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[Música] Olá, muito bom dia para você que está aí acompanhando a programação da TV Câmara Campinas. Como vai você? Tudo bem por aqui? Tudo ótimo. Estamos chegando com o nosso estúdio Câmara desta quarta-feira. E o tema de hoje, gente, é daqueles que pedem escuta, empatia e muita reflexão. Você já ouviu falar em pais emocionalmente ausentes? É, são aqueles que estão fisicamente presentes dentro de casa, no sofá, às vezes até ao lado dos filhos, mas estão distantes nas conversas, no olhar e na atenção. É aquele pai ou mãe que está ali, mas não está, que responde com ah, depois a gente vê enquanto o filho tenta mostrar o desenho que fez na escola. Pois é, presença física não é o mesmo que presença emocional. E hoje nós vamos falar sobre o impacto dessa ausência silenciosa, que deixa marcas profundas na infância e também na vida adulta. E principalmente a gente vai tentar entender como que a gente pode fazer para reconstruir esses vínculos afetivos mesmo depois de um tempo de distância, tá bom? Então, daqui a pouquinho a gente fala sobre esse tema, pais ausentes, né? Pais presentes, mas ausentes. Enquanto isso, você manda sua mensagem pra gente. Vamos lá. 19 978293776. Você vai mandando a sua mensagem pra gente. Daqui a pouquinho nós vamos interagir com você. Nós já estamos com o nosso convidado aqui no estúdio. Enquanto você manda sua mensagem, a gente vai atualizando informações do legislativo. Vamos lá. Comissão de Política Urbana da Câmara Municipal de Campinas realiza hoje, às 9 da manhã, uma audiência pública para debater o projeto de lei complementar 80 de 2025, de autoria do prefeito Dário Saad, que trata da criação do alvará de execução autode declaratório para obras no município. A proposta tem como objetivo modernizar e agilizar o processo de aprovação de projetos por meio da plataforma digital. A Provafácil é o nome da plataforma, viu? E ela vai transferir os profissionais habilitados e proprietários a responsabilidade pela conformidade das obras. A prefeitura passará a realizar análise técnica apenas na fase de solicitação do certificado de conclusão da obra. A plataforma fará verificações automáticas de parâmetros como zoneamento, área construída, coeficiente de aproveitamento e recusos. A audiência será realizada no plenário da Câmara com transmissão ao vivo pela TV Câmara Campinas e pelo canal oficial no YouTube, tá? A população pode participar presencialmente ou enviar contribuições pelo link disponível no portal da Câmara. Muito bem, hoje às 6 da tarde acontece a reunião ordinária de número 63 com dois projetos em destaque, o plano plurianual, tá? O PPA, né, 202629 e a transparência nos preços dos combustíveis. O projeto de lei 324 de 2025 é de autoria do prefeito Dário Saad e ele estabelece as diretrizes e programas que vão orientar as políticas municipais pelos próximos 4 anos com foco em qualidade de vida, desenvolvimento econômico e sustentabilidade. Outro destaque é o projeto de lei 94 de 2025 do vereador Benelima, que obriga os postos de combustíveis a exigir, aliás, a exibir em placas e tótens os mesmos preços praticados nas bombas de abastecimento, garantindo mais clareza e evitando divergências que possam induzir o consumo o consumidor ao erro. A reunião ordinária, ela é realizada no plenário da Câmara, tem entrada pela Avenida Engenheiro Roberto Mes 66, é no bairro Ponte Preta, você pode chegar lá, é muito bem-vindo e também será transmitido ao vivo aqui pela TV Câmara Campinas e pelo canal do YouTube da Emissora. Muito bem, obrigada aí pela sua presença, a sua participação. Vamos com a previsão do tempo para hoje, né? Vamos ver como é que fica o tempo hoje. Olha, Campinas amanheceu com mínima de 16º. O sol aparece entre nuvens, não tem previsão de chuva. Um clima ideal para abrir a janela, respirar fundo e conversar com quem a gente ama, né? Máxima de 28º. Eh, você já conversou com quem você ama hoje? Já deu um abraço no filhão, na filhona, né? Então, presença física não garante conexão emocional. sabia disso? A ausência emocional, ela é silenciosa, mas deixa marcas profundas. Tem pesquisas da Universidade de Harvard que apontam que crianças que crescem com os pais emocionalmente distantes tendem a ter mais dificuldades de autoestima, empatia e expressão afetiva na vida adulta. Hoje o estúdio Câmara abre espaço para entender como essa desconexão acontece e principalmente como é possível reconstruir pontes entre pais e filhos. Vamos lá então apresentar o nosso convidado. Olha, ele é professor hipnólogo, psicanalista clínico e especialista em comportamento humano. É o Denis Severo. Seja muito bem-vindo. Bom dia. Prazer ter você com a gente. Bom dia, Rúber. Prazer é todo meu. Muito