[Música] Bom, a gente segue aqui com o Jornal Câmara Notícia. Este domingo, 11 de maio, é o Dia das Mães. Nós preparamos uma reportagem com muito carinho, amor, sobre as mães que trouxeram ao mundo filhos mais que especiais. Todos os dias são delas e não existe no mundo alguém que aqui esteja senão por meio delas. [Música] E algumas delas se tornam especiais por gerar em seu ventre alguém mais que especial. Mãe atípica é mãe de crianças especiais, de crianças com alguma neurodivergência, eh mães de crianças com síndrome de D, autismo, TDH, são mães que têm crianças atípicas, ou seja, fora daquele comum que a gente daquele padrão que a gente eh tem como normalidade, né? atípicas ou não. As mães têm na maternidade uma luta constante e quando atípicas, sua rotina é bastante diferenciada. Então, a maternidade atípica chegou na minha vida bem de surpresa, né? Eu não tinha conhecimento nenhum de autismo. Com 2 anos e 5 meses, ele foi diagnosticado, né? Teve o laudo fechado de teia. Quando eu recebi o diagnóstico dele, eh, a única preocupação que eu tive foi o que que eu devo fazer. para onde que eu tenho que ir para que ele consiga evoluir, que eu acho que a maior preocupação da mãe atípica é como as pessoas vão tratar seu filho quando você não tiver. A gente tem que se dedicar mais, a gente não sabe nada, a gente aprende com o dia a dia. Então a gente ouve experiências e compara para ver se tem alguma coisa que se identifica com os nossos filhos. Eles não são todos iguais. Cada um tem sua particularidade, inclusive a genética de cada pai e mãe. Então, cada um tem a genética dos pais e o jeito deles é como um jeito de qualquer outra criança diferenciada. E os filhos ocupam um espaço significativo em suas vidas. Achava que eu era mãe, uma mãe boa, uma mãe eh, uma mãe dedicada, né? E a gente vai criando os nossos mecanismos. Eh, a gente vai criando os nossos filhos como a gente acha que tem que ser feito. Tava tudo perfeito. Quando veio o Rafael, eu tive que ressignificar essa palavra de mãe. Eu tive que aprender novamente a ser mãe. Ser mãe de uma criança típica tem muitos desafios. A minha rotina é a rotina do meu filho, a minha mesmo, se não tenho. Então, eh, tudo, a minha vida toda é para ele. Então, tudo que eu faço é voltado para ele. Então, a minha vida é terapia, é escola, é reunião, é correr atrás dos direitos dele, das coisas que ele precisa naquele momento, do suporte que ele precisa, que a rotina deles, por exemplo, é a as terapias, né? auxílio é a ajuda que eles têm que ter para se identificar, né? Hoje precisa. Eu não sabia que para uma criança a gente tem que ensinar a pedalar. E para eles tem que ensinar a pedalar, tem que ensinar a lógica do da brincadeira, que é no caso a terapia teó, por exemplo. Eu não sabia disso. Ser mãe é saber conceder todo o seu tempo pelo simples fato de amar, mas sem esquecer de se cuidar. O que eu mais prezo hoje é o acolhimento para essas mães e, principalmente para que elas se cuidem. O que que é o cuidado, né? O que que é eh e ah, mas como que eu essas mães se cuidam? É se cuidando, é tendo tempo para elas, reconhecendo que tá tudo bem, não estar bem, eh, principalmente fazer uma psicoterapia, sabe? pedir ajuda, eh, dizer para essas mães: "Você não está sozinha, nós estamos aqui." Então, assim, as mães precisam sim de uma rede de apoio. Essa rede de apoio é muito importante. Pode ser os avós, pode ser uma vizinha que fala: "Olha, eu posso, eu, eu fico com o seu filho para você ir lá tomar um banho, para você ir lá fazer uma unha, para você ir lá fazer terapia. [Música] Parabéns à repórter Carla Mendrô, que captou muito bem, né, a força dessas mães, mulheres que dedicam todo o tempo aos seus filhos. muita força e felicidade a vocês. E já deixo aqui também o meu abraço apertado à minha irmã Mariana, que também é mãe atípica. Bom, a nossa equipe preparou uma reportagem muito bacana agora sobre um projeto aqui na cidade de Campinas que promove a inclusão e a expressão artística por meio de aulas gratuitas para adultos deficientes visuais e surdos