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Em Pauta | Hebert Ganem: autismo, inclusão social e proteção animal em Campinas
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Em Pauta | Hebert Ganem: autismo, inclusão social e proteção animal em Campinas

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Resumo editorial

No programa Em Pauta, vereador em primeiro mandato detalha as principais frentes de seu trabalho na Câmara Municipal de Campinas. Em destaque, o projeto de lei que inclui pessoas com Transtorno do Espectro Autista como grupo prioritário nos programas habitacionais do município, partindo da realidade de famílias atípicas frequentemente desestruturadas (cerca de 60% dos homens abandonam as companheiras quando nasce uma criança com autismo, segundo levantamentos discutidos). O parlamentar também aborda iniciativas na área de proteção animal e o evento anual da Câmara em homenagem a profissionais, ONGs e famílias da causa autista.

Descrição do vídeo

No programa Em Pauta, da TV Câmara Campinas, o vereador Hebert Ganem compartilha as principais ações do seu primeiro mandato e explica iniciativas legislativas que têm como foco a inclusão social, o fortalecimento de políticas públicas e a defesa de grupos que precisam de mais atenção do poder público. 📺🏛️ Durante a entrevista, o parlamentar destaca projetos voltados às pessoas com transtorno do espectro autista, propondo prioridade em programas habitacionais, garantia de laudos e acompanhamento adequado, além de medidas para facilitar a rotina de famílias que enfrentam desafios diários com saúde, educação e acesso a direitos. 💙🧩 A conversa também aborda a criação de regras para flexibilizar horários escolares e assegurar que estudantes com necessidade de acompanhamento terapêutico possam sair da escola sem prejuízo pedagógico. 📚⏰ O vereador defende que essas garantias precisam estar previstas em lei para oferecer segurança às famílias e às instituições de ensino. 🏫✨ Outro tema de destaque é a proposta de placas de sinalização de silêncio em instituições públicas e privadas, visando tornar ambientes como escolas, postos de saúde e consultórios mais acolhedores para pessoas com autismo. 🔇🧠 A entrevista ainda trata de fila única e transparente para atendimentos, laudos e acompanhamentos, com o objetivo de dar mais organização e justiça ao acesso aos serviços. 📋✅ Na pauta animal, Hebert Ganem comenta ações de conscientização sobre maus-tratos, campanhas digitais, aumento de penalidades para agressões contra animais, mutirões de castração, parcerias público-privadas e projetos para ampliar o cuidado com pets e animais em situação de vulnerabilidade. 🐶🐱🛡️ O programa também discute a relação entre proteção animal, assistência social e transporte público, mostrando como políticas integradas podem melhorar a vida de famílias, estudantes, idosos, pessoas com deficiência e tutores de animais em Campinas. 🚍🤝 Assista ao episódio completo para conhecer de perto as propostas, reflexões e compromissos do vereador Hebert Ganem com uma Campinas mais inclusiva, humana e preparada para atender melhor sua população. 🎬🌟 Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olá, o programa em pauta começando e hoje o nosso convidado é o vereador Herbert Ganém, vai falar um pouquinho sobre os trabalhos do primeiro mandato. Seja muito bem-vindo, vereador. Eu agradeço sempre o convite aqui da TV Câmara, Cassiane. Esse programa que ele tem o foco, né, de abordar os trabalhos realizados aqui pela Câmara Municipal de Campinas. Então, nós vamos começar falando um pouquinho sobre a inclusão social, uma das pautas também que o senhor tem bastante, né, engajamento, né, trabalha muito forte nesta causa, eh, alguns projetos aqui pela Câmara. Então, nesta temática, vereador, tem um projeto que fala sobre a inclusão de pessoas com transtorno, né, do espectro autista e fala um pouquinho também como grupo, eh, prioritário aí nos programas habitacionais. Como foi pensado então nessa iniciativa e como vai funcionar esse projeto? Bom, mais uma vez agradeço sempre o convite, a gente bater esse papo e poder trazer para cá o nosso trabalho que a gente tem feito eh desde o começo do mandato. Eu sou um vereador novato, né, primeiro mandato e a gente tem bastante trabalho em pauta aí. E uma das nossas lutas é a causa autista. A gente sabe da dificuldade que a família enfrenta, né? quem tem o o autista em casa, eh, a família ali tem que, eh, estar junto com ele, viver, né, com ele. Então, as famílias eh precisam ter um suporte e isso vai em todos os aspectos, né, seja eh a eh um suporte na saúde, né, para que ele possa conseguir seus laudos, os seus