obrigado pelo convite e vamos discorrer esse assunto e entender melhor, né, esse comportamento, o que causa essa ausência e como resolver isso também. Importante a gente entender e ir para um caminho que a gente possa resolver essa questão, né? A correria, o cansaço, as cobranças do dia a dia acabam afastando os pais do convívio emocional com os filhos. Muitos acreditam que estar fisicamente em casa é suficiente. Você já parou para pensar? Você já fez isso? Mas você sabe, gente, a presença que cura e que acolhe, ela precisa estar no nosso dia a dia, sabe? Às vezes a gente pensa assim: "Ah, mas eu tô em casa. Sim, você tá em casa, mas você não está presente emocionalmente." Então, Denis, o que é que caracteriza um pai ou uma mãe emocionalmente ausente? E eu te pergunto, se é consciente sempre, né? Ou muitas vezes a pessoa nem percebe que ela tá distante afetivamente dos filhos? Então, na verdade, né, Rúbia, na maioria das vezes é um comportamento inconsciente, tá? as pessoas elas os pais geralmente, né, acabam eles acabam se ocupando com tantas tarefas, né, com trabalho, com outras coisas e a criança acaba ficando um pouco de lado, não tem atenção suficiente. Em alguns casos isso é consciente. A pessoa sabe que está deixando a criança de lado, que está negligenciando, mas eu acredito que uma boa parte da desses casos são inconscientes. É apenas uma repetição de padrão. Ah, é um comportamento que ele já aprendeu, já observou na infância e a forma como ele entende que o mundo funciona, que as coisas funcionam. Se ele não recebeu o amor que era suficiente, né, que não foi suficiente para si na infância, provavelmente na vida adulta ele também não entregará isso de forma ah suficiente para o outro, que aí no caso seus filhos. Poxa vida, né? E a gente precisa quebrar então esse padrão, né? Porque isso não pode se repetir. Então, quer dizer, se de repente eu não tive aquela presença dos pais na infância, eu senti essa ausência eh eh dos pais, aí eu vou transferir isso para meus filhos. Mas a gente tem que pensar que isso vai passando de geração em geração. E quando a gente não queb enquanto a gente não quebrar esse padrão, a gente vai ter aí eh as nossas gerações sofrendo com essa questão da ausência, né? E olha só, eu tô sabendo aí que a Flávia conectou com a gente, então deixa eu apresentar ela. A Flávia dos Anjos, ela é psicanalista, ela tem foco em relações familiares e vínculos emocionais. Ela já está com a gente aqui no Zoom. Você me ouve? Seja bem-vinda, Flávia. Bom dia. Muito obrigada. Bom dia. Agradeço a gentileza do convite. Gostaria de também cumprimentar as pessoas de casa. todos que nos ouvem e vamos tentar contribuir com com o que a gente pode no dia de hoje. Maravilha. Então agora, time completo. Vamos lá, Flávia, estou aqui com o Denis. Eh, a gente tá falando sobre essa questão da presença eh dos pais, uma presença com ausência, né? É uma presença física, mas uma ausência afetiva. A gente vive em tempos que o celular e as redes sociais disputam a atenção dentro de casa. Então eu te pergunto, na sua avaliação, como que isso interfere na qualidade da presença dos pais com os filhos? Os pais que não estão disponíveis emocionalmente para os filhos podem abrir espaço para uma construção de autoestima que pode ser muito deficiente. Então, esses filhos, eles podem entender essa ausência como negligência. como falta de cuidado, como reconhecimento. E a infância é uma fase extremamente importante, é uma fase fundante paraa criança. Então, se essas condições estão presentes na infância, podem atrapalhar a vida fora. A infância é fase fundamental para constituir o adulto que vai se formar. Sendo assim, os vínculos podem ficar muito prejudicados. Excelente, né? A gente, quando a gente fala de conexão virtual, às vezes o excesso da conexão virtual eh desconecta o que realmente importa, que é o contato humano, né? E quando a gente fala de filhos, a gente se preocupa porque um simples gestos de de guardar o celular na hora do jantar, gente, isso pode ser um ato de amor e de presença. Quantas famílias, né, que estão ali na hora do jantar, bom, aquelas que ainda conseguem, né, fazer aí uma refeição em família, juntos na mesa. Quantas dessas elas estão presentes, mas estão ausentes? Por quê? porque elas estão com o celular resolvendo, falando, conversando com outras pessoas ou então simplesmente eh rolando o feed das redes sociais, né? E aí a gente precisa ficar atento aos sinais, porque o Denis trouxe algo bem interessante pra gente, que ele ele disse que a gente trouxe, a gente traz, a gente está repetindo os padrões, a gente precisa quebrar essa, esse padrão aí do eh da presença e da ausência, né? Da ausência eh emocional. Mas quando a gente fala de rede