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[Música] a tv câmara campinas boa noite senhoras e senhores em nome da prefeitura de campinas iniciamos neste momento a cerimônia de abertura do 3º seminário internacional de acolhimento familiar que tem como objetivo sensibilizar os profissionais que trabalham com crianças e adolescentes em situação de risco ea sociedade em geral para o tema do acolhimento familiar lembrando que esse evento está sendo transmitido ao vivo pela tv câmara campinas pretendemos a partir de hoje estimular uma troca de experiências uma aproximação de reflexões e ações dentro do sistema de garantia de direitos para a efetivação de uma política de proteção integral pretendemos nesses dias e fortalecer os princípios do estatuto da criança e do adolescente que priorizam a convivência familiar e comunitária e o marco legal da primeira infância incentivar a mudança de cultura no atendimento de crianças e adolescentes em situação de riscos de perder ou privados do direito à convivência familiar divulgar metodologias de serviços de famílias acolhedoras em andamento no brasil e no exterior aprofundar o conhecimento teórico prático dos profissionais da área social e jurídica como agentes de transformação estimular o intercâmbio ea articulação entre os agentes sociais e jurídicos responsáveis pelo atendimento de famílias crianças e adolescentes aprimorar e fortalecer o conhecimento sobre o serviço de família acolhedora nas formas de comunicar o serviço nos desafios cotidianos em âmbito municipal estadual e nacional ao refletir sobre o apadrinhamento afetivo o programa de família guardiã acolhimento conjunto de mães e filhos famílias acolhedoras profissionais o cuidado ea proteção de crianças e adolescentes que sofreram traumas e as situações de suicídio envolvendo os mesmos o envolvimento com o prometido de cada um de nós proporcionará momentos de muito prazer crescimento e esperança no oferecimento de mecanismos de fortalecimento do trabalho cotidiano com as crianças e adolescentes e às suas famílias bem como a necessária cumplicidade na qualificação dos serviços públicos e na proteção social tudo foi planejado e executado com muito carinho e em uma perspectiva democrática tentando fazer a cada um de forma gratuita o melhor na estrutura na escolha de profissionais competentes para alcançar os objetivos propostos para isso agradecemos cada parceiro elencando os nossos materiais de apoio que contribuíram financeiramente e tecnicamente para que chegássemos a esses propósitos gostaríamos também de agradecer aqui os palestrantes do brasil portugal frança espanha e estados unidos que aceitaram o convite para palestrar nesses dias que acontecem o seminário neste momento nós convidamos as autoridades que farão parte da mesa de composição primeiro a senhora maria nery secretária nacional de assistência social do ministério da cidadania senhora eliane joselaine pereira secretária municipal de assistência social pessoa com deficiência e direitos humanos do município de campinas [Aplausos] senhora jane valente coordenadora do plano da primeira infância campineira representando o prefeito de campinas senhor jonas donizette senhor vereador marcos bernardelli presidente da câmara municipal de campinas [Aplausos] a senhora maria virgínia righetti fernandes camilo diretora da faculdade de serviço social da puc campinas representando magnífico reitor da pontifícia universidade católica de campinas professor doutor germano rigotto ache juniors [Aplausos] a senhora maria aparecida de anne oliva modenesi barbosa presidente do conselho municipal da assistência social [Aplausos] senhor leandro augusto ferreira vaz pinheiro superintendente socioeducativo da fundação feac campinas [Aplausos] a senhora maria helena novais presidente da associação de educação do homem do amanhã guardinha senhora sandra sobral presidente do instituto geração amanhã [Aplausos] senhor flávio lopes presidente da fundação feac [Aplausos] saudamos as autoridades aqui presentes e convidamos para compor a solenidade numa extensão à mesa dizer diretora nos assentos aqui à frente ana carolina pereira coordenadora do sapeca jona campanha e coordenadora do conviver [Aplausos] maria josé jeremias coordenadora da proteção social especial de alta complexidade da criança e do adolescente [Aplausos] e lincom césar moreira gerente geral de projetos da fundação feac também convidamos a senhora rosely cardoso mãe acolhedora do sapeca e paula e osmael breda família acolhedora do conviver para representar as famílias acolhedora [Aplausos] neste momento formada a mesa convidamos a todos para ouvir o hino nacional brasileiro eo hino de campinas [Música] o herói sendo bem legal [Música] eita sei ainda [Música] ao i o show ae [Música] ae i ae achei gigante pela própria natureza espera [Música] entre o brasil o senhor ae o [Música] mentira [Música] [Aplausos] o saldão o toque até mais desde sonhos de nossas mãos [Música] nossa briga não deu saiu mais [Música] foi assim já sei eu vejo assim [Música] a série está na justiça há [Música] bem grande tinha em todo brasil e os 36 horas [Música] ae [Música] ae [Música] estou [Música] [Aplausos] o mei [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] [Aplausos] [Música] assim ninguém [Música] [Aplausos] israel é [Música] a nossa conquista ba gay [Música] neste momento vamos ouvir uma breve saudação dos componentes da mesa com a palavra a senhora sandra sobral boa noite gostaria de agradecer a todos os palestrantes e aos realizadores e aos nossos apoiadores que sem eles este evento não teria sido possível em especial a jane valente que fez o convite pra o instituto geração amanhã a apoiar esse evento e ajudar na organização o nosso muito muito obrigada em um sucesso para todos nós que o evento seja muito proveitoso obrigada [Aplausos] com a palavra a senhora maria helena novais boa tarde a todos boa noite eu agradeço em nome da associação de educação do homem de amanhã a guardinha de campinas por esta oportunidade de estar aqui numa mesa de tanto valor para nós guardinha que temos o segundo programa o segundo serviço de acolhimento familiar na cidade que já tem 13 anos o conviver é uma honra poder aprofundar uma honra um prazer um entusiasmo um compromisso podemos aprofundar nossas reflexões com tanta gente de gabarito que veio a campinas pra prestigiar esse evento agradeço a todos pela oportunidade e também desejo que seja um sucesso de muita realização [Aplausos] com a palavra o senhor leandro augusto ferreira vaz pinheiro boa noite a todos é pra nós da fundação feac uma satisfação está participando e está apoiando a realização desse evento na de escala internacional é e eu gostaria de compartilhar brevemente com vocês a nossa expectativa é nós da fundace pra nós a da fundação feac o acolhimento familiar é um tema muito caro e nós apoiamos as iniciativas de acolhimento familiar aqui na no município de campinas desde os primórdios desde o início é quando é contatar a fundação para que a gente fizesse a primeira campanha associada ao programa família acolhedora é imediatamente a gente apoiou porque a gente entende que sim é uma estratégia que é importante que deve ser intensificado ampliado no município a nossa ambição na expectativa ao apoiar e trazer esse evento é um pouco da gente poder realmente é da mais luz dá mais ênfase a essa estratégia dentro da alta complexidade da assistência social para que a gente possa ampliar os esforços e as iniciativas aqui em campinas que dão essa oportunidade pra crianças e adolescentes que estão em medida protetiva de permanecerem em convivência familiar e desejo a todos sejam um evento que promove reflexões que a gente possa identificar boas práticas práticas exitosas experiências de outros lugares que possam nos inspirar a fazer mais e melhor é por essas crianças aqui em campinas obrigado [Aplausos] com a palavra o senhor flávio lopes presidente da fieac boa noite a todos é um prazer estar aqui com vocês até aqui apoiando esse evento é como uma das suas patrocinadoras faz parte do nosso programa da fundação e como disse o nosso superintendente leandro é a gente espera que esse evento seja inspirador para as práticas a serem adotadas pelo município e que seja de grande proveito para todos esses três dias de evento muito obrigado [Aplausos] com a palavra a senhora maria aparecida de anne oliva modenesi barbosa alô boa noite a todos em nome da secretária nacional mariana nery do presidente da câmara vereador nardeli cumprimento à mesa e queria parabenizar a todos que estiveram envolvidos aqui na vasta programação desse evento que mostra né demonstra o quanto é um tema desafiador e o quanto esse programa mostra também na jane é quanta coisa tem que ser olhada aí a preocupação de vocês em tá tentando mesmo pegar todas as os desafios postos para essa para esse tema é desejo a todos um bom evento nos próximos dias obrigada [Aplausos] com a palavra o presidente da câmara municipal de campinas vereador marcos bernardelli boa noite a todos trocaram tanto a a mesa dos trabalhos que eu me perdi aqui curso cerimonial mariana nery secretária nacional de assistência social do ministério da cidadania josé valente coordenadora do plano de primeira infância campineira apresentando aqui o seu prefeito municipal jonas donizete milani joselaine pereira secretária municipal de assistência social à pessoa