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Uma [Música] semana linda, produtiva e abençoada para todos nós. Hoje é segunda-feira, dia 13 de outubro, nós estamos começando mais uma edição do nosso estúdio Câmara aqui na TV Câmara Campinas. E hoje nós vamos falar sobre o amor de fim de semana. Final de semana passou e você foi ver o seu amor e aí agora segunda-feira volta toda essa rotina maluca do dia a dia, né? Esse essa turma que se vê pouco, que vive rotinas diferentes, tenta equilibrar o tempo, a saudade e a conexão emocional. Será que é possível manter um vínculo forte e saudável quando o tempo é tão curto? Ou a distância acaba esfriando a relação e transformando o amor em costume? Olha, hoje nós vamos falar dos amores dos finais de semana. Participe com a gente, mande a sua mensagem. Você tem aí um relacionamento onde você só vê o seu parceiro no final de semana e durante a semana corre aí para trabalhar dia e noite e aí chega final de semana, você se dedica especialmente para o seu parceiro ou parceira. Então, mande pra gente a sua mensagem, de repente, eh, compartilhe conosco, né, a sua experiência ou a sua dúvida. 199729377. Hoje, hoje a gente fala sobre os relacionamentos no final de semana. E agora vamos atualizar algumas notícias. Nós estamos com a nossa convidada aqui. Daqui a pouquinho a gente já faz a apresentação, consideração inicial. Mas antes, a atualização das notícias e da previsão do tempo. Fique ligado, hein? Vamos lá. A Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara de Campinas realiza hoje, às 2 da tarde, a oitava reunião ordinária para analisar e votar pareceres de quatro projetos de lei. Entre as propostas, em pauta, está o projeto de lei 128 de 2024, de autoria do vereador Luiz Rossini, que atualiza e amplia a legislação que proíbe o fumo em locais públicos. A proposta inclui novas áreas na proibição e estende as restrições aos cigarros eletrônicos e dispositivos semelhantes. O texto com parecer favorável do vereador Nick Schneider propõe a inclusão das áreas comuns de condomínios residencia eh condomínios residenciais, clubes, praças e parques públicos na lista de locais onde é proibido fumar. A medida vale tanto para cigarros tradicionais quanto para dispositivos eletrônicos. e o que tem se tornado populares, né, especialmente entre os jovens. A reunião aberta ao público, então você pode participar, tá? Será realizada no plenário da Câmara, também terá a transmissão ao vivo aqui pela TV Câmara Campinas e também pelo canal da TV Câmara Campinas no YouTube. Você é convidado a participar. E hoje às 6 da tarde, gente, acontece a reunião ordinária de número 62. Deve ser votado em primeiro turno o projeto de lei 125 de 2024, de autoria do eh vereador Guilherme Teixeira, que garante prioridade no atendimento psicossocial e segurança às mães de filhos com o transtorno do espectro autista aqui no município. O projeto prevê suporte emocional e terapêutico a mulheres que enfrentam uma rotina intensiva e muitas vezes exaustiva no cuidado diário com as crianças autistas. O atendimento prioritário será garantido nas unidades de saúde do município, com foco na promoção da saúde mental e o bem-estar dessas mães. A proposta também autoriza atendimentos por videoconferência nos casos em que a mãe tem a dificuldade de locomoção em razão do grau do autismo do filho, tá? Essa modalidade permitirá acompanhamento remoto com profissionais das áreas médicas, psicológica, terapêutica e de assistência social, mediante solicitação via unidade básica de saúde. A sessão será aberta ao público, começa às 6 da tarde. Você é convidado para participar. Entrada pela Avenida Engenheiro Roberto Mandes, número 66, bairro Ponte Preta. Transmissão ao vivo aqui pela TV Câmara Campinas e também pelo canal do YouTube da TV Câmara Campinas. Vamos à previsão do tempo hoje. Olha só, gente, de acordo com a previsão aí, né, com de acordo com os meteorologistas, ã, hoje temos um clima de chuva, é sol, muitas nuvens e nublado com chuvas de manhã e aí à tarde e à noite, possibilidade de temporal, né, lá no sul do país, nós já temos aí eh eh temporais acontecendo desde ontem e esse temporal pode vir aqui para cá, para Campinas e para toda a região do estado de São Paulo e a mínima de 19, a máxima de 25. Então fique atento, tá certo? Agora de manhã então temos um sol entre nuvens e à tarde e à noite, possibilidade de temporal em Campinas, toda a região metropolitana. Vamos então a o nosso tema central do estúdio Câmara, na vida corrida, né? A vida moderna, conciliar o tempo entre trabalho, filhos, estudo, compromissos, virou um desafio. E quando o casal só consegue se encontrar aos finais de semana, o relacionamento passa a ter uma outra dinâmica. A pergunta é: isso enfraquece ou fortalece o vínculo afetivo? Encontrar somente no final de semana. Bom, para falar sobre isso, entender os impactos emocionais do amor à distância, a gente recebe aqui no estúdio a psicóloga Daniela Santos. Seja muito bem-vinda. Bom dia. Obrigada pela sua participação e presença. Bom dia, Rúbia. Bom dia a todos. Eh, esse tema