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A CIDADE NO BRASIL Olá, bom dia. Nós estamos ao vivo do plenarinho da Câmara Municipal de Campinas, de onde vai acontecer agora a 35ª audiência pública para a prestação de contas da saúde referente ao segundo quadrimestre de 2021. Essa audiência pública é comandada pela Comissão de Política Social e Saúde. Fique agora então com a palavra do presidente da comissão, o vereador Paulo Haddad. Muito bom dia a todos. Queria aqui saudar nosso secretário de saúde, Laís Zambon. Muito bem-vindo, seja muito bem-vindo. E o secretário importante, a presença do senhor aqui. O meu amigo do Legislativo, companheiro Cecílio Santos. O Reinaldo Antônio de Oliveira, diretor do Fundo Municipal de Saúde. Também o Fábio Ribeiro dos Santos, diretor financeiro da Rede Mário Gatti Moacir Pesce, que apoia a gestão Os colegas, os amigos presentes aqui no plenário E o público que nos assiste pela TV Câmara Essa é a 35ª audiência pública A audiência pública da Comissão de Política Social e Saúde que tem como pauta a prestação de contas do relatório detalhado do quadrimestre, ou seja, do segundo quadrimestre de 2021. Essa audiência pública se faz necessária em cumprimento ao artigo 36 da Lei Complementar Federal 141-12. Essa audiência pública será transmitida pela TV Câmara Campinas através do sinal 11.3 do canal 4 da NET e do canal 9 da Vivo Fibra, com retransmissão simultânea nas fanpages da TV Câmara Campinas e da Câmara Municipal de Campinas no Facebook, streaming do site campinas.sp.leg.br e do canal da TV Câmara Campinas no YouTube. Esclarece também que a população poderá participar da audiência presencialmente, em conformidade com os termos do ato da mesa número 18-2021, e também através do link disponível na capa do site www.campinas.sp.leg.br. Senhor secretário, eu vou abrir a palavra ao senhor, faça suas considerações iniciais, depois ao Cecílio e aí eu passo ao Reinaldo, que o Reinaldo vai fazer a apresentação do relatório, é isso né Reinaldo? Então tá bom Bom dia Paulo Bom dia Cecílio, eu estendo a todos o bom dia espero que todos estejam bem essa aqui é a nossa segunda prestação de conta desse ano do segundo quadrimestre. A primeira, confesso que eu estava muito preocupado, como eu não tinha nenhuma experiência em relação à administração pública municipal e as coisas estavam, talvez, passando o ápice de toda essa história tão louca que nós vivemos esse ano da pandemia. E esse ano, agora, já no meu nono mês de gestão da secretaria, um pouco mais tranquilo em relação à administração, um pouco mais conhecendo a grandeza e o tamanho de Campinas, talvez um pouco mais assustado com o tamanho, inclusive, dos problemas que existem para nós resolvermos. O primeiro passo, eu acho que, em relação à pandemia, nós estamos em uma fase realmente que nós estamos... No final, eu acho que nós estamos vencendo finalmente a pandemia Eu acho que a sensação é que nós vamos viver com essa sombra por mais um tempo Nós, literalmente, estamos diminuindo Diminuindo não, mas na verdade nós estamos transformando todos os leitos de pandemia Também em leitos não-covid Lembrar que em três meses nós conseguimos fazer uma mudança absurda no número de leitos na cidade. Nós saímos de mais de 130 leitos de enfermaria, nós aumentamos em mais de 90 leitos de UTI, e isso tudo em três meses. Para quem tem um pouco de experiência em gestão pública, percebe que isso aí é uma dificuldade imensa, é um gasto de energia imenso. E aqui também agradecer a força que é o Grupo de Saúde da cidade de Campinas. Foi impressionante a resposta de demanda que essas pessoas tiveram. Eu posso dizer que foi impressionante. Em nenhum momento essas pessoas foram afastadas do serviço Não teve a história de home office Porque não podia ser feito Literalmente não podia ser feito Por conta de prestar assistência à população Então aqui realmente Para mim que tenho muitos anos E tenho ainda a universidade Tenho uma experiência de gestão hospitalar E vários hospitais começa com o Hospital das Clínicas e por aí vai e eu não tinha muita oportunidade da força que é a saúde de Campinas principalmente em relação a secretaria, a autarquia Mário Gatti e agora o que a gente está vindo na verdade não sei exatamente o termo mas na verdade começou já há uns dois meses para cá, tem vindo uma sequela, eu acho que é a sequela mesmo que tudo isso deixou. Vai de sequela do represamento, das patologias, de uma cronificação maior das doenças, e também dos problemas administrativos. Nós passamos por crises complicadas, fizemos algumas mudanças dentro da própria secretaria que foram importantes no que tange a muitas queixas e com a queixas que eram reais por exemplo a história dos medicamentos que estavam faltando na rede e várias outras coisas que não importam então nós tivemos uma troca em relação à diretoria de saúde, que é uma estrutura importante, é a maior estrutura dentro da Secretaria de Saúde. Nós tivemos uma troca recentemente da diretoria de administração, no qual nós estamos fazendo todas as mudanças de processo, todas. As pessoas têm uma ideia de ordem de serviço que estavam atrasadas, eram mais de 1.300. Então, de qualquer maneira, nós estamos fazendo algumas mudanças estruturais grandes. Temos uma proposta ainda que é muito incipiente, mas nós estamos pensando em aumentar. Na verdade, a gente precisa criar uma estrutura inteligente dentro da Secretaria de Saúde, que a gente chama de sistema de regulação. Não é essa regulação, essa história de leitos, nada, mas que ela inclui a história de leitos, de regulação, de transferência, ela inclui essas transferências de pacientes crônicos, ela inclui a alta complexidade, sendo regulada por um sistema pensante, inteligente. E nesse tempo todo aí, nós estamos fazendo algumas estruturas, estamos fazendo uma mudança importante no almoxarifado. O macharifado era um dos problemas que nos deixava com muita dificuldade de fazer gestão, principalmente relacionado com a logística da distribuição, perda de materiais. Então, nós estamos fazendo, para as pessoas terem uma ideia, o sistema de dispensação ainda do macharifado era o sistema dócil. Estamos fazendo umas mudanças completamente estruturais no Mochorifado. Vamos aumentar ainda mais essas mudanças. Abrimos a licitação da telemedicina. Independente se as pessoas gostem ou não da telesaúde, mas principalmente da telemedicina, ela virá para ficar e nós temos que fazer dela o melhor. nesses próximos 10 anos não existirá nenhum serviço público sem telemedicina ele não vem para substituir a presença, a relação médico-paciente na verdade ele vem para complementar, ele vem para otimizar mas eu acho que para mim o que falta mesmo é uma estrutura pensante e essa estrutura pensante ela terá que vir acompanhada de um ganho de informatização na rede de saúde de Campinas Eu acho que é isso, talvez seja a nossa grande mudança. Isso depende muito de capacitação humana, depende de recursos, mas eu acho que será o nosso principal objetivo, na verdade, ter um sistema de informação integrado. Não é tão fácil fazer toda essa integração em relação aos hospitais, em relação às UPAs, em relação ao Centro de Saúde, em relação aos policlínicos, mas, na verdade, é nosso desafio. E não é só nosso desafio. Na verdade, nós não temos para onde ir. Se nós não fizermos isso, não haverá nenhuma possibilidade do sucesso da saúde em Campinas. Não existirá nenhuma possibilidade. Então, esse é um caminho sem volta. Toda essa implantação, eu acho que ela levará um tempo, Mas, de qualquer maneira, nós temos que ter o começo. O Reinaldo vai falar sobre a parte financeira da Secretaria nesse momento. Nós estamos bastante equilibrados do ponto de vista de gasto, de custo. Depois o doutor Macir também fala a apresentação da parte assistencial. lembrar que a parte assistencial ela aparece em alguns furos ainda, é importante é importante a gente ter essas informações no sentido de a gente direcionar essas mudanças não é ainda ideal todos os resultados que vão aparecer aqui alguns são bons, alguns não são mas a gente está ciente disso que tem que melhorar obrigado, espero aí que a gente consiga apresentar todos os dados. Muito obrigado, secretário. Todo desafio, ele muitas vezes nos causa um pouco de preocupação, alguma expectativa, mas com certeza o tempo se incumbe de mostrar que quando nos propomos a fazer coisas que são corretas e importantes, a gente consegue superar os obstáculos. Eu vou abrir a palavra, primeiro, as boas-vindas à vereadora Guida Calisto, um prazer tê-la aqui com a gente, viu, Guida? Eu separei aqui o pessoal da oposição com o pessoal da base, viu? Apesar de que nós estamos sempre juntos e misturados, é uma alegria tê-los. Eu ainda citei a bancada do PT hoje, o relacionamento tranquilo e cordial que nós temos, Isso é extremamente importante, debater propostas, projetos, nada no cunho pessoal, da pessoalidade, muito importante isso. E também o nosso líder de governo, o vereador Luiz Carlos Rossini, também nos honra com a presença. A nossa comissão, ela não se faz presente na totalidade, mas nós temos aí vereadores que nos dão a oportunidade de trazer uma qualidade nesse debate ou nessa prestação de contas. Eu vou passar para o Cecílio, que ele faça as suas considerações, e aí eu passo para ele. Bom dia, vereador Paulo Haddad, presidente dessa comissão, importante. Cumprimento o secretário, sua equipe, o Reinaldo, o Moacir, o Fábio. Também cumprimentar os conselheiros, as conselheiras que se fazem presente aqui, o Agnaldo, também está aqui acompanhando, o pessoal que nos acompanha pela TV Câmara, cumprimentos trabalhadores, cerimonial. Importante este ato que estamos aqui fazendo de prestação de contas, acompanhando, é fundamental que a gente tenha esses dados, pois nós estamos, como disse o secretário, sempre otimista, atravessando um período complicado de pandemia. Quero aqui também me solidarizar às famílias que perderam seus entes queridos. São muitas pessoas que vieram a óbito em função da pandemia. Hoje, esta semana, certamente, a gente ultrapassa os 600 mil em todo o Brasil. Isso é um número horrível, não é só um número, são pessoas que têm nome. Então, é muito complicado esse período que nós estamos passando e, sem dúvida nenhuma, a saúde em Campinas sofre e é muito impactada. Quero dar as boas-vindas ao secretário, à sua equipe, dizer que nós vamos acompanhar atentamente a apresentação dos dados e esperamos ter saído aqui com novidades, com esperanças de que de fato possamos o município melhorar cada vez mais a prestação do serviço, que não é fácil. Nós estamos acompanhando pelo noticiário, a gente fica um pouco preocupado, mas vamos acompanhar a apresentação e agradecer a presença do secretário. Obrigado. Muito obrigado, vereador Cecílio. Muito bem lembrado, V. Exª. Fica aqui a nossa solidariedade às famílias dos mais de 600 mil brasileiros que perderam a vida para a Covid. Eu vou passar a palavra agora para o Reinaldo, para que ele possa fazer a sua apresentação, e aí depois a gente abre para as perguntas, tá bom? Reinaldo. Alô. Bom dia a todos, presentes. Vereador Paulo, Cecílio, agora nosso companheiro nessa casa, vereadora Guida, Rocine, a todos que estão nos acompanhando pela TV Câmara. nós faremos então a apresentação do segundo quadrimestre acumulado de 2001 da prestação de contas da Secretaria Municipal de Saúde. Agradeço a Cássia, o Júlio, o Fábio, que elaboraram os números aqui. Após a minha apresentação, o Fábio fará a apresentação da rede, posteriormente o Moacir, então, como o secretário salientou, fará a apresentação da RAG. Bem, a apresentação, ela segue a emenda constitucional e a lei, a legislação que normatiza a obrigatoriedade da apresentação na lei complementar 141 de 13 de janeiro de 2012. Isso tem as receitas constitucionais que essa lei determina, dividido pelas despesas do município. Não as despesas totais em saúde, mas as despesas, aqueles valores que o município aloca dos seus recursos para compor o percentual mínimo em saúde, no nosso caso 17%, no caso da Constituição 15%. Nesse quadrimestre acumulado, nós chegamos à receita do município das arrecadações, que elas são compostas, como está aí, da parte federal, municipal e estadual, de R$ 3.151.186.000,00. Aí a composição, como ela se compõe, esses R$ 3.000.000,00, receitas do município, 2,22 bilhões, transferências da União, 64, esses são federais, 64,559,000 e do Estado, 1,063,000. Além dessa receita, é a receita que é atribuída pela lei para dar sustentação à aplicação mínima em recursos O Fundo Municipal recebe diretamente e faz a gestão desses recursos, dos recursos vinculados Os recursos vinculados, eles compõem os recursos do Ministério da Saúde R$ 291.337.000,00, distribuído entre o Bloco da Atenção Básica, R$ 49.898.000,00, o Bloco da Média e Alta Complexidade, R$ 183.624.000,00, a Vigilância, R$ 4.240.000,00, Assistência Farmacêutica, R$ 4.695.000,00, Bloco da Gestão do SUS, 80 mil Em investimento, 442 mil Emendas federais que chegaram ao município nesse quadrimestre, 5 milhões e 800 mil E recursos federais para o combate ao Covid-19 no primeiro quadrimestre, 42 milhões e 556 mil Além disso, ainda em recursos vinculados, segundo quadrimestre acumulado Além disso, ainda recursos vinculados, o que vem via fundo a fundo do Estado, 3.842.000, que são os programas da, chama Pabinho, que é para atenção básica, dose certa e glicemia. Coronavírus do Estado vieram 18.482.000, emendas estaduais 658.000. Outros aí é classificado como as receitas da vigilância e a remuneração dos depósitos Então o fundo municipal fez a gestão de 316.545.000 acumulado no segundo quadrimestre de 2021 A gente faz um destaque aqui para