas ou não são muito olhados né e e também me remete um pouco aqui estereótipo do autismo todos nós estamos olhando né então o estereótipo é esse que às vezes o pediatra não percebe que que o professor não percebe ou não se encaixa nesse estereótipo então acho que que a minha fala vai resgatar um pouquinho do histórico do diagnóstico né o quanto isso é importante fechar esse diagnóstico a gente pensar nas abordagens necessárias e primordiais mas o quanto isso vem mudando é o quanto autismo já não não remete a um estereótipo único né e sim uma ampla gama de de de comportamentos e principalmente estamos falando de sujeito né de indivíduos cada um com a sua individualidade de cada um com suas características e por isso a importância de se olhar um pouco mais cuidadoso refinado obrigado é queria começar falando um pouquinho é acho importante pensar nas datas porque a gente observa que nada muito muito distante né então foi começado a pensar em autismo com leo kanner é um psiquiatra austríaco e ele começa identificando dentre os pacientes dele é pacientes principalmente psicóticos um conjunto de pacientes que eram um pouco diferente está então pacientes que tinham um certo isolamento extremo uma obsessividade estereotipias motoras ecolalia que é repetição de palavras principalmente as últimas palavras então ele começa a observar né que tem algo dentro desses pacientes que os diferencia dos demais ele ainda entende esse grupo específico como algo dentro dos sintomas psicóticos né ele ainda chama isso de de transtorno psicótico mas ele começa a entender que tem algo diferente está em 54 ele começa a entender também pesquisar e se chama atenção de cana ele pesquisa ainda mais ele ele observa então que nenhum exame de laboratório nenhum outro exame é capaz de diferenciar esses pacientes né é ele entende que qualquer déficit né de vocabulário de fala ou qualquer estereótipo e motora é dificuldade de entendimento tudo isso não é nada orgânico isso na não é algo neurológico né então isso mostra para ele ainda mais que é algo dentro da psicose tá então ele entende isso como uma patologia verdadeiramente psicótica e isso começa a ser quebrado em 73 está com rivo que mostra que existe sim uma íntima relação com dest cognitivo e autismo remetendo-a que o autismo fosse algo ligado a um transtorno de desenvolvimento algo então que já faz parte desse sujeito que pode se apresentar dentro de qualquer faixa etária mas algo que já está presente de alguma forma desde o nascimento então isso muda um pouco a visão tirando um pouco o autismo de doença transformando o autismo em algo mais é que define esse sujeito como algo pertencente ao desenvolvimento desse sujeito tá é isso causa bastante estranhamento isso é uma grande ruptura é é falado então nessa situação diz para entre todas as classificações então a classificação francesa fala de uma coisa americana de outra a oms organização mundial de saúde fala de outra coisa então é algo que causa um estranhamento que o autismo o que acontece para pessoas é autista então isso não é de muito tempo atrás a gente está falando em 1973 é algo contemporâneo praticamente em 1990 gilberto então é bate o martelo que é falando que é altamente improvável que existam casos de autismo não orgânico então ele entende que é uma patologia que tem uma causa definida tem uma ideologia pré-determinada tá e que não seria um fator meramente é ambiental ou tivesse uma causa externa como muitas pessoas acreditavam até que pudesse ser da épo desce nascer é originada relação com a mãe né então foi algo muito difícil para as mães nessa época porque além disso ainda tinha todo um estigma de prova de de possivelmente serem culpados não é por algo que tivesse acontecendo com seus filhos dessa forma tão grave né então isso não não permanece isso cai por terra não é e definitivamente autismo é visto então como uma disfunção orgânica e não problema dos pais isso não é uma matéria para discussão é como ele fala né o novo modo de ver o autismo é biológico então isso é de 1990 não é nada muito longe então é é muito importante que a gente pense nisso porque esse diagnóstico vem sendo constantemente vem sendo constantemente reúne ado recolocado reclassificado então as pessoas portadoras do teto em tem sofrido muito isso não só os portadores mas a família todo aparato para atendimento desses dessas pessoas né e em seu lugar no mundo como um todo é então ele entende né que isso é uma síndrome comportamental a rigor com ideologias múltiplas em conseqüência de um distúrbio de desenvolvimento então a pessoa nasce autista ela é autista ela não está autista isso diferencia profundamente de uma doença não é que a pessoa como por exemplo um transtorno de humor onde a pessoa não é depressivo ele está naquele momento deprimida né então isso diferencia por que é a gente precisa entender o autismo hoje em dia como uma uma especificidade desse sujeito e não como uma pessoa que é acometida por uma doença tá então é esse olhar ele é fundamental hoje em dia para pensar o segmento e o tratamento dessas pessoas está então essa síndrome comportamental é baseada então num best da interação social principalmente uma inabilidade de relacionar se com um outro com 10 tipos de linguagem e alteração de comportamento tá o diagnóstico ele é clínico então não existe um exame que é que a gente possa pedir é e que que esse exame evidencia o autismo é o que a gente faz a pedir uma série de exames que faz um diagnóstico é diferencial com outras patologias porque é muito comum por ser um uma síndrome comportamental é muito comum que outras tecnologias principalmente genéticas também se expressam desse jeito de sair dessa com essa alteração de comportamento ea gente enquadre esse comportamento como comportamento autista fico então isso não seria um autismo propriamente dito e sim síndromes genéticas tais e elas costumam ser bastante raras em mas é preciso fazer esse diagnóstico é que é pra que mostra então é esses diagnósticos diferenciais porque alguns desses diagnósticos têm tratamentos específicos eles precisam ser colocados tá é o diagnóstico então é feito através da observação direta do paciente uma coleta de informações com os pais os responsáveis e se possível e se necessário com aplicação de escalas questionários e protocolos de observação do comportamento quando necessárias né é essas observações essa coleta de informações ela pode ser dos familiares ela pode ser da escola ela pode ser do pediatra ela pode ser de quem olha essa criança por isso que é extremamente importante que a gente fale sobre autismo que a gente cada vez mais leve esse tema para todas as áreas porque é quem olha essa criança né então quem tiver em contato com essa criança vai poder olhar a identificar algum tipo de alteração e mais rapidamente pensar em algum tipo de intervenção por uma completa um completo desenvolvimento ela tá é hoje a gente tá é no dsm 5 tac que é uma uma classificação das doenças de doenças de estatísticas é uma classificação a americana e o dsm 5 ela mudou algumas percepções sobre o autismo é uma classificação mais recente ela vem de 2013 mas mais recentemente que nós no brasil começamos a se utilizar dela e ela faz uma diferença importante porque ela amplia mais ainda o diagnóstico de autismo né no dsm 5 é existe a remoção de outras condições como a síndrome de asperge que muitos conhecem como autismo mais leve um autismo mas é com mais funcionalidade então ele coloca tudo essa classificação nova coloca tudo como autismo tá tudo como o terra transformando do espectro autista e então ela amplia bastante e ela ela simplifica o agrupamento de critérios relacionados à comunicação ea sociabilidade então ela grupo a a dificuldade de comunicação atraso na linguagem né então ela agrupa isso a dificuldade de socialização e ela inclui também alguns sintomas sensoriais que era que sempre foi muito evidente para alguns pais estava pouco de escrito que é a hipersensibilidade a sons a texturas as sensações dolorosas então isso ele é muito ele é mais evidenciado e mais é é dado uma importância pouco maior aí está os critérios diagnóstico então que antes a gente pensava no tripé né do da dificuldade de socialização no atraso de linguagem e nas estereotipias ele vira eles viram dois grandes critérios dois grandes grupos o primeiro deles com déficit persistente na comunicação social e na interação social e aí o atraso de linguagem ou através de uma linguagem verbal ou não verbal entraria dentro desse critério e os padrões restritos e repetitivos de comportamento de interesses ou de atividades e aí até grandes e evitar ações como por exemplo restrições alimentares graves que muitos muitos acabam parecendo disso e é algo bastante grave então ele simplifica e amplia o diagnóstico não é as características presentes elas são presentes desde o período precoce desenvolvimento então por mais que às vezes o paciente é o familiar acaba levando o paciente mais tardiamente pensando nesse diagnóstico às vezes lá com seus três quatro cinco anos ou até até mais né não quando começa o período escolar com 78 anos é quando você vai perguntando freqüentemente os familiares os pais os responsáveis eles se recordam é realmente tinha algo disso desde o começo tinha alguma hesitação de olhar desde o começo tinha uma restrição alimentar que achei que fosse uma fase mas não passou então a hora que você vai perguntando freqüentemente esses cuidadores pais ou responsáveis eles conseguem identificar que sim tinha algo lá atrás que pode até ter sido pensado como algo passageiro algo de uma fase específica mas que isso vai permanecendo vai ganhando mais importância ainda no seguimento desse paciente está é eles provocam essas alterações elas provocam prejuízo significativo no funcionamento principalmente social profissional em outras áreas importantes da vida do indivíduo então é marcante todas essas alterações para a gente pensar no diagnóstico elas precisam ser marcantes essa é essa e sim dívida ele tem que ter um prejuízo por conta disso uma restrição importante ou comportamento repetitivo importante limitador não só dele e da família uma dificuldade dessa comunicação social pode ser como a linguagem verbal ou não verbal então não é porque o indivíduo fala fluentemente que ele pode ter uma sociabilidade preservada então ele pode sim ter déficits mesmo com linguagem então tudo isso ele é bastante elevado em consideração porque e se essa pessoa tem que mostrar esse esse prejuízo esse déficit isso é sentido por ele muitas vezes na maioria na maior