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Olá, começa mais uma edição do programa Em Pauta. Hoje nossa convidada é a vereadora Paola Miguel, que está no seu segundo mandato. Seja muito bem-vinda, vereadora. Muitíssimo obrigada. Sempre uma honra tá aqui no Emputa e a gente vai falar, né, sobre as proposições. São muitas, né? proposições nesses eh nesses dois mandatos, né? Primeiro a gente vai começar na atuação forte, né, que você tem aqui no município de Campinas, na cultura principalmente. Então, um dos projetos focado aí numa inclusão do aniversário da cidade de Campinas como um feriado. Como seria isso exatamente? A gente tem hoje como feriado, né, padroeira da cidade de Campinas, que é ali em dezembro, mas é uma data que muitas vezes o comércio já tá muito aquecido, muito acelerado por conta das compras de Natal. Então acaba passando um pouco batido, né? Quem é do muitas vezes do serviço público já tá reduzindo, né? Então, por exemplo, escolas, né? Já tá no no processo de de recuperação e tudo mais, mas e tem quem tá no comércio continua com a atividade de forma acelerada. E dificilmente a gente consegue lembrar, né, da nossa história, né, de quem foram os fundadores da cidade de Campinas, quem construiu a cidade de Campinas, como que a gente chegou nessa cidade que a gente tem hoje com 1.000 habitantes, né? Então, a ideia da gente marcar no dia 14 de julho seria justamente pra gente conseguir trabalhar um pouco melhor a questão da nossa história, da nossa ancestralidade, de todo mundo que passou por aqui e ajudou a construir a nossa cidade. E estranhamente falar, né, vereadora, que muita gente não sabe nem a data, né, do aniversário da cidade, né, porque remete ao feriado de dezembro, mas que na verdade tem uma data específica, né? Então, seria justamente essa proposta de mostrar e divulgar sobre a história mesmo do município, né? Exatamente. Muita gente não sabe. Eh, eu lembro que mesmo quando a gente tá na escola, né, o que marca pra gente é o feriado de dezembro, né? Quando a gente tem, a gente lembra da data quando ela aparece na televisão, né? Porque algumas emissoras acabam lembrando, mas ela passa na cidade praticamente em branco. A gente não tem um dinheiro dedicado de atividade, de atuação, dessa memória, desse resgate, né? A gente não tem uma exposição que fala sobre isso. A gente não tem eh uma semana dedicada à cidade de Campinas. E o interessante da questão da padroeira é que não só em Campinas é feriado, mas diversas outras cidades eh ao entorno também são feriado, porque é a data que na Assembleia Legislativa foram reconhecidas como município. Então todas essas cidades têm a mesma data de padroeira e muitas elas escolheram também ser feriado. Então assim, isso acaba se perdendo na história e passa muito mais pela cima legislativa do que pelo município de Campinas. Então a ideia agora é a gente lembrar a partir do município de Campinas e não deixar mais que a data passe em branco e fazer parte do calendário, né, oficial de eventos da cidade. E isso acaba levando para outros projetos também, né, ações educativas de conscientização nesse período aí do feriado, né, sem dúvida nenhuma, a gente quer poder ter uma cidade inteira, não só lembrando do dia, mas também se articulando para poder curtir essa esse mês, né, essa memória do que é esse mês. Então, eh, pro comércio seria uma data, eh, de mais descanso para que eles também pudessem curtir as atividades culturais organizadas na cidade. A gente até tem já algumas atividades culturais que são organizadas para o aniversário, mas muitas vezes é muito localizado, muito pontual. essa questão do aniversário fica muito subjetivo perdido ali no mês de de julho. Então, a nossa ideia é que a gente possa construir, né, a partir da data uma semana de estudos e um mês de lembrança e memória da cidade de Campinas. Tá certo? Muito bom, vereador. Ainda falando sobre a temática, né, cultural aqui da cidade, sobre essas ações, né, festivas, eh, carnaval, né, a gente não pode deixar de falar do carnaval 2026, o balanço que foi super positivo, né, da descentralização também, né, dos bairros, dos blocos e há também as emendas, né, eh, em dois blocos, né, aqui na cidade de Campinas. fala um pouquinho sobre eles. Eh, primeiro acho que é super importante lembrar que a que a nossa cidade tem uma tradição carnavalesca. Então, a gente já teve desfile de escola de samba, a gente já teve, já foi referência paraas outras cidades aqui doentorno, a gente é a cidade eh que a gente chama a capital do interior, né? A a maior cidade do interior do Brasil. Então, muitas pessoas elas vinham pra cidade de Campinas para conseguir observar como era o carnaval e levarem paraas suas cidades. Eh, e ao longo do dos anos, né, isso veio se perdendo, né, quando chegou a pandemia, aí sim foi o grande momento, né, de onde tudo parou, né, e aí depois a gente