é uma coisa que hoje é fundamental, né? Todo mundo tem vários compromissos, as rotinas corridas. Então, como amar nesse nessa correria toda? A gente tem que dar um jeito, porque amar é muito muito importante, né? Muito bom. É verdade, né? Como fazer? Antes de tudo, gente, vale a gente lembrar que cada relacionamento tem seu ritmo e suas regras, né? O importante é entender o que faz sentido pro casal e como manter o vínculo saudável, mesmo com o tempo reduzido de convivência. Agora eu pergunto, então, Daniela, o que que caracteriza esse amor de final de semana? Essa escolha consciente do é uma escolha consciente do casal ou uma consequência das circunstâncias da vida moderna? qual que é a sua avaliação como psicóloga, né, dessa dessa situação que muita gente vive hoje, né? Eh, você tem um relacionamento, porém você só encontra o seu parceiro no final de semana. É, eh, são muitos fatores, né, como você já pontuou bem. É claro que a a logística, né, pessoa que trabalha de dia, estuda de noite, às vezes moram em cidades longe uma da outra, é difícil mesmo. Não tem como as pessoas se verem todo dia. Uhum. E iso se verem mais de de uma vez durante a semana. Mas eh como você apontou também existe a questão do do sentimento, do combinado. Eu acho que em qualquer relacionamento o fundamental é isso. Combinado não é caro. Então eu acho que é importante cada um saber o que quer, o que espera da relação e tá na medida do possível claro por outro, né? porque às vezes nem a gente sabe mesmo exatamente o que a gente o que a gente espera. Mas conforme esses combinados são mais claros, é melhor para todo mundo, porque eh o o complicado é quando tem essa essa diferença, né? uma pessoa que, por exemplo, projeta eh deixar o relacionamento cada vez mais firme e morar junto, casar, ter filhos, é outra pessoa que, ah, está ali com aquela pessoa que é legal, mas, né, não não se vê num relacionamento mais sério, mais longo. Então, às vezes, isso também vai definir essa frequência de de quantas vezes a pessoa se vê e e mas isso tá claro para todos os lados, ah, o que que eu quero, o que eu tô disposto a dar. Então, as eh eu acho que o os problemas maiores são não os logísticos, né? Porque a gente compreende, né, que a a outra pessoa tem a vida. É até ruim, né, a pessoa abrir mão das coisas importantes para est no relacionamento. Eh, mas o o o que eu acho que é mais complicado é isso, né? quando tem essa essas diferenças de intenção no relacionamento e isso não fica claro. Eu acho que aí que vai trazer mais sofrimento aí que que ficam não tá chegando que fica que fica eh diferente o que eu tô sentindo. Nossa, a pessoa tá disponível ou não tá disponível? Ela parece que tá. Fala uma coisa no final de semana, mas some durante a semana. Aí que eu acho que que realmente vai trazer mais sofrimento, porque realmente, né, às vezes a logística da vida impõe que o relacionamento seja um relacionamento de final de semana e tudo bem, né? A gente dança conforme a música, né? É verdade, né, Dani? Assim, muitos casais acabam adotando esse formato, como você disse, por conta do trabalho, né, do trânsito, da falta de tempo, mas também há quem veja nisso uma forma de preservar a individualidade e até manter o relacionamento mais leve, né? Então, essa rotina de pouco contato durante a semana, ela exige um pouco mais de maturidade emocional, né, Dani? Quando a gente fala aqui de de eh relacionamento, eh o que que a gente pensa? O que que vem à cabeça? Ah, tô me relacionando, então a gente vai se ver ali umas três vezes na semana, final de semana a gente vai passear, vamos fazer alguma coisa. Agora, quando não tem esse contato durante a semana, você só vai ver final de semana. E aí o que acontece? Você precisa confiar em quem você tá se relacionando e você tem que ter uma maturidade emocional, porque isso não é para todos. Concorda? É verdade, é verdade. Não é para todos mesmo. Eh, e é isso, né, que volta essa questão do combinado, né, de tá claro ali mesmo, porque muitas vezes pode ser legal eh esse relacionamento mais leve mesmo. As pessoas às vezes estão em fases diferentes eh da vida que realmente não se interessam, não convém por ter realmente essa essa essa esse vínculo mais firme. Às vezes a pessoa tá tá para viajar, às vezes a pessoa já, né, já teve filhos, já foi casado, não quer mais casar e tá tudo bem, né? Encontrei outra pessoa que também tá na mesmo ritmo e pode ser um relacionamento maravilhoso, mas leve, só de final de semana, cada um com as suas contas, cada um com seus compromissos, cada um lavando a sua roupa e tá tá tudo bem, não é? É verdade, tá tudo bem. E para falar se tá tudo bem mesmo, a gente vai receber o nosso convidado que fala conosco via Zoom. Que bom que a gente conseguiu aqui o contato com ele. Ele é o doutor psiquiatra e Márcio Belo. Ô doutor, seja muito bem-vindo. Obrigada pela sua presença. Bom dia. Bom dia, Rúbia. Tudo bom? Bom dia, Daniela. Depois de a internet de Belando no Strai, né? Parece relacionamento também, né? E aí justamente bem na hora que a gente precisa dela, o negócio não funciona. Mas