as receitas que vieram ao município para o combate ao coronavírus Então, nós tivemos à disposição, tanto da rede quanto da Secretaria Municipal, R$ 87,24 milhões, distribuído da seguinte forma, a Secretaria Municipal, a rede Mário Gatti, R$ 44,116 milhões e a Secretaria, R$ 42,907 milhões. esses 87 milhões tem os valores que no início do ano vieram como suplementação do ano anterior então no ano anterior aquilo que foi alocado para o combate obviamente algum valor não foi usado no exercício ele é então suplementado no ano posterior mas de federal nós recebemos 42 milhões no ano 556 mil estadual 18 milhões 482 mil e foram suplementados então 25 milhões 985 de acordo com a distribuição da tabela Bom, nós vamos falar um pouco das despesas então, despesas totais do município pessoal em cargos nós tivemos distribuído aí entre a Secretaria Municipal de Saúde, R$ 262 milhões, equivalente a 40% da despesa da Secretaria, a Rede Mário Gatti, R$ 207 milhões, equivalente a 50% das despesas da Rede, e no total, somando os dois, R$ 469 milhões, equivalente a R$ 44,49. Nas mesmas proporções de percentuais entre a secretaria e a rede, segue abaixo a área de consumo, que foram R$ 92.123.000. Prestadores, aqui a gente tem no nosso caso, os prestadores são nossos convênios E os prestadores da rede, é claro que o Fábio vai explicar na apresentação dele Mas é mais os contratos onde tem serviços médicos 290 milhões, 319 mil, 27% Em serviços, 192 milhões, 626 mil, 18% Em investimento, R$ 1.501.000,00, ponto 14, e demais despesas, R$ 9.000.000,00, equivalente a ponto 89. Então, o município, entre todas as fontes, investiu em saúde, gastou em saúde, R$ 1.055.000.000,00, R$ 706.000,00. Essas despesas estão classificadas aí Obviamente, a despesa de pessoal sempre é o No caso da Secretaria de Saúde É o maior gasto seguido de perto de prestadores Da rede, pessoal e encargos Seguido de prestadores e consumo E no total entre rede e saúde a maior despesa, obviamente, é com salário e prestadores. Bem, essas são somente as despesas da Secretaria Municipal de Saúde. Recursos municipais foram gastos R$ 413 milhões, estadual R$ 4.919.000, Federal, R$ 183.696.000. Despesas próprias do município, R$ 1.171.000. Emendas, R$ 203.000. Covid, federal, municipal, R$ 6.255.000. E vinculado, R$ 33.252.000. Então, a Secretaria de Saúde, ela teve um gasto entre as suas fontes, todas de R$ 642.561.000,00. Quero fazer uma referência que o que compõe a lei é o que o município gastou na fonte municipal, mais o COVID municipal, então R$ 413.000,00 mais os R$ 6.255.000,00. Na parte em azul, na primeira parte, está a despesa da rede e embaixo está a soma dos dois que compõem lá aquele R$ 1,55 bilhão investido na saúde Então a rede com recurso municipal R$ 317 milhões, R$ 522 mil Em recurso federal, a rede liquidou R$ 43 milhões, R$ 241 mil Próprias da rede, 42 mil Emendas, 527.200 Covid municipal, 21.258.000 Covid vinculado federal e estadual, 30.552.000 Então a rede teve um gasto de 413.145.000 Cabe salientar aqui que na coluna abaixo o município investiu R$ 730.584.000,00 mais recursos próprios de R$ 27.514.000,00. Esses dois números que irão compor o mínimo constitucional de gasto do município. No primeiro quadrimestre, a Secretaria Municipal de Saúde fez um diagnóstico que possivelmente iríamos ter que investir por volta de 30 milhões de recursos próprios do município para o combate à epidemia pelo que estava acontecendo no primeiro quadrimestre de repasse federal. Vejam que já liquidamos 27.514.000 em recurso Ou seja, esse recurso não foi programado A epidemia não teve programação Então são recursos que são aportados pelo município realmente nessa epidemia Neste caso, aquilo que entra, esses 21 milhões que entram na rede eles são realmente suplementados, porque repasse financeiro, a rede é uma autarquia e ela tem uma vida própria, independente da prefeitura, então ela precisa de recursos que sejam suplementados para dar vazão à despesa. Já no caso da secretaria, esses 6 milhões estamos fazendo da administração, por enquanto, dos nossos próprios recursos alocados no nosso orçamento. Então, isso demonstra, o doutor Lair salientou isso, o trabalho que a secretaria vem fazendo para fazer a gestão orçamentária de forma a não ter um impacto tão grande na prefeitura de Campinas. Obviamente, quando a prefeitura põe 27 milhões e vai passar desses 30 milhões, certo Fabinho, vai repassar desses 30 milhões, tem que tirar de algum lugar. Então, a prefeitura tem que se organizar para isso. E nós estamos cumprindo, como o doutor Lair bem salientou, o nosso papel de também dar essa contribuição, fazendo uma gestão muito eficiente, com muito trabalho, com muito deslocamento. E aí eu faço uma referência para a Cássia, minha coordenadora de orçamento, que tem me ajudado muito nessa questão da gente poder fazer a gestão junto com a secretaria, com o apoio do secretário, daquilo que é necessário para a continuidade ao combate. As despesas totais aí, isso demonstra essa casa, esse legislativo, a importância de vocês nos ajudarem enquanto trabalhando na Câmara, nossos vereadores, vendo quanto que o município põe em saúde, 70%. Se a gente pegar 69,20 mais 2,41 de Covid, já passou de 70%. Nós estamos falando de uma epidemia, onde os recursos que vêm não são suficientes, mas nós estamos vencendo, vencendo com esforço próprio, principalmente o esforço dessa casa que tem nos apoiado, dessa prefeitura, dessa gestão que também tem sido muito coerente nos gastos com a saúde e nos apoiando bastante. Bom, o segundo gasto maior da Secretaria Municipal de Saúde, obviamente, são em convênios E aí nós aqui apresentamos sempre todos os convênios APASCAMP Lembrando que o primeiro delas é só com recurso federal, a não ser a casa da criança paralítica Que dos 528 mil, 100 mil apenas é com Covid Mas aí tem a Pascampi, a Pai, a Pestalose, a Casa da Criança Paralítica, o Hospital do Amor, a Fundação Síndrome de Down, Padre Aroldo, Irmandade e Misericórdia, aqui começam a entrar os nossos hospitais. Irmandade e Misericórdia, 25.675.000. Em Covid, 12.856.000 foram liquidados com Covid. Quero fazer uma referência a esses hospitais, grandes parceiros para essa epidemia, que se não fossem eles, se não fosse a rápida gestão do DGDO e da Secretaria em contratar leitos, em mobilizar leitos, e também agora na desmobilização, que é outro fator importante. nós também temos que ter agilidade nisso, no sentido de que esses gastos sejam muito bem administrados. A maternidade de Campinas, R$ 27.248.000,00, a Beneficência Portuguesa, R$ 14.146.000,00, R$ 2.000.000,00 em contratos Covid, o Grupo Vida, R$ 741.000,00, Cândido Ferreira, R$ 45.611.753,00 em contrato Covid. A PUC Campinas, R$ 106.486.00, R$ 5.381.000,00 em Covid. Associação Evangélica Beneficente de Campinas, R$ 862.000,00. e o Hospital Veracruz, que ele não é um parceiro nosso normal, mas ele veio também em socorro atender a Secretaria Municipal de Saúde na atuação da Covid-19, então 5.649.000. Então, num total, 234.193.000 foram gastos com esses parceiros. Nesse sentido, a Secretaria, com recursos próprios do município, teve um gasto de R$ 758,99 milhões e nossa arrecadação, como bem salientamos lá no começo, R$ 3,151 bilhões, chegando ao percentual de 24,06%, superando o mínimo municipal, que é da nossa lei orgânica, de 17%. O percentual dos quadrimestres, no primeiro quadrimestre, segundo quadrimestre de 2020, 24,24%, nesse segundo quadrimestre de 2021, 24,06%. O percentual dos gastos, Campinas sempre está muito acima, desde 2000, quando foi instituída a emenda constitucional, aplicando o mínimo em saúde, sempre aplicou em saúde, muito além daquilo que era preconizado, enquanto lei federal, enquanto lei orgânica. O nosso orçamento, veja, o orçamento sempre descola da inflação, quando começou lá em 2000, era R$ 188 milhões o orçamento da saúde para uma inflação, na época, R$ 199 mil milhões. Veja quanto que descolou, só corrigindo a inflação, com base no orçamento. Se fosse seguir o orçamento pela inflação, nenhum município, eu acho, que sustentaria as despesas com saúde. Isso demonstra que não só esse município, mas todos os municípios, mas principalmente esse, aloca 70% das necessidades dos gastos com saúde contra praticamente 30% de outras fontes. O Fundo Municipal está, nesses contatos, à disposição sempre, dos vereadores dessa casa, do Conselho de Saúde, de todos os municípios, para prestar qualquer informação que esteja. E estamos à disposição aqui para depois da reunião, conduzido pelo nosso vereador Paulo, qualquer dúvida que queira ser esclarecida. Vou trocar, Paulo, se me permite, eu trocar com o Fábio, para ele continuar a apresentação da rede, pode ser? Muito obrigado a todos, estou à disposição. Muito obrigado, Reinaldo. Fábio, fique à vontade, tenha a palavra. Bom dia a todos, bom dia, vereador, e toda a população que assiste. Eu vou dar continuidade à apresentação. Essa apresentação é obrigatória por conta do decreto de criação da rede. Ela tem como objetivo dar mais detalhes dos números que foram apresentados pelo Reinaldo. Tudo o que diz respeito às despesas da rede, o Reinaldo bem apresentou. Aqui a gente vai simplesmente dar maior transparência, maior detalhe para a população dessas despesas e receitas que foram apresentadas para a autarquia. Iniciando pelas receitas, a rede Mariogat, no segundo quadrimestre de 2021, recebeu um total de R$ 272.774.000. Desses valores, R$ 149.724.000 foram recursos municipais, do Tesouro do Município, 55% do total de receita. Recursos vinculados, R$ 55.969.000, 21% da receita total da Rede Mário Gatti. recursos para o combate à pandemia, recursos que são exclusivos para o combate à pandemia, foram, no total, de 67 milhões, sendo 22.962.000 do município, 44.116.000 de recursos vinculados. As receitas da rede Mariogat, elas têm destino pré-definido. Então, do total recebido, 100.211.000 deveriam ser destinados ao Ouro Verde, 67.514.000 ao Hospital Mariogat, 12.638.000 às UPAs, R$ 4.426.000,00 ao SAMU e R$ 87.983.000,00 são de livre provimento. Ou seja, a rede tinha liberdade para alocar na unidade que precisasse daquele recurso. Perdão? Passando para a despesa, o Reinaldo já apresentou ali uma despesa de R$ 413.145.000 acumuladas no segundo quadrimestre. Desses R$ 413.145.000, R$ 207.683.000 são despesas com pessoal distribuídos entre 841 mil reais no Hospital Ouro Verde, 130 milhões e 699 mil no Hospital Mário Gatti, 48 milhões e 511 mil nas unidades pré-hospitalares e 27 milhões e 632 mil são os gastos com os contratos emergenciais temporários que foram iniciados em novembro de 2019. E aí, esses profissionais foram alocados nas unidades que estavam com maior déficit de funcionários naquele momento. Majoritariamente, esses funcionários estão nas UPAs e no Hospital Mariogat. Com consumo, foram 58 milhões e 549 mil. Com prestadores, que são serviços assistenciais, foram 82 milhões e 893 mil. um total de 20% de toda a despesa realizada na rede Mariogat, 20% é com serviços assistenciais, sendo 67.805.000 no Ouro Verde, 12.841.000 no Hospital Mariogat, 1.439.000 nas unidades pré-hospitalares e 806.000 de serviços distribuídos. Boa parte das despesas com prestadores nas unidades que não o ouro verde são despesas para o combate à pandemia. Serviços terceirizados, que são aqueles serviços de limpeza, vigilância, tudo aquilo que é não assistencial, água, luz, também tarifas públicas, R$ 62.553.000 acumulados. Investimentos R$ 1.062.000,00, aqui basicamente a obra da reforma da Oncologia, e R$ 401.855,00, com outras despesas. Olhando pelas fontes de recursos, dos R$ 413.145.000,00, R$ 317.522.000,00 são despesas com recursos municipais, Isso representa 77% de toda a despesa da rede Mário Gatti, são feitas com recursos do caixa, do tesouro. 