tá tá voltando ainda um processo de retomada, mas a gente tem diversos blocos tradicionais aqui na cidade de Campinas. Um deles, né, que tem se tornado cada vez mais tradicional é o donatela, que a gente ajudou, que é um bloco que faz um processo de inclusão na comunidade LGBTQ anima+ e ele toca eh as músicas, né, desde as marchinhas do do Aché Bahia, né, passa também por essas músicas mais tradicionais do carnaval, né, no pré-carnaval. Eh, e acho que é importante a gente lembrar que os blocos eles têm tido esse processo super descentralizado mesmo. Então, as pessoas não precisam mais ficar se deslocando pra cidade inteira para conseguir eh terem acesso ao carnaval, né? Então, isso tem facilitado muito porque o carnaval é uma festa de rua para se curtir de dia, né? Para você conseguir curtir eh ela eh em família, né? a gente tá tendo várias regulamentações ali para conseguir ter as transformações. E também teve o bloco do Tancredão que a gente ajudou e esse ano. É um bloco que ele tem um pouco menos de tradição eh quando a gente fala de exibição, mas é um é um bloco que ele realmente tá conectado com a comunidade. Então a comunidade se une, sempre fez atividade mesmo sem emenda, mas agora eles estão começando a se estruturar para conseguir também trazer pessoas de outros bairros para lá. é importante resgatar, né, essa tradição e manter todo essa festividade aqui, principalmente porque Campinas ela já tem essa cara, né, de trazer o carnaval e a referência para outros municípios também, né? Uhum. É isso mesmo. E que a gente consiga retomar o desfile das escolas de samba, que é a nossa grande luta. Os blocos têm feito muito pela cidade. A gente tem fomentado o nosso turismo também aqui no município, mas eu ainda sinto falta das escolas de samba, da competição, de ver as baianas, as baterias, os carros alegóricos, né, passando aqui, né, construído com o nosso povo. E é um tema também bastante debatido, né, vereadora, aqui na na no plenário sobre a questão dos espaços, né, para ensaios também, né, ao longo do ano, o preparativo mesmo, né, para essa grande festa. Isso tem sido uma das grandes dificuldades tanto nos blocos quanto nas escolas de samba. A gente recebe muitas reclamações eh dos blocos de processo de perseguição. Então, tem alguns blocos que eles são mais perseguidos do que outros também. as escolas, né, que agora se transformaram em blocos, que são quatro, né, Leões de Padrãochieta, eh o a Cost Silva, o Unidos do Shangai, né, e a Rosa de Prata, eles são mais tradicionais, então eles estão mais inseridos na comunidade. Então ensaio ele funciona de uma maneira um pouco mais tranquila, mas os outros blocos que são tradicionais, como nem sangue nem areia, ruidosas, eh até mesmo o vai paraa Cuba, os blocos de Barão, né, a cacheiros eles têm muita dificuldade de conseguir fazer esse processo durante o ano, né? E aí a gente tem algumas legislações, né, que é a lei da perturbação, né, conhecida como a lei do pancadão, que muitas vezes as pessoas começam a usar delas para para perseguir os blocos. Então, começou o ensaio, começa a ter denúncia e essa é uma das coisas que a gente quer poder trabalhar um pouco melhor esse ano de ter um espaço também descentralizado para os ensaios e quem sabe, né, para carnaval 2027 já tem alguma mudança aí, né? Exatamente. Para carnaval 2027 a gente conseguir ter as escolas de samba, mas ter mais gente e principalmente o nosso turismo fomentado aqui na cidade de Campinas, tá certo? Agora, mudando um pouquinho o foco, continuando, é claro, com os projetos da vereadora, agora a gente vai falar sobre as entregas de encomendas por trabalhadores de aplicativos em condomínios. Essa proposta ela surgiu em qual momento, vereadora? Olha, a gente tá vendo uma grande organização dos motoristas de aplicativo, né? inclusive recentemente teve eh novas manifestações e quais esse projeto ele é muito motivado por algumas denúncias, principalmente relacionados à violência contra o aplicativo, que passavam por eh agressões físicas, racismo, né, ali, qual que era o limite do direito, né, da até onde ele tinha que ir, se tinha que ir até a porta, a porta da casa das pessoas mesmo quando morava em condomínio. Então, a gente traz um projeto para poder regulamentar, para ficar nítido para todo mundo quais são os direitos e quais são os deveres dos motoristas aplicativo, né? Eh, tem condomínios que eles são que permitiam mais de levar até a porta, tinha outros que não. Mas tudo isso, né, gera ali um sentimento de você levar até a porta também é uma insegurança. Então, muitos condomínios também faziam, também já impediam. Então, quando tinha algum que era um pouco mais flexível, né, eh, esses motoristas também se sentiam incomodado de entrarem no condomínio por ser alguém que não conhece o condomínio e muitas vezes serem hostilizado dentro deles. É, mas também tem um outro