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Começa agora o programa em pauta e o nosso convidado de hoje é o vereador Benelima. Seja muito bem-vindo. Obrigado. Bom, o vereador que está no seu primeiro mandato, esse programa que fala, né, retrata e traz um pouco aí da história dos vereadores aqui da Câmara Municipal de Campinas, dos trabalhos, das proposições. Então nós vamos começar falando de um dos projetos de lei, vereador, que ele tem a obrigatoriedade de eh trazer, né, levar, ou melhor dizendo, nos supermercados carrinhos adaptados para as crianças com algumas eh deficiências, neurodivergências. Qual é o a proposta, né, desse projeto e por que que foi pensado nessa iniciativa? Olha, eu tenho eu tenho uma uma munícipe que me procurou e ela tem uma filha que é especial, né? E ela tem esse problema que a filha dela já grandinha, tem 15 anos e quando ela vai ao supermercado fazer compra, não tem carrinho adaptado, só tem carrinho para crianças. Eh, eu não sou muito de criar burocratização na cidade, eu não gosto, porém eu acho que isso é uma necessidade de quem tem um filho. É, então eu não posso pensar em mim, né? Eu tenho que pensar no munícipe. Então, se ela me procurou que ela tá com esse problema, então, eh, nós temos que fazer esse tipo de projeto de lei para que obrigue as empresas, os supermercados a disponibilizar esse tipo de carrinho. Mais uma vez, eu não gosto de burocratizar o sistema, a o estado, mas quando há necessidade de intervir, aí nós temos que fazer, né? Porque da mesma maneira que já tem, né, os carrinhos propriamente ditos ali para as crianças, né, pequenas, eh, que possibilita aí o maior circulação, né, das famílias que precisam levar as crianças. Seria mais ou menos nesse sentido, já aproveitando essa possibilidade, mas uma alternativa diferente para quem necessita mesmo, né, vereador, e como que seria essa essa proposta? teria um mínimo de de unidades por estabelecimento. Olha, eh nós colocamos eh a princípio supermercados rede grande, né? Supermercados grande, até porque mercado de bairro não não tem como atender esse essa esse requisito, né? Eh, aí nós nós a a priori seria mercados grandes. Eh, a questão do mínimo seria três se for uma rede grande. Uhum. que a gente também sabe que não é uma demanda um pouco baixa nos em Campinas, mas tem, né? Então, se tem, nós temos que fazer atender esse tipo de população também. No caso dessa munícipe que me procurou, a filha dela nasceu com parális infantil, então ela tem 16 anos, já não cabe mais no espaço de criança, então ela precisa de um de um pouco maior para ela poder ir ao supermercado. E tem, a gente sabe também que muitas mães não têm com quem deixar seus filhos, então é mais um tipo de necessidade aí. por parte do poder público intervir. E essa essa demanda vem justamente de uma pessoa que sentiu na pele essa necessidade, né? É isso. A gente tem que se colocar no lugar do outro, né? E como representante do povo aqui, nós temos que fazer isso, intervir para o povo. Tá certo, vereador? Bom, um outro projeto também que foi bastante debatido, né, aqui nas sessões ordinárias aqui na Câmara, foi em relação à divulgação, né, de informações de pessoas desaparecidas. Mas isso seria no sistema eh público ã ou somente em sistemas em sites da prefeitura? Como que seria essa proposta? É a proposta. Eh, hoje nós temos a rede social que é muito forte, né, que é o carro chefe de tudo aí, de empresas. As pessoas ficam conectadas praticamente 24 horas ali no na rede social, né? Então, a proposta é que no site ligado à prefeitura ele tem esse tipo de informação eh de dos munícipes ou alguém da região para que divulgue lá no site da prefeitura. Eh, não é empresa privada, é só o poder público mesmo. O poder