43.810.000 de fontes vinculadas, isso aqui é o convênio SUS, então ele representa do total de despesa 11% da despesa da rede Mário Gatti. R$ 21.258.000,00 é a despesa exclusiva para o combate à pandemia. Então, a rede Mariogat tinha uma estrutura e, para fazer frente ao combate à pandemia, ela precisou de mais R$ 21.000.000,00 do município para fazer combate à pandemia e R$ 30.552.000 de recursos federais e estaduais para dar vazão à despesa extra. Entre as observações desse aumento de despesa, a gente tem casos de medicamentos que tiveram mais de 60% de aumento neste ano de 2021. Um medicamento que custava R$ 100,00 em janeiro, ele está custando agora R$ 160,00. Aqui a comparação da despesa do segundo quadrimestre de 2020 contra o segundo quadrimestre de 2021. Um total de R$ 413 milhões no segundo quadrimestre de 2021 contra R$ 340 milhões, R$ 708 mil em 2020. Vale ressaltar que as despesas com o coronavírus, o combate à pandemia, elas se iniciaram no ano de 2020, no mês de maio. A primeira despesa liquidada chegou em abril e mês de maio, então tem aproximadamente cinco meses a menos, por isso esse aumento de 21%. A maior parte dele é quanto aos recursos de combate à pandemia. Na despesa de pessoal, teve um aumento de 20%, basicamente também os funcionários que foram contratados para o combate à pandemia, são aproximadamente 180 funcionários, contratados no mês de maio de 2020, por isso essa despesa maior com o pessoal. Consumo, novamente, se a gente olhar as despesas municipais, o recurso municipal para o combate à pandemia teve um aumento de 40%. Isso é fruto não só da pandemia, mas também desse aumento de preço dos insumos. Despesas com prestadores, um aumento de 17%. Despesas com serviços, um aumento de 16%, passando de R$ 53 milhões para R$ 62 milhões, R$ 553 mil. Investimentos, uma redução. Essa redução, boa parte dela é por conta de um problema na obra da oncologia, que o governo federal não estava conseguindo repassar os recursos até este momento. a gente ainda não recebeu, tem uma pendência de recebimento de recursos para a obra de reforma da oncologia. E outras despesas, uma redução, isso é fruto de uma adequação orçamentária, os recursos daqui foram destinados à pandemia. O custo do cuidado é sempre menor que o custo do reparo, que é a importância de se planejar a saúde pública. E aqui termina a apresentação das despesas e receitas da Rede Mário Gatti. Fico à disposição para qualquer dúvida, esclarecimento que se fizer necessário. Obrigado. Muito obrigado, Fábio, pela sua apresentação. Tem mais... o Moacir vai apresentar alguma coisa, não é, Moacir? Então, vamos lá. Bom dia a todos. Eu vou fazer a apresentação da parte assistencial do relatório detalhado. Lembrando que este relatório acontece três vezes ao ano, a cada quadrimestre e o último a gente fecha o ano, então a maioria dos indicadores assistenciais eles são de cunho anual, então a gente só vai ter de fato os números finais ao final do ano. Então todos esses, lembrando que todos esses indicadores são passíveis de correção conforme nós temos a correção dos dados ao longo do tempo, principalmente nos dados de nascimento e os dados de mortalidade, que são corrigidos até três a seis meses depois que são registrados. Lembrando que nós estamos no último ano do Plano Municipal de Saúde, que começou em 2018 e vai até 2021. e já elaborando o Plano Municipal de Saúde de 2022 para 2025. E atualmente nós trabalhamos com sete eixos, um eixo recente que foi só colocado no ano passado do enfrentamento à pandemia, que são divididos em diretrizes, que explicam e explicitam os eixos, objetivos, com 13 objetivos e são 73 indicadores no total. A gente não vai apresentar todos os indicadores de saúde nessa apresentação, certo? Porque a gente tem a apresentação completa, isso fica disponível para todos. Mas a gente fez uma seleção de indicadores, a gente teve o cuidado de não selecionar só os bons indicadores, mas o indicador que desse o mosaico da atual situação de saúde do município, agora no final do segundo quadrimestre. E a apresentação está estruturada de forma a gente apresentar os dados da atenção básica, os dados da atenção de média e alta complexidade, da vigilância e, finalmente, os dados do COVID. É sempre bom lembrar que nós ainda estamos e começamos este ano no estado de calamidade pública, o que tem um importante reflexo sobre todos os indicadores. vez que toda a equipe da saúde foi dedicada e orientada para o enfrentamento da epidemia. Então, muita coisa, essa medida impacta o resultado dos indicadores no ano de 2020 e no ano de 2021 de mesma forma. Então, já iniciando, a gente começa a atenção primária com a cobertura populacional estimada de equipe de atenção básica saúde. Nós tivemos resultado de 64%, a nossa meta é 68% no final do ano. aqui é um dado onde quanto melhor, quanto maior, melhor a gente já vem apresentando um aumento significativo por quadrimestre desde 2020 essa cobertura é diretamente proporcional ao número de equipes de saúde da família que são instaladas e estão em funcionamento e nós tivemos um aumento de nove equipes em relação ao primeiro quadrimestre, o que nos leva a essa melhoria. Volta um pouquinho só. Então, aqui nós temos em 2020, nós temos para uma população de 1.213.000, nós temos 213 equipes de saúde da família em funcionamento. Isso que dá o resultado 60,54% em 2020. Em 2021, a gente pega a população, divide pelo número de equipes de saúde da família, que no caso, nesse segundo semestre, estão sendo considerados 226 equipes de saúde da família. São 13 a mais do que em 2020, agora no final do segundo quadrimestre. A cobertura populacional de saúde bucal na atenção básica é sempre um desafio para o município. Nós temos uma meta de 43,7%, chegar a 43% de cobertura ao final de 2021. Essa é uma meta desafiadora mesmo, a gente nunca conseguiu chegar nessa meta. Não, aqui é o número de profissionais de equipes de saúde bucal pela população. Hoje, a gente tem 20, hoje significam 29% de cobertura. De toda a cidade, nós temos 29% de cobertura de saúde bucal. A gente está trabalhando hoje com 102 equipes de saúde bucal, um incremento de 3 equipes em relação ao último quadrimestre. A gente teve recentemente um concurso público, então a tendência é que a gente consiga aumentar bastante até o final do próximo quadrimestre, ao longo do próximo quadrimestre. A proporção de medicamentos padronizados, disponibilizados para atenção básica em 2021. No primeiro quadrimestre nós tivemos 86% e no segundo quadrimestre um resultado de 77%. Isso significa que a gente tem, da lista de medicamentos ofertados pelo município, se a gente conseguir que 90% desses medicamentos não falte, a gente atinge a meta. Então, quanto maior, melhor. A gente teve uma dificuldade enorme em 2021, como o Laér bem colocou no início da fala dele em relação à administração, muito por conta de processos de compra e de aquisição de medicamentos e de logística bastante complicados. a gente teve diversos processos de aquisição, desertos ou atrasos, e que levou a esse resultado de 77% no final do segundo quadrimestre. Então, é um indicador que a gente tem que ter se esforçado para melhorar. A gente está com 54 unidades de saúde cobertas através dos núcleos ampliados de saúde da família. São 27 farmacêuticos, cada um farmacêutico cuida de duas unidades, para estar dando suporte à política de farmacologia do município. A proporção de internações por condições sensíveis à atenção básica é um indicador que mede, basicamente, se a atenção básica funciona bem e se a gente tem menos internações por conta desses problemas. Então, quanto menor o índice aqui, melhor o indicador. A gente teve uma melhora em relação do primeiro ao segundo quadrimestre. Esse é um indicador que a gente tem que olhar com muito cuidado em época de pandemia, porque também a gente tem que trabalhar bastante na análise mais completa dele junto com a oferta. A gente sabe que houve uma diminuição de oferta por conta da pandemia e isso não precisa refletir necessariamente que a gente está, uma melhora tão evidente como o número diz. Mas, sem dúvida nenhuma, isso é um indicador que a gente precisa de olhar e deve ter... Inclui a internação com Covid ou é só de coletivo? Não, aqui é só por condições exigidas de atenção básica, não inclui a Covid. E esse é um dos fatores que levam a uma diminuição de forma artificial. Da mesma forma que hoje a gente teve causas sensíveis à tensão máxima, nós tivemos 6.820 internações, num total de 14.400 internações. A taxa de mortalidade prematura, aí sim, a gente tem uma... Ah, desculpa. A taxa de mortalidade prematura é um indicador que... Ele analisa somente as mortes ocorridas por conta de doenças de aparelho circulatório, do câncer, diabetes e doenças respiratórias. Isso significa o quê? Se eu tenho muita gente morrendo da faixa entre 30 a 69 anos, desse conjunto de doenças crônicas não transmissíveis, aqui não entra também o Covid, Quanto menor o número, melhor a qualidade da assistência prestada Nós temos, em função também da pandemia Um problema que é uma instabilidade mas há um desequilíbrio na forma de você fazer o cálculo dessa taxa. Porque, por exemplo, nós tivemos no mesmo ano, em 2020 e em 2021, nós tivemos 30% a mais de óbitos por conta de Covid. Além do número ser superior à série histórica, A gente teve um número superior da série histórica num problema só. E isso derruba todos os outros registros. Então, a gente esperava 266 e tivemos 90. Isso tem vários significados. Significa que muita gente que morreria de doença crônica não transmissível morreu de COVID e não de doenças de aparelho circulatório, câncer, diabetes ou doenças respiratórias. E a outra questão é que morreram menos com esse diagnóstico e mais com o diagnóstico de COVID que não entra no cálculo. Então, esse cenário de pandemia dá uma instabilidade para a gente, dificulta até a análise dos indicadores. Nós tivemos 536 óbitos por doença crônica não transmissíveis, que é um pouco menor do que a série histórica anual. a gente tem em torno disso, mais de Covid, por exemplo, foram 1.700, são 17 vezes a mais do que a gente costuma ter, de doenças infecciosas. A proporção de cura de casos novos de tuberculose pulmonar e de ranceníase são doenças que a gente analisa a cada dois anos o resultado, a proporção de cura, porque é um tratamento que é praticamente um ano de tratamento e o indicador, então, quanto melhor o indicador, maior. Também é um indicador que, como o Campinas tem uma série histórica, já tem um histórico de acompanhamento dessas doenças, o número de casos é muito pequeno. Então, cada alteração no caso aqui, ela leva grandes alterações no percentual. E é um indicador que a gente vai acompanhando ao longo do ano, mas o importante é acompanhá-lo ao final do ano, porque é um indicador preponderantemente anual. Basicamente, a tuberculose vem em um crescente de 30%, 74%, A gente espera alcançar os 85% ao final do ano de 2021. O de ranceníase também acompanha a mesma lógica. A gente está com... Só que ainda mais do que a tuberculose, nós temos uma série de casos bem menor do que... Para vocês terem uma ideia de ranceníase, foram 10 casos no ano que estão sendo acompanhados. São os casos de 2019 que tem esse resultado desse indicador agora. Então, isso significa que a gente tem que cuidar durante dois anos para apresentar o resultado no RDQA. A proporção de nascidos vivos de mães com sete ou mais consultas de pré-natal. Campinas tem uma tradição de garantir bons resultados no pré-natal e no parto e no binômio mãe recém-nascido. O que corrobora o conjunto de indicadores mostra isso. Esse é um dos indicadores mais importantes para a gente conseguir garantir a mortalidade infantil nos níveis baixos que a gente consegue, que é fazer um bom pré-natal. A gente já está com a meta atingida, a gente espera mantê-la até o final do ano. Isso mesmo considerando o contexto da pandemia, onde todos os serviços, e essa foi uma recomendação, inclusive, do Ministério da Saúde, que foi acatada pela Secretaria, que é de, apesar da pandemia, manter os níveis do atendimento do binômio mãe recém-nascido e antes do recém-nascido, de forma a garantir a assistência à criança. A proporção de gravidez na adolescência entre faixas etárias de 10 a 19 anos, Também tem um histórico de ótimos números, a gente tem pela série histórica aqui em cima, vocês veem que a gente tinha 12% em 2015, em 2020 nós tivemos 8%. Comparado ao mesmo período de 2021, a gente deve estar conseguindo baixar mais, apesar de que a gente viu que durante a pandemia esse foi um dos indicadores mais comprometidos por conta exatamente dessa coisa da dificuldade de trabalhar, das equipes não poderem trabalhar fora, da falta de trabalho externo das equipes de saúde da família. Então, essa foi uma das limitações da ação extra-muro, porque a gravidez na adolescência é basicamente uma busca ativa. Se você esperar que a adolescente chegue, aí você perde essa adolescente, perde esse controle. O número de testes de sífilis por gestante na cidade, a gente não teve, diferente do ano passado, a gente não teve nenhum problema dessa vez com o Ministério da Saúde, e a gente teve uma melhoria bastante acentuada nos registros, na forma de registro dos sistemas do município, onde a gente faz o registro de cada teste de sífilis. A gente teve 2.600 testes rápidos e quase 12.000 testes de sorologia realizados pelo laboratório municipal. proporção de vacinas selecionadas do calendário nacional esse é um indicador complexo por que que é complexo? a gente avalia quatro vacinações até dois anos de idade em quatro vacinas a pneumocócica, a pentavalente, a polio e a triplice pra você pontuar você tem que ter atingido 95% do indicador de cobertura, em cada uma dessas, dá um ponto para você. Então, nós tivemos, de janeiro a agosto de 2021, 85% na pneumocócica, 78% na pentavalente, 78% na poli e 74% na triplice viral. Nós estamos com uma cobertura vacinal muito baixa. Então, o indicador que vai para o Ministério da Saúde é o indicador que mostra que a gente não conseguiu atingir em nenhuma das quatro vacinas os 95%. Nós estamos com um indicador de resultado zero. Então, a interpretação aqui é de zero a 100, de 100 por quanto maior, melhor. Isso não é de agora, só por conta da pandemia, mas a pandemia, ela aumentou bastante a nossa dificuldade de manter a cobertura vacinal. Agora, o número de casos novos de sífilis congênita em menores de um ano mostra um cenário bastante parecido com o do ano passado. A gente está no mesmo período de 2001, segundo a RIC-TQA, no ano passado a gente teve 39 casos, este ano 33. A gente espera ficar dentro da meta até o final do ano, mas ainda assim é pouco provável que a gente consiga, por conta de que apesar do esforço de manter o pré-natal, garantir esse acompanhamento das crianças e também fazer a busca ativa, a vigilância das gestantes, é o maior desafio que está dado hoje em relação à pandemia, que é, de novo, a questão das atividades extramuro, que a pandemia prejudica muito. Na média e alta complexidade, a proporção de acesso hospitalar de óbitos por acidente A gente teve uma diminuição importante em relação a 2020. O resultado está bem abaixo do esperado que a gente teve. E aqui é aprimorar a linha de cuidado de trauma e monitorar o plano de contingência de múltiplas vítimas do município. Isso aqui também é dependente, não, não tem independência, é isso mesmo. Na proporção de óbitos nas internações por infarto agudo ou miocárdio, a gente teve também, assim, quanto menor melhor, a gente teve um aumento, teve um aumento em relação à proporção de