TV Câmara Campinas
TV Câmara
Campinas
Estúdio Câmara | Diferença financeira afeta o relacionamento?
Em destaque · HD Vídeo · ESTÚDIO CÂMARA

Estúdio Câmara | Diferença financeira afeta o relacionamento?

95 views Publicado 26/09/2025 HD · 1:02:45

Descrição do vídeo

No Estúdio Câmara de hoje, discutimos um tema que gera dúvidas e conflitos em muitos casais: o impacto da diferença financeira no relacionamento. 👉 Será que a renda desigual pode afetar a autoestima, a segurança e até os planos futuros de um casal? 👉 O que fazer quando um é poupador e o outro gastador? 👉 Como transformar o dinheiro de tabu em diálogo saudável dentro da relação? 👥 Convidados: Amanda Nunes – Psicóloga com mais de 15 anos de experiência em atendimentos clínicos, especializada em casais e relacionamentos. Gean Cardoso – Assessor de investimentos e especialista em finanças, trazendo dicas práticas para organizar o dinheiro a dois. 🔗 Confira também a matéria relacionada: Por que falar de dinheiro na relação ainda é tabu? 📌 O Estúdio Câmara vai ao ar de segunda a sexta, sempre às 8h, ao vivo pela TV Câmara Campinas e também pelo YouTube. 📲 Acompanhe a TV Câmara Campinas nas redes sociais: Instagram | Facebook | Twitter | TikTok: @tvcamaracampinas

Transcrição completa do vídeo

56 mil caracteres · transcrição automática

Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.

