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[música] [música] Na última reunião ordinária do ano, os vereadores subiram aqui à tribuna e falaram sobre diversos assuntos, como o aumento de feminicídio na cidade e também no nosso país. [música] a reforma tributária que entra em vigor no ano que vem e também a proposta de autarquização da saúde da Unicamp. Questão da autarquização do HC do Hospital das Clínicas de todo o complexo de saúde da Unicamp. Nós estamos presenciando uma tragédia anunciada na cidade de Campinas, pra região e todo país. Se aprovada a privatização do complexo da saúde, vocês podem esperar que a saúde aqui na região e no estado de São Paulo vai piorar e muito. Vai piorar e muito. exemplo de privatização que o Tarcísio fez, nós estão vendo a Sabesp, piora do serviço, aumento da conta de água, a EN foi privatizada, a gente viu a crise que tá no estado de São Paulo, todo o processo de privatização que tá incurso pelo governador Tarcísio é contra o povo. É só para beneficiar os contratos terceirizados das empresas, dos amigos, do governador e também do prefeito, né? Porque afinal o prefeito aqui é um aliado do governador, aumenta a corrupção, ataca o servidor público e o serviço piora e fica mais caro. A Unicamp, muita gente comenta, muita gente fala para mim, eu tive, eu fui no hospital da Unicamp e eu fui virada no avesso e as p e lá descobriram o que que eu tinha, pude me tratar. Essa é a experiência concreta. Com todas as dificuldades que existem no hospital da Unicamp, a gente sabe que é um hospital de qualidade porque é um hospital escola. É um hospital escola e nós estamos vendo uma tragédia anunciada. Pude participar em diversas ocasiões, fui membro do Conselho Universitário por quase 4 anos. Eh, acompanhei todo esse drama da da do financiamento da área de saúde da Unicamp. pude participar da Comissão de Orçamento e Patrimônio no Conselho Universitário. É uma questão grave, mas que não será resolvida com autarquização e muito menos com autarquização sendo colocada desse modo, sendo feita a toque de caixa, sendo feita sem nenhuma garantia, sendo feita sobre o governo Tarcísio de Freitas, que é um privatizador que se desresponsabiliza do patrimônio público do estado de São Paulo, que privatizou a Sabesp, que deu bênçãos à privatização da Eletopulo, né, que a gente tá vendo, como disse a vereadora Guida, a respeito da Enel, do drama das famílias, né, das milh, das centenas de milhares de pessoas que estão sofrendo os efeitos da privatização da Eletropaulo. E pior ainda, num momento de reforma tributária, num momento de extrema insegurança sobre o financiamento da universidade e sobre o financiamento eh da saúde, em especial na Unicamp. Então, não é o momento de se pensar em autarquização, não é o momento de se alterar esse processo, esse modo de financiamento eh da área da saúde da Unicamp e vamos estar lá pedindo, reivindicando que o Conselho Universitário reflita melhor e retire de pauta esse tema, especialmente nesse momento também de final de ano, de uma certa desmobilização, especialmente dos estudantes, Mas quero saudar aqui é a greve que o STU iniciou hoje, né, e que tomou conta ali de pelo menos 30%, esses são os números passados pela imprensa, mas 30% dos trabalhadores da Unicamp. Então a minha saudação também ao movimento grevista na Unicamp. Quero registrar também que amanhã estarei acompanhando a votação sobre a autarquização dos espaços de saúde da Unicamp. Deixar aqui a minha solidariedade aos trabalhadores da Unicamp, que a gente tem alguns que estão aqui nessa, né, que que são vereadores, estamos juntos nessa luta porque autarquização é só um nome bonitinho para disfarçar o que é a mais uma terceirização do serviço público. Nosso mandato desde já coloca-se ao lado dos estudantes, professores, servidores terceirizados contra o processo de autarquização. Tivemos uma visita ao Caism, o Hospital da Mulher da Unicamp na semana passada, onde ouvíamos a direção e principalmente das trabalhadoras sobre o receio sobre de como esse serviço pública de público de excelência, como diversos outros áreas da saúde da Unicamp possam ser prejudicados ao serem entregues à gestões de portas fechadas pro governo do estado de São Paulo, que tá na mão de Tarcío de Freitas que tá realizando um processo de leilão e, sem dúvida nenhuma, de precarização total do serviço de São Paulo. Basta a gente olhar pro número de pessoas que se encontram sem energia elétrica na cidade de São Paulo e com mais dificuldade a acesso à água, porque a Enel e a Sabesp foram privatizadas. Eu venho aqui hoje para fazer um chamado para toda a população que se some na luta contra a autarquização no complexo de saúde da Unicamp. essa tentativa de retirar o hospital de clínicas, o caísmo, hemocentro, gastrocentro, outras unidades que são referência no atendimento da saúde de excelência e são referência pro atendimento de toda a região metropolitana de Campinas, da universidade e a tentativa de transferir a gestão e o financiamento dessas unidades para a Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo, comandada pelo governador caloteiro Tarcísio de Freitas, que tá avançando nas privatizações na saúde, enquanto está dando um calote de quase R 80 milhõesais