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Na Ponta do Lápis | Como economizar no Dia das Crianças sem perder a diversão
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Na Ponta do Lápis | Como economizar no Dia das Crianças sem perder a diversão

12 views Publicado 29/09/2025 HD · 12:14

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O Dia das Crianças é uma data especial, mas também pode pesar no bolso das famílias. No quadro Na Ponta do Lápis, o professor de economia Roberto Brito de Carvalho traz dicas práticas para economizar, planejar e ainda garantir momentos de alegria com os filhos. 👉 Conversar sobre orçamento, reaproveitar materiais, comparar preços e apostar em atividades criativas são estratégias que ajudam a evitar gastos excessivos. 🎁 Além disso, o especialista reforça a importância de transformar a data em uma oportunidade de ensinar educação financeira para as crianças, com mesada educativa e uso consciente do dinheiro. Assista e descubra como é possível celebrar com equilíbrio, criando memórias inesquecíveis sem comprometer o orçamento familiar! 📌 Acompanhe a TV Câmara Campinas nas redes sociais: 🔴 YouTube: youtube.com/tvcamaracampinas 📘 Facebook: facebook.com/tvcamaracampinas 📸 Instagram: instagram.com/tvcamaracampinas 🐦 Twitter: twitter.com/tvcamaracps

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[Música] Tá no ar mais um na ponta do lápis e o dia das crianças está chegando e muitos pais familiares se complicam financeiramente na hora de comprar o presente, seja pro filho, pra filha, pro afilihado, pro sobrinho, pro neto. Por isso eu estou aqui com o professor de economia Roberto Brito de Carvalho, professor da PUC Campinas, que vai explicar melhor, né, como não se endividar, não se complicar financeiramente na hora de comprar o presente do Dia das Crianças deste ano. Professor, qual que é a primeira dica? É, é não extrapolar, não tentar entrar em dívida, manter as contas em dias. Como que é? Talvez a dica de ouro seja a gente dedicar às crianças um presente valioso, mas que não tem preço. Ah, o tempo, tá? A maior parte dos pais ou estão tomados por tempo trabalhando na tentativa de conseguir dinheiro para comprar as coisas ou estão desempregadas e, portanto, correndo atrás do emprego sem tempo para as crianças. retirarem elas da tela, passar junto, fazer o passeio. O presente é estar presente. E esse dia poderia marcar uma intensificação dessa relação com a criança, seja o pai, seja o a madrinha, o padrinho, o avô, a avó e efetivamente entregar aquilo que a criança normalmente precisa que atenção. Agora, é verdade, todo mundo gosta de levar uma lembrancinha e eventualmente se organizar para isso. A primeira grande dica em relação à compra de presentes é não levar a criança. Então, esses presentes devem ser comprados previamente, não em cima da hora para aqueles que acreditam que essa data comercial se faz necessária e a criança merece ser presenteada. Eh, é importante que se separe o orçamento, verifique então qual é a disponibilidade de recursos que tem para ao olhar a quantidade de recursos que estão disponíveis para fazer os gastos com o volume de presentes do de acordo com o número de crianças que se quer presentear e a partir daí definir qual é o presente. A gente define o presente depois que definiu qual é o gasto e não compra o presente para depois ver o quanto gastou. Talvez essa seja uma dica importante do ponto de vista do planejamento, tá? E aí, definido, portanto, o orçamento, consultar e organizar isso de acordo com o volume de crianças que tem que se presentear pode ser feito hoje com muita facilidade, através, evidentemente, das pesquisas nas redes sociais, na internet, e a gente acaba tendo mais clareza sobre ã quais são os produtos que cabem dentro daquele orçamento e quais são as condições de pagamento que são possíveis a gente adquirir naquele naquelas possibilidades, seja na loja presencial, seja no ambiente ente digital. Lembrando que no caso da compra digital seria sempre importante que isso fosse feito antecipadamente. Afinal de contas, há sempre um problema da logística. Embora a gente tenha melhorado muito a eficiência da entrega, não entregar o presente da criança no dia da criança é uma falha grave. muitas vezes faz com que as pessoas acabem gastando duas vezes. Uma com a compra do presente digital que não chegou e o desespero nos leva a loja para comprar