público. E nessas informações tem que conter constar, ou melhor dizendo, os dados, né? Foto, é, foto, a cidade, o lugar que a pessoa desapareceu, a idade, as informações básicas para que, ah, por exemplo, ah, sumiu no taquaral, aí a pessoa sabe, olha, eu moro no Taquaral, eu vi a fulana de tal. Então, e para que as outras pessoas também que conheça, né? eh divulgue, que fique mais fácil o acesso para quem eh tem uma pessoa desaparecida, que a gente sabe que deve ser uma dor mensurável, deve ser um desespero. Então, é só uma um complemento, uma ajuda aí eh por parte do poder público também, porque qualquer ajuda é bem-vinda, né? No sentido assim, às vezes a pessoa ela passa por essa situação, uma dificuldade, a angústia de não saber onde está, né? se tá vivo, se está morto, porque eu acho que a espera que ela é o mais doloroso, né, vereador? Sim. Na verdade, eh, esse projeto de lei, ele é mais um complemento pra polícia civil, né, que isso é o papel da polícia civil, mas mas vai mais de encontro com eh esse complemento para que ajude a polícia, os os responsáveis também, né? Mas a gente sabe que é um papel de investigação na polícia quando a pessoa desaparece, mas a questão mesmo para ajudar mesmo eh um espaço que é que é público, né? é do povo e é mais o como o nome mesmo já diz, é uma, é a divulgação, é deixar mais de fácil acesso paraa população, de repente encontrou e ali, de repente tá passando ali no site da prefeitura ou nas redes sociais, viu alguém parecido, já fica muito mais fácil essa disseminação da informação, né? Sim, sim. Esse é o objetivo, seria esse mais o objetivo e vai beneficiar as famílias que passam por essa situação. Bom, vereadora, um dos temas também em pauta nas reuniões, né, que a gente fala bastante é sobre as mulheres, né, falando um pouquinho sobre proteção aí das mulheres e defesa das mulheres, um tema bastante eh recorrente aqui nas sessões também. e tem um projeto de lei que é eh falando sobre Patrulha da Mulher, como que é vista essa essa iniciativa também, como que é visto esse projeto e essa proposta? Olha, na verdade em Campinas já existe esse programa eh da secretária Alessandra Herman, elas são um excelente trabalho em Campinas, só que é um programa e instituído pela prefeitura, não é lei. Então eu estou querendo apenas tornar esse projeto lei pra cidade de Campinas para que seja obrigação, porque hoje a prefeitura não tem obrigação porque não se trata de uma lei. Então é um programa, o prefeito também eh comprou essa causa. E eu só coloquei no papel, que é o nosso papel do legislativo, né? Então, já existe esse programa. Eu estou cumprimentando aí com a secretária, conversei com a secretária Alessandra antes de tomar essa medida e ela gostou das da gostou do do projeto, né? E eu protocolei. E foi determinado assim, eh, mais ou menos um mês que seria a data, já foi falado sobre isso, não? Na verdade, tá em tramitação na casa, né? tá passando pelas comissões. Eh, e assim que finalizar as comissões, eh, aí vai ser um debate sobre vai ser um debate e a gente sabe que essa casa debate bastante essa a questão eh da proteção das mulheres, né? Uhum. Eh, tendo em vista também que o aumento de feminicídio no Brasil aumentou muito, eh, não é municipal essa questão, mas é assim, eh, no Brasil todo, né? E aí é uma grande preocupação e em proteção das mulheres, né? Então é mais para resguardar o projeto que a prefeitura já tem. A gente sabe que foi criado também a Secretaria da Mulher. Uhum. E aí a secretárias vem bastante vem fazendo bastante ações, inclusive esse projeto também eh foi dela. Então eu achei nada mais justo que colocar no papel, fazer uma lei e fazer funcionar o projeto. E como já existe esse programa com tantos outros programas