no HC. Nós estaremos na frente do Conselho Universitário com os movimentos sociais, trabalhadores, estudantes que inclusive estão em greve na Unicamp para exigir a retirada de pauta do Consul, para que essa proposta não vá pra base governista de Tarcício de Freita, na ALP, e que possam avançar no projeto de desmonte dos serviços públicos e dos servidores. Como médica e ex-residente do HC da Unicamp, faço esse apelo para que todos estejam juntos e fortes nessa luta. Esse é um tema sobre a defesa do nosso sigilo fiscal e segurança jurídica da reforma tributária, não é? É um é um manifesto de várias entidades, entre elas a FISCAMP, o Sinafresp, a FRESP. E queria trazer alguns tópicos dessa minha fala. Por exemplo, a reforma tributária, ela foi aprovada 2023, que simplifica o sistema de impostos com objetivo de menos burocracia, mais transparência e melhor ambiente para negócios, beneficia contribuintes e administração pública e é um projeto de lei complementar que precisa ser aprovado até o final desse ano para valer, começar a valer, mesmo que experimentalmente já a partir do ano que vem, 2026. O Senado Federal aprovou todas as proteções importantes dessa reforma e a Câmara de Deputados precisa manter esse texto exatamente como está nesse momento aprovado pelo Senado Federal. Não é importante manter o texto, pois se for modificado, e existe aí uma tentativa de excluir alguns artigos dessa tramitação, desse projeto devidamente aprovado no Senado, ela pode afetar diretamente as empresas, comércios e indústrias de todas as cidades do país. Trará um impacto na arrecadação municipal de impostos e e trará uma influência na desconfiança dos contribuintes novo sistema tributário. importante que foi firmado um compromisso que a empresa que tá terminando as obras fará a ciclovia, mantendo as guias rebaixadas, que é um pedido dos comerciantes, pra futura implantação de estacionamento em 45º, beneficiando os inúmeros comércios que já vivem ali naquela região há muito tempo. Neste mesmo sentido, estivemos numa vistoria com o presidente da INDEC, Vinícius Riveredete, no qual agradecemos muito a atenção dada para aquela comunidade na última quinta-feira, que assumiu o compromisso de implementar o estacionamento em 45º, justamente com a justamente com o Dr. após a conclusão das obras. Então, percebemos que avançamos. agradecer todos aqueles que atuaram, Vandão Dário, Governador Tarcísio, os vereadores dessa casa que nos acompanharam, o presidente desta casa que também nos acompanharam e agradecer a todos porque estamos conseguindo entregar uma obra que será entregue agora em breve com qualidade, com dignidade humana, que é o mais importante. Na pauta de hoje, teremos requerimento de votos de aplausos ao Dia Nacional das Pessoas com Deficiência Visual. É uma causa muito nobre e importante da gente estar relembrando nessa tribuna, nessa casa, porque é através dos pedidos dessas pessoas, dos ativistas, das mães, das famílias, que essa casa acaba colocando e propondo pautas importantes para que a gente possa amenizar os distratos e o sofrimento dessas pessoas. Então, em nome da Tatá, que está aqui presente, nossa amiga, nossa parceira e a mãe dela, Luía, que também está aqui presente, eu quero cumprimentar todas as pessoas com deficiência visual, todas as famílias que têm trabalhado e lutado para levar aí para essas famílias e essas pessoas o que de melhor nós podemos fazer neste mundo. E dizer também, Tatá, que em teu nome agradecer o Toniel e o Anderson, parceiro seu de pedal, pedal do projeto Olhos Aventureiros de Campinas, que ganhou força e tem emocionado e levado esse trabalho a várias cidades do estado de São Paulo. Então, quero dar os parabéns a você, Tatá, guerreira, forte, uma mulher que luta, que conquista, que ultrapassa barreiras. Me emociono às vezes de saber a dificuldade que você passa. de saúde, de atendimento pelos seus direitos. Então, em teu nome, sim, quero parabenizar todas essas pessoas guerreiras, todas essas pessoas que às vezes são humilhadas em teu nome, dar os parabéns e dizer que esta casa não se furtará em trabalhar para que a gente possa garantir os seus direitos. Eu quero trazer um tema aqui que tem tirado o sono, não só meu, mas eu acho que de muita gente, a questão do feminicídio. Eu quero trazer alguns números, né, pra gente refletir e trabalhar políticas públicas efetivas no combate a esse mal, né, que assola o Brasil e e nossa cidade também. Recentemente nós criamos aqui em Campinas, o prefeito Dário criou a Secretaria da Mulher, uma indicação minha, exatamente por conta, principalmente desse problema, o feminicídio, que sempre me preocupou. Mas eu vou falar aqui alguma, alguns números do mapa de segurança pública. Em 2024, foram 1459 feminicídios. Nesse ano, só no primeiro semestre no Brasil, 718 feminicídios, oito em Campinas. O governo federal usou apenas 15% do orçamento que era destinado no combate ao feminicídio. Eu acho que tem que ter muita coragem para defender o governo federal, o governo Lula. Eu acho que tem que ter muita coragem, muita ousadia de subir aqui e defender esse governo que tem feito muito eh muito criado muitos impostos, 27 impostos aí pra população, mas combate ao feminicídio, por exemplo, é muito pouco. เฮ [música]