parte das vezes mas principalmente pelos familiares e com quem está em volta é as comorbidades também entram agora no dsm 5 como algo importante já era algo que quem tá na área médica ou não médico mas quem tá na área da saúde em contato com esses pacientes via muito então o autista ele não é o mesmo neles eles não não existe um quadro que pinta um autista tem claro os quadros clássicos mas assim cada caso é único e quando a gente olha mais de perto quando a gente olha com atenção mais minuciosa isso é muito visível nessa são as comorbidades e fazer esse diagnóstico das comorbidades é de suma importância porque muitas vezes o que o que mais chama atenção o que mais está trazendo prejuízo pode até se a comunidade não autismo em si está uma coisa pode piorar outra e vice versa então isso é o importante é a gente levar em consideração é o diagnóstico de autismo não é único então muitas vezes eu posso ter um autista com o ph é um transtorno de déficit de atenção e hiperatividade como depressão ansiedade e são patologias bastante comuns no nas comunidades junto ao hotel tá é e existe sim essa alta proporção é de pacientes com o tsé é com uma mais comorbidades psiquiátricas ou neurológicas né epilepsia ou déficit cognitivo bastante comum também então tudo isso tem que ser olhado é mais ministro minuciosamente individualizado esse tratamento com cada indivíduo o sistema atual não permite isso né ea verificação dessas condições é importante para o diagnóstico diferencial ou a identificação das comunidades é isso é bastante importante bastante presente até em autistas leves né e recordo agora de um paciente que atende recentemente um adolescente que me procurou por um quadro depressivo na família me procurou e conversando com ele fui percebendo alterações sociais né o falar muito levar muito o que era falado ao pé da letra uma dificuldade de e de entendimento de algo mais subliminar e aí fiquei bastante pensando numa comunidade com o théâtre du conversei com a mãe fui perguntar sobre a infância era um otimista clássico na infância é que também era algo leve também não foi negligenciado né pela saúde assim não ninguém fez um diagnóstico por ser um quadro leve mas os prejuízos sociais foram se somando se somando e aí na adolescência que é uma fase principalmente social para todo mundo né é na escola principalmente o próprio indivíduo começa a perceber é alguns déficits algo que que não estava indo bem é coisas que os outros conseguiram fazer ele não entender ele não ele começou a ter essa essa sensação de ser diferente de não dar conta dessa relação social que ela se intensifica bastante na adolescência e apesar de eles terem me procurado pelo diagnóstico de depressão é não foi é foi uma surpresa eu falar isso mas assim a mãe também como andréia falou me trouxe muito isso eu sempre achei que tivesse algo mais mas ninguém ninguém me dava ouvidos eu sempre achei que tivesse algo além desde que ele era pequeno mas por ser algo algo leve é todos falavam que era coisa da minha cabeça e mas eu sempre achei que ele era diferente então então acho que esse olhar eu acho que isso traz pra gente muito isso né como os quadros leves são são difíceis de fazer diagnóstico mesmo não é algo fácil e muitas vezes a gente vai olhar o a comunidade acaba entendendo o que é aquela pessoa de base então a gente entende como ela está agora mas também tem esse olhar sobre o que ela é o que a define como o sujeito é acho que os desafios do diagnóstico precoce são inúmeros né eu acho que há o grande desafio do autismo é fazer um diagnóstico precoce quanto antes a gente conseguir fazer esse diagnóstico mas a gente vai ter um olhar específico para esse transtorno pra esse sujeito né mas a gente vai poder orientar é intervenção precoces estimulações para que ele consiga sim desenvolver no máximo das suas potencialidades para que no futuro mesmo atual e no futuro também ele ele consiga diminuir ao máximo os prejuízos das limitações que ele tem é que a gente consiga reduzir isso para limitações legais limitações contornáveis para que ele consiga ter uma vida plena dentro dos seus direitos e das suas potencialidades tá o desafio é principalmente pela heterogeneidade na expressão dos comportamentos então assim muita coisa pode remeter o autismo muitos comportamentos podem remeter ao autismo então é isso dificulta bastante né não tem um exame que diagnostica e é uma stereotyp uma ecolalia uma ou os comportamentos repetitivos tudo isso cada um vai ter de um jeito né então então essa é uma grande dificuldade crianças muito pequenas então com a alteração a alteração de linguagem é muito difícil porque às vezes ela nem tem a linguagem a linguagem adquirida ainda então a gente precisa basear isso não uma comunicação verbal e sim uma comunicação não-verbal então olhar que que exprime uma sensação um um gesto que expressa um sentimento ou uma leitura do olhar da mãe ou do responsável então eu olho para o meu filho brava ou eu olho com uma atitude mas carinhosa ou mais assertiva e se essa criança entende o que eu quero dizer ou muda o seu comportamento a partir do meu olhar ou da minha são então esse tipo de comunicação de expressão nessa comunicação corporal é mesmo no tom de voz do jeito que eu falo com meu filho nessa chama o filho com nome sobrenome filho já já vai entender que é uma bronca agora você chega chamado pelo apelido carinhoso então então quer dizer essa criança vai ressoar isso ela vai ela vai corresponder ao que eu quero dizer com essas alterações de de falla de afeto de tom de voz então ela tem ela tem essa capacidade de modular isso né então isso é algo superimportante de observar a criança é o chamar pelo nome a criança olhar chamar pelo nome ela atendesse chamado né então um diagnóstico diferencial importantíssimo é a surdez por exemplo então eu chamo meu filho ele não me responde esse filho ele está escutando ele é organicamente está tudo bem em termos de como é que a informação chega no meu cérebro como é que ela é processada no meu cérebro e como é que eu executo o que o processo então tudo isso tem esses têm exames que possam se podem clarear se isso é um problema de aparelho auditivo é um par é um problema central de audição também ou se isso é um entendimento de que estou chamando é é o meu filho é então isso são fatores complicadores então crianças pequenas têm esses fatores complicadores que que são importantes da gente observar adultos por exemplo conté é que tem uma capacidade intelectual preservada muitas vezes eles já aprenderam ao longo da vida em disfarçar sintomas disfarçar estereotipias então também é mais difícil de perceber ou é mais por exemplo esse adolescente que eu comentei ele passou desapercebido na escola nunca nunca foi essa família foi chamada e falado olha esta criança ou este adolescente tem algo que chama atenção então com o qual foi grande a capacidade dele de se adaptar e aprender por si só recursos para se aproximar dos outros pra para se equiparar os outros ou de de repetir ou imitar comportamentos que ele julgava adequado e que ele não tinha repertório de desenvolver então isso pode acontecer e e principalmente é indivíduos até com com inteligência normal tem essa capacidade nessa que é muito sofrido a pessoa ter que por si só desenvolver tudo isso então muitas vezes ele poderia sim já ter sido instruídos já ter sido estimulado pra que é esse sentir-se diferentes oaci menos penoso né pra que só assim menos pesado pra ele tá é alertas então para que os critérios de vão ser presentes desde a infância mesmo se os sintomas não estejam presentes na vida adulta isso é super importante porque isso faz um diagnóstico diferencial com um monte de coisa então quando a gente pensa no individual 'testa nem algum portador de theo acho que isso é algo importante da gente tem em mente a pessoa lá é autista ela sempre foi autista ela nasceu um bebê autista e ela vai ser um adulto autista o que a gente vai proporcionar é o qual o quão os estímulos o qual eu vou conseguir estimulá lo para que ele consiga se adequar para que ele consiga é se desenvolver plenamente consiga alcançar tudo que potencialmente ele tem capacidade para isso né então isso é um diferencial importante está entender que essa que essa é que esse sujeito não é é definido por isso mas isso não restringe ele não é não dá pra gente reduzi lo a esse diagnóstico tá e essas e essas estimulações elas são extremamente necessárias é e quando eu digo isso não é não são só estimulações em clínica não são estimular ações é dentro de capez não são estimulações não é medicamentoso isso é muito importante para que a gente entenda é que isso deve ser feito em qualquer ambiente que esse sujeito esteja então uma escola preparada para receber uma escola capaz de receber esse sujeito de estimulá lo das mais diversas formas é isso vai dar pra ele também uma cidadania pra isso não ele ele tem esse direito ele precisa estar na escola ele precisa estar no parquinho do bairro ele precisa estar em qualquer ambiente que qualquer outra criança possa estar e que se esses lugares tem que ser adaptados para acolher esses indivíduos esse sujeito eles têm que ser adaptados eles precisam entender dentro de uma incidência tão grande como foi mostrado na frente na primeira apresentação com índices cada vez maiores na gente tv é incidências cada vez maiores a cada ano a gente entende que a incidência do autismo momento não dá pra gente psi cicatrizar esse indivíduo restringi-lo a ações terapêuticas simplesmente se a gente precisa ampliar esse olhar em todos esses lugares para que a gente possa oferecer condições eles estarem todos esses lugares é claro que o autismo ele tem um espectro né então eu vou ter o autista desde aquele que é leve que está em qualquer escola né que vai precisar sim de um material inclusivo adaptado e que vai dar conta disso até aquele muito grave que eu vou precisar entrar com arsenal medicamentoso que vai ter alteração comportamental grave então dentro de algo que é um espectro tão amplo eu preciso entender que eu tenho que dar as mesmas condições para todos eles então não dá pra psiquiatria usar todos eles ou entender que todo mundo deva estar dentro de um consultório médico tá então é não dá pra não dá para reduzir todos eles a isso eu preciso ampliar esse meu olhar tá dando condições para eles estarem todos esses lugares não dá pra gente pegar toda essa incidência e medicalizar o psiquiatra usar todos eles porque realmente incidência muito grande é então os critérios né finalizando os critérios clínicos do terra