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Seminário reúne representantes da prefeitura e também da Justiça do Trabalho para discutir o combate ao trabalho infantil na região de Campinas. O Parque Científico e Tecnológico da Unicamp divulgou um relatório com indicadores de 2025 referente às 82 empresas vinculadas ao programa. As vésperas do Brasil enfrentaram o Haiti na Copa do Mundo. Nós viemos até a casa do Jean, que veio lá do Haiti, e mora aqui em Campinas para falar um pouco sobre futebol, tradição e gastronomia. Você confere tudo hoje. Olá, boa tarde. Sexta-feira, 19 de junho de 2026, começa agora o jornal Câmara Notícia ao vivo. Meio-dia, mais 8 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe, mande a sua mensagem para o número do nosso WhatsApp. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região, pode ir direto. O número aparece aqui embaixo da sua tela, é o 97829377. Ou você pode mandar esta mensagem apontando a câmera do seu celular para o QRcode, que também já aparece uma mensagem na sua tela, WhatsApp da TV Câmara Campinas. A gente abre a edição de hoje com as notícias da Metrópole. Aqui em Campinas, um encontro reuniu representantes do judiciário, da assistência social e da rede de proteção para reforçar o combate ao trabalho infantil. Apesar da queda nos registros, o município segue mobilizado para identificar casos e garantir direitos. Com apresentações de alunos atendidos por projetos sociais de Campinas, as crianças brilharam no palco do Teatro Bento Quirino e deram o tom do encontro. Lugar de criança é brincando e aprendendo e não trabalhando. A mensagem ganha ainda mais força diante da realidade enfrentada pelo município. Dados apresentados pelo movimento Vida Melhor mostram que somente nos primeiros 4 meses deste ano, mais de 60 crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil ou vulnerabilidade social receberam atendimento. A Secretaria de Desenvolvimento e Assistência Social atua neste seminário e também na composição do PET, que é o comitê de enfrentamento ao trabalho infantil, além de monitorar a execução do serviço de abordagem social de combate ao trabalho infantil, que é executado hoje por uma organização contratada pela secretaria chamada MVM. Então, existe uma rede de proteção com foco no combate ao trabalho infantil, porque sabemos que o trabalho é coisa de adulto, não coisa de criança. E isso pode, com certeza, prejudicar o desenvolvimento de todas elas. Após a identificação dos casos, as equipes realizam visitas domiciliares e encaminham as famílias para a rede de proteção. No primeiro momento, a equipe especializada faz a abordagem do adolescente ou da criança ali na situação e identifica o responsável legal. A partir daquele momento, é feito a conscientização da ilegalidade do trabalho infantil e de forma consciente alguns pais cessam com aquela atividade. Quando não há essa colaboração dos responsáveis, aí outros órgãos são acionados para que a gente consiga colocar em prática o que a lei determina, né? O trabalho ele não pode afetar o desenvolvimento da criança, não pode eh afetar também os estudos. é até permitido em situação de aprendiz, mas tem uma idade específica previsto no ECA e nenhum trabalho noturno, nenhum trabalho perigoso pode ser feito por menor de 18 anos. Então é levada essa conscientização e a depender da demanda, aí sim é acionado outros órgãos da prefeitura, como educação, como saúde, trabalho e renda, porque identificamos também que a maioria dos adolescentes estão ali vendendo algum alguma coisa em busca de alguma renda. Então aí a gente articula com outras secretarias para ofertar o que aquela família precisa. Os números apresentados no encontro mostram uma redução nos registros de trabalho infantil em Campinas. Em 20245 abordagens. Já em 2025 o número caiu para 74. O evento foi promovido pelo comitê intersetorial do programa de erradicação do trabalho infantil, o PET. Bom, o comitê PET é o comitê, é um comitê intersetorial, a gente tem a participação de representantes de várias secretarias do município de Campinas. Eh, e a gente faz, a gente se reúne mensalmente para pensar ações, né, no âmbito municipal para o enfrentamento ao trabalho infantil no município. Então, temos a saúde, educação, assistência social, trabalho e renda, cultura, esporte, o Conselho Tutelar está conosco. Então, temos várias pessoas atuando no município pensando essas ações. A gente tem em Campinas o serviço de abordagem social que atua nas ruas, né, que faz essa abordagem de situações de trabalho infantil identificadas nas ruas, né, mendicância também. Então, é, faz essa abordagem, orienta as famílias e faz os encaminhamentos necessários pro Conselho Tutelar e Serviços do Município. Além de destacar a atuação do município no combate ao trabalho infantil, o seminário também reúne representantes da Justiça do Trabalho e do TRT que atuam no combate ao trabalho infantil aqui na região. A ideia é informar como a atuação reunindo diferentes órgãos é importante para identificar e combater esses casos. É, o tribunal tem ativado bastante no contra o trabalho infantil e tem feito atividades não só quando julga processos proibindo essa atividade, mas também quando cria se suas comissões. Nós temos uma comissão de combate ao trabalho infantil. Nós temos atividades com aprendizagem social, no qual a empresa que não pode receber esses aprendizes, porque trabalha insalubro perigoso, ela paga esses esses aprendizes, esse trabalho no tribunal e a e sobre a supervisão do SES, SESC, ou seja, a gente tá preparando esses menores, esses aprendizes para uma nova vida, novos horizontes e com isso a gente tá contribuindo pra melhoria de Campinas e do Brasil. também, ou seja, junção de esforços, a prefeitura, o Ministério Público Estadual, Ministério Público do Trabalho, a justiça no trabalho, tudo isso tem ajudado. Mas por incrível que pareça, ainda nós encontramos processos menores de 12 anos na região de Campinas que o o menor perde o dedo porque tava trabalhando uma máquina perigosa. Ou seja, o apesar da melhoria, ainda tem muito e a gente conseguir enfrentar. E daí a importância desse evento, olha, no âmbito doado especial da infância e adolescência, nós percebemos um número aumentado de ajuizamento de demandas. Normalmente isso envolve o trabalho no comércio, em lava rápido, geralmente relacionado a atividades que são inseridas na lista de trabalho das piores formas de trabalho infantil. Eh, normalmente essas ações versam sobre reconhecimento de vínculo empregatício. Então, como não se pode cogitar de trabalho autônomo por quem tem menos de 18 anos, esse vínculo deve ser reconhecido com carteira de trabalho assinada. Todos os direitos trabalhistas devem ser reconhecidos e tem também repercussões na seara de responsabilidade civil com indenização por danos morais, por danos materiais, a depender da situação do caso concreto. A agência de inovação da