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[música] Olá, muito bom dia. Estamos chegando com mais uma edição do nosso estúdio Câmara aqui na TV Câmara Campinas. Seestamos, hoje é dia 19 de setembro, última semana, né? É, gente, última semana do inverno, já estamos chegando na primavera e hoje a gente vai conversar sobre um tema que atravessa a vida em família, na escola, no trabalho e também na sociedade. Vamos falar sobre individualismo e coletivo. Pois é. Será que a gente sabe respeitar as pessoas? Até onde vai o meu direito individual? Será que nós estamos perdendo o senso de comunidade, de coletividade? E como que a gente faz para ensinar as novas gerações o valor do coletivo? Se é que o coletivo ainda tem algum valor? Daqui a pouco a gente vai discutir essas questões com as nossas convidadas que já estão conosco. E você também pode participar, conta pra gente aí através do nosso WhatsApp que já está na sua tela. Produção já está conectada. pode mandar a sua mensagem, conta pra gente qual que é a importância do coletivo na sua vida e o individual. Você prefere ser coletivo ou individual? A gente quer saber aí a sua opinião, a sua experiência. Compartilhe conosco. Daqui a pouquinho a gente interage com você que tá aí do outro lado e com as nossas convidadas. E agora a gente traz algumas informações para você. Museu Interativo da Água aqui em Campinas. Gente, olha, tá bem legal. Quem busca diversão aliada ao conhecimento, pode visitar aqui em Campinas esse museu. É o Museu Interativo da Água, que fica no Parque Jambeiro, né? Ele é administrado pela Sanasa. Esse espaço ele funciona aos sábados. Então, amanhã é dia de visita. As visitas são guiadas e gratuitas das 9 da manhã às 2 da tarde, com duração de aproximadamente 1:30. O acervo é interativo e reúne instalações que mostram a água como elemento essencial à vida e ao equilíbrio ambiental, incluindo história, tratamento e tecnologias. Então, anota aí na sua agenda para você fazer essa visita no Museu da Água aqui da cidade de Campinas. Acessa lá o site da SANASA, tem todas as informações. Você vai preencher um formulário de visitas online e aí se prepara amanhã das eh das 9 da manhã até às 2 da tarde, [música] tá bom? Boa visita para você, bom passeio. Vamos lá, mais informações. Atenção, você eh [música] que está circulando pelo trânsito de Campinas, informações da INDEC, que está bloqueando uma via no Jardim Santa Lúcia, tá? Eh, adec vai interditar o trecho da rua Armando Rocha Brito Júnior no Jardim Santa Lúcia hoje, das 4 da tarde até às 10 da noite. Sabe qual é o motivo? A feira da comunidade. O trecho fechado fica entre a Avenida Rui Rodrigues [música] e a rua Dr. Augusto Afonso Ferreira com desvio programado para as vias Dona Joana Zanaga Aboim eh Aboim Gomes, aliás, e Dr. Afonso Augusto Afonso Ferreira, tá bom? [música] agentes da mobilidade eh urbana da INDEC vão orientar os motoristas no local. Dúvidas podem ser esclarecidas pelo telefone 118 ou então pelo 19 371 291, que também é o WhatsApp para informações referente ao trânsito com a INDEC aqui na cidade de Campinas. É boa-feira para toda a turma aí do Jardim Santa Lúcia. Vamos lá, mais informações chegando. Agora é hora de previsão do tempo. Eu tô sabendo que vai vir uma chuva, só que não tô acreditando muito não, viu? Porque essa semana tínhamos previsão de chuva e aí as gotinhas ah foram gotas que deu para contar, né, realmente, porque nem choveu agora esse final de semana parece que tem chuva. Vamos lá. Hoje, sol entre nuvens, pancadas eh de chuvas isoladas à tarde e à noite. Umidade continua abaixo aí de 30%. Então, ã vamos, né, nos cuidar. Hoje mínima 15, máxima 34º. Amanhã temos sol entre nuvens, pequena chance de chuva isolada, tá? Umidade abaixo de 30% também à tarde, amanhã. Então, eh, muita atenção, vamos tomar muita água, gente. Amanhã mínima de 20, máxima de 34. [música] É, final de semana promete. E domingo nós temos aí sol com muitas nuvens, passando a chuvoso à tarde, né? E à noite a previsão marca a chuva. Então, a gente espera que a chuva venha, venha calma, venha tranquila e venha para melhorar esse ar que está muito seco. Mínima domingo 22, máxima 34º. [música] Combinado? Bom fim de semana. Vamos curtir o finalzão de semana aí. Mas agora vamos para o aqui e para o agora. Vamos trazer o nosso tema central, apresentar as nossas convidadas para você. Agora 8:15 vamos falar da convivência humana, né, que sempre foi marcada por uma tensão. O que deve vir primeiro? O indivíduo ou o coletivo? Eu ou nós? O psicólogo russo Vigotskia que o desenvolvimento humano acontece na relação com o outro. Por outro lado, a gente vive em uma sociedade que valoriza cada vez mais a individualiz a individualidade. Então, como equilibrar esses dois pontos de vista sem perder o senso de comunidade e o respeito mútuo, né? bem complexo. Para nos ajudar a refletir sobre isso, então a gente dá as boas-vindas à nossa psicóloga que vai conversar com a gente sobre individual e coletivo como um todo nossa vida, né? A Dara Pavan, seja muito bem-vinda. Bom dia. Bom dia. Obrigada. Bom dia a todos. Eh, um prazer tá aqui para falar desse assunto tão importante, né? Aim. A gente