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Olá, começa agora o Em Pauta, programa focado nos trabalhos dos vereadores aqui da Câmara Municipal de Campinas. E hoje vamos conversar com o vereador Luís Rossini, que também é presidente aqui da casa de leis. Seja muito bem-vindo, vereador. Obrigado. Uma alegria falar com você. Bom, muito trabalho, né? Sétimo mandato já e também presidente da Câmara. Primeiro pra gente começar, pessoal, entender melhor, né, sobre os trabalhos. Conta um pouquinho da sua trajetória até aqui, como que o senhor enxerga, né, eh, a mudança e a transparência também desse cenário até hoje. É, na primeiro é legal lembrar assim, eu nunca planejei para minha vida ser político, não, né? Mas eu sempre tive uma atuação mais social, uma participação, sempre gostei de participar das coisas. Até que lá em 1988 eu participava do núcleo do PMDB dos empregados da CPFL e fui convidado, né, ou indicado pelo núcleo para sair candidato a vereador. topei eh, e já na primeira eleição tive a felicidade de ser eleito e foi fantástico porque no primeiro mandato que começou em 89, as câmaras municipais do Brasil inteiro tinha uma missão de elaborar a lei orgânica do município, né? Então, já comecei no meu primeiro mandato tendo que se debruçar para construir a lei orgânica. E ali foi um momento de crescimento, de aprendizado, porque a lei orgânica trata como o município vai ser Uhum. administrado, cuidado e aí versando sobre várias áreas, vários temas. Então, muitos, alguns artigos até da lei orgânica foram iniciativas minhas, né? São eh que deram frutos. Por exemplo, eu coloquei na lei orgânica obrigação do município, no prazo de 10 anos, tratar 100% do esgoto. Na época ninguém falava disso. Passados 10 anos da promulgação da lei, Campinas não tratava 5% do esgoto que acabou o Ministério Público entrando com uma ação contra a prefeitura e a Sanasa e culminou na elaboração do termo de ajustamento de conduta. Aí o município Sanas apresentaram um plano de saneamento e hoje, passado já muitos anos, Campinas possui estrutura instalada para tratar 100% do esgoto, né? Então é legal olhar para trás e saber que um artigo que a gente colocou na lei orgânica se materializou. Uma coisa que muitas vezes as pessoas nem percebem o valor, mas tratamento do esgoto é saúde, a qualidade de vida, né? respeito ao meio ambiente, mas já foi assim, já cheguei num momento bastante rico, né, que foi elaboração da lei orgânica, depois fui reeleito outras duas vezes, 2000 fui candidato a prefeito, fiquei um período fora, porque aí eu quem ganhou foi o Toninho do PT e mesmo ele sendo do PT ou do PMDB, ele me convidou para fazer parte do governo dele, né? a gente tinha uma relação muito boa. E aí depois eu retomei o mandato no Partido Verde, porque aí eu fui pro Partido Verde por uma opção também, né? Uhum. Eh, eu essas questões ambientais sempre me foram caras e tal. e recebi um convite, fui fazer mestrado em planejamento energético meio ambiente para adquirir conteúdo. Aí em 2013 retomei a o mandato na Câmara pelo Partido Verde. Fiquei três mandatos no Partido Verde e esse último aí eu migrei pro Republicanos, né? Sim. e também ir por republicanos foi uma coisa para mim mudar de partido por mudar não, eu preciso ter sentido significado. E foi interessante porque eu já estava como presidente da Câmara. Uhum. E conhecendo a história da Câmara, a biblioteca, tinha um quadro na biblioteca na hora que eu olhei uma tá na minha na sala da presidência, né? E no quadro estão personalidades da nossa história, né? Jorge Tibiriçá, Campos Sales, Quintino Bocaiúva, Jorge Miranda, Francisco Glicério e Francisco Rangel Pestana. E eles fundaram o Partido Republicano Paulista em 1873 e faziam reuniões em Campinas. Então, Campinas, né, foi protagonista no movimento republicano e os ideais republicanos se trazidos pro momento atual, eles estão muito presentes ainda. Liberdade, justiça, municipalismo. Então isso