Unicamp divulgou o relatório com os resultados alcançados pelas empresas vinculadas ao Parque Científico e Tecnológico e a incubadora de empresas da universidade em 2025. O levantamento aponta crescimento no faturamento, na captação de investimentos e na geração de empregos. Transformar conhecimento em soluções inovadoras e aproximar a universidade do mercado. Esse é o papel da Agência de Inovação, a Inova, responsável por gerenciar o parque científico e tecnológico e a incubadora de empresas da Unicamp. E nesta semana a instituição divulgou um relatório com os resultados alcançados em 2025 pelos negócios que integram esse ambiente. Dentro da Unicamp, especificamente, a gente tem uma série de missões que a gente visita grupos de pesquisa para tentar identificar oportunidades, não só de proteger, né, de pedir uma patente para aquela pesquisa, mas também para mostrar para eles quais são as possibilidades deles criarem uma empresa para levar mercado aquelas tecnologias. Aqui na incubadora e no parque não precisa entrar só empresa da Unicamp, pode entrar qualquer empresa de base tecnológica. A ideia é que sejam empresas que se beneficiem de estar perto da Unicamp, se beneficiem dessa sinergia com a Unicamp. Os dados apresentados revelam um cenário de expansão. As organizações alcançaram faturamento recorde de R$ 184 milhões deais. Já a captação de recursos somou 157 milhões, o maior volume já registrado. Isso vem de uma série de ações, não só da atratividade das empresas, né? Isso é sempre importante destacar, né? Quer dizer, essas marcas, a Inova Unicampa, a gente tem programas de apoio, mas isso tudo vem muito da qualidade dos empreendedores que vem para cá, a qualidade dos seus empreendimentos e das suas soluções, da dedicação desses empreendedores a fazer suas empresas crescer. Isso é uma parte importante e tudo isso junto com as nossas ações acaba atraindo investimentos. Então, todo ano a gente tem uma série de eventos que a gente tenta trazer investidores para cá para eles verem as empresas que tão crescendo aqui, para eles verem as oportunidades que eles têm de investir e também eh ganhar dinheiro com essas empresas. E esse número de investidores também tem crescido ano a ano. A gente tem atraído inúmeros recordes de investidores também em 2025, cada vez mais pessoas interessadas em ver as oportunidades para investir aqui, né, no parque. As empresas do ecossistema sustentaram mais de 1000 postos diretos de trabalho, um aumento de 41% em comparação com o relatório anterior. 1000 empregos não são poucos empregos, né? São empregos diretos estabelecidos aqui. Isso dá muita vida ao nosso ecossistema. Isso contribui para Campinas ser considerada a capital nacional da inovação, que foi um título que Campinas ganhou recentemente, né? Tudo isso faz parte desse ecossistema. Nós temos aqui a Unicamp, o CPQD, o Cepen, a PUC Campinas, o Eldorado, uma série de parceiros muito importante, de muito peso. E isso se concretiza, essas ações todas em muitos sentidos, elas se concretizam porque a sociedade vai ter acesso a essas soluções através de uma dessas empresas. Não adianta eu desenvolver uma vacina se a vacina não chega pra sociedade. E então esse passo entre a bancada e chegar ao mercado para as pessoas poderem ter acesso, esse passo é dado através de ações como essa que nós fazemos aqui no parque. Por trás desses resultados estão negócios que desenvolvem tecnologias para diferentes setores. Um dos exemplos é o IRENDAL, que utiliza inteligência artificial para tornar mais segura, transparente e eficiente a relação entre tomadores e prestadores de serviços. O RENO nasceu em 2020. É um dos nossos primeiros investidores foi o Venture Hub que fica aqui no Parque de Inovação. Os fundadores fizeram o Unicamp também, são ambos engenheiros. Acho que isso contribuiu muito pro crescimento, pro estabelecimento da Weandle aqui dentro da Unicamp. Outro destaque é a síntese, que criou uma plataforma de transcrição automática de consultas médicas, também com apoio da inteligência artificial, buscando dar mais agilidade ao trabalho dos profissionais de saúde. O médico ele ele liga a nossa solução, ele não precisa mais digitar durante o atendimento. Então ele pode olhar 100% no olho do paciente, prestar atenção no que aquele paciente tá dizendo e não precisa mais se preocupar com a documentação. a gente transcreve essa consulta e gera documento final em alguns segundos para ele colocar no prontuário eletrônico dele. De que forma a incubação e também a participação aqui no Parque Tecnológico contribuiu eh pro crescimento da ideia de vocês? Tá? Então, acho que a primeira parte foi eh em metodologia de validação. Então, a gente foi obrigado a fazer entrevistas com vários profissionais, com médicos, com instituições da área para entender se realmente o que a gente tava propondo era um problema, que as pessoas estavam dispostas a pagar e a contratar e a usar. Eu acho que eh um segundo ponto foi eh a a o acesso a consultorias, a pessoas eh não só da área, mas de outras áreas que apoiam, enfim, mentorias que que a gente pode ter. Atualmente o parque reúne 82 empresas, mas para integrar esse ecossistema é necessário atender critérios específicos. Nós temos três formas de entrada, que é através dos laboratórios de PID de grandes empresas, startups que queiram fazer parte do nosso ecossistema e também o programa de incubação. Dentro desses editais, né, que nós temos, a gente avalia o perfil empreendedor dessa dessas empresas, né, desses projetos, também o impacto socioambiental, potencial de crescimento, o grau de inovação dessas soluções e qual é esse potencial de pesquisa que essas empresas têm junto com a Unicamp. Por outro lado, a gente olha paraa comunidade interna, alunos, professores que queiram empreender, queiram submeter uma proposta pra nossa incubadora. Então a gente também faz esse mapeamento de olhar internamente, atender a esses alunos, explicar como nós funcionamos e capacitá-los também para que eles possam submeter projetos pra incubadora, pro parque e alimentar esse ecossistema. Além de impulsionar novos negócios, essas iniciativas ajudam a consolidar Campinas como referência em ciência, tecnologia e inovação. A gente tem assim um celeiro muito fértil aqui na nossa região, mais de 20 instituições de ensino e pesquisa ligado a diversas áreas do conhecimento. E isso acaba atraindo muito as empresas, porque elas querem estar próximo desse equipamento tecnológico que a gente tem aqui na região. Meio-dia, mais 22 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Estamos ao vivo nesta sexta-feira. Vamos com as notícias do legislativo, porque a vereadora Guida Calisto realizou um debate público aqui na Câmara e discutiu o financiamento do SUS com foco na gestão das verbas, terceirização, relações trabalhistas e atendimento à população. O debate público sobre o financiamento do SUS, o Sistema Único de Saúde realizado