Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não
passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.
Parlamento Metropolitano realiza a quarta reunião, conta com a participação do deputado federal Guilherme de Rit debates segurança pública na região de Campinas. Palestra Circuito reforma tributária em 360º é tema da quinta reunião ordinária da Comissão de Economia e Defesa dos Direitos do Consumidor. Vereador cobre esclarecimentos da prefeitura pós descarte regular de resíduos sólidos em área verde com nascentes no distrito de Barão Geraldo. Olá, boa tarde. Semana começando. Segunda-feira. 29 de junho de 2026. Inicia agora o jornal Câmara Notícia. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência e participe, mande a sua mensagem para o número do nosso WhatsApp. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região já sabe, né? Pode ir direto, o número aparece aqui embaixo da sua tela, é o 97829377 ou você pode mandar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal, apontando a câmera do seu celular para o Qcode. A gente abre a edição de hoje com as notícias da Metrópole e falando sobre emprego é sempre bom, né? Vamos acompanhar agora as vagas do Centro Público de Apoio ao Trabalhador de Campinas. Entre as vagas disponíveis no CEPAT a para agente de fiscalização ambiental, ajudante de carga e descarga de mercadoria, ajudante de cozinha, ajudante de obras, aplicador de asfalto e impermeabilizante, armador de ferragens, bombeiro hidráulico, chapista de lanchonete, chapeiro, cozinheiro de restaurante, cumim. Eletricista de instalações, empregada doméstica nos serviços gerais, estoquista, frentista, inspetor de qualidade, monitor de câmeras de segurança, pizzaiolo, servente de limpeza, técnico em eletrônica. Para conferir todas as vagas é só acessar o site cepat.campinas.sp.gov.br. br. Lembrando que o atendimento presencial é realizado mediante agendamento prévio através do portal cidadalcentil.campinas.sp.gov.br. A unidade centro do CEPAT fica na Avenida Campo Sales 427 e atende de segunda a sexta-feira das 7:30 da manhã às 4:30 da tarde. A unidade do Ouro Verde fica na rua Armando Frederico Ringanesque 61. no Jardim Cristina, dentro do Ortoshopping. O atendimento é de segunda a sexta-feira, das 8 da manhã às 4 da tarde e a unidade do Campo Grande, na rua Manuel Machado Pereira 902, em frente à Praça da Concórdia. Multirão reuniu cerca de 150 pessoas para revitalizar a fachada da escola estadual de Brando Siqueira, com pinturas inspiradas nas ideias dos próprios alunos. Sou Cristiane Stefanelli, gestora da Fundação Educar. A Fundação Educar 36 anos acredita nas juventudes e o projeto Academia Educar, em parceria com as escolas públicas de Campinas trabalha o protagonismo, a liderança juvenil e o exercício da cidadania. Por isso, nós estamos hoje na escola Ideebrando Siqueira, uma escola escolhida pelos jovens aqui do projeto, eh, para que recebesse o Oasis Educar. O oasis é um mutirão voluntário, onde a gente convida, mobiliza toda a comunidade escolar para realizar um sonho comum da escola, né, de todas as pessoas que estão no dia a dia da escola. Os jovens da Academia Educar fizeram um exercício de escuta de toda a escola para saber que sonho é esse que a gente pode construir todo mundo junto. E nós estamos aqui realizando Mão na Massa, pós escuta, pósmobilização de recursos, eh desde cedo aqui com muitos voluntários, cerca de 150 pessoas para transformar a fachada da escola e o Debrando Siqueiro. Uma escola que tem buscado e garantir o direito de aprender, né? não só na na matemática, português, né, geografia, mas também a educação integral tem sido o foco dessa escola. E a gente não pode deixar de falar da convivência. Aqui é um ambiente de socialização, de convivência e de aprender sobre cidadania na própria cidadania. Hora das notícias do legislativo. A segurança pública e a integração entre os municípios da nossa região estiveram no centro dos debates em Valinhos. A cidade sediou a quarta reunião do Parlamento da Região Metropolitana de Campinas, que reuniu vereadores de 20 cidades. O deputado federal Guilherme Derrite discutiu as recentes mudanças nas leis de combate ao crime organizado. O parlamento da região metropolitana de Campinas realizou em Valinhos a quarta reunião do ano. O encontro reuniu vereadores das 20 cidades que integram a região. Pois é, a reunião teve como destaque a participação do deputado federal Guilherme de Rit como assunto principal a segurança pública aqui na região metropolitana de Campinas. Uma alegria tá aqui novamente, né? Há poucos meses atrás estive aqui na Câmara Municipal de Valinhos e agora a convite dos vereadores da região metropolitana de Campinas participar desse encontro de presidentes, de vereadores e todas as câmaras municipais aqui da RMC. falar um pouco sobre segurança pública, a convite deles é um tema que eh preocupa muito a população brasileira. Então, vou ter oportunidade de falar o que eu vivenciei como policial na ponta da linha, trabalhando na rota, no corpo de bombeiros, oportunidade