social, de atualização, quando a gente traz pro hoje, bom, nós temos aí o pai que trabalha, mas da ele chega em casa, né? E ele vai pro celular e acaba ficando eh longe emocionalmente desse filho. E antes que não tinha celular, como é que essa ausência era anotada? Então, a o padrão ainda ainda é o mesmo, né? Porque essa ausência ela vem em forma de olhar, né? a falta de olhar. Então, por exemplo, a criança vem falar alguma coisa que para ela é importante, mas talvez pro adulto que tá cheio de de dívidas, de conta para pagar, coisas para resolver no emprego, às vezes uma situação no próprio casamento, familiar e tantas outras situações, ele vai julgar aquilo que a criança está trazendo como menos importante. E com isso ele não vai olhar para essa criança, não vai respondê-la de forma consciente. Ah, e vai negligenciar essa criança vai entender isso como um abandono. O pai está presente, a mãe está ali naquele lugar, mas falta esse olhar para o outro. Precisamos entender também, Rúbia, que a criança, a primeira infância da criança, ela não tem muito a noção de que existe um outro. de que o mundo é tão vasto quanto nós hoje adulto temos essa noção. Então, o mundo da criança se baseia em pai, mãe, que são o reflexo dela mesma. Ela vai entender o outro como a si mesma. Então, quando falta o olhar do pai, o olhar da mãe, ela também vai entender que, puxa, eu não sou vista, eu não preciso ser vista, eu não sou importante. E isso vem para a vida adulta, ela traz isso paraa vida adulta e vem com inseguranças, vem com esse a a baixa autoestima, porque ela não se sente importante, não se sente vista. Então, ela vai passar uma vida inteira procurando ser vista. Poxa vida. E aí tem, né, as ações das reações ou as reações das ações, né? É bem delicada essa situação. Agora, ô Flávia, quais os sinais então de que uma criança, uma criança ou adolescente, ela está sentindo falta dessa presença, né, emocional dos pais no dia a dia? E como é que os pais podem perceber que isso tá impactando a vida da criança? chamar atenção algum alguns comportamentos nesse sentido. Eh, pode querer pode ficar mais chorosa, demandando atenção o tempo todo. Os pais precisam estar atentos a esses comportamentos que normalmente vão dando sinais. E o fundamental, prestar atenção nessa criança, olhar no olho, dizem que educação não vem com manual e de fato não vem, mas olhar olho no olho dessa criança, procurar entender o que tá acontecendo, dar atenção aos detalhes, hoje cada vez Mais as coisas estão tão apressadas que é difícil as pessoas se unirem e fazer uma refeição em família. Uhum. Mas sempre que possível é interessante que essa ação seja feita, que se converse em família, que coloquem algum tema para conversar com essas crianças. Isso vai trazendo pro universo da criança atenção, olhar. A criança aprende pelo exemplo. Então é importante que os pais se desliguem do celular, chegando em casa, consigam ter algumas ações para que se voltem para esses filhos. A vida é muito agitada, é corrida, demanda, tem questões para serem olhadas, problema dos adultos, mas educação requer, dá trabalho e precisa de investimento. E os pais precisam querer fazer esse investimento e estarem disponíveis para cuidar e olhar desses filhos. Excelente, excelente, Flávia. Eh, é importante essa fala da Flávia, porque assim, eh, às vezes as pessoas, né, eh, eh, projetam aí, planejam em ter um filho, mas, gente, exige sim, né, muita presença, dá trabalho, como ela disse, né, é criança. E aí com essa ausência emocional eh você acaba desenvolvendo um adulto que vai lá na frente, gente, ter problemas emocionais, né? Eh, eu pergunto para você, eh, professor, como que as pessoas que crescem com os pais eh distantes emocionalmente, elas tendem a se comportar nos próprios relacionamentos? Porque eu tava lendo um artigo e essa o que traz uma uma criança que vive viveu eh com a falta da presença emocional, né, dos pais, dos cuidadores, enfim, eh vai aparecer lá na frente quando ela for se relacionar com outras pessoas, né, aquele ponto de interrogação que foi criado lá no início. Sim, sim. ah, essa falta emocional. Ah, nós estamos, a verdade é que nós estamos o tempo todo buscando uma maneira de fechar esse buraco, essa falta, né? Então, o que nós trazemos, por exemplo, em psicanálise é que o pai e a mãe ele precisa ser suficientemente bom. Ser um pai e uma mãe suficientemente bom não significa ser ótimo, ser perfeito, né? Mas ser suficientemente bom. É fazer o o máximo possível para inserir a criança, inserir o jovem nessa realidade que nós temos hoje, que é uma realidade que nós sabemos que é sofrida. A realidade ela eh, infelizmente é dura, isso é realidade. Só que falta, né? Ainda falta. Nós vamos o tempo todo sentir essa