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[música] Hora das notícias do Legislativo, porque a Câmara de Campinas realiza no dia 9 de junho a 22ª Audiência Pública e vai discutir a Lei de Diretrizes Orçamentárias para 27. Com o objetivo de proporcionar um canal aberto para a população, a Câmara de Campinas divulga em 10 pontos estratégicos da cidade a audiência pública que será no próximo dia 9 de junho, às 7 horas da noite, para debater o projeto de lei das diretrizes orçamentárias de 2027. Os locais escolhidos são em frente ao Hospital Mário Gate, na Avenida das Amoreiras, em frente ao Centro de Diagnóstico Oncológico, em vias de grande circulação, nos distritos do Ouro Verde, Campo Grande, Barão Geraldo e Souzas, na região central, no Largo do Pará, na Praça Santa Cruz, no Cambuí e nos Amarais. Além disso, na Câmara tem faixas nas duas entradas, na Avenida da Saudade e engenheiro Roberto Mange. Para o presidente da Câmara, vereador Luís Rossini, a divulgação da audiência pública é fundamental para esse momento da cidade. A principal intenção dessa ampla divulgação que a gente tá fazendo dessa audiência pública sobre o projeto de lei diretrizes orçamentárias é é permitir a participação da população. A gente gostaria de ver essa casa repleta, né, de cidadãos acompanhando o que tá sendo apresentado, podendo participar, podendo questionar, podendo sugerir. Eu acho que essa participação fortalece, não só e dá legitimidade ao projeto de lei, como esse espírito de cidadania. A Lei de Diretrizes Orçamentárias é a primeira etapa do processo de planejamento do orçamento para 2027. Para o ano que vem, o governo determina, entre outras prioridades, a transferência de recursos a entidades públicas e privadas e o regime de execução das emendas parlamentares impositivas. a Câmara. Estamos fazendo inclusive essa audiência pública fora do horário comercial, atendendo também a uma orientação do Tribunal de Contas para permitir que as pessoas que no horário comercial não podem acompanhar possam fazê-lo nesse horário mais à noite. A população poderá participar presencialmente ou acompanhar pela TV Câmara, Campinas, podendo encaminhar sugestões e questionamentos em formulário disponível na página oficial do site da Câmara, no momento da audiência pública. O senhor sabia que na Câmara Municipal de Campinas tem audiência pública que a população pode participar? Sei, mas ninguém vai, né? Ninguém vai, ninguém tem tempo. Sim. Por exemplo, eu aposentei agora, sai 5 horas da manhã, aliás, 4:30 e só volto só 8 horas da noite, né? Trabalho do outro lado do mundo, né? Então a gente vê alguma coisa pela televisão, né? Mas infelizmente a gente não pode participar muita coisa, né? Quem tem tempo não quer ir, né? E não disponha, né? Falar alguma coisa, né? Só fica calado, né? tá vendo o problema, enfrentando o problema, sempre morando no mesmo local aqui na região e não não fala nada, né? Ah, eu acho que é importante sim, né? Então, mas eu eu não participo quase de nada, né? Assim, mas né? Muito isso é importante, né? Mas é importante que as pessoas conheçam e participem e colaborem pra gente fazer cada vez eh um uma lei diretriz orçamentári e depois um plano plurianual e orçamento mais adequado à necessidade da nossa cidade. Moção aprovada aqui na Câmara Municipal pede que o prédio da antiga fundação Casa de Quitibá, no Jardim São Vicente seja transformado em uma EEC. A proposta defende a reutilização do espaço abandonado para ampliar o acesso ao ensino técnico e profissionalizante na região sul da cidade. Um prédio abandonado pode ganhar uma nova função em Campinas. A proposta apresentada na Câmara Municipal pede que o antigo prédio da Fundação Casa Jequibá, no Jardim São Vicente, seja transformado em uma unidade da Etec, a Escola Técnica Estadual. A moção é de autoria do vereador Aíton da Farmácia e foi encaminhada ao secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Inovação, Barran Ajopian. O documento também sugere uma parceria entre o governo do estado e a prefeitura de Campinas para viabilizar o projeto. Os ganhos seria ali essa região, ela comporta 280.000 1000 habitantes são ali a regional oito, aliás, a se a 8, a 9 e a 10. São regionais que cuidam dessa população que dá 280.000 habitante. E como você disse, aquela aquela Fundação Casa há muito