enfim, vamos lá. Eh, é um prazer falar sobre isso e eu acho que eu tava ouvindo a Daniela falar sobre o quanto hoje a gente precisa de modelos tradicionais, né? E aí quando aparece uma nova configuração, seja ela eh namoro ou distância ou final de semana, muita idade, né? a partir do momento dá muita flexibilidade e autonomia para as pessoas também tem muito desafio, né, para poder manter eh esse vínculo afetivo, né, e isso a distância também tanto pode fortalecer como pode desgastar. E aí é onde entra contratos que vão se fazer funcionar melhor essa relação, né? Verdade, né? Quando o doutor fala em contratos, é aquele negócio, né? O diálogo, né, gente? Em primeiro lugar, o entendimento entre os casais. Eh, tem estudos da Universidade de Michigan que mostram, gente, que casais que mantém uma comunicação afetiva, mesmo a distância, desenvolve maior empatia e confiança. Ou seja, eh, mais importante do que estar junto o tempo todo é estar presente emocionalmente, o diálogo ali, a conversa, saber como é que tá, como é que não tá, como é que foi o dia. Hoje a gente tem várias eh eh opções aí para fazer uma comunicação com as pessoas que estão distantes. Agora, Dr. Márcio, existe uma diferença entre homens e mulheres na forma com que cada um lida com essa distância e com o tempo limitado de convivência? Qual que é a avaliação do doutor referente ao gênero, né? A mulher e o homem, eles lidam diferente com essa situação. Então, essa questão de gênero sempre desconstruir, né? Porque a formação da dualidade ela pode ser muito diversa, né? Então assim, tem formas como o homem reage a uma situação e tem outras formas que a mulher reage, mas isso pode ser bilateral, né, ambíguo, né? Então é muito difícil a gente determinar que tem uma questão de gênero aí, porque tem uma influência tanto social como uma influência familiar, né, nessa questão. Mas eu sempre falo que casamento em relação é um contrato. E aí nesse contrato várias cláusulas não são discutidas, né? E é onde justamente entra o conflito. Então, quando você deixa, né, essas cláusulas daquilo que tá entrando em conflito resolvido, a relação resolve eh, a relação funciona melhor, né, paraa manutenção desse vínculo afetivo. Eh, eu não vejo diferença, porque você vê eh a gente categorizar muito, né? Mulher age assim, homem age assim e aí parece que se você não age assim, você sai desse padrão de funcionamento. Uhum. Excelente. Muito bom. Agora, eh, em muitos casos, assim, esse modelo de relação pode funcionar para pessoas mais independentes, né? Aí, quais os sinais de que o casal está conseguindo equilibrar bem essa dinâmica e quando ele passa a ser um problema? Porque, ó, nós falamos aqui eh da questão de você confiar no outro, tá? Eh, e da questão da independência, óbvio, você, né, eh igual a a Dani pontuou, às vezes a pessoa já teve um casamento e aí tá eh eh tentando reorganizar a a sua vida afetiva novamente, aí passa a ter um relacionamento desses que você só se encontra no final de semana, né? Mas essa dinâmica também pode ter aí um probleminha. Então, como que a gente precisa se atentar, Dani? eh, de quando a relação está indo bem, de quando a relação está começando a a virar aí uma questão de problema ness nesse encontro, somente nos finais de semana. É, eh, eu acho que o sofrimento, quando começa a vir o sofrimento, a gente precisa olhar para isso, né? Sim. Eh, eu falei, né, o importante é o combinado, mas é tão difícil as duas pessoas estarem exatamente na mesma sintonia, no mesmo no mesmo no mesmo movimento. Então assim, claro que é um é um desafio a mais, porque tem coisas que a gente nem é legal a gente conversar, né, pelo por vídeo assim. Tem conversas que precisam ser ao vivo. Claro que que a gente tem esse limite físico hoje em dia, né? Hum. Mas eh, então pode sim, pode criar um distanciamento que, poxa, tem coisas que eu vou precisar conversar até outra semana. E o que que faz com a ansiedade daí? Pois é, pois é, com certeza. É, é, é, é uma coisa que assim você pontua é verdade. Às vezes essa essa distância ela, ela porque assim, na verdade, quando o relacionamento vai evoluindo, quando o sentimento vai evoluindo, é razoavelmente natural. também que as pessoas queam ficar mais tempo juntas, né? Então, eh, né, a às vezes as pessoas têm essa essa esse dilema: "Poxa, eu gosto tanto da minha independência, da minha liberdade, mas também sente falta também. É, é um sofrimento. E assim, nós queremos um relacionamento, a gente precisa dar espaço na nossa vida para o outro." Uhum. Né? Então, assim, tem tem a o aí os dois, né? Os dois, né? Tanto a pessoa que quer preservar mais a independência, quanto a pessoa que anseia por mais tempo, vai ter que lidar com esse com esse desafio, né? Um de administrar essa ansiedade e o outro de abrir espaço pro outro, abrir agenda pro outro, né? Se esse se a gente tá sentindo essa esse vínculo cada vez mais forte, é natural que a gente queira ficar mais tempo juntos, né? E todo mundo precisa. Olha, olha que o negócio é muito delicado, não é? Olha só, Dr. Márcio, vamos lá. Um dos parceiros começa a desejar mais a