com deficiência e direitos humanos do nosso município maria virgínia diretor da faculdade de serviço social da puc campinas maria aparecida presidente do conselho municipal de assistência social leandro augusto superintendente socioeducativo da foto da fiac maria helena novais presidente da associação de educação dos homens da manhã sandro sobral presidente do instituto geração da manhã flávio lopes presidente da fiac roseli cardoso mãe acolhedora paula e osmar família acolhedora conviver lincon césar moreira gerente geral da fundação feac maria josé jeremias coordenadora da proteção social especial de alta complexidade da criança e do adolescente joana campanha coordenadora do conviver ana carolina pereira coordenadora sapeca sejam todos bem-vindos convidados e público presente e público que nos assiste pela tv câmara é um orgulho para esta casa e para os 33 vereadores poder sediar o 3º seminário internacional de acolhimento familiar que tem por objetivo sensibilizar os profissionais que labutam e trabalham com a crianças com as crianças e adolescentes em situação de risco ea sociedade em geral claro e evidente tendo como tema específico o acolhimento familiar quero crer que estando nessa casa orgulhosa o mínimo que podíamos dispensar a esse seminário eram as nossas dependências esse auditório a nossa tv câmara e ao vivo hoje estamos alcançando os aproximadamente 400 residências quer em campinas e região desejo a todos que os trabalhos realizados nessa noite e nos dias do amanhã e depois do amanhã que serão efetivadas se não me falha a memória na puc nas dependências da puc possam estimular trocas de experiências aproximar ações dentro do sistema de garantias e realmente a efetivação de uma política de proteção geral o trabalho de vocês não é um trabalho feito de cimento terra areia e cimento que depois de edificado fica à vista de todos mas é um trabalho de um valor tão íntimo tão pessoal que aquela criança ou aquele jovem adolescente destinatário nesta labuta com essa certeza que tenho porque conheço o trabalho que é referência já no país realizado aqui no nosso município aquele jovem aquela criança pode ser o possa ser a construção que nós desejamos para a nossa juventude para os jovens e para as crianças de nosso país muito obrigado desejo sucesso total eu sei que vocês amanhã e depois de amanhã estarão na puc mas se necessitarem a casa estará à disposição nesses três dias para qualquer tarefa que se fizer necessário obrigado [Aplausos] com a palavra senhora jane valente coordenadora do plano da primeira infância campineira que neste evento representa o prefeito de campinas senhor jonas donizette boa noite é uma honra poder representar o nosso prefeito municipal neste ato e fico sempre imaginando o que o nosso prefeito diria neste momento e tenho certeza que em primeiro lugar ele agradeceria a eliane joselaine nossa secretária em nome dela todos os secretários que compõem a proteção integral das crianças e adolescentes agradecendo mariana nery secretária nacional agradecendo vereador marcos bernardelli que nos acolhe nesta casa é como sempre em todos os atos que nos dirigimos como prefeitura agradecemos fundação feac em nome de leandro em nome do doutor flávio agradecemos a maria aparecida pelo cms é virgínia pela puc que acolhe esse evento e todos aqueles que estão aqui presentes mas eu tenho certeza que ele também falaria das famílias acolhedoras o quanto ele sempre traz uma uma história é ele ele é um contador de histórias e ele conta quando uma vez conheceu uma família acolhedora no shopping caminhando e porventura ele conversou com essa família e ele se interessou demais em conhecer não só a partir daquela história mas por tudo aquilo que o acolhimento familiar representa no nosso município e temos a certeza do apoio que tem sempre sido dado não só do prefeito jonas donizette mas de todos os que antecederam é por ser ainda um programa inovador em 1997 para que depois de uma longa caminhada pudesse se tornar uma política pública nacional e eu não posso deixar de agradecer maria josé é na carolina joana maria helena a guardinha que tem sido um grande parceiro é de todo o trabalho é conveniado e seguindo as diretrizes é de mãos dadas nessa luta para que mais crianças e adolescentes possam se beneficiar de tamanho trabalho e maravilhoso na construção do ser humano que representa o acolhimento familiar na vida das crianças e medidas protetivas que é esse momento pensado e elaborado por todos nós desde maio com muito carinho e nesse momento agradeço sandro sobral que esteve conosco sem medir esforços para que a gente pudesse chegar até aqui e os demais parceiros que vocês poderão conhecer nos demais dias e os palestrantes é tanto nacionais como internacionais que connosco trarão temas tão importantes não somente ligado ao acolhimento familiar diretamente mas tudo aquilo que perpassa principalmente a prevenção para que a gente não chegue a retirar uma criança da sua família e teremos a imensa satisfação de conhecer mais de perto serviços como de mães e filhos que campinas também hoje creio que na fala da secretária ela deixará claro já vem trabalhando no sentido de evitar o acolhimento mas o quanto campinas também vem pensando na porta de saída dessas crianças e adolescentes para que a gente não retome novamente esse círculo vicioso então a porta de entrada à porta de saída então falaremos só de acolhimento familiar mas colocaremos o acolhimento familiar como principal naquilo em que a gente sabe o que representa para o desenvolvimento de uma criança e de um adolescente então e agradecendo imensamente a todos os presentes e quero dizer que é a terceiro então seminário em 2005 realizamos junto com a associação brasileira terra dos homens é o único parceiro diferente tanto 2005 como 2014 mas esteve sempre presente a prefeitura o cmdca a feac e desta vez o instituto geração amanhã então muito obrigada o tornar campinas possível e trabalhar com qualidade com as crianças e adolescentes mas também como estou falando em nome do prefeito eu quero que cada um e cada uma sinta se bem em nossa casa sinta-se bem nossa cidade reserve um tempinho para conhecer as maravilhas que também temos e se por ventura em algum momento alguém tiver uma necessidade especial não existe nos pedir ajuda a nossa equipe estará sempre pronta para tornar a estadia de cada um de vocês a melhor possível bem vinda na nossa casa campinas muito obrigada [Aplausos] convidamos os senhores integrantes da mesa para sentar se também a extensão da mesa diretora e acompanhar os discursos e pedimos que as senhoras maria neres e eliane joselaine pereira e também doutora virgínia da puc-campinas continue na mesa diretora só pra você para fazer uso da palavra convidamos a senhora eliane joseane pereira secretária municipal de assistência social pessoa com deficiência e direitos humanos do município de campinas boa noite a todas boa noite a todos é um prazer uma honra uma alegria imensa estar hoje neste domingo nesta casa podendo abrir esse evento de tão grande tão magno tude no município de campinas e que reúne inúmeros profissionais e interessados em um tema como já foi dito extremamente importante para o presente e para o futuro das nossas crianças tanto da nossa cidade de campinas quanto no bar do nosso país inicia os meus cumprimentos pela nossa secretária nacional maria neres uma profissional que eu tive a honra de conhecer já em algumas outras oportunidades conversar com ela a mariana além de secretário nacional é uma técnica é uma servidora de carreira do governo federal e tem demonstrado imenso compromisso com a política nacional de assistência social do nosso país desde quando ainda era coordenadora lá na alta complexidade conhece bem o município de campinas é o nosso apoio ea nossa referência na alta complexidade e agora como secretária nacional a mariana é uma pessoa de extrema humildade eu falo isso porque ao subir aqui cumprimentar ela me disse é uma honra estar com você na mesa eu disse pra eu digo pra você na honra minha de poder compor uma mesa com você e sabendo do seu compromisso para a resistência do nosso suas no nosso país num momento de tanta dificuldade econômica parabéns pelo seu trabalho muitíssimo obrigada por abrilhantar o nosso evento aqui em campinas quero também cumprimentar os nossos parceiros e também organizadores deste seminário aqui em campinas cumprimentar os nossos serviços através da maria josé jeremias e da ana carolina que gere e os a pec e às vezes é com a missão árdua também de gerir a alta complexidade também a quartinha através da maria leny da joana nosso serviço conviver que são fundamentais quando nós falamos de família acolhedora e da referência de família acolhedora vocês viram eu tiver a oportunidade de acompanhar o nosso hino de campinas que fala da vocação da nossa cidade para o progresso e essa vocação é muito vista na por naná atitude progressista dos nossos profissionais aqui no município de campinas desde sempre né desde que a política foi institucionalizada no município de campinas e por isso eu quero cumprimentar a todos os profissionais do município de campinas que trabalham arduamente que acreditam o sistema único de assistência social que acreditam nas políticas públicas sociais e trabalham por ela pela sua resistência pelos seus avanços mesmo com os desafios que nós enfrentamos cotidianamente tem o prazer