cegos. [Música] Realizado pelo ProAC o Programa de Ação Cultural da Secretaria de Estado e Economia Criativa de São Paulo, em parceria com duas instituições de Campinas, o Centro Cultural Luiz Brile e o Cais, o Centro de Apoio e Integração do do cego e múltiplo deficiente. O projeto Sinestesia, Dança e Poesia, Além dos Sentidos, oferece oficinas de dança adaptada e de poesia através da música para adultos com surdo cegueira, cegueira e baixa visão. E por que essa iniciativa? Tem muitas coisas voltadas para a criança, para o adolescente, em condição de deficiência, mas nós temos menos oportunidades para o adulto em condição de eficiência, principalmente a mulher. Então é isso que o projeto quer trazer, a dança, a poesia através do canto, da música, né? E e trazer esses adultos para conviver, especialmente essas mulheres adultas e agora esses homens também. O projeto conta com a colaboração de profissionais especializados e atende um grupo de pessoas que normalmente não dispõe de muitas opções de acolhimento cultural e artístico. Nós passamos a parte de expressão corporal, o aquecimento, a a postura, né? Principalmente a gente trabalha essa postura porque a pessoa que não tem a visão, às vezes ela tende a ter um pouco de dificuldade de equilíbrio, a andar com a cabeça um pouco mais baixa. Então a gente trabalha toda essa postura, esse empoderamento feminino, né? Vamos abrir pro mundo. Mas isso a gente trabalha com os homens também, né? E aí a gente trabalha a música, que são a exploração, as explorações dos instrumentos musicais, que depois o Coré pode falar mais sobre isso, que muitos instrumentos musicais eles nunca viram, nunca tocaram ou eles ouviram e imaginam o que é, mas não sabe a diferença entre um e outro. Então a gente trabalha com com a exploração dos instrumentos musicais e o canto que é soltar a voz. Entretanto, as pessoas com surdo cegueira, a gente vai trabalhar toda essa poética na Libra estáil ou na fala ampliada, que é também para eles entenderem as músicas. Aqui eu tô fazendo um trabalho muito ligado à conexão da do ser humano com a terra. Então, tô trabalhando mais os temas indígenas dos povos originários. Estou fazendo uma música que chama Três Cantos dos Índios Craós. E tá muito bacana. Assim, a gente faz um trabalho de percepção e com alguns objetos, tentando conectar o corpo com a terra, que é muito trabalho dos povos originários. E depois a gente canta enroda e vai sentindo essa ligação do corpo com a terra. Além dos cantos dos povos originários, a gente canta também músicas da cultura popular. Tanto estamos fazendo os cacuriás, estamos fazendo cacuriá do gavião, cacuriá do jacaré, que também é um trabalho quase como uma ciranda que se dança em roda e interagindo com corpo e movimento com o grupo. As aulas são adaptadas às necessidades de cada aluno moldadas de acordo com as particularidades dos participantes. Esse projeto de dança ele é muito importante porque ele traz pra gente a realização de um sonho que é dançar, que naturalmente é uma coisa muito visual. Então o projeto da Keila trouxe a possibilidade de nós, pessoas com deficiência visual vivenciarmos a dança, né, a música junto com o professor Coré também. Então, a gente trabalha muito a movimentação corporal, a expressão corporal, eh muita questão de equilíbrio, eh, fora o convívio social, né, que é fantástico, tá maravilhoso, é muito pela pelo corpo, pela mente, tá sendo perfeito, maravilhoso, porque quando você tem a visão, você não liga. Agora depois você perde a visão, a gente vê quanta coisa linda que a gente tem, né? É aproveitar, curtir, trabalhar com o corpo, cantar. Peli. Os encontros dos projetos acontecem às quintas-feiras das 9 às 11 horas da manhã no Centro Cultural Luiz Braile, no bairro Jardim Proença. E também aos sábados, no mesmo horário, no SIS, Guanabara, Centro Cultural Unicamp, no bairro Botafogo. E para quem quiser participar, ainda tem vaga. Como explica a diretora artística do projeto, nós temos o meu e-mail que é o