lado do consumidor que muitas vezes não por maldade, mas tem uma dificuldade de mobilidade, né, e tudo mais, mas a gente colocando a regra, a regra clara, a gente consegue normatizar, regulamentar aonde que é o dever dos entregadores e aonde é o dever da pessoa que tá recebendo para que aí todo mundo consiga, né, conviver nessa sociedade de maneira mais tranquila, porque daí fica bom para todos os lados, né, para quem vai entregar, pro trabalhador e também para quem vai receber o produto e que fica aí de como um acordo e tudo regulamentado. Então essa é a iniciativa mesmo. Mas teve alguma demanda de moradores assim, vários questionamentos? A gente teve alguns questionamentos que chegaram de vídeos, na verdade, de principalmente de um de condomínio de casas, né? Então ali na região de Valinhos, né? Tiveram algumas outras regiões ali próximo ao Jardim Miriam. e quando eram condomínios eh maiores assim, né, que não era simplesmente um prédio, então tinha algumas algumas reclamações que chegaram pra gente ao longo do ano passado e aí a gente estruturou o projeto baseado em outras cidades também que já tinha esse processo de regulamentação para aplicar na cidade de Campinas. Perfeito. Agora, sobre mobilidade urbana, tem um um projeto que condiciona o reajuste de tarifa da tarifa, né, parecer vinculante do Conselho de Mobilidade. O que seria isso e qual é o principal aspecto, né, vereadora, dessa proposta? A gente teve durante muitos anos, né, a gente sempre teve, a gente sempre tem um aumento de tarifa na virada do ano. Então assim, chega dezembro ali, quando as aulas já encerraram, quando a gente tá quase entrando nas festas, a gente recebe o anúncio de que a tarifa vai aumentar a partir de primeiro de janeiro ou tipo primeiro ou então a partir do dia 10 de janeiro, né? E isso faz com que as pessoas sejam pegas de forma desprevenida. Então, né? Eh, e muitas vezes esse aumento de passagem tá muito relacionado para atender, né, também que é o interesse dos empresários, diferente do que é o interesse da população. A gente tá hoje, né, eh, num processo que a gente tá tendo um transporte público extremamente sucateado na cidade de Campinas e muitas pessoas não entendem porque a gente ainda tem uma das passagens mais caras do Brasil. Então, a nossa proposta é que para a passagem ser aumentada, ele tenha que passar pelo Conselho de Mobilidade Urbana. Porque assim, o conselho vai fazer a análise, né, junto com a sociedade civil e também o executivo para poder dizer assim: "Olha, essa esse aumento de passagem é justo ou não é justo, né? A prefeitura alega que teve um aumento do diesel, dos custos de manutenção, né? Mas a população só vê o atraso, a quebra, o ônibus pegando fogo, né? Tendo muita dificuldade de circulação na cidade, linhas que demoram a passar. Então, eh, ela também não compreende porque que isso tá acontecendo. E a gente acredita que passando pelo Conselho de Mobilidade Urbana, que é justamente essa união da sociedade civil com o executivo, a gente conseguiria ter a maior transparência quando esse aumento fosse acontecer. E esse aumento sempre acontece, como a vereadora mencionou, sempre num mês que tem muitas outras contas também para pagar, muitos impostos, né? sempre realmente num período que o pessoal já tá assim sobrecarregado de tanta conta, né? Que tá sobrecarregado, mas acho que tem um ponto, um detalhe importante, assim, muitas pessoas no período ali de dezembro, né, até o meio de janeiro, eh elas usam menos o ônibus porque tão mais no ambiente familiar, até mesmo estão de férias, foram para outras cidades. Então quando elas vão sentir de fato isso, é quando as contas estão batendo na porta, que é no final do mês de janeiro, né? porque elas estão voltando pra normalidade da vida, quando as escolas também voltam, né, começam a ter um maior fluxo de circulação na cidade de Campinas e aí tudo pesa muito de uma vez só, né? Eh, mas aí a crítica também, o aumento da passagem já passou o tempo, porque ela foi aumentada logo no começo de janeiro. Então, assim, isso já já passou muito tempo que isso aconteceu, né? Então, a nossa ideia é que isso tenha maior transparência, que esse projeto inclusive chegue antes ao conselho para que se se a data for essa, ele vai ter que chegar no conselho, né, para ter as discussões, tudo em novembro, bem antes. Aí a gente consegue também ter a maior transparência, divulgação, a população já consegue se preparar. Às vezes o aumento pode falar, o conselho pode falar assim: "Olha, eh, pode aumentar, mas não aumenta tanto, aumenta um pouco menos, né? porque aí a gente também vai conseguir eh balancear esse diálogo juntamente com a população. Falando em transparência, então agora a gente vai entrar na questão desse projeto, né, que fala sobre ter mais transparência também na fiscalização, né, no sistema eletrônico de informações aqui na cidade de