são específicos e sensíveis a diferentes faixas etárias e níveis de desenvolvimento cognitivo e comportamental e eles vão se destacar pelos déficits qualitativos na socialização e no olhar referencial no atraso no desenvolvimento da fala não compensada por outros meios está na deficiência em expressar afeto e responder pelo nome na ausência de intercâmbio materno nec que que é isso que eu comentei de de não responderá a essa modulação afetiva da mãe padrões de comportamentos repetitivos estereotipados interesses em atividades limitadas muitas vezes limitando até as atividades só dele mas da família inteira uma aderência inflexível a rotina de rituais podendo até é evoluir para algo mais grave como por exemplo uma restrição alimentar importante é poder causar até uma anorexia nesse paciente e podem ainda apresentar uma agressividade e hipersensibilidade a estímulos sensoriais isso é bastante importante né porque a gente observa não é raro é crianças que tem uma altíssima tolerância à dor então muitas vezes com fratura com quadro avançado de infecções e que toleram muito bem a dor e e e não não reclamam né então quando vamos chegar num atendimento médico e já tem uma fratura instalada ou mesmo uma infecção avançada por exemplo o tite então é precisa ter esse olhar para esse preço paciente a importância do diagnóstico precoce a intervenção anterior à cronificação do quadro aumenta as possibilidades de tratamento e amenizam os sintomas que se consolidam progressivamente então quanto antes a gente começar uma intervenção melhor resposta essa intervenção melhor vai ser a aquisição desses dessas saídas para esses pacientes está então eles vão conseguindo ganhar cada vez mais recursos é mais fácil eles conselhos conseguirem ganhar esses recursos para poder enfrentar a vida o tratamento é mais efetivo quando iniciado antes dos três anos e se esses três anos é uma data bem difícil porque o diagnóstico é muitas vezes nem é e fica esperando a aquisição de linguagem fica esperando socializar com os amigos fica esperando pra escola mas isso acaba não acontecendo então é é muito difícil uma criança chega no consultório antes dos três anos é e que é uma fase de vida ainda muito capaz de se adaptar e obter melhor uma melhor relação consigo mesmo e com os outros então é onde eles mais respondem às intervenções não que uma intervenção depois disso não seja é importante ela continua sendo importante em qualquer faixa a área está muito muito porque as crianças a eles vão crescendo e os estímulos vão sendo diferente então os estímulos no adolescente diferente dos estímulos na infância da vida adulta né do do crescer e se relacionar com outras pessoas a busca pelo primeiro emprego então a vida ela vai trazendo outros desafios e as intervenções elas acompanham muito isso é apesar das dúvidas e insegurança devido à sintomatologia difusa e as manifestações clínicas sutis nos estados iniciais do autismo na precocidade a intervenção precoce permite ao paciente restabelecer as funções motoras cognitivas e comportamentais então é extremamente importante o diagnóstico para que a intervenção precoce se dê o mais mais rápido possível tá então essa é que é essa é a grande mensagem acho que as outras colegas vão falar mais das das intervenções mas é essa é a mensagem que eu gostaria de passar um diagnóstico bem feito um olhar para as comorbidades ea indicação dessas intervenções precoces por aqui a gente consiga ter um resultado a curto médio e longo prazo o melhor possível obrigada [Aplausos] convidamos neste momento a terapeuta ocupacional gisele marola para sua palestra a terapia ocupacional para além da imagem da integração sensorial [Aplausos] boa noite primeiro de tudo agradeço pela oportunidade de estar aqui principalmente a futura que as outras meninas e ea ele campi daí vocês podem perceber que há o título parece que dá um impacto né e vocês devem estar pensando essa teoria não deve trabalhar com integração sensorial né não trabalho assim há 30 anos o formada e trabalho de integração sensorial mas o propósito de tratar trabalhista está conversando hoje com vocês a respeito do que para além da integração sensorial é justamente de trazer a oportunidade de andar algumas dicas e orientações a respeito do que a mais a gente pode oferecer para os autistas para aqueles que não têm a oportunidade de procurar esse tratamento não é porque nós sabemos que nem toda todo mundo vai ter acesso a esse tipo de tratamento na integração sensorial está aí nós sabemos que é importante é mas nem todo mundo vai ter esse acesso de imediato porque é um tratamento que está dentro do consultório algumas instituições já estão se organizando para ter né mas bem todo lugar ainda está equipado para isso né e é possível é possível é possível da gente organizar um uma dinâmica nós na escola na clínica e mesmo em cava de alguns a brincadeiras jogos e atividades do dia a dia para que a criança também desenvolver essa área sensorial deles tá bom então só para vocês saberem terem a certeza de que o trabalho de integração sensorial coloquei aqui umas fotinhos e vou tentar sempre passando rapidinho as fotos dos leite porque a gente tem um tempo curto só para vocês terem uma idéia de que o trabalho de integração sensorial tá e aí vou dizer rapidinho pra vocês né o trabalho específico no autismo na área sensorial devido aos distúrbios que eles apresentam né nessa área essas respostas das dificuldades esse processamento é bem diferente é porque a gente tem esse essa habilidade de recebimento no cérebro e eles não eles têm uma uma resposta muito dessa informação que chega haver siva a eles né então há a hora de interpretar no cérebro é bem doloroso nem a gente consegue responder a esses estímulos de uma maneira bem tranquila por exemplo passar uma uma escova pra para se esfregar para tomar banho pra gente é normal a gente sente tranqüilo uma criança é como se fosse um ator com autismo né então o que a gente precisa às vezes não passar uma esponja aí sim passar com uma a tomar um banho com uma mão né então há a informação que chega no cérebro pra eles é muito doloroso então por isso que a gente precisa trabalhar essas áreas respectivas sensoriais e onde é possível da gente em casa de estimular de outras formas não só dentro da daiane do equipamento de integração sensorial o equipamento integração sensorial são os equipamentos a que são suspensos né daí nós temos dois tipos de que as crianças consigam conseguem a chegar esses estímulos nele pela a hipersensibilidade pela impossibilidade a hipersensibilidade são os estímulos que demonstra o comportamento de digitação de irritabilidade do choro das dor quando ele sente na pele né stereotyp excessiva ou agressividade às vezes uma etiqueta que que na roupa que incomoda às vezes ao sapato apertado no pé a 6 que não suporta totalmente doloroso o cheiro que não suporta o sabor que não suporta das da comida então essa isso dá uma hipersensibilidade aversiva nele então a gente diz que essa criança tem o sensorial hipersensível tá eles às vezes pode se distrair com zumbido de um avião que a gente nem percebeu que está chegando e passando perto da nossa casa e ele já percebeu a mesma coisa com uma abelha abelha está vindo chegando perto ea gente não chega não percebeu ainda é saber para tá passando por perto de nós dois eu e autista ali junto mas ele já percebeu ele já está irritado já está irritado já chorando a gente está vendo que alguma coisa aconteceu de repente abelha jataí liso né para ele esses é muito mais dolorido que é pra gente pra gente é normal a gente não tem uma dor é uma é uma um estilo que a gente não não faz conta liquidificador batedeira cachorro latindo alguns sons muito agudos para eles fazem bastante diferença da iaee possibilidade já é aquele autista de que não faz conta não faz conta de tantas dessas decisões barulhos de ficheiros do tombo que leva e se machuca da do toque das texturas tanto faz tanto fez né falei pra ele tá limpo o que a gente precisa também estimular mais essa área tátil tá bom e nem dos cheiros ele não faz contas on também não e então nós temos esses dois tipos de autismo que a gente precisa ter um olhar pra saber que tipo de área sensorial de estímulo sensorial que a gente deve está estimulando e oferecendo na brincadeira com objetos sons de atividades a acessa as crianças ipo elas elas são bêbados ante a lei ou a frio né então às vezes as ficam de camisetinha elas tiram a roupa de frio elas não aguentam ficar com a roupa de frio não se importa com o perigo de fogo se bobiar passa a mão no fogo nem percebe né ignoro barulho ignora bastante barulho elas apresentam necessidade em comum de tocar certos brinquedos não se importa com o áspero que tem no brinquedo com com aspereza com a ondulação ações nada tá aí algumas coisas que eu já falei a resposta sobrecarga sensorial pode variar né como sem variar desligar e conectar-se do ambiente essa resposta pode acontecer pode se preocupar demais com o ambiente a criança como também pode se distrair se tanto pode ter esses dois lados dentro do autismo tanto um como o outro pode se apresentar e comportamentos negativos como agressão ou fuga tem aqueles um que tem a agressividade no ambiente ele um fica apático nem aí com nada que acontece à volta dele né ea sensibilidade ela pode mudar né do tempo ela pode sim ter uma um comportamento mais de agressividade e depois com outro tempo ela já não tem mais produtividade agressividade ela já está mais passivo não tá mas tendo os seus comportamentos e e não apresenta mais reações aquelas mesmas coisas que ela apresentava antes essas essas ações podem mudar de um tempo pra outro tá e os receptores sensoriais são esses visuais auditivos e táteis o cheiros os orais que o paladar o vestibular e os próprios executivos ou vestibulares próprios activos eles são mais utilizados dentro do mar fala de integração sensorial associados com os outros né por cá por causa dos equipamentos da integração sensorial suspensos mas eles são também capazes da gente a elaborar e criar dentro de algum outros espaços em casa no jardim no quintal da própria fala de casa é soltar a imaginação tá aí o que eu pensei aqui com vocês né de trazer a mesmo fotos de algumas possibilidades que eu vou tá passando meio que rapidinho tá de possibilidades de cada dessas áreas de sensoriais pra vocês verem que só bastante fotos então vou ter que passar rápido porque o tempo nosso é curto e o final eu vou dizer pra vocês alguns exemplos da gente integrar esses essas áreas sensoriais de compra de