de falar na Câmara dos Deputados, as legislações que nós conseguimos avançar para combater o crime, combater o crime organizado e os três anos como secretário de segurança pública, principalmente na questão da integração com as polícias municipais. autor do projeto de lei antifacção, parlamentar apresentou as principais mudanças na legislação de combate ao crime organizado. Poder ouvir aqui quais são as principais demandas. Aqui é uma região eh exemplar no estado de São Paulo, né, região metropolitana de Campinas. Isso se deve muito à integração que foi potencializada na nossa gestão como secretário, fazendo com que as polícias municipais trabalhassem, estimulamos, né, que elas trabalhassem em conjunto aí com as com as polícias estaduais, a polícia militar e a polícia civil. Então aqui é uma região modelo, uma das regiões mais seguras do estado de São Paulo, mas claro, quando se trata de segurança pública, tem sempre desafios a serem enfrentados. Então, eh, além de falar um pouco da nossa experiência nessa nessas três áreas aí que eu mencionei, poder ouvir também dos vereadores quais são as demandas peculiares de cada município. O tema foi política de segurança, combate às facções e o crime organizado. O presidente do Parlamento Metropolitano e da Câmara de Campinas, o vereador Luiz Rossini, destaca a importância desse encontro. O parlamento já tinha escolhido esse tema, pautar esse tema sobre segurança, entender como é que tá a política nacional de segurança. E aí o convite feito ao deputado Guilherme Derrite já tinha sido externado antes, né? E esse é um tema que tá muito atual. Hoje, uma das grandes preocupações, demanda da população refere-se à segurança. E é importante ter alguém que já foi secretário de estado da segurança, que é deputado federal, que defende essa bandeira lá no Congresso Nacional, é vir aqui para atualizar as informações, né, passar quais são as ações que estão sendo adotadas do ponto de vista de segurança, não só do estado, mas da união também, e colocar as perspectivas, né? Eh, porque essas informações ajudam os vereadores também a levar o debate paraa sua cidade, paraas suas câmaras e pro Parlamento Metropolitano de Campinas. É uma honra receber o deputado Guilherme Derit eh nesse encontro também na pauta assuntos como saúde, mobilidade urbana e educação, com propostas que serão encaminhadas ao governo do estado de São Paulo em busca de soluções para os municípios da região metropolitana de Campinas. Nós sabemos que o Parlamento Metropolitano ele trata de assuntos específicos relativo às câmaras, né, as presidências de Câmara, Câmara de toda a região metropolitana. para nós aqui em Valpo, receber toda a essa estrutura, né, os presidentes, os vereadores, é uma honra, né? O vereador Luiz Cirilo, presidente da comissão para assuntos da região metropolitana de Campinas, também compareceu. A segurança pública é uma das principais demandas da sociedade, principalmente da região metropolitana de Campinas, onde nós temos eh um escoamento de mercadorias, nós temos um um uma ciclo de relacionamento entre as pessoas que exige e e é que essa demanda seja tratada com carinho e a segurança, como eu havia dito, é uma das grandes demandas. tira saúde, tirando educação, acaba sendo a principal dor do cidadão. E quando nós temos a oportunidade de ouvir eh eh um tema como esse, eu acho que é importante participar, colher informações e e ver se essa sinergia eh entre os municípios acaba de alguma maneira contribuindo para nós enviarmos ao governador que essa região possa ser tratada com carinho. Comissão de Educação e Esporte da Câmara analisa 15 projetos durante a quinta reunião. Entre os temas debatidos estão propostas voltadas à inclusão, empreendedorismo e conscientização sobre a paralisia cerebral. Sob a presidência do vereador Ben Lima, a Comissão Permanente de Educação e Esporte da Câmara Municipal de Campinas realizou a quinta reunião ordinária do ano. Os vereadores Carlinhos Camelô, Dr. Ianco e Roberto Alves também participaram dos trabalhos. Ao todo, 15 projetos de lei passaram pela análise do colegiado, entre eles o projeto de autoria do vereador Carmo Luiz, que denomina como Praça Edivaldo Pereira Franco, uma área pública do município. Presidente Benelima, aqui eu vou até fazer uma uma partezinha aqui, porque o Divaldo Pereira Franco foi um líder, né, espiritual na cidade da Bahia e ele tem a respeitabilidade de todas as religiões, porque ele tem a mansão do caminho lá, que ele ele cuida de muitas crianças. Então, realmente é um nome que vai trazer bastante luz aí pra cidade de Campinas. Meu respeito e admiração, Edivaldo Pereira Franco. Obrigado. Eh, vereador Carl. Ah, obrigado. Vereador Carlinhos Camelô. Favorável. Favorável, senhor presidente. Vereador Roberto Alves. Eu voto favorável também, senhor presidente. Aprovado o item 12 com quatro votos. O projeto de autoria do vereador Roberto Alves, que institui o programa Afroempreendedor em Campinas, também foi aprovado. A iniciativa prevê políticas públicas voltadas ao fortalecimento e ao