sabe que o ser humano é um ser social, então a gente acaba vivendo em sociedade e o coletivo faz parte da nossa vida. Maravilha. Obrigada. Vamos falar muito sobre isso porque nós estamos recebendo de forma remota pelo Zoom a mestra em gestão de pessoas e consultora em gestão de serviços de cultura organizacional. Seja muito bem-vinda. Bom dia, Isis Fontinelli. Obrigada pela sua participação. Bom dia a todos. É uma honra estar aqui com vocês para falar de um assunto tão importante. Muito bem, gente, antes de da primeira pergunta, vamos com um desafio. Você vai contar quantas vezes por dia você usa a palavra eu, meu, minha. Eu, meu, minha. Essa simples observação pode revelar muito sobre o quanto a gente foca no individual. Eu, meu, minha. Então, vamos lá, Dara. Quando a gente fala em ensinar crianças, porque a gente vai iniciar lá do início mesmo, né? Da criança, da criação. Quando a gente fala em ensinar os nossos pequenos sobre o valor do coletivo, quais são os maiores desafios no seu ponto de vista como psicóloga? Como psicóloga, eu tenho uma experiência um pouco maior com crianças adolescentes, então eu acabo tendo bastante contato com essas dificuldades. E o que eu encontro de maior desafio é justamente entender esse contexto familiar que essa criança, esse adolescente vem inserido, porque começa dentro de casa a construção, né, da convivência em sociedade, do coletivo. E é dentro de casa que a gente trabalha tanto as questões de fortalecer o eu, né, quem sou eu como pessoa e quem sou eu enquanto papel social, né? Então, como que eu participo de um coletivo, de uma comunidade, de uma sociedade que é composta por muitas pessoas e faço parte disso sem perder a minha essência e sem, né, deixar de lado quem eu sou. Então, um dos maiores desafios é de trazer essa criança para um sentido de entender que a gente vive em sociedade. Então, muitas vezes o eu não vai ser o mais importante e a gente vai ter que respeitar e lidar às vezes com muitas frustrações que fazem parte da nossa vida em sociedade. Então, eu acho que esse é um dos principais desafios. Exato. Uau, né? É, é desafio para tudo que é lado, porque no lado corporativo também a gente tem muito desafio. Em um mundo cada vez mais competitivo, é comum que os profissionais foquem apenas nos próprios interesses, né, nas organizações. A pressão pro resultado muitas vezes estimula uma competição excessiva e a gente foca no eu. Eu, meu, minha, né, Isis, vamos lá, então. como desenvolver uma cultura organizacional que valorize a coletividade sem sufocar a criatividade individual. Eu sei que no seu trabalho você preza muito por isso, né, pela eh eh coletividade. Eu vi alguns vídeos seus, achei sensacional, muito boas colocações que você colocou nesse vídeo, você eh eh trouxe nesses vídeos. Eu gostaria que você trouxesse paraa gente hoje aqui no programa essa questão eh no sistema organizacional, que é mais o seu foco, referente a coletividade e e o individualismo. O que que pesa mais aí quando a gente fala de corporativo? Muito bem, assim, a gente precisa compreender que a organização é um sistema onde se constitui pessoas ali, né, cultura organizacional e que é necessário ter esse processo integrado tanto da do individual quanto do coletivo, porque eles não se excluem, né, eles se complementam. Então assim, eh, valorizar a coletividade quando a gente pensa no organizacional é garantir um espaço de colaboração, né? Então, de confiança, de objetivos que sejam comuns. Já a criatividade individual ela floresce quando cada pessoa, ela tem a liberdade para inovar e expressar suas ideias. Então, o desafio das organizações é criar um ambiente psicologicamente seguro, né? Então, quando o profissional ele sente que pode contribuir sem medo do julgamento, ele acaba engajando também no coletivo, o que é muito importante quando a gente fala no processo de cultura organizacional, que é a junção, né, das pessoas ali dentro da organização para fomentar isso. Então, o individual e o coletivo, eles precisam ser trabalhados conjuntamente, assim, de forma realmente que não se excluam. Uau! E agora para trabalhar o individual e o coletivo, a gente precisa de equilíbrio. E quando a gente fala em equilíbrio, eu volto lá na escola, lá na infância, porque olha só, quando as escolas valorizam apenas os alunos bem comportados ou aqueles que tiram notas boas, né? para, para e pensa, olha só, fulano tirou nota 10, olha só como ele é bem comportado. Isso eh acaba ocorrendo uma forma de reforço no individualismo, porque priorizam então conquistas pessoais, né? E como faz, como é que a escola pode colaborar referente a respeito às diferenças do aprendizado em conjunto? Como é que a escola pode combater o individualismo sem desvalorizar o talento de cada criança? Porque se a gente parar para pensar na escola, vamos lá, tirou nota boa, aluno destaque e quem não tira nota boa? E aí, como faz? E aí como que a gente vai colocar esse coletivo dentro? Vamos, eu tô falando escola, gente, porque é onde tudo é a base, né? Então, dentro, como é que a gente vai colocar o coletivo dentro de um ambiente em que a gente valoriza quem é melhor individual? Gente, o negócio é tão complexo, explica