de conviver com profissionais não só renomados mas profissionais comprometidos disse mus com o seu trabalho muito embora as dificuldades e limitações que nós passamos dentro do nosso município e faça uma referência especial à jane com quem tive a oportunidade eo prazer de conviver por muito tempo mas principalmente como assessora enquanto secretária municipal de assistência social de 2013 a 2016 que foi muito responsável por tudo o que eu vou falar aqui também e que o prefeito escolhe merecidamente para representá lo nesse evento entendendo o esforço entendendo o compromisso entendendo a tarefa que a jane tem e se coloca para ter dentro da alta complexidade e especialmente no acolhimento familiar muitíssimo obrigada jane pelas suas lições pela sua amizade pelo seu compromisso e eu acho que todos os profissionais que estão aqui concordam muito comigo a respeito disso também quero cumprimentar feac nossa parceira de primeira hora como já foi dito aqui historicamente acompanhando nossas ações não só na alta complexidade mas diversas proteções agradeço feac em nome do leandro do flávio lopes nosso presidente do lincoln também o nosso gerente em temos conversado muito pra muitas ações o apoio da fifa aqui a com o acolhimento familiar ea família acolhedora tem sido fundamental para que a gente consiga ampliar o número de famílias acolhedoras e total respaldo necessário para que essas famílias exerçam esta tarefa que não é fácil mas é feita através da paula osmar da roseli com muito amor com muito carinho com muito comprometimento parabéns a vocês famílias acolhedoras não existiria serviço de acolhimento familiar se não fossem vocês e não fosse o apoio de todos os parceiros que estão conosco em todos os momentos sandra do instituto geração amanhã que não têm dado só o apoio mas tem participado das discussões e tem encampado este tema de uma forma muito prazerosa para nós devemos esses parceiros estão comprometidos com esse tema e estão disponíveis para esse tema e com essa parceria junto ao poder público poder público sozinho não faz nada o poder público precisa não só da sociedade civil mas as inúmeras instituições para que os nossos objetivos sejam alcançados muitíssimo obrigada a todos por fazer aqui uma apresentação breve porque vamos ter aqui a palestra que eu posso chamar de magna da nossa secretária e eu quero trazer um panorama do município de campinas que é fundamental como nós temos aí uma missão meio progressista né ea jane já citou que desde 97 nós temos nos debruçado enquanto município no acolhimento familiar nós também temos feito muitas reflexões temos o prazer de conviver e aí também faz uma menção especial aos nossos palestrantes internacionais e nacionais e tem nos dado muito apoio nas nossas reflexões porque as pesquisas que vêm acontecendo no mundo todo e no brasil referenciam o nosso trabalho no município de campinas e mais uma vez temos a possibilidade de fazer trocas que poderão fazer com que nós cresçamos muito dentro do nosso sentido metodológico mas para buscar ainda mais avanços dentro do nosso trabalho essa referência têm sempre nos inspirado a trabalhar ainda mais pra que na alta complexidade especialmente nós possamos ter a garantia da proteção integral da criança e do adolescente mas nos aproximarmos cada vez mais de um modelo de a família dentro dos nossos diversos serviços tipificados dentro do nosso município e essa caminhada foi imprescindível o trabalho de reordenamento da alta complexidade um reordenamento pode passar sandra que foi pensado a partir de algumas dimensões prioritárias nós não fazemos um reordenamento só mesmo que somente com idéias nós precisamos projetar um trabalho de forma referenciada de uma forma que tenha pesquisa que tenha fundamentos que tem aí não só as diretrizes da onu mas as nossas diretrizes e os nossos marcos legais que nos orientar sim e esse trabalho levou em conta algumas dimensões pode voltar um pouquinho sandra por favor o porte e estrutura dos serviços que deveriam ser reunidos e ordenados as orientações técnicas que nós precisaríamos respeitar pra que esse reordenamento pudesse chegar nos modelos mais adequados para que nós pudéssemos implantá-los também a questão de recursos humanos nós não fazemos um reordenamento de serviço sem pensar em qual é o recurso humano necessário para que esse atendimento e essa proteção integral aconteça temos aí também outra dimensão que a gestão do serviço tanto a gestão pública com as suas referências com as suas diretrizes mas também a gestão que é realizada pelas nossas parceiras pelas nossas instituições parceiras como nós também podemos cuidar e devemos cuidar da gestão realizada no âmbito das instituições isso também faz parte da dimensão do reordenamento a metodologia de atendimento que é fundamental para todas as modalidades e serviços de acolhimento que visa o reordenamento e também a gestão da rede não fazemos um reordenamento não podemos até ter a garantia da proteção sem que nós tenhamos uma articulação com todas as outras políticas públicas e serviços regionalizados ou descentralizados ou onde se encontram os nossos serviços de acolhimento é essa aproximação essa discussão com as demais políticas públicas com esses outros profissionais num trabalho em rede é fundamental pode pensar sempre e dentro desse trabalho algo que a gente gosta muito de dizer e que nós hoje temos como um conceito é o cinturão de proteção entendendo que para um trabalho de um reordenamento da alta complexidade nós precisamos levar em conta todas as políticas públicas todos os atores necessários para que essa garantia de direito aconteça para que os resultados que nós buscamos ao reordenar os serviços aconteçam pra isso nós vislumbramos a criança cercada por inúmeras políticas públicas iluminada pelo sistema de garantias de direitos também pela vigilância socioassistencial que é uma área fundamental dentro da política de assistência social que vai dar as diretrizes para que nós conhecemos a realidade do município para que essa realidade possa se conectar com a necessidade e para isso o planejamento o monitoramento a avaliação e os indicadores são fundamentais nós então construímos inúmeros planos municipais não só o plano municipal de assistência social que é uma diretriz da política mas o plano municipal de convivência familiar e comunitária o plano municipal de pet plano municipal de medida socioeducativa é preciso que nós possamos conectar essas políticas públicas esses segmentos com um objetivo e um resultado que nós esperamos que a redução do acolhimento de bebês em instituições que é também a proteção e principalmente a proteção integral de crianças e adolescentes por isso o conceito do cinturão por isso a interconexão nenhuma dessas políticas públicas pode falhar ea nossa atuação articulada precisa acontecer lembrando que o papel fundamental da assistência social também é a articulação pode passar sandra e aí nesse cenário desde 2007 nós tínhamos lá o número eu não vou enxergar muito os números aqui e que também pequenininho pra mim mas eu vou tentar nós tínhamos as 7 abrigos um abrigo especializado a que não tem chegando a dois programas de família acolhedora duas repúblicas uma casa de passagem e uma especializada desculpa gente estou sem óculos e está bem longe que não tem aqui pra gente olhar mas essa era uma realidade no cenário de 2007 entendendo que a república não é um modelo de república que hoje nós compreendemos era um modelo de república no sentido de nós temos uma casa que tinha lá é é a era ela se diferenciava de um abrigo mas ainda não tínhamos uma metodologia própria até mesmo porque a tipificação veio depois para uma compreensão do que era de fato político é uma república e no sentido de que talvez se aproximar se de uma casa lá mas também não era algo que ainda era muito definido então era um híbrido que nós estávamos ali experimentando né pra que a gente pudesse alcançar uma nova realidade e esse trabalho de reordenamento com todas essas dimensões aqui eu mencionei e esse trabalho de referenciamento discussão com as demais políticas públicas nos levou hoje a um cenário em 2019 de poder implantar dentro não só da alta complexidade mas em todas as proteções sociais no município de campinas todos os serviços tipificados necessários para a proteção de crianças e adolescente todos os serviços tipificadas no município de campinas esse reordenamento e essa conexão nos levou ao entendimento de que nós não precisávamos e deveríamos só trabalhar o relacionamento na alta bizarros também investir em outras proteções sociais entendendo que a prevenção é fundamental para o resultado que nós queremos alcançar na alta complexidade mas com esse reordenamento então hoje nesse cenário nós temos aí oito serviços de acolhimento na modalidade abrigo e aí eu faço um destaque que são seis em execução e dois que estão em processo de chamamento público para ampliar a rede o serviço de acolhimento na modalidade acolhimento familiar que são dois o guardião conviver e o sapé que nós estamos em constante busca de aprimoramento nana a gente possa ampliar nosso radar pra gente possa ampliar o nosso número de famílias acolhedoras há também o serviço de acolhimento na modalidade república hoje a república entendida como tipificada duas repúblicas para jovens com a metodologia de república da forma adequada a um serviço de acolhimento na modalidade a