acompanhamentos, que isso é importante. E a gente quer o quê então? Que quem tem, né, o o espectro do do autismo, ele tem prioridade na habitação também. Uhum. A gente sabe que dependendo eh do do nível, né, do do autismo, ele não consegue trabalhar. É é difícil e a família tem que dar todo o suporte para eles. Então, na parte da habitação, a gente quer que seja prioritário. Então eles d porque tem, né, tem os grupos prioritários na habitação, né? questão social, deficiência. Então, a gente quer incluir também o autismo eh nessa nessa prioridade. Para nós é importante a nossa causa. Essa ideia veio através de um evento que nós realizamos todo ano aqui na Câmara, né, onde nós eh realizamos homenagens para as pessoas que lutam, né, na causa autista. eh, sejam asques, né, as ONGs, sejam os profissionais, mas também e principalmente a família, o pai, a mãe, principalmente a mãe, né? Felizmente, nesse nesse meio, maioria dos homens acabam abandonando as mulheres, né, quando nasce uma criança com autismo. É triste falar isso, mas 60%. Então a gente traz esses familiares para cá, realizamos essa essa homenagem, vários profissionais, várias ONGs estão juntos. Não é apenas, né, uma festividade, então ali é uma troca de de de de conversa, de experiência, as pessoas se conhecem. Conheço também as pessoas que a gente sempre tá nas redes sociais conversando. E aí vem essas ideias, vieram outras também, mas essa foi eh algo que me trouxe. E eu falei assim, vou vou protocolar esse projeto de lei. Já conversei com o secretário de habitação na época, o Cirilo, né, que é vereador, agora está retornando aqui para casa. Inclusive ele vai, ele já assinou comigo a proposta, a gente bateu um papo, foi, foi, foi um estudo que a gente fez junto. Agora, agora nós temos um outro secretário de habitação que é do partido Podemos, que já tá eh encaminhado essa conversa com ele também. acredito que a gente vá conseguir avançar com essa com essa com esse projeto de lei. E essas demandas, né, como o senhor mesmo mencionou, que partem aí do das próprias famílias, né, principalmente das mães, algumas em situação de vulnerabilidade mesmo, né, que moram talvez também em regiões, né, mais afastadas, num polo mais de baixa renda e mais esse agravante, né, algumas mães solos, né, que não tem essa rede de apoio, não tem também condições, né, financeiras, nem emocional, né, para lidar com essa questão, né, da saúde Então isso vem de encontro também com essas temáticas, né, já debatidas aqui para ter uma moradia digna, né, ter direito, né, um direito, lugar com saneamento básico. Tudo isso tá incluso também nessa proposta para essas famílias, nessas condições. Vereador, essa é a ideia. Mas para que para que a gente poa, por exemplo, para que a gente possa dar o suporte pra família ou pro autista, primeiro ele tem que ter o seu lauto, que é uma das coisas mais difícis de conseguir. Falta profissional, a lista de espera é grande, é enorme, o laudo não sai de um dia para o outro, leva meses, né? Tem que passar com neuro, com fono, faz eh to. Olha, é complicado. Então, a gente só não pensa em criar a lei. Como que vai fazer com que essa lei funcione lá para quem tem o o autismo? Primeira, então a gente sentou, debatemos, a gente viu que uma das dos dos principais gargalos que tem é o laudo para que ele consiga alcançar lá um BPC. Então você precisa ter laudo para tudo. Então o que que a gente fez? Nós conversamos com a PAI, a APAI está com um projeto de de realização de laudos, então eles vão começar a fazer laudos. E uma conversa que tive e aí Rebert, para que esse projeto funcione nós precisaríamos de um recurso. Fui atrás do recurso, R$ 250.000 e os laudos agora eh já tem um espaço para ser feito e as pessoas começam a fazer, vai ajudar mais as famílias. É um projeto que me deixa até emocionado. Sim, pessoa as pessoas sempre eh essa é uma grande dificuldade dos pais. pai e a mãe quando tem a suspeita, ele fica apavorado porque ele porque quanto antes você descobre eh eh o o que o que se tem, você já começa a fazer o acompanhamento, o acompanhamento. Eh, você com acompanhamento quanto tudo quanto antes a nossa vida, se a gente descobrir antes, as coisas eh são melhores de serem conduzidas. Então, é um trabalho que a gente tem realizado junto com a pai. O recurso já foi empenhado pela saúde, conseguir recurso estadual também e a gente já estão já já tá encaminhado, né, vereador? Bom, ainda nessa temática, né, a gente vai falar agora um pouquinho sobre a questão da escola, que também foi um tema debatido aqui no plenário sobre a flexibilização de horários, né, para as famílias eh que têm crianças nessas condições. Isso