pra gente aí, por favor, que eu já não entendi mais nada. Eu só eu vim até aqui, agora é com você. Socorro. [risadas] A gente a gente vem de um contexto, né, onde a sociedade ela sempre premia aquele que atende determinadas demandas, né? Então ele conquista, então ele merece isso ter uma atenção e dentro da escola hoje a gente tem tentado trabalhar para mudar esse contexto pedagógico no sentido de entender, né? Hoje a gente fala de múltiplas inteligências, então eh às vezes eu não vou desenvolver um potencial, por exemplo, de ter uma nota 10 na prova, mas isso não quer dizer que eu não tenha outras habilidades, outras potencialidades que também vão ser importantes para compor a vida em sociedade, né? Então, a ideia de criar projetos que integrem a todos, né? Então, assim, a gente vai fazer uma atividade, a gente vai desenvolver projetos que cada um vai ter o seu papel, vai ter a sua função, vai poder desenvolver eh os seus talentos e potencialidades individuais. E aí, eh, a partir do desenvolvimento desse projeto, a gente é premiado como um todo, não aquela premiação individual, parabéns, você conseguiu tirar a melhor nota na prova, tá bom, mas, né, dentro da sociedade, como que eu vou contribuir com a minha nota 10? Será que não tem outras coisas que são também importantes além de simplesmente ser muito bom em matemática? Uau! Então, criar projetos em grupo justamente para destacar, olha, eh, cada um vai ter o seu papel e cada papel é importante porque dentro da sociedade a gente tem infinitas, né? Quando a gente fala da infância, a gente vai trabalhar aspectos dentro de um de uma dinâmica, mas isso cresce depois pro âmbito profissional e que a gente entende que tem diversas profissões no mundo e todas elas são importantes e se cada um desempenha o seu papel. Uau! Legal. Uhum. Hum. A sociedade flui, a sociedade vai bem. Então é importante a gente trabalhar pequenas dinâmicas, pequenas atividades que envolvem o grupo e traz a a importância de de das diferenças. Ótimo. Muito bom, Dara. Então, Isis, como a Dara trouxe essa reflexão, né, que vai além da infância e acaba refletindo na vida adulta. Aí, eh, na sua visão, eh, da linha e empresarial e tal, organizacional, né? Será que a gente eh está mantendo o nosso senso de comunidade? Como que você avalia o senso de comunidade eh das organizações hoje? Então, a gente vive hoje num mundo muitas vezes extensão e é o mesmo tempo que a gente tem, a gente falando de organização, a gente traz esse contexto da tecnologia, inteligência artificial e tudo mais que ampliam essas essas conexões, né, e acabam muitas vezes eh fragmentando e polarizando também. Eh, mas também tem um lado positivo disso no sentido de como que integra as pessoas, facilita a vida das pessoas. Só que eh compreendendo hoje que nós vivemos sobre o neoliberalismo, que reforça essa ideia de cada um por si, né, eh, e que a pessoa é suficiente, eh, a gente entende que cada vez mais é valorizado essa questão da liberdade individual, mas ao mesmo tempo a gente enfrenta muitos desafios coletivos, né? E a gente tá falando numa situação macro, porque quando a gente coloca a organização ali no centro, ela também sofre interferência de questões ambientais, sociais, políticos, enfim. Então, encontrar um equilíbrio ali é essencial. E a pandemia nos mostrou isso, né, que sem solidariedade a gente não consegue proteger um bem maior que seja a saúde coletiva. Então muitas vezes a gente confunde essa liberdade com fazer qualquer coisa e respeitar e se respeitar isso, né, conhecer os limites e entender que o outro também tem direito. Então, a convivência só é possível quando a liberdade individual ela considera um impacto também no coletivo. É olhar além de si mesmo, entender que minha atitude ela gera consequências. Então, é manter esse senso de coletividade, de comunidade, eh gerar essa questão da empatia, da participação ativa. Isso acontece dentro das organizações, que também tem um papel fundamental nesse processo, na construção da sociedade também, da forma como a sociedade se enxerga, como ela colabora. Então, hoje as pessoas estão muito interessadas e qual valor essas organizações estão passando, esse senso de comunidade, esse senso também de solidariedade. Então, é muito importante que as organizações elas tenham esse olhar, né? Ótimo. Muito bom. Olha, um estudo, gente, da Fundação Getúlio Vargas mostra que 71% dos brasileiros acreditam que vivemos uma crise de confiança. Uhum. Essa percepção se reflete na vida social e profissional, né? Em ambientes competitivos, as pessoas passam a ver colegas como concorrentes diretos reforçando o individualismo. Então, e aí, como é que é possível reverter essa lógica da essa lógica de competição e resgatar os valores da cooperação e da confiança tanto no trabalho quanto na vida em comunidade, né? Porque aí como é que faz? A gente não confia. Então eu não confio, tem essa questão, né, desconfiança e tal, eu prefiro ficar sozinho, prefiro fazer minhas coisas sozinhas. Como é que a gente faz para reverter isso, né? Tanto na questão do trabalho quanto na questão da comunidade, tem como a gente como que a gente vai fazer para olhar o outro de forma