qualquer coisa de imediato. Então a a necessidade de planejar a compra parece bastante importante. Pesquisar o interesse da criança, né? Saber o presente mais ou menos do que ela quer também é interessante para não dar bola fora, né, professor? Sem sombra de dúvida, entender e conhecer a criança é importante, mas mais do que saber o que a criança quer, é saber o que ela precisa. em muitas, em muitas situações, é a possibilidade da gente dar um presente didático, alguma coisa que possa fazer a criança crescer, que talvez, né, a ela não esteja pensando naquilo, mas aquilo possa ajudá-la a se desenvolver. Então, como o adulto, né, e obviamente com alguma relação próxima com a criança e evidentemente cercada de afeto, há uma preocupação de torná-la cada vez mais desenvolvida, mais autônoma. E nessas condições, para além do que a criança quer, talvez seja o que ela precise. E às vezes o que ela precisa não necessariamente é o que ela quer. Portanto, eh, se perguntar para qualquer criança, talvez ela queira trocar de celular, quando talvez o que ela precise é sair do celular. Então, uma situação como essa faz com que os adultos, em algumas situações, contrariem os desejos das crianças em prol de olhar pro seu processo de desenvolvimento. Aproveitar as promoções e os descontos também é interessante, né? Sem sombra de dúvida, né? Então, as oportunidades comerciais estão postas. Evidentemente, aqueles que compraram um pouco mais distantes das datas já estão em condições melhores do que quem vai comprar agora. Mas para quem vai fazer algum tipo de compra, é muito importante avaliar as possibilidades tanto no ambiente físico quanto no ambiente digital. Lembrando sempre, normalmente no ambiente digital os preços são melhores, mas você tem aí o custo do frete, que aí a gente tem que levar em consideração quando a gente tá numa loja, numa loja física. Importante, né? Tendo recursos, evidentemente se paga a vista, a não ser que os preços parcelados sejam o mesmo que a vista. A maior parte das lojas, quando você faz pagamento através de PICS ou faz o pagamento em espécie, o que é cada vez mais raro, tem de oferecer algo em torno de 5% de desconto. A compra do cartão não oferece desconto, normalmente é o preço comercial imposto, mas também tende a não cobrar juros na realidade brasileira. Agora, quem faz a compra no cartão tem que tomar cuidado para pagar a fatura sempre no seu valor cheio, porque as taxas de juros do cartão são proibitivas. Isso que eu perguntar, né? eh tomar cuidado nas formas de pagamento, porque os juros hoje em dia tão muito alto, tão muito altos e pode o que era para ser um negócio prazeroso, comprar um presente pro filho, para afilhado, pode se tornar uma dor de cabeça ao longo do ano, né? É verdade. Ainda há uma armadilha nisso, né? Normalmente quando a gente sai para comprar, a maioria das pessoas saem com valor de referência. Ah, eu vou comprar um presente até X, por exemplo, sei lá, até R$ 100. Nessa condição, se ele tem uma nota de R$ 100, ele vai comprar um de 90, um de 80, 99, mas não vai comprar um de 150. Mas em algumas situações, quando você chega na loja e fala três parcelas de 50 parece que é menos do que 100, quando na verdade são 150, mas as pessoas se sintam se sentem instadas a fazer essa aquisição, porque não vão gastar 100 agora, mas acabam gastando 150 à medida que parcelam. Então, a armadilha, né, da das compras a prazos, muitas vezes faz com que a gente normalmente compre o volume maior de produtos. Isso acontece sobretudo com vestuária, embora as crianças nem sempre ficam felizes de ganhar vestuário, é muito comum, né, os ganha o sapato, ganha a roupinha, ganha isso, ganha aquilo. E aí você tem lá um conjunto de de produtos e não um único produto, o que normalmente ele o valor do gasto. Como você falou no começo, evitar de levar as crianças para comprar o o presente, né? Não faz nenhum sentido, né? As crianças devem ser levados, elas devem ser levadas no piquenique, elas devem ser levadas a fazer diversão. Fazer compras não deve ser considerado uma diversão. Afinal de contas, embora alguns entendam isso, a atividade comercial é uma atividade econômica, produtiva e, portanto, não é lugar de criança. Embora, né, para alguns o shopping center seja um espaço de lazer e entretenimento. É evidente que não estamos abominando as formas de se divertir dentro de um ambiente como shopping center, mas existem