óbitos nas internações, A gente está, na verdade, colhendo agora os resultados do primeiro e segundo quadrimestre na vigência da pandemia que a gente esperava no primeiro quadrimestre ou no resultado do ano passado. Então, a gente vê aqui uma piora em relação ao mesmo período. A gente espera diminuir esse índice com a retomada do atendimento crônico na atenção primária e está ofertando matriciamento de cardiologia na atenção primária. Está mantendo o protocolo de trombose no SAMU, que é uma das, Campinas foi um dos municípios inovadores em relação a isso, a gente teve uma ótima resposta, que nos levou, e aí a gente tem, de novo, isso aqui está muito, a piora na proporção de óbitas e internações por infarto agudo do miocárdio, está muito relacionado à nossa dificuldade de garantir o atendimento na atenção primária de doenças crônicas não transmissíveis. a proporção de parto normal no sistema único e na saúde suplementar a gente está mantendo bons níveis as custas principalmente do, a gente está com 38,88% de parto normal no sistema único se você analisar, isso a gente está analisando tanto o sistema público puro quanto complementar juntos. Então, o sistema privado também entra nessa conta. Se você analisar separadamente, a gente tem um percentual de parte vaginal no sistema único de 48,53%. E no sistema privado, de 23,53%. Isso aqui joga o nosso indicador muito para baixo. O que mostra que a gente precisa de, além de trabalhar mais nos serviços próprios, também está trabalhando a questão de incentivar os profissionais de saúde e de fazer a discussão desse indicador nos serviços privados. A cobertura de edição de atenção psicossocial, que são os CAPS, aqui é o número de CAPS por população. a gente não teve alteração, quanto maior, melhor, mas a gente já tem índices que atendem ao preconizado pelo Ministério da Saúde, em número de CAPS, em número de serviços pela população. Então, a próxima virada, que seria a necessidade de mais um CAPS, a gente tem a ver com o aumento orgânico da população e a necessidade de mais serviços. O que está sendo trabalhado é que houve crescimento populacional, mas está se trabalhando a questão de qualificar e ampliar os serviços existentes para melhorar a cobertura, nesse caso. Em relação à vigilância sanitária, a taxa de mortalidade infantil, que no primeiro RDQA nos deu um susto de 11,59, voltou a ficar abaixo de dois dígitos, 9,96 no segundo semestre a gente espera mantê-los assim que é basicamente o esforço das equipes para estar garantindo a cobertura e está voltando a fazer a discussão dos casos e o acompanhamento mais pari-passo de todos os nascimentos e dos comitês distritais. Isso, para a gente conseguir manter a mortalidade infantil abaixo de dois dígitos, isso é um esforço que não é só da atenção primária. A atenção primária a gente até consegue fazer, manter isso, mas isso, cada décimo de indicador de taxa de mortalidade infantil abaixo dos dois dígitos, ela é um esforço conjunto entre o pessoal que faz o pré-natal, que faz o parto, que dá atenção a esse recém-nascido, a garantir que esse recém-nascido seja acompanhado na primeira semana nas primeiras mesas de vida. Então, esse é um esforço de um... de todo o complexo de saúde da secretaria. Na razão de mortalidade materna, a gente esteve também acompanhando o susto que nos deu a mortalidade infantil no primeiro quadrimestre que foi de 144% no segundo, agora a gente manteve 81%. Isso, a gente espera no máximo 40%, quanto menor melhor aqui, a gente está com o dobro do esperado, basicamente em função da COVID. A gente teve sete óbitos maternos, sendo que cinco foram em função de COVID-19, o que nos reforçou a trabalhar os protocolos de forma diferenciada para casos suspeitos entre grávidas. Tivemos, de fato, uma melhoria de 144 para 81 e esperamos que a gente consiga baixar bem esse número até o final do ano. A proporção de registro de óbitos com causa básica definida é um qualificador da vigilância epidemiológica do município. Você ter um óbito com causa bem definida, também define todo o planejamento em saúde que a gente faz. Infusão de Zé. Todos os registros, todos os indicadores que eu citei até agora, se a gente tiver um registro de óbitos duvidosos, onde tem dúvidas sobre a causa básica, isso influencia toda a tomada de decisão. Então, Campinas está mantendo, sempre se manteve acima de 98%, É um indicador da qualidade de que mesmo com a pandemia, a vigilância tem conseguido dar conta de fazer a investigação e está dando resultados. O coeficiente de letalidade por dengue foi de zero. No primeiro quadrimestre foi zero, no segundo quadrimestre foi de zero ainda. A gente teve 2.275 casos de dengue, mas não teve nenhum óbito em Campinas. A proporção de acidentes de trabalho graves notificados e investigados é um indicador que mede a qualidade da investigação, basicamente do nosso serviço do Sereste, do Centro de Referência de Saúde do Trabalhador. A gente vê que, apesar da pandemia e das dificuldades que esse contexto traz, a gente teve uma melhora expressiva e espera estar conseguindo, a gente já atingiu a meta, e no segundo a gente mantém a meta atingida até o final do ano. Nós tivemos 22 acidentes de trabalho graves, típico, e conseguiram a proporção de serviços de terapia renal substitutiva com controle sanitário realizado, também mostrou um aumento crescente. A gente tem essas visitas e essas fiscalizações são feitas pela vigilância sanitária ao longo do ano, então a gente sempre espera chegar no terceiro quadrimestre com 100%. A gente já atingiu 54% em relação ao ano passado, já conseguimos fazer mais serviços. São 11 serviços, já foram inspecionados 6 até o cronograma. Da mesma forma, a proporção de hospitais inspecionados, nós temos 22 hospitais, já estamos com 80,95% dos hospitais inspecionados, com a meta de atingir 100%. No ano passado, em função da pandemia, a gente não conseguiu fazer isso, porque nos pegou de surpresa na agenda, na verdade, o processo, mas o pessoal da Vigilância conseguiu se reorganizar e está agendando até o final do ano para que todos os hospitais sejam inspecionados até... com relação a Covid-19 nós temos um indicador de número de reuniões do centro de operação de emergências para a saúde pública que foram realizadas a gente está com 79 reuniões realizadas são praticamente toda semana o número de centros de saúde que estabeleceram com fluxo para atendimento da Covid-19, nós estamos com 100% dos centros de saúde ainda com fluxo definido e protocolo definido de atuação. Todos eles trabalham com documento orientador para a rede de assistência de Campinas, que está disponível no site da prefeitura, publicizado. todas as notas sem unidade de saúde trabalham com o sistema com o Notifica que é o sistema de notificação do Ministério da Saúde e a proporção de casos leves e moderados de Covid investigados nós já estamos com 99,85% significa que quem fica doente de COVID hoje está sendo investigado para e passo no mesmo período. A gente não está com casos represados de investigação de casos leves e moderados. E a proporção de notificação de síndrome respiratória aguda grave concluídos é de 93,92%. Então, a gente retomou, conseguimos retomar a rotina de ter praticamente 100% dos casos com notificação concluída. Esse é um indicador que mostra, basicamente, se a equipe de vigilância da saúde está sobrecarregada ou está conseguindo dar conta do recado. no primeiro RDQA que a gente estava no auge da segunda onda a gente teve um represamento de casos notificados concluídos agora a gente já voltou à normalidade e a proporção de surtos de covid investigados em instituições alisilares também mostra a mesma capacidade da vigilância de dar resposta aos surtos a gente voltou à normalidade que é atender 100% dos surtos de Covid-19. No primeiro semestre, no auge da pandemia, a gente teve uma redução dessa capacidade. Na verdade, não é a redução da capacidade, a gente não conseguiu dar conta da proporção de surtos no mesmo período, nesse quadrimestre, e a gente já conseguiu responder a todos os represados e não tem demanda por conta disso. Só para ter uma noção, foram 175 surtos de COVID em 29 instituições asilares. Proporção de casos confirmados de COVID por meio de RT-PCR, a gente tem mantido um bom resultado, esse resultado nunca é 100%, porque você tem também a questão de você trabalhar com a confirmação de casos clínicos. Então, 87% está dentro do nosso esperado. E a cobertura vacinal de Covid-19, que a gente começou em 26 de janeiro, nós estávamos com 13.325 doses aplicadas e hoje, melhor, na verdade dia 5 de outubro, a gente estava com 1.666.416 vacinas aplicadas. Então, ao longo dos oito meses. Desse total de vacinas aplicadas, nós temos hoje, essa é a data de 7 de outubro, na verdade com os dados de 5 de outubro, 91% da população maior de 18 anos com menos uma dose e 76,7% da população maior de 18 anos com esquema vacinal completo, sendo 14 mil com terceira dose de reforço já. Aqui ainda tem o nosso último bloco, é o financeiro de emendas parlamentares. Eu não vou ler todos, mas na Prata e em São Primário nós temos R$ 556 mil de emendas parlamentares que estão sendo aplicadas. aqui vocês acham que vale a pena detalhar isso aqui pode definir certo mas basicamente o Rui Falcão e o Paulo Freire o Paulo Teixeira o Roberto Alves Tem a Mara Gabrilli, o Alexandre Leite, o Coronel Nishikawa, a Samia Bonfim, o Orlando Silva, a Alexis Fontaine. A gente está com um conjunto de emendas em valores bastante expressivos. A gente está com 11, para a média e alta complexidade, são 12 milhões de emendas parlamentares que estão sendo, e para a atenção básica são 5 milhões e meio, coisa do gênero. Esse detalhamento está disponível, vai estar disponível no site da Prefeitura, e quem tiver, lembrando que esses dados sempre são passíveis de correção, à medida que a gente consegue a melhor qualificação dos registros, E a gente faz isso e corrige para o próximo. Muito obrigado. Obrigado, Monsir. O importante é as suas considerações e, como bem disse, está disponível no site da Prefeitura. Então, quaisquer dúvidas que as pessoas queiram derimir, está aí procurando alguma informação, está lá no site da Prefeitura, isso é público. O secretário pediu a palavra aqui, eu vou passar novamente a ele, secretário. Bom, em relação a... Eu acho que é uma... O índice de vacinação, eu acho que é um dado importante. Queria falar que em relação ao índice de vacinação, nós não estamos bem, mas nós estamos superior aos índices nacionais. Esse é um fenômeno que está acontecendo no Brasil inteiro. E para vocês terem uma ideia da grandeza, em relação à vacinação COVID, nós temos uma expectativa de vacinar praticamente até dezembro por volta de 500, 520 mil pessoas de COVID ainda esse ano. Fora isso, nós estamos com uma expectativa, e já foi acertada particularmente essa semana, nós estamos mudando um pouco os fluxos dos centros de saúde, principalmente porque a taxa de contagem de Campinas está baixa, e no sentido de acelerar a vacinação infantil. Esse é um dado, talvez um dos três mais preocupantes no momento, que é a vacinação. nós mudamos um pouco em relação até aos próprios convênios que nós estamos fazendo com maternidade no ponto de vista de vacinação já dentro da maternidade é um indicador importantíssimo nós não estamos alheio e nós vamos abrir a vacinação vai ter um dia de vacinação se não me engano é dia 16 a vacinação para não covid Estamos pedindo a divulgação de todos os órgãos, inclusive de vocês, para nos ajudar a vacinar Já temos um certo mapa da cidade em relação a alguns bolsões com baixíssima vacinação Quando soma dá esse número ainda ruim Mas o fato é que nós estamos atentos a isso E isso particularmente não é um problema somente de Campinas Em relação à mortalidade infantil, quem assistiu a última apresentação, nossa, foi horrível ter chegado no primeiro quadrimestre dois dígitos, nós chegamos a discutir esse assunto, agora baixou, já estamos com índice, talvez pode-se dizer aceitável, mas é um indicador importante. Fora isso, eu acho que, queria falar, eu sou obcecado por número, obcecado por indicadores, acho que são eles importantíssimos do ponto de vista de você fazer discussão. Tem uma versão enorme da palavra acho, em rei e saúde, ela tem que ser discutida basicamente em número, informação. Então, é uma coisa que nós vamos focar na construção de indicadores, na construção de ter informações. Então, em relação, queria só pontuar essas duas coisas aí. Fora isso, que nós vamos abrir essa vacinação no Covid, essa vacinação Covid que praticamente está toda agendada. Essa semana foi na, sei lá, quarta-feira. Quarta-feira nós tivemos uma reunião, basicamente com todos os centros de saúde na FAC, tinha lá seguramente mais de 150 pessoas, acho que foi quarta, e nós fizemos essa discussão de abrir a vacinação para Covid, a vacinação para não Covid, e a volta da normalidade do atendimento. Então, teve uma conversa muito boa em relação a todos os coordenadores. Sabemos ainda que esses dados do atendimento não é bom. E eu acho que qualquer pessoa lúcida sabe por que não foi bom. Foi muito confuso, foi muito confuso, foi um confuso para todos. Mas, de qualquer maneira, alguns dados, pelo que o Macir falou, praticamente nós estamos voltando à normalidade. Talvez o mais feliz dele é a tal da mortalidade infantil, está relacionado com o pré-natal. Você viu que pré-natal nós voltamos também à normalidade, que é uma coisa fundamental, fundamental. Então, eu acho que assim, devagarzinho, nós estamos voltando à normalidade da saúde pública em Campinas. É isso. Obrigado, secretário. Eu vou abrir a palavra primeiro aos vereadores que compõem aqui a mesa e vou