casa lar pra adolescentes grávidas eu com filhos que é fundamental que nós poder possamos pensar né esse é um efeito muito positivo vocês vão ver a seguinte a seguir na nossa objetivo de redução de acolhimento de bebês o serviço de acolhimento na modalidade a casa lar para crianças e adolescentes e esse é um grande investimento que foi feito e hoje nós contamos com 17 sendo uma em chamamento público também 17 casas lares o serviço de acolhimento na modalidade casa de passagem de 0 a 18 anos um serviço e o que nós estamos agora passando já que de programa virá uma política pública em um serviço complementar de apadrinhamento afetivo que essa responsabilidade está sendo encampada pelo poder público iniciou se como investimento do cmdca a quem eu também agradeço e faço menção aqui é que é um ator fundamental não só para a organização deste seminário mas pra como fomento das políticas públicas é e agora nós enquanto poder público a partir de 2020 vamos encantar como política pública continuada o apadrinhamento afetivo então vejam que nós fizemos um trabalho extremamente robusto que não se encerra é lógico ainda temos uma um abrigo de grande porte para reordenar e é um trabalho que nós estamos caminhando nesse sentido mas um grande investimento pode passar nossas metas em uma evolução de metas do cenário de 2007 a 2019 vocês vão ver que nós temos uma oscilação de metas aí de 2007 a 2019 e essa oscilação de metas ela se deve muito ao reordenamento ao processo de reordenamento que você quando nós temos esse processo de reordenamento nós temos então os grandes abrigos de grande porte né passando ao reordenamento para que virassem casas lares para que virá assim a casa de passagem a um processo que faz uma diferença nas metas que nós estamos observando e também o fato de quando nós chegamos nas modalidades mais adequadas para o atendimento encerramento de algumas parcerias que é natural nesse processo de reordenamento e aí algo que muito nos orgulha que é o acolhimento em conjunto dentro de todo o investimento que o município fez desde 2003 especialmente nós fizemos um investimento no acolhimento conjunto no acolhimento de mães com seus filhos ou bebês ou gestantes e isso se configurou na implantação de uma casa da gestante no âmbito da política de saúde num abrigo feminino para mulheres e seus filhos principalmente aquelas em situação de rua e na casa lar para adolescentes grávidas além da constituição de um grupo de trabalho maternidade que envolve as maternidades de campinas às políticas públicas numa construção de um fluxo que é fundamental para evitar que haja o acolhimento desses bebês e para proporcionar a manutenção dos vínculos familiares entre mãe e bebê e com isso nós tivemos um resultado muito gratificante para nós de 18 acolhimentos pode voltar um pouquinho santa por favor de 18 acolhimentos em 2014 nós passamos para 4 acolhimentos em 2019 um fruto de um trabalho que merece cada vez mais um investimento porque é isso que nós perseguimos quando a gente pensa no cinturão de proteção e quando a gente pensa pensa no investimento na política de assistência social pode passar por favor e em 2018 nós começamos um processo que também respeita o marco legal da primeira infância que foi a elaboração do nosso plano da primeira infância no município de campinas cujo decreto foi publicado nesta semana que passou agora semana a última com a constituição agora de uma nova de um novo comitê gestor e já trabalhando na execução deste plano tanto no âmbito da política de assistência de direitos humanos mas outras políticas públicas e educação principalmente também no objetivo de que no acolhimento familiar nós já estamos trabalhando para isso para que nós consigamos a inclusão de crianças de 0 a 3 anos em famílias acolhedoras que nós consigamos verá o número de crianças de 0 a 3 anos nas instituições e que nós possamos estar com esses bebês no modelo de acolhimento familiar essa é a nossa meta dentro do plano é com relação ao acolhimento familiar e pra vocês verem um investimento que nós estamos realizando desde 2013 para conseguir esses resultados nós saímos em 2012 que era uma outra gestão de um investimento de cinco milhões e 900 mil reais para em 2009 o investimento que dos 16 milhões r$259 um compromisso que vocês podem ver que é visível tanto todos os gestores quanto do nosso prefeito josé donizete porque 2013 já é a gestão do nosso prefeito jonas donizette numa compreensão como jane bem demonstrou de como é importante de como ele sabe da importância do investimento nessas políticas públicas e no investimento na proteção integral de crianças e adolescentes agradeço novamente a todos os profissionais porque se nós temos a vontade de gestão e temos a vontade política essa vontade não se perfaz se nós não temos os profissionais que pensam que se colocam que se disponibilizam e que trabalham arduamente não num cenário que não é fácil no cenário de limitações num cenário de pressão porque essa complexidade como diz a nossa vera é alta não é fácil trabalhar mas novamente eu acho que nós estamos conseguindo alguns resultados positivos e espero que nos próximos anos nós tenhamos ainda mais investimentos do poder público nesse sentido nesse caminho em todas as políticas públicas e ainda contando com todos os atores e parceiros que tenho certeza que caminham conosco no mesmo objetivo muitíssimo obrigada ao tempo de vocês [Aplausos] gostaríamos de registrar a pea a presença de flávia guimarães neste ato representa a secretária de educação doutora solange ele sérgio agora convidamos para fazer o uso da palavra a senhora maria nery secretária nacional de assistência social do ministério da cidadania boa noite a todas ea todos vou pedir licença para falar de pé que eu tô bem emocionada de estar aqui hoje nessa noite linda de festa numa cidade maravilhosa não só porque campinas é uma metrópole e pra aqueles que vêm de outros estados de outros países é não é pouco relevante ter uma cidade com a envergadura de campinas com essa linda história com esse lindo hino mas por que nos acolhe aquino matemática que já é a longas datas né desde 96 tem feito história e eu na minha pouca idade aprendi duas lições nesse tempo que estou caminhando com a proteção social especial é de alguma data é dois marcos importantes na história do brasil nós temos secretária nós temos o marco legal da primeira infância e gianni valenti que faz a nossa história que não só faz conhecida a nossa campinas mas como também as famílias acolhedoras também emocionada de estar aqui e já quero cumprimentá lá e também em nome do prefeito donizete agradeceu o convite feito a mim ea nossa equipe do ministério da cidadania estará com vocês também ao longo desse encontro juliana fernandes e vânia guest angélica campelo e viviane ferro que estarão também compondo durante a programação a participação do ministério da cidadania quero agradecer as lindas palavras da secretária eliane muito obrigada pelo seu carinho pela sua parceria sempre por segurar a ponta é que nós estamos juntos ninguém fica pra trás não é nosso lema agradecer a participação de todas as organizações governamentais sandra pelo carinho tão grandioso assim coração você tem muito obrigada a professora maria virgínia também agradecer a sua parte citação ao seu apoio e também por abrir a oportunidade da gente a largar essas fronteiras aí também agradecer que a câmara dos vereadores o presidente da câmara que precisou se ausentar o vereador marcos bernardelli e todos aqui presentes organizações e queria falar de uma forma cuidadosa e carinhosa com paulo e osmar e roseli pela satisfação que tenho de tê los aqui hoje alegria que tenho de poder vê los aqui e poder compartilhar um pouquinho do lugar onde nós estamos aquilo que vocês realizam porque é toda uma rede é um cinturão como diz a nossa secretária é de estarmos juntos aqui protegidos por uma política de estado uma política de proteção social que alcança as crianças que mais sofrem nosso país e é nesse lugar que eu queria falar com você já foi apresentada à secretária é mas queria falar um pouquinho que além de ser servidora do ministério da cidadania é está hoje ocupando né a cadeira de secretária nacional de assistência social eu também sou mãe de 22 crianças na primeira infância elisa de cinco anos e gustavo de um aninho e foi muito bom poder deixar hoje está com eles né tentei vídeo e manhã não conseguir cheguei agora no final da tarde mas de poder voltar pra casa almoçar com eles e dizer é que deveria conversar com pessoas que gostam muito das crianças e dos adolescentes ea minha filha de 5 anos eliza me perguntava assim mamãe mas você vai você sempre ajuda tanta gente ea gente sempre fica para depois e eu perguntei pra ela você quer que a mãe fique com você não acha que tem mais criança lá que precisa o papai vai ficar com a gente e conversando compartilhando com jonathan assim realmente cada dia que a gente vive trabalho estar aqui no domingo vocês deixarem suas famílias cada um com a sua história de chegar aqui uma dedicação de vida conheça a jane algumas décadas não conta todas não né alguns anos tá e aí ela sempre acompanhada do bem meu bem thales lubei porque ele está sempre dando esse apoio e assim a gente se envolve não é pouco a gente se envolve muita gente se dedica muito mas ninguém mais do que cada um de nós que estamos à frente de organizações à frente de