espaços tão agradáveis quantos que as crianças valorizariam tanto quanto desde que os adultos estivessem dispostos a não estar necessariamente no ar condicionado e, evidentemente, fazendo uso do seu cartão de crédito. Mas isso dá trabalho, isso cansa. Mas também tem recompensas que o dinheiro não consegue de uma certa forma identificar. Porque quando você leva uma criança para comprar o presente, ela pode chegar na loja, ver um negócio mais caro, o pai ou a mãe não vai conseguir falar não, a criança vai dar aquele show e aí vai ser aquele fusoê e você pode acabar se complicando ainda mais financeiramente, né? É assim, existe toda uma estrutura montada e ela é pensada cientificamente para atrair a atenção da criança. Então, se ela já vai sendo incultida na compra desde os seus contatos com as redes sociais, quando a gente ela nos canais específicos que são destinados à criança, ela é incitada ao consumo de uma série de produtos, os brinquedos que estão na moto. Quando você anda no shopping center, se você olhar e vê lá um vermelho, amarelo e um azul, é óbvio que chama atenção e chama atenção da criança, ela vai destinar para lá. Não basta um brinquedo, basta dois, não basta dois, não basta três. A criança vai querer aquilo que falar mais alto para ela naquele momento. E e talvez esse não seja o melhor caminho, sobretudo no processo educacional dela. Eh, não se trata aqui, né, de não presentear, nem fazer alusão a isso, porque é uma data importante paraa atividade comercial. Eh, mas este marco talvez pudesse ser aproveitado para que efetivamente algo que é raro e caro a todos nós, que é a dedicação do tempo. O tempo tem valor, embora ele possa não ter definido um processo de custo e precificação e que talvez isso vá contar pra criança mais do que propriamente um brinquedo que será deixado de lado assim que o próximo chegar. Isso que eu ia falar, considerar alternativas criativas também, né, professor? sobretudo brinquedos educativos para quem quer optar por essa situação. Isso desenvolve o mercado doméstico. Então, as feiras artesanais são espaços importantes para encontrar alternativas curiosas que entretém, que desenvolve o raciocínio lógico, que permite que a criança também se descubra, seja com os seus talentos, seja com os seus dons, de modo que ela possa ser estimulada a vivenciar experiências que ela não tá acostumada ao que seja próximo a ela. Agora, algumas já estão de uma certa forma doutrinadas com algum tipo de comportamento, como é, por exemplo, sei lá, os jogos eletrônicos. Então, a criança passa muito tempo no videogame. É natural que em função dela gostar de videogame se dê mais um jogo de videogame que ela ainda não eh tenha. E ali a gente vai ter por mais dias e horas ela imersa nesse universo que já consome tanto tempo dela. Eh, é uma escolha, né, que obviamente todos nós somos livres para fazer, mas quanto mais o quanto maior o repertório de uma criança, maior o desenvolvimento cognitivo dela, melhor pra sua saúde física e emocional. Pra gente finalizar aqui, né, professor, não deixar para comprar de última hora, né? Eh, isso isso desmonstra de um lado até um um certo uma ausência de cuidado e a importância que essa criança tem, né? De outro lado, o impacto financeiro negativo. É sempre, sempre quando a gente se organiza para esses momentos, a tendência é que a gente faça uma entrega melhor do ponto de vista da qualidade do produto pensada e não no desespero e gaste menos com isso, né? Do ponto de vista da racionalidade econômica, não faz sentido deixar paraa última hora para pegar o que sobrou pagando caro. Professor, muito obrigado por todas essas dicas, né, por todas essas informações de como o pessoal que tá em casa, né, faz para para economizar na hora de comprar o presente do dia das crianças desse ano. Muito obrigado, viu, Roberto? Sem dúvida. É um prazer estar aqui para conversar, que cuidemos das nossas crianças, mas sobretudo daquelas crianças que a gente ainda não tem quem cuide. Muito obrigado, Roberto, mais uma vez. E eu também agradeço você que tá em casa pela sua companhia e pela sua audiência. E pessoal, não se esqueça de curtir a gente nas redes sociais, no Instagram e no Facebook TV Câmara Campinas e também de nos seguir no YouTube, né, onde tem toda a nossa programação da TV Câmara Campinas. Um abraço, até o próximo, na ponta do lápis. [Música]
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