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Prefeitura assina a execução das obras do corredor central do BRT, que prevê adequações no terminal central e pavimentação de importantes avenidas da região central de Campinas. Câmara a prova projeto de lei complementar de autoria do executivo sobre a instalação do DE2 em Campinas. Comissão Permanente do Meio Ambiente da Câmara de Campinas discute impactos da COP 30 para o município. No Saúde. Agora vamos falar sobre o tratamento com Monjaro para diabetes tipo 2 em crianças e adolescentes. Você não pode perder. [música] Olá, [música] [música] boa tarde. Quinta-feira, 28 de maio de 2026, começa agora o jornal Câmara Notícia ao vivo. Meio-dia, mais 6 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e vamos conversar. Participe, mande a sua mensagem para o número do nosso WhatsApp. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região já sabe, né? Pode ir direto. O número aparece aqui embaixo da sua tela, é o 97829377. Já deixa adicionado aí na sua agenda. Ou você pode mandar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você queira assistir aqui no nosso telejornal, apontando a câmera do seu celular para o Qcode também. que já aparece uma mensagem na sua tela, o WhatsApp da TV Câmara Campinas. Você aperta, manda sua participação e a gente conversa ao vivo nesta quinta. Olha só, a Semana do Meio Ambiente é um espaço de educação ambiental, diálogo intersetorial e aborda temas como preservação, qualidade de vida, proteção dos recursos naturais, sustentabilidade urbana. Então, para nos contar sobre a programação, os locais que vão acontecer, os eventos, os horários, se existe um público alvo, eu aciono a repórter Cassi Alves que tem as informações. Seja bem-vinda e boa tarde, Casse. É isso mesmo. E a semana está recheada. Gabriel, boa tarde para você, para todo mundo que nos acompanha. E olha só, estamos aqui diretamente do Museu Interativo da Água. um dos pontos aqui da cidade, né, onde acontece essa visitação guiada com alunos do 9o ano, né, para trazer a importância dessa semana do meio ambiente 2026. E o tema deste ano, inovação sustentável e natureza agradável, Campinas preparada para o futuro. A gente vai conversar agora com a coordenadora aqui do Museu da Água, né, Museu Interativo da Água, a Cláudia Toniete vai passar algumas informações. Seja muito bem-vinda, Cláudia. Bom, primeiro, né, o objetivo dessa visitação, objetivo dessa conscientização também. Olá. Eh, nós estamos aqui no Museu Interativo da Água, né? É um espaço da SANASA, eh, gestão é da SANASA e ele é voltado paraa educação ambiental, eh, temática, né? O nosso tema aqui é água, nosso tema principal. A gente fala de educação mental de uma forma eh geral, né? Mas o museu ele ele discute o tema água em diversos contextos, né? E a gente tá participando da da semana do meio ambiente, porque também o museu está dentro do Centro de Educação Ambiental, né, do Centro de Conhecimento da Água. E nós temos atividades hoje na parte a semana toda, né, essa semana e a próxima semana. Nós temos atividades vinculadas a à semana do meio ambiente e temos visitas são de manhã e à tarde, né? Então nós temos as visitas das escolas que estão agendadas para as duas semanas. Eh, a visita ela é interativa, né? Eles aqui a gente eh faz todo um um acolhimento dos grupos. A gente conversa sobre a questão da água, a gente conversa sobre a educação ambiental, as instalações são interativas, então a os visitantes participam, eles conversam, eles são acompanhados pelos monitores e de uma forma geral eles ficam eh bem satisfeito com a visita e saem daqui assim eh sensibilizados com a importância que a água tem na nossa vida, né? Cláudia, quais são os principais pontos, né? a gente percebe que desde a entrada já tem uma movimentação, já tem esse espaço interativo. Então, assim, eh, descreva, né, um pouquinho detalhadamente do que, eh, o que esses alunos vão encontrar aqui, o professor também, o que contribui, né, para pra vida, assim, fora também daquele espaço escolar. Eh, na chegada a gente já mostra eh a gente já tem dioramas que mostram como que a como que a água é captada, né? a gente fala da captação da água, do tratamento, da forma que ela é distribuída, eh, e depois que é utilizada pelas pessoas, por nós, como que ela é tratada e e devolvida novamente pro pro rio, né? Então, a gente fala desse ciclo da água e depois a gente começa a falar da água em vários eixos temáticos. Então, a gente fala da água como com transporte, da água com a energia, da água, do ciclo da água, né? Eh, da importância da chuva. A gente conversa também como que a chuva faz parte de do ciclo, como que ela é importante, né? Nós falamos assim dos dos desastres eh naturais que acontecem e que envolvem a água. A gente dá fala da água como lazer, então a gente eh ele é diversificado, né? e é bem amplo da da das diversas formas que a gente tem de nos relacionarmos com a água, né? Além da gente reforçar a questão do uso adequado da água, do uso racional consciente, né? Então isso também é um ponto que a gente conversa bastante com os visitantes e que eh a gente tira bastante dúvidas, a gente orienta e com certeza eles saem daqui e levam para casa todas essas orientações que a gente conversa aqui, tá? E Cláudia, só pra gente então recapitular quais são os horários, né, do período da tarde dessa visitação e o horário de funcionamento aqui do Museu