Campinas. Como que isso vai implicar, né, e o por é tão importante, vereadora, junto com a população, a comunidade ter essa transparência também nos processos. Eh, eu acho que é importante, né, o o SEI, né, que é o sistema eletrônico de informação, ele é um instrumento utilizado hoje eh pela prefeitura e a sociedade civil também pode ter um se a gente da Câmara a gente não pode ter um C, né, assim, enquanto eh instituição, a gente pode enquanto sociedade civil, né? Então, os acessos pra gente acompanhar até mesmo alguns protocolos que são nossos, eles são ainda como se a gente fosse sociedade civil, mas a verdade a gente não é, né? Então a gente é o legislativo da cidade de Campinas. Então a gente entende, né, que o sei do nível da prefeitura, né, do executivo, ele tem que ser um, do nível do legislativo, né, ele precisa ser outro. E o nível da população na sociedade civil tem que ser outro. E isso garantiria uma maior transparência, porque, por exemplo, quando a gente faz o requerimento de informação e a gente manda a prefeitura, a gente consegue acompanhar os despachos por onde ele tá. A gente consegue acompanhar se teve algum problema, né, se ele ainda não chegou na secretaria, se teve alguma dúvida. Se, por exemplo, às vezes na hora que a gente for preencher, né, não ficou nítido para qual secretaria que era, né, e a gente consegue fazer uma intervenção mais rápido, isso poderia agilizar também o o acesso das devolutivas. Então, em vez ao invés de ter que esperar, né, eles responderem, mandarem paraa Câmara isso chegar até a gente, isso já ficaria no sei, né? E isso adiantaria muito o processo, garantiria a transparência, a gente conseguiria acompanhar melhor os pedidos, né, os requerimentos de informação e outros protocolos. E isso ajudaria muito aqui dentro para que a gente tivesse maior agilidade em resposta. E e essas respostas são justamente paraa população, né, que querem saber como que tá essa situação, principalmente quando tem os debates públicos, né, que de repente eles querem ter esse acesso e não conseguem por conta que acaba não tendo esse acesso tão permitido, né? Exatamente. A gente conseguiria ter acesso, por exemplo, a alguns outros ofícios, né? Muitas vezes a gente tem eh mesmo a denúncia quando chegam pra gente, as pessoas mandam assim: "Olha, eh já tem esse seis, vocês conseguem acompanhar?" Então as pessoas realizam a denúncia via ouvidoria, né? Os instrumentos que a gente tem hoje e a gente não consegue acompanhar. A gente tem que fazer um requerimento de informação para pedir acesso a que ele sei, sendo que a gente poderia já ter esse sistema integrado e isso facilitaria muito nas respostas que a gente tem que dar pra população da cidade de Campinas, né? Então a gente conseguiria tá ali, né, um intermediário que é entre o que é o executivo e o que é a sociedade civil. E a gente também conseguiria muitas vezes mediar com a prefeitura, né, porque tem muitas questões que são eh intersecretariais, né? Então assim, ah, é de uma secretaria, mas também passa por outra, né? Eh, é uma coordenadoria específica, né? Então a gente também conseguiria fazer uma intervenção para que o prazo, né, que ele é 15 prorrogável por mais 15, fosse no tempo mínimo para que a gente conseguisse ter uma maior agilidade em atender o povo, utilizar o sistema aí com mais transparência, né, que vai beneficiar para todo mundo. Agora falando um pouquinho sobre a questão de saúde, né, não propriamente assim na área de saúde, mas sobre a questão do cannabis, que ainda é talvez um tabu ou até mesmo uma situação que muita gente ainda fica sem saber ao certo se pode ou não utilizar, como seria essa regulamentação e tem uma moção, né, que apoia essa nova regulamentação aí. Como que é, o que que muda com essa nova regulamentação? Vereadora, olha, eh, primeiro acho que é muito importante trazer, né, que o que a gente sempre fala aqui dentro da Câmara Municipal de Campinas é da cannabise medicinal, né, do dos medicamentos que já tem hoje a regulamentação pela Anvisa. E o nosso processo, né, nosso, nossos projetos aqui dentro é para que tenha a maior democratização do acesso, porque o medicamento é muito caro. Então as pessoas muitas vezes elas precisam judicializar o município, né, ou o estado, né, ou a união para conseguir ter acesso a um medicamento. Mas é um processo que muitas vezes é muito moroso, é muito longo, né? E faz com que as pessoas desistam no meio do caminho ou então que elas têm uma pior qualidade de vida sobre isso também. Então, a moção, né, ela vem, ela pede, né, eh, ela aprova a nova regulamentação da Anvisa, que ela permite, né, a questão do plantil dentro de espaços, né, seguros, regulamentados, né, supervisionados, porque isso facilitaria, isso ia facilitar o acesso ao medicamento, porque a gente teria uma produção nacional. Então, a gente sempre fala, né, que o solo brasileiro, né, que