presença do outro, mais tempo junto, igual a gente tá falando aqui, enquanto o outro parceiro se acomoda com esse modelo de final de semana. O que que a gente faz para evitar essa diferença de expectativas e para e para entender e fazer com que ela não destrua esse vínculo? Porque essa diferença de expectativas aí pode acabar destruindo esse relacionamento. Qual que é a sua avaliação sobre isso, doutor? Eh, tem uma coisa importante que é assim tanto a relação à distância, ela pode valorizar e solidificar mais esse vínculo, né? como funcionar também ao contrário. E essa expectativa é quando a relaça, desconfiança quando causa muito isolamento, solidão. Opa, eu acho que a internet doutor Ai, que dó. Eu acredito que a internet dele não esteja bem legal, como ele falou, né, no início do programa. A gente tá tentando novamente contato. Vamos aguardar. A gente fica muito feliz com a participação do doutor e a gente quer que esse contato se restabeleça. Só que a gente depende da internet, né? Então vamos lá. a produção trabalhando e tentando contato com o doutor. Enquanto isso, eu e a Dani vamos continuar batendo o papo aqui falando eh desse modelo, né? É um modelo diferente de relacionamento e acontece principalmente em pessoas já mais maduras, né? Porque precisa ter aí um equilíbrio emocional. A corrida eh eh da rotina, o excesso de trabalho afetam essa qualidade emocional e a intimidade desses casais que vivem o amor de final de semana também, né? Eh, curioso a gente perceber que muitos casais acabam transformando o reencontro de final de semana em um misto de expectativa e de cobrança também, né? E aí querem aproveitar o tempo junto, mas também precisam resolver as pendências, as conversas e até as brigas acumuladas no final de semana. Você percebe que é pouco tempo para muita coisa, não é? Então assim, como que fica essa questão de resolver tudo o que aconteceu durante a semana? Você coloca tudo numa mochilinha, chega o final de semana, é para vocês se verem, para matar saudade, mas daí tem aquela mochilinha, aquele pezinho da semana toda. Como é que a gente faz para equilibrar? O que que a psicologia pode ajudar a gente a entender e a fazer um equilíbrio de todas essas emoções que foram acumuladas durante toda a semana para que elas não venham a estragar o nosso final de semana? Afinal de contas, a gente só se vê aos finais de semana. Uau! É um pouco cansativo se a gente para para analisar, não é, Dani? Não, é bem bem cansativo. E uma coisa, né, que você falou, ah, não estragar o final de semana, às vezes tem relacionamentos que até duram mais por ter só esse final de semana, porque o que acontece, ai é tão pouco tempo juntos, vamos aproveitar e ai nem vamos falar o que passou, né? Isso vai às vezes postergando conversas difíceis, conversas ruins. Então assim, é aquele negócio, às vezes você realmente, né, às vezes a as pessoas se mantenham t muito tempo com relacionamentos ruins mesmo, por também de alguma forma falta desse tempo juntos para para clarear, porque assim, ah, cada um realmente tem a vida lá totalmente independente e no final de semana não, essa é a minha janelinha de coloca na caixinha os problemas e vamos viver o momento de agora. né? Mas isso vai acumulando com o tempo. A gente precisa ser racional e entender que todos nós temos problemas, temos diferenças. E aí o que acontece? Você vive um relacionamento de final de semana. O que que aí passou? Teve algumas situações durante a semana que você não concordou e aí no final de semana você vai querer discutir. Mas e aí? E como a Dani pontuou pra gente, vamos discutir por se a gente só tem esse momento para ficar junto. Então vamos optar por guardar na caixinha esse problema e viver o relacionamento do final de semana. Aí passa mais uma semana, mais um monte de problema, guarda na caixinha de novo. Isso vai explodir em algum momento. Vamos ser racionais, né, e verdadeiros, porque isso acontece e aí quando explode, como fazer? Não é o diálogo, não tem jeito, né? Aí quando explode é botar na parede, né? E aí quais são as o pr que lado que a gente vai, porque às vezes chega esse ponto, né? Ou beleza, ou a gente muda isso, vai morar junto, sei lá, acha algum jeito de se aproximar ou não. Realmente fica insustentável e cada um precisa ir pro seu lado, né? Pois é, gente. Os principais desafios emocionais de quem vive um amor de final de semana, né? Quais são? Será? falta de convivência, rotina diferente, aí vem ciúme, vem segurança. O que será que mais pesa, né, nessa prática? E aí, e quando a saudade deixa de ser saudável e começa a virar uma cobrança ou uma carência excessiva, quais os sinais, Dani, que esse casal precisa observar? Porque a saudade é boa até certo ponto, mas aí quando você mistura saudade com ansiedade, com carência e com desconfiança e com muito ciúme, a junção disso é explosiva, né? É. E aí, eh, então são tantas possibilidades, né? Mas eh eu eu acho que de novo, né, aquela questão da clareza é importante porque eh é a clareza é importante, mas muitas vezes a gente não tem a clareza porque a gente mesmo está num ponto cego. Então