[Música] Olá, Muito bom dia para vocês. Estamos chegando aqui na TV Câmara Campinas com mais uma edição do nosso estúdio Câmara. Cestamos. Tudo bem por aí? Por aqui tudo ótimo, né? Sexta-feira, 26 de setembro. Estúdio Câmara de hoje toca em um ponto sensível da vida a dois. é algo que permeia cada decisão, cada sonho, mas que costuma ser tratado em absoluto silêncio. Dinheiro versus relacionamento. Por que que a conta bancária ainda é a maior fonte de estress e muitas vezes de rupturas? É, nós convidamos você aí de casa para interagir conosco. Você já brigou por causa de dinheiro aí em casa? Se identifica como um poupador ou como um gastador? É, quem é você quando a gente fala em relação a dinheiro? Mande sua pergunta, conte pra gente a sua experiência. Nosso WhatsApp está na sua tela, 1997829377. Nossos convidados já estão aqui no estúdio, daqui a pouquinho a gente já conversa com eles, mas antes vamos atualizar algumas informações para você que tá aí acompanhando a nossa programação. Campinas divulgou ontem a lista de 23 bairros em alerta para dengue. Dentro da 38ª edição do Alerta Arboviros 2025, as regiões recebem ações de combate ao AEDSA Egipte, que é o transmissor aí da dengue, Chicungui, Zica. Os bairros monitorados estão distribuídos por todas as regiões da cidade. Então eu vou repassar para vocês. Vai lá, presta atenção e vamos nos cuidar, cada um fazendo a sua parte, tá? Ó, leste, Vila Miguel Vicente Curi, Centro e Vila Costa e Silva, Noroeste, Jardim ISuruma, Cidade Satélite Irizum e Jardim Lisa. Norte, núcleo residencial Boa Vista e Vila Padre Anchieta. Sudoeste, Parque Universitário de Viracopos, Conjunto Habitacional Vida Nova, Conjunto Mauro Marcondes e Jardim Marajó. Região Sul, Jardim São José, Jardim Santa Rita de Cásia, Jardim Santa Cruz, Jardim Noêmia Icaraí, Jardim Estela e Jardim Carvalho de Moura, região Sudeste, Jardim Bom Sucesso, Jardim São Gabriel, Jardim São Vicente e Vila Formosa. Então, gente, a prefeitura destaca que o alerta, né, referente à transmissão do EDS EGPT também vale para os bairros vizinhos desses que a gente falou, já que o mosquito ele pode se deslocar entre as regiões. A escolha das áreas e leva em conta o número de casos, densidade populacional e risco de surto. A prevenção, a gente sabe, cada um precisa fazer a sua parte, eliminar água parada em caixas d'água, pneus, pratos de plantas, calhas e vasos sanitários e inutilizados, tá bom? Então, cuide, cada um fazendo a sua parte, a gente consegue diminuir aí essa questão do AEDSA EGIPT, tá? Eh, mais informação, eh, o parlamento da região metropolitana de Campinas discute mobilidade e segurança na rodovia Santos do Mon. Eh, o parlamento da RMC é presidido pelo vereador Luiz Rossini, vai realizar hoje às 10:30 da manhã na Câmara de Indaiatuba a sexta reunião ordinária de 2025. O encontro terá como tema a mobilidade urbana e a situação da SP075, né, a rodovia Santos do Mon. vão participar desta reunião representantes da Via APIA concessões e o secretário de planejamento de desenvolvimento urbano de Campinas. A rodovia é a principal ligação entre Campinas e Sorocaba e registrou de janeiro a julho mais de 800 acidentes e 28 mortes. Segundo a Artesp, o legislativo de Indaiatuba criou uma comissão e abriu consulta pública para ouvir usuários da estrada. Os primeiros resultados serão apresentados na reunião. Além de propostas sobre a SP075, o parlamento também vai discutir temas regionais como saúde, educação e desenvolvimento econômico. Muito bem, previsão do tempo para o nosso final de semana. Ô, gente, que aconteceu com a primavera, hein? Que coisa, que frio é esse hoje. Vamos lá, sexta-feira, sol com muitas nuvens durante o dia, períodos de céu nublado, noite com poucas nuvens. E aí a mínima hoje foi de 14, a máxima de 23. Temos um vento que tá deixando mais gelado ainda. Então se cuida, né, e se agasalha, porque não tem muito o que fazer não. Para sábado, quem pensou que ia da praia, não sei. Só se vocês quiserem só ver o mar, porque entrar na água ã ã ã. Previsão do tempo para sábado é sol com algumas nuvens durante o dia. À noite também é nuvens, mas não chove, tá? A temperatura, porém mínima de 12, máxima de 26. Só que tem o seguinte, eh, de acordo com a previsão do tempo, a, a temperatura começa assim, mínima de 12, aí ela vai, tipo, ao meio-dia, já estamos aí com 24, 25º e depois começa a diminuir. Então, isso lá 4 da tarde já vai voltar aí para os 20º, igual ontem, gente. Então, preste muita atenção aí, porque a temperatura ela vai subir, mas rapidinho ela vai cair, tá bom? Isso no sábado e no domingo não é diferente não. Previsão de tempo eh eh para domingo é sol com muitas nuvens, períodos de céu nublado e aí o tempo, a a temperatura mínima 14, máxima 29, só que essa 29 aí ela vai até umas 2as da tarde, três e depois começa a diminuir também, tá bom? Então, temperatura pro final de semana já sabe que não teremos chuva. Céu nublado sempre, sexta, sábado e domingo, mas a temperatura ela vai dar aí a o ar da graça com vento gelado pra nossa região. Agora a gente retoma o nosso tema central. A gente vai falar sobre dinheiro e relacionamento. É fundamental a gente entender a dimensão deste problema. Pesquisas como a realizada nos Estados Unidos pelo banco Wills Fargo indicam que falar sobre dinheiro é mais difícil do que falar sobre sexo, política ou religião. Olha isso. A falta de diálogo financeiro é citada como a principal causa de estresse conjugal e um fator que contribui para o divórcio. O dinheiro, que deveria ser o meio para construir sonhos, né? Transforma-se aí, infelizmente, em um inimigo silencioso dentro de casa. Bom, vamos desvendar aí essa dinâmica. A gente convidou então para falar com a gente a Amanda Nunes, é psicóloga com expertize em relacionamentos. Bom dia, seja bem-vinda. Que tema propício para uma sexta-feira, hein? Obrigada. É um prazer estar aqui, ter oportunidade de conversar com vocês sobre esse assunto. Maravilha. O Jean Cardoso também tá com a gente. E o Jean vai nos ajudar a planejar, porque ele é planejador financeiro, vai nos ajudar a traduzir aí essa questão, né, das emoções em planilhas. Seja bem-vindo. Obrigada. Bom dia. Bom dia. Meu tema, minha parte do tema acaba sendo um pouco mais delicada de falar, um pouco o tabu geralmente tá tá do meu lado da fala, mas espero conseguir desmistificar isso um pouco. Maravilha, gente. Vamos bora, então. Já vai mandando pra gente a sua pergunta que eu tenho certeza que você tá cheio de dúvida aí, viu? Ou então uma experiência. De repente você fez aí um acordo aí com com o seu parceiro, sua parceira e conseguiram, né, alinhar relacionamento versus dinheiro. Vamos lá, Amanda. Por que que a conversa sobre dinheiro se torna um tabu tão grande, superando outros temas íntimos, assim como a gente eh viu que foi realizada uma pesquisa, né, nos Estados Unidos? O que que a psicologia fala pra gente sobre a vergonha, sobre o medo de julgamento que esse assunto carrega na vida adulta? Quando a gente fala sobre dinheiro, né, existe um tabu justamente porque as pessoas não falam sobre o dinheiro, elas guardam isso como um silêncio. E aí assim, pra gente começar, eu acho que fica o convite pra gente pensar o que que a gente aprendeu, né, com a nossa família ali de origem, com as pessoas próximas a respeito do dinheiro, né? Que informações foram essas que a gente foi adquirindo? O que, como é que a gente via falando ou tratando do dinheiro na nossa família? E muitas vezes as pessoas não têm essas informações, elas vão adquirindo, né, no silêncio ou nas discussões. Então isso vai se tornando um grande tabu, porque pouco se fala a respeito do dinheiro, né? Então isso vai ganhando uma proporção e cada pessoa vai criando ali internamente a sua própria crença a respeito do assunto. Muito bem. Agora, Jean, do ponto de vista prático, né, quais são os maiores erros financeiros que os casais, a gente tá falando de casal, então que os casais cometem por falta de diálogo, quais são os vilões que você mais vê minando aí a saúde financeira de uma vida a dois? Rúbia, falando sobre a parte prática disso, eu acho que 80% de todos os problemas parte da falta de diálogo aí, ó, parte da falta de transparência, parte da falta de comunicação, parte da falta de alinhamento. Então, quando você vem de um lar onde você não é habituado a ver os teus pais falando sobre dinheiro, você vê os teus pais sentando uma vez por mês para ver como tá a vida financeira da família naquele mês. quando você vê uma, né, um descontrole, um descompasso, eh, face aos objetivos de vida, né, onde muitas vezes eu sou completamente a favor eh do da casa própria, eu sou completamente a favor do carro próprio. Acho que nem em todos os cenários o aluguel é o melhor, é o melhor cenário, né? Cada caso a gente tem que pegar como um caso isolado, mas o maior, né, eu eu brinco que o maior gargalo do para performance financeira de uma família sempre é a falta de comunicação, a falta de transparência e também os outros 20% a falta de planejamento. Uhum. Agora, quando a gente fala de falta de diálogo, a gente volta lá atrás, porque a gente tá falando aí já de um de uma uma família, né? um relacionamento já, um casamento, enfim, um relacionamento a dois. Agora, para esse relacionamento ele ser concreto, a gente teve que começar o relacionamento. E quando começamos