pela vereadora Guida Calisto, reuniu Pedro Ross, professor do Instituto de Economia da Unicamp, o sanitarista aposentado do Movimento Popular da Saúde, Roberto Mardem, e Lúcio Rodrigues, presidente do Conselho Municipal de Saúde de Campinas. A vereadora fez um diagnóstico da situação no atendimento, quando essa população tem necessitado cada vez mais de um serviço eh com qualidade, de um serviço com com uma devida com a devida priorização, né, do governo, que muitas vezes a gente não vê isso. Ao mesmo tempo, nós sabemos que temos uma rede de saúde muito fortalecida a parte dos seus dos seus profissionais que enfrentam esse esse desafio também. Se a população tá enfrentando esse esse desafio, com certeza os trabalhadores também têm enfrentado muito isso no cotidiano do dos centros de saúde, de todos os equipamentos de saúde da cidade. Na reunião que está disponível na íntegra, no canal da TV Câmara Campinas, no YouTube e no portal da TV, o economista mostrou o olhar da saúde como desenvolvimento da sociedade. Até a finalidade do desenvolvimento, se a gente parar para pensar, é a saúde enquanto bem-estar, enquanto tempo livre, enquanto qualidade de vida. Mas a saúde também é um processo que não só melhora a vida das pessoas e, portanto, a sua produtividade, seu desempenho melhor nas suas funções sociais e as funções de trabalho, mas a saúde também é um setor que movimenta a economia brasileira. A demanda por produtos de saúde, não apenas os serviços, mas os medicamentos, é em torno de 10% do PIB brasileiro. Que acontece no município? esconde uma cadeia produtiva que emprega, uma cadeia produtiva que gera tecnologia, que gera comércio, que gera emprego em muitos outros setores além do setor da saúde. Então, a gente tá falando de medicamentos, de equipamentos, uma série de outros serviços. a gente tá falando de um setor que é muito intensivo em mão de obra e, portanto, emprega muito, é muito intensivo em tecnologia e, portanto, tem uma capacidade de desenvolver setores que são muito beneficiários para o desenvolvimento brasileiro. E é um setor onde o governo tem uma capacidade de fazer políticas públicas. O representante do Movimento Popular da Saúde questionou a terceirização da pasta. Por exemplo, no Ouro Verde, até separando algumas coisas que eu pus aqui, no Hospital Ouro Verde são mais de 20 empresas com mais de 30 contratos fazendo assistência naquele hospital. Quer dizer, é impossível que as pessoas consigam eh fazer eh saúde integral quando, por exemplo, a clínica tem um protocolo, a pediatria tem um outro protocolo porque é uma outra empresa. A enfermagem da clínica não tem o mesmo protocolo que os médicos da clínica, porque é outra empresa que contrata os enfermeiros. Então assim, como é que pode ser eficiente eh um serviço disso? Então, uma das das grandes problemas dessas terceirização, é exatamente isso, essa fragmentação do cuidado. Um segundo problema é a precarização dos trabalhadores. Assim, você vai olhar os o os contratos, é tudo pelo menor preço, até porque a lei exige isso. Eu faço eh, como é que se diz? as licitações e um dos critérios é quem oferece mais serviço pelo menor preço. Como é que eu consigo menor preço no mercado e privado ou na no capitalismo? Explorando o trabalhador? O conselheiro da saúde falou sobre o atendimento universal do SUS. O pouco que nós temos de financeiramente atende basicamente 75%, vamos dizer aí 160 milhões de brasileiros, diz sendo que nós temos 213 e o restante de 60 milhões de brasileiros aí eles gastam mais do que o que o SUS gasta em todo toda a sua extensão, fazendo assistência, prevenção, recuperação, proteção, né, urgência emergência, principalmente transplantes, né? quanto importante a questão dos transplantes que é feito. Mas é interessante que além de todo esse trabalho que a gente vê e enxerga, a população que tem os seus convênios médicos, eles não consideram que eles fazem parte do SUS, só que eles bebem água, vai nos comer, comprar carne, vai no mercado comprar seus alimentos. Tudo isso depende da vigilância sanitária, até a água que nós bebemos, né? Com a participação popular que fez importantes perguntas sobre o tema, a vereadora mencionou a utilização das emendas impositivas para a saúde. Ampliou com emenda impositiva. É isso que tá ampliando com emenda. Isso tá acontecendo. A cultura é a mesma coisa. Nós ampliamos o investimento na cultura. com emenda, gente. Eu fico desesperada porque isso isso é isso é nítido que não tem um um projeto, um planejamento, né, uma política pública pensada, né, para aquilo. Aliás, tem é essa do desmonte eh essa da do desmonte do ataque da saúde, do desfinanciamento. As obras de pavimentação da rua São Luís do Paraaiitinga, na região dos bairros Jardim do Trevo e São Bernardo, devem começar em breve. O projeto também prevê a implantação de drenagem e intervenções no córrego local. Uma conquista aguardada anos. Uma reivindicação antiga de moradores e comerciantes da rua São Luís do Paraitinga, localizada entre os bairros Jardim do Trevo e São Bernardo em Campinas, começa a se tornar realidade. Segundo o vereador Felipe Marquezi, os primeiros pedidos chegaram ao gabinete em 2019 e desde então foram anos de reuniões e negociações com a prefeitura até a assinatura da ordem de serviço para as obras de pavimentação da via, viabilizadas por meio de financiamento federal e emenda parlamentar, uma luta antiga da população, dos moradores aqui da região e que estava inviabilizado. Então, nós encaminhamos desde do ex-prefeito Jonas Donizete, nós tratamos isso em meados da pandemia, várias reuniões, fizemos várias comitivas aqui na rua com vários secretários, encaminhamentos importantes e em 2023 nós conseguimos incluir esta rua no financiamento, no FINISA, no financiamento do governo federal. Então nós encaixamos junto com um pacote que teve de obras na nossa cidade. Então nós conseguimos incluir essa rua porque é uma obra muito cara, chega a quase a R milhões deais. Teve também a emenda, participação do deputado Dirceu Dalbem, encaminhou emenda parlamentar aqui e agora há alguns dias atrás nós fizemos junto com o prefeito Dário o lançamento da obra. Então, nos próximos dias, nós já vamos ver aqui o canteiro da obra, a empresa ganhadora que estará trabalhando e fazendo esta obra. As obras prevê não apenas a pavimentação da rua, mas também a implantação de um sistema de drenagem e intervenções no córrego, com a expectativa de reduzir os riscos de alaramentos e melhorar a mobilidade para quem mora ou circula na região. Vários carros já caíram nesse córrego. Já vim aqui de madrugada, já vi carro aqui caído porta da drenagem das ruas do bairro São Bernardo. Cai tudo aqui, deságua tudo nesse córrego. Então, enche mesmo na época da chuva, é, cai carro. Você vê que aquele pedacinho da rua ali vai ser uma ponte, então ali você vê que é muito estreito e os caminhões, quase caminhões já ficaram emperrados aqui. Então, já