Interativo. Olha, o museu e a visita é agendada, né, e ela é guiada também. Nós temos uma visita às 8:30 e temos uma visita que começa à 1:30, tá? As visitas agora, dia 1eo do6, nós vamos abrir a agenda do museu para o segundo semestre, tá? Então, as pessoas que tiverem interessada, as escolas, as famílias, as organizações, os equipamentos, os grupos constituídos, podem enviar pra gente eh a solicitação, um formulário que encontra no site da Sanasa, tá? E é encaminhado pro eail cca.com.br. E a partir do dia primeiro nós estamos agendando o segundo semestre das visitas, tá bom? Tá certo, Cláudia? E olha só, Gabriel, para você aí de casa, a gente inclusive conversou com alguns alunos e eles falaram um pouquinho do que acharam, né, do que presenciaram aqui no museu. Vamos conferir. E o que que você tá achando aqui do Museu Interativo de Água? Eu tô achando muito diferente. É uma, é algo que eu acho que eu recomendo para muitas pessoas e outras escolas fazer com os outros alunos, porque é uma sensação inexplicável. Muita gente vai achar que é besteira, mas eu mesma achei. Mas aqui é um lugar mágico, encantador, que eu não tenho nem explicação para esse lugar. Qual foi o momento mais legal para você? Eu acho que o momento mais legal foi o da ilusão de ótica na cabine, porque foi um lugar completamente diferente para mim que eu não imaginava. Bugou minha mente. Vale, vale muito a pena, gente. Vocês, quando vocês tiver a oportunidade de vir, vale muito a pena. Só venham. O que você acha da semana do meio ambiente? Por que que é tão importante? Ah, sobre a conscientização. E aqui no museu você aprendeu um pouquinho sobre isso também, né? Sim. Eu acho importante a gente preservar natureza, meio ambiente. A gente tem que cuidar do lugar que a gente vive, é grama, água, para que a gente possa viver num ambiente melhor. Eu tá sendo mágico. Muito legal. Muito legal mesmo. Muito, muito mágico. Legal. Nossa, sem palavras assim, pode escrever. A ilusão de ótica é muito legal, eu gostei muito, eu me inspirei nela. Eu sou professor interlocutor de educação ambiental, né? Então, um pouquinho do meu papel é trazer e fazer uma ponte entre os nossos dicentes e os nossos colegas de trabalho lá e envolvendo todo o corpo, toda a equipe para trazer essa educação pra sala de aula e também nos estudos de meio, né, que estamos aqui nesse momento fazendo um deles, né, viu só, Gabriel? O pessoal ficou realmente entusiasmado aqui com tudo que eles viram. Realmente é um momento, né, um momento externo que sai um pouquinho fora ali da escola, da sala de aula e esse pessoal pode também interagir melhor aqui no museu, né, Cláudia? Agora, então passa pra gente o endereço, né, quem tiver interesse também de conhecer esse espaço. O Museu Interativo da Água fica localizado no Centro de Conhecimento da Água da SANASA, rua Visconde de Congonhas do Campo, 567, Parque São Martinho. E é interessante, importante as pessoas conhecer esse espaço, né? muito importante, vale a pena, não vão se arrepender. Cláudia, muito obrigada pela sua participação. E olha só, Gabriel, a gente vai recapitular um pouquinho falando então da semana, né, do meio ambiente. Esse aqui o Museu Interativo da Água, um dos pontos que acontece então essas atividades, mas outros locais também, né, vão receber o pessoal para se conscientizar, ter essa conhecer, né, fazer parte aí dessa importância, desse tema sobre sustentabilidade. Então, na prefeitura, o Passo Municipal tem atividade também na Mata Santa Genebra, na Alagoa do Taquaral, na Unicamp. Toda essa programação que vai até o dia 5 de junho está disponível no site da prefeituracampinas.sp.gov.br. br. Lá tem todas as informações, dias, né, horários, os locais, tudo é explicadinho lá no portal da prefeitura para você que tem interesse também em fazer parte e conhecer um pouquinho e participar das mais de 130 ações, atividades aqui na cidade de Campinas. Eu volto com você no estúdio, Gabriel. Ah, muito bacana. Bela iniciativa. Muito obrigado, Cassene Alves e também a Cláudia Toniete, que é a responsável pelo Museu da Água por todas as informações. E a gente segue aqui com as notícias da Metrópole, porque a prefeitura de Campinas assinou a ordem de serviço para uma das principais obras de mobilidade da região central, a troca do asfalto por concreto no corredor do BRT. A intervenção faz parte do pacote de investimentos para modernizar o transporte público e preparar o centro para a circulação definitiva dos veículos do sistema. A obra do corredor central do BRT faz parte do pacote de investimentos para a modernização do transporte público no centro. A ordem de serviço foi assinada pelo prefeito Dário Saad nesta quarta. A mudança será feita em mais de 4 km do corredor central do BRT. O asfalto das faixas exclusivas dos ônibus será retirado e substituído por concreto. A obra tem como pontos de partida o terminal central, passando por importantes avenidas aqui de Campinas, como a Morais Sales, Orozimo, Maia e também a avenida Anchieta, bem aqui na região da prefeitura. Nesses locais será feita a adequação e recuperação do pavimento para a circulação dos ônibus do BRT. É uma obra importante. Você vai colocar pavimento rígido em mais de 4 km no centro. Eh, principalmente na no final da Avenida Ancheta, no próximo ao cruzamento com a Orozimbo Maia, que é um local que tem um um solo eh eh um solo muito úmido e que sempre dá problema. Mas fora essa questão