o relacionamento, será que a gente falou, né, eh, de de dinheiro? É meio estranho. Que que eu vou falar de dinheiro no relacionamento, no início do relacionamento, né? Por que que tem que saber se eu, qual que é a minha conta bancária, se eu tenho, se eu não tenho, qual que é a minha previsão, se eu tenho algum planejamento referente a guardar dinheiro ou se eu tô atolado em dívidas. Então eu penso aqui na minha ignorância, que eu não tenho muita noção disso, mas enfim, a Amanda vai desmistificar isso pra gente. A gente precisa começar a falar de dinheiro lá no início, lá quando a gente tá namorando, porque senão a gente só vai arrastar um problema e vai chegar lá na fase do casamento, onde vai ter que colocar todo em cima da mesa para poder fazer aí toda a a previsão e o planejamento de vida que vai dar problema. acontece é justamente isso, né, que a gente tava falando sobre o namoro. A gente vem, né, com as nossas crenças, acreditando que no na etapa do namoro, a gente não precisa falar sobre assuntos delicados, né, já que a gente a comunicação também não é vista como um dos, né, grandes potenciais do nos relacionamentos. E aí a gente no namoro não toca no assunto, não fala a respeito, né? Estamos namorando cada um com a sua vida, cada um com a sua conta, com seu trabalho, com as suas entradas, com as suas despesas. Acontece que casamos e aí o que fazemos com isso, né? E aí esse assunto que até então, né, ó, já vinha do silêncio, né, como se ele não existisse. E aí ele aparece no momento em que estamos casados, o que vamos fazer com isso? Alguns casais fazem isso. Alguns casais levam anos para sentarem e conversarem a respeito do assunto. Como é que a gente vai se planejar agora? Somos uma família, não somos mais eu e você, somos nós dois como casal. Quais são os planos que temos como um casal, né? Agora, isso não se fala na etapa do namoro, quando chega um assunto novo ali para ser comentado. E aí isso vai causando vários, né, desentendimentos muitas vezes, porque cada um, a gente não pode esquecer que cada um tem a sua formação, tem a sua educação, tem todas as suas crenças, tem seus medos com relação ao dinheiro, tem os seus julgamentos, né, tem os seus valores pessoais. O que para alguns comprar uma casa é algo extremamente importante, pro outro é vamos curtir a vida, o dia de hoje, enfim, né? Só que a gente não fala sobre isso no namoro e aí quando já casados, né, vão pensar a respeito do assunto. Então eu acho que isso acaba se estendendo e aí quando a gente precisa sentar para conversar é um outro momento. Enfim, né? Eu acho que concordo em gênero, número e grau. Eu sempre comparo o casamento com uma sociedade e assim como uma empresa, um casamento precisa ser funcional, né? principalmente que a gente tem que pensar o seguinte, acho que você concorda comigo, eh, o teu casamento vai impactar em todas as áreas da tua vida, né? Essa, eu gosto muito de uma frase de um de um CEO daqui de Campinas que chama o Márcio Fernandes. Ele foi eleito, acho que três vezes, o maior show do Brasil era show da Electro. Electro, que você é uma pessoa só, né? O Jean assessora é o Jean marido, é o Jean filho. Um dia será o Jean pai. Eu não me desassocio da da PJ quando eu tô em casa. É uma coisa só. E pensa, você vai querer um um sócio que não te fala qual é e a a a qualidade da vida financeira dele para descobrir só depois que tu abriu empresa? Olha que loucura. Então eu acho que de fato é um tipo de conversa que você tem que ter desde o zero. Uhum. Principalmente porque assim coisas acontecem, né? A vida é uma roda gigante. Ora senão uma montanha russa, ora você tá lá em cima, 2 minutos depois você tá lá embaixo. E eu gosto muito da frase que minha avó me dizia: "O primeiro ano de casamento é o mais difícil de todos. Você vai ter que conviver com uma outra pessoa que teve uma cresção completamente diferente com a da tua, com e ela traz consigo crenças, ela tá traz consigo hábitos. E meu, não dá para você ter um um grande uma grande surpresa ruim lá na frente. Então, de fato, o dinheiro dentro do relacionamento precisa ser falado desde o namoro. Eh, principalmente pensando que para pessoas que de fato querem constituir família, para pessoas que querem levar o relacionamento pro casamento, para pessoas que querem de fato levar isso a sério, o namoro é o momento onde vocês se conhecem. Uhum. Né? O namoro é o momento de de briefing ali dentro do relacionamento. Então, de fato, é muito importante que esse tipo de diálogo se aconteça desde do começo do do namoro. Muito bem, vamos lá. Namorou, não falou sobre o dinheiro, né, e tal, aí casou. E aí quando a gente casa, né, a gente se torna um uau! E aí eu conquistei a minha vida financeira, trabalhei, tem uma vida financeira saudável e descubro que o meu parceiro, ele não tem uma vida financeira tão saudável assim. Isso não foi dito lá atrás. E aí eu chego com um planejamento de ah investimento, de comprar uma casa, um carro, enfim. E o meu parceiro chega com uma bola de neve e muitas dívidas. Socorro. E aí a gente vai justamente pro ponto, né? Eu falo que lidar com o dinheiro é ter muita maturidade. Sim. Porque quando a gente escolhe e decide, né, pelo parceiro, pelo casamento, a gente tá escolhendo um pacote ali, né? Né? Então assim, muitas vezes esse pacote vem também com dívidas, vem com planos, vem com um tantão de coisas, né? Porque a gente nunca pode esquecer que dinheiro é comportamento. O dinheiro ele só é um meio ali de demonstrar como a gente funciona, o que que a gente aprendeu, como é que a gente lida. Então assim, casamos, né? Eu cheia de planos, organizada, o parceiro desorganizado, cheio de dívidas. O que que a gente faz com isso? a gente não existe outra forma que não sentar e entender, tá? Que que a gente tem juntos, né? Porque a gente, se a gente pensa no casamento, gente, a gente pensa numa parceria, né? Não é só dividir as alegrias, é são as tristezas também, né? É você falando aqui, eu tô pensando, você disse assim, ó: "AS, daí a gente precisa parar e pensar o que que a gente tem juntos. Então, mas a gente acabou de casar e o que você tem?" Dívida. "E o que eu tenho?" recurso, mas a gente não tem isso juntos. E aí, Jean? Porque se você, Isso é uma análise fria, tá gente? Fria e calculista, porque a gente precisa ter essa análise fria para entender o impacto que causa a falta de diálogo referente ao dinheiro no relacionamento, né? Então, Jean, e aí ela, a, a Amanda disse: "O que que a gente tem juntos?" Não, mas não é junto não. A gente casou agora, eu já tinha um recurso. Você não tem um recurso. Você tem dívida e eu tenho recurso. A gente casou e aí a sua dívida é minha, o meu recurso é seu. Eita. Eh, como tudo na vida, eu acho que como toda ciência humana, né, fala-se muito sobre economia, se é uma exata e não é. Uhum. Né? Eh, economia é uma ciência social. E tudo dentro disso, seja um advogado, um psicólogo, enfim, em muitos casos até um arquiteto lá das exatas, a primeira resposta que eu posso te dar é: depende. Uhum. Eh, é muito caso a caso, é muito tamanho da dívida e a gente tem que quebrar essa dívida em algum em alguns pareceres. Qual é a origem da dívida, né? Vou te dar um exemplo muito básico, né? Vamos para extremos opostos para que se torne algo lúdico para quem tá ouvindo. Pô, eu tenho uma dívida de R$ 80.000, né? Eu tô parcelei isso a perder de vista. Pô, por quê? Ah, porque minha avó teve um teve uma doença, eu arquei com a despesa, né, da enfermidade da minha avó. Poxa vida, era um gasto de fato inesperado. Ninguém espera ficar doente. Uhum. Infelizmente no Brasil a gente não tem uma cultura tão grande de contrair seguro saúde, né, que é o plano de de convênio. Então assim, poxa, são dívidas justificáveis. Em um momento como esse, a gente tem que parar para pensar na vida financeira como uma empresa, né, dentro o o casal e sua vida financeira como uma empresa. Onde vocês querem chegar, né? Quais são os objetivos que vocês têm a curto, médio e longo prazo? Vou dar um exemplo. Se vocês forem juntar tudo que vocês têm e aí entra o ativo de um com o passivo do outro, Uhum. É mais barato você manter o teu ativo aplicado ou vocês liquidarem essa dívida desde agora por conta de uma negociação, por conta de um possível desconto? E aí vocês falam: "Pô, casamos agora, o teu problema é meu problema, a tua família é minha família". sentido assim, né? A partir do momento que a gente casa, o que que temos juntos no sentido o que é seu também é meu, que responsabilidade, que participação eu tenho nisso, até no processo de decisão, o que vamos fazer com isso? Boa. E aí tem um outro sentido, né? Imagina que você casou e aí você descobre que teu cônjuge tá lá com uma dívida de 120.000 no crédito especial com quatro, cinco cartão de crédito. Você pergunta: "Meu, da onde que veio isso?" Se ele fala: "Meu, eu sou viciado com Tomás em aposta esportiva, meu, muda completamente". Isso. E isso tem destruído inclusive muitos relacionamentos, porque daí a gente tá falando de um vício, a gente tá falando de dinheiro, né? Então aí também são outros componentes. Exato. Aí a gente já vê de uma outra ótica, né? Porque, pô, eu vou confiar todo o meu recurso que eu acumulei durante anos para uma pessoa que é descontrolada com o próprio dinheiro. Então, acho que cada caso é um caso, cada situação é uma situação. Então, a