tivemos muitos problemas, pessoas ligando de madrugada, em todo o período, solicitando socorro e ajuda da prefeitura. Então, muitos problemas até de eh aqui, por exemplo, tem empresas que atendem de nível nacional clientes, né? Você já imaginou você trazer um cliente seu de outro estado e chegar numa rua, num local como esse, totalmente abandonado, pessoas já foram, muitos assaltos já aconteceram aqui, porque à noite fica um local vulnerável. Agora, a esperança dos moradores, como Marcos Tadeu, é ver o início dos trabalhos e a transformação da área. Além da poeira que que tem aqui, que afeta a nossa casa, o nosso comércio, né? Aí tem a também a o alaramento. Tem vários caminhões que já caíram aqui, tem várias casas, eh, moto que passa por aqui e que muitas motos. quase já caiu aqui dentro também do corre por causa da enchente da da água que que levanta pro lado de cá e a água que desce de lá de cima para baixo, né? Quebra a rua, estoura a rua direto. Então a gente sempre tá com essa estrutura, eh, assim, vamos dizer, que não tem muita estrutura. Meu sogro, eu eu cuidava dele, que ele ficou acamado, eu cuidava dele, ele falava para mim: "Eu nunca vou ver essa obra". É, essa obra nunca vai acontecer. Nunca vou ver essa obra ser realizada, né? Ele se foi. Só que graças a nós, ao Felipe, ao ao o Jaime, a gente conseguiu fazer essa obra andar. Estaremos acompanhando nos próximos dias. Já tem a montagem do canteiro da obra e estaremos em todo o processo, todas as etapas do córrego, depois da da parte da drenagem, depois da pavimentação, do calçamento. Nós estaremos acompanhando todos os detalhes até a entrega desta obra. A possibilidade de novos equipamentos de saúde no distrito do Campo Belo está sendo discutida aqui na Câmara de Campinas. Dois requerimentos apresentados pelo vereador Wagner Romão pedem informações sobre a implantação de um CAPS e de uma UPA na região. Um dos documentos protocolados pelo vereador Wagner Romão pede informações à prefeitura sobre estudos, planejamento e eventual implantação de um centro de atenção psicossocial, o CAPS, para atender moradores da região do Campo Belo. No requerimento, o parlamentar questiona se existem estudos técnicos em andamento, qual seria o modelo da unidade e se há previsão de ampliação da rede de atenção psicossocial na região sul. O capis mais próximo da região do Campo Belo é aqui do lado da Câmara Municipal, o Caps Toninho, aqui bem próximo à Câmara, ou seja, uma distância de cerca de 15 km pelo menos de distância. E o CAPS é um um equipamento fundamental, né? Atenção psicossocial da nossa população. A gente sabe que a saúde mental é um problema que tem se agravado em toda a população, não só de Campinas, mas acho que do mundo inteiro, né? A gente tá muito precisado, necessitado e de saúde mental. Então, essa região não tem um CAPS, uma região populosa com um grande crescimento populacional. Então a gente faz essa pergunta para pra prefeitura para ter conhecimento sobre isso. Eu até pude visitar um centro de convivência lá que é um recém instalado ali numa área próximo ao colégio celeste, próximo à área da CPROCAMP ali, mas eh há necessidade realmente de um CAPS, né? Outro requerimento apresentado por Romão trata da possível implantação de uma unidade de pronto atendimento no Campo Belo. O vereador quer saber se há estudos, previsão de investimentos, áreas disponíveis para construção e dados sobre atendimentos realizados pelas unidades de saúde que já atendem à população da região. A UPA é uma grande necessidade em várias regiões da cidade, mas o Campo Belo, por ser também uma área bem periférica, né? Bem, quer dizer, logo depois ainda do aeroporto de Viracopos, carece de uma UPA. A UPA mais próxima é a UPA do São José, já ali, eh, já aqui no Santos do Mon, né? Eh, de carro não é tão longe, mas não é toda a população que tem esse recurso, né, para ir de carro, para se deslocar até a UPA. Então ali há uma necessidade de construção da OPA, porque o que que tá acontecendo? Os centros de saúde acabam fazendo o papel da emergência, né, do pronto atendimento. E isso atrapalha a atenção básica, né? O centro de saúde ele é pensado para promover a atenção básica pra população, articulado dentro do programa saúde da família, da estratégia saúde da família e acaba que um um conjunto grande de profissionais acaba sendo deslocado pras urgências, né, pro pronto atendimento pra população que acaba indo procurar o centro de saúde porque não tem nenhuma alternativa ali naquele local. Então, a construção de uma UPA, a previsão de uma UPA é muito importante. É uma luta de toda a população do Campo Belo, onde você passa, as pessoas perguntam da UPA e os profissionais de saúde também tm essa bandeira. Os requerimentos agora aguardam resposta da administração municipal. Segundo o vereador, as informações devem ajudar a avaliar a viabilidade de novos equipamentos de saúde e o atendimento das demandas apresentadas pelos moradores do Campo Belo e bairros da região. Sim, a gente sempre prefere, nosso mandato prefere fazer o requerimento de informação. A gente quer saber se o governo municipal tem alguma previsão de ação naquela naquela localidade, no caso no Campo Belo. E claro, na sequência, a gente inicia uma batalha política, tentando entrar em acordo também com os outros vereadores e vereadoras aqui, pra gente buscar esses benefícios pra população. Moção protocolada aqui na Câmara de Campinas pede mais segurança para moradores da região de Viracopos após a duplicação da rodovia Engenheiro Miguel Melhado Campos. A moção de autoria do vereador Carmo Luiz pede ao governo do estado de São Paulo e ao Departamento de Estradas de Rodagem a adoção de medidas para ampliar a segurança de moradores da região de Viracorpos. Após a duplicação da rodovia Engenheiro Miguel Melhado Campos, o parlamentar apela para a construção de uma passarela na altura do Jardim São Domingos. Segundo o vereador, a duplicação trouxe melhorias para a mobilidade da região, mas também criou dificuldades para quem depende do transporte público. Moradores que utilizam o ponto de ônibus no sentido vinhedo relatam insegurança ao tentar atravessar a rodovia. A rodovia Miguel Melhado do Campos é uma importante rodovia que liga hoje o Rodo Anel Vinheda, ao aeroporto internacional de Viracopos. Era fundamental que ela acontecesse uma luta de muitos anos. daquela população e aconteceu. O governador inaugurou essa rodovia há poucos meses, só que, infelizmente, nós estamos com algumas dificuldades. população, passarelas, t faltado as passarelas que já deveriam ter sido previstas e nós estamos pedindo agora mais uma passarela na região do Jardim São Domingos, na passagem do Jardim São Domingos dos moradores que usam o a rodovia eh antes usavam a rodovia que era mão única, agora é mão dupla para a o o acesso ao ponto de ônibus que liga a cidade de Campinas à cidade de Vinheira. Então, nós estamos apelando