fal, opa, então eu vou pro partido republicano que tem também uma história, né? Então agora eu tô cumprindo o meu exercendo meu sétimo mandato hoje no Republicanos. Perfeitamente, vereador. Agora a gente vai entrar já então nas preposições, né, nas proposições aqui realizadas nos projetos de lei. Vamos falar também daqueles já sancionados, mas a gente vai começar falando sobre o projeto de lei, né, que dispõe sobre a licença, meios e publicidade no município de Campinas, né, falando um pouquinho sobre as BETs, né, como que foi pensada nisso hoje, que tá um cenário, né, falando sobre esse assunto aí em todos os meios de comunicação. Eh, infelizmente, né, a gente tem percebido que o assunto das betes tem assumiu uma proporção preocupante, tanto motivista social, eh, porque as pessoas estão tirando dinheiro do orçamento, do alimento para cá para fazer jogos na bet. Então, as pessoas estão viciadas disso e não tem controle. Antes as pessoas saíam para ir jogar, né? Hoje ela dentro de casa, sentado no banheiro, na sala, no seu quarto, elas ficam ligando, jogando compulsivamente. Isso tem destruído famílias, tanto que o próprio governo federal tem tentado regulamentar, restringir isso. Mas uma medida que eu considero importante e essa iniciativa do projeto de lei é proibir a propaganda de Bets em espaços públicos, né? Porque isso ajuda, obviamente, a fomentar essa intenção, o desejo de eh jogar nos jogos no no celular. Sim. Aliás, eu para ser honesto, eh essa é uma lei que já foi promulgada no Rio de Janeiro, na cidade do Rio de Janeiro, teve uma repercussão. Nós temos um promotor eh do Ministério Público Federal, Dr. Guilherme, que é muito atento a essas coisas. E ele me sugeriu, falou: "Por que que a gente não adota também uma legislação nesse sentido?" O que a gente quer proteger a saúde das pessoas, porque o vício, a dependência de jogos também é um problema de saúde pública, além de criar outras eh outras problemas mesmo na família, enfim. Mas a ideia é essa, né? Então a gente proibi aqui em Campinas que se faça publicidade das betes nos espaços e ambientes públicos, porque hoje tá muito o acesso tá muito fácil, né, a isso tudo e e é aquela questão do limite, né, vereadora, acaba ultrapassando esse limite e isso acaba entrando na casa e na família, né, de cada um. enquanto não tiver uma regulamentação mais rigorosa do da permissão, né, desses jogos nos nas mídias sociais, aí na internet, a gente tem que diminuir o essa campanha de que se faz no sentido de aliciar as pessoas para jogar, né? E e a pessoa começa, é claro que isso dá uma adrenalina de ganhar não sei o quê e a pessoa vai se envolvendo. Eu conheço pessoas que perdeu, teve que vender carro depois para perder o carro para pagar as dívidas disso. Então é muito ruim, é nocivo, né? Então, eh, por isso que a gente tá tentando com essa lei pelo menos dar uma contribuição ainda que pequena para proteger as famílias, as pessoas do vício do jogo, pelo menos diminuir um pouco o dano, né, e o risco, diminuir também esse acesso, né, e aquele aquele aquele algo que é assim chamativo demais, né? É, mas é isso. A propaganda tem essa finalidade, né, de atrair as pessoas, provocar um desejo, deixa eu experimentar, né? E ali é uma droga, né? Porque experimentou, meu, muitas vezes as pessoas ficam dependentes e viciam no jogo. Tá certo? Agora a gente vai mudar um pouquinho o foco. Vamos falar sobre um projeto que, aliás, já foi sancionado o dia da força expedicionária brasileira, né, que inclui no calendário oficial de eventos do município de Campinas. É um marco na cidade de Campinas, vereadora, resgatando um pouquinho a memória, né, dos pracinhas, chamados pracinhas aqui. É, eu até sem vou fazer justiça, o Major Jaime, ele tinha já instituído o dia da força Expendicionária Brasileira, mas a Associação, né, dos Expedicionários de Campinas, durante essa semana, eles realizam eventos a semana inteira. Uhum. Então, a gente transformou o dia numa