gente precisa entender origem da dívida, motivo pelo qual ela foi contraída, eh, taxa de juros que que essa dívida tá sendo corrigida. Então existe uma série de fatores sociais, comportamentais, financeiros e até exatos que a gente precisa analisar. É, é muita coisa pra gente conversar sobre dinheiro, relacionamento, porque é algo como a gente conversou aqui, não se fala, né? E a gente precisa falar sobre isso. Eh, a gente falou aí de dívidas que chegam junto, né, eh, com com essa união. E quando a dívida ela provém do encerramento do casamento anterior, casamento anterior. Mas olha isso, né, R? Se a gente, por isso que a gente tá falando, olha a importância da gente falar sobre o assunto, gente, é importante. Da gente, da gente entender enquanto estamos nos conhecendo, porque olha isso, né? Como, como a gente se casa sem saber qual é minimamente a história financeira do outro, a história de vida da outra, a necessidade extrema do diário, qual é o funcionamento do outro com relação a dinheiro? A gente tá falando dinheiro, mas você deu um exemplo, né, de jogo, de vício, de Então assim, isso, quais são os comportamentos, como é que aquela outra pessoa que eu estou decidindo construir uma vida, ter uma família, construir, né, enfim, planos. eu com os meus valores, ele com os valores dele e aí de repente toda essa surpresa. Sim, né? Então assim, tá, vende um casamento anterior com outras questões, o que que a gente vai combinar aqui? O que era seu é seu ou que é nosso é nosso. E aí, por isso que eu acho que o o dinheiro ele vai virando um grande tabu, porque as pessoas têm muita dificuldade para conversar. A comunicação é um outro problema muito grande que chega para muitos processos de psicoterapia de casal, porque as pessoas não conseguem conversar. elas já não conseguem conversar sobre assuntos tranquilos, digamos assim. Aí quando a gente tem um histórico, quando a gente tem outras pessoas envolvidas, você tá dizendo de um outro casamento, mas às vezes a pessoa tem familiares que dependem financeiramente dela e aí como é que isso vai ser? Tem filhos de um outro relacionamento, então como é que isso vai ser? Então como é que a gente vai inclusive aprendendo o funcionamento do outro e aprendendo a conversar com o outro, a trazer esses assuntos, né? Eu acho que mais uma vez depende. Eh, vamos parar, vamos trazer de volta a metáfora da empresa, né? Pô, você vai ser sócio de uma empresa, vai fazer uma aquisição de uma companhia. Essa companhia tem exócios, que exócios muito provavelmente não tinham a mesma cabeça para dinheiro que tem você. Uhum. Eh, essa empresa, mais uma vez tem ativos e passivos, né? Ela tem um passivo trabalhista, seja lá o que for. Você tem um custo de oportunidade, né, pô? A pessoa tá é tudo aquilo que você quer, né? Em todos os aspectos da tua vida. Você acorda, pô, lembra que você tá com ela e você pensa, meu vida, né? Conquistei aquilo que eu precisava, alcancei o nirvente de Deus, né? Presente de Deus na minha vida. Eh, existem situações que você vai pegar aquela dívida, você vai falar: "Meu, eu nunca vi tanto zero na minha vida. Isso parece um CNPJ." E você vai falar: "Não, beleza, é isso que eu quero pra minha vida. Vamos dividir o mais uma vez. O que é teu é meu, teu problema é meu problema". Sim, é um curso de oportunidade. Eh, mas aí pode ser o contrário também. E, gente, tá tudo bem, tá? Eh, dinheiro, querendo ou não, é um fator determinante paraa nossa qualidade de vida. E você pode falar: "Meu, gosto muito de você, né? Você é uma ótima pessoa, mas esse patamar de dívida ou essa origem de dívida, né, não diz respeito àilo que eu imagino pra minha vida, né? Então, tudo é um grande depende." Ótimo. Bom, falamos aí, eh, do início do namoro, né? O dinheiro que não é conversado acaba se tornando um problema. E aí vamos lá, casamos. Diferença salarial. Uhum. Eh, né? Quando essa diferença salarial ela é significativa e inevitável, é uma uma questão aí acaba tendo uma questão de poder no relacionamento, né? Como é que a gente garante um relacionamento saudável quando um parceiro ele ganha mais do que o outro? Gostaria muito de falar que a mulher, no caso, seria o ponto destaque aí dessa dessa nossa dinâmica, mas infelizmente não, né? Então, mas eh vamos colocar um exemplo frio e calculista no relacionamento à mulher ganha mais que o homem, coisa que é quase impossível, mas a gente vai conseguir um dia, tá bom? Eh, essa questão, ela também atinge os casamentos, os relacionamentos por conta do poder que às vezes o dinheiro faz a pessoa sentir. Sem dúvida. Assim, quando a gente fala do dinheiro, a gente fala também de uma avaliação com relação a sucesso e fracasso. Uhum. E o quanto isso vai impactando no que a gente chama, né, de autoestima. Então, a partir do momento, né, que alguém nessa relação ganha mais, que é normal, né, ou a mulher ou o homem, dificilmente a gente vai encontrar casais que ganham, né, isso, alguém vai ganhar mais. Aí a gente volta para aquele ponto, tá? O que que a gente entende sobre essa esse poder e o dinheiro? Dinheiro significa, né, a gente tem, a gente tá numa sociedade em que dinheiro, né, querendo ou não, tem essa, muitas pessoas têm essa visão, né, de que dinheiro eh, sinônimo de competência. de sucesso, de superioridade. Isso vai, né, numa crescente, muitas vezes gera muitos desentendimentos, porque quem ganha mais fica com aquela sensação de que pode mais. Sim, né? Então, tem o poder de compra, tem o poder de decisão. Mas a gente volta para aquele ponto, somos duas pessoas que estamos num relacionamento. E se e um relacionamento, gente, não é um jogo de tênis. Uhum. Boa. É um jogo de frescobol. Se eu vou tentar o tempo inteiro ser superior, gente, eu costumo dizer pros meus clientes, né? Porque que muitas vezes a gente guarda o de melhor, o que a gente tem de melhor para quem tá fora. A gente precisa guardar o que a gente tem de melhor para quem tá ali com a vida na vida com a gente. O que que me leva a disputar ali com o meu parceiro, com a minha parceira? Eu tô ali para construir junto, para fazer, né, aquilo dar certo e tudo mais. Então assim, a gente cuidar de todas essas crenças que a gente tem com relação ao dinheiro. Dinheiro é poder, dinheiro é status. Poxa, que legal. O que que a gente vai fazer então com esse dinheiro? Que bom que você ganha mais. O que que eu posso compensar? Você ganha mais, trabalha mais? Que qual que é a minha parte? O que que eu posso compensar aqui? Sei lá, como mãe, às vezes a mulher, né, que ganha menos e enfim, o homem também que ganha menos. Qual é a participação dele em casa? Como é que a gente pode ajustar isso? Muito bem. Perfeito. Mais uma vez, né, quando a gente para para pensar num relacionamento, gostaria muito que todos os brasileiros pensassem como pensam os cidadãos de Zurik na Suíça. Mas aqui a realidade é outra. Eh, eu particularmente vejo esse tipo de situação com muito bons olhos. Uhum. Por quê? Eh, trazer para mim a realidade, né? Eu fui gerente de projetos por muitos anos e eu acabo tendo uma eh uma visão do mundo muito, enfim, custo, investimento, resultado. E antes de eu casar, eu lembro que eu levei a minha noiva para tomar um café e aí eu sentei com ela, eu fiz um suot, falei: "Pô, quais são as nossas forças? Quais são as nossas fraquezas? Quais são as nossas oportunidades? Quais são os nossos desafios? Quais são os nossos planos para 1, 5 e 10 anos? Eh, pensando o relacionamento como uma empresa, quando um, né, e eu sempre brinco que a gente é um dos casais mais versáteis do mundo, porque ela é funcionária pública e eu hoje sou sócio da empresa que eu sou assessor de investimentos. Uhum. Então, assim, um é completamente estável e presumível, o outro tá na na ponta escalar da coisa. Então assim, quando um ganha mais que o outro, o sopesamento que a gente precisa fazer é o seguinte. Hoje o que faz a manutenção da nossa qualidade de vida, o que faz com que nós vivamos no nível de vida que nós temos é a minha renda. Tá bom? Beleza. A sua renda, o que que a gente vai fazer, gente? Profissão, a menos que você esteja vivendo a tua vocação, profissão ela satura, né? Hoje eu ganho mais porque eu trabalho em xárea, mas eu não tenho paciência para trabalhar nessa xisárea o resto da minha vida. Vamos fazer um planejamento para quando eu quiser migrar de área, a tua renda nos proporcione essa possibilidade. Vamos fazer um planejamento financeiro para que a gente tenha um montante investido, para que a gente tenha possibilidade eh digamos, pô, tô na CLT, eu sou diretor de uma empresa, tenho muita experiência, vamos fazer da tua renda uma reserva para que a gente possa abrir algo nosso. Pô, no na contraparte disso, você não pode ir fazendo um curso, né, que que nos permita abrir uma empresa de algo que a gente goste. Eh, o relacionamento ele tem que ser uma gangorra. Uhum. Né? E homens, as coisas mudam, sabe? Eh, obviamente se você casou com uma pessoa que busca crescimento, que busca estudar, gente, eu eu fui criado por mulheres, a minha avó, minha mãe tiveram um grande impacto. Eu sou casado com uma mulher que eu admiro muito e eu digo pros homens, elas são muito mais disciplinadas que a gente. Então, assim, a possibilidade de uma mulher vira a ganhar mais que um homem é muito grande. E repito, tá tudo bem, né? Entendam que isso é momento, né? E pode ser que, pô, no