ao governo do estado que coloque uma passarela tanto no Jardim Cidade Singer quanto no Jardim São Domingos. E estamos também apelando ao governo do estado que haja iluminação pública nestas margens das rodovias, que haja uma ação imediata para trazer segurança e dignidade humana aos moradores do Jardim São Domingos. A moção também destaca a falta de iluminação nos viadutos construídos ao longo do trecho, situação que, de acordo com o parlamentar, compromete a segurança de motoristas e pedestres. O objetivo é que o estado adote providências para melhorar as condições de circulação na região. Estamos também apelando ao governo do estado que haja iluminação pública nestas margens das rodovias, que haja uma ação imediata para trazer segurança e dignidade humana aos moradores do Jardim São Domingos e do Jardim Cidade Singer. Muitos gols. Em mais um dia de Copa do Mundo, o Canadá goleou por 6 a 0 e Jonathan David assumiu a artilharia da competição ao lado de Lionel Messi. A Suíça venceu bem a Bósnia e encaminhou a classificação. Já Tquia e África do Sul ficaram no empate com gols. E hoje tem mais bola rolando, hein? Olha só, às 4 horas da tarde, Estados Unidos contra Austrália, 7 horas da noite. Grupo do Brasil, atenção para este jogo, hein? Escócia contra Marrocos. 9:30 da noite, Brasil e Haiti. E meia-noite, Turquia contra Paraguai. Vamos falar de seleção brasileira agora, segunda rodada. Estreamos com o empate, então hoje precisa da vitória para não se complicar no grupo. E o técnico Carlo Ancelote diz que fará mudanças. Então ó, uma provável seleção brasileira para esta noite. Continua Alisson no gol. A primeira mudança, Danilo na lateral direita, no lugar de Bes. A dupla de zaga, Marquinhos, Gabriel Magalhães e Douglas Santos na esquerda sem alterações. Meio-coampo de Casemiro, Bruno Guimarães. E aí tem uma dúvida entre o Lucas Paquetá e o Danilo Santos. Central Danilo, mais uma mudança na frente, Rafinha, Vini Júnior e Mateus Cunha deve ganhar a vaga do Igor Thago. Brasil muito favorito. E claro que na segunda-feira a gente conta a história desta partida e do que rolou também no fim de semana com os outros jogos. Bom, na Copa o confronto Brasil e Haiti é dentro de campo. Fora dele, o futebol revela histórias de vida. As vésperas da partida, a nossa equipe foi conhecer a história do Jean, que recomeçou a vida em Campinas e que mantém vivos os costumes, os sabores e a torcida pelo país de origem. É isso mesmo, Gabriel. Hoje vamos falar de futebol, gastronomia e tradição. Isso porque o Brasil enfrenta o Haiti Copa do Mundo, mas aqui em Campinas o jogo já começou. Isso porque eu estou com Jean. Ele que mora aqui no Brasil há 8 anos, veio do Haiti e vai nos contar um pouco da sua história, das suas tradições e, claro, para quem vai a torcida para o jogo entre o Brasil e o Haiti. Jean, seja muito bem-vindo. Muito obrigado. Muito obrigado. Conta um pouco pra gente como que foi a sua história, quando que você veio pro Brasil. O, hoje eu tenho 8 anos no Brasil, no total. Eu saí do Haiti 2017. Eu saí do Haiti porque na no EPA eu tava ter minha irmã que tava morando no Brasil. O, eu tava escolhendo o Brasil porque no Apple tava ter um pouquinho de dificuldade, falta segurança. Eu venho no Brasil para mudar minha situação, oportunidade, duas oportunidades. E conta um pouco pra gente quando você veio pro Brasil, qual foi o primeiro lugar que você foi? Eu fui lá no Rio, no Rio de Janeiro. No Rio de Janeiro, eu no Parati. Ah, em Parati. Em Parati. Depois o 4 ano, eu venho São Paulo para procurar mais oportunidade para trabalhar mais. Aí você veio para Campinas. Para Campinas. E conta pra gente como que foi esse período de adaptação desde quando você veio lá do Hait e chegou aqui no Brasil. O para conseguir ter um relacionamento com os brasileiros, tava um pouquinho desfícil o as línguas para conversar com pessoas tava um pouquinho difícil, mas cada dia dia nós tá como quear para trabalhar também, nós tá conseguindo a vida melhor ainda. Entendi. Você comentou comigo nos bastidores que foram do anos até conseguir se adaptar e conversar com os brasileiros. Não foi dois anos. É dois anos. Tava aplicando dois anos para mim. Qual parte do Brasil que você mais gosta? Da cultura brasileira, seja da cultura, da gastronomia, da comida? O que que você mais gosta? Com gosto do o feijoadão, que eu sempre comi em comida brasileira. Às vezes eu comi minha comida também. Uhum. Né? E o mais com a comida brasileira, porque eu tô casando com brasileira, eu entendi. Eu como mais comida brasileira. E lá do Haiti, o que que você mais sente falta assim da cultura, da gastronomia? Ah, eu falta do carnaval, o dezembro também, o final do ano. O futebol também é muito forte lá no Haitim. Forte, muito, muito forte. Entendi. E conta um pouco pra gente, a gente tá vendo aqui essa mesa montada. Conta um pouco pra gente da gastronomia do Haiti. O que que é comum lá? A gente sabe que é um pouco parecido com o Brasil, né? Tem arrozão. Só só um problema que nós tem, nós tem muito tipo do comid diferente lá. Hã, mas é só eu não sei o nome do comida, entendeu? Porque nós nós lá os dias nós comem um arroz de feijão. Uhum. Tipo feijoada. Entendi. Feijoada. Mas ele faz um jeito diferente. Mas é só nós temos legumes que mistura com carne. Entendi. Misturar com carne. Às vezes nós faz um flango, só o tempero que é um pouquinho tipo pesado, que é diferente. O tempero da comida haitiana. Então é diferente da comida brasileira. É diferente. E você sente falta desse tempero? Eu senti falta. Eu senti falta. O que que é esse tempero? É mais picante? É, é mais como que é? É o qual o nome desses temperos? Esse aqui é o problema. Não tem. Ele não tem tipo esse aqui tem um tipo um nome. Entendi. Não tem um nome nome tipo pessoal faz e pessoa que estuda a cozinha. Ele não faz tipo, ah, esse comida de nome para ele, esse dou comida de fe nome. Eu não sei o nome. Entendi. E conta pra gente o que que a gente tá vendo aqui hoje na na sua mesa. O que que tem aqui? É o tem um carne carne do porco frita. É piclism em coloana. Banana terra. Aham. Banana terra frita. E banana frita. É batata par. Batata frita. É. E a coxinha? É coxinha. Coxinha é do é mais brasileiro também. É mais brasileiro. Porque eu faço uma coisa tipo mistura, porque minha esposa é brasileira e eu faço um jeito para para entrar ela no no assunto. Você você citou a sua esposa. Eu eu preciso perguntar como que vai ser a torcida pro jogo do Brasil e do Hait que que vamos ter. Como que vai ser essa torcida? Fala aí, Roberto. Ah, vai ser mista. Brasil. Metade da família vai brasileira. Outra metade da eu vou mostar, eu vou mostar pro Haitani. Pro Haiti. Vai torcer pro Haiti. Haiti. Vai ser dividido. Então aqui vai ser dividido. Eu quero que vocês contem um pouco pra gente, pro pessoal que está nos acompanhando em casa, a história de vocês. Como que foi? Foi. Foi encontro. Uhum. na noite, amor à primeira vista. Entendo. E agora estamos juntando, né? Futebol, é amor, gastronomia, tradição, um pouco de interação, né? Porque as coisas entre países, vamos ver, tipo, as coisas é com paciência também. As coisas é com paciência. E e Roberta, conta um pouco pra gente a história de vocês. Há quanto tempo vocês estão juntos? 