tudo produz, né, que que sempre consegue ali eh ser um dos maiores competidores, quando a gente fala no agro, né, que ele poderia também produzir um medicamento para ser distribuído aqui no Brasil e isso faria com que os custos seriam menores e isso também ajudaria muito na população mais carente que muitas vezes tem uma uma dificuldade de acesso por questões econômicas e financeiras. Então, a gente fez essa moção, ela foi aprovada aqui dentro da Câmara, tem diversos parlamentares que trabalham também com a questão eh de doenças raras, né, com relação ao transtorno do espectro autista, né, que entendem também da importância da gente ter um a regulamentação da cannabis aqui no Brasil e na cidade de Campinas. e cientificamente falando, né, já foi comprovado que realmente o uso ele tem as os seus benefícios, né, para algumas doenças específicas ou doenças que ainda estão sendo estudadas. Então, realmente é algo que vai trazer o benefício, principalmente para essas famílias, né, menos privilegiadas. Exatamente. E aquilo que a gente sempre fala é que precisa ter acompanhamento médico, né? Ter um prescritor, ter pessoas que conheçam ali, né? Que façam eh o o acompanhamento como um todo, né? Precisa ter a prescrição, né? essa essa regularidade, precisa verificar também se não vai dar interferência com outros medicamentos que fazem utilização, mas hoje comprovadamente ela tem benefício muito grande, principalmente quando a gente fala eh no campo das dores, né, fomialgia, né, das das epilepsias, né, do do parkson. Então, e tem diversas outras patologias que são estudadas diariamente para ver se elas também se beneficiariam. E o que há de muito relato pra gente é que muitas vezes eh há uma diminuição significativa da quantidade de remédios, principalmente para crianças que tomavam ali eh 8 10 medicamentos e consegue reduzir para quatro, dois medicamentos, né? E aí ela consegue ter aquela sensação de dopagem, ela diminui, a pessoa tem qualidade de vida e aí tem uma maior eficiência no tratamento. Então muitas vezes ela é utilizada também como sendo um acompanhante desse tratamento, né? um medicamento auxiliar na no tratamento de diversas patologias, é mesmo câncer para aumentar a fome, né, e aí conseguir fazer com que a pessoa consiga resistir a esse momento. E tendo aqui, né, principalmente aqui no Brasil, vai ser realmente muito eh de muito benefício, né, para essas famílias e vai ajudar, contribuir paraa diminuição, talvez de de algumas sequelas, né, dessas doenças. Sim. Bom, agora a gente vai falar sobre os requerimentos. Tem a solicitação também, né, solicitando informações à empresa FRX, né, queria que você falasse como que está essa situação, como que foi, como que chegou, né, as informações sobre as trabalhadoras terceirizadas dessa empresa. Como que tá essa situação, vereadora? Olha, chegou pra gente com bastante espanto, porque eh é uma empresa terceirizada, né, que ali tem dos centros de saúde, então são trabalhadoras que fazem a limpeza do do centro de saúde principalmente. Eh, e elas relataram uma dificuldade de receber os benefícios inicialmente. Então assim, chegava e falava, por exemplo, o acordo tava no dia 10, aí chegava num grupo de WhatsApp que não é um instrumento formal de comunicação das trabalhadoras, ah, não, esse mês vai ser no dia 15, só que o dia 15 é uma sexta-feira. Aí chega na sexta-feira, final do dia, fala assim: "Ai, não, vai ser segunda-feira". Então, eh, isso não aconteceu uma vez, né? quando chegou pra gente, isso já tava acontecendo de forma recorrente. E aí as trabalhadoras começaram a ficar com receio, porque como aconteceu de forma recorrente, elas começaram a perceber que esses atrasos eram cada vez maiores e elas ficaram com dúvida se o salário delas ia ser afetado por conta disso. E depois a gente teve o relato sim que teve eh adiamento, né, do pagamento de salário, pagamento de rescisão, né, é uma situação muito complicada, porque são elas que garantem, né, que os postos de saúde estejam limpos, né, adequados ali pro funcionamento. Teve relato também de falta de eh de luva, falta de treinamento. A gente tá falando de material biológico, né, a gente tá falando de eh de antes, né, de uma equipe com quatro pessoas que foi reduzida para duas pessoas. Então, a carga de trabalho também, né, aumentou muito no último período e tudo isso aconteceu num período de um mês, basicamente, né? Então, a gente realizou o requerimento de formação, né? a gente fez reuniões com algumas trabalhadoras para entender de fato o que tava acontecendo, para entender se era um problema eh pontual, né, de uma unidade e tudo mais, mas o que a gente observou que não era isso. Então, a gente fez o requerimento de informação pra prefeitura, que é responsável, inclusive para fazer esses pagamentos com a FRX, para que ela respondesse quais as medidas que ela iriam, qual, quais