alguns exemplos campo eu posso mudar de orientação tá bom na área visual né o que geralmente eles respondem na área visual dentro do autismo são de luzes intermitentes tá as luzes intermitentes não é uma luz parada como essas nossas nem colorida parada e cindy acende e apaga ou de duas intenções né dentro do mesmo brinquedos and e apaga eu coloquei aí pra vocês e se com pedindo a galinha pintadinha tem uma hélice que eles também gostam de giro não é mas tudo tem o seu limite né eles gostam ajuda se organizar eles te pararam de ter alguma crise de se organizar olhar prestar atenção gostam mas tudo a gente precisa saber o limite até onde conseguir se organizar para a gente poder a ir para outra atividade porque ele já se organizou nery e e aí a gente consegue dar continuidade no que nós estávamos fazendo ali tem as bolas de que você já conhece a gente conta muito por aí que são também de estimulação patil né e eu sei só umas luzes as garrafas sensoriais que eu acho que tá muito na moda né acho que todo mundo já conhece nessas garrafas aí elas são legais e serem trabalhadas mas eu sempre peço para que exista uma moderação e saibam utilizar elas dão resultado sim mas precisa ter uma consciência para ser utilizada né esse é um semáforo não é que tenha três tipos de cores dele de muluzi né que a criança consegue se organizar para o foco e muda a cor intermitentemente e esse tipo de brinquedo aí estão aqueles tipos de de luzes que inicia forte vai sumir devagar até uma calmaria né e depois ela parece devagar e fica forte depois ela vai sumindo e sempre mudando de cor de cores há várias cores não é a mesma coro o que aparece só me os painéis de luz né e os ambientes sempre estimulado esses painéis de caixas luzes que é bastante utilizado em outras metas do jeans de ensino também né é onde que uma luz vai a acendendo e apagando intermitente da outra e os quartos de luzes que hoje também são mais utilizados dentro do ambiente de integração setorial nesse quarto você pode ver que tem vários estímulos de luzes ele é mais utilizado dentro de uma criança que apresenta uma hipersensibilidade né porque a gente tem que tomar cuidado também que não é qualquer criança autista que aguenta esse tipo de estímulo né mas tem umas que respondem muito bem precisam disso para poder se organizar elas pedem esse estímulo como se fosse uma balada numa discoteca na verdade e aí vem o a área sensorial auditiva auditiva já é bastante é comum de sensibilidade que é bastante apresentou né daí ter sensibilidade auditiva onde que muitos preciso do abafador né eu já vejo bastante como isso que alguns precisam disso pra ir pra escola regular até devido até mesmo da campainha ou se mal né da da escola de entrada entre uma o simao dentro uma matéria e outra o término na de para recreio nem lanche o término da escola que esse sinal é muito agudo eles não aguentam né então tem muitos que preciso ipi eo recreio corre-corre essas coisas estão alguns precisam muito desse abafador e outras crianças também já precisam mais uma com maria de música clássica né e daí onde também com procuram esse tipo de de fome mais pra outro tipo de estímulo não só para a bafa música ritmada ritmada e aí ou três tipos de de estímulo auditivo seria o microfone de eco que com a minha experiência venho percebendo que eles gostam muito e acabam até desenvolvendo muito mais o sonho e de soltar mais sons de fala e tudo mais que é o retorno da própria voz o próprio som da boca deles né que é a saída da voz deles o megafone que a mesma coisa só que daí é um pouco mais lá ela fala com eco neco mais cantado no megafone e usou os instrumentos musicais que eles procuram sempre um ritmo deles né nos instrumentos alguns gostam muito de teclado eles têm um ritmo certinho sou carlos que daí a gente tá pra cá confeccionadas em coisas que muitas coisas dá pra gente confeccionar dentro de casa mesmo dentro da escola mesmo não necessariamente tem que comprar a área tátil né só as massinhas da even diversos tipos de massinha desde massa caseira massa caseira que daí com as com aqueles que precisam da necessidade rural de tudo leva à boca tudo precisa experimentar que ainda foi tudo na boca é o mais indicado porque é feito de trigo sal e corante alimentício ou que suco é também daquela cor e daí não tem problema nenhum de cor na boca neckel a que eu inicio sempre com essa pra não realmente não tem problema nenhum como também existe outras carreiras né como também tem hoje bastante no mercado aquelas com areia areia rosas essas daqui com texturas que é de ságuas agu não é essa diz opor mas dá pra colocar no meio da de modelar saga o outros grãos a gente acompanha arroz transgênico por feijão no meio né hoje tem bastante tipos de massas também tratem a geleca tem a moeda tem ismaelino tem vários e ajuda a desenvolver a área motora né tem gente que eu já escutei de uma mãe falando assim área o troféu de pior porque ó ou ela ou ela brinca de lego ou ela brinca porque daí é brinca né ela brinca de lego ou ela brinca de massinha né mas precisa ver qual é o contexto de se brincar a massinha tem o porque brincar lego também né então é brincar brincar com esses dois materiais daí tem os grãos e outros né os grãos justamente também para a área sensorial tátil mas também sempre buscando a coordenação motora aí saí o arroz colorido que sempre se coloca dentro de uma bacia com os brinquedos preferidos para buscar a mesma onde está lá dentro o brinquedo preferido dele que tem que ficar a mão procurar aí tenha cá a areia colorida thiago bolinha de isopor e eu gosto muito de usar produtos alimentícios devido também essa necessidade oral que eles têm de tudo eo pra boca aí tem a farinha de milho e e e aí o cabo estendendo pra granulado chocolate farinha de trigo maisena e farinha de trigo macena se vocês pegarem na mão pra quem é mulher e vai na cozinha sabe que a sensação é totalmente diferente né o sagu cozido não só cru o macarrão parafuso macarrão ave-maria macarrão espaguete tudo cozido também tac também é o outro a sensação na mão não só o o ocr utah a gelatina que a gente colocou gela a gente coloca na gelateria geladeira com o seu brinquedinho preferido não muito também é duro mais a guardinha para que a gente tenha que enfiar mãozinha lá dentro procurar e tirar daquele daquele meio da gelatina e gelatina colorida então tem vários meios da gente procurar um jeito de estimular essa área com produtos da rede de casa e que possa pôr colocar na boca que não vai ter problema nenhum de de gestão né aí tem a bolinha jael que hoje que está na moda na alta né os brinquedos que vibram e daquela vibração na mão que eles gostam bastante e também tem as luzes a caneta vibratória que eu uso bastante porque eu já desde os três anos mesmo que a integração sensorial eu saindo bem eu não faço integração sensorial a integrar a aaa o tempo todo as 45 minutos na sala de integração chega uma hora nós vamos no final 15 ou 10 minutos desde os três meninas vamos lá pra outra sala e vamos com uma mesinha porque vai chegar uma hora vai falar na escola vai ter que sentar na minha então a gente tem que começar a vivenciar isso o pequenininho né então a gente vai lá para exploração de mesinhas sentar mas já qo com materiais gráficos grossos na mão e toque até 40 vibratória que daí já começa a dar as próprias excepção na mão já começa a sentir os materiais na mão sabe que isso acontece alguma coisa ali no papel então a gente já vai trabalhando isso além do estimulação pátio a bóia de água que daí não vem só na mãozinha em seu proveito por todo o corpo da da criança e aí entra o cheiros tá pote de essências não precisa ser só portas a gente pode buscar palito de sorvete brincar com esse palito de detalhe por perto de de de essências e tá sentindo o cheirinho as essências geralmente futuro de frutas na assistência que a gente procura na no supermercado procurar sempre do - a cheiroso para depois os mais mais fortes vamos pensar sim eu tenho uma caixinha dessa aí que era de um brinquedo é lógico joguei o resto no brinquedo fiquei só que a essência as canetinhas que eu coloco já de propósito desde o começo na vida das crianças com as canetinhas cocheiros de fruta muito gostoso agradável como têm as canetinhas fedidas desagradáveis o cheiro da experimentação do dia a dia mesmo que pode ser que podem ser as frutas né comidas outros tipos de comidas mas as frutas que são mais aceitáveis é lógico daí sempre entra a parte da da seletividade mas a gente mesmo assim como mexer a gente vai tentando já aparecer dentro do do processo de brincadeira dodô terapêutico em casa daí já também os conhecimentos de cheiros fortes os temperos aí tem a canela o vinagre a o cravo ea mostarda e aí já entrou soraes né os orais e coloquei como estímulos sensoriais a o sopro pois aí umas é um apito tem aqueles língua de sogra de que hoje eu não vejo muito em mais festas infantis que eu também acho bacana mas ainda tem pra pra mim nem em lojinhas que andei vendo tá brincadeiras e assoprar canudinho tá pinturas e bolinhas de sabão bolinha de sabão é bárbaro porque também ajuda na estimulação visual tá os movimentos e sugar que tá dentro do dia-a-dia fundo também ajuda muito nisso né e até coloquei aí para ajudar também os canudinhos de e papel nec está em alta e hoje aqui no nosso município também é lei os alimentos com o cantes que aí entra a maçã a barrinha de cereal a bolacha salgada e as frutas secas né os alimentos borrachudos que há que entrar o bala de goma a uva passa bala de ange ou não de gilé gelatina gelatina e também tem aquela banana-passa que também é muito legal esqueci de pôr aqui porque eu acho muito legal banana passa e os azedos que são essas dafne eu acho que é o que mais está na moda hoje as frutas cítricas e coloquei o limão porque pra não ter que colocar tudo e a batatinha chip que não parece mas ela é azeda tá os macios e gelados a banana entre o macio gelados são sorvetes chup chup aí vem a estimulação proprioceptiva que entra muito a cama elástica mas não precisa ser cama elástica né gente pode também por lado umas almofadas no colchão que é gostoso no sofá né daí eu coloquei cinto de arroz porque porque temos aí também alguns outros componentes aí no mercado que tem os coletes né de peso que ajuda crianças se organizar na própria selecção tem a iaa aquelas roupinhas de neoprene tentem também só que a gente sabe o valor de cada coisas dessas né mas eu tenho visto resultados também com um cinto desse de arroz que é o mesmo resultado e as situações que a gente quer na postura de