falta, mas quando o pai e a mãe não consegue ser suficientemente bom, ele vai causar um prejuízo ainda maior na constituição psíquica dessa criança, desse adolescente. E quando ele for para a vida adulta, ele vai tentando tapar esse buraco, tentando fechar essa lacuna. E ele pode encontrar no meio do caminho pessoas que vão se aproveitar disso. Então nós vamos ter relacionamentos abusivos, pessoas que não conseguem se desvincular desse relacionamento abusivo. E às vezes nós as olhamos para as pessoas dizendo: "Puxa, mas por que que ela não larga? Por que que ele não sai desse relacionamento?" É porque talvez é a forma como ele aprendeu que é o amor. Isso é a forma de amar. Então eu aprendi que amar é apanhar, que amar é é sofrer, que amar é não ser olhado, não ser validado. Então eu vou contribuir com isso na minha vida adulta, sofrendo da mesma forma que na infância. Olha só, né? Filhos de pais emocionalmente ausentes podem crescer com medo de rejeição, dificuldade de confiar e até de amar, né? Mas o afeto é um aprendizado contínuo, gente. É sempre possível a gente eh reaprender a se reconectar, né? Agora, eh, Flávia, reconstruir vínculos, né? É possível na fase adulta, mesmo que o filho já adulto carrega mágoas antigas, o diálogo ainda funciona nesse momento da vida, pode transformar uma relação, né, entre pais e filhos para tentar, de repente consertar essa ausência. Eu penso que o diálogo sempre funciona. A fala ela pode curar. Então, acho que um diálogo que pode caminhar com a honestidade, podendo se expressar, podendo dizer o que foi que faltou, como faltou, criando espaço para que seja dito, como a pessoa se sentiu. Então eu penso que essas vias são vias possíveis para um caminho de reconstrução. Uhum. Para um caminho de afeto. O amor ele pode ser reconstruído, não é um caminho fácil. vínculos quebrados, vínculos que na infância começam de uma forma desestruturada, não são fáceis de serem reconstruídos, porém são possíveis se houver disponibilidade, se houver afeto, se houver um caminho sincero para que as coisas sejam colocadas, é muito possível. Interessante, né? Agora, é isso me faz lembrar de reconstrução, né, desse de carinho, de afeto. Às vezes a correria do dia a dia, como eh o Denis muito bem colocou, às vezes a gente faz isso de uma forma inconsciente, não é? Porque a realidade, vamos falar, vamos trazer para aqui agora, a realidade das famílias é uma correria diária, né? você de repente programa sim ter um filho, mas você precisa eh eh continuar dando conta e e para que essa família ela se desenvolva com saúde alimentar, com segurança, né, com educação. E isso demanda recurso. Para que você tenha esse recurso, você precisa trabalhar. E aí, como que fica os filhos, né? Aí a gente traz aquele ponto, bom, vamos aproveitar o momento em que estamos juntos da melhor forma. E aí de repente na no correria do dia a dia, pai, mãe, né, o cuidador está junto com a criança, mas está no celular resolvendo um problema, trabalhando de forma online. E aí vem ali um um uma ideia, eu vou comprar o melhor brinquedo, vou te dar um brinquedo, toma um brinquedo, vai brincar e tá tudo certo. Eu gostaria que você pontuasse pra gente, eh, Flávia, essa questão da troca, né, do do do emocional. por algo físico, de repente aí um brinquedo ou algo que a criança goste muito. Qual que é a sua avaliação sobre isso? Eh, confirma para mim, isso acontece eh com frequência. Acontece, infelizmente. Eh, muitas vezes os pais, por estarem ausentes emocionalmente, dão paraa criança um brinquedo, um tablet, um celular. E para uma criança pequena até 6 anos de idade, o pior que se pode fazer é, por exemplo, dar um celular ou um tablet para essa criança. O acesso a jogos, às redes sociais não beneficia. Para essa fase é fundamental que a criança brinque, que ela exercite as brincadeiras que são parte do desenvolvimento dela, da constituição dela e que vão dar base paraa vida. É com outras crianças que a criança aprende a se socializar, a criar. Então, é algo fundamental. E muitas vezes esses pais eles querem eh compensar a atenção com jogos, com brinquedos e claro, a criança fica quietinha ali com o jogo, mas a repercussão emocional pra vida da dessa criança pode ser muito danosa, como nós temos visto o excesso de telas. relação com algumas doenças, com alguns transtornos que t aparecido. Então, é algo pra gente se atentar e olhar muito profundamente. É um tema muito sério e que precisa de muito cuidado e de muita atenção. Excelente, né, Den? Se você quiser pontuar essa questão que a gente de repente faz também da forma inconsciente, porque a gente quer agradar a criança e você vai lá e compra um brinquedo hoje, compra o brinquedo amanhã. Tem criança, gente, que acostumou fal assim: "A