desse lugar específico que a gente vai resolver com esse pavimento rígido, ele vai eh permitir que o o BRT entre na na no centro da cidade, melhore a locomoção de ônibus grandes no centro. Então isso é fundamental eh para que a gente possa avançar na requalificação do centro e também melhorar a mobilidade urbana. O novo concreto tem vida útil, estimada entre 20 e 30 anos e é considerado mais adequado para corredores de transporte pesado. Segundo o secretário de infraestrutura, a obra será realizada em duas etapas por causa do trânsito intenso na região central. Nós dividimos essa essa obra em duas etapas pela complexidade de fazer isso numa região como essa, que tem um trânsito intenso de ônibus convencionais, de veículos e tudo mais. Então essa primeira etapa que tá sendo hoje assinada ao de serviço vai ser a execução do pavimento de concreto nesses 4 km que o corredor BRT vai passar. E já vamos fazer isso também dentro do terminal central. Isso faz com que a gente elimine a necessidade de fazer pavimento rígido na segunda etapa. Então vai explicar tudo pronto. A outra etapa diz respeito à construção das estações e da adequação final do terminal central. essa etapa, nós estamos nesse momento contratando os projetos executivos, faz parte do mesmo pacote de obras daqueles 54 milhões. E na sequência nós vamos licitar os projetos já com executivos já prontos, nós vamos fazer a consecução deles e licitar as obras. Então vai ter na sequência a construção das quatro estações e a reforma definitiva do terminal central. Isso completa o projeto BRT desses corredores Campo Grande, Ouro Verde, como foi explicado pelo Vinícius, presidente da INDEC, que isso foi uma demanda que oriunda, né, depois que o BRT ficou pronto das pessoas poderem circular pela região central ainda dentro do ônibus BRT, sem precisar fazer nenhum tipo de de integração, etc. A previsão é que os trabalhos comecem nos próximos 15 dias. Nós estimamos o total em torno de uns 2 anos e meio para ficar tudo pronto. Essa primeira etapa são 17 meses, mas simultaneamente nós já vamos fazer a outra licitação. Então a gente espera já começar também a construção das estações. As estações, embora são padronizadas, porque elas vão ter o mesmo padrão das demais 36 estações que o BRT tem, mas é uma obra. Cada estação é como você construir uma pequena casa num local complicado da cidade. Então nós vamos fazer isso com muita cautela para tentar não transtornar muito a vida do dia a dia das pessoas, né, que circulam por essa região. De acordo com o presidente da INDEC, a expectativa da prefeitura é melhorar a mobilidade urbana e preparar a região central para a circulação definitiva dos ônibus do BRT. Aqui na região central, nós vamos fazer os desvios necessários, avisar a população com antecedência, pedir para que as pessoas evitem em alguns momentos alguns horários da região central, mas isso vai melhorar muito, essa obra vai trazer um impacto muito positivo, né, depois de pronto aí é um prazo, né, razoável aí de 24 meses aproximadamente, como o Barreiro disse, e vai trazer muitas melhorias, principalmente para o transporte público e com certeza vai tirar carro da região central no futuro, porque as pessoas vão voltar a utilizar o transporte público, trazendo mais eficiência para o transporte público. Os recursos vem de um pacote maior de obras do PAC voltadas ao BRT na região central. O investimento total supera R 54 milhões deais. O presidente da Câmara de Campinas afirma que o legislativo deve acompanhar atentamente a execução dos trabalhos. Eu acho que toda a iniciativa que vem do governo federal de apoiar investimentos de infraestrutura para melhorar a as condições de trânsito, de mobilidade da cidade são importantes. O papel da Câmara, obviamente, é fiscalizar isso, né? Nós temos uma obrigação de acompanhar todas as ações que o executivo desenvolve. A Câmara tem sido muito cobrada com relação ao transporte público, né? Hoje nós vivemos um momento difícil na cidade, né? devido à precariedade do do sistema existente. Estamos numa expectativa grande de finalizar esse processo de licitação, né, para que o novo modelo de transporte, inclusive seja eh integralmente implantado com o BRT, funcionando funcionando na sua plenitude. E obviamente essas essa obra, essa intervenção na área central vai melhorar muito, né? Primeiro a mobilidade, a segurança, a fluidez, vai facilitar a vida dos passageiros. não tem que desembarcar numa estação, depois pegar outro ônibus ou andar para tem para vir pra área central. Eh, deve melhorar o trânsito também. É claro que isso vai trazer benefício. A nossa preocupação é que o usuário de transporte público seja contemplado, que ele tem um serviço de qualidade, com segurança, com conforto e que também as pessoas que circulam, os veículos, né, que circulam por aí também eh possam fazê-lo com facilidade. Meiodia, mais 23 minutos. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Vamos com as notícias do legislativo, porque ontem foi dia da 32ª reunião ordinária. Os vereadores se reuniram para discutir e votar 15 projetos que estavam na pauta. O André Aranha acompanhou tudo e traz agora as informações. Seja bem-vindo e boa tarde, André. Bom, é isso aí, Gabriel. Boa tarde para você. Boa tarde para todo mundo acompanhando Câmara Notícia. Ontem, durante a 32ª reunião ordinária, havia 15 projetos na pauta, 14 foram aprovados, um que era justamente o da vereadora Mariana Conte, não deu tempo de votar por falta de quórum. um dos projetos que foram aprovados de autoria do executivo que era a lei complementar que autorizou a doação de móveis públicos municipais ao governo do estado de São Paulo para a instalação da sede do DE2 em Campinas. Conversei com o vereador Nick Schneider durante o intervalo regimental e ele falou a respeito. Acompanhe. Nós já temos uma legislação aprovada, uma lei aprovada de doação de uma área pública municipal para o estado com o objetivo de implantar uma nova sede para o de2, um órgão da polícia civil que funciona em Campinas hoje. Veja, essa lei passou pela procuradoria do estado e ali na lei previa 5 anos paraa implantação do de pra construção, fazer toda a implantação e a procuradoria do estado não aceitou por causa desse prazo. houve incompatibilidade jurídica. Por isso, nós estamos votando hoje uma alteração que retire exatamente essa questão do prazo para que siga o processo na procuradoria do estado e que se implante essa o de inter, a sede de inter na cidade de Campinas. Bom, então a questão é referente a esse prazo de 5 anos, né, vereador? Isso. O foco dessa lei que nós vamos votar hoje é uma lei complementar que muda a lei original, a lei que nós já temos aprovada, retirando essa questão do prazo para poder seguir na procuradoria do estado para que o estado receba a área e a partir daí eh transmite com os projetos, com a implantação e a construção dessa sede que vai funcionar na cidade de Campinas. Aliás, esse é o objetivo, esse é o motivo da doação da área por parte da prefeitura. Também conversei com o vereador Paulo Hadad, que é o líder de governo na Câmara, sobre um projeto de autoria do executivo sobre uma UBS no Jardim Chapadão. Ele falou a respeito, acompanhe. É uma luta muito antiga, né, do mandato, do meu mandato, do mandato do vereador Paulo Hadad. São quase 10 anos de luta. Os moradores do Jardim Chapadão, eles estão envelhecendo, perdendo seu poder aquisitivo, muitos deles perdendo plano de saúde e migrando pra rede pública de saúde. Eu no governo Jonas, eu estive com o Vanderlle de Almeida, o Vandão, para que a gente pudesse fazer uma visita numa área na rua Cônigo Manuel Garcia, ali para baixo, um pouquinho do Marechal Mané, uma área de praça, eh, que pudesse ser instalado uma unidade básica de saúde, uma área de 5600 m². Houve toda uma articulação com o governo, Secretaria Municipal de Saúde, comigo Manuel Garcia com Monte Liba, né? Uma esquina. Houve toda uma articulação com a Secretaria Municipal de Saúde, Secretaria do Verde, também a Secretaria de Justiça. Votamos a primeira votação na segunda-feira passada e hoje estamos votando mérito. São 5600 m² por uma população de mais de 20.000 1 moradores. Isso vai de alguma forma tirar um pouco peso do posto de saúde do Jardim Garcia, do Jardim Olina, do Gonabara, parte do centro, Botafogo, enfim. Então é uma uma região que vai atender Botafogo, novo novo Botafogo, Jardim Chapadão, Parque Quarto Centenário, enfim, é algo que se faz necessário. Então hoje votamos a desafetação e destinação dessa área. Já estamos trabalhando já com o projeto executivo de um posto de saúde de 1000 m², com toda a infraestrutura, estacionamento, toda a área, né, de de atendimento. Serão quatro equipes da família hoje, eh, com quase 100 funcionários que serão, é, destinados àquela região. Então, cria-se, né, mais oportunidades de vaga de emprego, né, dentro da área de saúde. São assim, existe um orçamento, né, uma obra orçada em mais de 5 milhões. já está correndo ou estamos já conversando com deputados federais pra gente consiga essa verba ou que venha a verba do PAC, o PAC saúde também, que tem feito muito aqui pra cidade de Campinas, que possa ser colocada no nosso cronograma de obras para que a gente tenha essa unidade básica de saúde é instalada no Jardim Chapadão. Bom, Gabriel, lembrando que quem não pôde acompanhar a reunião ordinária pode assistir no YouTube da TV Câmara Campinas. Lembrando que a próxima reunião, a 33ª será na próxima segunda-feira. Eu volto com você, Gabriel Castro. Muito obrigado, André Aranha, pelas informações. A gente segue aqui com as notícias do Legislativo, porque a Comissão Permanente de Meio Ambiente aqui da Câmara realizou uma reunião para debater como as propostas da COP 30 podem virar ações locais de adaptação e políticas ambientais. O encontro reuniu especialistas e representantes do poder público para debater sustentabilidade, adaptação climática e políticas ambientais para Campinas. A proposta foi aproximar da realidade do município os debates da COP 30, discutindo os impactos das mudanças climáticas e os desafios enfrentados pelas cidades. Participaram da reunião representantes da Secretaria do Clima de Campinas, pesquisadores da Unicamp e especialistas em meio ambiente. É importante a Unicamp ter participado da COP 30 e estar aqui hoje presencialmente relatando qual foi o resultado dessa visita à COP 30, da secretaria do clima e meio ambiente também que estiver esteve lá e da ANAM através da André Estojo. Eh, o aquecimento global, os problemas climáticos Rub acontecem na cidade, é gerado na cidade, o lixo gerado na cidade, o transporte gerado na cidade, as poluição gerado na cidade e, portanto, as soluções têm que acontecer nas cidades, né? daí a importância da Câmara Municipal que representa a cidade debater esse assunto, trazendo autoridades onde podem possam