diferente? Olha, é um é um é um gigantesco [risadas] desafio aí, porque hoje em dia as pessoas elas estão muito eh inseguras e essa insegurança ela parte de dentro mesmo. Então assim, iso tem mais a ver comigo do que com outro, geralmente, porque às vezes a gente entra num processo de comparação. Ah, perfeito. e aumento da tecnologia das redes sociais, isso faz, né, com que eu eu tenha muitos parâmetros e muitos padrões que são, na maioria inalcançáveis. Então, isso gera uma insegurança e aí eu não busco um autoconhecimento de quê? de descobrir, de entender as minhas potencialidades. Então, enquanto sintoma disso, eu acabo me blindando. Então, assim, eu construo uma uma um cerco e eu me fecho dentro daquilo e aí eu crio, a partir de padrões inalcançáveis, eu crio meus próprios padrões e de repente eu me torno inacessível às pessoas. Então, eu não confio no outro porque o outro ele não vai me ajudar a desenvolver o que eu preciso. E aí assim, eh, é um processo difícil pra gente chegar e desconstruir e falar: "Olha, eh, a gente faz parte de uma pluralidade de existências, então o outro, ele não necessariamente ele vai atender as minhas necessidades, como eu também não vou atender as necessidades do outro, né? E saber entender que a gente não é um ser humano, né? um ser completamente independente. Não existe uma forma da gente viver sem a outra pessoa. Então a gente acaba achando que a gente é, né, suficiente 100%. Então eu não confio no outro porque o outro ele não vai me ajudar. Eu não vou conseguir alcançar o que eu preciso com ele. Eu tenho que fazer isso sozinho. Nossa, é difícil. Que forte, né? É interessantíssimo demais. Que bom que a gente pode estar passando conhecimento para você que tá aí do outro lado, tá ouvindo a gente. Produção, eh, dá uma olhadinha no nosso WhatsApp, ver se tem algumas perguntas, né? A gente precisa entregar 5 paraas 9. Então, vamos antecipar aí, eh, para responder os nossos telespectadores, para não fazer igual ontem. Ontem a gente começou, é tão gostoso conversar com as nossas convidadas. Vocês traz um conteúdo tão rico que a gente começa a falar, falar, falar. De repente quando você vê, a hora passou. Então, tenho que me atentar aqui. 8:31. Já vai preparando aí então pra gente, produção, que daqui a pouquinho a gente já começa a responder os nossos telespectadores. Agora, Isis, vamos lá. Quando a gente convive em grupo, até que ponto a gente eh respeitar o o individual não entra em conflito com os interesses do coletivo? A gente tem que estar sempre atento o que que nós estamos fazendo com o nosso eu, meu, né? E e pra gente não entrar em conflito com o interesse do coletivo, como que funciona isso, hein? Como é que a gente tem que fazer? O que que onde que a gente tem que que se atentar? Onde que é o start? O que que a gente tem que prestar atenção, eh, pra gente não entrar em conflito com os nossos colegas, com o nosso coletivo, porque a gente vive no coletivo. Se a gente para para falar de organização, é um coletivo, cada um tem que entregar, mas se um falha, o outro vai falhar e consequentemente a organização inteira vai ter problemas. Então, é o meu individual, porém está aliado com o coletivo. Como é que faz isso para não entrar em conflito? Então, pensando de uma forma macro, né? Eh, a gente escuta muito a frase: "O direito individual termina onde começa o direito do outro". E é um ditado popular que significa que a liberdade de cada um é limitada pela liberdade pelos direitos de outra pessoa, né? Sendo necessária ali um respeito mútuo, eh, a ponderação para que a gente possa coexistir ali, né, numa sociedade mais justa, mais democrática. Então, a convivência em grupo, ela exige reconhecer que a liberdade individual, ela tem limites quando começa a prejudicar o outro. A nossa Constituição Federal de 88, ela já estabelece esse equilíbrio, né? O direito à propriedade, que é individual, existe, mas ela deve cumprir uma função social, que é o coletivo. O direito de ir e viro, mas pode ser restringido em prol da segurança pública ou da saúde, como a gente viu na pandemia. Então, o segredo é a ética da reciprocidade. O que eu reivindico para mim, eu devo estar disposto a respeitar o outro. Então o coletivo ele não deve anular o o indivíduo, né? Mas o indivíduo também não pode sobrepor a esse coletivo. Então a liberdade não é fazer tudo que eu quero, mas é conviver de modo que o meu direito ele não destrua o direito do outro, né? E o Roussea ele já falava do contrato social. O homem nasce livre, mas por toda parte toda parte, né? ele encontra-se acorrentado. Lembrando que a vida em sociedade ela exige limites mútuos. A gente tem eh leis para seguir, normas para seguir, enfim. E dentro da organização, isso também é importante. Existe uma política ali, existe regras. Então, eh eh pensar nesse eh no individual, mas como que eu posso me integrar no coletivo sem sempre pensando não em prejudicar o outro? o meu limite vai até a chega ao ponto para não prejudicar o outro, para não entrar na esfera do outro. Então, eh é pensar nesse coletivo, integrando esse individual e vivendo de forma harmônica dentro de uma sociedade e dentro da organização também. Uau, né? Ai, que