momento que a tua esposa tá ganhando mais que você, pega, né? faz, faça um combinado, meu. Vamos organizar as contas aqui pra gente pagar de uma maneira um pouco proporcional ao que a gente ganha para que a gente possa fazer esse acúmulo de recurso para lá na frente eu abrir uma empresa de algo que eu tô estudando. Eh, então essa versatilidade, essa dinâmica entre os custos de vida e entre as receitas que a gente tem tem que ser muito importante. E eu acho que também é muito importante a gente entender o relacionamento como sociedade. Então hoje, pô, a minha esposa ganha 10, eu ganho oito, tá bom? Nós ganhamos 18. Isso, essa par a minha ou amanhã pode ser que eu ganhe 15 e minha esposa ganhe cinco, né? Mas beleza, nós ganhamos 20. Então essa dinâmica eu acho super proveitosa pro pro, enfim, pra perpetuação do do capital. Fal uma coisa interessante, né, da gangorra. E isso a gente não pode perder de vista, gente. As fases do relacionamento, sim, né? a gente passa por fase, prof, porque a gente tá falando de dinheiro e esse dinheiro, né, a gente precisa pensar, tá relacionado a trabalho, a carreira. Então, assim, em alguns momentos um vai est melhor, em outros momentos vai ser o outro. Então, assim, como é que a gente vai equilibrando, né? Eu não sou muito dessa palavra, mas no sentido da gangorra, em alguns momentos alguém vai estar melhor e no outro momento o outro, mas como juntos a gente tá pensando o que que é nosso. Sim, né? Porque caso contrário fica essa essa necessidade de quem pode mais, quem paga mais, quem ganhar mais. Não é disso que a gente tá falando. a gente entra nesse nesse caminho da disputa tudo, tá? Gente, olha só, 8:44, a gente vai até a 9:10, que nós começamos um pouquinho atrasados, mas a gente tem muita coisa para falar ainda sobre isso. E aí eu pergunto pro Jean essa questão eh das contas no banco, hum, conta conjunta, né, e tal, como é que funciona isso? Ah, meu Deus do céu. Isso parece um problema também. É disputa, é conversa, é discussão, mas a gente tem que chegar no denominador comum. Eh, a gente tem que parar para pensar lá no começo do nosso papo, né, dos conceitos do gastador e do poupador. Então, por quê? Parando para pensar em investimentos, né, a gente não fala em conta conjunta. Por quê? Porque a forma como o mercado financeiro brasileiro funciona e é regulado, investimentos são pessoais. Uhum. Porém, a gente tem que parar para pensar mais uma vez, né, o que eu vou falar durante toda a nossa conversa com relacionamento a uma sociedade, gastos comuns, né, o que entra, o que sai da tua conta ali no dia a dia. Eu acho super legal que se tenha uma conta conjunta. Conta conjunta, a gente tá falando de bancão, tá? Banco de conta corrente. Sim. Então, acho legal contas muito específicas e contas muito contas muito pessoais é legal que sejam em contas separadas. Uhum. Vou dar um exemplo, né? Eu sempre brinco, teve um época da minha carreira que eu era responsável pelo treinamento dos assessores de investimento e eu explicava muito os arquétipos. Pensando em homem, que que homem quando eh começa a vida muito bem empregado, né? tá numa boa empresa, tá num bom cargo, tem uma boa remuneração. Que é que eu sempre brincava que homem com 18 anos fazia? Comprava um Jeta, fechava de insfilme, ia para Florianópolis. É o que o homem gosta de fazer. Ganha 1000 e pouquinho, paga 1000 de parcela de carro e vive do pouquinho. Uhum. Então assim, é uma dívida de um outro momento. A gente espera que o momento onde você tava muito menos responsável do que você é hoje, etc. que você tá trazendo para dentro do relacionamento, vocês acordaram que é uma dívida sua, mantém uma conta sua física, pessoal, conta corrente para você ir pagando eh essa dívida. Eh, agora, gente, financiamento do apartamento, que é dos dois, conta do condomínio, conta de água, luz, mercado, é muito positivo que estejam dentro de uma conta conjunta. Por quê? Porque, meu, ali tá a vida de vocês dois, sabe? Tudo que vocês têm tá ali. Todos os gastos estão ali. Aí chega no fim do mês era para ter, sei lá, R$ 500 na conta, tem 50. Uhum. A gente para para pensar, pô, vivemos, né? Esse mês tá tudo certo, experiência, mas da onde que esse dinheiro, para onde esse dinheiro foi? Então, tá ali uma conta conjunto, os dois têm acesso. Agora, parando para pensar em investimentos, muda de cenário, porque a gente precisa de uma conta pessoal. Eh, geralmente um dos dois dentro do relacionamento, ora o homem, ora a mulher, tem um controle financeiro e até uma expertise financeira maior que o outro, né, gente? Minha sogra faz conciliação da conta na física, então ela pega a conta tudo que entrou e tudo que saiu, ela faz a conciliação no Excel. Genial, né? Eu sou assessor de investimentos, especialista de um grande banco e eu não tenho esse nível de controle na física. pensando num cenário onde a mulher é dessa forma, é natural que os investimentos sejam ela quem toque. É muito importante, né? Se ela não for um, obviamente uma especialista do mercado, se o trabalho dela não for isso, que ela conte com um com o suporte de um profissional. Porém, é natural que quem cue dos investimentos seja ela. Então é legal que a conta investimento do casal esteja com ela. Eh, outra estratégia que dá para fazer também é meu, previdência. previdência, vocês podem colocar dois planos, um para cada um, até por estratégia de recebimento, estratégia de resgate. Então, cada caso é um caso eh conta conjunta, é só para gastos fixos de conta corrente, conta investimento. É muito bom que vocês tenham, né, um suporte de um profissional para entender qual é o melhor cenário para vocês. Às vezes, pro casal, o os planos e objetivos deles faz sentido deles terem uma conta só. Então, coloca no nome de um dos dois ali, pensa no casamento como uma sociedade e principalmente para as pessoas que casaram com parcial ou total de bens, o que é um é do outro, né? Então, é muito importante que vocês façam essa junção do dinheiro. Mais importante de tudo é que vocês tenham pelo menos uma vez ao mês um momento de touch points. Então, meu, quanto que a gente recebeu esse mês? Pô, isso é o nosso dinheiro do mês. Quais são os nossos gastos? Isso, isso, isso, isso. O que sobra? Qual é a nossa receita? Sobra Y. Eh, e um conselho muito importante que eu dou para vocês é que se você é casado, uma hora esse dinheiro vai juntar, tá? E se vocês não juntarem ele num momento bom, vocês vão juntar esse dinheiro num momento de dor, seja por um luto, seja por um divórcio, onde vá fazer a divisão dos bens. Então, façam isso de cabeça fria, sabe? Façam isso no momento de tranquilidade dos dois para que vocês consigam fazer isso de uma maneira muito mais racional, considerando que de qualquer forma uma hora o dinheiro vai juntar, faça isso no momento bom. Eu ia, eu ia, eu quero pegar esse gancho, vamos lá. Porque assim, gente, eh, às vezes as pessoas, né, os casais têm a tendência discutirem os problemas quando eles estão, quando a ferida tá Uhum. né? Então, assim, quando é que a gente vai conversar a respeito do dinheiro? Não é quando a gente tá brigando lá por alguma situação específica. A gente precisa sentar e conversar a respeito das coisas, não ferida aberta, né, mas trazer até um hábito, né, uma frequência e tudo mais. em que momentos a gente vamos, ó, a gente precisa conversar um pouco sobre dinheiro, né, quando tá brigando, quando precisa pagar uma conta, quando, né, o filho tá doente, quando Então assim, eu acho que esse é o ponto, né, como é que a gente vai trazendo esse assunto para nossa vida e quebrando inclusive o ciclo do tabu que muitos vão trazendo pra relação, né? Então acho que esse é o ponto. Outra coisa, eu acredito, né, que a gente precisa, a gente falou aqui várias vezes dessa parceria do dinheiro, né, o que é nosso e tal, mas um ponto que eu acho que é importante é a gente ter também a particular particularidade, a nossa individualidade. Qual a parte desse todo que eu, Amanda, vou destinar para as minhas coisas? como um segredo, a gente tem que tomar cuidado com isso, mas assim, olha, essa parte do dinheiro eu vou destinar com aquilo que for importante para mim e você com a sua, essa parte vai destinar com aquilo que é importante, né? Porque a gente não pode esquecer que também um casal a gente precisa ter a nossa individualidade, né? Então assim, é claro, os planos, os sonhos, as contas, a gente precisa olhar, mas o que que é de cada um, que parte nossa que eu vou dar conta, vou, né, seguir, comprar minhas coisas, fazer o que quiser, guardar, comprar coisa pro filho, enfim, e que parte você também vai usar do do desse dinheiro que é para você, que é da sua individualidade, né? Porque caso contrário também fica só muito, né, na relação, na relação, tudo nosso, tudo nosso. E a gente tem que tomar muito cuidado pra gente não perder a nossa individualidade, né? Boa, muito bom. Agora, eu aproveitando esse gancho, eu gosto muito de um livro, foi o primeiro livro que eu li quando eu pensei em casar, que é do Gustavo Serase, chama Casais Inteligentes enriquecem juntos. Ai, que lindo vocês dois falando juntos. E eu acho que o maior ensinamento que que eu aprendi nesse livro foi isso que você disse. Um mais um dentro de um casamento é três, né? Tenho eu, tenho você e temos nós. Eh, tudo isso que eu tenho falado até agora é sobre o