sentado para poder fazer uma atividade de mesa então por que não fazer um cinto de arroz nem tão assim pra gente que tá hoje no ensino de uma escola pública porque não aí tem as caneleiras por deixar a criança com o pezinho no chão pa da escovação com movimentos rápidos ou lentos lentos membros superiores e inferiores das articulações uma compressão vinha movimento symbol a de balanço para frente para trás com a mãozinha na mão de uma própria excepção as brincadeiras de cabo de guerra os vestibulares que sempre entre as balanças caixas de empurrar né lençóis ou edredons para puxar balanços diversos daí a balança vocês podem pensar de qualquer jeito até os arredores de de nordeste os parques da praça gira-gira escorregador o que vocês puderem pensar e sempre pensando recursos para auxiliar diretamente à escola né a terapia ocupacional sempre tem que pensar nisso e eu e daí o que a gente pode pensar sem parar num disco sensorial pra lá dentro de sala de aula em vez de a gente busca a bola essas outras coisas pra dar um input sensorial almofadas vibratórias que também dá e se impute ajuda da atenção e concentração e iene vela criança na posição sentada um plano inclinado os apoios visuais para se organizar na rotina e saber o que vem antes o quê bem depois aí um só coloquei uma foto na posição do quadril e apoio dos pés quando sentado aqui é uma criança no pará que não nunca para sentado e na minha posição fica 45 minutos sentada porque o doença essa posição pra ele de onde com se consegue se organizar os apoios dos braços corretos né o antiderrapante para não ficar se deslizando na cadeira e agente beijos três aninhos está sempre oferecemos já materiais que vão prever uma grafia mais parte né eu tenho rolon de tinta areia para escrever com os dedinhos para te fazer uma bola os desvios ali de lousa numa numa brincadeira de um livro então aí vocês vêem algumas possibilidades que por exemplo há há há há vamos unir duas atividades aí de sensorial para que a criança se organize em pedras essa área sensorial osso papa no dia do suco fazendo uma outra actividade de mão dentro de uma de uma atividade tática de buscar seu brinquedo preferido a pé por exemplo nos grãos de arroz né e ali no meio vamos tomar o seu suquinho se ele já toma o canudinho 15 para o canudinho já dá aquele puto sensorial de atenção porque quando a gente surfa da 11 sistema sensorial jardim atenção gente sabe disso né já uniu duas áreas sensoriais aí além do visual 3 então isso é possível da gente fazer uma integração sensorial numa atividade dentro de casa dentro da escola como através desses impulsos de cadeira sentado e mesmo pra dar o tem tempo de atenção maior simplicidade habilidades manuais ter uma caixinha que ele está irritado ele gosta de coisas a sensoriais bolinha de geral desse tamanho não precisa ser uma coisa enorme lá conseguiu se acalmar estabilidade no il caixinhas de de pompom sei lá o quê pra ele volta na atividade dele né então a gente buscar esses recursos para que ele consiga se organizar e voltar no seu no seu ritmo dentro de sala de aula eu falei tudo correndo porque a gente tem já recebi aqui acho que já passei 15 minutos né porque a gente tem tempo né se desce a gente ficaria mais tempo pra dar mas algumas orientações mas eu acho que eu consegui passar tudo e estava bastante nervosa mas eu acho que eu consegui passar o que eu queria pra vocês tá muito obrigado a todos e espero que vocês tenham conseguido entender aí a minha colocação da jóia obrigada [Aplausos] gostaríamos de lembrar que dúvidas e perguntas podem ser encaminhadas por escrito nos formulários que estão com a equipe organizadora daremos início agora ao segundo o painel desta noite com o tema análise do comportamento aplicado o transtorno do espectro autista intervenções baseadas em evidências científicas nossos painéis da estação integrantes do grupo abba khadra abrakadabra por favor recebam as psicólogas ana carolina espanha e mariana valente estar ali talarico [Aplausos] aqui vão passar boa noite a todos eu sou a mariana é só uma das psicólogas do grupo abra cadabra e nosso primeiro gostaríamos de agradecer a todo mundo que está aqui ainda uma quinta feira à noite interessado no tema que é muito importante pra gente a gente fala disso todos os dias porque a gente trabalha com isso ea gente quer levar essa informação para o maior número de pessoas possíveis também queríamos agradecer à equipe da da futura principalmente a andréia que se esforçou muito para que esse evento acontecesse e estamos muito felizes de estar aqui também bom então a gente vai falar um pouquinho do que é a análise do comportamento aplicada que você já deve ter ouvido falar bastante por aí né que é um assunto bem atual ea gente não tem muito tempo então a gente vai falar bem de uma forma geral e depois a gente está disponível para dúvidas é e mail o que vocês precisarem a gente está disponível tá probleminhas técnicos e pessoal boa noite nós estamos com um pequeno problema técnico quando ele resolveu aproveitar o momento pra alguns recados para vocês para aproveitar o tempo nós temos uma lista de presença que eu peço que vocês assim em antes de ir embora e vocês receberão certificado dessa noite e deverá chegar no e mail de vocês que foi cadastrado no momento da inscrição então peço que na lista de presença você já confirmam ccmei está correto vocês receberam esse é certificado em até dez dias esse evento está sendo gravado então junto com o certificado vocês vão receber o link da gravação do evento caso precisem dessa gravação antes de se esses dez dias principalmente os profissionais de educação e de saúde que irão compartilhar essas informações com os colegas no site da câmara vocês vão encontrar lá no ícone institucional escola do legislativo inscrições onde vocês fizeram a inscrição vai ter lá os materiais e vai estar o link do esse evento da gravação vocês podem compartilhar com os colegas nas redes sociais enfim de amor as dúvidas e perguntas podem ser direcionadas a equipe organizadora está no amigo na mesa ele ea equipe da futura e da bancada abrakadabra se comprometeu a responder todas as perguntas infelizmente nós não temos tempo pra que essas perguntas sejam respondidas hoje um debate mas elas se comprometeram a responder essas perguntas pra vocês por e mail ou por telefone no formulário que vocês vão responder e se inscrever ok meninas megan bom então a gente vai começar a falar um pouquinho da análise do comportamento aplicada ao autismo intervenções baseadas em evidências científicas a gente escolheu é esse foco principal por que a gente acha que é muito importante falar sobre as evidências científicas também bom é é a análise do comportamento ela é uma área da psicologia assim como a gente tem é psicanálise de freud e outras outras teorias bastante conhecidas dentro da psicologia a gente tem análise do comportamento é essa essa ciência ela é baseada em três pilares principais né a pesquisa básica a partir da teoria que é o de revisão radical e aplicada que é a nossa área de intervenção tá então é ela não é algo tão simples ela é uma ciência que engloba tudo isso ea análise do comportamento aplicada é parte dessa ciência tá então não é tão simples a gente sair falando que a gente trabalha com a aba a gente precisa entender essa ciência conhecer os princípios os procedimentos para poder colocar em prática e fazer uma análise do comportamento aplicado ela pode ser aplicada em qualquer contexto desde que tenha comportamentos e relações humanas então acho que muita gente já deve ter ouvido dizer que é um método de intervenção para crianças autistas e na verdade a gente tenta combater essa ideia que está sendo propagada por que não é um método é uma ciência e não é só para crianças autistas todo e qualquer indivíduo que tem uma queixa comportamental que esteja numa relação é é humana com outras pessoas no grupo a gente pode intervir é um dos aspectos fundamentais para realizar essas intervenções intensivas é o ensino sistemático e simultâneo então muitos comportamentos são ensinados concomitantemente ao mesmo tempo e aprendizagem no ensino desses comportamentos devem ser coordenados por isso que a gente precisa é estudar muito cada caso cada indivíduo e fazer uma análise individualizada de cada paciente pra gente conseguir colocar em prática a nossa intervenção portanto a gente sempre coloca slide para deixar bem fixado na cabeça todo mundo não é um método é uma ciência tá é uma intervenção baseada em evidências científicas quais são os principais objetivos nem os objetivos gerais da análise do comportamento aplicado ampliar repertório então a gente vai avaliar o repertório daquela criança daquele paciente é pra gente ver quais são os repertórios comportamentos que a gente precisa ampliar comportamentos uma forma geral para análise do comportamento tudo é comportamento então a gente vai avaliar e vai ampliar esse repertório nas áreas de linguagem de vida diária de brincar e assim é dependendo da necessidade de cada paciente a gente também vai trabalhar para minimizar os repertórios disfuncionais então existem barreiras para o privado daquele paciente que a gente precisa reduzir às vezes as crianças têm muita estereotipia ou tem muitas e colar lias que vai é prejudicar o desenvolvimento dessa criança e se tornar a mesma barreira de aprendizagem então nesses momentos a gente vai trabalhar para reduzir esses comportamentos disfuncionais e além disso a gente vai trabalhar para que haja uma generalização de tudo o que a criança aprende dentro da intervenção ela precisa levar para os outros contextos e esse tem que ser o objetivo da intervenção não adianta criança aprender só dentro da nossa linha com a nossa intervenção e não levar para fora então o nosso terceiro objetivo principal é trabalhar essa generalização com esses pacientes [Música] bom qualquer prática baseada em evidência ela tem como objetivo mais claro conhecimento científico ea prestação de serviço que vai melhorar a qualidade de vida desses pacientes desses usuários é envolve o processo de tomada de decisão que integra a melhor evidência disponível com é o conhecimento clínico os valores o contexto do cliente a maior parte dessas práticas elas vão ser vão cumprir os padrões para ser baseada em evidências que são advindas da análise do comportamento então a gente trouxe aqui o que significa uma prática baseada em evidência e o que as nossas pesquisas vêm mostrando que a maior parte das práticas é que cumprem comprei esses padrões para serem considerados baseadas