bom seria se nós pudéssemos conseguir fazer tudo isso do dia paraa noite, mas a gente precisa estudar muito, a gente tem que ter autoconhecimento, a gente tem que ter equilíbrio, a gente tem que ter senso de pertencimento. Eh, porque quando você sabe quem você é, né, você não vai eh eh ter aquele individualismo e tal, você sabe onde onde você quer chegar, o que você é, a quem você pertence, né? Então, tá tudo bem. E aí você tem que abraçar, abraça o coletivo. É aquela questão individualidade sim, individualismo não. Se a gente for parar para pensar individualidade e individualismo são bem diferentes, né? Então a gente precisa eh valorizar talentos e características de das pessoas sem perder o respeito e a responsabilidade em relação aos grupos, né? Então, como é que a gente faz isso? A gente precisa ter um autoconhecimento para saber quem somos e a partir disso a gente valoriza o nosso coletivo, porque a gente não fica na questão da comparação. É mais ou menos isso. Foi, pelo menos foi isso que eu li que eu estudei, hein? Porque olha só, eu preciso estudar. Então falei: "Opa, gostei desse ponto aqui. Explica pra gente um pouquinho mais, por favor." D Bom, a individualidade, né, ela se separa muito de do individualismo, porque ela diz respeito a entender a sua essência. Então é olhar para si e saber se ver nu mesmo ali na frente do espelho, sabe? Exato. Quem sou, né? Exato. E o individualismo, ele vai dizer respeito muito mais ao comportamento, né? Tudo que tem ismo diz respeito a a um comportamento. Então, eh é importante a gente entender que as nossas qualidades, as nossas características, elas são complementares. Então, assim, tudo que a gente tem enquanto potencialidade, até enquanto defeito às vezes também que a gente pode trabalhar, ela é para colaborar ou para compor um coletivo maior, né? Então, quando a gente se conhece, a gente vai identificando ali também, a gente entra muito no âmbito às vezes dos desejos e das frustrações. Porque quando a gente fala, né, como a Ises falou, de entender até onde eu vou e até onde começa o espaço do outro, como saber isso? Ele justamente vai falar das frustrações, porque imagina, né, a gente vai pega a criança ali, né, ela é composta por infinitos desejos e ela tá se descobrindo no mundo. Então, ela vai fazer o que ela tem vontade de fazer. E aí a gente cresce, né, vai crescendo e a gente vai aprendendo que a gente não pode fazer tudo que a gente quer fazer em todos os lugares. Por quê? porque a gente vive em sociedade. Então, eh, essa individualidade, ela vem para fortalecer o eu e entender assim: "Olha, eh, eu não preciso me sobrepor à outra pessoa para ser eu. A minha essência não precisa ser maior do que a essência do outro ou o meu desejo não precisa sobrepor ao respeito, ao espaço da outra pessoa para que eu seja eu, eu posso ser eu dentro do meu espaço." Uau! Muito bem, perfeito. Muito bom. Agora 8:37. O que que você achou dessa colocação da da Dara Is? Muito muito bom. Eh, a Dara ela trouxe um ponto muito importante e acho que esse olhar para dentro das organizações, principalmente quando a gente fala no processo de liderança, né? eh individualidade, individualismo, como que lida, como que um líder, né, pode pode eh andar por esse por essas situações. E ela ele precisa reconhecer sim as potencialidades individuais, alinhar o propósito coletivo também do time. E existe um conceito que eu acho muito legal, que a Dara deve conhecer, que é a além da individualidade, individualismo, a individuação, né, que o Jung ele trouxe, eh, que se torna fundamental. E ele é um conceito assim, ele ensina, né, que a individuação é um processo de autoconhecimento, em que a pessoa ela reconhece a sua singularidade, mas ao mesmo tempo ela compreende o seu papel no grupo. Não se trata do individualismo que isola, né, mas sim de um indivíduo inteiro consciente de si, capaz de conviver e de colaborar e liderar, né, no caso, quando a gente fala de organização. Então, eh, o líder quando ele passa pel esse processo de individuação, ele não precisa competir com a sua equipe, nem pôr o seu próprio ego, né? ao contrário, ele torna-se um facilitador porque ele compreende que eh tanto seus limites quanto a importância do outro. E aí é o que a Dara disse aí, a importância do autoconhecimento para eu conhecer o meu espaço e conhecer o espaço do outro também e haver esse limite, esse respeito entre as pessoas, né? Que legal, né? como eh eu acho interessante como a gente vai conversando e as as falas elas vão se conectando, né, e a gente vai entendendo. E hoje nós estamos aqui no estúdio Câmara falando sobre o individualismo e a coletividade. O individualismo e o coletivo. Individual e coletivo. Você prefere viver como? No individual, no coletivo? O que te chama mais atenção, né? né? E e falando assim sobre a questão organizacional, porque nesse mundo, né, de organizações, a gente precisa trabalhar o individual e o coletivo, e os dois precisam estar em equilíbrio. E aí falando com a Dara na questão eh comportamental eh do indivíduo em si, a criança, o adolescente, o jovem, o adulto, o idoso também tem a questão individual e coletiva. E a gente precisa manter o