crescimento sustentável de negócios administrados por afroempreendedores, ampliando oportunidades de geração e renda e inclusão econômica. Os vereadores também analisaram e aprovaram o projeto do vereador Guilherme Teixeira, que institui a semana municipal de conscientização sobre a paralisia cerebral. Gostaria de saber como voto vereador Carlinhos Camel. Acompanhe o relator, senhor presidente. Favorável. Vereador Roberto Alves. Senhor presidente e esse projeto é muito bom. Temos aqui nessa mesa o Dr. que pode falar melhor ainda, fala com propriedades e eu voto favorável. Parabenizo o o vereador Guilherme Teixeira e eh parabenizo Vossa Excelência por ter dado favorável a esse projeto e eu voto favorável também acompanhando o voto de Vossa Excelência. Obrigado, vereador. Eh, vereador Dr. Ianco. Sim, presidente. É realmente, né, conforme o vereador Roberto Alvos comentou, mesmo paralisia cerebral, né, é uma condição que requer muita atenção da sociedade. Então, parabenizo também o vereador Guilherme Teixeira pela semana aí, né, que que nos traz uma conscientização maior sobre a paralisia cerebral. E, obviamente, né, o meu voto é favorável, presidente. Bom, com quatro votos favoráveis, aprovado o item 14. A gente sempre fala que as comissões de trabalho são aquelas comissões que não deixam parar projetos aqui na casa e a sua é uma delas. Requerimento apresentado aqui na Câmara de Campinas pede informações da prefeitura sobre o despejo irregular de resíduos em uma área verde na cidade universitária, no distrito de Barão Geraldo. A nossa equipe e o vereador Wagner Romão foram ao local. É o Câmara nas ruas. Documento protocolado questiona se a prefeitura já identificou o despejo de um resíduo pastoso, escuro e com forte odor registrado na área localizada na rua Dr. Geraldo Campos Freire. Entre os pedidos estão informações sobre vistoria técnica, análises ambientais, eventual responsabilização dos envolvidos e medidas para a recuperação do espaço. É, eu recebi uma denúncia com fotografias de um descarte de um material irregular aqui, bem exatamente nessa rua ali, que fazia o contato com a água que vem das nascentes aqui de cima. era um líquido, uma coisa pastosa, né, que cheirava óleo, cheirava muito mal. E isso nos levou a fazer esse requerimento de informações à prefeitura. Primeiro sobre a necessidade eh da preservação desse espaço, sobre a contenção da do despejo desse tipo de material. A gente sabe que os córregos da nossa cidade, infelizmente, recebem móveis velhos, recebem restos de construção civil, recebem outros dejetos. que a população não consegue encontrar os ecopontos para fazer esse descarte, né, que seria o descarte adequado. Essa é uma questão já de muitos anos, muitos anos realmente em que o poder público, a prefeitura não tá olhando para esse espaço de uma maneira adequada. A área está inserida em uma região bastante urbanizada de Barão Geraldo, mas que ainda preserva características ambientais importantes para a região de uma maneira geral, né, na sociedade, eh, tanto na população local, mas na cidade como um todo, essa aqui é uma área de extrema importância ecológica, né, eh, que é um dos últimos remanescentes aqui de vegetação nativa. é corredor de de passagem de fauna, de vários animais silvestres, é uma área de nascentes, então is tem uma importância, né, extrema, e é uma área, né, conectada a esse fragmento que é tombado aqui pelo pelo Condepacque. Eh, então é uma área de prioritária de recuperação, de regeneração e ecológica, né? Então ela já tem um problema histórico de ser cortada por esse por essa rua, né, onde passa, né, muito muito carro, muitos muitos veículos. Então tem um constante processo de degradação, né, contínua aqui que tá sempre atravessando, atropelamento de animais silvestres, esse tipo de coisa. Fora a degradação do rio, né, da nascente, que na verdade a rua corta exatamente o o o fluxo do rio, né? Eh, então tem um problema ambiental gigantesco, né, um impacto geral paraa sociedade. Por isso, qualquer mudança no espaço chama a atenção de moradores e frequentadores que acompanham de perto a situação. Aqui, principalmente no período noturno, a gente vê esses cachorrinhos do mato atravessando, às vezes até com filhotinho. E como os veículos passam aqui em grande velocidade, não é raro a gente encontrar animaizinhos atropelados, sabe, mortos. Então a gente fica bastante chateado, não tem nenhuma providência, a gente vê do poder público para coibir esse tipo de acidente, né? Entre os questionamentos encaminhados ao executivo, também estão medidas para evitar novos episódios de descarte regular e formas de garantir proteção permanente para a área. Saber se da prefeitura tem algum projeto de eh manutenção dessa área, né? Preservação dessa área, manutenção das espécies vegetais e animais. A gente entende que não é o caso aqui de você ter uma praça como uma outra qualquer. Aqui é uma área de preservação, realmente ela já é tombada pelo CONDEPAC, né, como uma área de preservação ambiental. Então a gente quer cutucar a prefeitura para saber se eles