também, até a própria Guarda Municipal que tem, né, o serviço Gama, que também acolhe, tem outros projetos também, a salão lilás, né, a sala lilás, que também é de defesa da mulher, então ele se torna, obviamente, se for aí essa proposta para se tornar lei, vem de encontro também com essas ações de políticas públicas para as mulheres, né, vereador? Isso aí. É, nós temos a comandante da guarda também, né, que é a Lourdes aí. Ela é uma mulher bem combatente aí essa questão do feminicídio, a questão de brigas eh familiares. Então ela ela protege bastante as mulheres. Nós temos os os ponto amigo em Campinas, alguns, né? Ponto amigo, temos algumas ações da prefeitura, da secretária. E aí, mais uma vez esse projeto é mais para ir de encontro e dá um suporte para essas outras ações que vem acontecendo na prefeitura de Campinas. é mais um programa para que as mulheres se sintam, né, mais protegidas e acolhidas, né, nesse sentido, principalmente aqui na cidade de Campinas. Ainda falando sobre as mulheres, né, mas com outro foco, é um projeto de lei complementar que institui o programa Passe Livre, mãha típica campineira. Como que foi pensado também nessa proposta? Olha, essa é a mesma questão da do carrinho de supermercado. Eh, é óbvio que é para pessoas que estão cadastrada no programa eh de baixa renda, né? É para para que a pessoa essas pessoas elas utilizam muito hospitais, clínicas. Eh, sabemos também que muita muitas pessoas não tm carro, não tem que levar. Então, eh, seria mais um suporte também para essa família, né? para que ela possa levar o seu filho que tem deficiência, eh, por exemplo, na PAI, no hospital, onde ela tiver que ir, né, levar seu filho. Então, esse também é um projeto que vai de encontro aí com as pessoas com deficiência, as pessoas que mais precisa na cidade, né? E são pessoas, né, que vem de famílias, né, que são de situação de vulnerabilidade, que vivem em situação de vulnerabilidade, baixa renda, seria como se fosse essa a tarifa zero mesmo. Elas não deveriam eh pagar por fazer esse deslocamento. Sim, sim. Nas clínicas. É, no caso dessa munícipe aqui que eu tô espelhando esses dois projetos, ela é uma mãe solteira, ela não trabalha porque ela não tem como trabalhar por causa da filha. Uhum. e ela vem de trufa para conseguir fazer o suento da família e aí ela vive, ela sempre fica fazendo rifa e tal. Então assim, esse é um um dos exemplos, só que tem muitas mães dessa perdida em Campinas, no Brasil. Então, eh nós não podemos fechar o olho para essas para essas pessoas. Elas precisam do amparo do estado, preciso do amparo do município. E quando ela me procurou, óbvio que eu não vou hesitar em ajudá-la, porque ela não está pensando nela. quando faço um projeto desse, ela tá pensando num todo mães de crianças atípicas, né? Uhum. Então, eh, eu propus esses dois projetos aí em relação às ideias que ela me deu, né? Eu não sou muito, eu não gosto de burocratizar o estado, mas isso aí são necessidades que a gente tem que colocar no lugar do outro, né? Então, é como se ela tivesse representando todas as mães, né? Todas as famílias que passam por essa mesma situação. É porque assim, ela tem acesso ao vereador. Muitas pessoas não não sabe como vir, como procurar. A gente sabe que a câmera aqui é aberta, pode vir qualquer hora, mas muitas mães não sabem eh como fazer. Então, como ela tem esse tipo de acesso, ela vem, ela ela cobra, ela dá sugestão e nós estamos aqui para isso, né? E no caso, como que essa família ela vai conseguir esse benefício, vereador? como que ela faria para adquirir esse esse passe livre? Olha, isso eh vai ter que ser um sistema que já tem da prefeitura, que tem as pessoas cadastradas no CAD único. Aí essa pessoa vai solicitar pelo pela Transurc e a