comandos de direção à frente de de grandes desafios institucionais se envolve mais do que paula e osmar e roseli e é por isso que nos emociona muito menos aqui porque vocês dedicaram abriram a intimidade da casa de vocês para cumprir uma função de proteção social isso para nós é de grande relevância por isso que nós estamos aqui também por vocês e pelas crianças do brasil e deixar eles gustavo não foi mais dolorido para mim do que muitas muitas famílias que também deixaram muito para se dedicar a isso e eu quero fazer um um cumprimento especial algumas dessas pessoas com que eu vejo também tamanha dedicação como essas que eu já mencionei que eu conheça um pouco da história que é daisy boneca alice jonata veruska e kelly e agora mais recentemente que conheci também aqui sandra um pouquinho da sua história lúcia e cada um de vocês que também tive a oportunidade de conhecer mas não vou conseguir falar os nomes de todos todos os representantes da feac lincon que eu tive mais recentemente a oportunidade de conhecer leandro também né e aqui poder cumprimentar flávio lopes que não tive ainda a oportunidade até a data de hoje mas o que eu fui convidada que falar com vocês foi pra compartilhar alguns dados nacionais alguns panoramas a respeito da política de assistência social e nesse contexto o serviço de acolhimento para dar uma base para os próximos dois dias de trabalho e aí nós organizamos uma apresentação e eu gostaria de pedir um pouco de atenção de vocês sobre isso embora seja relevante o que a gente vai tratar aqui porque nós não podemos falar de acolhimento familiar sem retomar algumas bases que fundamentam a nossa atuação institucional o profissional pessoal toda a nossa militância e eu digo a nossa porque me insiro nesse contexto de proteção social porque nós estamos falando de políticas públicas políticas públicas de proteção social a quem mais precisa é que a aaa infância dentro da prioridade absoluta e eu pedi para sandra então passar que pra gente lembrar e situar os outros países que estão aqui presentes que puderam nos prestigiar também com a sua vida com nos abrilhantar com a sua experiência é que nós estamos falando aqui de uma política que está voltada ao cidadão em situação de vulnerabilidade ou risco social e esses termos vulnerabilidade risco volta e meia ele se esbarram aí um para explicar o outro se refere a ele mesmo a gente tem essas dificuldades conceituais na política da assistência social mas se resume a um conjunto de ofertas serviços programas e projetos voltados às pessoas que estão com algumas inseguranças e quais são essas insegurança sem seguranças de renda e autonomia pessoas que estão em um contexto de pobreza e vulnerabilidade entendendo a pobreza na sua multidimensionalidade e que precisam também com a sua o seu contexto de convívio familiar e comunitário fragilizado de alguma maneira a uma insegurança desses vínculos então nós estamos falando desses grupos de pessoas que estão afastadas por medida protetiva então no brasil diferente de outros países não todos mas alguns países as crianças são afastadas para acolhimento por medida judicial e aí nós temos a modalidade acolhimento institucional e familiar que já foi mencionado inclusive na experiência que de campinas mas o nosso enfoque a nossa atuação ela está sempre centrada na família porque nós não podemos olhar exclusivamente para essa criança sem olhar o contexto em que ela está inserida sem olhar o território em que ela vive sem olhar pra toda a sua essa situação num contexto mais amplo e aí que a gente tem como diretriz na assistência social a integração entre serviços e benefícios porque eu não posso olhar para a família que está em situação de pobreza e buscar inseri la num contexto de transferência de renda eu vejo que as pessoas da situação de pobreza e agora então ela passa a ser uma pessoa é beneficiária do programa bolsa família não ela precisa ter um conjunto de ofertas que possa alavancar o seu status de proteção social através da sua inserção em serviços para a busca de autonomia como disse jane os processos também de saída e não fortalecer a sua dependência em relação ao estado ea gente tenha a inclusão das famílias no cadastro único como sendo uma primeira diretriz dessa atuação para que essas pessoas possam ser enxergados sair da invisibilidade e acessar benefícios como benefício de prestação continuada bolsa família e os serviços de assistência social como nós temos um conjunto de ofertas relacionados à proteção social na assistência um conjunto que está distribuída entre proteção social básica entre proteção social especial de média e alta complexidade que conforme o grau de vulnerabilidade e risco aumenta as provisões aí de proteção social pode passar por favor e aí nós temos no suas as unidades de atendimento que são unidades de proteção social básica os cras centros de referência da assistência social creas centros de referência especializados que fazem referência e contra referência para as crianças acolhidas nos serviços de acolhimento importante para a superação da pobreza e da multidimensionalidade é dessas vulnerabilidades que estão acometidas nos territórios os creches que atendem as crianças acolhidas por motivos relacionados à violação de direitos como violência doméstica e que fazem essa é contra referência também aos serviços de acolhimento centro de referência para a população em situação de rua centro-dia voltados a pessoas com deficiência e serviços de acolhimento pode passar grandes números nós temos uma rede capilarizada em todo o território nacional onde nós temos praticamente o cras em todos os municípios brasileiros o importante é importante suporte do estado pra alcançar essas famílias desse primeiro olhar preventivo e quando eu escuto a secretária eliane falar da prevenção do do número de de crianças em situação de rua o número de crianças que é separada das mães pelo acolhimento conjunto vejo também a importância do cras nessa mobilização de território nessa gestão de território importante nessa interface com os serviços de acolhimento nós temos então aí o número de creches né presente nos municípios acima de 20 mil habitantes praticamente todos os municípios que têm mais de 20 mil habitantes têm pelo menos um creas sabemos que ainda não é universal não alcança toda a complexidade que a gente poderia ter em termos de proteção de cobertura da proteção especial mas é um percurso e caminhado aí da política de assistência social e aí no caso dos serviços de acolhimento neto em outros serviços aí pra que vocês conheçam nós temos 5 mil 797 unidades de acolhimento pensadas para todos os todos os ciclos de vida crianças e adolescentes jovens em repúblicas pessoas adultas com deficiência ou com trajetória de rua adultos e idosos pessoas idosas em um número de 32 mil organizações da sociedade civil que hoje estão inscritas nos conselhos de assistência social das quais aproximadamente 11 mil e 200 estão cadastradas no cadastro nacional das entidades de assistência social e 5321 com possui os sambas que é o certificado de entidade beneficente de assistência social hoje nós temos cada vez mais alavancada a projeção das organizações voltadas não só a atendimentos diretos mas também a assessoramento defesa e garantia de direitos como nós temos aqui o caso da feac né que hoje tem um importante representatividade em todo o brasil dos serviços que nós temos então na proteção social básica né vocês é podem compreender melhor durante ao longo desses dias vocês vão ter é esses nomes aí bem reforçados eu vou passar mais adiante que eu queria falar especificamente sobre um pouquinho esse contexto dos serviços de acolhimento percurso no brasil não serei eu a dar aula para a professora da puc imagina só né quem sou eu pra estar aqui apresentando uma aula de história né das primeiras evidências que nós temos no brasil acerca do estado em prover a proteção às crianças que estavam em alguma situação de risco e vulnerabilidade então nós destacamos apenas algumas evidências para mostrar que ao longo da história do brasil algumas opções foram feitas pensando ser a melhor alternativa naquele contexto com que tinha com as referências que se tinha de política né de alguma maneira é estabelecida aí pra a proteção ea gente tem aí um ícone da nossa história que cada vez que nós retomamos esse ponto me chama bastante atenção que a primeira roda dos expostos nem registrada que nós temos na história foi em salvador em 1726 eu tô vendo luiz ali foi luisa acabei de tv porque aqui é meio difícil ver com tanta emoção é tanta gente e luiz da bahia sergipe vai volta assim alguns momentos nem sobe e desce o mapa né e aprendi muito com luiz também a respeito do acolhimento do monitoramento em relação à referência à roda dos pós ela nos ajuda a refletir como era feita a entrega é das crianças que é preferidas ou por relacionamentos que não eram ordinários né relacionamentos que não eram desejados gravidez indesejadas e essas crianças ou deficiência essas crianças eram colocadas então nessas rodas e nem do outro lado a pessoa que recebia geralmente ligada à igreja acolher aquela criança sem ver a entrega nessa em ver a pessoa que ali colocava o bebê para entrega e vendo toda essa trajetória a gente vê o quanto já avançamos na proteção à criança hoje em dia consegue discutir entrega voluntária é até pouco tempo atrás era um absurdo a gente discute