em evidências são advindas da análise do comportamento então tudo o que a gente fala aqui tudo que a gente mostrar não é só advindo da nossa prática e sim das pesquisas que muitas pessoas fazem no brasil e fora do brasil principalmente ea gente se baseia nisso para fazer a nossa intervenção é bom a gente vai falar um pouquinho como funciona a intervenção dentro do nosso grupo que é a maneira como a gente se estruturou acreditando também será melhor intervenção a partir de estudos científicos a gente sempre começa com uma avaliação inicial então essa avaliação é composta por três etapas para ser uma avaliação muito completa ea gente conseguir conhecer essa criança é da melhor maneira possível num pouco tempo de avaliação inicial a gente vai até a casa da criança observa criança conversa com os responsáveis a gente vai até a escola da criança também para observar e conversar com a equipe pedagógica ea criança vem até a clínica uma vez é uma questão é pra gente fazer uma uma aplicação de instrumentos mais específicos da nossa área depois dessa avaliação a gente faz uma devolutiva com os responsáveis e nessa devolutiva a gente faz a proposta de carga horária de intervenção é a carga horária da intervenção a aba é muito mais intensiva nem as crianças tem criança que faz terapia todos os dias tem criança que faz três quatro vezes na semana e uma sessão mais longa de uma hora e meia duas horas essa carga horária ela só é definida a partir da avaliação inicial que cada criança tem a sua necessidade têm as suas individualidades não adianta a gente achar que todas as crianças precisam de 40 horas de intervenção esse é um modelo que vem de fora e que lá tem outras estruturas outras realidades e aqui pra nossa realidade a gente avalia cada criança pra ver a necessidade de cada um a e aí depois que a gente faz avaliação a gente começa a intervenção esses atendimentos são sempre domiciliares dentro do nosso grupo essa estrutura do grupo abba kw existem outras maneiras de trabalhar mas essa é a forma que a gente acredita que é o que dá mais resultado e é mais positivo para a criança de acordo com o que a gente estuda a gente tem uma equipe de terapeutas porque a partir disso a gente consegue trabalhar a generalização que é o terceiro objetivo principal do abba então a mesma criança é atendida por diferentes terapeutas justamente para que ela aprenda a responder da mãe da mesma maneira de maneira semelhante para diferentes pessoas diferentes adultos né e a gente também faz o acompanhamento escolar o acompanhamento terapêutico escolar quando é necessário quando a gente avalia que aquela criança precisa de uma atenção individualizada o tempo todo na escola a gente faz esse acompanhamento mas não é toda criança autista que precisa desse acompanhamento é como já disse é muito individualizado cada um tem as suas necessidades bom então agora vou falar um pouquinho sobre os programas de ensino né das habilidades básicas é eu sou carol tão boa noite obrigado por pela presença de todo o mundo o que são essas habilidades básicas são algumas habilidades que a gente considera como pré-requisito para a aprendizagem de habilidades um pouco mais complexas né então por exemplo contato visual sentar são habilidades que a gente considera como pré-requisitos pra outras inúmeras habilidades que a gente vai trabalhar no programa de intervenção de cada criança tá então o programa de sentar ele tem como objetivo permanecer fazer com que a gente ensina a criança permanecer sentada mediante instrução mediante demanda mediante brincadeira tá então é se a gente não ensina a criança o paciente a permanecer sentado é muito provavelmente ele vai ter baixo rendimento escolar ele vai ter baixo é baixa interação social é então é uma habilidade que a gente pondera ea gente quando eu digo são os estudos está no grupo abra cadabra am que é uma habilidade essencial pra treino tá é como que a gente treina permanecer sentado é mediante manejo de reforçadores a gente chama né então que são reforçados oris são itens de brinquedos atenção até mesmo alguns comestíveis que a criança gosta muito né então com o manejo desses itens a gente faz com que ela permaneça sentada por um período de tempo predeterminado tá bom a gente começa com alguns segundos e aí a gente vai aumentando essa esse tempo de permanência sentado até que a criança consiga arranjar generalizar isso dentro de exceção e aí a gente aos poucos vai levando isso pra outros contextos também tá mandou que eu mando mando é solicitar pelo que a criança deseja a então solicitar por coisas solicitar por atenção solicitar por ajuda dizer o que quer ou até mesmo que não quer tá então am existem diversos tipos de mandos né de formas de só de solicitar as coisas então pode ser por apontar quando a criança ainda não tem ou verbal né é o vocal desenvolvido ou seja quando ela ainda não fala tá então é aquele negócio de que a ela é minha o meu filho é muito independente então ele pega no meu braço e ele leva me leva até a cozinha pra pegar o que eu quero é é não é a forma adequada de solicitar por algo né da mesma forma que ela escalá-la o balcão da cozinha para pegar um biscoito bem não é adequado ela precisa indicar de uma forma mais funcional para que todos entendam aquilo que ela quer tá tão à vontade é uma forma o verbal mesmo não pedir é é é uma outra forma e aí a gente também trabalha dentro do grupo abra cadabra contex né que é um método que é baseado na análise do comportamento e ao método por troca de figuras né então como é que a criança tenha uma pastinha dela que contém as figuras de coisas que ela gosta de comer coisas que ela gosta de fazer coisas que ela gosta de brincar e aí é mediante a entrega da figura pra pro 2010 e tem acesso aquilo que ela quer a limitação motora então é importante a gente ensina a limitação motora prass para os nossos pacientes geralmente limitação motora é dentro de de casos de desenvolvimento típico ela acontece de forma natural então é a criança quando começa a socializar com os pares e com os adultos ela é invariavelmente é olha e repete né ou então ouvir e dentro da da da possibilidade da faixa etária dela ela repete as nossas crianças e dos nossos pacientes com com desenvolvimento típico ali eles têm essa dificuldade de imitar de forma mais espontânea então a gente precisa treinar isso com eles é treinar a brincar emita brincar imitar movimentos motores grossos imitar movimentos motores finos e por aí vai a linguagem receptiva o que que é isso linguagem receptiva é quando a gente recebe uma instrução formal de uma outra pessoa ea gente consegue entender aquela instrução ea gente consegue seguir aquela instrução né parece simples mas é mais é mais complexo do que pode parecer tá então quando a gente dá um comando muitas vezes a gente ouve bastante lá no nosso consultório na nossa primeira conversa com a família carol eu acho que ele é surdo por que ele não me responde eu peço para ele fazer tal coisa e ele ignora então as nossas crianças elas têm uma dificuldade é bem significativa nessa área de viabilidade de receber essa instrução e realizar essa instrução então também isso precisa ser ensinado de forma mais efetiva e intensiva além do mais né não é só seguir a instrução é também reconheceram a gente fala que é discriminar né diferenciar emoções figuras e objetos pessoas familiares e por aí vai tá que é o emparelhamento emparelhamento é quando a gente trabalha é com a criança relação de modelos então o que é igual com que o que se difere de que né qual é a categoria que o o sapo o cavalo e o cachorro pertencem é o que são talheres qual é a categoria talheres que a ior garfo faca colher então a gente ensina a criança a separar a discriminar a entender que o verde vai igual com o outro verde né que o alface o repolho e ea rúcula são verduras né fazem parte de uma mesma categoria e por aí vai brincar é funcional então se as nossas crianças nossos pacientes eles têm dificuldade de imitar invariavelmente o brincar ele fica é prejudicado é porque dentro da do brincar existe muita limitação então pegar o carrinho empurrar fazer só um carrinho koné quando uma criança vê a outra brincando de boneca é de jogos de de troca de turno que a gente chama então é a minha vez a sua vez as nossas crianças também precisam ser treinados de forma mais intensiva no brincar não é um brincar com eles de uma forma geral aprendem é espontaneamente quando a gente fala de brincar a gente diz tanto do dar é da função adequada aquele brinquedo então não é pegar o carrinho e ficar rodando o a roda do carrinho olhando pra ele né e sem pegar o carrinho empurrar o carrinho então a gente ensina as crianças a da função para aquele brinquedo a função adequada ecológico na verdade a gente chama de imitação vocal então pra criança aprenderá a vocalizar né a falar ela precisa primeiro aprender a imitar o que os outros falam porque daí ela ouve e aí ela repete para isso é imprescindível que a limitação motora esteja bem instalada nessa criança nesse paciente a 100 a imitação motora é a imitação vocal ela filha ela é muito difícil de acontecer né de energia a gente fala tá tatu que é o tato então parece que a gente está falando de coisas de tatu de encostar na então é questões táteis e na verdade não tatu agente remete ao nomear nomeação então nomear eventos nomear objetos no mar pessoas número emoções nomear cenas e por aí vai então vocês vão percebendo que cada vez mais que a gente vai passando os slides e vai ficando um pouco mais complexa essa essas habilidades é por isso que a gente lá atrás precisa ensinar a criança a olhar pra gente porque se ela não olha ela não vai conseguir imitar esperar então muito do que a gente viu hoje nas palestras é a dificuldade que as crianças têm de uma forma am de uma questão mais comportamental mesmo né então as nossas crianças nossos pacientes eles têm é questões comportamentais que são anjos de uma forma geral bastante significativas e aí essa questão comportamental acaba que vir uma birra que vira é o dispositivo a gente chama comportamento de subjetivos ou seja que não são adequados que são indesejados naquele momento naquele momento naquela situação e muitas vezes porque ela não sabe esperar não consegue esperar tem uma tolerância à frustração e ela quer aquilo naquele momento naquela hora e aí então a gente também se nas nossas crianças em contexto terapêutico a esperar então como eu falei um pouquinho atrás jogos de regras né ou seja jogos de turno são jogos em que a criança quando a gente trabalha e esperar a