[email protected]. Lembrando que o Keila é com K e o I é Y, tá? Então, Kla. E tem também o meu WhatsApp que é 1999852 2829. É uma experiência riquíssima. Você vê até onde a pessoa pode chegar, mesmo não tendo o a os recursos sensoriais que nós temos, né, que nós somos muito visuais, nós somos muito auditivos. E você pensar que uma pessoa que não enxerga, que não escuta, ela consegue perceber a música, o corpo, que nem o Luiz, que já dança comigo também. Isso é maravilhoso. É uma é uma, as pessoas não gostam muito da palavra superação, mas é uma transcendência, né, que a gente vê [Música] aqui. Meio-dia, mais 26 minutos. Muito obrigado pela sua companhia. pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta sexta-feira. A gente segue aqui com as notícias da Metrópole. Agora com uma informação importante, hein? Amanhã é dia D de vacinação contra a gripe aqui na cidade de Campinas. Olha só. Então, atenção, você que é idoso, 60 anos ou mais, crianças de 6 meses a 5 anos, gestantes, puérperas, pessoas com doenças crônicas, povos indígenas, quilombolas, pessoas em situação de rua, trabalhadores da saúde e também da educação, profissionais das forças de segurança e salvamento, profissionais das forças armadas, também as pessoas com deficiência permanente, caminhoneiros e trabalhadores de transporte coletivo, trabalhadores portuários, trabalhadores dos Correios, população e funcionários do sistema de privação de liberdade, adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas entre 12 e 21 anos. As doses serão aplicadas em 14 centros de saúde, em oito supermercados e quatro shoppings da nossa cidade. Amanhã no sábado, das 8 horas da manhã à 1 hora da tarde. Para você conferir todos os locais, é só acessar o site vacina.campinas.sp.gov.br. br. Se você está nestes grupos vacinais aí que eu falei há pouco, faça a sua parte e se proteja. Seguinte, vou continuar falando sobre saúde, hein? Hospital da PUC Campinas acabou de soltar uma nota falando que hoje, 9 de maio, o Pronto Socorro Adulto do Sistema Único de Saúde, o SUS está superlotado. 76 pacientes internados, todos de alta complexidade. Ontem, o Pronto Socorro Adulto do SUS chegou a 83 pacientes. Isso quer dizer, o que corresponde a 415% acima da capacidade instalada. Então, a PUC fala que para garantir e preservar a segurança técnica assistencial no pronto socorro SUS e o atendimento com qualidade, o hospital solicita aí essa orientação à população sobre este atendimento SUS, situação para procurar outras instituições, quem está precisando regulações da Cross SAMU aguardarem aí a estabilização da unidade para encaminhamento. de novos casos. Situação muito complicada então no hospital da PUC Campinas, aqui na cidade de Campinas com superlotação na no SUS. Bom, vamos com as notícias do legislativo, porque ontem os vereadores se reuniram em reuniões extraordinárias para votarem três projetos de lei complementar de autoria do poder executivo, aqueles que fixam os subsídios mensais dos presidentes da rede Mario Gate de Urgência e emergência, do Instituto de Previdência dos Servidores Municipais de Campinas, o Campreve, e da Fundação José Pedro de Oliveira. O repórter André Aranha acompanhou as reuniões e traz as informações. Seja bem-vindo ao Câmera Notícia. Boa tarde, André. Boa tarde para você, Gabriel. Boa tarde para todo mundo acompanhando o Câmara Notícias. É isso mesmo. Portanto, foram realizadas a primeira, segunda, terceira, quarta, quinta e sexta reuniões extraordinárias aqui no plenário da Câmara Municipal de Campinas. Portanto, aqui no plenário José Maria Matozinho. Bom, foram três projetos de lei complementar, todos de autoria do executivo, que foram votados em primeira, também em segunda discussão, ou seja, tanto na legalidade quanto no mérito. E os três projetos foram aprovados. Bom, pro pessoal de casa entender direitinho, as propostas tratavam da remuneração dos presidentes da rede Mario Gate, também do Campreve, além da Fundação José Pedro de Oliveira. Portanto, ontem foram realizadas aí essas seis reuniões extraordinárias. Caso o pessoal que está em casa não tenha acompanhado, está