têm projeto para essa área e se não tiver que a gente possa ter um projeto decente, organizado, para que a população possa ficar tranquila também com esse espaço e para que as espécies que estão aqui, que moram aqui, né, que transitam por aqui, também possam ter a sua liberdade e os seus direitos, né, preservados também. A Câmara Municipal de Campinas foi palco do debate sobre o circuito da reforma tributária 360º durante a quinta reunião da Comissão de Economia e Defesa dos Direitos do Consumidor. A quinta reunião ordinária da Comissão de Economia e Defesa dos Direitos do Consumidor, presidida interinamente pelo vereador Luís Abico, recebeu o auditor fiscal Rodrigo Espada para uma palestra sobre reforma tributária com o tema circuito reforma tributária em 360º. A iniciativa busca aprofundar a compreensão sobre o novo sistema tributário estabelecido pela emenda constitucional de 2023, que instituiu um modelo mais transparente para tributação no país. Com a mudança, o consumidor passará a ver exatamente quanto custa o produto e o imposto de forma separada na nota fiscal. A reforma tributária vai ser feita por muito trabalho. é trabalho, mudando é os sistemas de informação, mudando a forma que a gente arrecada os tributos, mudando a interpretação legislativa, o treinamento aos profissionais, tanto os departamento fiscal das empresas quanto os contadores, para que a gente consiga migrar num tempo já razoável, mas iniciando a partir de 2027 por um novo modelo tributário. Não haverá aumento de imposto de jeito nenhum. Haverá uma simplificação do imposto. A pessoa saberá quanto estará pagando na compra de uma blusa, de uma camiseta, de uma caneta, de um sapato. Hoje a pessoa não sabe quanto ele paga de imposto. Vem lá o preço cheio, paga no cartão, mas não sabe quanto ele está pagando de imposto. Daqui pra frente a pessoa ele terá uma visão ah clara de quanto está pagando naquele sapato do imposto e quanto isso deve cobrar do poder público o retorno desse imposto, né? Então, portanto, para a economia, para o consumidor, haverá uma melhoria, a economia crescerá, o país estará melhor e o contabilista e o empresário deverá se informar cada vez mais para se adaptar. O especialista destaca que a reforma tributária é a maior transformação econômica e fiscal do país das últimas décadas, sendo frequentemente comparada ao impacto que o Plano Real teve na estabilização da moeda. É a maior transformação desde o plano real no nosso país. É disso que se trata. Segundo a própria Accent, ele vai mudar o que você produz, onde você produz, como entrega, quanto paga, como você paga os seus tributos, por quanto você vende, a precificação dos seus produtos e serviços não é sobre imposto, é uma reinvenção da nossa economia. É disso que se trata quando a gente fala de reforma tributária. Durante o debate, o tema Simples Nacional também foi discutido como uma das dúvidas do novo modelo. Simples nacional. A reforma não mexe no simples nacional, mas dá ao empresário a oportunidade de escolher o que é melhor pro seu negócio. Ele pode manter tudo no simples como ele tá. Ele pode ir no lucro real, lucro presumido e pagar o IBS, CBS no RPA, no regime de débito e crédito. No simples é uma único percentual para pagar todos os tributos sobre o faturamento e ele vai continuar com o mesmo percentual e que tá também o IBS e CBS. Mas se a gente mantivesse só esses dois modelos, o simples seria prejudicado. E a Constituição Federal fala que as o as empresas do Simples têm que ter um tratamento favorecido. Então a gente cria também um modelo híbrido, que é o meio do caminho. Ele vai est com um pé no simples e um pé no RPA. Ele vai ser do simples, vai pagar todos os tributos pelo simples. Um alíquota menor, vamos supor, em vez de pagar 11, vai pagar 6%, exceto o IBS, a CBS. E ele faz a apuração do IBS, CBS do outro lado aqui no regime de débito e crédito. Por quê? Porque a única forma de se pagar, perdão, a única forma lícita de pagar menos imposto no IVA é você tendo mais crédito. E o simples gera uma merreca de crédito, enquanto que as empresas do RPA geram crédito cheio. Então, empresas que compram de outras empresas iam preferir comprar de empresas que não estão no simples, que estão no RPA, porque eles iam ter crédito. É necessário que a Câmara Municipal faça esse trabalho de divulgar e esclarecer para a população que a reforma trará benefícios à população, benefícios à economia. O país somente cresce com a nova forma de se arrecadar tributos. Uma nova lei sancionada pela Prefeitura de Campinas amplia o acesso da população aos métodos contraceptivos e às informações sobre planejamento reprodutivo na rede municipal de saúde. A proposta de autoria da vereadora Mariana Conte estabelece medidas de orientação, acompanhamento e atendimento aos usuários do sistema público. A lei número 16.941, 1941, de autoria da vereadora Mariana Conte e sancionada pelo prefeito Dário Saad, amplia em Campinas o acesso aos métodos contraceptivos e às informações sobre planejamento reprodutivo na rede pública municipal de Campinas. A