criar políticas públicas para combater o o problema climático e a universidade junto, porque a universidade estuda o assunto. Entre os temas abordados estiveram a adaptação climática urbana, políticas públicas alinhadas e agendas globais, justiça climática e impactos em populações vulneráveis. Também foram debatidos educação ambiental, engajamento social, financiamento climático municipal e o papel das mulheres no clima e biodiversidade. O vereador Wagner Romão, membro da comissão, destacou a necessidade de avançar em soluções para o manejo de resíduos nos municípios com ações que possam contribuir para a redução dos impactos ambientais. A gente tem uma preocupação realmente muito grande com relação a isso. A gente entende que Campinas pode ousar muito mais que talvez uma parcela daquilo que hoje é investido no aterro sanitário em Paulíia se fosse revertida para cooperativas de catadores e catadoras, eh processos de reciclagem que que possam ser realmente ligados à aquilo que o vereador Abico sempre chama atenção, que é a questão da educação ambiental, né? como separar os resíduos. A gente entende que a que Campinas poderia avançar muito mais em termos dessa política, né, que tá muito espalhada na prefeitura, né, tem acho que três secretarias pelo menos que lidam com o tema. Então eu queria fazer um pouco desse dessa parte nossa aqui, né, vereador, de eh encaminhar problemas esperando soluções. O diretor de sustentabilidade da Unicamp ressaltou a importância das universidades na produção de pesquisas e no apoio à construção de políticas públicas voltadas às questões climáticas. Porém, a gente acha, né, a gente tem construído um entendimento aí numa série de de debates que o papel que a ciência e em particular as instituições de ciência e tecnologia t um papel diminuto na política de implementação e nos desdobramentos territoriais e locais dessas dessas políticas, né? Então, a gente tem trabalhado muito, muito decisivamente, né, no âmbito da Unicamp e em articulação com outras em outras universidades, a construção de uma agenda de que as universidades elas são importantes não apenas na leitura da natureza das mudanças climáticas e seus fenômenos, mas também como agentes principais da ação climática nas políticas de implementação, nos planos de mitigação e nos planos de adaptaçã né? Então, a Unicampa tem batido bastante nessa tecla de que nós temos um papel importante através do ensino da pesquisa em extensão em territorializar soluções, em produzir inovações e promover ações de territorialização dessa política de implementação das ações climáticas. Luís Abico salienta que, embora os debates sobre o clima aconteçam em âmbito internacional, é nas cidades que os impactos são sentidos diretamente pela população. É um tema diário, necessário, passa pela educação ambiental e como eu digo para você, e é a cidade que tem que resolver o problema. Não é o estado, nem o país, é a cidade. Cada cidade tem seu dever, tem sua lição de casa na geração do do lixo, na reciclagem do lixo, na no no transporte menos poluente, na no plantil de árvores, né? Enfim, a educação ambiental acontece na cidade, portanto a Câmara Municipal tem que debater esse assunto e quanto mais for debatido, mais é replicado esse tema dentro da cidade. Comissão de Educação e Esporte analisou o projeto que proíbe homenagens oficiais a pessoas condenadas por crime ediondo. A comissão de educação e esporte da Câmara Municipal de Campinas, que tem como presidente o vereador Benê Lima, realizou a quarta reunião ordinária do ano para discutir os pareceres de seis projetos de lei. Todos foram aprovados, inclusive um de autoria do próprio vereador Ben Lima, que proibia em Campinas a concessão de títulos honraria, homenagens ou outras formas de reconhecimento oficial pelo poder público municipal às pessoas condenadas por crimes e deondos. Câmara, ela não conceda eh nenhum tipo de honraria para qualquer pessoa que tenha cometido qualquer tipo de crime. Às vezes não não seja culpa do vereador, às vezes pode ser que passe batido. Então vai ter um trabalho aí pra Câmara para pesquisar a vida de todo homenageado que passa por essa casa, para que essa casa não conceda nenhum tipo de honraria para qualquer pessoa que tenha cometido qualquer tipo de crime. Aí também compuseram a mesa os vereadores Oto Alejandro e Vine Oliveira. Ainda de acordo com o vereador Benelima, o projeto de lei tem como proposta resguardar os valores da ética, da moralidade e da integridade na administração pública de Campinas. Essa casa, ela tem que dar o exemplo, né, obviamente. E esse projeto visa isso, da moralidade, mais moralidade para casa. Isso sim. A reunião também contou com uma palestra sobre inteligência artificial. A principal ideia que eu quero passar aqui é que todos os nossos alunos hoje da rede pública, eles já utilizam a inteligência artificial. A diferença é que como profissionais e o que eu espero de vocês é que vocês capacitem os alunos aprendendo e condicionando eles a fazerem um uso consciente, porque a nossa próxima geração, se a gente não tomar cuidado com isso, eles basicamente se tornarão pessoas que escrevem, copiam e replicam. eles não agregam conhecimento. Então isso é uma defasagem absurda pros nossos alunos de hoje. O Vittor e veio apresentar a Ia na rede pública e achei bem interessante. Na verdade é é o presente, né? Eh todos nós hoje temos que lidar com o Aá. Para mim era o