semana da força Expedicionária Brasileira, sempre culminando com 8 de maio, que é o dia da vitória, né, que foi o final da Segunda Guerra Mundial. E a gente precisa com essa semana relembrar a participação dos pracinhas brasileiros eh nessa guerra. Às vezes as pessoas não têm noção, né? Mas o Brasil mandou um contingente grande de homens lá paraa Itália para combater o nazifascismo que tava crescendo na na Europa e ali na Itália. E assim a participação desses pracinhas foi decisiva também eh paraa vitória na Itália. Eh, são heróis que a gente precisa relembrar, memorar. E é e é interessante assim, é o espírito, né, o desejo daqueles que se candid se eh, como é que eu podia falar que se dispunham a ir lutar lá, lutar por um ideal, né? Então é o ideal que a gente precisa manter vivo. Eles foram lá para defender a democracia, para defender a justiça, a liberdade e deram a vida alguns deles para isso. E do contingente de eh pracinhas, né, da força brasileira, nós tínhamos muitos de Campinas, né, muitos. Então, eh, até pouco, acho que hoje já não tem mais nenhum vivo, né? Uhum. Mas a gente quer lembrar a memória deles. Por isso a semana tem essa finalidade. É uma o junto a a força brasileira, a Associação dos Veículos militares antigos, né? A própria participação do exército, da escola de cadetes. Há uma união de entidades para relembrar isso, né? fazendo exposições, eventos, palestras e oficializando, colocando no calendário oficial. Isso permite que o poder público, inclusive possa sim contribuir com isso, até aportando emenda impositiva para que esses eventos tenham uma projeção maior. E a gente gostaria que essa história pudesse ser lembrada e levada também para as escolas, né? É, faz parte da história do Brasil, da história de Campinas e assim fica, é uma forma também de reverenciar a memória daqueles que foram defender, né, a democracia no mundo e mostrar realmente como que era essa batalha, né, porque tem até no caso das exposições, o cenário que eles montam, né, exatamente como se fosse ali aquele campo de batalha, né? É, exatamente. Eles reproduzem essas cenas, né, de guerra, tal. E e aí mostra o seguinte, naquela época os recursos que eram dado pros soldados para enfrentar, por exemplo, o Brasil não tem inverno rigoroso, eles saiu daqui com a roupa que ele tem. Aí chegaram na Itala sob neve, né? Aí próprios instrumentos, né? Além do fardamento, as armas, os veículos, né? as as cozinhas que eles montavam, a ração que eles tinham que levar. Sim. Então, tudo isso é relembrado para mostrar um pouco como é que era uma guerra. Guerra nunca foi boa em tempo nenhum, né? Mas meu Sim, que eles passavam, né, naquela época, né, como que era? E uma coisa, né, porque muitos, graças a Deus, a maioria voltou, né, eh, vivo, mas às vezes volta com traumas, com sequelas, né, que a gente precisa cuidar disso também. Depois fica a saúde mental, né, vereador? Verdade, verdade. Mas assim, a a essa participação do Brasil, da Força Brasileira, precisa ser lembrado, faz parte da nossa história e essa semana ter o objetivo de recontar e reviver essa história. Perfeito, vereador. falando ainda sobre essa semana, né, de comemorações também de confraternizações e eventos aqui na cidade de Campinas. Também tem o que inclui no calendário do município o concurso comida de boteco, que é bem também referência aqui na cidade, né? Aliás, assim, eh, não nasceu aqui, mas Campinas é uma das cidades em que o concurso comida de boteco assim pegou, ganhou força. E é muito interessante, né? Porque quem participa dessas competições são famílias que t os seus bares, que t um prato, um lanche, um cardápio que vem de gerações, do avô, pro pai, pra mãe. Então é uma forma primeiro de ajudar a divulgar a nossa gastronomia local, né? Reconhecer, valorizar esse segmento da economia que gera emprego, renda, né? E durante a comida de boteco, a gente tem surpresas. Cada vez a gente conhece um boteco novo. E mais o que conhecer