nova legislação garante o direito de acesso aos métodos contraceptivos, reversíveis e permanentes disponibilizados pelo SUS Municipal. A lei foi publicada no Diário Oficial do Município do dia 23 de junho. É um projeto que proíbe a exigência de autorização de terceiros para uma mulher que opte por colocar o DI. Por que eu apresentei esse projeto? Porque eu recebi denúncias de de serviços de saúde privada na cidade de Campinas estavam exigindo autorização de cônjuges de marido e companheiro para implementação do Dil. Isso é um absurdo, porque a decisão da sobre se a quer usar método anticoncepcional ou não e qual método anticoncepcional quer usar, isso é uma decisão da mulher. A mulher decide se ela quer fazer algum método de prevenção à gravidez. O texto também determina acompanhamento por equipes da atenção básica especializada durante o tratamento contraceptivo, com atendimento para esclarecimento de dúvidas, manejo de efeitos adversos e necessidade de ajuste ou troca de método. Um dos artigos é que a o método anticoncepcional, a utilização do método anticoncepcional seja acompanhado de informação, de propaganda, de orientação, que é super importante, porque afinal a melhor forma da gente, da mulher ter autonomia sobre seu corpo, decidir sobre o seu corpo, decidir sobre a sua sexualidade é tendo acesso à informação. Entre as medidas previstas está a ampliação da oferta do DI em unidades públicas e conveniadas com serviços de obstetricia, além da proibição de exigência de autorização do cônjuge para adesão aos métodos contraceptivos. Por isso, para proibir essa essa prática, para garantir os direitos sexuais e produtivos, para facilitar o acesso das mulheres ao método anticoncepcional e para garantir o direito sobre o corpo das mulheres, autonomia, eu apresentei esse projeto. para alguns outros pontos, tem um ponto sobre também a garantia da orientação, tudo isso, mas eu acho que o central, o mais importante é a proibição da exigência de autorização de terceiros na Série C. O Guarani sofreu em Florianópolis, contou com boa atuação do goleiro Caik França e foi buscar o empate no finalzinho do jogo. Figueirense e Guarani fizeram um jogo equilibrado no primeiro tempo, até que aos 43 minutos Lucas Alves foi lançado e a invadir a área ficar cara a cara com Caik França, mas foi derrubado pelo zagueiro Rafael. O árbitro então expulsou direto o zagueiro Bugrino. Segundo tempo então de domínio catarinense e aos 19 minutos jogada do Figueira pela esquerda. Guilherme Cachoeira não acreditou, achou que a bola ia sair, pois ela chegou no meio da área e Zé Carlos, esse sim acreditou, ganhou de todo mundo da zaga bugrina e colocou no fundo das redes 1 a 0 Figueirense. Mas o Bugri é guerreiro, não desistiu da partida e aos 36 minutos, olha os laterais aparecendo. Emerson cruzou o rasteiro e Inayan, de efeito surpresa, apareceu na segunda trave e definiu no Orlando Scarpelli em Floripa. Figueirense um, Guarani também um. A atuação novamente não foi boa, mas valeu pelo ponto conquistado e por enquanto a manutenção da liderança da Série C, pelo menos até o jogo contra o Brusque, que enfrenta o Botafogo na Paraíba, que acontece amanhã na terça-feira. O Guarani volta a campo no sábado, 8:30 da noite contra o Floresta aqui em Campinas, no Brinco de Ouro. E na Série B, o pesadelo Ponte Pretano não tem fim. Toda vez que a Ponte entra em campo, perde. Ontem foi a Goiânia e perdeu de novo. Foi tão fácil quanto esperado. Em 20 minutos, o Atlético Goianiense venceu a Ponte Preta. Aos 15 minutos, cruzamento na área da ponte. Gustavo Coutinho cabeceou nas costas de Danilo Barcelos. O goleiro estreante Guilherme Viana espalmou e no rebote Lucas Cunha, o zagueiro ponte pretano todo espalhafatoso, cometeu pênalti para cima de Giovani. Coutinho foi pra bola e abriu a porteira. 1 a 0 Atlético. Pois no minuto seguinte, na saída de bola Ponte Pretana, Danilo Barcelos foi dar um chutão pra frente. A bola bateu em Bruno José e caiu nos pés de Gustavo Coutinho. Como não tinha cobertura da zaga, ele chutou cruzado para definir. Atlético Goianiense. Fácil, fácil 2. Ponte Preta zero. na partida sem vitória da maca. Clube vive uma situação desesperadora, salário atrasado, promessas da diretoria que não são cumpridas e em campo um time desinteressado, perdido, ataque que não funciona, defesa vazada toda vez. Bom, a Ponte segue na penúltima colocação com apenas oito pontos. Volta a campo nesta quinta-feira, 9 horas da noite, contra o Fortaleza fora de casa. Vamos falar de Copa do Mundo porque já tem seleção nas oitavas de final e é o Canadá. Enquanto isso, República Democrática do Congo, assim como a Argélia e a Áustria, que ficaram no empate, também estão na próxima fase. E hoje é a vez do Brasil, segunda fase, jogo eliminatório. Se vencer, avança as oitavas de final. Se der empate, essa disputa vai parar prorrogação. Se persistir, pênaltis. E quem perder dá adeus Copa do Mundo. Então, daqui a pouco, às 2 horas da tarde tem este confronto contra o Japão. O técnico Carlo Ancelotti deve repetir a formação com