as medidas ela iria tomar se a situação continuasse se repetindo, porque a gente já viu também, né, empresas terceirizadas que faliram, né, não fizeram acerto de pagamento para os trabalhadores e estão há 10 anos a justiça esperando para receber essa rescisão. E aí quando a empresa fale tem uma nova licitação. E muitas vezes as pessoas elas são recontratadas, mas elas perdem tudo. Elas perdem direito a férias, elas perdem direito eh a FGTS porque também não tá pagando. Tem até uma denúncia relacionada a isso de empréstimo consignado que a empresa não tava repassando pro banco. Então a gente acionou a prefeitura para que ela possa falar qual a intervenção que ela vai fazer neste caso. Então, chegou de uma forma assim que causou espanto mesmo, porque era muito mais daquilo que você tava imaginando, né? Sim, era muito mais coisa e a gente achou que fosse um atraso pontual, né, que às vezes tem e às vezes acontece por pelo próprio repasse da prefeitura, mas a gente verificou que, na verdade, a prefeitura tava repassando em dia, né, mas a empresa não tava conseguindo fazer esse acerto nos dias combinados. E aí isso virou uma situação muito grande de insegurança e medo para essas trabalhadoras. E isso acaba impactando também em quem utiliza, né, o sistema de saúde, obviamente, por conta dessas questões de insumos mesmos, de materiais, equipamentos e também tem um requerimento solicitando informações sobre a falta de medicamentos e insumos aqui no município, né, vereadora? Exatamente. Isso impacta eh em toda a população, porque se o posto de saúde ele não consegue estar limpo adequadamente, a população sente mais insegura para frequentar aquele espaço. Os trabalhadores começam a ter mais dificuldade também de est naquele ambiente, tendo que assumir mais tarefas, né, para garantir aquele ambiente limpo. E aí quando a gente vê, né, essa questão das trabalhadoras também e a questão também dos medicamentos, a gente consegue perceber o caos que tá na saúde nesse momento. Então a gente percebe e os medicamentos que são faltantes não são aqueles medicamentos, é, especiais, né, específicos, são medicamentos básicos, medicamentos de pressão alta, diabetes. Tem gente que relatou, né, que faz três meses que não consegue pegar o medicamento no posto, né? E aí de novo, né, a gente fez o requerimento de informação para entender se era um problema pontual ou se era um problema da rede, né? Se era um problema que tava acontecendo em toda a cidade de Campinas. Então isso acaba gerando realmente um impacto maior em todos os setores, né, em todas as áreas, porque se é algo que está com problema, mas isso vai lá na ponta e a ponta é a população que mais precisa, né? É a população que mais precisa. E aí muitas vezes o que acontece é o seguinte: ah, o posto de saúde A não tem medicamento, vai pro B, aí esgota no B, aí vai pro C, aí chega no C, vai pro D. e eh também uma sobrecarga dos próprios servidores, porque imagina, né, você todos os dias você tem que falar assim: "Olha, não tenho seu medicamento, procure outro posto de saúde para garantir isso". E a população ela não entende porque que isso tá acontecendo, porque ela também não tem que ter essa compreensão, né? A gente tá falando da saúde, né? Do SUS, que é o Sistema único de saúde que tem no Brasil, né? Um dos melhores do mundo, mas ele tá cada vez mais num processo de precarização no município de Campinas. Então esse abandono da saúde faz com que as pessoas, né, que muitas vezes já t uma dificuldade, eh, uma vulnerabilidade econômica, precisam tirar do transporte, da alimentação, da cultura, do lazer, né, do esporte, às vezes daquele curso que você tá fazendo para conseguir melhorar de vida, para comprar o medicamento, sendo que você poderia retirar de graça. Então, é quando a população começa a a sofrer com isso e aí a gente tem outros problemas e a gente vê, por exemplo, o que tá acontecendo no CES do centro, que teve uma paralisação por conta de uma agressão a uma servidora, que é justamente por isso, pela quantidade de vezes que essa servidora eh que essa pessoa chegou no posto de saúde, mas não conseguiu ter atendimento nem acessar medicamentos de forma mais adequada. Então, é como a gente percebe como algo que não tá indo bem acaba impactando, né, numa acaba sendo generalizado em todos os ambientes, né, vereador, e tem a questão também de um outro requerimento sobre o serviço de saúde do Dr. Cândido Ferreira, né? Como que foi essa situação? O que aconteceu também? O o ano passado, né, o ano de 2025, a gente teve eh a era era para ter tido a renovação do contrato do convênio com o Cândido Ferreira, né? A prefeitura fez diversos apontamentos, né? e decidiu que queria municipalizar o serviço. Mas eh nesse processo de municipalização, a que a prefeitura apresentou, né, esse plano de municipalização, teve uma dificuldade de enxergar onde ficaria, por