equilíbrio. Como é que a gente faz? tendo autoconhecimento. É isso que a gente tá tentando e fazendo todo dia um pouquinho. Cada dia a gente vai conhecendo uma coisinha, né? Quando junta tudo, você fala: "Uau, que conteúdo legal". E é por isso que a gente vai atender você agora. Você que tá com a gente, 8:40 a gente tem mais 15 minutinhos de programa, dá para conversar com o pessoal de casa e também explorar um pouquinho mais sobre individualismo e coletivo. Vamos lá, produção, pode colocar na tela pra gente. Nós estamos com a Iis, com a Dara falando hoje aqui no estúdio Câmara, trazendo informação bem legal para você. É isso, né? O que a gente eh o conhecimento a gente precisa passar pra frente. Isso é muito bom. A Luciana Prado do Jardim Flamboiã. Por que é tão comum vermos adolescentes pensando apenas em si mesmos? É uma fase natural ou reflexo de uma sociedade que valoriza só o individual? Vamos lá, Dara. Eh, hoje em dia eu acredito que essa característica dos adolescentes, ela tá muito linkada com as redes sociais. Então, eh, essa competitividade, esses padrões inalcançáveis acaba gerando, né, essa, esse comportamento individual. A gente sabe que o adolescente ele tá em construção de identidade, então ele às vezes a gente até brinca, né? Ah, o adolescente uma hora gosta disso, outra hora gosta daquilo, uma hora é porque ele tá buscando achar o seu espaço. Então, o que que acontece nessa busca por um espaço? Ele tenta se encaixar no que a gente chama de grupos sociais, né? Ah, eu me identifico com com um roqueiro, eu me identifico com esse pessoal daqui. Então, ele vai buscando esses grupos. E o que acontece muitas vezes é que o adolescente ele às vezes não encontra aquele grupo em que ele se encaixa. E aí o que ele faz? Ele parte para um comportamento individualista. Por quê? Nenhum grupo me aceita, né? E aí assim é os limites de entender, né? o quanto que o meu individual ele ele tá só, é uma parte do meu autoconhecimento e o quanto que eu tô querendo sobrepor a minha essência ao grupo, ao coletivo. Então o adolescente ele tá nesse processo, né, de tudo é muito intenso, então ele acaba encontrando dificuldade e aí nesse processo de não encontrar o seu espaço, às vezes ele tenta criar um espaço que é dele e sozinho. E é uma fase, espaço, é uma fase, é para ser um comportamento e assim é para ser trabalhado porque vai fazer parte do processo dele também. Ele tem um momento sozinho, tem um momento que ele vai achar os grupos, mas se não é bem olhado, né, a gente vai entrar na na questão da família, dos responsáveis. Uhum. Se não tem um acompanhamento, aí a gente pode ver às vezes um padrão de isolamento, aí a gente tem que ficar atento para essa questão da saúde mental, porque o que é para ser assim, ah, eu tô achando o meu grupo, mas não me encontrei ainda, então eu tô meio sozinho. para ir para um ponto, né, dessa desse adolescente se isolar demais, criar padrões inalcançáveis, achar que ele não tem espaço na sociedade e dali para frente, né, coisas piores, eh, é um caminho que pode ser trilhado se não tiver um acompanhamento, uma supervisão, uma pessoa, né, que que já tem, né, uma uma maturidade, né, um adulto responsável para auxiliar nesse processo, até para chegar e falar: "Olha, tudo bem não se identificar com nada no momento, mas, né, Vamos manter a calma, vamos construir juntos. Você vai achar o seu espaço, porque tem espaço para todos. Muito bom. Vamos lá, então. 8:44. Pode colocar mais uma produção, por favor. Agora vamos direcionar para Isis. A Patrícia, a Patrícia Costa do Jardim São Gabriel. Sinto que a pressão por resultados individuais me afasta dos colegas de trabalho. Como posso me proteger disso sem comprometer a minha entrega? Hum. Hum. Vamos lá então, Isis, vamos responder a Patrícia. Valeu, Patti. obrigada pela sua participação. Então, a gente, é o que eu tinha falado em termos de que muitas vezes é essa cobrança do individual, mas que é importante entender o quanto que eh trabalhar em conjunto, né, não sufocando a criatividade individual, criando um espaço seguro para que as pessoas possam eh eh integrar ali as suas ideias e ao mesmo tempo trazer essa importância aí do coletivo. E, eu trabalho muito com escritórios de advocacia na área de gestão e já aconteceu assim situações onde eh as pessoas se sentiam muitas vezes inseguras para poder gerar as suas ideias, né? Então, a gente eh acabou fazendo um programa ali de espaço de inovação que o primeiro momento era o indivíduo ali apresentar propostas em pequenos grupos em um ambiente sem a presença diretamente dos sócios. E isso dava mais segurança para eles exporem suas ideias. E o segundo momento que a gente pensa no coletivo, as melhores ideias ali eram expostas sem medo e, claro, depois eram colocadas no geral ali, eh, em termos de agradecimento para gerar pertencimento. Então, trazer esse contexto, né? A organização, ela precisa ter esse espaço seguro para que a pessoa se sinta à vontade de expor as suas ideias, que isso é o individual, mas que ao mesmo tempo seja abraçado pelo coletivo, onde é necessário as grandes ideias e inovações surgiram desse conjunto de ideias de pessoas que juntas conseguiram trazer ideias, colocar pro grupo e daí então fazer funcionar. Então, a organização ela precisa preparar esse espaço seguro para que as pessoas possam então eh ter essas duas individual e coletivo, de forma integrada, né? Muito bem. É isso mesmo. Você falando, a gente visualiza, né? todo mundo junto ali, reunido, todo mundo falando uma coisa, uma ideia aqui, outra ali. Então, isso é o coletivo e depois cada um vai aplicar o que foi eh eh desenvolvido no coletivo. Então, a gente precisa do equilíbrio individual e coletivo. 