Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não
passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.
Por iniciativa da vereadora Guida Calisto, a Câmara de Campinas promoveu um debate público dentro da campanha Junho Violeta, voltada à conscientização e ao enfrentamento da violência contra a pessoa idosa. A ação reuniu movimentos sociais, coletivos, sindicatos e representantes do poder públicos. uma discussão, né, Nauco, muito concentrada sobre sobre o os percalços que a pessoa idosa passa, tanto do ponto de vista da violência como também do abandono, né, de todos os tipos de violência. E o quanto cada vez mais o poder público, as instituições precisam estar atentas, principalmente porque a gente, nós estamos vivendo num período, num momento histórico, Brasil tem tido um, as pessoas estão envelhecendo mais e isso remete, inclusive ao Estado apresentar políticas públicas para poder socorrer a população idosa, né? vários de nós, ou tem alguém eh idoso, acamado ou tem alguém eh adoecido. Entre as participações estiveram a advogada Mariana Serrano, a coordenadora do SAD Sul Sudeste do SUS Campinas, Ana Cláudia Pastore, e da promotora de justiça do Ministério Público, Cristiane de Souza. Campinas, como vocês sabem, tem 175 instituições de longa permanência conhecidas, foras que não são conhecidas porque funcionam clandestinamente. Dessas 175, apenas cinco instituições têm subvenção pública, 170 são instituições privadas. Nós temos em Campinas uma fila de espera de cerca de 170 pessoas vulnerabilizadas que estão esperando para serem institucionalizadas e que são consideradas pessoas em situação de risco pela própria prefeitura municipal, dado que a própria prefeitura nos passa. E e em andamento, um edital paraa colocação de cerca de 40 pessoas em instituições eh de longa permanência. Acho que para encerrando, né? Eh, acho que a política nacional de cuidados, né, ela é recente. A gente conversou, né, um pouco no começo sobre ela, né, acho que ela tem que expandir bastante, né, e acho que ela tá ainda muito no diagnóstico, né, e mas acho que precisa ter uma política forte mesmo, né, de ações, né, eh, as situações complexas, ela precisa de atuação, né, multidisciplinar, né, intersecretarias, né, para superar. E e acho que queria deixar uma questão aqui, porque falam muito do isolamento do idoso, mas falam também bastante do idoso que quer morar sozinho e que deve morar sozinho, né? Que é diferente o fato de viver sozinho e o apoio social. E veja, não é invisibilização, porque não é uma coisa acidental, é apagamento. É uma estrutura social que impõe um apagamento proposital. Um apagamento para quê? para que a pessoa seja destituída da sua característica de poder expressar sua vontade. Então, como é que é o raciocínio social? A pessoa idosa não falam que é o o que nem um bebê de novo. Não é isso que a sociedade fala? Ai, a gente cuida quando é neném e volta a cuidar de novo quando é idoso. Não é, não é isso que é falado. Isso é uma forma de destituir a vontade da pessoa. A iniciativa integra a campanha instituída pela lei municipal número 16.700. 767 de autoria da parlamentar construída de forma coletiva, enfatizando a importância da construção de políticas públicas de proteção e cuidado à população idosa. Nós precisamos montar um coletivo para brigar muito, para que essa política nacional de cuidado seja regulamentada aqui na cidade de Campinas também, né? Se precisar apresentar outros dispositivos de lei, a gente apresenta outros projetos, enfim, ou a gente vai ter que brigar para que o governo apresente, enfim. Mas nós precisamos pautar isso porque a situação é grave. Yeah.