um boteco novo, assim, um prato, uma comida, é delicioso. E atrai gente, eh, não só de Campinas, ajuda a movimentar, fomentar o turismo também. E por que que a gente resolveu oficializar e colocar na no calendário da da cidade, né, como um evento oficial para dar valor a uma coisa que é importante, né? A assim, os a gente chama barba, boteco, que participam, eles se preparam, se organizam, né? Tem a questão da criatividade. A cada ano eles tentam inovar, pegando uma receita lá da avó, da nona, tal, trazendo, fazendo uma adaptação, eh, movimenta realmente a cidade. Então, é um evento importante, por isso a gente quer que isso se se permaneça mesmo, que todo ano seja reconhecido, né? Tem esse valor cultural também que é muito legal e e é muito bom, viu? Eu tenho participado, acompanhado aí eh algumas comidas de boteco. Eu nunca fui jurado. Nosso companheiro Roberto Cardinal é jurado, sabia? Ah, é jurado. Aí é bom, né? E aí e é muito legal, né? Porque eles têm uma regra, tem todo aquele critério tal da roupagem que comida de boteco faz, mas é um evento importante, então por isso que a ideia foi torná-lo oficial também no calendário da da cidade. E é interessante isso, né, que o senhor falou sobre eh contribuir para essa economia mesmo, né, aqui na cidade, porque tem a geração de renda e como disse, né, vai passando de geração em geração e isso acaba também trazendo um pouquinho dessa importância, né, dos familiar. característica da grande maioria dos botecos, né? Uhum. É família. Eles são tocados por família, né? Então, quem tá na cozinha a mãe, a avó, a nona, né? No balcão é o o pai e o filho atendendo. E é legal porque assim, comida de boteco, além do prato específico, lanche, né? A comida, eh, tem todo o entorno, né? assim, a preparação, acolhimento, a qualidade do serviço, tal, isso melhora, inclusive dá um up, né? E também a história de cada um, né? A gente vai conhecendo também a história, como que surgiu, né? História de vida mesmo. É, tá atrás de cada prato tem uma história ou da receita ou de quem criou lá e vai buscando nas gerações. Muito legal isso. E as receitinhas, os segredos, né, que ninguém quer contar. Na verdade, a fórmula eles nunca revelam, né? Eu só deixam você provar e fala: "Ó, isso aqui não, mas é legal eles." E mas você sabe assim, a gente fala do comido de boteco, mas eu também coloquei como patrimônio eh cultural de Campinas o o lanche Boquinha de Anjo, em Campina, Giovanete e tal. E é muito legal, espalhou, tem uma história, né? Tem um e hoje tantos outros, né? acabam reproduzindo, né? Mas o original mantém lá, mantém vivo. É patrimônio nosso. Eu acho que a gente tem que ter orgulho de falar aquilo que é bom, que foi criado na na nossa cidade e ajuda a projetar a cidade também. É isso aí. Bom, vereadora, agora mudando um pouquinho o tema, mas ainda assim falando, né, do dos projetos, o senhor protocolou o projeto de lei, denomina aí espaço criança até o coelho, Lima Silva, né, em uma área pública, né, falando, infelizmente, né, dessa criancinha, uma história, né, triste, mas que traz também esse conforto para as famílias. Como que foi pensado? Eh, então esse espaço, esse espaço T Coelho ali na área do cartódromo, na Lagoa do Taquaral, é criar um espaço específico que hoje já tá sendo utilizado muito pras crianças que vão aprender a andar de bicicleta, encontro de famílias, tal. E é para assim relembrar a memória de uma criança que tinha um problema sério, né, infelizmente, mas tinha muito muita vontade de viver, né? Então, mesmo com o problema de saúde que tinha, eh, que era uma doença praticamente terminal, Uhum. que enfrentou com força que a gente não consegue nem imaginar, mas assim, todos que tiveram e conviveram com o Té, né, via nele essa alegria, essa vontade, esse desejo de viver. Então, só foi uma forma de homenagear, tentar minimizar um pouco a dor, o sofrimento, né, da família, mas também manter viva essa energia de uma criança que no período