mãe chega do trabalho, o que que você trouxe para mim, né? De tanto a gente estar oferecendo algo, eh, um objeto, mas na verdade não é isso que a criança precisa. Ela precisa do conforto, do abraço, do carinho. Qual que é a avaliação que você faz dessa troca aí? Sim. Eh, suprir a a falta, né, com coisas materiais e física, isso já demonstra aí que esse adulto também tem o mesmo padrão de comportamento, né? Então, ele vai trabalhar para conquistar coisas. Não que isso seja errado de maneira nenhuma. Nós precisamos, mas eh nós precisamos desse contato, né? Como a Dra. Flávia falou, é com os outros, né? A vida é vivida com os outros. Nós vivemos em comunidade, em sociedade. Ah, e as crianças precisam estar acompanhadas, precisam estar com o outro, né? E às vezes o que acontece é justamente isso. Os pais para suprir essa falta física e emocional acabam entregando o celular. jogos para as crianças no a fim de que elas fiquem quietas. E isso é um comportamento inconsciente também. Não necessariamente a pessoa tá fazendo isso porque a eu não eu não quero dar atenção pro meu filho ou não. Eh, esse comportamento não é de forma maldosa. Lógico que existe as pessoas que são maldosas e negligenciam, mas essa pessoa que faz dessa forma, ela não tem noção do estrago que está causando, da do quanto de prejuízo ela está trazendo para essa criança. Na verdade, penso como pai, eu sou pai de duas meninas também, e nós queremos dar o nosso melhor, nós queremos entregar aos nossos filhos o nosso melhor. O que acontece é que nem sempre o nosso melhor é o suficiente, né? Nem sempre isso é o suficiente. Então, nós precisamos ser o ambiente facilitador. Facilitador do quê? de interação, né, de criatividade, de brincar, de colocar para fora, de trazer o mundo da criança, que é esse mundo de fantasia, e fazer com que ela exponha esse mundo para fora, porque assim ela vai começar a interagir e ter relações humanas e vai descobrindo esse mundo e essa realidade que para eles é tão pequena no momento. Excelente. Agora, eh, Flávia, a gente tá conversando sobre, eh, o emocional, né, a presença emocional. E aí, se tem alguém em casa que virou a chave e falou: "Poxa vida, eu acho que eu preciso estar mais presente emocionalmente com a minha criança". E aí vem a culpa, né? Eh, a pessoa fala: "Pô, mas olha o que que eu fiz, é verdade. Nossa, e agora? Como que os pais vão fazer para lidar com essa culpa? reconhecer, né, e melhorar, melhorar essa questão. Só que a culpa é algo que vai pesar muito nesse reconhecimento, não é? Ela pode pesar muito, sim. Não é algo fácil de sentir, se sentir culpado, sentir que negligenciou a educação desses filhos, que não está sendo como muitas vezes se idealizou, mas só é possível que algo seja reconstruído quando algo é entendido. Uhum. É, aceito. Eu aceito que tive culpa, tive uma contribuição aqui com essa questão, não agir da maneira que poderia ser melhor, que poderia ser a ideal, vamos dizer assim. Ao olhar para essas questões, é possível mudar, é possível encará-las e mudar, porque é só assim que nós conseguimos. Quando as coisas ficam não olhadas, excluídas, quando você finge que algo não acontece, nada muda. Tomara que os pais em casa percebam os caminhos que nós estamos trazendo, as falas importantes que o Denis colocou e olhem para esses filhos. sejam o que possam ser. Nem um pai, nem uma mãe age de modo a trazer prejuízos paraa vida do filho. São questões, padrões repetitivos, inconscientes, muito do modelo que esses pais receberam, mas é possível com disponibilidade, com afeto, olhar para essas questões? e mudá-las, transformá-las. Buscar uma terapia, buscar um atendimento analítico pode ajudar aí muito a olhar para si e reconstruir esses vínculos afeto. É isso mesmo, né? reconhecer é já é o primeiro passo. E quando o amor ele vem acompanhado de escuta, humildade, presença, sempre há espaço para ressignificar, né, Denis? Sim, com certeza. E nós podemos dizer também, quero a pontuar e já pegar o gancho da Dra. que para conseguir resolver esse essa questão é preciso também tomar consciência eh das nossas próprias dores também, n? Então, às vezes, o pai e a mãe que está olhando em casa, está pensando: "Puxa, mas e agora?" E eu tô vendo, né, que existe uma questão que eu preciso olhar para isso com os meus filhos? Como resolver isso? Acho que a a o primeiro passo é você olhar para si, reconhecer os padrões que existem em si, quais são as negligências que você também passou na infância. Como eu disse antes, ah, ser pai e ser mãe é necessário ser suficientemente bom. Isso não significa que a infância vai ser perfeita ou que foi perfeita ou que foi de todo mal. Nossos pais nos deram o melhor que eles tinham, o melhor que eles puderam fazer por nós, eles