prefeitura faz o repasse. A prefeitura já faz o repasse hoje da parcialidade do que as empresas ficariam no prejuízo. Então seria o repasse das pessoas que têm deficiência das mães atípicas. Aí seria esse esse essa ligação entre entre os poderes aí, porque já tem também, né, uma triagem feita, né, das famílias que é, nós já temos o CAD único, né, que é do governo federal, tem o municipal também. Então, tem o programa já de subsídio eh municipal que é interligado com o federal, né, das pessoas que recebem Bolsa Família, Vale Gás. Então, eh, só iria só mais um complemento aí pra mãe das típicas. Na verdade não vai dar trabalho nenhum, é só é uma pesquisa bem fácil. É meio caminhando. Já tá certo. Bom, outro projeto de lei complementar é sobre a interrupção dos serviços de fornecimento de energia e água do município. Como seria isso, vereador? Hoje também foi uma demanda de alguns moradores sobre essa questão do interrompimento de do serviço de água e energia. É, na verdade eles, o projeto de lei, ele visa não interromper no final de semana, aos final de semana, porque a pessoa não tem como muitas vezes pagar no final de semana, porque até porque mais uma vez também pensando no mais vulnerável, ele não tem às vezes aplicativo de banco, não tem acesso, então ele acaba pagando em agência bancária ou na lotérica. Então esse projeto é para não interromper aos finais de semana. É, eh, não tem o poder de falar para não interromper, né? Essa pessoa tá devendo, mas é para não interromper aos finais de semana. Mas é um desafio isso, né? Essa demanda desafio é um desafio para as empresas, mas no caso da água é uma empresa é municipal, então seria mais fácil. Agora a CPFL já é um pouco mais complicada, mas como ela tá operando no município também, ela tem que obedecer as regras do município, né? Se se virar um projeto de lei, ela vai ter que obedecer. Ela vai ter que obedecer. Mas nesse sentido, eh eh o essa pessoa, né, esse morador, esse munícipe, ele hoje ele consegue fazer eh negociações, né, renegociar parcela para poder ter o serviço de volta. Nesse caso, então seria para não interromper, mesmo que ele não eh tenha pago nesse período. Tem que ser no dia útil, né? É, tem que ser no dia útil. Eh, a questão da negociação, aí nós nem entramos nem entramos nesse mérito porque como é uma empresa privada, não cabe a nós, mas é mais a questão do dia mesmo não ser final de semana, do restante continua as regras normais normais dele. Não tem como nós intervirmos nisso e também nem queremos burocratizar serviço deles. Uhum. Mas é só pensando também aí numa no mais vulnerável isso no mais vulnerável vulnerável nesse sentido. Bom, falando sobre agora a questão de segurança no transporte, a gente já tava falando um pouquinho sobre isso, né, vereadora, também o projeto de lei, uso de câmeras, né, dentro aí do do ônibus, do transporte público. Também foi bastante debatido aqui nas sessões, inclusive sobre isso, né? Eh, como que vai funcionar e o que traz de benefício para as pessoas pensando na segurança, obviamente, né? Olha, na verdade, eh, é um pouco para coibir eh assalto, né, em ônibus. Eh, tem crescido um pouco de assalto aí nos pontos de ônibus. É um absurdo. A pessoa tende trabalhar e aí vem o marginal, né, e furta a pessoa, rouba, né, a pessoa no ponto de ônibus. Tem, tá tendo caso também dentro do do dos ônibus, né? E também tem a questão de acidente, questão de esquecer objeto. A câmera ela funciona para muita coisa, né, no transporte público. Então esse é o projeto de lei. O o meu objetivo é a segurança, porém ela vai desencadear outras áreas também, que pessoa esqueceu um celular no banco, esquecer algum tipo de coisa, teve alguma confusão com motorista. Então tudo isso é para coibir esse