nosso, é sobre juntos. A gente tá falando sobre construção de patrimônio, a gente tá falando sobre realizações de sonhos, a gente tá falando sobre projetos de longo e médio prazo, mas existe também os projetos de curto prazo. Eh, dentro da minha experiência, eh, trabalhando no mundo de investimentos, olhe como é engraçado, não são as mulheres que gastam mais, são os homens. Olha aí, hein? E sabe por quê? Quando a gente tá falando de coisas para gente, toda vez que a gente gasta, a gente tá falando de um sistema de recompensa psicológico, tá? Então a gente gasta porque, meu, eu trabalhei muito, eu mereço, eu preciso comprar tal coisa, eu trabalhei muito, não sobrou um dinheiro muito grande para eu investir num projeto de longo prazo. Eh, isso acontece muito. Então, já que não dá para não, na verdade, não é que não dá para guardar, mas o que o brasileiro fala muito é já que não vai tá trazer impacto, eu vou gastar. É, né? Que não é 100zinho aqui não vai não vai fazer diferença, né? Exato. E aí, beleza? A mulher ela gasta ali com roupa, ela gasta ali com bolsa e via de regra isso é mais barato. Mas onde que tá os gastos do homem? Geralmente os gastos do homem são caros. Uhum. Né? Sobrou um dinheiro aqui, meu, não. O que eu acumulei esse ano não deu para eu trocar de carro, mas eu vou botar roda no meu carro. Exato. É. E aí você coloca na ponta do lápis o que você gastou no bendito do carro durante o ano nesses nessas microrrecompensas. Uhum. Você trocava de carro, exato. Sabe? Então esse é o impacto das dos pequenos gastos. Você tem sim, né, que investir em você, no seu tempo, naquilo que você gosta. Eh, só que você tem que entender que pra saúde financeira do teu relacionamento, isso precisa ser compensado em outra área. Por isso que é importante, né, G? justamente isso, assim, tá? Qual é o que é nosso, quais são os nossos planos e esse essa fatia, por menor que seja, cada um faz o que quiser, se quer colocar lá a roda no carro, se quer comprar uma bolsa, se quer, né, isso não vai ter um grande impacto naqueles planos, mas a gente cuidar inclusive dessa individualidade, né, gente? Porque a gente tá falando de dinheiro, de comportamento, de autoestima, de sucesso, de, enfim, né, de fracasso, muitas vezes que as pessoas olham o dinheiro, mas assim, quais são as recompensas? como a gente tá se sentindo diante do dinheiro. Uhum. Com certeza, né? Porque caso contrário, isso a gente só reforça esse sofrimento. Quanto dinheiro, né? É só para pagar conta, é só para isso, é só para aquilo. Como é que a gente vai aprendendo e fazendo uma construção diferente, né, daquil de tudo que se fala, desse senso comum a respeito do dinheiro. Nossa, gente, olha só, tem tanta coisa para falar agora. 8:55. Ai, ai, ai. Ô, produção, eh, tem, claro que tem, né, muitas perguntas. Vamos tentar responder rapidinho aí umas tr porque a hora já tá passando. 8:55. Gente, é para você ver o teor dessa conversa, a necessidade desse diálogo, né? Principalmente aí na sua casa, aí com o seu parceiro, né? Dentro da sua família. Melhor falar de dinheiro antes que vire um problema, né? É que nem é saúde, né? Prevenção, né? Que legal você poder falar, prevenir antes que aconteça um problema aí que possa trazer uma situação não tão agradável, né, para o seu relacionamento. 8:56. Ô, produção, tem tem perguntas? Coloca pra gente, por favor. Vamos lá, então. Juliana Castro, bom dia. Ju do Jardim Chapadão. Eu ganho bem menos que o meu parceiro e às vezes sinto vergonha de não poder acompanhar o padrão dele. Como lidar com essa insegurança? Vamos lá, Ju. Tem respostas bem rapidinhas, gente, que a gente tenta aí atender umas 4 até 910. Vamos lá. Uhum. Quando a gente pensa, né, nessa diferença, isso que a gente tá falando, né, como a gente se sente. Se a gente se sente mal com essa diferença de ganhar menos ou ganhar mais, né, essa questão da da da Juliana, da Juliana, né, a gente precisa pensar o seguinte, lidar com insegurança é a gente falou da gangorra, né? Nesse nesse momento isso tá acontecendo, pode ser que em outro momento se inverta. E qual? E aí, Juliana, pensa a respeito. Por que que ganhar menos é sinônimo de ser menor, de se sentir inseguro. Como é que vocês tratam essa relação do com dinheiro? O fato dele ganhar mais faz com que ele se sinta mais empoderado e você se sinta mais fragilizada diante disso. Olha que importante vocês conversarem a respeito desse assunto, trazerem isso pra mesa. Por que que isso tem despertado essa insegurança em você? Boa. Muito bom. Agora pode pode completar, por favor. Pero, não, acredito que assim, só reinterando é vocês pararem para conversar sobre, né? Você chegou a externar isso para ele? Uhum. Eh, e se sim, por não montar um plano de além do dinheiro? Meu, hoje o que eu faço pro pro bem do nosso relacionamento, impacta é isso. Eh, hoje talvez, enfim, você tenha outras responsabilidades que não financeiras, muito provavelmente que são maiores que as que ele tem, né? Então, por que não a gente voltar lá atrás? monta um planejamento onde você consiga se desenvolver nesse tempo onde o a tua renda traz um menor impacto para que você consiga uma alcançar uma renda maior, né? Eu acho que o diálogo é a chave de tudo. Perfeito. Perfeito. Muito bom. 8:58, por favor, mais uma pergunta pra gente. Vamos lá. Sou autônomo e minha renda varia muito. Isso gera discussões porque ela quer estabilidade. Como montar? mostrar que é possível planejar mesmo sem salário fixo. Ô André Almeida do Jardim Garcia tá com a gente. Bom dia, André. O Jean vai responder para você, vai tentar te ajudar aí algumas algumas palavras. Vamos lá, Jean. André, é muito importante que você tenha todos os dias quando você acorda o seu mantra. Minha renda é variável. Então assim, primeira coisa que você precisa fazer, acredito que você muito provavelmente até já tenha, é uma reserva de emergência que te mantenha zerado de receita por Xtempo. Uhum. Eh, muitos falam em 6 meses, outros falam em 12 meses, até 24, mas é muito importante que você tenha, né, essa sensibilidade do teu nicho para entender quanto tempo pode ser que você fique sem trabalhar. Então, primeiro ponto, mostrar pra tua esposa que você tem esse preparo, né, que você tá se preocupando com isso e se você ainda não tem, que você tá pensando em montar. Então, monta uma reserva de emergência. Outra coisa que é muito importante é que você trabalhe com oscilações. Então, um mês você pode ganhar muito acima. Então a gente resgarda isso num fundo de liquidez, onde você consiga ter uma rentabilidade, você protege a inflação, o teu dinheiro e no momento onde você ganhou muito menos, você recorre a esse fundo de liquidez para você complementar a tua renda naquele mês. Então é muito importante o planejamento, mostrar para ela, abre o Excel, coloca tudo lá e mostra para ela. E é muito importante no momento do planejamento, se você não trabalha exatamente com finanças, que um profissional te ajude. Então, mostra para ela, traz ela para uma reunião quando você for com o teu assessor para mostrar que o planejamento é viável, que você tá preocupado com isso e aí fazendo esses reequilíbrios, dependendo do mês. Mais uma vez a gente cai no diálogo, né? Tem que conversar, não adianta, gente, é conversa, é conversa e pronto, coloca lá na mesa e conversa e vamos embora. Faz planejamento que vai dar certo. Tá bom? 9 horas dá tempo para mais duas, né, produção? E daí a gente já vai paraas considerações finais, tá? Que legal que a gente tá podendo eh eh atender você que tá aí do outro lado, né? Tenho certeza que olha, vários pontos aqui que você pode eh eh tirar para levar paraa sua vida desse programa, viu? Assim como todos os outros. A Patrícia Soares está com a gente. Oi, Pat. Barão Geraldo, quando fiquei desempregada percebi que meu humor e autoestima caíram muito. Como evitar que essa fase financeira mais difícil prejudique meu casamento? Nossa, boa, boa essa, porque nossa, muito boa. É, é gente, é natural. A gente de repente fica desempregado, você vai lá embaixo e aí como é que vai fazer essa fase financeira difícil? Vai prejudicar muito no amor, Rúbia. muito as pessoas, né, trazem, a gente, né, nem entrou aqui em questões, mas o quanto isso impacta nas questões de saúde mental, né, das pessoas, porque a gente tá falando disso, né, de dinheiro como sinônimo muitas vezes de poder, de competência e as a pessoa que, né, tá desempregada, tá passando por uma fase difícil, o quanto aquilo impacta na forma como ela se enxerga, na forma como ela enxerga muitas vezes as outras pessoas, que pensamentos vão atravessando ali, né, que ela criou, que ela foi entendendo. endo sobre esse desemprego e isso vai impactando na forma como ela se enxerga diante desse desse companheiro, d, né, da, né, a Patrícia tá falando, né, da forma como ela se enxerga. Então assim, como é que a gente evita que isso prejudique o casamento, né? É a gente inclusive externalizando como a gente se sente pro outro. Gente, é muito difícil às vezes a gente se mostrar vulnerável pras pessoas, mas a gente não pode esquecer e retomo aqui. A gente tá falando do parceiro, do marido, não é um desconhecido, né? Se a gente não tem a capacidade de se abrir pro outro, de falar: "Olha, estou me sentindo mal em função disso, estou me sentindo inferior, incompetente, isso tá impactando na forma como eu me sinto?" Como