fizeram. Mas é necessário também os pontos negativos que tivemos, reconhecer isso e dar nome a isso. Por isso que é tão importante falar sobre o assunto, porque você vai nomear, trazer o nome. Existe coisas às vezes que a pessoa não fala nem para ela mesma, ela não comenta, ela evita olhar para aquilo. Então, como que ela vai conseguir resolver o problema que está se apresentando diante dela se ela não consegue resolver o seu próprio, né, seu próprio mundo interno? Então, eu costumo dizer que somos apenas crianças crescidas, né? Ainda somos aquela criança que deseja o olhar, que deseja ser visto, que deseja ser acompanhado, né? Que deseja o o colo da mãe, o carinho da mãe, que deseja muit das vezes o não do pai, né? A criança ela busca pelo não, porque se nós permitimos a todo tempo, ela vai achar que que não há limites, né? Então vai crescer aquele adulto que tudo tem que girar ao seu entorno. Então ela precisa desse não também. Então, olhar para dentro de nós, resolver as nossas questões questões vai nos dar muito, vai nos dar mais ferramentas para conseguir olhar paraos nossos filhos e pontuar melhor, dizer: "Opa, pera aí, eu posso ser mais presente aqui". Muito bom, né? Como é gostoso conversar com pessoas que que t aí essa essa sabedoria sobre a a saúde mental. Isso faz parte do nosso dia a dia. E de repente você aí de casa tá pensando assim: "Poxa, mas eu faço de tudo pro meu filho?" Sim, nós fazemos de tudo, sim. A gente sempre quer o melhor. E aí às vezes a gente não não tem noção do que a gente tá fazendo ali, que a gente acha que é legal, que tá tudo certo, mas que a nossa criança ela não está eh com o emocional da forma que deveria estar, porque a gente está não está presente, né? a gente está distante emocionalmente. Então, eh, tirar um tempinho, fica perto, dá um abraço, brincar, pular uma amarelinha. Ah, não sei como é que eu vou brincar com a criança, faz uma amarelinha. Você sabe que esses dias eu tava no mercado, gente, não adianta. Todo mundo pode falar que não é, mas é. E se não faz, sente vontade de fazer. Se você vê uma amarelinha desenhada no chão, você vai lembrar pelo menos ou vai querer pular amarelinha. Já fez quanto tempo faz? Você não brinca assim? Vai lá no quintal dizer amarelinha lá e vai lá um, dois, um dois, vai brincar com a sua criança e você traz a sua criança, a sua criança interior para brincar com a sua criança, o seu filho, a sua filha. É ou não é Denis? Eu vi amarelinha no mercado esses dias, falei: "Gente, olha aqui, eu fiquei com vergonha, sabe? Porque eu queria pular amarelinha e eu eu fiz na cabeça, né?" E é e é algo assim tão gostoso. Isso vai resgatar a sua criança e vai trazer a presença que o seu filho de repente tá precisando naquele momento. Concorda, Flávia? Concordo. A infância é um show que a gente pisa a vida inteira. Então é tão interessante você trazer essa questão, né? Eh, eh, essa lembrança do que foi uma simples amarelinha, mas como pode resgatar coisas boas e sentimentos bons? Uhum. Então, brincar com a criança produz essa memória, esse arsenal de memórias que ela vai lembrar na vida adulta e que sempre poderá resgatar, sempre poderá olhar, né, para essa para essa criança, para esse momento de alegria, para essas brincadeiras que haviam. É, às vezes a gente acha difícil, né, falar: "Ai, não vou conseguir brincar, gente, é tudo muito gostoso, tenta que você vai conseguir." Produção tá avisando aqui que nós temos algumas perguntas hoje, como nós temos eh reunião na casa hoje lá no legislativo, então a gente precisa entregar 10 paraas 9, agora 8:37, beleza? conseguimos seguir legal para dar tempo para conversar com você que tá aí do outro lado, você de casa que tá interagindo com a gente, quero ouvir aí os nossos convidados referente a alguma dúvida que você tenha, mandou a sua pergunta. Vamos lá, produção, pode colocar na tela pra gente. Acho que dá tempo de responder umas quatro perguntas e aí a gente já entrega para o legislativo, tá bom? Vamos lá. Vanessa Moura do Parque das Águas. Às vezes tento conversar com o meu filho adolescente, mas ele responde só contar ou Aham. Será que já estou distante e não percebi? E aí, como é que faz, professor? Isso, esse tai é algo que também me incomodou quando a minha filha estava numa fase de transição aí de criança para adolescente. Sim, é preciso entender que existe essa fase de transição. Durante essa fase de transição de criança para adolescente, a criança ela ela se afasta um pouco mesmo dessa imagem que ela tem dos pais. Uhum. né? Porque ela ela se identifica primeiro com os pais durante a infância e ela tá sempre muito coladinha, muito perto, porque ela se identifica com isso. Na fase da adolescência, ela começa a se afastar dessa imagem de pai e de