eh acaba ficando às vezes essa briga da pessoa que quer mais, quer mais. a pessoa que está que recua, que recua, que resiste a a ceder mais espaço, ceder mais tempo. E e e na verdade às vezes parece que essa pessoa não gosta, mas às vezes também são coisas eh inconscientes, traumas, medos que a pessoa até se coloca num relacionamento assim que, ah, é em outra cidade, porque isso vai preservar a minha, né, e a minha intimidade. E, e na verdade, muitas vezes é isso, né? a pessoa tem um discurso que quer o relacionamento, a pessoa quer o relacionamento, mas às vezes até tem relacionamento com pessoas comprometidas, outro tipo de coisa que são sempre eh eh eh mecanismos de defesa paraa pessoa ficar na zona de conforto, que é preservar aquela individualidade. Mas na verdade aí todo mundo tá sofrendo, né? A pessoa que quer mais contato, mais proximidade, tá sofrendo essa pessoa que vai se sentindo sufocada, mas na no fundo ela também almeja um relacionamento que não existe. Aí precisa ir pra terapia, né? Nossa, gente, mas como precisa, né? Dr. Márcio senhor tá com a gente de volta? Senhor me ouve? Tô de volta. Ai, que beleza. Ô, doutor, a gente tá falando aqui, né? É, é, é um negócio bem delicado, porque olha só, um relacionamento e eh de final de semana, ele exige muita maturidade, muita confiança, só que daí tem a saudade, ah, o ciúme, eh a falta de de repente entendimento de uma das partes. E aí, eh, o excesso de trabalho, né, a qualidade emocional e a intimidade desse casal, eh, que vive o final de semana, qualquer avaliação do senhor como psiquiatra, né, eh, referente a a esse equilíbrio que a gente precisa ter, eh, e quando a gente aceita esse tipo de relacionamento, Sim. Você vê que a nossa distância, a conexão tá interferindo nela, né? Exato. Quando não tem uma boa conexão, né? Quando não tem uma boa conexão, o negócio trava, né? Aham. Mas vamos lá. O a dependência, né? Quando você pergunta sobre a intimidade, na verdade a intimidade ela é desenvolvida no percurso da relação e também é na construção do seu ser, né, da sua individualidade. E isso você vai demonstrando na relação. Então, quando assim você encontra o outro eh que você deseja esse outro, a distância inclusive faz aumentar, né, o desejo. Muitas vezes esse desejo fica idealizado. Então você encontra aquele outro e a distância alimenta isso. Então, quando entra o desgaste, é justamente aí, só para concluir aquela pergunta anterior. Eh, a intimidade ela é desenvolvida com o contato, né? E aí a intimidade precisa de, né? Ninguém é íntimo rapidamente, né? Então isso é uma construção, pode ajudar ou como pode também nessa relação de constividade dança, mas eu acho que eh você se relaância, se relacionar no final alguns tempos limitados, tanto pode ajudar e é possível você tem que desenvolver algumas habilidades para isso, pode trabalhar. Isso também depende muito da sua construção de indivíduo, né? Excelente, né? Eh, a gente precisa desenvol, olha só o que que o Dr. Márcio falou, a gente precisa desenvolver habilidades para manter um relacionamento que a gente só se ver no final de semana. Nossa, como é que a gente equilibra isso tudo? Dr. Márcio, quais são essas habilidades? Dá para eh eh jogar algumas pra gente aí? Quais habilidades desenvolver para um relacionamento de final de semana? Sim, eu acho que a primeira coisa mais importante seja eh estimular a comunicação. Você tem que desenvolver uma comunicação assertiva. Comunicação assertiva é você ser claro, objetivo, não agressivo, eh eh comunicar as coisas em seguranças. Isso me deixa inseguro, isso me gera ciúme. Então essa comunicação daquilo que você sem faz esse vínculo afetivo, eh, mas não precisa deidade de uma forma geral, tanto os próximos e imaturidade é justamente gerir suasões, lidar bem com a frustração, que é algo que hoje muito difícil, as pessoas se frustram muito rapidamente. mant essa confiança. E como é que se faz para manter a confiança do outro? É com clareza. Isso aqui me deixa inseguro, isso aqui eu não consigo lidar bem. E essa habilidade de você as próprias emoções ajuda muito nisso. E aí eu acho que tem algo que é muito importante, que são os rituais de encontro, né? É aquilo assim, o que que a gente vai fazer semana quando a gente vai viajar junto, planejamento de futuro, seja ele morar, conviver na rotina ou não, mas tem um ritual de contato. E eu acho que isso você se sente importante para outro. Asções mantém quando você se sente amado pelo podro que você deseja. É isso, né? Então, talvez esse seja um caminho interessante para relações à distância. Excelente. Muitos casais usam as mensagens, as redes sociais para se manterem conectados, né? Só que é preciso cuidado para que esse contato digital não vire aí uma bagunça. Por, gente, eh quando você escreve alguma coisa aí no no vamos colocar no WhatsApp, né? e você não consegue dar sentido àquela escrita e as pessoas têm uma mania de escrever sem pontuar e de repente o que você tá escrevendo é uma coisa e a pessoa que tá lá do outro lado vai entender outra, né? Então a gente precisa tomar cuidado também