com o judiciário como eu posso agora então não desejei essa gravidez então eu vou entregar a criança à adoção eu vou entregar a criança ao acolhimento não tem nenhuma pessoa da minha família que que poderia fazer esse cuidado eu quero voluntariamente íntegra entregar essa criança ao estado né para os seus cuidados imagina 1726 é essa era a política nem um e não era do estado era a igreja quem fazia esse trabalho né lá em 1979 que a gente começou com o código de menores até algum tipo de relação do estado com a justiça nem ainda no contexto do do melhorista é o menor em situação irregular onde é nós tivemos aí o registro de instituições que acolhiam as crianças mas sempre num modelo total né a criança era levada esse acolhimento é que eram as instituições totais e ali elas tinham acesso a todas as políticas dentro era um modelo tudão levava a criança pra lá ela tinha escola era tinha dentista médico tudo e ela não sair né e aí quando ela se tornava uma pessoa adulta grandes dificuldades de vida em sociedade em comunidade porque é sempre teve naquele confinamento e aquelas relações sempre é muito prejudicadas e aí com a constituição a gente tem uma ruptura desse modelo não só a respeito da entrega mas também do papel do estado e do reconhecimento da sociedade o reconhecimento do papel da família e de todos nós como dever então quando eu digo a eliza que eu preciso ir trabalhar que eu preciso e ajudar outras crianças é porque compreendo que eu tenho esse dever com as outras crianças não são meus filhos mas eu tenho um dever para com essas crianças porque a constituição assim diz que as crianças e adolescentes são sujeitos de direitos e têm prioridade absoluta a minha filha tem prioridade absoluta porque é uma criança mas nós temos também a prioridade absoluta em relação à infância e adolescência pela pelo poder da constituição então a constituição ela também traz um significado do direito à convivência familiar e comunitária ea igualdade jurídica entre os filhos biológicos e os adotivos o que também rompe bastante com uma lógica né do filho bastardo e a gente trata tudo como família a partir da constituição e aí vem o estatuto da criança e do adolescente que já reforça esse direito à convivência familiar e comunitária prioritariamente na família de origem com vínculos e excepcionalmente na família adotiva e já traz uma questão de ruptura também de que acolher criança por motivo de pobreza não pode mais ser pobre não é motivo para estar em acolhimento isso lá em 93 mas a gente ainda 25 anos né 26 anos depois a gente ainda tem muita pobreza acolhida por aí porque o grande motivo ainda de se acolher hoje e negligência e por trás de negligência nós temos aí sim o conteúdo pobreza nem e em 2004 então ipea junto com o conanda realizou a pesquisa nacional uma pesquisa grande famosa né depois inclusive de uma denúncia do correio braziliense dos órfãos do brasil quem quiser colocar no google para pesquisar o que foi essa matéria do correio braziliense os órfãos do brasil é extremamente chocante de ver que os jornalistas fizeram nem rodadas nos abrigos estimava se que a gente em torno de 300 mil crianças acolhidas na verdade não chegou a isso mas que gerou depois da do brasil a necessidade dessa pesquisa que foi realizada em 2004 e logo nesse começo também de década e nos no início dos anos 2000 a instituição do suas o início mesmo de se pensar essas ofertas mais organizados bom daí nós tivemos então vários outros marcos normativos não vou passar detalhadamente por cada um deles só queria destacar o plano nacional de convivência familiar e comunitária que hoje nós estamos com grupo de trabalho fazendo uma avaliação desse primeiro plano pra pensar o segundo plano e ele foi muito importante não só porque ele traçou a prioridade do direito à convivência familiar e comunitária nas ofertas de todas as políticas públicas mas que ele reúne uma rede o que é uma rede se não uma necessidade de articulação de sentar todo mundo na mesa e definir prioridades porque cada um fica falando na sua caixinha né e quando o plano foi pensado ele foi pensado com todos os atores juntos e isso criou um amadurecimento no campo da defesa dos direitos da criança e do adolescente como nenhum outro ciclo de vida a gente viu não ter visto na área do idoso da pessoa com deficiência da mulher não teve nenhum outro segmento a não ser na área da criança do adolescente e em 2009 nós tivemos a tipificação nacional de serviços o censo suas em 2012 quando a gente começou já a monitorar essas ofertas ter questionário para cada unidade de atendimento em 2014 realizamos o reordenamento nacional que a secretária eliane também apresentou aqui com aquelas dimensões de recursos humanos atendimento gestão e em 2016 o marco legal da primeira infância e onde nós conseguimos também estabelecer aí a família acolhedora né independente é de lei é municipal né usar os recursos do cofinanciamento federal para também apoiar as famílias acolhedoras bom numa história mais recente que talvez poucos aqui possam ter conhecido nós também tivemos a oportunidade de fazer em conjunto com o cnj com apoio do cnj com vários atores os e aí quero destacar também o neca o protagonismo da deise nesse processo que é o parâmetro para o planejamento de cada caso caso a caso que é o nosso pia o plano individual de atendimento onde nós tivemos a oportunidade de criar orientações para que os municípios nos seus atendimentos pudessem organizar um atendimento qualificado porque não é só colher a criança não é só acolher o adolescente nem só definir se eu vou agora trabalhar com família acolhedora ou se eu vou trabalhar com o acolhimento institucional é tornar este tempo de acolhimento cada vez menor para aquela criança e cada vez mais efetivo mais protetiva para a vida daquela criança e isso não é pouco importante esse é o mais relevante do acolhimento institucional ou familiar isso tornar o tempo do acolhimento menor possível é o grande desafio das equipes mas também não pode ser simplesmente pelo tempo tem que ser a partir das necessidades de cada criança e da necessidade também de cada família porque a gente precisa tornar seguro o retorno dessas crianças para a família de origem e ainda se não houver essa possibilidade de reintegração sim a colocação para adoção mas com convicção com segurança e com o coração tranqüilo como houve outro dia né sem culpa porque nós fizemos o que foi possível através de um plano orientador da vida de cada uma dessas crianças então nós tivemos aí os serviços de acolhimento os parâmetros de cada serviço esse caderno amarelo que já é conhecido de muitos e que aí eu falo para os outros países também e que esse é um grande orientador que nós temos porque ele tem detalhadamente orientações técnicas de como tornar esse acolhimento mais qualificado do ponto de vista da criança da família para que possamos trabalhar o ambiente do acolhimento trabalho pra colocação familiar os parâmetros a inclusão na rede e os desligamentos gradativos né pra que a criança também possa ter uma segurança do tempo em que ela permanece lá e aí nós temos algumas diferenças em relação aos documentos institucionais e familiares né em relação à equipe de referência onde nós temos o acolhimento institucional como sendo uma unidade para até 20 crianças acolhidas por unidade com a equipe formada por coordenador psicólogo assistente social para até 20 crianças e um cuidado no auxiliar para até 10 crianças podendo reduzir a proporção de cuidadores conforme necessidades específicas como primeira infância por exemplo é o cuidador para cada 6 quando têm crianças na primeira infância casa lá dez crianças por casa lá um coordenador um psicólogo assistente social para até duas casas e aí nós temos um cuidador residente aqui um auxiliar também para cada dez crianças podendo reduzir a proporção no caso de crianças que tenham ou deficiência ou necessidades específicas como crianças na primeira infância por exemplo já a família acolhedora nós temos a referência de uma criança ou adolescente por família então a proporção é muito maior em relação a um pra um né exceto no caso do grupo de irmãos em que a família acolhedora passa a acolher os grupos ea equipe então de um coordenador um psicólogo um assistente social para até 15 famílias acolhedoras referenciadas a então esse grupo mas nós sabemos que ainda não é uma realidade ainda muito é como nós gostaríamos de detê lá né ainda temos um número muito reduzido de acolhimentos familiares hoje comparativamente nós temos aí 2.834 unidade de acolhimento institucionais para crianças e adolescentes acolhendo em torno de 31 mil crianças em torno de 332 serviços de família acolhedora com 1.377 crianças ainda é um número muito reduzido mas que a gente vem ao longo dos anos acompanhando seu crescimento e seu fortalecimento nessas famílias os municípios têm estado cada vez mais seguros nós não temos um prefeito donizete em todos os 5.561 municípios que já né prontamente e conseguem trabalhar com as suas equipes de uma fôrma largar mas nós já temos cada vez mais um sistema de justiça também mais sensível mais seguro é da eficácia desse desse atendimento e portanto é uma ampliação gradativa né hoje nós temos em média né que a permanência nos serviços de acolhimento institucionais eles duram em torno de 40% deles até seis meses e que nas famílias acolhedoras esse tempo é bem mais rápido 82 