no YouTube da TV Câmara Campinas. Portanto, lembrando que os subsídios dos dirigentes das autarquias de Campinas passam aí os R$ 37.000 por mês. Eu volto com você, Gabriel Castro. Tá certo? Muito obrigado, então, André Aranha, pelas informações. E olha só, o presidente da Câmara, o vereador Luiz Rossini, protocolou um requerimento pedindo informações sobre o sistema de drenagem do bairro Cambuí. O presidente da Câmara Municipal, vereador Luiz Rossini, protocolou o requerimento pedindo informações à prefeitura sobre o sistema de drenagem do bairro Cambuí, pois a densidade habitacional e a expansão imobiliária no bairro vem comprometendo a capacidade de infiltração de água no solo, o que contribui para os alaramentos. E hoje o Cambuí não possui um sistema de drenagem que dê conta da vazão das águas de chuva, né? Nós possemos um sistema de drenagem, na verdade superficial. As chuvas elas escorrem no leito das ruas e isso causa muito transtorno aos moradores, principalmente aos pedestres. Nos dias de chuva é praticamente impossível caminhar nas calçadas, seja na Maria Monteiro, na Coronel Quirino, porque os carros passam e banham os pedestres. Além de que em muitas localidades, nas ruas que são planas, muitas vezes há ficam águas empoadas, gerando mal cheiro, todo incômodo que isso ocasiona. Por ser uma região com muitos comércios, mas também moradores. No requerimento, o presidente questiona se existe algum estudo para reformular a drenagem do Cambuí. A gente tá perguntando se há estudos, né, qual a previsão, qual o investimento feito, como é, onde que se pretende buscar recursos para isso, porque acho que o Cambui merece. É um, hoje pulsa, é um, gera emprego, comércio, serviço, lazer, além dos moradores ali, ele precisa ser dotada dessa importante infraestrutura. a gente vê que a cidade se desenvolveu e não acompanhou com a infraestrutura necessária. Hoje, cada dias mais, a cidades tem que se preparar para enfrentar as emergências climáticas, as fortes chuvas em curto espaço de tempo. Eu até fiz esse requerimento porque existe o estudo de macrodenagem da prefeitura paraa construção dos piscinões, inclusive ali na norte sul, né? Então, com esse piscinão, a gente entende que também se você fizer a captação adequada adequada em em galerias pluviais no Cambuí, vai permitir inclusive escoar essa essa água ali pro pro leito para norte sul, pro corrego que passa ali, que já uma parte é subterrâneo, sem causar problemas de enchentes. Então é um momento oportuno, juntamente com o Piscinão, pensar em construir essa essa rede de galerias de águas pluviais no Cambuí. O vereador Benê Lima protocolou um requerimento e pediu informações à Prefeitura e a Secretaria Municipal de Infraestrutura sobre os viadutos e túneis existentes em Campinas. Olha só, o requerimento 873 do parlamentar Benê Lima requer informações sobre os viadultos e túneis existentes na cidade. Eh, eu fiz esse requerimento justamente eh por falta de informações em algum algum alguns viadutos que tem em Campinas. Eh, nosso gabinete recebe muita demanda da população e eu percebi que quando se trata de limpeza eh embaixo de viadutos eh próximo a viaduto, eles não têm nome. O objetivo deste pedido é identificar quais estruturas públicas ainda não foram oficialmente nomeadas e usar esses espaços para homenagear pessoas importantes da cidade. E a gente tá requerendo informação para justamente comunicar a casa, para que a casa possa eh nomear esses viadutos com pessoas, com personalidades importantes, quem contribuiu para pra cidade de Campinas. A nomeação desses espaços também facilitará na identificação e na localização dos mesmos. justamente essas limpezas a gente não consegue identificar só pelo bairro por ter mais de um viaduto. A diretora da Escola do Legislativo da Câmara de Campinas, Anél Castanheira, tomou posse como presidente da Associação Paulista das Escolas do Legislativo e de Contas. A cerimônia foi realizada no 15º encontro da entidade na cidade de Montemor. Nell Castanheira, diretora da Escola do Legislativo de