mãe e ela começa a se perder na sua própria imagem, quem sou eu de verdade, né? Então, é normal que ela se afaste um pouco dessa dessa interação social com o pai e com a mãe. Agora, não é normal que a criança ela se isole dos seus pais, tá? o seu, o pai e a mãe precisam ser a base dessa criança. Então ele, ela precisa confiar, esse adolescente precisa confiar no pai, confiar na mãe para para que quando ela precise, ela busque essa essa confirmação, ela busque essa orientação do pai e da mãe. Na verdade, o que pode estar acontecendo é uma reação, né? Então, essa criança, ela está reagindo a um comportamento do pai e da mãe. Como mudar isso? Precisamos ser mais presente. Como ser presente com uma juventude que tem uma linguagem que a cada dia muda, né? a forma de falar, a forma de interagir. Então, nós precisamos estar dentro desse mundo também, conhecer o mundo do adolescente, quem são seus amigos, que redes sociais eles estão buscando, como eles estão se comunicando para que nós consigamos facilitar essa comunicação. É porque se comunicar com Tarham fica um pouquinho difícil, né? Vamos lá. 8:40. Pode trazer mais uma pra gente, produção, por gentileza. Vamos lá, então. A Larissa Tavares do Cambuí, eh, vai para Flávia essa, hein? Vamos lá. Tenho medo de que meu filho guarde mágoas no futuro porque eu eh por eu não estar presente. Como conversar sobre isso com ele? Boa, Larissa. tem que chegar e conversar agora como fazer o início desse diálogo. Flávia, uma pergunta bem interessante. Eh, eu sugeriria que você comece conversas perguntando como é que ele se sente, olhando no olho. Relações deixam marcas. Nenhuma relação é perfeita. Então, quando você coloca assim, eu fico com medo dele guardar mágoas, as relações elas deixam, né, as suas questões. Porém, quando há espaço pro diálogo, uma conversa franca, filha, vamos conversar, vamos falar um pouco, deixa o celular de lado, eu queria ouvir como é que você está se sentindo, como é que foi a tua semana. Tem alguma coisa que eu poderia te ajudar, como Denis colocou, entrar nesse universo do adolescente, saber o que ele escuta, o que ele gosta. Isso também propia um diálogo que mostra interesse dos pais em entrarem nesse universo do adolescente. Então, acho que seria um caminho de entrada e que poderia render muitos frutos. Muito bem. Muito bem. Então, né, às vezes a gente tem o receio de iniciar um diálogo quando a gente tá falando aí dessa dessa ausência dos pais, né, Denis? Acho que dá um um certo receio, medo de como eles vão reagir. É algo assim que a gente precisa parar, analisar, escolher o melhor momento, porque realmente eu me coloco no lugar da nossa telespectadora, eu acho que eu já senti isso também na hora de chamar a filha para uma conversa eh referente à ausência, né? Dá um um receio de o que que eles vão falar pra gente, né? Sim. Eh, acho que é importante nós pontuarmos também aqui, Rúbia, que nós não aprendemos como é ser adulto, né? Ninguém nos ensinou ser pai, ser adulto. Sim, nós nós vamos indo e e vai aprendendo aos trancos e barrancos. E acho que é importante, né, ouvir, tá? Então, ouvir é muito importante. Às vezes o adolescente no meio de uma, talvez uma uma conversa mais acalorada e ele solta aquela frase: "Ah, mas você não me entende? Ah, mas você não me ouve". E nós como adultos donos da razão, pelo menos assim achamos, né? Que somos dono da razão, já temos uma longa vida, já passamos por muita coisa e temos muita experiência, nós não ouvimos o que foi dito. Uhum. Né? Acabamos reagindo e brigando novamente, quando na verdade esse adolescente acabou de dizer o que precisa, né? Ele diz: "Ah, mas você não me entende, então, opa, por que eu não tô te entendendo? O que que tá faltando para eu te entender? Ah, mas você você não me dá atenção suficiente. Todas as vezes que eu vou falar com você, você vira as costas. Para você, isso pode não soar como uma verdade, mas para o adolescente é verdade. Então, olhar para isso, ele vai, ele vai falar o que tá faltando. Às vezes no meio de uma discussão acalorada, que é normal acontecer, ã, de uma conversa, ele vai trazer as suas dores e nós acabamos negligenciando. Não é coisa de adolescente, não. Ele está falando o que dói. Ele está trazendo essa dor. Então, cabe o pai e a mãe olhar para isso e se colocar nessa posição. Puxa, eu não sou o dono da razão. O que eu posso fazer para melhorar? Como eu posso te ouvir melhor? O que que você precisa? Maravilha, gente. Que conversa boa, né? É isso. Estar presente não é só estar perto. A gente precisa olhar, ouvir, acolher, se interessar, eh, mostrar com atitude que o outro, né, na no caso, os nossos filhos são prioridade pra gente, né? E quando essa presença é verdadeira, mesmo que o tempo seja curto, essa presença ela se transforma em lembrança, né, em segurança e e amor que dura pra vida toda, né? Lembrança, criar memórias. É sobre isso. A gente precisa encerrar. 