que ficou aqui cumpriu a sua missão, né? Então, foi o propósito, esse foi o propósito. E na verdade eu fui procurado, foi uma sugestão até do Thiago Ferrari. Uhum. Que ele está à frente do pique, né, o programa Primeira Infância Campineira. e conhece a mãe do Té. E às vezes o exemplo dele é citado em alguns momentos para mostrar que a gente tem que valorizar a vida, viver com intensidade, mas eh com segurança, com qualidade, com conforto, que as as ações, inclusive do programa são para potencializar esse período da infância que é fundamental pro desenvolvimento da criança, né? Eh, tem uma frase antiga que fala: "Pior coisa da vida é sair da infância sem ter sido criança". Sim. Sim, né? Então, a o brincar é importante, né? Pro desenvolvimento cognitivo, emocional da da das crianças. E a gente tem que estimular isso. E aquele espaço lá no cartódromo, na Lagoa do Taquará, é um espaço para isso, para que as pessoas possam brincar. As crianças vão lá brincar, né? Hoje a gente percebe muitas crianças, infelizmente, só ligadas no celular, né, nas redes sociais, precocemente, muito tempo lá, e perdendo aquela coisa do lúdico, né, da brincadeira na rua. E é um desenvolvimento mesmo, né, né, vereador isso não, pro desenvolvimento da criança é fundamental. Então, foi uma honra poder. Ar livre, né, aquelas brincadeiras antigas, né, que a gente fala. E é tudo isso que a gente esperou, que a gente espera concretizar com essa homenagem que foi feita ao TEL. Perfeito. Agora a gente vai falar sobre também um projeto de lei, na verdade, né, um requerimento sobre a construção e a viabilidade, né, de uma biblioteca municipal ali no centro, né, de Barão Geraldo, falando também de um polo, né, de estudantes, né, vereadora, ali na região. Aliás, eu acho, eu sinto falta danada de mais bibliotecas na cidade. A ideia é que a gente fez um requerimento de estudos para pensar se tem projeto, planejamento, como é a Secretaria de Cultura vê isso, porque as bibliotecas elas são locais de encontro, colocar possibilidade da da pessoa fazer a leitura de um livro, viajar, né, na imaginação. E foi muito legal que quando surgiu essa ideia de vamos ampliar mais bibliotecas na cidade, lá em Barão Geraldo, uma professora aposentada que era professora de português, ela veio me mandou uma carta parabenizando pela iniciativa, porque quando ela foi professora, ela pegava as crianças e os alunos dela e assim a escola tinha uma biblioteca pequena, mas ela levava pra praça para outro outros ambientes, às vezes tinha dificuldade de encontrar locais mesmo em Bajano Geraldo com biblioteca, né, para ajudar na na assim na educação, na formação desse primeiro estimular a leitura, né? A leitura, a leitura é uma prática fundamental pro desenvolvimento da pessoa, da inteligência, do vocabulário, ajuda demais. Então, uma as bibliotecas além de ser locais de encontro, é isso para estimular a leitura, valorizar um pouco a nossa literatura, né? Nós temos a autores, né, de obra, seja de infantil ou não, brasileiros que precisam ser mais conhecidos, precisam ser mais lidos, né? Isso ajuda na formação cultural, intelectual das pessoas. Então, Barão Geraldo, como você falou, tem um tá ali perto da PUC, etc. Ele tá, mas não tem uma biblioteca pública. Daí as pessoas têm que se deslocar até aqui, né, Campinas, no centro. Às vezes fala: "É, mas hoje eu tenho acesso pela internet, eu posso baixar". Mesma coisa, né? Do que você sentir o livro, folha, pegar, tocar. Eu acho que até ajuda assim, porque o nosso cérebro é um negócio fantástico, né? A leitura você tá lendo, quando você pega, você tem o tato, você tem o olfato, você tem a questão do ambiente, parece que consegue entrar melhor na cena, né, naquele cenário. É, eu acho que produz um efeito maior, né? Então, a ideia é essa. Na verdade, eu apresentei esse requerimento aguardando aí o retorno, mas seria muito legal se a gente conseguisse fazer com que tivéssemos mais bibliotecas públicas. E