tipo de de ocorrência que vem acontecendo na cidade de Campinas. A gente sabe que diariamente aí são mais de 200.000 1 pessoas que deslocam eh no ônibus, né? Então é mais para coibir isso mesmo. E o objetivo maior é diminuir o diminuir ou zerar o furto, né? A gente sabe que eh não diminu vai diminuir, na verdade o cara quando ele vai pensar em roubar, se ele sabe que ele tá sendo filmado, ele pensa duas vezes. Então é mais para nesse sentido da segurança pública mesmo. E hoje é até aquela questão, né? Falando sobre transporte, por exemplo, os BRTs, os terminais, eles já têm, né, essa câmera de de monitoramento, né, o serviço de monitoramento, que já ajudou e muito sobre essa questão de vandalismo, por exemplo, né, pessoas que estavam pulando ali a catraca para não pagar a passagem, fazer aquela eh viagem, né, se deslocando de um bairro pro outro, que utiliza ali o BRT. Então isso já foi de muito benefício essa questão das câmeras nos BRTS e tendo no nos no ônibus, ele também vai ajudar nesse sentido também de vandalismo, né? Além dessas outras coisas principalmente nação. Sim. Eh, alguns ônibus já contam com câmera de segurança e tanto que às vezes sai na mídia e um assalto o outro ou briga com motorista. Então, eh, seria uma obrigatoriedade para todos os ônibus. A gente sabe que as empresas de ônibus eh lucra bastante, então isso aí não vai ser utensílio para uma uma câmera, vai ser incílio para uma empresa de ônibus, visando a a segurança do dos passageiros aí, de quem contribui com o município, né? E isso também tem que tá muito bem conversado e ligado com as empresas, né? Porque se o munícipe quiser eh verificar a Câmara de Segurança, por exemplo, é, aí não vai poder porque tem a questão da LGPT, né? questão da proteção de dados, mas por exemplo, por exemplo, ele sabe que vai ter o acesso, por exemplo, se ele for na polícia, a polícia solicita o investigador, né? É muito mais fácil, né? É muito mais fácil do que não ter, né? Ele não vai ter acesso, mas por conta da lei de proteção de dados, mas a polícia vai ter, então, eh, e quem faz trabalho é a polícia de investigar, não é o morador, então tá tudo certo. Então, para ele vai ser é mais vantajoso para ele nesse sentido da segurança. Vantajos vereador, vamos falar um pouquinho agora sobre as emendas, né? falando sobre a questão de saúde, a área de saúde que aqui na na cidade, como tantos outros lugares, o gargalo é muito grande, né, sobre a questão de saúde e tem uma emenda que foi a atualização da infraestrutura do terceiro setor, que é para ampliar aí ou qualificar, né, a assistência dos usuários do Sistema Único de Saúde. Então, queria que o senhor explicasse um pouquinho pra gente. Olha, eu preciso confirmar essa, se eu não me engano, eu eu enviei eh uma emenda para PUC também. Uhum. Eh, porque a PUC ela atende muito eh o município de Campinas é uma uma parceria público privada e nós sabemos que a demanda lá é muito alta, tanto que recentemente, um tempo atrás, estava sem leito lá até no Mario Gate. Então eu decidi enviar eh pra PUC e também teve a questão da Maternidade de Campinas também que tava eh passando um desafio aí com dívidas, tal, a PUC comprou, então eu resolvi também ajudar por essa questão aí que é o terceiro setor, né? Mas também destinei 300 370.000 paraa climatização do Mario Gate, desculpa, do Hospital Ouro Verde, que é da Rede Mariugate Verde. Eh, destinei para Azupas de Campinas também. Eu fiz uma distribuição eh para que todas ou parcialmente todas fosse atendidas assim, pensando em na rede que é uma rede grande aqui de saúde Campinas. Aí eu tentei eh distribuir o máximo possível para que para que todo os postinhos de saúde eh pegasse uma parte e investisse ali naquele local, né? porque você fala