8:45, a gente já vai pras considerações finais. Então, quero mandar um abraço especial aí pra Flávia. A gente tá, ficou muito feliz de conseguir conectar com você. Muito obrigada, viu, Flávia, pela sua presença com a gente aqui no estúdio Câmara. Deixa aí uma dica, né, para os pais que vivem, eu acho que a maioria de nós pais vivemos nesse momento de tensão e de tentar equilibrar, né, a vida pessoal, profissional e a atenção para os nossos queridos filhos. Eu eu agradeço a a gentileza de eu agradeço muito a participado, melhor dizendo. E eu diria que os pais permitam que os possam permitir que esses filhos se frustrem. Uhum. A frustração é algo que vai dar corpo para seguir vida fora. Pais que são muito permissivos, que entregam jogos, que querem negociar a presença com brinquedos, podem prejudicar muito a infância desses filhos. A infância se constrói, tem corpo quando o indivíduo é frustrado, quando ele consegue lidar com adversidades. Isso que colabora com o psiquismo que se torna forte. Uhum. Maravilhosa. Então, muito obrigada pela sua participação mais uma vez, viu, Flávia? Tudo de bom para você. E a gente agradece também professor, né, professor Denis com a gente aqui mais uma vez, nos orientando, nos ensinando como eh eh a gente deve iniciar o nosso caminho para um relacionamento mais eh quentinho com os nossos filhos, né? Muito obrigada, viu, Denis? Obrigada pela sua participação. Muito obrigado. Eu que agradeço. Agradeço a ter participado com vocês aqui, com você, Rúbia, com a Dra. Flávia também. Eh, e eu acho que o mais importante, né, dentro de tudo que nós falamos aqui é que a pessoa possa assumir a responsabilidade. Assumir a responsabilidade e entender que ela não vai ser perfeita, né? Ninguém é perfeito, então não vamos também conseguir ser pais perfeitos, né? Então, assumir essa responsabilidade já vai encurtar um bom caminho aí para que conseguimos educar melhor os nossos filhos e como a Dra. Flávia falou, expô-los a essa a essa frustração que é a vida, né? A vida é feita de frustrações, né? Então, e estar presente para quando eles precisarem, quando estiverem frustrados, eles terem um porto seguro para onde voltar. Afinal de contas, a infância é um terreno que nós visitamos o tempo todo. É verdade, Moss. Obrigada pela sua participação. Uma dica da Rúbia aqui, vai pular amarelinha com seu filho. Gente, é muito bom. É bom demais. A gente resgata a nossa criança e deixa o nosso filho satisfeito aí porque é um momento especial de carinho e de troca, tá bom? Faz uma amarelinha aí no quintal, manda ver. Tenho certeza que você vai adorar. Ó, daqui a pouquinho tem eh audiência pública da comissão de política urbana da Câmara de Campinas. Você é convidado especial para participar. A gente vai transmitir ao vivo aqui pela TV Câmara Campinas. É por esse motivo que a gente já tá entregando. E eu quero lembrar que ao meio-dia nós temos Câmara Notícia também com informações do legislativo e da nossa metrópole. Às 6 da tarde nós temos eh reunião ordinária, tá? Então você pode participar ao vivo lá no plenário, também pode participar aqui pela TV Câmara Campinas e pelo YouTube. Você pode até mandar a a eh o seu comentário, o pessoal responde você. Lembrando que a Íria, a nossa jornalista de inteligência artificial, vem logo em breve na programação trazendo informações eh aqui de Campinas, Brasil e Mundo, inclusive informações de economia. A ÍRA é nossa jornalista de inteligência artificial, faz parte da nossa programação. Agora 8:49. Amanhã tem estúdio Câmara ao vivo para você novamente. Amanhã a gente vai falar eh de um outro tipo de vínculo. Amanhã a gente vai falar de animais de estimação, tá? Alegria e desafios na rotina doméstica. A gente conversa sobre o amor e a responsabilidade de conviver com os pets, desde o cachorro que late sem parar o tempo todo, principalmente à noite, e é motivo de reclamação dos vizinhos e até a divisão das tarefas, né, entre os filhos e os doguinhos. Como é que a gente equilibra? afeto, rotina e limite com os bichinhos de estimação, com o pessoal de casa e com a vizinhança. Ai ai ai. Ó, nós vamos ter aqui amanhã um psicólogo, especialista no vínculo humano, animal e também um veterinário comportamental para falar pra gente como é que a gente equilibra toda essa vida com a nossa família e os nossos pets e também os nossos vizinhos. Não perca, é amanhã para você aqui na TV Câmara Campinas, mais uma edição do nosso estúdio Câmara e é ao vivo a partir das 8 da manhã. Beijo grande para você, uma ótima quarta-feira. Fique com a gente e até lá. [Música] [Música] [Música]