pedir a gentileza que os vereadores se atenham ao tema da pauta de hoje. Eu já até vou me adiantar. Talvez alguns questionamentos possam vir à baia, outros que não, que está sendo apresentado aqui, mas eu já marquei para o dia 18, às 9h30, e já confirmei a presença do Dr. Sérgio Bizonho. Para esclarecer quaisquer dúvidas, eu acho que o assunto mais que está em pauta agora foi o chamamento público do PA Campo Grande. Então, eu peço a colaboração dos vereadores. Talvez alguma coisa, se o secretário quisesse antecipar, fique à vontade. Mas eu acho que quem de direito e de fato pode vir aqui responder todos os questionamentos é o doutor Sérgio Bizon. Então, que nós tenhamos aí o entendimento, até porque esse assunto que nós debatemos hoje, ou que nós trouxemos para essa audiência pública, ele é muito extenso. Então, ele já requer uma atenção especial da gente. E misturar algum outro assunto que, eventualmente, é de extrema importância, Eu vou chamar o cuidado que os outros vereadores, inclusive vereadores da região, se façam presentes, porque os questionamentos, muitas vezes, na tribuna, eles aparecem, e depois, quando a gente marca uma reunião com os gestores, eles não comparecem. Então, é importante que todos compareçam, principalmente os vereadores da região. Eu sei que o nobre vereador Cecílio, ele milita ali na região, ele tem um trabalho muito bom, um trabalho de excelência, mas eu gostaria que os vereadores entendessem e o público que está aqui também pudesse canalizar para os questionamentos do que foi apresentado hoje. Eu vou abrir para a nobre vereadora Guida Calisco para que faça as suas considerações e os seus questionamentos. Bom, bom dia a todas e todos e todes que estão nessa sala. Bom dia, presidente dessa comissão, saúde, bom dia, secretário, demais técnicos e diretores responsáveis pelo setor de saúde da Rede Margat, inclusive também. Bom, primeiro dizer que eu também estou aqui, porque também fui provocada até inclusive por falas que a gente teve na sessão. Obrigada, Lucas. E aí o próprio líder falou, olha, o secretário estará aqui sexta-feira, o pessoal da Rede Marugardes estará aqui sexta-feira, e a gente pode responder, quem sabe, o governo pode responder algumas questões. Então eu aproveitei, e eu não sabia dessa nova data, mas eu já vou colocar na agenda com certeza para a gente poder estar aqui nessa nova data. Mas, mesmo assim, as questões que eu trago têm bastante relação com o que foi apresentado aqui. Como eu não tive acesso, não tinha tido acesso a esses dados, somente agora eu tive acesso a esses dados, e como eu não sou uma pessoa que discute na área de números, venho aí do serviço público, sou monitora de educação infantil, sou advogada, eu preciso de um tempo realmente para poder analisar esses dados. E eu concordo que os dados são extremamente importantes para a gente poder fazer uma avaliação criteriosa. Então, a minha fala é muito com base na última audiência pública que a gente teve aqui da Secretaria de Finanças, que tratou um pouco, então são dados mais gerais, e com certeza relacionam tanto com o que foi falado aqui como também com a pauta que está colocada para a cidade, que é a questão da terceirização da UPA do Campo Grande. Mas eu vou tentar me ater e, quem sabe, na próxima reunião, o secretário e o pessoal da Rede Marigast pode responder melhor. Porque, querendo ou não, tem muita relação com a Secretaria de Saúde. Bom, três informações a gente recebeu naquela audiência pública de finanças. Primeiro era o gasto com o pessoal, que era um gasto baixíssimo, de acordo com as despesas, com o gasto com o pessoal. o gasto é de 32,7%, ou seja, muito abaixo dos limites da LRF, 48, 51 e 54, que são os marcadores ali. Então, um outro dado que foi apresentado, que as finanças da prefeitura têm, apresentam superávit, ou seja, as contas estão indo muito bem, obrigada. E o outro ponto que chamou bastante atenção, que eu concordo muito com o que foi falado aqui, que ficou comprovado com o que foi falado aqui é as despesas aplicadas na saúde que segundo os dados da finanças é em torno de 24,6% ou seja é muito recurso é óbvio que é uma pasta que demanda muito são muitos recursos mas aí quando a gente vai enquanto vereadores fiscalizadores que a gente é do poder público inclusive a gente recebe muita, muita reclamação com relação, claro, à questão da falta de profissionais. A gente não consegue ter essa cobrança muito forte. E também com relação à questão da medicação, da lista de medicamentos ofertados. Essa é uma reclamação recorrente. Bom, sobre a questão da falta de profissionais e linkando isso com relação à questão da terceirização da UPA, do chamamento público da UPA. Bom, enfim, acho que a gente pode conversar isso depois. E também... Ah, mais um detalhe. A gente pode conversar, mas eu gostaria já de colocar para a secretaria que a gente tem um posicionamento sobre isso, a gente quer dialogar, a gente acha que não é a saída, mas a gente pode dialogar isso. sobre a importância, desde o momento em que foi criada a Rede Marugate, de se fazer concurso público, e não foi feito, a informação que a gente recebe e das pesquisas que nós fizemos é que os funcionários utilizados na Rede Marugate, principalmente nas UPAs, são funcionários que são remanejados da própria Secretaria Municipal de Saúde. Isso a gente sabe que vai faltar dos dois lados. Vai faltar tanto para a rede básica como vai faltar também para a rede marugate. Então, vai faltar para a saúde básica, porque está utilizando os trabalhadores que foram ali contratados através de concurso público para a rede básica de saúde, e não para a rede marugate, para a UPA, principalmente para atender nas UPAs, que é uma questão. E talvez também a gente quer dialogar Talvez não, a gente quer dialogar também Sobre essa questão da mortalidade Esqueci seu nome, querido Moacir Moacir apresentou os números aqui E eu apresentei em plenário, Moacir Uns números que a Comissão Permanente de Atenção Hospitalar Urgência e Emergência Que é do Conselho Municipal de Saúde Mas são dados Números que estão concentrados só no Complexo Ouro Verde, que eu apresentei. Mas aí, no dia 18, a gente pode debater melhor. Só no Complexo Ouro Verde, e não foi no período da pandemia, secretário, foi antes, 2017, 2018 e 2019, que o aumento da mortalidade foi muito alto, muito alto mesmo. Então, a gente tem essa preocupação com relação à questão das terceirizações que atendem ali. E aí, voltando para a questão principal que eu quero também discutir aqui com vocês, é essa questão da falta de profissionais na rede básica, que ainda se tem muita reclamação. Pouco tempo vocês viram uma servidora que é coordenadora do SES, estão querendo, levando um tapa na cara, porque não tinha... A usuária ali ficou nervosa, revoltada, porque não tinha quem atendesse, não sei. A gente está falando de uma coordenadora, a gente pode ter críticas a vários aí, mas nós estamos falando de uma coordenadora que é uma pessoa que está lá na frente, na linha de frente, atendendo a população, conversando com a população, tentando acalmar, não é uma pessoa que fica lá dentro da sala, no ar-condicionado, não é ela. Então, ele levou um tapa na cara por falta de atendimento. E a questão da medicação também, a questão da lista de medicação. Aí eu fico preocupada com esses 24%, que é um quarto, é muita grana. Eu sei que demanda muito, eu entendo, não estou falando que é menos, as despesas aplicadas na saúde. Eu sei que demanda mesmo isso, eu sei que é complexo, o volume de recursos é complexo, mas a gente fica preocupado, como é que falta medicação? Como é que falta? Será que não está faltando gestão disso? Sim, está. Tem toda a burocracia da compra, a gente entende, mas não tem como organizar isso para que não falte medicação, para o povo não estar sofrendo lá na ponta, no centro de saúde, e a questão também da falta de profissionais. A nossa preocupação, secretária, para finalizar mesmo, é essa. A gente não acha que a saída é a terceirização. Eu fui visitar uma UPA, teve muita reclamação com relação aos profissionais médicos. Eu não acho que a saída se fundamente a partir de alguns profissionais que não atendem adequadamente. Eu acho que a gente tem que apresentar soluções que, de fato, a população tenha um atendimento de qualidade. E, se for profissional concursado, a gente tem como cobrar, a gente tem como... Nós temos instrumentos de cobrança e de garantia de qualidade para o atendimento dessa população que está sofrendo. Obrigada mais uma vez. Eu quero agradecer principalmente aos profissionais que vieram, trouxeram aqui esses dados. Eu vou acessar e estudar. Obrigada. Vereadora Guida, obrigado pelas considerações. O secretário, eu vou, para a gente organizar aqui, e otimizar o nosso tempo, que também não é muito longo, a gente já está quase no limite. Eu vou pedir que o vereador Cecílio faça os seus questionamentos, depois eu passo para o Rocine, ele faz e o senhor responde. Aquilo que achar que realmente... O vereador é guida, só para que V. Exª saiba, esse material todo já foi disponibilizado para todos os vereadores desde segunda-feira, já está no e-mail. Então, a minha assessoria já passou isso aqui para a gente. Então, se não for para o seu e-mail, você me avisa que eu vou puxar a orelha do meu pessoal. Não precisa puxar a orelha de ninguém, vereador. Então, desculpa, que pode ter sido eu mesmo de não ter acessado. Então, já coloco aqui, já faço minha autocrítica aqui. De qualquer forma, eu vou, estou acessando agora aqui, eu vou estudar o material. Obrigada. Nem seria diferente, eu não esperaria nada diferente de vossa excelência. Vereador Cecílio. Mais uma vez, bom dia a todos, a todas que nos acompanham. Em relação à questão financeira, o que me chama a atenção ainda é, e eu falei isso na última apresentação, a questão dos repasses para as entidades conveniadas. Eu disse isso ao secretário, esperava um plano para que a gente possa, o município, resolver os problemas de saúde e não trabalhar nessa perspectiva de sempre repassar para entidades. Isso é complicado, a gente sabe, necessita de uma estruturação ou reestruturação, mas eu insisto com essa perspectiva. Eu acho que é importantíssimo as parcerias que se tem com as maternidades, com os hospitais conveniados, mas é fundamental que o município trabalha com uma perspectiva própria, tem que ter um plano próprio para ir avançando na atenção à saúde do município, principalmente à saúde básica. Bom, então isso me chama a atenção. Em relação aos números gerais dos repasses, também queria perguntar ao Reinaldo, ao pessoal, ao secretário, o quanto caiu de repasse do governo federal. A gente sabe que o município, o Tesouro Municipal, aporta muito recurso na saúde e não tem jeito, tem que fazer mesmo. Agora, os outros entes, o Governo Estadual e o Governo Federal, como é que estão esses repasses nesse período principalmente? Em relação ao relatório RDQA, me chama a atenção a questão da saúde da família. são 213 equipes que foram apresentadas, todas elas estão cadastradas no Ministério da Saúde e são equipes completas, porque a gente percebe que na ponta, lá no centro de saúde, nós temos muitas deficiências, e as equipes, a equipe existe, está aqui, mas ela não está completa, então ela não pode ser cobrada por um serviço que não tem condição de fazer. Então, isso já dialoga um pouco com essa questão da contratação, na reposição do quadro de funcionários. Eu acho que isso é um desafio evidente colocado, mas a gente quer trabalhar sempre com essa perspectiva, que há necessidade de planejar concursos para que essa reposição seja feita, e a contratação emergencial. A rede já trabalhou com alguns contratos emergenciais, mas ainda aquém do necessário. olhando para o financeiro, tem possibilidades, tem folga, tem condição de fazer a contratação, então a gente queria entender um pouco isso. Em relação à vacinação, eu não vou falar sobre a logística, os remédios, que a vereadora Guida já comentou, é real, mas sobre a vacinação, eu queria perguntar ao secretário, aqui a equipe, sobre planos de ações para reverter esse quadro, porque é muito grave, é um perigo. E a gente está acompanhando essa coisa negacionista que vem se divulgando em relação às vacinas. É evidente que isso prejudica todo o processo, mas é necessário, sem dúvida nenhuma, e pode contar com esse vereador, no sentido de divulgar as ações para que a população vá se vacinar. É fundamental que a criança, o jovem, a vacina está disponível, e nós cobramos isso da Secretaria, que disponibilizasse a vacina nas unidades básicas de saúde, que as pessoas vão se vacinar. É fundamental. Espero que também a vacina em relação à COVID continue com essa perspectiva. Agora, tem uma questão, secretário, que o senhor falou da reunião com os gestores locais, que é o fluxo de vacinação nas unidades básicas de saúde. A população já tem dificuldade no acesso. E aí, quando fecha a unidade um período para fazer a vacinação, esse acesso se prejudica cada vez mais. Então, nessa reestruturação, é fundamental que pense nessa logística de tal modo que não feche nenhum serviço, que os serviços funcionem ali concomitantemente, porque a equipe tem expertise, as equipes têm expertise para isso. Talvez que falte algum ajuste na estrutura física do centro de saúde, que aí precisa ver o que é. Por fim, em relação à saúde mental, a moça se apresentou falando que a estratégia é ampliar a cobertura. Nós estamos com uma discussão, o secretário, o vereador Rossini e os demais aqui, e acho que dia 18 talvez a gente dialogue um pouco sobre isso também, em relação ao Cândido Ferreira. O Cândido Ferreira é o serviço de saúde mental de maior relevância no