é que a gente, até pro outro ter oportunidade de falar: "Poxa, vamos aqui pensar juntos, né? Como é que eu posso te ajudar?" Ou se você tá se sentindo assim, existe algum caminho, alguma coisa que eu possa contribuir? Então, Patrícia, eu entendo, isso é uma coisa que aparece muito, né? Um, enfim, né? aparece muito nos atendimentos o quanto as questões financeiras impactam na forma como a gente se enxerga isso consequentemente no nosso relacionamento, né? Muito bem. Força, Patrícia, vai dar certo, tá bom? Desiste não. 92, mais uma pergunta, por favor, produção. Vamos lá. Fernando Brito da Vila Formosa. Quando temos metas diferentes como comprar carro ou casa, sinto que ficamos travados. Hum. Como criar planos financeiros conjuntos sem perder a motivação? E aí, Jan, é um problema sério. Seríssimo trava, porque assim, a gente entra na no viés de criação. Uhum. Né? Isso acontece ainda mais quando a pessoa teve irmãos, né? Durante a infância, porque tem aquela de, tipo assim, se eu não vou ter o que eu quero, você não vai ter o que você quer também. Ai, ai. Eh, é normal. Uhum. Tá. O que é muito importante, vocês têm que colocar, né? Tem mais uma indicação de livro também do Márcio Fernandes, que chama felicidade da Lucro. Eh, tem uma ferramenta, né, que ele usa lá, que é um um macro de tomada de decisão. Coloca vários várias vários critérios e pesos. para esses critérios, qual é o impacto que esses planos vão trazer na vida de vocês? Vou dar um exemplo Craço, tá? Não sei se é o teu, se é o teu problema, Fernando, mas digamos que o Fernando quer comprar uma casa e que a esposa do Fernando quer comprar um carro. Existe algum alguns critérios, pô, qual é o que isso vai impactar na nossa qualidade de vida, né? O que eh quais são os custos adjacentes que não do produto em si. Coloca tudo isso na ponta do lápis, vê qual é o impacto financeiro, vê quanto tempo vocês precisam se preparar para isso. E dividir nunca vai ser assim, pensando em performance, o melhor dos cenários, tá? Quando você multiplica, você alcança algo muito mais rápido. Veja o que que de fato faz mais sentido pro cenário de vidas que vocês estão hoje, tá? Não dá, infelizmente, em muitos casos, não a maioria, não dá para abraçar o mundo, tá? Então se organizem e vê qual é o maior impacto que isso traz na vida de vocês. Mais uma vez eu repito, não é errado, né, a gente ter sonhos de conquistar as coisas. Não é errado a gente comprar as coisas que nós temos sonhos. O que é errado é a gente errar o tamanho do passo, tá? Então, às vezes, o sonho de um hoje tá dentro da realidade do casal. Se a gente se organizar aqui em X tempo, a gente compra. Talvez o sonho do outro não esteja, né? Então, por que não se organizar para matar dívidas? Eh, enfim, entender, né, do custo de vida de vocês, o que que vocês conseguem eliminar, viver sempre um patamar abaixo daquele que vocês poderiam viver para que de fato possam, né, se construir esse patrimônio e fazer um reequilíbrio das coisas, né? Às vezes vocês têm hobbies, etc, que consomem certo dinheiro, vocês podem dar uma diminuída no gasto disso para que vocês consigam atingir um objetivo em comum. Mas no macro disso, monta um uma matriz de tomada de decisão, coloca pesos para esse critério matematicamente para que vocês consigam ver de uma maneira muito palpável o que que faz mais sentido pro momento de vocês hoje. Dividir o, principalmente o casal nunca é a melhor opção. Uau! Ô, gente, queria falar mais sobre isso. Tem tanta dúvida, tem tanta pergunta e a gente aqui vai desenvolvendo o assunto. A gente vai, olha, se deixar a gente fica até meio-dia falando sobre relacionamento e dinheiro, mas a gente precisa encerrar. Então, eu quero agradecer imensamente a aula que vocês deram aqui hoje, né? Eh, Amanda, obrigada pela sua participação, a sua visão eh eh psicológica diante eh da família, do parceiro, né, do planejamento, do diálogo, quando a gente fala de dinheiro e relacionamento. Espetacular. Muito obrigada. Obrigada. Foi um prazer estar aqui com vocês. E se eu pudesse deixar uma última, né, eh, que às vezes as pessoas têm uma certa visão, né? Existe até um ditado, amor e dinheiro não andam juntos no relacionamento, eles andam juntos, né? A gente precisa falar sobre dinheiro, gente. Dinheiro é uma das causas, né, problemas com dinheiro, uma das causas de términos de relacionamento, assim como a falta de comunicação, assim como a falta de intimidade. Então, assim, não tem como a gente pensar num relacionamento saudável, funcional, sem a gente olhar, né, porque dinheiro é plano, dinheiro é, né, é objetivo de vida, é construção, é lazer, é prazer, enfim, né? Então, acho que faz parte da vida, não é? Muito obrigada mais uma vez, tá, Amanda? E você, Jean, é grande professor, né? Quanto que expertise e trouxe pra gente alguns pontos aí que se a gente for rever esse programa de novo, que já tá no YouTube, você pode assistir, pode mandar pra sua família, pro seu parceiro, porque a gente aprende todos os dias. E o Jean e Amanda hoje trouxeram aí um grande momento de aprendizado. Jean, gratidão. Obrigada. que agradeço, deixando um último parecer, finanças eh é como todas as outras áreas da nossa vida, tá? Se nós não somos profissionais disso, é muito importante que a gente procure alguém que é, tá? Eh, eu querer fazer um planejamento sozinho é a mesma coisa de eu ler um livro de autoajuda e querer fazer a minha própria terapia, tá? Então, se organizem, busquem profissionais que ajudem. Eh, hoje em dia, gente, a maioria dos serviços financeiros não tem custo, tá? O teu próprio banco oferece, né, desmistificando. Assessoria de investimentos é gratuito, tá? O teu assessor não vai te cobrar para montar uma carteira, para fazer um planejamento, né, de de curto, médio, longo prazo para você. Então, use os recursos, né, que estão disponíveis para que você consiga atingir teus objetivos. É muito importante a gente ter isso em mente. E até porque hoje em dia, com a grande gama de informação, de exposição que a gente tem, o ser humano não consegue mais ser só o pagador de contas que era nos anos 80, né? Eh, ninguém psicologicamente consegue acordar, trabalhar, comer e dormir e estar com as contas pagas é a única coisa que eu preciso para minha eh autossatisfação, né? Hoje em dia com as redes sociais, principalmente, eu quero ser igual à pessoa que eu admiro, né? Eu quero ter o carro igual à pessoa que eu admiro. Então, conte com profissionais para que te ajude chegar nos teus objetivos. Maravilha. Amanda e Gian dando um show aqui pra gente fechar com chave de ouro a nossa semana do estúdio Câmara. Gente, falar sobre dinheiro é, antes de tudo, falar sobre planos, prioridade e respeito. O dinheiro é um recurso finito, mas a parceria e a confiança são infinitas e são elas que garantem os desafios que a que garantem, aliás, que os desafios sejam superados, que a transparência financeira seja um ato de amor e um compromisso com o futuro que vocês merecem construir juntos, tá bom? Diálogo sempre. Beijo para você. Não esquece, segunda-feira a gente volta, se Deus quiser, a partir das 8 da manhã ao vivo aqui na TV Câmara Campinas com tema que vai tocar o coração de todas as famílias, né? Aliás, de muitas, né? Nem todas, porque, infelizmente a vovó e o vovô já não fazem mais parte de algumas famílias. Mas o papel dos avós na criação moderna, a gente vai falar sobre isso. Além do suporte emocional, os avós eles estão cada vez mais na linha de frente da educação e dos do desenvolvimento dos netos. Você já parou para pensar sobre isso? Vamos debater o conflito de gerações, a sobrecarga de responsabilidades e a redefinição de limites. Aóz conseguem achar o equilíbrio na educação dos pequenos. eh, a criação dos nossos filhos. E será que é papel dos avós? Até que ponto, né, a responsabilidade deve ser transferida? Vamos conversar sobre isso na segunda-feira, a partir das 8 da manhã ao vivo. A gente conta com a sua participação. Lembrando que a nossa programação de final de semana da TV Câmara Campinas está maravilhosa, magnífica. A nossa equipe preparou aí grandes estreias para você, então fique ligado com a gente. Hoje ao meio-dia temos Câmara Notícia, informação é do legislativo e também da nossa cidade e informações do estado, Brasil e Mundo. Daqui a pouquinho direto da Central Iá com a Íria, nossa jornalista de inteligência artificial. Você sabe que isso tá virando comentário aí em vários locais. O pessoal tá comentando sobre a Íria. É um um projeto bem legal aqui da TV Câmara Campinas, trazendo a nossa jornalista de inteligência artificial que atualiza informações para você de Campinas, Brasil e mundo, inclusive de economia, cotação dólar, euro e muito mais. Fique ligado. Programação da TV Câmara Campinas feita com muito carinho, especialmente para você, de toda a nossa equipe do GPU Mais equipe essa que eu agradeço pela parceria e pela entrega de mais uma semana de conteúdos magníficos, profissionais super qualificados que trouxeram pra gente informações e e ensinamentos que a gente vai levar aí pro nosso dia a dia. Se você quiser rever algum programa, pode acessar lá no YouTube, TV Câmara Campinas, estúdio Câmara, estão todos ali na íntegra para você. Valeu, beijo grande, se cuide, fique bem, bom final de semana e até segunda-feira, se Deus quiser. เฮ [Música] [Música] [Música]
A seguir