exemplo, a Casa das Oficinas, que é um um serviço, né, de geração de emprego e renda para os usuários do serviço de saúde mental da cidade de Campinas para garantir autonomia, né, garantir autonomia financeira, né, para garantir autonomia dentro de casa e a gente não conseguia enxer enxergar como que a prefeitura iria absorver esse serviço. Não eram os profissionais desse serviço, mas como a prefeitura absorver, né, a garantia de que eh a casa das oficinas, né, ou outro nome, né, esse programa de de geração de emprego e renda, ia continuar acontecendo. Então a gente realizou o requerimento de informação para saber, né, como o plano de como o plano de municipalização estava em curso, se qual o momento que isso chegaria na casa das oficinas, né, e qual seria esse programa substituto de emprego e renda para os usuários de serviço de saúde mental. Então é algo também tudo que envolve a questão de saúde é em caráter de urgência, né, vereador? Não, sem dúvida nenhuma. a gente tá tendo eh quando a gente fala de saúde física e saúde mental que estão diretamente relacionadas, a gente tá vendo diversas eh diversos aumentos, né? Então, diversas eh crises quando a gente fala do âmbito escolar com as mulheres, da população LGBT, a saúde mental, né? Ali eh as depressões, ansiedades, os burnouts, eles estão cada vez mais chegando e batendo a porta assim. E isso muitas vezes as pessoas acabam somatizando e descarregando no corpo. Então assim, o aumento também de de eh de pessoas que estão sendo diagnosticadas com pressão alta, diabetes, passam uma por uma má alimentação, mas também passam por esses estress que tem no dia a dia. Então, se a gente tem um serviço público que ele funciona da maneira correta, mais adequado, isso diminui inclusive a ansiedade das pessoas, porque elas têm a garantia de que elas vão conseguir retirar o medicamento. Agora imagina você que tá numa situação é financeira, é, tá num programa de transferência de renda, tá fazendo acompanhamento com com relação a diabetes ou pressão alta, chega no posto de saúde, né, ali com dinheiro contado, já não tem o medicamento, muitas vezes as pessoas começam a entrar num estágio de ansiedade e aí elas buscam o serviço de saúde mental e aí o serviço de saúde mental também sendo precarizado, elas começam a perder a referência que a gente fala, né, literalmente na no serviço público e numa pessoa que consiga ali eh ajudar com que ela saia desse desse estágio de ansiedade e que isso não reflita mais uma saúde física. Então, esses eh são um dos temas que vão continuar sendo debatidos aqui no plenário, né? Sem dúvida nenhuma, a gente vai continuar todas as denúncias que chegarem, a gente vai fazer requerimento de formação, indicação. Tem a proposta da gente fazer uma indicação, é, para que haja uma sala de acolhimento mais reservada para as mulheres nos postos de saúde. Então, o que passa pela saúde a gente tá tá tratando com muito carinho e cuidado, porque é o que acaba salvando a nossa vida e a nossa população. Com certeza, vereador. Falando indicação também, agora a gente vai partir para uma questão mais da de região mesmo, de bairros, né? Várias indicações solicitando limpeza, eh, revitalização, como que é esse processo, né, para você enquanto parlamentar, vereador aqui da cidade? Olha, a gente estamos, acabamos de entrar no outono, né, mas eh no período do verão, né, a gente tem um aumento de chuvas muito grande. E quando a gente tem aumento das chuvas, a gente tem muitas vezes enchente, crescente e do mato, a gente vê algumas áreas, né, eh empossadas e isso acaba prejudicando porque é um espaço de ploriferação do mosquito e da dengue. Eh, então a gente tem, né, a gente tem um canal aberto com a população para que elas possam trazer pra gente as demandas do município e a gente fazer as indicações e depois a gente cobra a prefeitura com relação a isso. Então, a gente verifica, né, a gente vai no local, a gente pergunta pra população se já foi feito o serviço, eh, para que a gente consiga realizar mais indicações ou então comprar a prefeitura. Muitas vezes o mato alto, né, ele representa eh que a poda de um mato alto que não vai ter cobra, não vai ter escorpião, que ali você, os agentes, né, comunitários de saúde vão conseguir entrar e olhar para ver se não tem nenhuma, nenhum espaço, né, onde a dengue, né, possa se criar, né, eh, também muitas vezes à noite isso pode garantir, né, para as mulheres conseguirem retornar em segurança paraas suas casas, né, eh, vai garantir que vai ter uma maior iluminação naquele local, que elas consigam circular com mais liberdade, com mais tranquilidade. Então, a gente pode parecer que é uma coisa pequena, né, mas muitas vezes ela acaba representando muita coisa. Pode representar que as crianças, né, vão conseguir brincar livremente naquele espaço, enxergando onde elas estão pisando e que não vão pisar no caco