ao usar a questão aí das redes sociais para se manterem conectados. Você concorda, Daniela, que essa esse negócio de escrever, a comunicação que a gente usa, o jeito que a gente escreve, de repente não é da mesma forma? A gente tem uma intenção, mas a pessoa que vai receber, ela não tá recebendo da forma que a gente tá querendo entregar. Mas perfeito isso, né? Isso a gente vê demais. E é, né? Porque a comunicação ela é muito complexa, ela tem muitas sutilezas, muitas, muitas sutilezas. Então, qualquer entonaçãozinha faz diferença e e cada um vê o mundo conforme seus filtros, né, suas crenças, seus traumas, tudo. Então, eh, um fala uma coisa, o outro vai interpreta da forma que quiser. E com certeza no pessoal aqui a gente tem a possibilidade de captar muito mais sutilezas na postura do corpo, tudo, né? Então, porque uma mensagem não passa, né? Então, a a a mensagem é só um escrito lá que você preenche o sentido com, né, projetando todos os seus sentimentos, né? Então, se você já tá eh chateado com a pessoa, fala: "Nossa, como ela foi grossa, como foi seca aqui, né, e tudo, né? Se você tá super feliz na relacionamento, ok, beleza essa mensagem, entendi. Então vai muito do do do sentimento, né, da emoção que tá ali na interpretação, a questão do equilíbrio, né, emocional de cada um, né? Eh, agora a gente precisa eh se atentar também a essa questão, tipo, é legal, é gostoso, né? Então, a gente tá bem equilibrada emocionalmente, a gente só se vê aos finais de semana e aí às vezes uma coisinha ou outra que a gente precisa discutir, a gente coloca na caixinha, a gente curte o final de semana e essa caixinha ela vai eh guardando emoções, guardando sentimentos reprimidos e uma hora isso vai estourar, a gente sabe disso. Então, precisamos do diálogo, né? E tá tudo certo. Agora, vamos se atentar a um detalhe muito importante com as redes sociais. com essa questão da tecnologia. E aí quando a gente fala de namoros eh eh somente eh eh só no final de semana, né, a gente tem que se atentar a essa questão de monitoramento. Por quê? Porque tem o lado bom de você se ver aó só ao final de semana, mas quando você tá vivendo um relacionamento que não está saudável, que é tudo aquilo que tá guardado na caixinha, ele tá quase explodindo, aí vem o ciúme, vem a cobrança, aí pode ser que venha o tal do monitoramento, porque com a rede social hoje, com a internet, com a tecnologia, é muito fácil a gente monitorar as pessoas, né? E aí quando a gente fala de casal, isso quando vem à tona é algo muito preocupante que a gente precisa ficar atento a esse sinal que deve ser um sinal aí de encerramento de ciclo, né? Porque você eh eh que que você acha da qual a sua avaliação como psicóloga dessa dessa situação, dessa questão de monitoramento, né? Eu namoro só final de semana, então eu preciso monitorar o que a pessoa tá fazendo e vou falar para ela que eu estou a monitorando todo o tempo. E aí eh, é muito sofrimento paraas duas pessoas, né? É aquele negócio, né? Eh, a gente precisa de confiança no outro, de combinados claros ao que é legal que eu, né? Porque às vezes para uma para uma pessoa uma coisa que não tem nada a ver, para outra é ofensivo. Então a gente tem que ter esses esses combinados claros. E é claro, né? Eh, eu acho que é tão é é ruim uma pessoa que precisa ficar monitorando o outro tempo todo, porque a a um ciúme excessivo, uma insegurança excessiva, mas às vezes o outro também dá motivo, né? O outro não tá sendo uma pessoa confiável. Então, eh, só que pelos nossos traumas assim que a gente carrega, muitas vezes essas duas pessoas se encontram e se conectam, porque as neuroses se complementam assim, porque nós temos as nossas crenças inconscientes, por exemplo, na a infidelidade do homem, por exemplo, então eu vou acabar me conectando com um homem que ele é infiel, porque essas crenças inconscientes, elas têm muita força e muita vontade de se serem validadas. Então, ó, viu, meu relacionamento só me prova que realmente os aumentos são infi, né, realmente que tá fora ali do do seu racional que te atrai, né, que traz aquela química, nossa, a gente tem uma super química, muita vez essa química é a neurose ali alimentando, né? Poxa vida, né? as crenças limitantes, aquilo que você crê, aquilo que foi colocado para você, aquilo que você tem como eh uma coisa que vai te te eh perdurar durante toda a sua vida. Então, a gente precisa ficar atento a isso. E quando eu falei do monitoramento, a gente precisa ficar atento também a relacionamentos tóxicos, né? Porque o ciúme ele leva esse tipo de relacionamento. Aquele ciúme sem controle, ah, tem um ciúme é gostoso, mas até que ponto isso é legal? E quando a gente fala de relacionamento somente aos finais de semana, isso pode vir com mais força, pode vir mais exacerbado. Então a gente precisa se atentar a isso também, né? E é interessante a gente perceber que muitos casais modernos têm buscado esses relacionamentos mais flexíveis, mas que respeitam o espaço individual. Isso mostra, gente, uma mudança de mentalidade, onde o tempo junto deixa de ser medido apenas em horas e passa