5 anos. C anos já tem nosso filho de três. Então, e como que é, como que funciona aqui na época de Copa? Ah, nem sei para esse jogo histórico como vai acontecer na sexta, né? Entendi. Mas é, a gente acompanha os jogos, assiste o máximo possível, né? Qual é o palpite? Qual você acha que vai ser o placar do jogo desta sexta-feira entre Brasil e Hait? O N Ho vai dar o Brasil 2 a 1. 2 a 1 do Hait é o 2 a 1. E você, Roberto? Ah, eu já f 3 a 0, né? 3 a 0. Não querendo, não quer 3 a 0. Tá bom. É, querendo manter a minha imparcialidade aqui, mas só que em época de Copa do Mundo é difícil. Eu acho que eu vou com a Roberta, então. Desculpa aí. Mas eu acho que é o Brasil que vai levar o ex esse ano, né? Só tá, só tem que vir, né? Estamos precisando. A gente tá precisando. Que tá parado. E no meu trabalho, eu sempre fazer brincadeira. Eu falei com o meu patrão, como também eu falei, se o Haiti bateu o Brasil 2 a, o Brasil não pode ser participar no é no Cov. Não pode mais. E conta um pouco pra gente no que que você trabalha aqui em Campinas. Trabalho no frutista gasolina. Entendi. E lá também tá todo toda essa comemoração pra Copa do Mundo. Acredito que você seja o único que vai torcer pro Haití. Vai torcer. Tá certo. Então gente, muito obrigado. Gabriel, eu volto com você aí no estúdio porque agora eu vou ficar por aqui e vou dar uma experimentada nisso tudo que nós vai com junto. É. e vai vai ficar discutindo aqui como que vai ser o placar do jogo do Brasil contra o Haiti. Volto com você aí no estúdio. Ah, que conversa bacana, né? É muito interessante conhecer, né, a cultura de outro país e também a gastronomia se deu bem demais o nosso repórter. Bom, hoje é dia de Brasil entrar em campo, segunda rodada, duelo contra Haiti. E eu tenho uma convidada especial que sabe muito, viu, ó, de futebol, de seleção brasileira, até de Haiti. Então, chega mais ía, a inteligência artificial da TV Câmara Campinas, apresentadora do Central Ia todas as manhãs aqui na TV e agora vai falar sobre futebol, sobre Copa do Mundo. Eu quero saber, viu? Quais são as suas expectativas para este duelo de hoje, 9:30 da noite. Boa tarde. Boa tarde, Gabriel. A expectativa é de uma partida em que o Brasil entre como favorito pela qualidade técnica do elenco e pela tradição em Copas do Mundo. Mas a seleção não pode subestimar o Haiti. Em uma competição tão equilibrada, qualquer descuido pode custar caro. O Brasil vem de um empate na estreia contra Marrocos e precisa da vitória para ganhar tranquilidade no grupo C. Já o Haiti chega motivado, jogou bem contra essa Escócia, apesar da derrota. e sabe que um bom resultado pode mudar completamente a campanha. A tendência é de um Brasil mais ofensivo, buscando controlar a posse de bola e criar oportunidades desde os primeiros minutos. Pelos dados e pelo histórico das seleções, o Brasil tem maiores probabilidades de vitória. Mas no futebol, os algoritmos ajudam a prever tendências. Quem decide o resultado é a bola rolando. Ah, é verdade, viu? Tanto que se resolve na bola que é Espanha, por exemplo, que era muito favorita contra Cabo Verde, que era um país estreante, ficou apenas no empate em 0 a 0. Então, todo cuidado é pouco. Agora, Íria, qual que é o principal desafio do Brasil para poder vencer o Haiti hoje à noite? O principal desafio é transformar o favoritismo em desempenho dentro de campo. Em jogos assim, a pressão está toda sobre a seleção brasileira. O Haiti pode apostar em uma marcação forte e nos contra-ataques, enquanto o Brasil precisará ter paciência para encontrar espaços. Vejo uma partida diferente da estreia, porque o Marrocos teve posse de bola, muita atitude, jogadores mais experientes, acostumados aos grandes jogos. e até desperdiçou oportunidades. Hoje, diante do Haiti, o Brasil deve ter a posse de bola e atacar bastante desde o início. E aí vai precisar tomar cuidado com os espaços no sistema defensivo, principalmente entre os zagueiros. Jogar contra times, que são franco atiradores, também tem a sua dificuldade. Ah, sem dúvida, Iri. Eu concordo com você. O Aiti me surpreendeu contra a Escócia. Por pouco não saiu com o empate na primeira rodada. Então vamos ver como é que vai ser o jogo de hoje. Uma curiosidade agora, como é que uma inteligência artificial analisa um jogo de futebol? Uma inteligência artificial trabalha com uma enorme quantidade de informações. Eu posso analisar estatísticas de posse de bola, finalizações, desempenho recente das equipes, histórico de confrontos, características dos jogadores e até padrões táticos observados em partidas anteriores. Tudo isso ajuda a identificar tendências e probabilidades. Mas existe um limite importante. O futebol é um esporte profundamente humano. Eu consigo apontar os cenários mais prováveis, mas não consigo prever com exatidão o que acontecerá em campo. Um gol inesperado, uma expulsão, uma grande defesa ou uma inspiração individual podem mudar completamente o rumo de uma partida. Por isso, a inteligência artificial é uma ferramenta de análise e não uma máquina de prever o futuro. E talvez seja justamente essa imprevisibilidade que torna o futebol tão apaixonante. Ah, tá certo, viu? Concordo com você. é um dos esportes em que a equipe que é considerada zebra, né, mais fraca, tem mais chances de conseguir a vitória. Você não preveu o futuro, mas eu quero saber se você tem um palpite sobre o resultado de hoje entre Brasil e Haiti. Eu arriscaria uma vitória do Brasil por 2 a 0. Imagino uma partida em que a seleção tenha mais posse de bola, crie mais oportunidades e consiga controlar as ações durante a maior parte do tempo. Agora, se o futebol seguisse sempre a lógica dos números, não teria a emoção que faz milhões de pessoas acompanharem uma Copa do Mundo. É justamente a possibilidade do inesperado que transforma cada jogo em um espetáculo único. Faz sentido, muito obrigado pela participação aqui no jornal Câmara Notícia Abrilhentando, né? E todas as manhãs, hein? Aqui na central Iá você confere a Íria trazendo as notícias da Metrópole de Campinas e também do Legislativo. E olha só para e para você que está nos acompanhando, a Copa do Mundo ela movimenta torcedores de todas as idades. E para muitas crianças o torneio também pode ser uma oportunidade de aprendizado. Em uma escola de Campinas, atividades inspiradas na competição ajudam os pequenos a conhecerem os países, as bandeiras e diferentes culturas de forma divertida. A paixão pelo futebol pode começar cedo e quando o assunto é Copa do Mundo, atividades lúdicas ajudam as crianças a conhecer diferentes culturas e a entrar no clima da competição. Nesta escola