o Alisson no gol, Danilo na lateral direita, dupla de zaga Marquinhos e Gabriel Magalhães e o Douglas Santos na lateral esquerda. Meio-coampo de Casemiro, Bruno Guimarães e Lucas Paquetá. E no ataque, de um lado, Raian, do outro Vini Júnior e centralizado o Mateus Cunha. Com isso, o Rayan segue como titular na vaga do lesionado Rafinha. E claro que amanhã a gente conta a história desta partida entre Brasil e Japão. Bom, se dentro de campo as seleções são adversários, na cozinha a culinária japonesa já conquistou de vez os brasileiros. Em clima de Copa do Mundo. A receita de hoje é um sushi na versão abrasileirada com um passo a passo para quem quer preparar o prato aí em casa. Oi, Gabriel, boa tarde. É isso mesmo, daqui a pouco o Brasil entra em campo para enfrentar o Japão e o jogo é arriscado, valendo vaga nas oitavas de final. E pra gente já entrar no clima da disputa, vamos te ensinar uma receita tradicional da culinária japonesa. Porque afinal em campo o Japão pode ser adversário do Brasil, mas fora das quatro linhas, a culinária japonesa conquistou o paladar brasileiro. E para ensinar pra gente essa receita, eu estou aqui com Gustavo Michino, que é proprietário de um restaurante japonês. Gustavo, seja muito bem-vindo e muito obrigada. Obrigado, Camila. Obrigada. Eu queria que você contasse pra gente o que que você vai ensinar hoje. Então, eu vou fazer um sushi, tá? Que é um dos mais eh tradicionais, né? Isso vem da dos meus avós, tá? Na época deles só existia esse tipo de sushi, tá? Era casamento, festas. E aí foi modernizando. Agora o pessoal já mistura muito com crise. É os famosos sushi brasileirado, né? É. É. Então, vou fazer os dois. Vou fazer o tradicional, que é o que a gente comia na nossa, né? né avós e o e o de hoje foi de frente. Perfeito. Certo. Que que a gente vai usar assim pra gente já passar pro pessoal quais são os ingredientes? É, é a folha de alga, né, que é o nori, o arroz temperado nosso que chama xari, tá? E aí assim, a gente coloca omelete, bardana. Aí eu vou colocar um tempero à base de peixe, né, que chama Soborô. Esse daí é o tradicional. E aí o salmão com cram cheese, que é o a brasileirada. Brasileirada. Perfeito. Então vamos lá colocar a mão na massa. Começa com a alga, Norinha. Isso. A gente coloca a alga, tá? A gente molha um pouquinho a mão para pegar o arroz, porque ele ele é bem grudento por causa do tempero, né? Tá. A gente vai espalhar ele bem. Uhum. Enquanto você vai espalhando aí, dá pra gente relembrar também é a disputa, né? Eh, no campo entre o Brasil e o Japão. Eh, normalmente o Brasil costuma vencer o Japão dentro de campo, né? São 11 vitórias. Eh, a última vez que o Brasil enfrentou o Japão em uma Copa do Mundo foi em 2006 na Alemanha. O Brasil levou a vitória. Mas, eh, a única vitória que o Japão teve contra o Brasil foi no último amistoso, em outubro do ano passado, que o Japão venceu o Brasil. E no caso, você que é descendente de japoneses, para quem que tá a sua torcida aí no jogo de hoje? Ah, os dois não tem assim, né? A gente eh fica dividido, né? Fica dividido. Não tem. É um pouquinho para cada. Não tem um pouquinho para cada mesmo. É assim. E você nasceu aqui no Brasil mesmo? É descendente? Sou terceira geração. Terceira geração. Conta um pouquinho da história da sua família, como vocês vieram para cá. Então, meus avós, eles vieram na época daquela que veio o navio, né? Uhum. Caçatumaro. E vieram todos e eh ele nessa época, né? E aí minha avó eh se estabilizou aqui em Campinas e abriu uma peixaria. Ah, legal. Que era aqui no mercado municipal. Uhum. E ficou até 2000 e pouco assim. Aí depois eles fecharam, acabaram fechando, né? A peixaria. Uhum. E meu tio e abriu um restaurante no Cambuí. Uh, a gente começou a trabalhar com ele em 2000 abri o meu. Aí em 2000 eu comecei a abrir o restaurantinho meu. Então até hoje se anos é um dos restaurantes mais antigos aqui de Campinas. Ó, esse daqui é o tradicional. E agora vou fazer o de salmão com cran cheese. Salomão. Perfeito. Depois a gente vai experimentar também o tradicional para ver como que é. Que esse daqui esse eu nunca experimentei. É, então é é assim e é o pessoal novo, né? Por causa dos restaurantes hoje não não tem muito essa de sabe, mas quem os antigos que conhecem essa parte de, né, os sushies tradicionais mesmo, até porque não tem mais, né? É verdade. É bem raro você encontrar. Você vai num restaurante assim mais popular, digamos, que serve mais igual a gente comentou, né? Esse sushi mais com crank cheese. Ou senão você vai na liberdade, né? É verdade, tem a liberdade. Liberdade que o pessoal é em São Paulo. Então agora a gente já tá com o sushi pronto e vamos para o corte. Não é isso, Gustavo? Como que faz o corte? Tem que estar com uma faca bem afiada. Certo. Sim, com certeza. E tem uma tem uma técnicazinha de molhar ela, né? Porque o arroz ele ele gruda muito, né? Entendeu? Então a gente corta, entendeu? Perfeito. E vai limpando ela sempre e molhando para poder E assim, no caso, é, para quem tá em casa, tá acompanhando aqui a gente nessa receita, tem