futuro, mas ele disse que a IA já está eh morrendo, mas ela nem chegou ainda no poder público, né? Então, é bem interessante aí eh que os alunos da rede pública eh saibam manusear a IA. Eh, como disse, não é tão fácil assim, é complexo, mas isso aí é uma coisa que eh a prefeitura pode dar um treinamento aí pros educadores da SAD. Não, ele falou um detalhe muito interessante que hoje quem falava fluente inglês, né, há 10 anos, hoje tem grandes empregos e o mesmo se aplica em inteligência artificial. Quem dominar num futuro próximo aí vai se dar bem, né, vereador? Segundo ele. Com certeza. Para mim a IA é o futuro, né? E ele falou que é o presente, realmente é o presidente. Todos nós já estamos aí lidando com a IA. Eh, agora cabe adaptar a rede pública, né? Tanto a saúde aqui de Campinas já usa Iá. Eh, agora nós precisamos implementar isso nas escolas municipais, mas não apenas implementar, ensinar os alunos e os professores a usarem, né, de forma adequada para que auxili no nos estudos da população, né, dos alunos da população de Campinas. Projeto de lei protocolado aqui na Câmara quer regulamentar os cuidados com os chamados animais comunitários, aqueles que vivem em espaços públicos ou privados e recebem ajuda de moradores e protetores independentes. A proposta prevê respaldo para ações como alimentação, vacinação, castração e abrigo, desde que autorizadas pelos responsáveis do local. O projeto de lei protocolado na Câmara de Campinas pelo vereador Gustavo Peta quer ampliar a proteção aos chamados animais comunitários, aqueles que vivem em áreas públicas ou nas dependências de órgãos públicos e privados e recebem cuidados da população. A proposta altera o Estatuto de Proteção, Defesa e Controle das populações de animais domésticos do município e prevê que os cuidados com alimentação, vacinação, castração e abrigo dos animais poderão ser feitos por pessoas autorizadas pela administração ou responsáveis pelo local. Os animais comunitários já fazem parte da rotina dos moradores de Campinas. O exemplo bem conhecido são essas casinhas instaladas aqui na Lagoa do Taquaral para os gatos que vivem aqui no local, oferecendo água, comida e também mais conforto para esses animais com a ajuda de protetores voluntários. Agora, esse projeto apresentado na Câmara Municipal visa oferecer mais segurança jurídica para os voluntários que ajudam nesse trabalho. Nós aprovamos recentemente aqui uma lei que foi até chamada de lei caramelo, que é uma lei que instituiu dentro do Estatuto de Defesa dos Direitos Animais a proteção aos animais comunitários. Os animais comunitários são aqueles animais que possuem mais de um tutor, né? Eles vivem numa determinada comunidade, são cuidados e acabam recebendo cuidados de várias pessoas. Essa emenda visa a responder uma dúvida que a prefeitura apresentou em relação ao projeto anterior relacionado aos órgãos públicos, né, sobre a responsabilidade dos órgãos públicos, porque a lei poderia passar a ideia de que qualquer pessoa poderia entrar dentro de uma escola para cuidar de um animal comunitário que vive no interior da escola. Então, nós colocamos emendas por respeito a essas eh limites, mas o esforço é reconhecer os direitos dos animais comunitários para que eles possam ser cuidados pelos seus tutores, sem intervenções externas, sem muitas vezes a própria prefeitura atrapalhar que isso ocorra. Então é uma lei bem importante apoiada pelas entidades que protegem, que defendem os animais da cidade. O vereador também destaca que a proposta não cria obrigação para o poder público, nem para condomínios ou estabelecimentos privados. A adesão ao modelo de cuidado seguirá sendo facultativa. Porque é o seguinte, na a lei anterior que foi aprovada já, ela prevê o respeito aos tutores que cuidem desses animais comunitários. Então, por exemplo, nós temos lá animais comunitários que são cuidados numa determinada rua, vive numa determinada rua, um cachorro. A prefeitura não pode, a CETEC, por uma questão de uso de direito do solo, retirar vasilhames, retirar, não pode mais, porque isso precisa ser respeitado enquanto um direito daquele animal comunitário ser cuidado pelos seus tutores. Mas, por exemplo, numa escola em que vive um animal comunitário que convive lá, não é qualquer cidadão que pode entrar dentro da escola por pela justificativa de cuidar do animal. haverá de ter que ter autorização da escola para que isso ocorra. Então, foi só esse acerto para garantir, evidentemente, que nenhum cidadão ache que por conta disso poderá entrar numa escola privada ou num clube privado, mesmo a gente sabendo da importância dos cuidados com os animais comunitários. Tutores de pets em Campinas estão com dificuldades para conseguir a vacina V8 na rede pública. Diante desta situação, o vereador Hermínio Monteiro protocolou um requerimento pedindo explicações da prefeitura sobre a retomada do serviço. A solicitação de informações à prefeitura foi motivada por reclamações frequentes da população, conforme explica o vereador Hermínio Monteiro, autor do requerimento. Denúncias apontam que os consultórios veterinários móveis da cidade estariam sem imunizante há mais de 90 dias. Estou sendo procurado por muitas e muitas pessoas que já há mais de 3 meses não tem mais essa vacina. E é preocupante por quê? Porque é uma vacina de extrema importância que pode cuidar da saúde, cuida da saúde dos animais, evitando que tenha outras doenças mais