8:46, pode colocar mais uma pergunta pra gente, por favor, produção. Vamos lá. Quem é que tá conosco? O Rafael Oliveira da Vina Industrial. A pandemia deixou as pessoas mais isoladas e individualistas. Isso pode ter gerado impactos duradouros na saúde mental das pessoas. Então, esse negócio da pandemia, Rafael, eu acho bem complexo, porque assim, a gente viu o poder do coletivo na pandemia, onde todas as pessoas, todo mundo se ajudando, né? Só que também a gente viu o poder do isolamento e algumas pessoas eh indo paraa parte individual, né, de si, do eu. Então eu simplesmente vou falar um negócio para você, é confuso para mim, então a gente precisa de uma psicóloga para poder orientar a gente referente o que que aconteceu eh depois da pandemia, né? Ela deixou a gente isolada, individualista, a deixou a gente mais com o coletivo mais agussado. Qual que é a sua visão? responde o Rafael, por favor. A pandemia ela trouxe justamente essa dualidade, né, entre trazer o que a gente tem de mais eh empático, que é justamente, né, suscitar esse lado social, né, de ajudar as outras pessoas e ajudar as pessoas que estão em condições, né, de de mais vulnerabilidade. Porém, eu entendo que esse contexto de urgência, né, que a gente passou nesses últimos tempos, trouxe um contexto muito instintivo, aquela coisa de de sobrevivência. Aham. Então eu percebo que em determinados momentos às vezes o ser humano dentro dele a sobrevivência sempre vai falar um pouquinho mais alto prevalece, né, sobre o o social e o coletivo, porque, né, a pandemia ela foi uma questão, né, que a gente fala aí de de vida ou morte. Sim. Então, a gente entra num ponto assim, né, eh, ah, é importante o social, o coletivo, sim, é muito, é é essencial para viver. Só que as pessoas entraram numa numa numa dúvida entre, poxa, eu vou ajudar o outro e me expor ao risco de vida, né? Ou eu vou manter a minha sobrevivência, garantir a minha segurança, a segurança da minha família, né? E aí viram cada um por si. Eu acho que nesse contexto aí eh entrava sim muito a importância das pessoas, mas entra muito mais aí um trabalho eh do estado. Uhum. de garantir essa segurança, né, de garantir essa essa esse acesso, porque a gente sabe que teve muitas pessoas que estavam em situações vulneráveis e, infelizmente, né, o que era para ser garantido, sim, por por pessoas que tinham esse recurso, às vezes as a própria comunidade, as próprias pessoas tiveram que desempenhar esse papel. Então assim, ao mesmo tempo que foi um momento lindo de ver o ser humano sendo realmente empático na sua essência, né, para garantir eh o coletivo, ao mesmo tempo, a gente viu ali o quanto o ser humano pode atender aos instintos mais primitivos. É, então eu tenho razão e ficar confusa, então, né? [risadas] É, porque eu comecei a analisar e eu fiquei confusa, realmente com essa questão, né? E daí o que que aconteceu e na pandemia e agora pós pandemia, quem somos? Individual, coletivo, o que floresce, o que prevalece em nós, né? A gente precisa entender sobre isso agora. 8:50. Ah, não dá tempo, produção, para mais uma. Fala comigo. Vamos lá. Oba! Dá tempo para mais uma, então? Vamos lá. A gente precisa entregar 5 paraas 9. Então, temos 5 minutos para responder a pergunta e para eh consideração final. Vamos lá. Marcelo Ferreira do Parque Prado. Muitas vezes sinto que compartilhar ideias no trabalho pode fazer com que os outros levem crédito. Como lidar com esse receio de ah de perder espaço. Eita, Marcelo, que coisa, hein? Seu grupo aí não tá legal, então. [risadas] Ô, Isis, vamos responder o Marcelo. Você entendeu a pergunta dele? Sim, sim, com certeza. Com certeza. Então, o que que acontece aí? conta pra gente. É, a gente vai novamente para aquela questão do espaço seguro, né? Eu acho que eh a gente precisa entender assim, a organização ela precisa preparar isso eh eh no sentido de que o líder, né, a gente mais uma vez falando de liderança aqui, precisa eh trazer esse espaço seguro, trazer com que as pessoas possam gerar suas ideias e que elas possam ser discutidas em grupo, né? Eh, tem uma citação muito interessante do Yuba Noa Harari que ele fala que o que deu ao Homo Sápiens uma vantagem sobre os animais não foi a racionalidade individual, mas a nossa capacidade incomparável de pensar coletivamente em grandes grupos. Então, eh ter esse senso de pertencimento, mas ao mesmo tempo ter o senso do coletivo é você muitas vezes gerar uma ideia, integrar sua ideia com a ideia do outro e falar: "Poxa, aqui ó, nós geramos uma ideia super legal que vai favorecer a todo o grupo, né?" Então, eh e é é nesse sentido é não ter medo de expor a sua ideia, conectar a ideia do outro e