alguma opção eh para fazer um sushi mais em conta, mais barato, porque a gente sabe que o sua mão é um peixe um pouco mais caro, né, no mercado. É, tem alguma opção? Ah, esse que a gente tá fazendo é é mais barato, né, por causa de bastante legumes, né, o o omelete. Então é uma coisa mais barata. O salmão como ele é caro é assim, mas é que assim o pessoal gosta mesmo de salmão. O branco dá pr fazer que é um pouquinho mais barato, né? Que o salmão tem latum também, né? É, mas o atum já é mais um pouquinho mais caro. Então assim, uns de pepino, né? Esse daí você basta cani. Uhum. Também uma opção. É verdade. Aqui vou cortar agora o de Vamos cortar de salmão. Salmão. E o salmão é bonito, né? Ele dá uma cor. É, ele dá uma cor. Bem bonita. Agora a gente vai experimentar. Vamos. Vamos lá. Não, quero saber se tá bom esse xuxi também. Quanto tá bonito, Gabriel? Olha, aqui no Brasil a gente costuma é usar muito choio. E o Gustavo falou para mim que o choio não é uma coisa que muito usada no Japão. Eles usam menos choio e também costuma utilizar o wasab. Então a gente vai experimentar agora. Então vou começar primeiro experimentando esse aqui que é o tradicional japonês, como você falou. Qual o nome? Desculpa, desse aqui. Futomac. Vamos lá. Nunca, nunca experimentei. O certo é comer com a mão. Com a mão. Com a mão. Sushi. Sushi se come com a mão. O saimi que a gente usa. Você que manda. Vamos lá. O sushi certinho. Tradicionalmente molha um pouquinho só. E mão. Uhum. Pouquinho aqui. E põe tudo na boca, né? Normalmente geralmente é tudo na boca. Esse daí é um pouquinho é grande ele, né? Então ele fica mais difícil porque ele tem boca menorzinha. Mas o certo é isso mesmo. Hum. E eu tava comentando aqui com do sobre o wasab. Vocês costumam utilizar bastante, n? Sim, bastante, bastante. E aqui no restaurante você percebe, por exemplo, os brasileiros não usam muito? Não, não sou muito adepto não. Não, é mais japonês mesmo, mas se bem que tá crescendo bastante. É. E no caso assim, o ele tem alguma faz alguma diferença no paladar? Ele limpa, né? Limpa assim, ele ele dizem que ele tira as bactérias, né? Ele eh e pra gente a gente acostumou, né, a comer o assado. Ah, vamos lá. Olha, pr mim como brasileira. Esse é mais menos gostoso, mas os dois são muito bons. E assim, já comi e agora fica a sugestão, a palpite, né, no caso, pro jogo que vem aí. Qual que o seu palpite? Vai dar Japão? Vai dar Brasil? Vai dar um empate? Vai dar empate. Vamos pros pênaltis ver que que não pros pênalti. Vamos pros pênaltis ver quem que aí que quem for melhor. Olha, mas eu quero arrancar uma resposta de você. Brasil ou Japão? Não, coração dividido. Não tem não. Mas é Brasil, né? Brasil. Ah, receita boa demais. Bom, e olha só, uma amizade que vem da infância e atravessa gerações. Régis é morador do mesmo condomínio onde o Fabinho viveu e guarda lembranças dos tempos em que os dois passavam horas jogando bola dentro do condomínio e também pelas ruas do entorno. Histórias simples, mas que ajudam a contar um pouco da trajetória e das raízes do atleta Fabinho. Bom, galerinha, nós estamos aqui no Dick 6, onde o Fabinho da seleção brasileira morava. Conosco aqui o Redes para bater um papo com a gente, amigo de infância, porque nós estamos no lugar exatamente onde o Fabinho começou a bater na bola pela primeira vez. Aqui, por exemplo, para se ter uma ideia, era a trave do gol e ali, claro, a outra trave. Tudo bem, Red? Beleza. Cara, o Fabinho entrou contra Escosta, entrou bem, né? Entrou bem, vem jogando bem, vem mostrando todo o seu potencial, tudo que a gente espera e o que vimos, né, quando era menor, todo talento, técnica, cognição, inteligência para para o futebol. Bom, bora falar um pouquinho sobre sua amizade com ele, que é desde criança, como que foi? A gente tá no local exatamente onde vocês começaram a dar os primeiros passos com a bola. Isso desde criança, né? Eh, conheci o Fabinho quando ele nasceu e essa amizade foi fortalecendo e sempre nossa inância era bagunça, futebol, bola, fazer arte e o futebol já tava no sangue desde aquela época e hoje é o reflexo do Fabi na seleção brasileira e na Copa do Mundo. Bom, e você trabalha com futebol também, é preparador físico e tudo mais, né? Tem uma academia? Sim, tem uma academia. Acho que o futebol, a brincadeira aqui levou tanto o Fabinho quanto eu para caminhos de frente. Ele dentro do campo, eu na parte do staff, né? E aquela época já mostrava o que o caminho que nós criávamos. Brincávamos quando assistia a Champions League, campeonato brasileiro, sé que um dia vamos estar lá e hoje, graças a Deus, os dois no caminho do futebol. Como que era? Vocês ficavam batendo bola, depois foi inclusive para para uma praça aqui também no Sim. Começou aqui, né, nesses pequenos espaço. Depois nós passamos a jogar bola aqui na rua. jogava contra os minions da rua de cima, da rua de baixo. Fizemos o primeiro campinho aqui na frente, depois fomos pra escolinha e ali na escolinha foi quando começamos a trilhar o caminho no futebol. E ele sempre falava que queria ser jogador. Sim, Fabinho