município, tem experiência e tudo mais, mas a gente acompanha com uma grande preocupação a forma como está sendo feita essa discussão. Então, a gente queria, secretário, contar com a sua solidariedade no sentido de discutir isso, de nos ouvir, de ouvir o conselho, de ouvir quem tem essas proposições, está certo? Porque, havendo possibilidade de a gente dialogar, eu tenho certeza que o produto será melhor. E aí quem ganha é o município, quem ganha é a população assistida. Tenho dúvida disso. Então, acho que os CAPs precisam, sem dúvida nenhuma, de reforço, de melhorar o atendimento. Nós tínhamos uma situação muito melhor antes da pandemia, foi definhando, foi ficando mais complicado. Claro que a gente precisa dar uma atenção muito maior a isso. Em relação à telemedicina, eu fecho aqui. Eu queria que o secretário explicasse um pouco melhor, por gentileza, como é feito isso. Porque no centro de saúde, a gente tem o médico da família, tem aquela proximidade, estabelece ali um vínculo. É diferente quando este médico liga para aquela família que já está assistida, que ela já conhece, e tira alguma dúvida. Então, a telemedicina que está pensada no município é deste jeito, é essa forma, ou como será? Porque se alguém me liga, ou liga para alguém, olha, eu sou médico, não pode ser assim. Eu imagino que tenha todo um planejamento para que isso seja feito. Obrigado. Obrigado, vereador Cecílio. Importante as suas colocações. Eu passo agora ao vereador Rossini. Bom dia a todos. Cumprimentar o Paulo Haddad, presidente da comissão, o vereador Cecílio, a vereadora Guida, Guida, nosso secretário Lair, também o Reinaldo, o Fábio e o Moacir, que fizeram a apresentação. Os números financeiros, obviamente, eles expressam os serviços executados. A Guida já colocou algumas coisas, secretário, mas seria importante dizer o que chega até os vereadores. Primeiro, falta de medicamentos nas unidades. E diante dos valores, a gente não consegue entender, com tanto dinheiro, como é que falta medicamento. Isso já foi explicado várias vezes, mas é bom falar rapidamente a causa do desabastecimento e quais as medidas já adotadas para evitar que isso aconteça. Porque quem depende do medicamento, não adianta a explicação. Ele chega lá na farmácia, não tem o medicamento, pode agravar a sua condição de saúde e a gente precisa, se houve alguns fatores anormais em função da pandemia, se esses fatores já estão superados, controlados e que medidas estão sendo feitas para evitar que isso se perpetue, para garantir a disponibilização dos medicamentos. medicamentos. A gente recebe também as queixas que foram ditas, às vezes dificuldade de agendamento de consultas, principalmente com especialistas e procedimentos, seja de exames e até cirúrgicos. A gente conhece a deficiência de RH, quais as causas que levaram a essa deficiência do quadro e quais providências estão sendo tomadas para repor os que saíram ou ampliar em função das novas unidades que foram criadas aí. E uma coisa importante, acho que não é para trazer agora, mas eu gostaria de ter acesso aos dados da produção da Secretaria Municipal de Saúde. Qual a quantidade de consultas que a rede básica de saúde realiza por mês, por exemplo? Qual a quantidade de exames, procedimentos, internações realizados pela rede, internações nos hospitais. Porque às vezes a gente olha aquilo que não é feito. Alguém que chega lá, não conseguiu a consulta, a imprensa divulga como se tivesse todo o serviço, o caos. E às vezes a gente não enxerga o que está sendo produzido. É claro que a gente tem que sempre aprimorar, evitar que haja ocorrências como essa, falta de atendimento, demora para a realização de consulta e principalmente cirurgias. Em função da Covid, a gente sabe que as cirurgias eletivas foram suspensas e hoje uma cirurgia pediátrica para instalação de prótese ou qualquer coisa está demorando anos. Isso é horrível para quem precisa ser atendido. É claro que essa questão tem que ficar para a rede Mário Gatti, mas eu queria, era importante que a gente tivesse esses dados, até para poder saber se a rede está funcionando ou não, ou se está esse caos mesmo que alguns dizem. E, obviamente, eu sei que o Ministério da Saúde apresenta indicadores por população, uma população de um milhão de habitantes com a expectativa de consulta por, para ver se a nossa rede está estruturada para atender essa demanda que é projetada em função do histórico. Ou se a gente tem pontos de gargalo, de estrangulamento que precisam ser ampliados, melhorados. Acho que esses dados são importantes para a gente poder ter uma compreensão melhor de como é que está o atendimento da saúde da população. Os parceiros, Cecília, são necessários. O maior parceiro, pelo que eu vi aqui, é a PUC Campinas, o Hospital Celso Pierro, com 105 milhões de reais, até agora. Não dá para desprezar a importância do Celso Pierro no nosso sistema. O segundo é o Cândido Ferreira, com 45 milhões de reais, depois da maternidade, 27. Então, eu acho que essa rede parceira, ela é importante para complementar aquilo que a estrutura própria não consegue fazer. A gente tem que fiscalizar, tem que cobrar, tem que impor, acho que também indicadores de atendimento, qualidade, não é entregar e largar lá. Mas de qualquer maneira, o que a Guida colocou, depois se uma se puder na outra reunião apresentar, preocupa essa informação se houve mesmo aumento da mortalidade no Hospital Ouro Verde. Mas, enfim, primeiro com relação a medicamentos e estrutura de pessoal e, posteriormente, dar essas informações para nós. Era isso. Obrigado, presidente. Obrigado, vereador Rossini. Na última reunião nossa da Comissão de Política Social e Saúde, que o doutor Sérgio Bizões se fez presente, ele passou alguns desses dados que o vereador questionou aqui. Então, provavelmente, a gente pode pedir para ele reapresentá-lo na próxima, não sei se o secretário tem em mãos, mas falou de consulta, falou de cirurgias, falou da nova metodologia que eles querem implantar, falou da fila única, enfim, já veio a baia esse assunto. Eu já me sinto contemplado com os questionamentos dos vereadores que compõem a mesa aqui. Eu não tenho nenhum questionamento a fazer, até porque será conflitante, a gente vai acabar tendo mais ou menos a mesma resposta. Então, eu vou passar para o secretário, para que ele faça as suas considerações. Aquilo que ele achar que dá para responder, responde. daquilo que ele achar que não vai ter os números e talvez aí possa passar uma informação não correta para quem está aqui, para a população que nos assiste, já fica o compromisso desse vereador e do secretário, que no dia 18 serão todas as perguntas serão respondidas. Secretário. Obrigado, assim, pelas perguntas. vou tentar, tem um grupo que elas são comuns então eu vou começar pelas comuns bom, primeiro sobre gasto 24.6 que dá 1 bilhão e 700 e pouco é dinheiro e estar equilibrado até é um motivo de orgulho sim e espero que a gente esteja gastando bem, eu imagino também que nós estejamos gastando razoavelmente bem Do ponto de vista de saúde pública, eu acho que em relação a gasto, custo, eu acho que Campinas vai bem e acho que poucas cidades talvez fizessem ter esses gastos assim tão equilibrados. até é motivo de orgulho do ponto de vista de gestão. Um pouco mais à frente eu vou falar sobre a verba federal que veio ano passado e a verba federal que veio esse ano. E talvez vocês vão entender um pouco melhor. Eu acho que em relação ao medicamento, eu já falei publicamente que eu também acho que não está bom. Hoje está por volta o Moacir falou em 77%, eu acho. Mas hoje está por volta de uns 83%. Deve estar faltando 17 medicamentos na rede. 17 ou 19, não sei. Mas para a gente ter uma ideia um pouco de medicamento, hoje, por lei, Campinas é obrigada a gastar 2,8 milhões de anos. Campinas está no nosso orçamento, hoje, está por volta de, se eu estiver falando um número um pouco a mais, um pouco a menos, vocês me corrijam, Por volta de 15 a 16 milhões de medicamento, do ponto de vista de medicamento, gastando muito acima do que está em lei. E um outro dado também importante é que a demanda de convênios, de pessoas que têm convênios e procuram a rede para pegar medicamento... O que é 90% e o que é 91%? Se nós chegarmos a isso, eu acho razoável lembrar que Campinas, perto das cidades em volta, seguramente ela tem uma lista três vezes maior que qualquer cidade em volta. Isso aí é uma coisa que tem que ser falado aqui. Então, falta nesse momento aí, vamos imaginar que seja 19 medicamentos. Eu acho que é uma informação nova Que as pessoas que têm convênio Procuram a rede para pegar medicamento da rede E nós somos obrigados a dar Porque eles são a população Então não vamos entrar nessa discussão Pacientes de outros municípios também, não? Não, isso não São moradores de Campinas Não, isso não Isso porque tem uma série de fatores que não fazem essa dispensação. Em relação a RH. Bom, há 10 dias havia 260 pessoas afastadas da cidade, do nosso sistema de saúde, por vários motivos, Sendo que gestantes eram 47 Bom, isso já quebra um pouco nossas pernas aí São pessoas que ocupam cargos importantes e existem dificuldades Toda a promessa desse governo em relação à contratação Ele cumpriu em relação aos médicos, essas coisas todas Nós acabamos de abrir o concurso Abrir não, nós estamos chamando já 100 técnicos de enfermagem, que era uma demanda extremamente reprimida. A técnica de enfermagem era a coisa que mais estava fazendo falta. E em relação ao Mário Gatti, que a implantação da carreira está saindo, mas de qualquer maneira, nesse ano, acho que nós chamamos mais de, ao todo, em contrato emergencial, mais de 200 pessoas. seguramente é um número isso isso, então ela não foi pouco o que nós chamamos esse ano de pessoas aí somando tudo, vocês vão imaginar quanto isso deu e quanto isso deu de custeio de RH mas então eu acho, não sei se eu respondi em relação tanto a autarquia mario gatti como ainda em relação a... Isso, nós estamos mudando, nós estamos fazendo uma grande reformulação na auditoria, aqui eu já vou responder para você, Cecílio, esses convênios, estou imaginando que você está falando desses convênios relacionados basicamente diretamente à assistencial. Eu não sabia, mas Campinas, se você juntar todos os leitos dos pacientes institucionalizados e assim por diante, Campinas chega a ter por volta de 900 leitos. É isso. Quando eu fiquei, é uma coisa impressionante quando você junta os pacientes crônicos institucionalizados e os convênios e assim por diante. Então, esses nossos parceiros, eles são, eu acho ótimo, eles tiveram uma resposta, assim, em relação à demanda que aconteceu na pandemia, porque, de repente, ela começou a jorrar de doente grave. Então, a resposta foi muito boa, assim, e foi uma coisa que eu aprendi nesse tempo todo, eu não tinha essa relação, Minha vida sempre foi universidade Então eu não tinha essa relação E esse potencial de resposta Que foi a pandemia para esses hospitais Então são grandes parceiros E a gente imagina Por exemplo, Campinas hoje Ninguém sabe, mas Campinas hoje Tem leite de queimado E é muito bom o serviço E assim vai Então Essas instituições Acabamos de fechar o convênio, por exemplo, com a maternidade. Muito melhor do que era. Muito mais direcionado com as demandas, com aqueles pronto-atendimentos que as pessoas ficam zanzando por aí. Tivemos o capricho em relação à neonatologia e à maternidade, são coisas que eu diria até meio mal resolvidas mesmo na cidade. A nossa UTI de neonatologia, ela é apertada mesmo. Então, eu tenho a impressão que Campinas, já, já, daqui, sei lá, vamos botar mais aqui, mas, claramente, eu acho que ela terá que ter uma maternidade. É muito grande Campinas. Quer dizer, ter uma maternidade do lado de lá, perto do Ouro Verde. Eu não tenho dúvida que vai ter que ter. Eu acho que vai ter que ter A própria maternidade Ela esgotou do ponto de vista De aumentar a oferta de leitos Bom, nós temos uma relação com a PUC Que eu também não tinha Não conhecia exatamente A importância da PUC Dentro do nosso sistema E aí a hora que você olha o dinheiro Que vai lá, é um negócio assim Nós bancamos mais ou menos um terço e o que vem, o que a PUC fatura, do ponto de vista do faturamento SUS, a gente repassa. Então, a gente faz uma complementação, igual nós fizemos complementos dos leitos que vieram em torno de R$ 1.800 por leito de UTI, nós pagamos por volta de R$ 2.500 por volta de leitos de UTI Campina, fazia essa complementação. E a PUC, ela hoje, do ponto de vista de complexidade, da alta complexidade, ela é fundamental nesse pião nosso. Ela faz coisas, assim, importantíssimas. E agora, que foi até uma certa polêmica, eu não entendi, mas veio um dinheiro do Estado para a PUC e todo mundo ficou ciente dessa quantidade de dinheiro anualmente. e a oferta da alta complexidade, principalmente relacionada com cardiologia e procedimentos cirúrgicos, cardiologia infantil e oncologia, ela vai ter dado um plus a mais para a cidade nesse financiamento que foi direto do Estado, não passou por nós, do direto do Estado para a PUC. Então, eu acho que é um ganho a mais. Nós aumentamos em leitos de UTI na Irmandade. Porque hoje, todo mundo fala em pandemia, mas o nosso grande problema hoje é não Covid. É não Covid. Isso é um pouco o que o vereador falou, que o Racine falou em relação à demanda reprimida que existe dentro desses hospitais. Sem dúvida que existe uma demanda reprimida. Os números são muito complicados de interpretar. Eu, assim, olhando um pouco os dados que saíram no SUS, imagino que está por volta de 10 mil, tem gente que fala 6 mil, tem gente que fala 15 mil. Mas eu, de qualquer maneira, acho que a gente precisa se