gente já começa a trabalhar também é dentro desses jogos a minha vez e agora é a sua vez agora você espera que é a vez do seu amigo né e regras do jogo e por aí vai autoajuda a gente dá o nome de autoajuda as atividades de vida diária então como as nossas sessões elas são realizadas em casa no contexto domiciliar a gente consegue muito amplamente trabalhar isso com as nossas crianças com os nossos pacientes então a gente ensina comer a gente ensina tomar banho a gente tira ajuda no desfralde né a gente ajuda na questão do vestir se é e por aí vai já então a gente na verdade dá pitaco em tudo quanto é lugar então alguns procedimentos vou passar rapidinho tac é uma parte um pouco mais técnica mas são procedimentos que são baseados em evidências científicas está inclusive na análise experimental é do comportamento tá então modelagem então por aproximações sucessivas ou seja a cada resposta próxima da ideal que eu espero a gente vai reforçando a gente vai recompensando é o reforço diferencial análise de tarefas então a gente pega tarefas que tem é um ampla uma ampla 11 o fla gama de de comportamentos e aí a gente diz triste em pequenas etapas por exemplo lavar as mãos e já conseguir destrincha a ao comportamento de lavar as mãos em 17 etapas para que a criança fosse aprendendo cada etapa de forma consistente está a extinção dos comportamentos indesejados ou seja não dá atenção ignorar é e aí redirecionar essa atenção esse foco é pra essa pra esse paciente no momento em que ele cessar esses comportamentos e claro sempre orientações a família orientações na escola eu acho que o trabalho em conjunto trabalho alinhado com todas as esferas daquele daquele convívio né daquela criança é de suma importância já então é a troca de experiências ea troca da de conhecimento dentro da sua dentro de cada especificidade da área tá então aí um exemplo de análise de tarefas ensinar a montar um quebra cabeça então no início ele começa com todas as partes montadas apenas a primeira que ele a criança precisa encaixar e aí a gente vai passar acho até que a criança consiga encaixar a montar o quebra-cabeça inteiro há algumas estratégias que podem ajudar é tanto em casa quanto também na escola é o uso da rotina visual treinamento e orientações de paz henrique se enriquecimento do ambiente sensorial e adequações estruturais e ambientais por exemplo apoio para os pés do banheiro pistas visuais adaptadores manuais e por aí vai o pessoal aqui é um gráfico né pra gente pra vocês terem acesso como que a gente faz coleta de dados então a análise do comportamento aplicada ela não é nada sem coleta de dados ela não é nada sem gráficos ela não é nada sem planilhas a então pra ser baseada em evidências a gente precisa coletar esses dados e ter essas evidências então aí é o sujeito um é uma limitação motora de bater palmas então a cada dia cada sessão a gente vai registrando e colocando em gráficos né você pode ver se podem observar que depois de dez sessões treinando de uma forma efetiva a criança conseguiu contemplar 100 por cento de todas as tentativas isso daí é a análise do comportamento que é uma ciência baseada em evidências científicas a quando a gente mostra de fato que é o comportamento é instalado que acontece o aprendizado aí é um protocolo que a gente usa de avaliação de linguagem né de avaliação de linguagem e habilidades básicas e etc para então os quadradinhos azuis foram é a primeira a nossa primeira avaliação com essa com essa criança e após um ano de de intervenção os quadradinhos vermelhos eles foram é as habilidades né os itens e os tópicos que essa criança conseguiu contemplar parece pouco mas é muito né então aí também a gente consegue mostrar olha só o que o seu filho fazia há um ano e olha só o que ele já consegue fazer agora essa é uma folha de registro nosso né então é a primeira resposta que que é isso é quando a gente treina na primeira vez em sessão naquele dia ea criança precisa pontuar assim três vezes consecutivas para a gente entender que a mobilidade que é três vezes consecutivas por três dias seguidos para a gente entender que é uma habilidade que já está instalada a gente não deixa de trabalhar essa habilidade né a gente continua trabalhando uma manutenção dela mas a gente também daí coloca novas metas dentro dessa dessa folha de primeira resposta tá rastreio de desfralde então esse é o modelo de tabela que a gente usa não sei se dá pra ver direito então aqui a gente tem o local o horário ea fralda tá secas a fralda molhada se ao final da tarde colocou o nome de rede do responsável então a gente registra tudo pra pra gente saber qual é o melhor período que a criança vai ficar sem fralda qual o melhor período de tirar a fralda para oferecer o uso do do vasinho e por aí vai aqui é uma folha que a gente fez o que a gente está ensinando uma criança a a sair com a mãe sem que saia correndo no meio da rua então olha como a gente monta cada cada registro cada necessidade de cada paciente a gente tem uma folha é específica para isso já então aqui são cinco tentativas distância curta média ou longa a resposta foi sim ou não e aí qualquer tipo de observação ou dicas né intervenções que foram necessárias nesse momento então é isso a gente queria agradecer em nome do grupo abra cadabra pela presença de vocês novamente pelo convite ea gente se coloca à disposição para aquilo que vocês precisarem tá bom muito obrigada [Aplausos] agora advogada veruska furlan cá dinheiro fará a palestra de encerramento desta noite com o tema direitos e saúde direcionados à pessoa com transtorno do espectro autista legado já tá ligado obrigada obrigada boa noite é eu quero agradecer o convite principalmente na pessoa da andréia é uma oportunidade de estar aqui de trazer um pouquinho daquilo que eu tenho vivenciado não só no meu trabalho mas também como mãe eu conhecia andréia através do meu filho eu tenho um filho também de sete anos que também tem síndrome de down e foram nessas rotinas nas consultas e terapias em grupos que a gente acabou se conhecendo se identificando e trocando idéia de retratar tentar buscar uma qualidade de vida melhor para as nossas crianças eu sou formada há 20 anos é sempre advoguei e desde que o gabriel chegou a gente eu mudei um pouco em foco do meu trabalho eu passei a procurar mas conhecer melhor o direito das pessoas com deficiência procurará outras formas de ajudar famílias como o meu trabalho e eu notei que uma das principais dificuldades é justamente na questão é do acesso à saúde é muito difícil é a gente conseguir que os nossos filhos tenham o tratamento adequado seja no sus ou seja os planos de saúde normalmente quando a gente vai a gente procura a gente chega até o plano chega no sus com o laudo a gente é negado aquilo que a gente está solicitando mas essas negativas é não são corretas porque porque existe uma legislação por trás existe a constituição federal a lei berenice piana no caso específico dos autistas a lei brasileira de inclusão do estatuto da criança e do adolescente tudo isso traz uma garantia muito importante a todo cidadão brasileiro que é o direito à vida e à saúde no caso por exemplo dos usuários do sus existe uma obrigatoriedade de implementar políticas públicas então é não é porque a pessoa tem a usuária do sus que ela não vai poder chegar e conseguir essa esse tratamento no caso do da saúde privada é o plano de saúde no caso é nós temos também além dessas de todas essas legislações nós temos também o código de defesa do consumidor que vai garantir a quando a gente entre com um pedido na justiça que esse pedido seja atendido eu acho que eu errei o slide desculpa não me reuni o bom é quando a gente volta quando a gente vai procurar entrar mas o que a gente precisa a gente precisa é muito importante que a gente tenha um laudo médico bem embasada e aí a importância como a doutora mariani colocou é de ter um profissional que conheça hotéis que saiba identificar porque pra poder dar um diagnóstico precoce porque esse diagnóstico precoce vai fazer a diferença para que a gente busque o quanto antes as intervenções que as crianças precisam para que comece a surtir efeito e esse laudo precisa ser montado precisa ser colocado todo o benefício que as terapêuticas que a terapêutica que a intervenção que foi solicitada vai trazer para essa criança quais os ganhos que essa criança vai ter quando ela começar a fazer essas intervenções e isso cabe ao médico não cabe o plano de saúde escolher se aquela intervenção é bom ou não um médico que avaliou a criança que sabe conhece aquilo sabe se vai surtir o resultado esperado na então o plano não pode embora a eles neguem a verdade é que eles não podem negar a as maiores justificativas que eles acabam fazendo pra gente olha e se essa intervenção que você está pedindo ela não com um está no hall da agência nacional de saúde ela tem um caráter experimental ou então eles a gente vai tem uma seção várias sessões por mês depois de um tempo eles barros olha você já está pulou o limite de sessões que está previsto nas normas da agência nacional de saúde nada disso pode prevalecer sobre o direito à saúde das nossas crianças então a gente quando a gente chega até o judiciário eo judiciário reconhece o nosso direito ele reconhece que as que que o laudo médico deve prevalecer que a necessidade de aquelas intervenções deve prevalecer e nos casos dos planos de saúde em geral as recusas são tem um fundo econômico porque são intervenções mais caras intervenções mais modernas e que custam mais então eles porque eles evitam é de fornecer essa essas terá pensado rotina multidisciplinar porque o gasto acaba aumentando e o que eles tentam justificar que daqui é essas rotinas trazem um gasto um desequilíbrio contratual porque elas aumentam ao gasto que o plano vai ter e já era um delito desequilíbrio acontece que é que a gente precisa eles é que precisam entender é que não depende do plano escolher é inclusive os nossos tribunais têm sido bem generosos quando eles apreciam a as demandas e após apreciar em vários e vários julgados o tribunal aqui de justiça do estado de são paulo editou uma súmula que ela está presente em quase todos os julgamentos você for lá olhar é o na íntegra os votos praticamente todos eles vão ter essa sua situação dessa súmula o que essa súmula diz que a venda expressa indicação médica e abusiva a negativa de cobertura do custeio de um tratamento sob o argumento da sua natureza experimental ou por não estar prevista no rol de procedimentos da agência nacional de saúde então quando essas demandas chegam