por cento das crianças em família acolhedora não ficam mais do que seis meses então é muito mais é rápido o tempo de acolhimento em famílias acolhedoras ea gente percebe que também ele é mais eficaz do ponto de vista de outros indicadores que a gente também acompanha como eu mencionei bem rapidamente os motivos de acolhimento eles se diferenciam mais a maioria deles está relacionada à negligência tanto na modalidade de acolhimento institucional como também na modalidade de acolhimento em famílias acolhedoras 33% no institucional e 55% praticamente dos motivos de acolhimento em famílias acolhedoras abandono de pais ou responsáveis 18% no institucional enquanto que não familiar o abandono representa quase 22% dos motivos e 17% no institucional são motivos dos pais ou responsáveis dependentes químicos o uso de drogas néné entre as famílias hoje tem sido o terceiro principal motivo para se acolher crianças no brasil e isso para nós é um indicador de grande sensibilidade porque a gente percebe a necessidade de estar ampliando esse cinturão de proteção para a saúde sobretudo a saúde mental né a as redes nas rápidas e até as redes de atenção psicossocial hoje elas precisam ser muito fortalecidos para a gente previne o acolhimento precoce aí dessas crianças e hoje né no acolhimento familiar este indicador ele tem sido segundo principal motivo do acolhimento hoje 26 por cento dos pais ou responsáveis desse dependente químico né as crianças acolhidas em serviços de acolhimento familiar hoje são por esse motivo segundo motivo principal do acolhimento em famílias acolhedoras bom tempo de acolhimento já falei um pouquinho tem ali é um gráfico que mostra é que a grande maioria das crianças elas são desacolhidas antes de dois anos mas a gente ainda tem um número é significativo de crianças que permanecem crianças e adolescentes dos acolhimentos mais do que três anos e aí mais do que 72 meses né que são seis anos a gente tem aí mais de duas mil crianças que estão acolhidas o que nos leva a pensar que também nós não tivemos outras alternativas para além do acolhimento ea gente vem discutindo com jonathan com as quebras e com outras organizações a necessidade de se alargar sistema de proteção para é apoio à família extensa para guarda subsidiada na família extensa para apadrinhamento afetivo porque acolhimento não pode ser a única solução para os casos excepcionais fora da família ea gente precisa avançar sobretudo nesses grupos que têm maior dependência de cuidados que são as crianças e adolescentes com deficiência que a gente percebe e com idades avançadas né avançadas porque não tem o perfil da adoção por exemplo acima de 8 anos 13 anos que anos que já é um perfil mais difícil para a adoção como nós temos aí nesse gráfico é vocês percebem que ele engrossa mais ali na idade de 6 a 11 anos que é um conjunto grande sobretudo os meninos no sexo masculino que é o azul ali ele representa o conjunto maior das crianças e adolescentes acolhidos no brasil que também nos leva preocupar que as metodologias devem estar adaptadas para essa faixa de idade devem estar adaptados também para pensar as faixas de idade e sexo né e aqui nós temos também o grande desafio que é também integrar com os programas de primeira infância que estão crescendo no brasil não só através do marco legal da primeira infância mas também através do programa criança feliz que buscou também trazer um olhar no desenvolvimento infantil na primeira infância desde a gestação do pré natal ea gente tem ainda oito mil duzentos e trinta e seis crianças acolhidas na primeira infância que a gente pretende então agora modificar essa forma de acolhimento para tornar mais seguro o acolhimento e sobretudo mais eficaz do ponto de vista do desenvolvimento infantil tornar essa criança de primeira infância é público de serviço de acolhimento familiar é o nosso grande desafio bom passando então acho que a gente tem pouco a repetição aí é porque aí não voltando só um pouquinho é esse daí na verdade mostra do acolhimento familiar né aí já distribuindo também o número de crianças e adolescentes por acolhimento familiar por faixa de idade sexo também mostrando o grande quantitativo de crianças nessa mesma faixa de 6 a 11 anos mas também o que nos leva a refletir que a família acolhedora não tá sendo resposta somente para a primeira infância o que já aconteceu e já apareceu também no encontro lá de santa catarina lá com a sandra né e que foi realizado agora em agosto é desculpa curitiba eu já tô tanto daquele lá em curitiba quando estiver em curitiba deixa eu ver aqui olha uma boa uma boa turma e que também puderam e é identificar que a família acolhedora ela tem tem crescido também para acolher adolescentes e tem sido efetivo nisso e eficaz né então a gente tem aí um número também crescente de adolescentes de 12 a 17 anos nessa modalidade de acolhimento em é família acolhedora bom já tô indo pro final queria mesmo falar trazer algumas questões aqui pra nós que é o nosso grande desafio é compre a lei né que é o dever de todos nós temos o dever de cumprir mas nós temos aí de de avaliar o quanto nós já avançamos em termos de orientação e marco normativo eo quanto também nos importa desdobrar sair da caixinha em alguma medida a avançar um pouco mais naquilo que é o óbvio de fazer o marco legal da primeira infância e nos desafia muito a pensar como sair da caixinha e tem uma questão que eu acho muito interessante artigo 31 que eu gosto sempre de de trazer à tona esse desafio de quando se tratar de criança de 0 a 3 anos em acolhimento institucional da se a especial atenção a atuação de educadores de referência estáveis e qualitativamente significativos às rotinas específicas e o atendimento das necessidades básicas incluindo as de afeto como prioritárias o que é isso né a não ser uma família eu não consigo ver como a gente consegue desenvolver de uma forma proativa o atendimento de referência estável qualitativamente que o promova afecto à no seu ambiente familiar e isso a gente precisa realmente é arregaçar as mangas pensar junto à mesa neste seminário esse seminário é terceira edição onde se pensa isso se traz como réu da de campinas já avançou com várias metodologias e várias inovações como a secretária já nos apresentou e nós temos temos de avançar mais para os municípios pequenos para os municípios que estão localizados em comunidades ribeirinhas quilombolas área rural município lado interior né municípios grandes é região metropolitana porque isso nos leva a pensar o quanto precisamos avançar porque a cada quatro meses de institucionalização é a cada um ano de institucionalização a criança ela tende a sair a perder 4 mesmo seu desenvolvimento infantil quando ela está institucionalizado em acolhimento institucional essas são as pesquisas que nos aponta e por fim queria não poderia deixar de apresentar para vocês que é a nossa campanha nacional que foi doada pelo município de campinas e me emociona muito estar nessa casa porque foi aqui nesta câmara onde tudo começou a legislação é que autorizou a família acolhedora e às vezes tudo de uma criança lugar é que nos leva realmente a pensar o quanto precisamos avançar volta um pouquinho o município de campinas sim município de campinas do para o governo federal para o país não foi para o governo federal a campanha a tempestade passe ea vida continua essa campanha ela foi disponibilizada gratuita às diz justamente aos municípios para que pudesse então fazer a convocação o chamamento das famílias para que elas pudessem ser selecionadas credenciadas capacitadas como famílias acolhedoras eu queria passar rapidamente esse vídeo de 30 segundos aí pra vocês bom não tem problema a gente ver se daqui a pouco ele volta a funcionar só pra fechar então aqui as reflexões é eu sei que muitos aqui podem ter vindo dos municípios pensando assim mas como é que a gente vai fazer sem dinheiro é mariana porque até agora a gente está sem recurso os recursos da assistência social estão colapsados o suas vai acabar não suas não vai acabar os recursos não estão colapsados então vim aqui também trazer essa notícia que nós estamos a todo vapor trabalhando de noite para que nós possamos conseguir acrescentar ao orçamento de 2009 os recursos necessários para que a gente possa chegar até o final do ano com todos os compromissos que foram firmados nas pactuações para a sustentação dos serviços seja da proteção básica da proteção especial de fato a lei orçamentária para 2019 estava muito insuficiente ea gente sabe disso por isso que nós já conseguimos apresentar essa semana mais um projeto de lei ao congresso estamos de noite é batalhão ele com os nossos deputados e senadores para essa aprovação de 750 milhões ao orçamento de 2009 além do descontingenciamento de 600 milhões no ministério da economia e esse é um esforço feito pelo ministro uma terra secretário especial de desenvolvimento social lelo coimbra e eu que nós estamos lá firmemente de noite batalhando para isso e é o nosso plano é poder fechar 2019 com todos os compromissos em dia para que nós possamos então dar um natal digno para as nossas crianças e adolescentes aí que estão acolhidos não só eles mas para toda a nossa rede os compromissos com as organizações compromissos firmados para os recursos humanos da assistência social e trabalhamos para o próximo ano 2020 a perspectiva de também alguns aprimoramentos né priorizando o