de Campinas, bandeiras espalhadas pelos corredores, troca de figurinhas, pinturas, brincadeiras e muita torcida transforma o torneio em uma experiência que une diversão e aprendizado. Para muitas dessas crianças de 5 a 6 anos de idade, essa é a primeira Copa do Mundo da Vida, ou pelo menos a primeira que elas vão se lembrar. Embora elas ainda não saibam as regras do futebol, já começam a entender o significado da torcida e aprendem as cores do Brasil. Além disso, fazem da escola um ponto de troca das figurinhas do álbum. A gente incluiu a Copa dentro das atividades lúdicas. A gente também trabalha com projetos. Então, dentro dos nossos projetos, esse ano entrou a Copa do Mundo, porque assim, é uma paixão nacional e vem desde os pequenininhos. A gente tem esse, desde a outra Copa a gente já fazia a copa deles no momento, né? Com cinco, se aninhos eram os bebês bem babies, menos de um ano. Não se lembram, né? mas torceram com a gente e agora eles estão lá trocando figurinhas. E o nome dos craques desta Copa do Mundo também estão na ponta da língua da criançada. Neymar, Mbappé, Yamaal, eh, Cristiano Ronaldo, Messi e só qual que é o seu favorito desses? E é mal. Ah, é por quê? Porque porque eu gostei do cabelo dele. Você gostou do cabelo dele? Sim. Mas vai torcer para ele ou vai torcer pro Neymar que tá na seleção do Brasil? Do Neymar. Messi, Cristian, Ronaldo, Mbappé, Neymar, Cristiano Ronaldo. A para qual que você torce mais? Neymar. Neymar? Sim. Vin Júnior. Vin Júnior. Cristiano Ronaldo. Eba. São seus favoritos esses? Ah, tá. Da seleção do Brasil, qual que você mais gosta? Vin Júnior. Com toda essa empolgação, a disputa se torna uma ferramenta de aprendizagem poderosa para todas as idades, do bersário ao pré. Cada turminha a gente vai adequar. Então, os bebês, a gente vai trabalhar uma coordenação motora. Pros maiores, a gente já entra com cores, pros outros já formas, números, porque tudo isso vai envolver a copa, números da das camisetas dos jogadores, as cores do Brasil, também trabalhamos as bandeiras com os mais velhos. Alguns já sabem, já trazem de casa as bandeiras que eles já sabem. Então, isso já cria um novo assunto dentro da sala de aula que a gente consegue dar uma continuidade bem legal. e até a troca de figurinhas para o álbum da Copa Vira Lição. Isso porque a atividade ajuda as crianças a memorizarem as cores e bandeiras dos países da Copa. A edição de 2026 traz novidades que ajudam nesse processo. Pela primeira vez, a competição acontece em três países simultaneamente: Estados Unidos, Canadá e México, e conta com 48 seleções, o maior número da história do torneio. E assim para eles, essa questão geográfica tá sendo assim bem legal, porque eles batem o olho, porque ainda não sabem ler, mas eles batem o olho na bandeira e já sabem qual país é através da bandeirinha que tá ali na figurinha. Então, a Copa vem trazendo isso, aprendizagem significativa dentro da escola. Cada vez é um assunto diferente que eles levam da escola para casa e trazem de casa pra escola. Agora a expectativa é para uma vitória do Brasil na disputa contra o Hait às 9:30 da noite desta sexta-feira. os dias de jogos e tal, a gente traz todo mundo de verde amarelo, a gente fala, coloca quais são as seleções que estarão estarão ali. E incrível que pareça, às vezes eles sabem mais do que a gente, porque eles já trazem a informação completa. E se depender da aposta dos pequenos, gol é o que não vai faltar para o Brasil. Quantos gols você acha que o Brasil vai marcar no próximo jogo? 20. 20? bastante do Brasil. Quatro, quatro gols. E do seu álbum de figurinhas aí, qual que ainda falta você conseguir que você mais quer? Já conseguiu do Neymar. Qual? Paquetá. Paquetá. Ah, o Brasil vai fazer quantos gols no próximo jogo? 300.000, 400.000 120 milhão. Se depender disso, Brasil ganha a Copa. 1 milhão 300 ganha. Eu vou 10 10 gols. Quem que você acha que vai marcar gol nessa nessa partida? Um. Vai ser o V jú Júnior. Quem mais? E o Neymar. O Brasil vai assistir 10 a 0. 10 a 0? Sim. 100. 100 gols. Você acha que o Brasil vai ganhar a Copa? Sim. Qual o jogador que mais vai fazer gol do Brasil? Neymar. Ah, eu gostei do otimismo, viu? 10 a 0, 100 a 0 vai dar trabalho. Depois pra edição, para editar tantos gols assim, hoje à noite a gente vai ver então Brasil e Haiti. Mas muito bacana essas atividades com as nossas crianças. Bom, o fim de semana chegando para você que quer dar um tempinho na Copa do Mundo, quer curtir outras coisas, o fim de semana reserva também muitas atrações em Campinas e região. É o que a gente confere a partir de agora na nossa agenda cultural. A sexta-feira finalmente chegou e eu também para te dar as principais dicas para sair de casa e se esquentar nesse final de semana. Fica aí porque tem cinema, shows, teatro, exposições, eventos gratuitos e eu consigo sentir o cheiro da festa junina daqui. Você confere tudo a partir de agora com a agenda cultural e a gente começa com as estreias das telonas. As estreias da semana nos cinemas da região trazem opções para diferentes públicos com animação, romance, drama e produções voltadas para toda a família. Entre os destaques está Toy Story 5, que marca o retorno de Wood, Buzzlighter, Jess e dos personagens que conquistaram gerações. Desta vez, os brinquedos precisam lidar com uma nova realidade, a chegada de Lilpad, um tablet inteligente em formato de sapo que promete disputar a atenção das crianças. O filme propõe um encontro entre o universo tradicional dos brinquedos e as novas tecnologias. Não, belocho. É bom ver os dois brigando de novo. Com certeza. To Story 5. Outra estreia é 15 Dias. Adaptação que acompanha Felipe, um adolescente inseguro e que enfrenta situações de bullying na escola. O que deveria ser apenas um período de férias. Ganha um novo rumo quando sua mãe convida Caio, amigo de infância e pessoa porque ele guarda sentimentos para passar alguns dias em casa. Agenda musical do fim de semana reúne apresentações para públicos de diferentes estilos em Campinas. Neste sábado às 6 da tarde, o Santo Rock Bar recebe o show da banda CPM22, um dos grupos mais conhecidos do rock nacional dos anos 2000. A banda leva ao palco os sucessos que marcaram gerações e ajudaram a consolidar seu espaço no rock brasileiro. Para o fim do mundo, toda sua vida em 60 segundos. Também no sábado às 8 da noite, a Rebeca Cultural recebe a cantora e compositora Lira Graziier. Ao lado do violinista Léo Prot e da violinista Débora Souza, a artista apresenta um espetáculo intimista que mistura músicas autorais e releituras inspiradas no folk tradicional. Já no domingo também às 8 da noite, a Rabeca Cultural recebe o espetáculo instrumental Brasil já do Evandro Gracelli Quinteto. O repertório reúne composições autorais interpretadas por músicos convidados em uma apresentação que combina elementos da música instrumental brasileira. Olá, pessoal. Aqui é a Júlia do coletivo Efêmeras. Quero