ao judiciário o judiciário aprecia o judiciário verifica que você está em dia com seu plano de saúde existe uma recomendação do seu médico existe um laudo ea necessidade de que as leis e e os princípios da dignidade da pessoa humana da função social do contrato eles devem prevalecer sobre essa questão sobre o com o que foi contratado porque porque quando a gente faz o contrato de plano de saúde e se contrata um contrato que é chamado contrato de adesão esse contrato está previsto no artigo 54 do código de defesa do consumidor quando a gente chega normalmente aquele contrato já está lá tem alguns espaços em branco e ele só colocam ao seu nome os seus dados e você assina a gente não tem não pode chegar lá eu quero discutir o que gostaria de incluir uma cobertura de risco ou daquilo não a gente não consegue negociar então esse contrato de adesão ele é um contrato que lhe é prejudicial ao consumidor é prejudicial aquele que está aderindo justamente porque você não tem a possibilidade de negociação com o plano que o judiciário entende que ele o pão se aproveita dessa situação para impor algumas condições sabendo que a gente depende dessa dá essa aceitação para poder se vincular a eles ele entende o diário tenta corrigir isso corrigir como verificando nas situações em que existe a abusividade e dando uma decisão que possa contornar isso existe também no código de defesa do consumidor no artigo 51 um rol que não é um rol taxativo é um rol exemplificativo de condutas que são lá descritas e que são consideradas abusivas essas topo qualquer uma dessas condutas se elas mesmo que elas estejam inscritos no contrato que você assinou se você questioná las na justiça elas são reconhecidas como nulas de pleno direito porque elas fazem com que você esteja renunciar antecipadamente a um direito que é inerente aquele contrato então vai vai sempre haver uma revisão da crise essas cláusulas é sempre possível que você faça revisão dessas cláusulas o rock os planos costumam usar como como referência para fornecer os tratamentos para fornecer cirurgias ou as terapêuticas e etc é eles consideram esse rol como um rol taxativo mas isso não é verdade esse rol ele é um rock de previsão mínima é todo o plano quando ele entra no mercado ele está sujeito a um controle da agência nacional de saúde ea agência nacional de saúde de tempos em tempos ele dita algumas normas e que são revisadas a cada dois anos ela e ela costuma incluir inclusive procedimentos que são de cobertura obrigatória isso significa que esse rol que é considerado de cobertura obrigatória o rol mínimo o plano pode oferecer mais coisas do que isso mas não pode oferecer - então é se lá consta que são 40 sessões de terapia por ano esse é um mínimo se houver necessidade de serem 80/100 quantas forem o correto é que haja essa cobertura pela quantidade que foi solicitado não pela quantidade dessa previsão do rol justamente porque ele não é taxativo as cláusulas contratuais como eu já disse anteriormente elas são interpretadas é a favor do usuário do consumidor justamente pela fragilidade tanto os planos de saúde eles são regidos por uma lei que a 9 656 de 98 que é denominada lei dos planos de saúde é todo plantou do plano privado é deve obedecer a regulamentação italiana tem questão de reajuste os boas categorias que podem ser oferecidas no mercado toda a o esqueleto do aquilo que é certo e errado com relação ao plano de saúde está nessa legislação e essa legislação foi feita na época que ela surgiu ela veio sob a ótica da proteção ao direito do consumidor a proteção do elo mais frágil da relação daquele que tem não tem o poderio de negociação então acho que a gente precisa como eu disse anteriormente quando você vai entrar é ter primeiramente um laudo médico você tem a carteirinha do plano o laudo médico bem embasado com a descrição é de toda a rotina multidisciplinar a freqüência dessas rotinas é por qual tipo de intervenção ela vai se realizar e como isso vai agregar no desenvolvimento daquela criança com esse laudo em mãos a orientação que a gente costuma dar é que vocês sempre façam a a solicitação seja domado matéria do rei das intervenções seja um pedido de exame é uma consulta diferenciada tudo que você precisa fazer no como plano de saúde ou se for o caso no sus também que você faça por escrito sempre por escrito ou através de e mail ou através ou presencialmente se houver o canal eletrônico pode ser senão vou que vá presencialmente por que por que esse você vai fazer a prova de que você conseguiu de que você teve o contato antes fez a solicitação anterior por que por que você comprovar que você tentou chegar até o plano tentou pedir ao seu tratamento e esse tratamento foi ligado é imprescindível para instruir o processo judicial a feito esse pedido tendo essa negativa em mãos é a gente é feita a distribuição do processo o juiz aprecia a esse pedido e o tribunal tem concedido os juízes têm concedido a uma antecipação da decisão essa antecipação é através de uma liminar essa liminar ela é como ela é uma a sentença que seria dada no final tem os efeitos antecipados por aqui para o começo então o juiz gente desculpa com um pouco nervoso a decisão liminar ela antecipa o final do processo os efeitos das que a sentença traria então o que o juízo vai observar vai observar a necessidade que aquela criança tem de começar a ter aquelas intervenções que foram solicitadas é se a criança for esperar o processo caminhar desenrolar para receber a todo aquele tratamento ele vai se perder os danos que a criança vai sofrer com essa espera vão ser irreversíveis então o juiz aprecie vendo a necessidade ea urgência do caso ele antecipar essa decisão e concede essa liminar essa urna essa decisão do juiz vai conceder ela tem um efeito dia que a gente chama de ser um ofício você pega uma cópia dessa decisão em caminha ou para o plano ou prosul se for o caso ea partir do momento em que é o destinatário tem a ciência da decisão judicial começa a correr a obrigação pra ele de custear a terapêutica é normalmente a decisão contém um prazo é os juízes concedem 45 dias para que essa decisão seja cumprida e que o como essa decisão tem que ser cumprida se não tem profissionais credenciados para atender aquela criança na ed ou na rede pública ou no plano de saúde dentro do plano de saúde profissionais que atendem aquela qualificação que está sendo pedida que possam atender por aquela intervenção está sendo colocada é ele o plano tem que contatem que falar tem que arrumar profissionais fora da sua rede e custear essa terapêutica puxar integralmente não pode haver modificação não pode haver limitação nada disso aquilo que foi concedido pelo juiz é tem que ser respeitado e tem que ser cumprido depois que é que tem a liminar o processo segue o trâmite de licitação o plano apresenta defesa é normalmente esses processos não têm é a audiência de conciliação o juiz acaba vem da sentença sentença normalmente confirma decisão tem uma apelação para o tribunal o tribunal também normalmente confirma essa sentença ea partir daí houve o duplo grau de jurisdição foi apreciado pelo juiz é que de primeira instância foi apreciado no tribunal foi confirmado não pode mais ser modificado não pode haver mais limitação não pode haver mudança enquanto essa criança precisar desse tratamento desse a terapêutica dessa rotina da forma como está ali vai ter que ser pago sem maiores questionamentos o set então é um caminho que é difícil é um caminho que é complicado muitas vezes a gente vai você leva lá onde você volta um laudo você pede nega você tem que atrás tem que há muitas vezes em que através do advogado pessoal às vezes fala nossa mesmo doutora e quem não tem condição quem não tem existe a defensoria pública que também pode fazer essa função pode providenciar esse processo essas medidas para aquelas pessoas que não têm condição não precisa ter plano de saúde porque é obrigação do estado inclusive estado tem uma malinha de diretrizes tendência das pessoas é com estreia lá eles listam como é que tem que ser feito esse atendimento através dos capos quais são as intervenções que são oferecidas e se não existe nisso no estado o estado tem que fornecer ou particular ou através de convênios com entidades que possam atender mas essa esse direito esse acesso a busca por esses tratamentos e não é um privilégio só de quem tem alguém pode pagar advogado ou quem tem um plano de saúde isso é pra qualquer cidadão brasileiro o direito à vida à dignidade da pessoa humana ea saúde são princípios constitucionais e eles têm eles vão sempre prevalecer é um caminho que é difícil eu reconheço como mãe porque eu já sofri na pele muitas situações não só com relação à a custeio de tratamento mas na escola aí a inserção é na vida da pessoa com deficiência ela é muito difícil então muitas vezes a gente desanima a gente tem vontade de desistir mas as nossas crianças merecem elas merecem ter um acesso a um tratamento mais moderno a uma terapêutica que vai ser mais eficaz algumas coisas que vão conseguir trazer melhores resultados vão fazer com que essa criança tenha uma vida mais autônoma mais independente e mais funcional nós somos a voz dessas crianças e cá compete justamente a gente está aqui batalhando enfrentando e tentando buscar o que é melhor para eles obrigada desculpe boa noite [Aplausos] convidamos a coordenadora pedagógica dele camby nelly monteiro para suas considerações finais eu gostaria só de agradecer as palestrantes andré godoy roberta tafarelo vanessa portiolli doutora maria nogueira gisela marola peru busca furlan carreiro mariana valente e ana carolina espanha agradecer a vocês que ficaram até o final acredito que foi uma noite muito enriquecedora eu conhecia pouco sobre o assunto e acredita que vocês que estão aqui né ficar até o final devem ser pra vocês foi bastante enriquecedor também a gente precisa de fundir-se conhecimento como eu já falei a palestra foi gravada e o vídeo vai ficar disponível então vamos replicar esse conhecimento e ele em campo e continua à disposição tanto da futura como da banca dava como da rede municipal das escolas e da rede de saúde para promover outros eventos dessa natureza boa noite um bom retorno [Aplausos] como você de casa acompanhou hoje teve aqui um seminário que falou sobre o autismo tiveram vaga várias palestras e você pode rever essas palestras no facebook da tv câmara e também no youtube o seminário se encerra por aqui e você fica agora com câmera notícia até mais ver câmara campinas
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