sempre 100% focado ao futebol, pensava, respirava futebol, tanto é que na infância o dedão dele, né, virava sempre capitão para aberto de tanto chutar o chão. É tamanha o nosso foco e amor pelo futebol. Vocês tinham quantos anos quando começaram a brincar aqui? Olha, acho que foi em torno dos 4 anos, c tinha 4 anos, eu tinha oito, né? Sou um pouquinho mais velho. E fomos crescendo e a infância toda, escola, futebol, futebol, escola e aprontar, rapaziada. E aí, você fala com ele até hoje? Sim, temos contato. Hoje nem tanto, né? Devido a rotina dele corrida lá na na Arábia e a minha rotina aqui no Brasil, mas sempre podemos estar junto, conversar, falar sobre futebol, WhatsApp, mas a a resenha maior quando nós estamos juntos é relembrar o tempo de infância, conversar sobre futebol, né? sempre futebol na nossa conversa, na nossa resenha e ele tá merecendo uma posição de titular, você acha? Sim. Vem mostrando, né, com todo respeito a todos os atletas que são de alto nível, que estão lá na seleção brasileira. O o Fabinho, ele vem mostrando que consegue dar um uma rapidez, uma leveza, o passe mais verticalizado para dentro do gol, buscando sempre o objetivo à frente do time. Bom, e o Fabinho começou no Paulin aqui, né? Isso. Escolinha do bairro foi para o Paulíia, uma excelente Copa São Paulo e depois posteriormente para o Fluminense do Rio. E aí deslanchou de uma vez exatamente Rioave Ave, Real Madrid B, eh, Mônaco, Liverpool e Ait, a segunda Copa do F. Abraço. E vocês brincavam muito na infância, além de futebol, brincavam do quê? Olha, acho que tudo que for de aventura, né? Subir no pé de manga, pular, correr, pega, pega. Mas 90% do tempo era futebol e videogame. Videogame era nossa segunda paixão e também era futebol. Bom, e aqui tem uma história curiosa, né? Tem, aqui tinha uma uma vizinha que ela não gostava que a gente jogava bola e às vezes a bola batia aqui na janela, ela saía aqui para pegar a bola, furar a bola e a gente corria para um lado, ela ia pro outro. Ou seja, era uma diversão, né? História de moleque mesmo. História de moleque. A gente aprontava, às vezes a gente até batia de propósito. Chegava a bola que batia e saía correndo, todo mundo para um lado, ia um pro outro. Era nossa aventura de infância e jogava você, o Fabinho. Tinha mais gente aqui. Tinha, tinha, tinha o Lucas, tinha o Raul. Então a gente tinha pelo menos um grupinho aqui que dava um joguinho bom aqui embaixo, Rian, uma bagunça geral aqui da molecada. Bom, e aqui na rua vocês jogavam também? Sim, jogávamos na rua. Depois fizemos um campinho ali onde tá abandonado e a gente ficava esperando o trator que trabalhava para Sanasa passar aqui e a gente pedia para ele passar, limpar, deixar plano e a gente pegava a madeira, fazia uns gols. Aí era nosso ponto de diversão. Depois que ficamos um pouquinho. Que delícia. Eu joguei muita bola na rua também, cara. Colocava dois chinelos em cada aqui direto. Ou pedrinha daquelas de calçado. Aí carro passava por cima. Começamos com o chinelo, aí fomos pro tijolo, aí ficamos um pouquinho maior, vamos pegar prego, fizemos golzinho de madeira e aí colocava aí na rua era até tarde, até hora que nossas mães chamavam: "Pode entrar que tá tarde, tem que tomar banho, tem escola, coisas de mãe mesmo, né? Coisa de mãe, mas se deixasse era futebol o dia todo, a noite". Dia toda assim mesmo, cara. Hoje eu gosto mais de futolho. Eu tava contando para você, né? Cara, mas a minha infância, adolescência, juventude era só futebol. E vocês jogavam numa praça aqui também, né? Sim. Au Rached tinha dois campos lá onde tem até hoje. Hoje tem um de sintético, mas tem ali até hoje. E foi o Celito que começou com a primeira escolinha ali. Nós fomos para lá e de lá foi quando começamos a entender o que que era o futebol mais competitivo, campeonato, competições e aí liga campineira, enfim, todos os campeonatos que tinha pra região até chegar ao ponto realmente de estar num clube e performar, né, onde que muda o patamar, a gente entende que é um atleta, pegou o nosso caminho. Boa, valeu, obrigado. Obrigado. Agradeço. Obrigado. É isso aí, pessoal. Vai Fabinho, vai Brasil. Acredita no exa, né? Sempre exa vence. Ah, realmente história muito bacana essa do Fabinho com os seus amigos. E olha só, para quem é superstioso, para quem gosta de história, hoje é 29 de junho. Se a gente voltar ao tempo, 29 de junho de 1958, a seleção brasileira era campeã do mundo, tá? Vitória contra a Suécia por 5 a 2. Hoje tem jogo da seleção brasileira. Quem sabe não é um bom presságio. Início de semana com o tempo estável. O sol aparece durante todo o dia, pouca nebulosidade e por enquanto, não tem previsão de chuva. Então, terça-feira de tempo aberto, sol, céu azul e temperatura acima da média para este inverno, viu? Olha só, mínima de 16º, ao longo do dia, a temperatura sobe, podendo chegar aos 28º aqui na cidade de Campinas. O jornal Câmara Notícia fica por aqui. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Continue na nossa programação e nos vemos amanhã na terça-feira. Até lá. Ciao. Ciao.