Continue assistindo

Próximas horas na grade ao vivo
Programação completa →
Ao vivo
Plenário · 13h

Câmara Notícia — Edição da Tarde

13:00 - 14:00 · Ao vivo
28:32
Matérias · 14h

Matérias — Especial da Semana

14:00 - 14:30
58:12
Perfil · 15h

Perfil — Entrevista da semana

15:00 - 16:00 · T03:E18
45:08
Bairros · 17h

Meu Bairro na TV — Vila Padre Manoel

17:00 - 18:00 · T05:E12
Estreia 1:32:00
Especial · 19h

O Ano em Plenário — Ep 1: Mobilidade

19:00 - 20:30 · Estreia
Ao vivo
Plenário · 20h30

Sessão Ordinária da Câmara Municipal

20:30 - 23:00 · Ao vivo
Mesmo programa

Mais do ESTÚDIO CÂMARA

Edições anteriores do programa
Todas as edições →
1:03:23

Estúdio Câmara

1:06:59

Estúdio Câmara

1:07:37

Estúdio Câmara

56:39

Estúdio Câmara

1:04:35

Estúdio Câmara

1:08:02

Estúdio Câmara

1:04:24

Estúdio Câmara

1:04:33

Estúdio Câmara

55:29

Estúdio Câmara | Por que precisamos beber para socializar?

54:46

Estúdio Câmara | O medo do erro e a relação com fracassos e frustrações

54:23

Estúdio Câmara | Food noise: o ruído alimentar que invade a mente

1:03:46

Estúdio Câmara | A Geração Z e as dificuldades emocionais do mundo acelerado

59:55

Estúdio Câmara | Autoanulação: quando agradar os outros vira esgotamento emocional

1:01:04

Estúdio Câmara | Por que gritamos com quem amamos?

1:01:16

Estúdio Câmara | Whey e creatina para crianças: até onde vai a busca por performance?

56:39

Estúdio Câmara | Convivência com animais transforma a vida na terceira idade

1:02:39

Estúdio Câmara | Fadiga da decisão: o cansaço de escolher o tempo todo

1:00:26

Estúdio Câmara | Psicologia da ambição: quando o desejo vira prisão emocional

1:03:52

Estúdio Câmara | Veganismo antissocial? Verdade ou mito?

1:01:12

Estúdio Câmara | Dormindo com desconhecido: casais sem conexão emocional

Recomendados

Você pode gostar

Outros vídeos selecionados a partir do conteúdo que você acabou de ver
Mais recomendações →
16:38

Câmara Na Copa | Copa do Mundo FIFA 2026: Tudo Sobre a Maior Edição da História

4:22

Câmara Notícia | Parlamento Jovem 2026

8:59

Notícias da Metrópole

16:39

Notícias do Legislativo

2:43

Agora é Lei | Semana da Força Expedicionária

10:27

Agenda Cultural Campinas: Shows, Teatro, Cinema e Exposições para o Fim de Semana!

56:15

Câmara Notícia

9:55

Central I.A | Notícias de Campinas, Brasil e Mundo