muito sobre essa questão, né, da dos profissionais, que eles estão esgotados, que falta profissionais na área de saúde, mas isso também tem muito a ver com a questão da infraestrutura também, que não permite, né? Muitos eh centros de saúde estão lotados, o fluxo muito grande, porque tem locais, tem bairros que nem tem o centro de saúde, né, para comportar a população. Olha, na verdade a saúde, ela tá um caos no Brasil, né? Uhum. né? Então a gente vê esse reflexo aqui em Campinas. Campinas não vai ficar muito para trás que é uma metrópole. É, nós temos o Mário Gat aí que tá esgotado. Só quem precisa usar o Mario Gat sabe que ficar 8 horas esperando na fila. E eu eu fui lá conversar já. Tem a questão também das pessoas não ter consciência. Tem muitas pessoas que vão ali só para pegar testado, mas também vai ter o investimento agora do do Tarcísio aí no Hospital Metropolitano que vai ser ao lado do Marugate, vai desafogar muito Mariugate, que a gente também sabe que é uma referência em saúde aí pro município de Campinas. Então acaba que vindo pessoas da região também e como não pode negar atendimento, então fica aquela fila enorme lá de 8 horas de espera eh por conta da procura no Mario Gate. Também tem a questão de do baixo número de profissionais de saúde, né? Eh, no gate simultaneamente ficar tendo cinco médicos só no pronto socorro, fora na UTI, fora das outras áreas, deve ter inúmeros médicos ali. Eu sempre faço requerimento de informação cobrando executivo para saber o tempo de espera, quantos médicos eu vou lá pessoalmente também, às vezes eu arrumo briga aí lá dia, faz duas vezes eu fui lá, eles não deixaram entrar, mas mesmo assim eu entro, né, que é meu papel fiscalizar. Sim. E é isso. Eh, a gente tá aqui para para e e vem bastante, o senhor recebe bastante denúncias assim sobre essa questão mesmo no atendimento. Por isso que vem o requerimento de informação, a solicitação. Olha, bastante bastante eh reclamação, né, do tempo de espera. O tempo de espera é o recorde, principalmente no Mario Gate. Eh, aí tem também a questão eh de exames também que tá tá demorando um pouco. Tem a questão do cross, que é fila do cross. Eh, quem decide isso é o médico, né? A questão de se quem tá pior, né, da urgência, né? Então, mas a gente tenta intervir bastante, né? A nossa ideia seria zerar a fila, né? Tem municípios aí, por exemplo, Valinhos aqui ao lado Vinhedo, que a o tempo de espera é bem menor. Tem cidades aí que até uso prefeito Abilha de Cuiabá, no Mato Grosso que ele zerou a filha dos hospitais, deixa uma câmera lá no no gabinete dele. Então, se eles estão fazendo, porque Campinas não pode fazer, né? Então, a nossa briga aí com a prefeitura é essa, com a administração do Mário Gate é essa e o papel do vereador é cobrar, embora eh, eles não gostem, mas a gente não tá aqui para agradar o executivo nem o presidente Mario Gate, né? a gente tá aqui para agradar a população, que é eles que nos elegeu e eles que pagam nosso salário. Então, a gente tá aqui para isso. E de que forma, eh, vereadora, essas emendas elas chegam, né, até a população, eh, em troca, obviamente, né, pelo serviço prestado, porque isso é um papel eh do vereador, mas ao mesmo tempo, por exemplo, a rede de saúde precisa também fazer a parte dela, né, sim. Por exemplo, a que eu gosto mais de usar é a do Mário Gate, né? A do Hospital do Verde. Eu não vou resolver o problema da saúde hoje. Eu não sou eu não sou prefeito, né? Eh, eu mandei a verba para climatizar o Hospital Ouro Verde. Nada mais justo porque a pessoa tá está lá esperando, por exemplo, 6 horas, 8 horas e aquele calor infernal sem ar condicionado, aí não dá, né? Então eu vou minimizar a dor dele ficar esperando ali, pelo menos com ar condicionado, né? Não