eh infecciosas. E nesse momento eu até eh falei com algumas pessoas da prefeitura, mas eu fiz aí o o requerimento, que é o caminho mais correto e é o documento onde a gente pode obter a resposta de forma eh mais correta, né? A vacina V8 é polivalente e fundamental para proteger os cães contra diversas doenças graves, além de evitar a transmissão de zonoses para os humanos. Diante do cenário preocupante, o vereador cobra um posicionamento sobre a retomada do serviço na rede pública móvel. É preocupante por quê? porque a saúde dos pets estão em jogo e 3 meses já um bom tempo. Então esse requerimento é para saber qual o motivo de tanto atraso, quando que vai ter uma resposta definitiva em relação ao à vacina V8, quando que vai ter nas clínicas veterinária e quando poderemos contar com esses com esses medicamentos para cuidar da saúde dos pets. Então essa é a minha função como vereador, fazer o requerimento de formação, ficar eh cobrando constantemente para que realmente eh tenha de volta e essas vacinas e possa atender a população nas clínicas veterinária móvel que fica em toda a nossa cidade. A Anvisa aprovou em abril deste ano o uso do Monjaro para o tratamento do diabetes tipo 2 em crianças e adolescentes. Tema que você acompanha no quadro Saúde Agora com Cassi Alves. [música] Olá, saúde agora começando. Hoje vamos falar sobre a liberação do Monjaro para o tratamento do diabetes tipo 2 em crianças e adolescentes. Vamos entender o que muda com essa ampliação e quais os cuidados fundamentais para os pacientes nessa fase. Convidamos a Dout. Maria Edna de Melo. Ela que é endocrinologista da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia Regional, São Paulo. Seja muito bem-vinda, doutora. Olá, obrigada pelo convite, a oportunidade de falar sobre tema. Bom, doutora, nós que agradecemos a sua participação. Um tema bastante, né, importante, já que falamos muito sobre as essas canetas emagrecedoras e agora essa liberação da Anvisa, né, do Monjar para crianças e adolescentes. Bom, pra gente começar, então, qual a faixa etária exatamente, né, que a Anvisa liberou aí esse tratamento e quem pode usar, existe alguma contraindicação e somente nos casos de diabetes tipo dois? É isso? Isso. Diabetes tipo um é caracterizado pela deficiência de insulina, então o tratamento é insulinoterapia. Já o diabetes tipo dois, que era uma doença que acontecia mais em pessoas eh depois dos 40 anos, a gente viu ao longo dos anos com o a progressão dos números de obesidade que esses casos a vão acontecendo cada vez eh em pessoas mais jovens, inclusive em crianças e adolescentes. a idade, né, aprovada, né, e talvez isso seja uma grande diferença, é que eles ele foi aprovado a partir dos 10 anos de idade, que o estudo avaliou crianças e adolescentes a partir de 10 anos de idade. E a o mecanismo de ação é melhorar a produção de insulina. E essa medicação, todo mundo sabe, leva a perda de peso. E com isso a gente tem também uma melhora da ação da insulina e levando a um controle glicêmico excepcional desses pacientes, né, com a redução da hemoglobina glicada, que é aquele aquela dosagem eh que a gente faz para monitorar a glicemia de mais de dois pontos percentuais, que é uma redução multignificativa, certo? Então, existe já um estudo clínico que eh comprovou que essa idade, né, nessa faixa etá e com uso desse medicamento, houve então essas reduções. É isso. E e a aprovação dessa ampliação foi baseada nesse estudo clínico e e é sempre assim, sempre quem avisa vai aprovar. ela pega um estudo clínico, ela avalia se aquele estudo clínico foi bem desenhado, se ele foi bem feito, se aquela informação ela é realmente factível para poder aprovar com segurança e também com demonstração de eficácia, né? Então, sim, teve esse estudo. Eh, a as crianças e adolescentes, eles têm os efeitos colaterais muito parecidos com os adultos, que geralmente são efeitos gastrointestinais, como náusea, eh, vômito, diarreia e constipação também pode acontecer. O que a gente vê nos estudos e também na nossa prática é que a frequência desses eventos ela é maior em crianças e adolescentes, né? Então não é que eles são mais intensos, mas eles acabam tendo uma frequência maior desses efeitos colaterais, certo? E doutora, quando é feito então essa recomendação, né, para tem alguma contraindicação também para esse paciente? que vocês avaliam também outros, né, outras questões com com exames para saber se esse paciente ele pode ou não utilizar esse tratamento com Monjaro. Esses medicamentos eles são muito seguros hoje, né? Então as contraindicações elas são elas são mínimas, né? Então assim, eh, gravidez, que é algo que a gente não deve se preocupar, embora possa acontecer nessa faixa etária, mas eh é uma é uma contraindicação. Outro aspecto que a gente vai avaliar é o se aquela se aquela criança, se aquela aquele adolescente já tem, por exemplo, um refluxo gastroesfágico, porque esses medicamentos eles seguram mais a comida no estômago, isso pode eh se intensificar com o uso da medicação. Então, não é uma contraindicação absoluta, mas é um ponto de atenção na hora de prescrever e fazer progressão de dose, porque esses medicamentos a gente não começa com a dose cheia, né? Então a gente começa com dose baixa e vai progredindo conforme a eficácia e principalmente com a tolerabilidade do paciente, certo? E no caso, doutora, ele não substitui nenhum outro tratamento. Um paciente que ele já