ali ainda, né, uma das principais avenidas também de Barão, né, com muito fluxo, muita movimentação, seria, né, realmente excelente naquele Sim. Ali a sugestão, porque a professora mora ali perto, tal, mas também eh eventual que não fosse ali, mas tem que ser local de fácil acesso, né? Que as pessoas possam frequentar, que as escolas possam ir. É isso aí. Tá certo, vereador? Agora a gente vai falar um pouquinho sobre as demandas também da população, sobre as indicações, né, falando sobre esse contato direto, né, com os moradores de vários bairros aqui da cidade sobre revitalização, né, de praça, de iluminação. Isso também são demandas que vem direto, né, dos próprios moradores. Inclusive a gente separou uma aqui falando da Praça Sebastião Gonçalves Coelho, né, localizado ao lado da escola estadual Dora Maria Maciel de Castro, que fica ali na vilage Campinas, né? Vila de Campinas, Vilagem mesmo, né? Foi uma demanda da população, como que foi? É, na verdade ali a gente tá solicitando a revitalização, né? É, tem uma, o Vilagem, é um bairro assim de Barão Geraldo meio afastado e tem essa escola estadual do Hora Canso e tem uma área enorme ao lado dela. E aí e no bairro não tem um local, uma praça com equipamentos de lazer, de esportes, né, que dê conta de atender a necessidade da população. Então, a pedido dos moradores dali, de alguns que praticam inclusive atividades hoje, eh, pessoas, o centro de saúde que vai est construindo um novo ali do Vilagem, mas ele utiliza emprestado um espaço do clube de campo do Fonte São Paulo para poder fazer atividades. Então, ajudaria ter um local assim reurbanizado com uma quadrinha de esportes, com equipamento de ginástica, com pista de caminhada, iluminado, né? Não só para para a própria unidade centro de saúde ia poder utilizar, né, para atividade física, principalmente para pessoas da terceira idade, mas as crianças, os bairros desenvolver projeto lá de educação, de futebol, vôlei. Então eu recebi essa demanda, a gente encaminhou a solicitação pro prefeito. É claro que isso tem um processo, tem que desenvolver projeto, entrar no planejamento, mas a gente espera no futuro poder dotar ali aquela praça no bairro Vilage, do lado da escola estadual do Araco, também desse equipamento de lazer, que eu acho que é fundamental, fundamental ali pra população. falando ainda um pouquinho sobre essa questão de manutenção também, uma indicação, né, da manutenção na estrada da cerâmica até a estrada da rodia também ali em Barão, né, também de muito acesso, né? É, é muito, na verdade assim, Barão Geral é muito grande, né? Tem lá mais de 60 bairros, tal. E esse trecho que vai da estrada da Rodia, né, que a que a gente chama até e vai liga pro vilage, para aquela região, é muito utilizado e é um trecho que não é pavimentado, né? Então, e as pessoas usam bastante muitas vezes para deslocar pra escola, pro comércio. Uhum. Então, nós fizemos uma solicitação, né, pra subprefeitura de Barão e tivemos acompanhando inclusive lá. Eu quero agradecer até o subprefeito de Barão, toda a equipe, secretário Enos Paulela também, porque essa manutenção ela foi feita, né? Isso ajuda muito a vida das pessoas que passam por ali. É uma obrigação, né? Então, na verdade, quando chega a uma demanda no nosso gabinete da população, vereador, nós estamos com problema sem aí eu fui lá ver e num época de chuva, inclusive muita erosão, dificuldade pros carros passar, tem que passar num cantinho com cuidado à noite, um risco grande. Uhum. Então, atendendo a reivindicação da população, fizemos a indicação e fomos acompanhar o a execução da obra lá. é um pouco o papel do vereador, né, que é uma ação de fiscalização, né, porque se a pista não tá bem cuidada, é porque o executivo não tá conseguindo fazer que a sua obrigação. A gente só faz a indicação e procura que isso seja priorizado, né? E esse é um dos exemplos de atuação de vereador que a gente faz quando recebe demanda da população. É, inclusive