tempo está lá largada, fazendo ali na rua do lado um depósito de lixo, trazendo doença pra população, que é lixo e muito lixo. E aquela população ali próxima reclama e muito. E o que eles querem é que faça assim o Etec, até porque em frente ali já tem a escola Júlio de Mesquita Filho. Então, mais uma escola técnica ao lado ali e muito traz, né, muita dignidade, traz é cultura, traz tudo ali para aquela região que eu falei para você abrange e muitos habitantes. É tudo que a pessoa, que aquela população do lado quer, que aquilo ali pare de ser um local abandonado. E a população quer essa escola técnica pra região. A moção propõe transformar o antigo prédio em uma EEC para atender a macrorregião sul de Campinas, que reúne cerca de 260.000 1 moradores de bairros como Jardim São Vicente, Vila Georgina e Carlos Lourenço. A iniciativa busca ampliar o acesso ao ensino técnico, reduzir a vulnerabilidade social entre jovens e criar um novo polo educacional, cultural e de desenvolvimento social para a região. A Prefeitura de Campinas vai entrar com essa ajuda e o agora cabe ao governo do estado de São Paulo fazer essa doação daquele espaço lá. para o município de Campinas, né? existe essa conversa, muita gente trabalhando em cima disso. Esse vereador também trabalha em cima dessa causa, porque é uma causa, gente, que traz ali dignidade a um local, como todos sabem, foram a Fundação Casa, um local até de menores infratores, trazendo ali uma alegria, né, do estudo para os menores adolescentes da nossa cidade. Um local que foi muito ruim para aquela população, trazendo aquela aquele local ali, uma coisa muito boa que a população quer. A Academia Campinense de Letras foi homenageada pelos 70 anos de história com o diploma de honra ao mérito entregue pela Câmara Municipal durante um concerto especial da Orquestra Sinfônica Municipal em celebração ao aniversário da instituição. Música e memória marcaram a celebração dos 70 anos da Academia Campinense de Letras, comemorados em grande estilo com um concerto especial da Orquestra Sinfônica Municipal no Centro [música] de Convivência Cultural. Durante a solenidade, a instituição recebeu o diploma de honra ao mérito Manuel Ferraz de Campo Sales, concedido pela Câmara Municipal a personalidades e entidades que contribuem para o desenvolvimento social e cultural de Campinas. Academia Campinense de Letras é a guardiã da bebemória cultural, literária, da identidade cultural da nossa cidade. Nesses 70 anos, promoveu inúmeros eventos, apoiando, estimulando a literatura, as artes, a cultura, eh, ensinando os jovens a se interessarem, né, pela literatura. Então, cada acadêmico que passou pelas cadeiras da Academia Campinense de Letras representou uma intelectualidade, uma personalidade importante da nossa cidade. A honraria foi entregue em nome da mesa diretora da Câmara pelo presidente da casa, vereador Luís Rossini, junto com o vereador Igor Diego, e destaca a trajetória de uma entidade que há sete décadas atua na preservação da literatura e da memória da cidade. A Câmara decidiu, [música] né, prestar uma homenagem à academia, concedendo um diploma de mérito. Manuel Ferraz e Campos Sales, Academia Campinense de Letras, não apenas como reconhecimento, mas também como agradecimento da cidade [música] de Campinas a esse trabalho maravilhoso que eles prestam à nossa cidade. E o fato dessa homenagem acontecer hoje, né, durante esse concerto da Orquestra Sinfônica, é, torna esse momento ainda mais especial. Ah, sem dúvida, sem dúvida. Até porque a orquestra sinfônica também é um patrimônio cultural da nossa cidade. Então você unir duas instituições que são patrimônio cultural da cidade dá peso, dá força, né? dá mais brilho a esse momento em que a academia celebra 70 anos de fundação e fazer isso nesse que é o templo da cultura de Campinas, o Teatro do Centro de Convivências, né, Teatro Carlos Gomes, torna tudo ainda mais grandioso e é uma honra para mim, como presidente da Câmara participar desse momento histórico. Segundo a presidente da academia, Ana Maria Melo Negrão, esse reconhecimento significa muito para a instituição e mostra que o legislativo se importa com a cultura no município. Essa honraria vinda da Câmara Municipal mostra que o nosso presidente Luís Rossini, ele tem essa sensibilidade pela cultura. e e nos