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Com o tema Cidade Inteligente, cadastro multifinalitário, a Comissão de Ciência, Tecnologia e Inovação da Câmara de Campinas se reuniu e abordou a modernização da gestão pública e o desenvolvimento de cidades mais eficientes. Eu sempre falo que Campinas é realmente a cidade mais inteligente, mais eh digital da condição aqui metropolitana, talvez do Brasil inteiro, né? Mas da parte de, né, do ponto de vista de inteligência, a gente ainda precisa construir muito. Realmente, os assuntos aqui tratados foram muito importantes, principalmente a questão de um cadastro, né, multifinalitário que traz todos os cidadãos para um cadastro que se integrem nas diversas secretarias. São muitas secretarias na cidade, mas cada secretaria assume o seu protagonismo e os munícipes ficam às vezes sem uma convergência de dados. Em uma apresentação realizada por uma empresa especializada em soluções para governos e cidades inteligentes, foi citado a importância do conhecimento real dos problemas de um município. O grande movimento que a gente inicia é começar com conhecimento. Quero trabalhar esse conhecimento, uma cidade inteligente a partir do conhecimento real dela. Quando eu falo conhecimento é saber exatamente de onde vem a demanda, por qual canal essa demanda entra serviços, em quanto tempo eu respondo à população. A carta de serviço de uma cidade é um compromisso de entrega pra população. Então a gente precisa realmente honrar todos os prazos que estão ali. E a partir daí eu tenho o entendimento de quanto o serviço público está realmente custando pra população a partir desse mapeamento. Então, a grande dificuldade é a gente não conhecer essa população. Um aprimoramento entre comunicação do poder público e o cidadão. E a gente vive hoje na era da comunicação, né, presidente. Então, a comunicação e a relação com o cidadão, ela tem que ser efetiva, até pelo que o Vossa Excelência disse agora, eh, ela se sente valorizada, paga o imposto e tem de volta o seu reconhecimento e saber que ela está sendo mencionada, tá sendo preocupada, tá sendo cuidada, né, que o poder público existe O mandato, o mandato ele tem prazo de validade, mas a política de estado ela tem que permanecer. O cadastro multifinalitário cria condições para uma administração conectada às necessidades da população. Na prática, para para pensar, por que que me chama atenção e eu gosto desse tema? Se você hoje pensar assim, Igor, nós temos 33 secretarias e nós temos 33 bancos de dados. É como se tivesse 33 prefeituras que não se conversam entre si dentro da cidade. E o cadastro eh multifinalitário é o esforço de uma empresa ou de uma gestão unificar tudo isso para ela paralelamente, sem influenciar nas políticas públicas de cada secretaria, mas para que se faça uma sala de situação onde nós, né, junto com a gestão municipal possa eh fazer alguns indicativos na prática. A pessoa vai lá numa porta de entrada do cadastro Único, que é um Cras do município. Ele fez o cadastro, tá numa situação difícil, vim aqui. O que que tem para mim? Por que que o cara tendo essa característica, estando dentro, ele depois tem que ir lá na SANASA pedir a conta social? Não tem porquê. esse cadastro, né, multifinalitário que foi proposto aqui hoje, né, por uma empresa do setor, eh, ele traz a importância e a relevância e traz também o munícipe, né, o cidadão, à luz da governabilidade, do que a cidade oferece, a qualidade do serviço que a cidade oferece e o que pode e o que precisa ser melhorado. Então, realmente, foi bem interessante a reunião. Peço a que todos assistam e possam, né, complementar os seus conhecimentos.