Campinas, assumiu a presidência da Associação Paulista das Escolas do Legislativo e de Contas. A APEL é uma rede que reúne escolas de formação política ligadas ao poder legislativo e aos Tribunais de Contas em todo o estado. Assumir o comando dessa entidade significa liderar um trabalho de articulação entre câmaras municipais e promover a educação cidadã como ferramenta de fortalecimento da democracia. Campinas acabou se tornando referência na região metropolitana em razão da Elecampada, né? E aí chegou o momento da gente fazer essa contribuição maior a nível de estado. É o reconhecimento, né, do brilhante papel que a Escola do Legislativo de Campinas, Elecamp tem desenvolvido nos últimos anos. Sob o comando da Nelli, que é a nossa diretora. A Escola do Legislativo de Campinas tem realizado várias ações que são reconhecidas não apenas pela sociedade de Campinas, pelas escolas, professores, várias entidades com com as quais a nossa ELECAMP se relaciona. Ela já foi reconhecida pelo governo do estado, pela Secretaria de Cidadania e Justiça, que concedeu o título de Câmara Amiga eh da juventude por causa do nosso programa Parlamento Jovem, que é uma referência, né? Nós participamos de vários eh eventos, não só em Campinas, no estado, até fora do estado, levando, né, uma mensagem de que a as escolas do legislativo são um instrumento importantíssimo para fortalecimento do poder legislativo local. Sob a gestão de Nelli, a Elecamp recebeu homenagens de diversas câmaras municipais e passou a ser modelo para outras escolas do estado. Agora, como presidente da APEL, ela pretende incentivar a criação de novas unidades e integrar as que já existem. E a gente construiu essa escola, essa escola lá em Campinas, a ELECAMP, se consolidou ao longo dos anos, passou a ser referência no estado. Então eu acredito que vai ser mais do que a gente já vem fazendo ao longo dessa década, né? Poder contribuir ainda mais com o estado e fortalecer cada vez mais esse movimento a nível de Brasil. O ganho que nós temos aí é muito grande, porque a Nelli é uma grande companheira, uma grande parceira das escolas do legislativo. Ela vem realizando aí durante esses anos frente a Elecamp, um trabalho grandioso, um trabalho robusto. E com isso ela eh conseguiu ganhar, angarear aí muitos frutos para que ela conquistasse essa posição, né? ela conseguiu aí eh angarear, criar, conseguir criar novas escolas aqui na região de Campinas, né? Isso fez com que ela fosse um passaporte para que ela conseguisse ter esse essa posição para quê? ganhar experiência para que isso consiga ir pro estado de São Paulo. Entre os planos da nova gestão estão a criação de um banco de dados atualizado, o fortalecimento da comunicação com as escolas e o incentivo à filiação à rede nacional de educação legislativa. A meta é deixar o legislativo mais próximo do cidadão. Nós precisamos organizar um pouco os trabalhos da PEL, eh, para fortalecer as escolas já constituídas, para que elas possam auxiliar as escolas que ainda estão iniciando seus trabalhos ali. Nós temos eh a proposta de também avançar com plano de comunicação, né? A Pel não tinha redes sociais. A gente vai lançar hoje já o Instagram da Pel para que as pessoas possam acompanhar, para que as escolas e a população possam acompanhar esses trabalhos, né? Eh, também vou dar de antemão aqui para vocês que eu vou lançar o prêmio apel de revelação das escolas que estão desenvolvendo trabalhos inéditos, trabalhos significativos. Para ela particularmente, certamente é uma grande honra, porque além da sua competência profissional, ela é apaixonada pela escola do legislativa, ela faz tudo com muita paixão, carinho, cuidado. Então, e ela certamente recebeu o apoio e tá muito feito, todo mundo tá feliz, todos os que compõem a Elecamp. Então eu como presidente da Câmara fico lisongeado e me sinto honrado, né, nesse momento de eh presidir uma Câmara que tem uma escola do legislativo que é referência e cuja diretora agora foi alçada a condição de presidente da Associação Paulista de Escolas do Legislativo. [Música]