organizar. Nós estamos fazendo uma fila única e já já ela será publicada de uma forma bem interessante, a fila única de Oncologia, a fila de Cirurgia, a fila única. Essas filas, elas otimizam muito o serviço do ponto de vista de produção. Então, basicamente, é isso. Em relação ainda à guida, em relação ao comportamento daquele guarda lá, nossa você não tem ideia, eu falei realmente uns dois, três palavrões em relação, eu vi aquilo, fiquei horrorizado e mais horrorizado em que o guarda falou que ele estava lá somente para por conta do patrimônio se o nosso servidor não é um patrimônio na verdade é o maior patrimônio que existe é o recurso humano. Bom, o fato é que isso já está sendo visto, já está sendo visto o contrato, já pediram para retirar essa pessoa de lá. E acho que nós temos que, eu não sei exatamente, mas precisa mudar esse modelo de contrato que existe em relação à segurança, em relação à defesa das pessoas. Então eu também concordo com você Em relação ao que aconteceu Essa história da mortalidade Lá no Ouro Verde Não sei Eu precisava ter número Para responder para você Eu não tenho números e não sei exatamente O que aconteceu Então estou te devendo essa resposta Acho que eu respondi tudo De você Ao Cândido Eu acho que o Cândido tem que ser marcado Não, o Cândido é você A minha crítica não foi diretamente ao segurança. Eu sei que tem problemas, mas não foi especificamente ao segurança. A minha questão é que eu vejo que a falta de ter profissionais para atender revolta a população. E a população teve aquela reação com a coordenadora do centro de saúde. Não, eu acho que é inadmissível o comportamento que aconteceu. Concordo, sinceramente. Eu acho que é inadmissível. Então, não podemos partir daí a discussão em relação à melhora. Eu disse aqui claramente, a demanda de voltar às rotinas do centro de saúde está mais que na hora de acontecer. E é perfeitamente entendido que foi muito difícil nessa fase. Quer dizer, os centros de saúde, os pacientes crônicos se agudizaram, o atendimento não foi bom tanto na área da atenção básica como na área hospitalar, sem dúvida nenhuma, e nós estamos na hora de retornar. Quer dizer, tem várias coisas que aconteceram, uma delas, por exemplo, o que aconteceu foi em relação ao retorno dos alunos eu sinceramente eu fui massacrado como pessoa como uma instituição sendo que a Secretaria de Saúde eu queria que as crianças voltassem e a gente tomando pancada para tudo quanto é lado ontem saiu dados do retorno das crianças em relação a epidemia pandemia Bom, se você pegar um estatístico bem organizado, ele vai falar que a pandemia diminuiu o contágio nas crianças, que era importante que as crianças voltassem. Não teve nenhuma repercussão as crianças terem voltado. Não tem nenhuma. Mas foi o que eu falei, e eu fui realmente massacrado, como figura, como instituição de secretário. daqui 10 anos nós vamos pagar caríssimo essas crianças afastadas mas caríssimo não é isso é a criança entender de ser um técnico de refrigeração entender mínimas palavras em inglês de na verdade de atender por exemplo, conta, matemática isso é uma coisa importante por isso que nós batemos tanto que as crianças teriam que voltar Por quanto que eu acho que essas sequelas vão aparecer daqui a dez anos. Bom, eu acho que eu respondi todas as suas perguntas. Agora para o Cecília, não é, Cecília? Questão financeira, repasse das instituições conveniadas. Tem a impressão que eu acho que eu respondi. Elas foram todas rediscutidas. Acho que nesse momento só vai faltar a beneficência, não é? É a beneficência, não é? Não só essa, mas aquelas instituições, Paliarol, todas aquelas outras também, nós discutimos em relação a, principalmente relacionado com o aumento da produção, tem alguns convênios que nós cancelamos, porque não estava sendo atuante durante essa pandemia. Então, nós tivemos bastante atuação em relação aos convênios e essa reorganização financeira. Teve alguns que nós aumentamos bastante com o mesmo valor. Não vou entrar nesse detalhe, mas foi um trabalho imenso que a Érica e a Rose fizeram. Repasse federal. No ano passado, houve 170 milhões por conta da pandemia. Esse ano, 42, é isso? 42 milhões. E esse ano, sem dúvida nenhuma, a pandemia foi mais difícil, teve mais internações, mais mortes, mais demanda de energia no sentido... Então, eu tenho a impressão que foi isso exatamente que aconteceu, mas, felizmente, eu acho que a Secretaria de Saúde vai fechar e equilibrar. Nós estamos, lá atrás, eu acho que até dei entrevista que nós iríamos fechar com déficit, mas eu tenho a impressão que nós fecharemos equilibrado. Em relação aos contratados, eu acho que nós já falamos isso daí. Eu queria lembrar um pouco dessa história de mais médico, residência, não sei o quê. eu até queria fazer um apelo aqui um projeto meu é uma diretoria de regulação, não é regulação de coisas é uma regulação é uma coisa inteligente que se criar em Campinas do ponto de vista de otimizar recursos otimizar custos mas uma delas eu acho é a tal da educação continuada é uma coisa assim uma parte está no RH outra parte está na Diretoria de Saúde, uma parte está no DGDO. Então, está na hora. A gente não tem ideia da quantidade de gente que faz estágio na rede municipal de Campinas. Mas não tem ideia. É maior que qualquer universidade. Reorganizar isso, eu acho que é uma das missões e um dos meus objetivos, particularmente, Vindo assim, por exemplo A própria residência Talvez uniformizar Porque uma parte está na Senhora Lopou do Mandique Uma parte na Unicamp Uma parte na PUC Talvez ter uma Uma, como chama Um direcionamento Igual para todas as universidades Desde que essas coisas são feitas São feitas na Prefeitura de Campinas Vacinação Ah, isso aí é bom também mas eu vou falar uma coisa eu acho que ela só vai ser resolvida além da abertura essa coisa que a pessoa vai lá não encontra e não volta não consegue fazer e aí não volta mais isso acontece, você falou isso daí mas eu acho que ela terá que ser por busca ativa eu acho que não haverá solução se não for por busca ativa principalmente esses agentes de saúde Eu acho que eles terão que entrar nesse circuito, entrar nesses bolsões e fazer isso aí. Eu acho que não terá outro jeito de organizar a vacinação se não for por busca ativa. Como vai fazer? Não sei mais ou menos, mas não tem um plano muito definido do que vai fazer. Mas eu acho que essa coisa da gente só cartazinho, falar não sei aonde, vai ir aonde, vai não sei aonde põe no IPTV, põe não sei o que eu acho que ela vai ser insuficiente então eu acho que vai ser uma demanda mais demanda, às vezes de arragar mas não terá outro jeito para resolver vacinação Cândido Ferreira, eu acho que a gente tem que ter uma abertura para a discussão eu acho que é uma discussão enorme isso daí eu acho que podemos fazer uma outra hora telemedicina Telemedicina, na verdade, é assim Por que ela veio? Ela veio e substituiu o médico? Não, não veio Substituir a primeira consulta? Não veio Mas ela veio e substituiu Para um diabético que está em dúvida Se o marcador da seringa é isso Se é daquilo Se é não sei o que E é isso funcionar por um aplicativo Então, quando as pessoas já são cadastradas No centro de saúde E ele precisa, às vezes, de uma informação que aquele cara que é amigo do médico, ele liga para o médico, não, você faz desse jeito, não, não vai tomar, se você tem a coisa, melhor não tomar, porque a amoxicilina pode dar não sei o quê. Sabe esse tipo de coisa? É esse tipo de coisa que a telemedicina vai entrar. Então, muitas coisas não vai ter que procurar o centro de saúde, porque ele vai poder usar esse aplicativo. Isso aí gasta, economiza tempo, isso aí, ele é irreversível. Gostar ou não gostar. Mas eu acho que ele não vai substituir a primeira consulta. Ele terá muita dificuldade. A não ser, agora, esses tipos de lesões de pele, hoje, a teleconsulta, ela é muito boa, porque você fotografa. Agora, essa eu acho que é uma coisa. Mas, mais que isso, o que eu acho que vai ser legal é a interconsulta. Como a nossa rede tem muita... residente, médico recém-formado, não sei o quê, aí alguém aparece lá com um dado de um PSA, sei lá, normal até 3 e parece 7. E aí é importante, se o médico lá na ponta conseguir entrar em contato com o urologista via aplicativo ouvia conversa, isso aí abrevia um monte o assunto. Então, a interconsulta entre o corpo médico, por exemplo, ou a própria enfermagem, ou o próprio curativo, ou uma orientação de como faz o tratamento. Uma foto hoje de flebite, por exemplo, às vezes você consegue melhor do que, por exemplo, uma celulite, que são diferentes. Os dois dão vermelhidão, os dois doem. Mas, às vezes, um vascular olhar aquilo ali, ele vai conseguir pensar num estafilococo com uma celulite ou outra coisa para uma erizipela ou para uma flebite. É uma ferramenta de gestão. É uma ferramenta de otimizar... O que acontece com o documento? Manda o documento para mim, você está lá, você vai ver em tempo real o WhatsApp, Em relação ao vereador Rossini, eu acho que os números financeiros, eu acho que eu já falei, eu acho que eles são muito claros, eu acho que a prefeitura de Campinas, ela tem um foco importante sobre saúde. O fato é que Campinas é uma gestão plena, é uma cidade com vocação, é uma cidade com vocação para a medicina, não só, mas de formar pessoas, então eu tenho a impressão que esse dinheiro aí realmente... Em relação a falas de medicamentos, toda aquela coisa que a gente está colocando no orçamento mais de cinco vezes quase do que é programado por lei, a falha, basicamente, eu acho que eu já falei, eu acho que é isso, E tem uma parte que é em relação ao não comparecimento das empresas. É uma parte que precisa de algum jeito ser solucionada. Mas o fato que nós precisamos chegar aos 91%, que são indicadores, eu acho que jamais chegará a 100%. Eu acho que não existe essa coisa de chegar a 100%. Existe uma meta de chegar a 100%. Então, você tem que focar a meta. A produção. Eu acho que esse é um dado importante, Campinas tem, tanto do ponto de vista da atenção básica, como a atenção primária, como a área hospitalar, é absurdamente alta. e agora os números do Covid é absurdamente alto o que foi feito quer dizer acho que todo mundo tem que ficar orgulho assim, porque você chegar e aparecer vacinado mas o controle que Campinas teve em relação a segunda dose, ter aparecido em tudo quanto é jornal, principalmente o absenteísmo quer dizer, as pessoas que voltaram para tomar a segunda dose Você pega município no Rio de Janeiro hoje, 43% das pessoas não voltaram para fazer a segunda dose. É uma loucura. A gente sabe que essa doença só melhora e só fica mais ou menos bem protegida a partir da segunda dose, principalmente com essa cepa delta. Eu acho que Campinas, eu não diria assim, eu acho aqui em relação, eu não vou me furtar, e eu sei que foi, não vou abrir a discussão para isso, mas eu acho que a gente tem que direcionar, como gestor, todos os modelos que levem a um atendimento melhor. Não tudo que se fala, eu acho que a gente tem que pensar em um atendimento melhor com custo menor. Saúde tem preço, é caro, e a gente tem que pegar esse dinheiro e empregar da melhor maneira possível, no menor custo possível. Então, essa é a obrigação. Então, modelos de gestão é uma questão que a gente tem que discutir mesmo com vocês, mas ela tem que ser direcionada ao melhor atendimento, no melhor custo possível para as pessoas. Eu acho que é isso. Eu não sei se eu fiquei devendo, sei lá. Vereadora, fique à vontade. Nós que agradecemos a... Isso, já fica o convite aqui. Nós agradecemos a presença e a colaboração. vereador Rossini, vereador Cecília e secretário, eu já fui informado pelo cerimonial que o nosso tempo aqui está no limite, mas em consideração e respeito às pessoas que aqui se fizeram presentes, os conselheiros, eu vou abrir a palavra a perguntas, que sejam breves, para a gente não extrapolar mais ainda o horário, e que sejam focadas no que foi apresentado hoje, E já fica aqui o convite para dia 18, que vocês se façam presentes a partir das 9h30 da manhã para outros assuntos, talvez que venham a Iabá e que vocês queiram trazer aqui. E já fica o secretário convidado e o nosso presidente da Rede Mário Gatti, que também vai aqui apresentar e trazer algumas informações. Érica, por favor, vê quem tem aí que quer falar. Está aberta a palavra. Bom dia a todos Quase boa tarde Nós já quase estamos encerrando aqui Eu quero deixar bem claro Eu pediria só a gentileza De você se identificar Meu nome é Beatriz Sou do Conselho de Saúde da região Noroeste Acho que é a primeira vez Que ele está encontrando com uma pessoa Da região Noroeste Que seja lá do distrito Nós somos do Conselho, nós viemos representando aqui pela manhã, porque hoje seria uma conversa sobre a questão do PA e mudou, no caso foi a apresentação do quadrimestre. Então, eu gostaria de fazer a pergunta para o Márcio. Você disse que fez 12 visitas aos hospitais para dar uma olhada, como é que estava, vistoriar e tal. Quais hospitais que foram? Quando apresenta o quadrimestre, que não apresenta discriminado o uso e utilização de todos os equipos dentro da situação da prefeitura, como caneta, lápis, borracha, por que não discrimina? Já vem alguns anos que o Conselho Municipal vem pedindo para que seja feita a discriminação. Nós temos, o secretário falou muito de parceiro, parceiro para lá, parceiro para cá. A gente, o senhor até disse que tem ligação com as universidades que veio da Unicamp, que veio de um outro canal. Não, não tem ligação, eu sou da universidade. Aí, a gente que é conselheiro precisa estar mais próximo, conversar com a secretaria. A secretaria precisa receber o conselho para ter mais audição