isso pensar ali na frente que isso vai ser favorável para o grupo, né? Então aí eu já me desconecto um pouco dessa ideia de que ah, isso aqui é meu, é claro, é importante que seja valorizado, né? Quando a pessoa dá uma ideia, diga: "Deê os créditos e tudo mais". Mas além disso, é no sentido de que a minha ideia ela vai ser favorável a todo o grupo. E que bom, né? Então é pensar nessa forma aí e isso se torna saudável dentro do ambiente organizacional. É verdade. E se é um grupo, todo mundo cresce junto. Se eu cresço, você cresce, nós crescemos, né? Então a gente precisa eh eh pensar realmente no coletivo. Ô gente, 8:52. Precisamos encerrar. Ai ai ai. Encerrando a semana, né? Eita. Encerrando o inverno também porque semana que vem a gente já tá na primavera e aí a primavera vem florescendo, é uma nova fase e a gente pode contemplar o recomeço, né? O fim do ciclo e o início, um fim de um ciclo e o início de outro. Isso é importante, isso é na vida e para tudo isso acontece. A gente fica muito feliz em poder participar eh da sua vida. Você que tá aí do outro lado, né? a gente vai entregando cada dia um conteúdo [música] e e você vai eh juntando esse conteúdo e de repente vai encerrando um ciclo e iniciando o outro com mais conhecimento. Esse é o nosso propósito e eu quero agradecer as nossas convidadas de hoje. Maravilhosa. Obrigada, Dara. Quanto conhecimento você compartilhou com a gente hoje. Muito obrigada mesmo pela sua presença. Eu agradeço. É um prazer estar aqui com vocês. [música] Maravilha. E você, Isis, obrigada, viu, pela sua participação, seu conhecimento referente à organização, que é muito importante nos dias de hoje. A gente eh eh precisa entender [música] eh onde queremos chegar, quem somos, né, onde ter a sensação de pertencimento [música] para que a gente possa viver nessa coletividade sem perder o nosso eu, mas que quem sou eu sem o outro, não é? Então, muito obrigada aí pela sua participação. A gente agradece muito a sua presença. Eu que agradeço, Foi um prazer estar aqui com vocês. [música] Caso as pessoas tenham mais perguntas aí para fazer, eu estou disponível também nas redes sociais, [música] eh, no LinkedIn como Ises Fontinelli, eh, no Instagram também, enfim. E eu tô muito realmente feliz aqui. Eu queria deixar uma mensagem final que é e eh que a a individuação, né, quando a gente tava falando individualismo, enfim, a individuação ela não é excluir eh se excluir, né, do todo, mas implica uma maior participação nele, compreendendo exatamente qual o meu papel no grupo. Então, dá para trabalhar esses dois de forma bem equilibrada. É isso. Obrigada. Maravilhosa. Maravilhosas. né? E vocês aí de casa, obrigada pela sua audiência, pela sua companhia durante toda a semana com a gente aqui no estúdio Câmara. A gente vai encerrando, agradecendo a todos vocês, aos nossos convidados, a nossa equipe. Ninguém faz nada sozinho, gente. Nossa, tem tanta gente que trabalha para colocar um programa de uma hora no ar que vocês não tm nem noção. Então, é o nosso coletivo. Eu tô aqui apresentando, mas e se essa galera não tiver trabalhando, a gente não tem estúdio câmara, a gente tem, não tem nada, na verdade. Então, é que legal a gente poder celebrar eh o nosso coletivo. Então, agradeço imensamente a a colaboração aí dos nossos colegas. você de casos. Obrigada mais uma vez. Nós temos estúdio eh Câmara na segunda-feira a partir das 8 da manhã e na segunda a gente celebra a chegada da primavera e a gente vai mostrar como a gente cultiva plantas, hortas caseiras, jardins medicinais, sabe? Alicrm, eh um monte de coisa lá, boldo e tal, para transformar o nosso dia a dia. Mas isso em casa, dentro de casa, de repente na cozinha, né? Você vai descobrir como essas práticas simples [música] ajudam a melhorar a qualidade de vida, promove nosso bem-estar e e estimula hábitos mais saudáveis e sustentáveis, né? Que delícia. Você vai na horta, lá nos fundos da sua casa ou lá na área mesmo do seu apartamento, consegue colher aí uma rúcula, um alface para colocar na sua mesa para e eh ser a saladinha do seu almoço. Já parou para pensar nisso? Que gostoso. Isso faz bem pra saúde física e pra saúde mental? É sobre isso que a gente fala na segunda-feira a partir das 8 da manhã, combinado? Então não esqueça, daqui a pouco a Íria nas a nossa inteligência artificial trazendo informações do legislativo de Campinas, Brasil, mundo, eh trazendo também cotação do dólar, eh euro e muito mais. Ao meio-dia nós temos Câmara Notícia. Final de semana quero falar para você que a nossa equipe preparou, gente, tantos programas e quadros que são temas maravilhosos e são estreias. Então eu convido você para ficar ligado com a gente também no final de semana, programação sensacional, [música] combinado? Valeu, um grande abraço para você, fique bem, pense, equilíre individual [música] e coletivo. Eu preciso de você, você precisa de mim, nós precisamos de todos nós pra gente poder seguir a vida. Ninguém faz nada sozinho. E é essa [música] a reflexão que fica para a gente encerrar a nossa semana. Beijo grande, fique bem e até segunda-feira. Se Deus quiser, cuide-se até lá. 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