convidar vocês para as sessões do espetáculo Noites no Deserto em Cartaz, em dois espaços de Campinas. Sexta-feira às 18:20 no Paviartes da Unicamp e domingo dia 21 de junho, às 17:19 no Centro Cultural Casarão, em Barão Geraldo. Misturando dança, teatro e música, o espetáculo fala sobre memória, solidão e esquecimento. Venham, a entrada é franca. Entre as exposições em cartazes está ela ficava muda debaixo do seu cinza. em exibição até o dia 24 de julho no espaço cultural Marcos do Vale, no centro. Amostra reúne imagens, obras em tecido, trabalhos em papel e gravuras para apresentar um olhar afetivo sobre Campinas a partir da memória da artista. A visitação acontece de terça a sexta-feira, das 8 da manhã às 5 da tarde e aos sábados das 8 da manhã à 1 da tarde. Outra opção gratuita é a exposição fotográfica da rua Eu Vim para a rua Eu Vou na galeria foto ponto no Cambuí. Até o dia 6 de agosto, o público poderá conferir registros urbanos e imagens produzidas em diferentes cidades brasileiras, explorando relações entre cotidiano, territórios periféricos e fotografia de rua. A visitação acontece de quarta a sexta, das 3 da tarde às 8 da noite e aos sábados das 10 da manhã às 6 da tarde. No Sesc Campinas, o destaque fica para o show de Paulinho Mosca. Neste sábado, às 7 da noite, o cantor celebra mais de três décadas de carreira com repertório que reúne sucessos conhecidos pelo público e músicas mais recentes, em uma apresentação marcada pela poesia e pela mistura de diferentes sonoridades. Entre os eventos especiais neste sábado a partir das 2 da tarde acontece a quª Convenção da ficção científica da base estelar em Campinas. O encontro será realizado de forma online com transmissão gratuita pelo canal da organização no YouTube e integra as comemorações pelos 60 anos da série Star Trek. Também no sábado do meio-dia, às 9 da noite, Barão Geraldo recebe o terceiro festival de inverno. O evento gratuito reúne apresentações musicais, gastronomia, cervejarias artesanais e feira de economia criativa na Praça do Urval Pátora. Outra opção é o encontro do coletivo Pretas Leituras neste sábado às 6 da tarde no espaço Arte Africana na Vila Brandina. A atividade gratuita promove debates e leituras de autores negros com foco em identidade cultural. e pensamento afrocentrado. Para os amantes da literatura, a Casa do Sol recebe neste sábado e domingo, das 10 da manhã às 8 da noite, a quarta edição da Feira Literária e Sianas. A programação gratuita reúne oficinas, mesas literárias, apresentações culturais, atividades infantis e visitas guiadas em homenagem à obra de Hilda Yus. E as festas juninas continuam movimentando Campinas. A festa junina da paróquia São José segue até o fim do mês, aos sábados e domingos a partir das 6 da tarde na vila industrial com entrada gratuita. São Bernardo, o Arraiá da Imaculada reúne comidas típicas, programação musical e show de prêmios aos sábados e domingos também a partir das 6 da tarde. No Unimarket Shopping Campinas, a Arena Caipirão segue até o fim do mês com programação gratuita para toda a família. Nesta sexta-feira, sábado e domingo, o público poderá acompanhar quadrilhas, shows, forró, gincanas, teatro infantil e atividades especiais. Também nesta sexta-feira, a partir das 6 da tarde, acontece mais uma edição do Arraiá da Piedade na paróquia Nossa Senhora da Piedade, no Parque das Indústrias, com comidas típicas, música ao vivo e entrada gratuita. Para começar a semana em clima de arraiá, uma opção é o forró de segundo e festa junina que acontece nesta segunda-feira às 8 horas da noite no Alma Campinas, no Cambuí. A programação traz a apresentação do grupo Forró Maria Lua em um show que percorre referências da cultura nordestina. A noite também contará com participação do DJ Stein, completando a programação com repertório voltado para quem gosta de dançar e aproveitar o clima típico das festas juninas. Outra opção é o festival Sabores da Terra, realizado entre quinta e domingo na Praça Arutos da Paz. O evento reúne gastronomia típica, shows, quadrilha, bingo solidário, atividades infantis e ações beneficentes com entrada gratuita. Fechando a programação junina, neste sábado das 4 da tarde, 11 da noite, acontece a festa beneficente da Casa de Jesus Seareiros, no Jardim das Paineiras, com quadrilha, comidas típicas, música ao vivo e arrecadação voltada para projetos sociais da instituição. Para quem gosta de dança urbana e cultura corporal, Campinas recebe neste fim de semana o Jazz Funk Day 2026. O evento acontece neste sábado e domingo na Hitme Barão Geraldo e é dedicado exclusivamente ao desenvolvimento e a difusão do jazz funk no interior paulista. A programação reúne oficinas práticas, preparação física, batalhas de dança, rodas de conversa e atividades voltadas tanto para profissionais quanto para iniciantes interessados no universo da modalidade. Na oficina do estudante, a programação começa nesta sexta-feira, às 7 da noite, com espetáculo Starlight Concert, clássicos do cinema. A apresentação propõe uma experiência musical inspirada nas trilhas sonoras que marcaram a história do cinema em um ambiente escenográfico iluminado por velas e com atmosfera intimista. Já no sábado, às 9 da noite, o palco recebe a humorista Bruna Louise com espetáculo Meus 15 anos. Conhecida pelo humor direto e pelas observações sobre relacionamentos, cotidiano e comportamento, artista apresenta um show comemorativo que revisita momentos da carreira e reúne histórias inéditas, improvisos e interações com o público. Vem cá. Isso aqui no interior do Paraná. Ov. Encerrando a programação no domingo às 8 da noite, o humorista Diego Bessou apresenta o espetáculo Rica de Experiência, com personagens conhecidos do público e situações inspiradas no universo do trabalho, da vida adulta e das relações sociais. O artista mistura teatro e humor em uma apresentação marcada por observações do cotidiano e momentos de interação com a plateia. Anotou tudo aí? Basta montar o seu melhor roteiro e se divertir. Eu vou ficando por aqui, mas a agenda cultural volta a semana que vem. Até mais. Sábado de tempo nublado com o sol tentando aparecer principalmente pela manhã. A passagem de uma frente fria entre a tarde e a noite amplia a disponibilidade de umidade e aí propicia o desenvolvimento de nuvens para a ocorrência de chuvas. Então, quem for sair à noite, não esqueça o guarda-chuva amanhã, hein? Já no domingo, o tempo volta a ficar estável, com o sol aparecendo durante todo o dia. Sobre as temperaturas, nada de subir ou de calor. Olha só, elas já estão aqui na minha tela. Para amanhã no sabadão, mínima de 13 e a máxima não passa de 24º. No domingo, uma condição muito parecida, com mínima de 13 e máxima de 23º aqui na cidade de Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação. Ótimo fim de semana e eu volto na segunda-feira. Até lá. Ciao. Ciao. เฮ
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