tá naquele calor insuportável. Então eu tô pensando mais no contribuinte ali, em quem tá esperando, no usuário do serviço público ali, é no bem-estar que a pessoa já está numa situação de vulnerabilidade, já está doente, já está doente. E a gente tem que dar o exemplo, né? Porque assim, o vereador, eu eu queria que algum vereador falasse para mim que usa o Sistema Único de Saúde, que é mentira, então eh a gente tem que se colocar na pele da outra pessoa, né? Então você não usa o serviço Único de Saúde, então ao menos vai lá fiscalizar para ver quem tá usando, o que que tá passando, né? Então é isso, né? A gente tem que pensar no próximo, né? Em quem eleguente, quem paga o nosso salário e é isso. E tentar eh melhorar um pouquinho a melhorar a vida da pessoa, do usuário do e e a saúde como um todo, né? Tanto aqui de Campinas, outros municípios também. A gente sabe que é esse é um é um dos é um dos focos do prefeito aí, até porque ele é médico, né? Então só estamos contribuindo aí com o prefeito, não pode ficar bravo. Perfeito. Bom, vereador, falando um pouquinho sobre também a questão de turismo, né, aqui da cidade, cultura, que também o senhor tem uma atuação também forte, né, em relação à cultura aqui do município. Também foi destinado emendas, né, pra Secretaria Municipal. Queria que falasse um pouquinho como que o senhor tá vendo aí os trabalhos. Olha, eu costumo eh falar pra secretária mesmo, né? Não, não manda o recado não. Quando ela vem aqui eu falo para ela mesmo. Campinas não tem nada para fazer. Então assim, eu coloco, não sou muito fã de da cultura também, mas é para mais para para que faça eventos, para que traga pessoas pra cidade de Campinas, porque hoje Campinas o o que tem em Campinas é o Shop Dom Pedro, que é o chamarizade. Tem o o Taquaral. Eh, eu tô aí na briga para melhorar o bosque debass, que é um ponto turístico importante, só que tem uma lei aí de um ex-prefeito que eu não vou falar o nome dele, uma lei inútil, que quando morre um animal e não pode colocar outro lugar. Então, ou seja, ali é uma decretação do fim do bosque, porque as pessoas só vão no bosque eh para ver o animal. Eu lembro que quando eu eu era pequeno, eu vim discursão de outra cidade pro bosque. Então isso aí gera renda pra cidade, gera tem os comerciantes que trabalha dentro do bosque. Então assim, a emenda pra cultura é mais visando para que faça eh projetos e ações para que traga pessoas de fora pra cidade, para que movimente o comércio, o turismo. Então é para isso, para que Campinas seja vista, né? Não como uma cidade burocrática que não tenha nada, como uma cidade que tem tudo e tem bastante evento também, né? E que tem áreas de lazer, o próprio bosque dos Jack Tibá, né, tendo algumas ações dentro dele, acaba trazendo também, né, tanto as pessoas locais que vão, tem gente que fica ali na parte de fora também vendendo, né, e isso acaba contribuindo também para gerar renda. Sim. É, tem a questão das bancas lá dentro do supermissionário, eles pagam pra prefeitura, né, não é de graça. Então, Uhum. Eh, tem a questão do do dos impostos, né, que tudo que que vende nós sabemos que o governo ganha dinheiro. Então, é para ajudar o município também, né? E, por exemplo, a pessoa tem a família lá com as crianças, fica a semana inteira trabalhando, aí chega o final de semana, não tem para onde ir, vai no shopping, é caríssimo para ir, porque o estacionamento do Dombedo é um absurdo. Sim. Aí o único lugar que eles têm para ir que é o bosque, estão matando o bosque. Então, eh, essas emendas é para ajudar, a gente tem que ver esses problema e quando a gente vai reclamar lá, eles fala que não tem dinheiro, então a gente manda emenda para não ter essa tipo de reclamação que não tem dinheiro