prestigia muito, muito. Então, eu me sinto muito honrada em nome dos meus pares todos. Eu quero que a minha fala seja eco de todos os acadêmicos e não só dos acadêmicos, de todas as pessoas que lá frequentam. Fundada em 1956, a Academia Campinense de Letras reúne escritores, pesquisadores e representantes da cultura local. E ao longo da história consolidou-se como um espaço voltado à produção literária e ao incentivo à leitura e à escrita. A nossa academia, ela é um farol de letras, não tem dúvida, mas não é fechada, ela tem portas abertas para Campinas. Então, nós recebemos jovens, recebemos pessoas de todas as etnias, ah, recebemos alunos da rede municipal, ah, da periferia e de escolas públicas. Então, a academia hoje ela é aberta à cidade de Campinas exatamente para ah descobrir talentos, fazer com que os jovens se interessem e eles vêm. Nós ficamos até eh emocionados porque eles trazem nas nossas sirandas de poesia que acontecem ah frequentemente frequentemente umas duas a cada dois meses e os jovens trazem as os seus poemas autorais e isso ah demonstra que a academia ela pertence a Campinas. O concerto em comemoração teve regência do maestro Júlio Medaglia e participação da soprano Marília Carvalho. No repertório Obras de Betoven, Carlos Gomes e Composições do Próprio Maestro em uma apresentação [música] que homenageou a trajetória da academia. é uma instituição muito criativa, representa as melhores cabeças da região, estão sempre [música] em atividade, inclusive produzindo muitos livros e tal, escrevendo artigos, livros, etc. Então, [música] é um vulcão de de ideias culturais essa academia e, evidentemente, como essa orquestra faz parte dessa riqueza cultural da cidade, nada melhor do que juntar os dois e festejarmos juntos esses 70 anos. Para o prefeito de Campinas, Dário Saad e a secretária municipal de cultura e turismo, o momento incentiva a produção cultural, além de unir a música erudita [música] e a literatura em uma celebração. A Academia Campinense de Letras comemora 70 anos de história, eh, fomentando, incentivando a cultura, a literatura da cidade de Campinas. Por isso que o aniversário de 70 anos está sendo comemorado em alto estilo, com Orquestra Sinfônica de Campinas, com maestro Júlio Medalha, sem dúvida uma comemoração dentro da altura, da importância que a Academia Campinense Tiretas tem. Primeiro que eu acho que a gente tá fazendo uma união perfeita, [música] porque a cultura é a arte de tocar as almas, né? E aí dois lados da cultura, que é a música e literatura, elas se combinam construindo essas pontes com o que a gente é como ser humano, né, tocando a nossa alma. Então a gente ficou muito orgulhoso de fazer parte dessa comemoração. Academia 70 anos, a orquestra vai fazer 98 esse ano. Então a gente é de fato um patrimônio da cidade, as duas instituições. E eu acho que unidos a gente mostra pra cidade como a cultura é importante, como ela é transformadora. foi no passado quando a gente fala, né, de memória, mas constrói nosso futuro. De acordo com o presidente da Câmara, a condecoração reforça a importância de valorizar instituições que ajudam a preservar a história e a identidade de Campinas, mantendo viva a tradição literária na cidade. Eu acho que a Câmara tem uma missão quando ela presta uma homenagem, né? as honrarias que a Câmara presta, na verdade, significa o reconhecimento da população de Campinas a pessoas ou entidades que contribuem, né, pro desenvolvimento da cidade. Hoje a gente não consegue falar de Campinas e falar da identidade da nossa cidade sem falar da Academia Campinense de Letras. Então, essas honrarias eh significam esse olhar atento dos vereadores e da Câmara para quem realmente se destaca e merece ser lembrado, homenageado para servir de estímulo, inclusive, né, para que continue primeiro a academia cumprindo essa missão importante, mas que estimule outras entidades e todos que se interessam por arte, literatura, cultura, né, tenham nesse exemplo algo para ser seguido, imitado e a gente preservar a memória. A a memória da cidade que é retratada nas literatura, nas artes, na cultura significa quem nós somos. Hoje nós somos resultado de contribuição de todos aqueles que por aqui passaram e de alguma forma eh deixaram algo que foi marcando, né, a construção da nossa identidade. [música] [música]