de vidro, né, que elas não vão estar ali, eh, no playground onde é inseguro para que elas estarem, né? Então, eh, a gente recebe isso da população, depois muitas a gente vai até o local para verificar se aquilo foi feito e se não foi feito, a gente faz uma nova indicação. E justamente falando isso, eh, sobre a questão do céu, do Vila Esperança, né, que é um espaço dedicado aí pros moradores, um espaço que foi criado para isso. Então, por isso que é importante, né, essa questão da limpeza, da higienização. E o céu da Vila Esperança, ele é um céu muito ativo, né? e ele tem ali um time de rugby paralímpico. Então assim, para as pessoas conseguirem acessar, né, o espaço, precisa est com toda a parte ali da da zeladoria, que a gente chama, né, com mato cortado, né, para que eles consigam circular com as cadeiras, né, ten a maior tranquilidade. Muitas vezes ele já foi palco também de campeonatos, acabou de ter uma ação da INDEC lá também, eh, de conscientização no trânsito com a população, né? Então, a gente precisa garantir que esse espaço vai estar seguro para as pessoas acessarem e circularem, né? Então, eh, a gente fica, os espaços que a gente tem maior circulação, né? a gente fica verificando sempre, mas muitas vezes os próprios eh usuários ali, né, do céu, né, ali tem aula de balé, tem aula de de jazz, né, tem o anfiteatro, eh vem pra gente e fala assim: "Olha, né, eu fui acessar a quadra e a minha cadeira ficou presa porque eu não conseguia circular por conta do mato alto". Ou então, eh, tinha uma placa, né, de um bueiro aberto e eu e uma criança caiu, por exemplo, né, ou eu caí ali dentro, não vi. né, porque ele funciona até no período noturno, né? Ou então assim, ah, eu gostaria de fazer uma atividade aqui, mas eu não consigo fazer atividade porque é com crianças, né? E aí eu me sinto inseguro também para trazer trazer para esse ambiente. Então a gente, esse processo de zeladoria ele é fundamental para que a gente consiga garantir também o acessos aos equipamentos públicos na cidade de Campinas, tá certo? Agora, por fim, a gente vai falar sobre a emenda da lavagem das escadarias, não é isso? Como que funciona, vereadora? como que vai ser esse processo, ó, a Lavar escadaria acontece eh sempre no sábado de aleluia, né? É uma uma atividade tradicional da cidade de Campinas. Ela já tem mais de 40 anos, né, que ela acontece, foi reconhecida, né, como patrimônio histórico imaterial. reúnem, né, assim como a do Senhor do Bolfim, né, lá na Bahia, reúne principalmente, né, as as mães de santos de religiões matricanas, os pais de santos também e que ali descem da estação cultura até a catedral e e lavam literalmente com água de cheiro a entrada da igreja, né? eh é um cortejo, né, que quer, principalmente dentro desse estado laico, garantir, né, ali a confluência de mais de uma religião, né, não apenas o catolicismo, mas também as religiões matesafrican. E a emenda, né, ela vem para estruturar esse momento, né, que para que possa ter uma uma segurança, né, para que a lavagem possa acontecer, então com gradio, né, e que também tem um momento um pouco mais festivo, né, depois então tem um palco, né, que também é utilizado durante a lavagem para puxar ali os pontos. Eh, mas depois da lavagem tem uma atividade cultural, né, para aproveitar as pessoas que já tão por ali, né, e também em memória a esse dia tão importante pro catolicismo, né, mas que a Umbanda, comomblé, né, o IFA banda, eh, tem ali guardado também, né, e muitas vezes tem muitos rituais, assim. Então acho que essa confluência que a gente tem de múltiplas religiões no convivendo no mesmo espaço, continuar marcando, né, também aqui a cidade de Campinas, que é um movimento e um momento também de muita importância aqui pra cidade, né, que é bem tradicional, bastante tradicional. Então, que continue com essa tradição, né, vereadora? Sem dúvida nenhuma. que a gente continue com as nossas tradições, com a nossaidade, né, e principalmente a garantia do estado laico, que é o que defende a nossa constituição. Muito obrigada, vereadora, pela participação. Chegou ao fim do nosso programa. Ah, passou rápido, né? Passou muito rápido. Mas muito obrigada por compartilhar um pouquinho, né, do dos seus projetos. Muitos ainda estão por vir, né? Então, queria novamente agradecer a sua participação aqui no Emputa Imagina. Eu agradeço e peço todo mundo que gostou desse pauta me acompanha nas redes @vaipa com2L. Vaiola com2 L. E se precisar a gente tá aqui na Câmara, só ligar, chamar no WhatsApp, chamar no Instagram, mandar e-mail pra gente, ligar no telefone fixo que a gente tem aqui no gabinete também, pra gente também atender a sua demanda. É isso, pessoal. E você pode também acompanhar esse esse episódio no canal do YouTube da TV Câmara Campinas que fica disponível lá para você. O Em Pauta fica por aqui. Te espero então na próxima edição. Até lá. เฮ