a gente recebeu outras também aqui informações, né, sobre a solicitação também de uma faixa de pedestres na Avenida José Próspero, né, que fica ali no Parque das Universidades também, né, um pedido da população. É. E ali no Parque das Universidades, essa faixa de pedestre, ela vem complementar Uhum. uma solicitação. Lá tem uma praça grande, é chamada praça arborizada, e as pessoas não usavam, né? Ela fica ladeada por essa avenida, muito trânsito intenso. E aí a associação de moradores lá com a comunidade tem intenção, inclusive de implantar uma feirinha noturna lá. Nós recebemos indicação, fizemos reunião no local, levamos a secretaria, levamos o pessoal da iluminação, já foram feitas algumas intervenções na praça, a calçada lateral, uns passeios para as pessoas poderem andar dentro da praça, foi iluminado. Eh, e aí, obviamente, como ela ela fica ilhada como se uma ilha da avenida dos dois lados, havia necessidade e nós pedimos além da faixa de pedestre, lombada. Então já foi instalada a lombada e também a faixa de pedestre. Ali é um acesso muito grande, principalmente paraa universidade e tal, e às vezes o pessoal andava exagerando na velocidade. Então para dar segurança, para que as pessoas possam usar aquele espaço com segurança, a gente solicitou e a INDEC, atendendo a solicitação, implantou as lobadas e fez essas faixas de pedestres. tantos outros bairros também, né? Nas ruas também do bairro Vista Alegre também o senhor faz esse acompanhamento e a comunidade ela cobra, né, vereador, quando elas pedem, mas também ficam em cima ali para saber se tá sendo realizado, né? tem essa cobrança. É, a gente na Câmara inclusive procurou ampliar os canais de acesso de comunicação, né, da população com os vereadores, né, próprio aplicativo Câmara Cidadã, mas a gente recebe diariamente ou presencialmente as pessoas que vêm no gabinete ou por WhatsApp, por e-mail, por telefone. Uhum. E também eles, pô vereador, precisamos que você venha aqui no bairro dá uma olhada numa situação. E eu eu tenho uma atuação assim que é nascida, por est no sétimo mandato, né? A gente acaba fazendo contatos, criando vínculos com famílias, com comunidades no bairro inteiro. Então, de Barão Geral, da região do Ouro Verde, bairro Vista Alegre, Souza, Joaquim Egídio. Uhum. Aqui essa área do Guanabara, centro. Então, eu acho que é o papel do vereador, né? Porque o vereador representa a população e uma forma de você representar é saber o que que a população demanda, o que que ela precisa. E na hora que chega a solicitação, lembrando que o vereador é instrumento, né? Quem executa é a prefeitura, mas as pessoas Rocinem e aquilo vai sair. Aí você tem que ir atrás, cobrar, tentar garantir que seja incluído na prioridade, no planejamento da prefeitura. E obviamente quando acontece o serviço é a gratificação é você ver que as pessoas ficam felizes, se sentem valorizadas, respeitadas, né? Porque o que a gente tá fazendo é que o estado através do município devolva pro cidadão aquilo que ele recebe nos impostos, né? Então no mínimo é garantir qualidade de vida, é um direito direito. É isso aí. Tá certo, vereador. Muito obrigada pela sua participação, por contar um pouquinho da sua trajetória e de tanto trabalho realizado aqui na Câmara Municipal que ainda não acabou, né? Tem muito mais aí pela frente. Não, eu que agradeço e é sempre legal a gente poder dar retorno, prestar contas de uma forma, né? Essa equipe da TV Câmara é maravilhosa, né? Porque a gente quer isso mesmo, que as pessoas possam, assim como eu, todos os vereadores, vem aqui falar um pouco da sua história, como é que exerce seus mandatos e principalmente como é que a população pode, obviamente acessar e cobrar dos vereadores que eles cumpram a sua função. Tá certo? Muito obrigada mais uma vez, vereador. Bom, o programa em Pauta fica por aqui. Você pode acompanhar na íntegra pelo portal tvcamaracampinas.com.br. BR. Te espero na próxima edição. Até lá.