no que se refere ao que está acontecendo no centro de saúde. Tornar parceiro, o conselheiro primeiro, para depois tornar parceiro aqueles que estão juntos também para fazer um trabalho. Nós temos vários trabalhos de centro de saúde, do qual tem apesagem para a criança dentro do centro de saúde, conselheiro visitar, mas o gestor também visitar. A medicação já é uma coisa que está perene há muitos anos à falta, não é de agora. E também a questão do almoço xerifado é muito séria. Privatizar parece que foi a honra da casa É muito parceiro, muita privatização Não tem a palavra humanização O conselheiro é o controle social Nós estamos no SUS E nós falamos em função da população Não em nossa função Então, quando a gente traz o problema para dentro da prefeitura A gente traz para ele ser discutido como o Rocine disse ali. E eu tenho uma pergunta para o senhor. O pessoal anda se internando no Mário Gatti, essa pergunta é para o senhor, sim. Se interna lá, passa uma semana, sai de lá, manda voltar agora para o centro de saúde para que a pessoa tenha lá no centro de saúde o recomeço pós-internação. E quero que o senhor também fale um pouco desse processo da NASP que é essa reunião que foi aí na quarta-feira aonde ele disse que teria um a ser dois o farmacêutico terá dois centros de saúde mas não é bem assim não tem farmacêutico que vai ter quatro centros de saúde para tomar conta com 36 horas de trabalho como é que ele dá conta? e para encerrar eu gostaria que o senhor ouvisse mais a população antes de tomar a atitude, porque a prefeitura, ela nos pertence. Como cidadão, como pagador de impostos, a gente precisa estar mais próximo. O senhor precisa, eu estou vendo o senhor o tempo todo falar aí, e o senhor tem uma coisa muito forte. Quando o senhor toma uma decisão, o senhor ouve pouco. eu acho que o senhor precisa ouvir mais a população de Campinas e a necessitada que somos nós que usamos o SUS e temos amor pelo SUS obrigada Beatriz, eu agradeço a sua pergunta alguém mais para algum questionamento? eu gostaria de, eu agradeço os seus questionamentos, mas eu gostaria de informar Beatriz e também ao público que nos assiste pela TV Câmara e nos acompanha aqui no plenário que essa convocação, essa reunião, essa audiência pública, na verdade, ela está no diário oficial do dia 27 de setembro de 2021. E como eu tive o cuidado de, no início dessa reunião, eu coloquei aqui que nos termos da lei, essa prestação de conta do quadrimestre, ela ocorreria hoje, então a pauta foi seguida à risca. Em momento algum foi publicado ou foi divulgado que a gente falaria sobre outros assuntos, mas eu tive o cuidado de abrir para que vocês possam fazer os seus questionamentos. E já me antecipei, já coloquei uma data só para que alguns questionamentos que não poderiam ser contemplados ou até por um problema de horário, de estender ou de conflito de assuntos, a gente possa fazer exclusivamente. Então, é só corrigir na sua fala, isso está no Diário Oficial do dia 27, tá bom? Secretário, eu passo a palavra ao senhor, para que o senhor faça as suas considerações, as respostas, e aí a gente finaliza a nossa audiência pública. Beatriz, eu somente agradeço aí. Bom, primeiro eu queria me apresentar para você em relação a... Eu fiz minha vida inteira no SUS, ou seja, na área hospitalar e na área acadêmica. Cheguei a ter, seguramente, aí eu tenho uns 37 anos de Unicamp, ou seja, eu tenho 37 anos de atendimento público. Fiz a carreira acadêmica baseada na universidade, atendimento ao SUS. Fui um dos responsáveis pela implantação do Hospital Estadual, o Hospital das Clínicas, implantei o Hospital Estadual Sumaré. É um belo hospital, implantei anos, implantei o Hospital Regional. E eu entrei nisso, eu já estava, eu já achei que a minha cooperação em relação à vida pública já tinha dado, porque eu já tinha deixado meus estentes, todas aquelas coisas todas, quando apareceu o convite para ser secretário de Saúde, basicamente para enfrentar essa situação que nós estamos vivendo. Eu não conheci o Dário, nunca tive contato, não tinha nenhuma intenção na vida de ir por esse lado. e na terceira vez que eu aceitei por conta da dificuldade que a cidade iria passar. Foi exatamente isso que aconteceu. Eu não tenho nenhuma indicação política para estar aqui. Eu acho que é uma coisa... E eu precisava, quando você me perguntou por que eu fui na quarta-feira fazer essa reunião, uma delas foi me apresentar pessoalmente para dizer quem eu sou, que eu não sou um aventureiro. Uma das coisas que eu mais sei fazer nesse momento, e o que eu estou fazendo, é ouvir. Muito provavelmente eu não tenho essa coisa de ir na coisa e ouvir. Eu ouço as pessoas que nos representam na periferia. Eu não consigo trabalhar mais hoje do que eu trabalho, fisicamente, eu não consigo. e o que nós fizemos e o que esses funcionários fizeram era uma coisa foi impressionante eu não tinha essa ligação com a rede pública e eu fiquei muito impressionado com o poder de trabalho dessas pessoas do lado, do tempo almoçando junto, jantando junto fazendo as coisas junto eu tenho a impressão que alguém se eu fosse, pode falar um monte de defeito que eu tenho mas de não ouvir, eu acho que isso aí não é a verdade. A coisa que eu mais ouvi, pode ser que às vezes eu não converse bem, mas ouvir eu ouço e não tomo decisão sozinho, você pode ter certeza disso. E essa reunião que você falou é no sentido assim, Além de apresentar os projetos que nós estamos precisando fazer, além das melhorias, é no sentido da retomada dos atendimentos, apesar da vacinação COVID, apesar da vacinação não COVID que está atrasada, e apesar que nós precisamos voltar a atender a coisa, por exemplo, que o Mário Gatti encaminha lá para atender um diabético descompensado, ele tem que ser atendido na rede. Então, se você vai me perguntar, Beatriz, se está tudo ideal, vou falar para você que está longe do ideal. E, muito provavelmente, nós nunca vamos conseguir. Eu já entendi que, depois de quase 40 anos, quando você é regular para bom, em saúde pública, é espetacular. Acho que o que aconteceu a mais em Campinas esse ano foi a resposta que ela teve em relação aos leitos, Foi absurda, foi absurda do ponto de vista do que nós fizemos, do ponto de vista de implantar. Mesmo assim, em março, abril, nós tivemos uma quantidade enorme de gente sendo atendida na porta, mas não dentro da UTI. Nós esgotamos todos os espaços que nós podíamos fazer, todos. E a vacinação, quer queiram os inimigos, os amigos, isso, aquilo, Campinas foi a cidade que melhor vacinou no Brasil. Então, eu acho que a gente tem que ter orgulho do que nós fizemos até agora, nesses oito, nove meses. Pode melhorar, eu não tenho dúvida que pode melhorar. Não sou nenhuma, acho que tem que melhorar, tem que voltar, tem de, eu acho que voltar essa coisa. Todas essas coisas que nós estamos implantando, é no sentido de amenizar todas essas coisas que ficaram para trás, e ficaram para trás. Nós nunca negamos isso aí. Existe isso, existe atrasado. Mas, por exemplo, nós estamos começando a se equilibrar da alta complexidade na cidade. Não é fácil isso daí. A alta complexidade não é fácil. Então, é isso. Mas vou confessar, a prefeitura é do cidadão, eu não tenho dúvida comum com você. E a responsabilidade, nesse momento, é pegar esse dinheiro e aplicar bem. Se vai agradar fulano ou ideologias, em nenhum momento esse dinheiro será empregado em ideologias. Será empregado em uma boa assistência médica. Isso eu posso garantir para você que eu tentarei, e toda a Secretaria, toda a Autarquia Maregato tentará fazer isso daí. Secretário, muito obrigado pelas suas considerações. Estamos caminhando aqui para o final. Quero agradecer ao Moacir, ao Fábio, ao Reinaldo, que aqui estiveram e mostraram, expuseram em tudo o que tem sido feito, o que foi feito no último quadrimestre. Eu acho que isso é importante, dar transparência, e isso é público, está lá no portal da Prefeitura. Agradecer ao nosso líder de governo, amigo, o vereador Rossini, que se fez presente, mesmo não sendo membro dessa comissão se fez presente vereador aí já uma experiência grande dentro do legislativo isso traz um peso a essa comissão, viu vereador eu agradeço a sua presença Cecílio Santos um amigo querido, se assim eu posso dizer eu não tenho dificuldade, viu Cecílio de falar que você como outros vereadores da oposição e também quero citar aqui o colega Pedro Torinho vocês fazem uma oposição responsável, com qualidade. Continue assim. É o seu primeiro mandato, é o meu primeiro mandato também, eu tive na legislatura passada como suplente, mas a gente tem que exercer um mandato com responsabilidade, coerência, transparência, enfim, tudo aquilo que esperam da gente. Agradecer ao nosso secretário, o Laír. O Laír, a cada dia que a gente estreita o nosso laço de relacionamento e de amizade, que eu acho que nós nos tornamos amigos, se me permite também, cresce a admiração. É um ser humano de caráter, valores e princípios que não se esquiva de nenhuma pergunta, responde de forma objetiva, mesmo que isso, de alguma forma, traga algum constrangimento com as pessoas, enfim, mas ele não se esquiva das perguntas, e é importante, um gestor tem que ter esse perfil mesmo. Eu acho que a gente aprende a cada dia, quando a gente acha que sabe tudo, aí a gente vê que não sabe nada. Agradecer também a Beatriz pelas suas considerações, agradecer a todos que se fizeram presentes aqui, agradecer a Érica do cerimonial, a Mina, que nos acompanha, Agradecer a audiência dos nossos telespectadores da TV Câmara E o público também que nos acompanhou pelas redes sociais Então dessa forma encerro essa 35ª audiência pública E já fica o convite, aqueles que aqui estão Para dia 18, às 9h30 da manhã, uma segunda-feira Para que a gente possa debater outros assuntos também De suma importância para a cidade de Campinas E para a nossa população Muito obrigado Obrigado. Encerrada a 35ª audiência pública em que nós acompanhamos aqui a prestação de contas da saúde em Campinas. Eu converso agora com o vereador Paulo Haddad, que é o presidente da Comissão de Política Social e Saúde. Vereador, uma boa tarde. A gente teve aqui a apresentação com números detalhados. Eu queria que o senhor falasse primeiro do papel que a Câmara tem nesse momento, em que a Prefeitura faz essa prestação de contas a toda a sociedade. E depois, com esses resultados, qual fica o compromisso, em especial da Comissão de Política Social e Saúde, quando se fala aí da saúde pública em Campinas? Mirna, boa tarde a todos, a todos que também nos assistem pela TV Câmara É importante deixar registrado que isso é uma obrigação A lei orgânica obriga que a Secretaria de Saúde venha prestar contas do quadrimestre anterior Passar os números detalhadamente Isso também fica no portal da Prefeitura Municipal de Campinas Para que o cidadão comum tenha acesso Importante os números que foram passados aqui Nos mostrando tudo o que foi investido em saúde no nosso município Combate à pandemia, agora retomada a normalidade As cirurgias, as consultas, atendimento nos postos de saúde Nas unidades básicas de saúde, nos PAs, nas UPAs, enfim Números detalhados daquilo que o município investe Daquilo que o Estado aporta para o município, enfim Aquilo que a lei orgânica nos obriga a gente viu lá que a lei orgânica obriga que o município tenha em vista 17%, o município está investindo 24% do orçamento, enfim, existe toda uma mobilização, uma movimentação para que a saúde de Campinas tenha excelência no seu atendimento aos nossos usuários. Você falou inclusive desse compromisso do Legislativo, já adiantou que dia 18 tem uma nova reunião da comissão, Queria que você falasse também agora dessa questão. Nós tivemos a participação de outros vereadores, até de vereadores que não são da comissão. É um tema muito importante e que a Câmara acompanha de perto. É sempre importante a participação, não só dos vereadores que compõem a comissão, nós tivemos aqui com o vereador Cecílio, mas também a vereadora Guida Calisto e o vereador Luiz Carlos Rocinho. A saúde é de interesse público e o Legislativo também faz parte, Nós somos representantes de várias regiões de Campinas, de vários segmentos. Então é importante que esses vereadores se façam presentes. Eu tive o cuidado de não misturar, ou seja, focar única e exclusivamente nessa reunião a prestação de contas do segundo quadrimestre. Existem alguns assuntos que estão aí na ordem do dia, que já foram levados à tribuna, foram levantados, elencados e que eu vou trazer a quem possa de fato e de direito prestar esses esclarecimentos no dia 18, agora próximo, 18 do 10, às 9h30 da manhã, aqui no plenário da Câmara Municipal. Então, aqueles que queiram participar, aqueles que queiram acompanhar, aqueles que queiram acompanhar pela televisão, Nós falaremos de temas diversos, falaremos, por exemplo, de um chamamento público para estar fazendo com que a população ali do Campo Grande, eles tenham médico, tenham técnico de enfermagem, enfermeiro, enfim, é uma oportunidade que a população tem de participar e eu vou pedir que os vereadores participem também, é importante a presença de todos. Obrigada e parabéns pelo trabalho, vereador. Muito obrigado e eu que agradeço, Mirna. E a gente então encerra essa participação ao vivo aqui na TV Câmara Campinas Lembrando que daqui a pouco nós temos o jornal Câmara Notícia na apresentação de Gabriel Castro E hoje às 9 horas da noite eu convido você para assistir um novo episódio do programa Meu Ambiente Que vai falar um pouco de decoração e paisagismo com a pegada sustentável A partir de uma amostra que está acontecendo aqui na cidade Não perca, é hoje às 9 horas da noite. Uma boa tarde. E aí