a ser medido em qualidade e presença, né? Então, a gente precisa também olhar para essa e esse lado aí da qualidade, da presença e do amor aí durante esses dois dias, o sábado e o domingo, né? Mas não deixar para trás também aquela questão da caixinha das emoções, que pode uma hora explodir e isso não pode acontecer. A gente tem que ir eh eh colocando pitadas de emoções e resolver as situações, né? E e tem que ser no final de semana, então tirar lá uma horinha para resolver as situações, para que isso não vire eh uma bola de neve e depois venha causar uma situação não legal para o casal, tá? Agora 8:41, a produção tá me avisando que a gente vai até 10 para as 9, porque nós temos evento lá no legislativo e vai ser ao vivo aqui pela TV Câmara Campinas. Então tá bom, 10 minutinhos acho que dá pra gente responder algumas perguntas, deixando claro aí pro pessoal. Dr. Márcio tá com dificuldade eh no no contato por conta da internet, tá gente? Então a gente tá tentando novamente, mas a gente quer agradecer a disponibilidade do Dr. Márcio. Obrigada, viu, por trazer pra gente algumas informações e a gente depende da internet e é isso que acontece. Mas vamos embora. Vamos seguindo aqui. 8:42. Eh, produção, pessoal tá participando através do WhatsApp. Vamos ver quem é que tá com a gente aí, o que que essas pessoas estão falando, né? Se tem algum depoimento, se tem algum questionamento, alguma dúvida, alguma pergunta, pode colocar pra gente na tela, por favor. Participação de quem nós temos aqui? A Isabela Monteiro do Flamboian. Relacionamento à distância precisa de mais confiança ou mais paciência para dar certo? Vamos lá, Daniela, nossa psicóloga. Mais confiança, mais paciência. Olha, eu acho que confiança é absoluto, né? Se você não confia na pessoa mesmo, ela tá estando lá todo dia do seu lado. Eh, eh, é fundamental, né, a confiança. Então, eu diria a confiança, porque a paciência é complicado, porque se você tá tendo, tendo que ter muita paciência, é porque você tá engolindo muito sapo, porque a pessoa, outra pessoa tá fazendo muitas coisas que para você não são legais. Então, eh, é importante paciência, porque nós somos seres diferentes, com, né, expectativas diferentes, histórias diferentes. Então, claro, claro que um pouco de paciência é importante a gente ter, que a gente sabe, ah, aquele tema é sensível para um, um tem uma expectativa diferente do outro. Então, sim, é importante ter paciência, mas não muitas. Se você tá tendo que ter muita paciência para estar num relacionamento que tá errado, você não tá num relacionamento bom para você. Às vezes você pela carência, por outras, né, geralmente é por carência, tá sustentando um relacionamento que que não tá legal para você. Então muita paciência não é não é bom não. Confiança eu acho que muito mais importante. É, você tem que ter muita paciência porque tem algo errado aí no negócio, né? Então paciência tem limite, né? Então a gente tem que ficar atento essa questão. Ah, tô se você tá dando assim, batendo, batendo, batendo, o negócio não tá não tá legal. Então aí precisa tomar uma outra atitude, não é? Vamos lá. 8:44. O Dr. Márcio voltou com a gente. Será, produção? Se ele voltou, vamos. Doutor, você tá conosco novamente? Tá me ouvindo? Ixe, eu acho que não. Eu acho que não. Ai, que dó. Mas tá bom. Então, gente, vamos lá. Nós precisamos encerrar daqui a pouquinho. Então, a última pergunta e a gente já vai para as considerações finais. Ô, produção, vê se consegue Dr. Márcio, pelo menos pra gente encerrar, tá? Tá bom. Se der, tudo bem. Se não der, já fica mais uma vez nossos agradecimentos ao Dr. Márcio aí pela disponibilidade. Vamos lá. Última perguntinha de hoje. O Gustavo Pereira do Jardim Garcia. Por que parece que quando a gente se vê pouco, cada briga pesa mais? Sério? E demora mais para ser resolvida? É quando tem briga, né? É aquele negócio que eu falei, o relacion a as diferenças vão ficando dentro da caixinha, né? E aí vai pesar? Claro que vai. Agora como é que faz? Vamos responder o Gustavo aí, Daniela. Não, eu acho que justamente isso, né? Porque tem conversas que que a gente sente que precisa ser de forma pessoal, presencial. Então, eh, mesmo porque mesmo presencialmente às vezes a gente não consegue falar tudo que a gente quer. A pessoa não consegue entender tudo da forma que a gente gostaria que a gente tá na nossa cabeça, quanto mais como que vai chegar na cabeça do outro. E não adianta, né, no final de semana, esse amor de final de semana, esse esse esse amor que tem mais distância, eh, tem eh o que a gente chama de ruído na comunicação, né? Eh, mais mas mais coisas vão ficando pouco clareadas, então vai pesando mais mesmo, né? Então, eu acho que eh dependendo da dinâmica do casal, sim, eh a falta de terem essa esse esse contato físico presencial eh vai dificultando esclarecer as coisas. E tem mais uma coisa que assim a da intimidade mesmo sexual mesmo, às vezes tem tem sonzinhas, tem sonzinhas que às vezes um encontro íntimo dissolve aquilo, as pessoas fazem as pazes, é um momento alegre, feliz. Então assim, quando você também fica muito