está, né, em tratamento aí do diabetes tipo 2 e vai fazer essa troca, né, desse tratamento, como que funciona nesse sentido? Ele substitui ou ele vai reduzindo aos poucos o tratamento convencional aí do diabetes? esses esse eh o o tratamento padrão, né, do diabetes tipo 2 nessa faixa etária era geralmente metiformina. E quando não respondia com metiformina a partir dos 10 anos também, aí a gente começava já insulina porque os outros medicamentos orais eles não são não foram estudados nessa faixa etária, né? Eh, mas e mais recentemente, então, a gente tem a chegada desses análogos que tem essa a classe dessa dessa medicação, ela acaba eh levando a uma perda de peso significativa e essa perda de peso significativa leva a remissão do diabetes. Então a gente não só vai chegar no controle da doença, mas a gente vai chegar na remissão, ou seja, a glicemia, a hemoglobina glicada e todos os parâmetros glicêmicos, eles vão pra faixa de normalidade. Eh, mais de 80% dos casos de diabetes, tanto em adolescentes quanto em adultos, também tá relacionado com excesso de peso. Então isso fala pra gente que a gente que se uma medicação leva a uma perda de peso, essa medicação ela vai levar a um desfecho melhor nessa população, certo? E doutora, com essa mudança, né? Então, eh, você acredita que foi uma mudança, né, positiva para esses pacientes, né? Qual é o impacto então no sistema, né, de saúde, tanto na rede privada e também no Sistema Único de Saúde, com essa nova então aplicação para esses pacientes? Olha, isso é um ponto de atenção, porque a gente fala de evolução, eh, mas a gente sabe que esses medicamentos eles não estão disponíveis na rede pública, né? e são medicamentos que são muito caros e tem um um uma complicação, né, que é o número de pacientes que precisam desses medicamentos. Então, a gente tem muita gente que precisa e é um medicamento muito caro. Então, fica eh muito difícil incorporar esses medicamentos na rede pública, mesmo no setor privado, né? O paciente, às vezes ele pode passar numa consulta, mas nem sempre ele vai poder comprar a medicação. Então a gente tem aí um desafio muito grande que é o desafio de de fazer com que essa medicação chegue, porque uma coisa, é, tá, a medicação existir, outra coisa é a medicação ser estudada, ser aprovada e outra coisa é ela chegar para quem realmente precisa. E aí eu acho que esse é o desafio eh da gente como sociedade como um todo, de identificar os pacientes que mais precisam dessas medicações, já que a gente sabe que não vai ser possível prescre eh eh disponibilizar essas medicações para todo mundo, né? Nenhum país do mundo faz isso. Imagino que que a gente seria o primeiro. A gente bem que poderia, a gente bem que gostaria, mas a gente tem que ter essa noção de que é muita gente e é muito caro. E aí a gente precisa identificar quais são os pacientes que mais se beneficiam para pelo menos para esses a gente já deixar disponível. Perfeito, doutora. E é bom a gente também, né, fazer esse alerta, né, eh, salientando que esse medicamento, né, com prescrição, como todos os outros, né, que é preciso procurar o especialista para poder ter essa recomendação, né, e lembrando que a gente não tá falando sobre a questão de emagrecimento, né, como é bem visto aí esse medicamento, mas sim num tratamento de diabetes tipo 2, que precisa sim ter esse acompanhamento especializado. né? Sim. E até porque são medicações para uso crônico, então não adianta comprar um mês de tratamento, comprar dois meses de tratamento e fazer interromper, porque o medicamento ele deixa de fazer efeito, porque ele vai deixar desistir na circulação e todos os benefícios que foram conseguidos vão acabar eh sumindo porque o peso volta. Então, e além disso, a frustração volta maior, né? Então, a gente tem uma agravante também de que, ah, agora eu vou vou fazer para eh fazer vou para dar um ou para fazer um empurrãozinho e depois eu consigo. Dependendo do paciente, isso é extremamente danoso, porque se é um paciente hiperfágico, que tem muita fome e que responde muito bem a medicação e depois você vai precisar interromper porque você não pode pagar, então isso é é gera uma frustração, gera uma insatisfação. E aí, enquanto essas pessoas estão eh psicologicamente abaladas, elas vão comer mais, então a gente acaba tendo um resultado pior. Tá certo? Então, Dra. Maria, muito obrigada pela sua participação, por compartilhar e tirar essas dúvidas, né, em relação a esse medicamento que muito tem se falado, mas agora que tem essa diferença aí por conta desse tratamento. Então, mais uma vez quero agradecer a sua participação aqui no Saúde Agora. Obrigada, até uma próxima. Muito obrigada, doutora. Bom, o saúde agora fica por aqui. Nós temos um encontro marcado na próxima edição. Eu espero por você. Até lá. [música] Para amanhã, sexta-feira, o tempo segue aberto com o sol aparecendo entre nuvens e não deve chover. A temperatura segue baixa para a madrugada e para amanhã. Ao longo do dia sobe um pouco. Olha só, as temperaturas já estão aqui na minha tela. Então, sexta-feira chegando com mínima de 13º. Então, você que acorda cedinho vai ter que tirar aquele agasalho, aquele casaco um pouquinho mais pesado. Ao longo do dia, com a presença do sol, os termômetros podem chegar aos 24º na cidade de Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação e nos vemos amanhã na sexta-feira. Até lá. Ciao. Ciao. [música] [música] เฮ [música]