atendimento em acolhimento familiar conforme previsto no eca qualificar o atendimento no serviço avançar em metodologias nós temos aqui esses três dias é eu fiquei bem é impactada com com a qualidade técnica dos nossos palestrantes ao longo dessa semana infelizmente eu tenho que estar lá no congresso para poder fazer todo esse movimento mas fiquei impactado do quanto nós precisamos de trazer metodologias de aprofundamento para esses essas reintegrações o atendimento é qualificado para o pia né e também a preparação das crianças e adolescentes aí para a vida independente então espero que a gente possa ter um ótimo encontro a partir dessas reflexões ter é avançar mesmo naquilo que nos une que é a proteção do direito dessas crianças desses adolescentes para que nós possamos ter não só um futuro melhor mais um presente melhor para as nossas crianças do brasil muito obrigada desejo a todos uma ótima noite muito obrigada por me ouvirem até este horário [Aplausos] nós ainda vamos ouvir um breve depoimento das famílias acolhedoras mas antes eu gostaria só que a professora maria virgínia décima breve palavra porque ela está aqui hoje representando o pró reitor da puc justamente porque vai ser a nossa casa nos próximos três dias animou agradecer a exposição da secretária nacional da secretária municipal que nos é de certa forma nos trouxe assim um panorama do da questão do acolhimento familiar por onde ele pretende caminhar e esses três dias de seminário será extremamente significativo com a discussão aprofundamento debates para que possamos realmente construir novas propostas modificar as que são necessárias introduzir novas propostas e a universidade se colocou à disposição porque não têm como unidade reformadora que discutir de forma profissionais para colocar para a sociedade não participar desse momento a faculdade de serviço social seus alunos professores estaremos participando na medida do possível que também nós temos muitos eventos paralelos nesse período mas estaremos com certeza participando e representando e debatendo a questão e principalmente acredito que seja o momento de a gente discutir o acolhimento familiar a defesa do sistema único de assistência social e principalmente a luta por uma sociedade mais justa e igualitária com menos pobreza e menos desigualdade obrigada [Aplausos] já que nós estamos vistos de família acolhedora nós convidamos aqui a mãe acolhedora roseli cardoso para falar um pouquinho sobre como é ser mãe acolhedora roseli por favor boa noite a mesma boa noite a todos é a gente fica assim bastante feliz de ouvir é tantos compromissos nem com as crianças e esperançosos né o professor ainda e a gente vê muitas necessidades na primeira infância e na sequência das crianças que estão na escola já na educação básica mas é eu sou eli cardoso estou representando a nossa família a minha família é luís que não pôde estar aqui hoje meu esposo meus filhos lucas e taís é que ainda moram conosco e nós estamos no nosso terceiro acolhimento estamos no serviço de acolhimento e proteção especial à criança adolescente sapeka às sete anos mais ou menos mas já conhecemos o serviço por volta de uns dez anos e estamos no nosso terceiro acolhimento já disse o que é acolher pra gente é poder repartir um pouquinho sim da nossa casa repartir um pouquinho da nossa intenção do que é um convívio familiar é da família que nós é temos à nossa volta nossas famílias extensa de podermos estar com essas crianças a que consideramos filhos naqueles momentos em que estão conosco por por todos os lugares onde vamos né pelos passeios que fazemos pelas convivências com as nossas famílias fica um pouco filho ali né e é isso é colher pra gente é estar junto dividindo um pouco essa tensão é essa coisa gostosa de criança ainda que já não tenho muito mais a minha casa agora com as crianças que vão a gente tem enquanto elas estão conosco convive conosco e vive conosco muito bem não somos nenhuma família diferente somos uma família normal como todas e nos dispomos porque nós queremos repartir um pouquinho da nossa casa muito obrigado agora então a gente vai chamar a família acolhedora o a paula e osmael eles são do conviver só que enquanto vocês sobem e aguardam aqui a gente vai inclusive agora ver aquilo que a doutora marina falou que campinas né cedeu para o brasil a campanha do da família acolhedora vamos assistir o vídeo às vezes tudo que uma criança precisa para superar uma tempestade em sua vida família encontrar um lar provisório uma família que acolheu por um tempo quanto sua própria família se reorganizar para recebê la de novo essa é a proposta do serviço família acolhedora veja como é possível transformar as dificuldades de hoje em possibilidades de futuro serviço família acolhedora a tempestade passa a vida continua participe e faça diferença [Música] [Aplausos] boa noite a todos é nós vemos com atenção um pouco de falar porque que nós resolvemos fazer esse trabalho e e porque nós acreditamos na importância disso né então primeiramente é a gente nós somos um casal sem filhos né então as crianças que a gente acolheu são de fatos os nossos filhos né estamos no quarto acolhimento sempre de bd os acolhimentos os três primeiros duraram entre nove meses e um ano e três ea gente teve a intenção de fazer um trabalho que pudesse fazer a diferença e quando nós conhecemos o programa a gente foi lá fazer a capacitação entender bem como funcionava é o programa tem um bate sempre muito na tecla de que ele é feito para as crianças e pelas crianças e isso fez a gente se apaixonar por isso de entender que a gente estava lá pela criança e tudo era feito para para eles e para nós e tem dois momentos que são são chaves de entender é isso né o primeiro foi quando a gente olha o desenvolvimento dessas crianças desde que chegou com nove meses e fica com seis meses e foi embora com o nih 3 até a última acolhimento determinou que que ela chegou com sete dias e foi embora também com anne e 2 para onde três o quanto essas crianças se desenvolveram na nossa casa é visível na seja o desenvolvimento físico psicológico mesmo médio né é e aí você nota que vale a pena que esse é o caminho pra pra resolver né a situação dessas dessas crianças o segundo momento é o momento da despedida que todo mundo sempre pergunta como é né é naturalmente que é dificílimo passamos por isso semana passada novamente mas é na semana passada quando a gente foi entregar o nosso nossa terceira bebê é ela foi pra adoção ea gente acabou tendo a oportunidade de conhecer a família que queria adotá lo ea mãe dela para a sua paulo e agradeceu chorou mostrando-se emoção que ela estava e nos agradecendo por ter cuidado da filha dela por um ano entendendo a importância que foi né então lógico é um momento difícil mas você sente recompensado é cada cada noite mal dormida ver cada acontecimento aí pelo caminho e também no nosso primeiro acolhimento é a criança voltou pra a família de origem e também a família quis ter o contato conosco né então algumas vezes a gente já esteve com eles né e logo no começo duas coisas chamaram atenção né a primeira vez que nós tivemos com eles eles mostraram a alegria pelo desenvolvimento dela explicar o mesmo isso que a alegria quando ela foi à creche e alguém na creche comentou que ela tinha só um ano e três meses era tão pequenininha e já contava até 10 né e ela queria entender como é que a gente tinha conseguido fazer isso com ela ensinava a contar até dez e tão pequeno que tem a ver com remédio mas isso é outra história é mas eu estava muito feliz e depois nós marcamos pede no bosque dos jequitibás um dia com toda a família porque nós dois somos a a família acolhedora é de fato no núcleo familiar mas a família acolhedora muito mais do que isso são os nossos pais nossas nossas irmãs cunhados enfim todo mundo que convive com a criança e nesse dia a gente marcou é de no bosque dos jequitibás todos nós né e junto com com a nenê na época liberando então os dois anos é um pouco menos ainda e foi aquela festa no bosque ela corria pra um pra outro ea mãe dela né comentou conosco nessa nossa ninguém nunca gostou de mim do jeito que vocês gostam dela isso acho que marcou a gente demais né porque é uma realidade que nós não vivemos né na nossa na nossa vida até então e aí a gente teve certeza que que esse é o caminho que a gente queria fazer trilha agora vou passar a palavra para não vai falar um pouco do do acolhimento em si ok então obrigado à noite sua fala a professora e o motivo que nos moveu a tabus cantando o acolhimento familiar é a oportunidade de amar que essa é a coisa mais rica que a gente pode ter na vida de alguém para amar é dar ao amor a gente também tem a intenção de proteger e amparar essas crianças ela já tem um sofrimento mesmo uma criança que chega com tão pouca idade às vezes teve uma situação de gestação complicada de nascimento complicado e desenlace com essa família biológica complicado então amparo amor e cuidado é essa é a nossa motivação muito obrigado pela atenção é bom e nós agora estamos chegando ao final encerrando a solenidade de abertura do 3º seminário internacional de acolhimento familiar convidamos os inscritos a comparecer amanhã esta segunda feira no auditório dom gilberto da puc onde a partir das 8 horas estará ocorrendo credenciamento para as demais atividades uma boa noite a todos e muito obrigado [Aplausos] cada tv câmara campinas