sem ter esse contato, pode ser, né? Isso aqui não é na, né? Não existe, né? Simadesade, mas às vezes a falta desse encontro, dessa proximidade, desse toque também vai afastando e e e é uma oportunidade da gente fazer as pazes, né? Claro que não tô falando daquele relacionamento tóxico também, que briga, briga, briga, aí parece que a a química fica mais forte ainda. Não tô não tô falando desse ponto, né? Mas num relacionamento saudável, gostoso, esse momento de intimidade ajuda também a dissolver essas essas tensões. É, porque de repente as tensões vem por conta da carência, por conta do do ciúme, né? e às vezes não acaba resolvendo, mas a gente precisa ficar atento porque relacionamento é bom, desde que seja bom para mim e bom para o meu parceiro. Quando um dos dois está incomodado, precisa parar, sentar, conversar e resolver, mesmo que essa essa solução seja a dissolução do relacionamento, né? Independente se você namora, se você é um casal, se você vê só final de semana ou se você vê todos os dias e tá tudo certo. Vamos lá. 8:47. Vamos para as considerações finais. Dr. Márcio tá com a gente de novo. Será, produção? Vamos lá. Vamos ver se a gente consegue pelo menos agradecer ele pela participação e desejar para ele uma ótima semana. Vamos ver. Coloca na tela aí. Vamos ver se ele tá com a gente. Doutor, o senhor tá conosco? Ai, não acredito. Doutor, senhor tá com a gente? Tá me ouvindo? É, eu acho que ele tá ouvindo, mas tá com bastante delay. Eu não saí daqui. Eu tô ouvindo, eu ouvindo vocês. Tô ouvindo bem. Desde o começo tô ouvindo bem. Eu quero tinha preparado para funcionar. Doutor, a gente precisa encerrar. Mas então assim, eh eu quero agradecer a sua participação. A gente tentou muito, muito importante a sua participação com a gente. Obrigada pelo eh por se disponibilizar, né, a ficar com a gente durante esse tempo. Mesmo que a internet oscilando, a gente tá aqui. Então, muito obrigada. uma semana linda pro senhor. Obrigada por por participar conosco aí aqui do estúdio Câmara. Não, obrigado a vocês. Talvez eu prometo, eu vou aí presencial, né? Porque aí a relação vai ficar amiga, tá bom, doutor? Um abraço, viu? Obrigada. Que legal que a gente pelo menos conseguiu falar com ele e dizer aí a nossa gratidão por ele estar disponibilizando o tempo dele para ficar com a gente aqui. A gente também desejo mesmo para você uma semana linda, muito próspera. Obrigada por estar conosco e por contribuir quando a gente fala aí desse tema que é o relacionamento de final de semana. Dani, obrigada, viu? Muito obrigada pela oportunidade, pelo espaço. Realmente o doutor mostrou agora a a dificuldade do do relacionamento à distância, né? Exatamente. Tem um monte de coisa para falar, mas consegue falar só um pouquinho. É, você viu só? Nós tivemos um exemplo aqui da dificuldade do relacionamento à distância. Você quer falar, quer falar, quer falar. Tem tanto, doutor, tinha tanto para falar, claro, contribuiu, mas tinha mais para falar e a gente não conseguiu por conta da tecnologia. E isso pode acontecer no seu relacionamento. Então assim, por mais que você se relacione à distância, tire aí um tempinho para estar aqui, ó, olho no olho. E o final de semana é ótimo para isso, mas não esqueça de equilibrar e gerir com assertividade as suas emoções, aquelas que ficam guardadas na caixinha, né? Porque vai chegar uma hora que essa caixinha vai abrir e aí vai explodir tudo. Então a gente precisa ter assertividade, discernimento, sabedoria para lidar com isso, tá bom? Amanhã nós temos estúdio Câmara. E olha, vamos lá. Você já reparou como o conceito da beleza está mudando? Hum. Cada vez mais pessoas estão rompendo com os antigos padrões e assumindo uma estética que reflete identidade, liberdade e autenticidade. Os homens eh eh que se cuidam, vão ao salão e falam de autocuidado sem tabu. As mulheres que assumem os cabelos brancos, os corpos reais e os que são de verdade, né? Na era das redes sociais, as aparências também acabaram virando uma forma de expressão e o espelho passou a refletir muito mais do que estética. Reflete quem somos. Eh, você já parou para pensar nisso? No estúdio Câmara de Amanhã a gente conversa sobre como a nova geração está quebrando tabus estéticos e construindo uma nova ideia de beleza livre, diversa e real. Tem muita gente eh optando por ficar natural de novo. E a gente vai falar sobre isso amanhã aqui no Estúdio Câmara a partir das 8 da manhã. A gente conta com a sua participação, com a sua presença, uma semana linda para nós. Eh, entrego agora para o plenário José Maria Matozinho. Nós eh vamos direto com informações ao vivo do plenário. Depois nós temos a Íria, central de informação de inteligência artificial aqui da TV Câmara Campinas. ao meio-dia temos Câmara Notícia e também às 6 da tarde temos eh reunião para você, reunião ordinária direto do plenário. Você é nosso convidado todo especial para continuar na programação da TV Câmara Campinas. Valeu, gente. Um abraço grande, uma semana linda e a gente volta amanhã a partir das 8 da manhã. Beijo, até lá. [Música] [Música] [Música] [Música]