para fazer, porque também a com certeza algumas pessoas chegam também, né, no vereador e falam, né, como que tá a situação do do taquaral, do bosque propriamente dito e vocês fazem toda essa fiscalização, né? Olha, a do Bosque foi os próprios permissionários que falaram, reclamaram de lá que o Bosk tá morrendo. Eh, recentemente morreu um, acho que foi um hipopótamo que era um casal, morreu um, aí não pode pôr uma companheira para ele porque tem essa lei inútil do ex-prefeito inútil. Aí, eh, eu vou até propor um projeto de lei para revogar essa lei do do ex-prefeito, porque é uma situação que eles mesmos que trabalham lá que acaba trazendo essa informação, né? E hoje, se nós pararmos para pensar, se o bosque fechar, eh, o não tem nada. Por exemplo, Sorocaba, a gente tem o zoológico, Itu também, algumas outras cidades da região aqui, americana, Campinas não tem rodeio, outras cidades também tem. Então assim, tem muita muitas coisas que cidades menores tem e Campinas não tem. Campinas teria que ser uma referência em tudo, em hospital, em pontos turísticos bons para ir, né? Não, a gente não pode ser referência em uma cidade burocrática que fecha o comércio, que prejudica a população, que não tem nada fazer. Ah, hoje se alguém quiser ir no zoológico, em vez de ir no bosque, vai pro pra outra cidade. Eu não estou falando aqui que eu quero animal preso, é diferente. Mas, por exemplo, tem parceria com o IBAMA, quando pega animais de maus tratos, eles liga pra pessoa do pr pra gerente aqui do Bosque de Campinas e ela não tem como receber porque não pode por conta dessa lei. Então, eh, eu tô na briga disso aí com a administração municipal e tô falando com o prefeito e ele tá tá bem solícito quanto a isso. Tá certo, vereador? Bom, pra gente finalizar as indicações também, eh, que são muitas, né, a questão de limpeza dos bairros, iluminação, eh, o sistema de catatreco também em vários pontos da cidade também são indicações que o senhor tem eh batido forte também nessa questão, né, dos bairros. É, eh, o vereador, na verdade, ele é o elo entre o executivo eh e o cidadão. Na verdade, ele o cidadão ele pode procurar eh diretamente o executivo, né, a prefeitura ligar no 156, mas às vezes ele prefere eh procurar o vereador e a gente tem essa opção de fazer no sistema a indicação. Aí eu fiz mais de 180 indicações, buraco buraco, poda de árvore, eh limpeza de praça. Então, quando o procura o nosso gabinete, nós fazemos indicação. E aí, graças, graças a Deus, a prefeitura tem atendido bastante. Eu tava até vendo o número aqui, atendeu quase todas. Então, só é um número bom, né? Eh, prefeitura sinal que a prefeitura tá trabalhando. E aí, agradeço o prefeito aí também. Perfeito. Vereador, o senhor gostaria de deixar algumas considerações, falar de algum projeto, de alguma indicação que a gente não comentou durante aqui a nossa entrevista? Não, só agradecer mesmo aí a TV Câmara para para expor o trabalho do vereador. Às vezes é o elo também que a gente tem com cidadão aí. Então, obrigado aí à TV Câmara, obrigado aos repórters aqui da casa fazer esse elo entre o vereador e a população. A gente sabe que não é todo mundo que gosta de assistir programas políticos, né? Mas quem assiste é Pessoas Críticas, então pode cobrar. Meu gabinete é aberto aí. Eh, a equipe de assessoria, eles estão treinado para atender a população e fazer o melhor pro povo. Muito obrigada, vereador. Quero agradecer a sua participação aqui no Emuta. Obrigado. Tchau, tchau. Bom, terminamos aqui então o programa em Pauta com o vereador Benelima. Você pode acompanhar esse episódio também na nas redes sociais da TV Câmara Campinas e conhecer um pouquinho melhor também do trabalho do vereador. Então eu te espero na próxima edição. Até lá.