seria eh algo para facilitar, porque a gente sabe, né, que as famílias elas têm essa demanda, né, de esse acompanhamento mesmo, como foi mencionado. Então precisa essa de se ausentar, né, vereador, da sala de aula para poder fazer esse acompanhamento. Então seria a partir dessa dessa realidade também dessas famílias. É hoje o então o aluno está na escola e precisa sair mais cedo para ir no fonal deólogo. Uhum. Então a mãe tem que conversar com a direção da escola para que se acha se tem uma tratativa de que horário que vai, para onde que vai. E é sempre eh depois tem que fazer uma recuperação da matéria que que foi, é a falta. Eh, então é uma conversa que você tem que ter com a direção da escola. A nossa ideia é que isso seja uma lei que garanta a escola vai liberar o aluno é para que possa fazer seu acompanhamento. Eh, então, hoje eu estou vereador aqui, então amanhã não estarei mais aqui, eu vou embora. Eh, a gente tem que pensar no futuro também. Então, a gente quer que tenha leis que beneficie as pessoas lá na frente, né? Que não seja uma conversa, ah, veio aqui, conversou, a diretora liberou. Não, a gente quer garantias, né? A pessoa tem que ter a garantia de que ela pode, o seu filho, sua filha possa sair no período da escola ali, garantido por lei, que possa fazer o seu acompanhamento, seja no fone audiólogo, na Tó também. E e que é importante e não pode faltar. Isso ajuda muito. Meu sobrinho tem a suspeita que ele tem autismo e muito pequenininho, então não fala direito, não gosta de pegar no colo, né? Apresenta alguns sinais, alguns indícios total. E aí começou a fazer acompanhamento com com a fono e com a TO. Questão de duas semanas já estava falando, se comunicando. Olha a importância. Porque se deixa, vai passando o seu tempo. Sim. Então ele tem que sair mais cedo da creche, né? Tem um tempo. Aí a creche fala assim: "Mas nesse tempo que vai sair pode prejudicar outros alunos?" Tem isso, né? Tem horário de sono, de de comer, porque tem uma rotina, né? Dentro da instituição. Sim. E não pode ser uma coisa assim, a estou atrapalhando a escola, a creche, né? É um é é lei. Era bom se tivesse na escola também já as a as terapias ocupacionais, né? Mas não tem. Então, como a gente quer deixar garantia, a gente quer deixar que seja a lei que a pessoa que tenha o seu filho na escola possa se ausentar e não seja prejudicado com falta e nem com as matérias e nem com o desenvolvimento mesmo, né? Que seja algo que além de trazer o benefício, né, para esse aluno, também toda a instituição ela esteja preparada, né, para para receber esses alunos e essas famílias, né, vereador? É. E a escola sempre cobra do pai e da mãe, manda escrito lá. Ah, o seu filho não está falando ou seu filho anda muito agitado, hiperativo, para que você tome as providências. Então, mas para que você tome as providências, tem que e fazer os acompanhamentos, né? fazer todo eh todo esse acompanhamento que é necessário. Então, a gente tem que encontrar uma solução, garantias que ela possa fazer o fazer o acompanhamento e que não haja eh nenhum impecílio e não seja nenhum favor que a escola esteja fazendo e nenhum impacto negativo para essa criança e para esses familiares, né, que seja realmente assegurado. Bom, ainda nessa temática agora também tem eh um projeto que dispõe sobre a instalação de placas de sinalização de silêncio nas instituições. Eh, seriam instituições privadas, públicas, qualquer instituição ter esse comunicado de sinalização. Como seria isso, vereador? Hoje é difícil encontrar o silêncio onde você for. Tá numa igreja. Uhum. Outro dia eu entrei numa igreja para rezar, mas tava um barulho. Ela falei assim, eu não sei se quando eu era criança, eh, não tinha barulho, né? Mas eu me lembro que era um silêncio. Na igreja era silêncio, né? Você ia até um posto de saúde, ficava quieto, né? Mas hoje não. Hoje muito barulho. As pessoas falam alto, celular dispara do nada. A gente tá na entrevista aqui, de repente algum celular dispara. Então, a ideia nossa é que nesses consultórios aonde tem o atendimento, eh, esteja fixada a placa pedindo silêncio, né, para para que quem tem o o autismo, o autista, o barulho, eh, o incomoda muito em algum nível, né, ele é muito mais aguçado, né, para essa pessoa que tem o transtorno, né? Sim. E a pessoa que fica gritando do lado, falando alto, ele começa a incomodar. Celular também, né? Toca. Pessoa começa a ver é Instagram que toca aqueles barulhos, né? Então isso acaba incomodando quem está ali. E a gente tem que respeitar todo mundo, né? E se você vai para passar com o médico, você não vai para ficar mexendo no celular, vendo o Instagram, vendo seja o que for. E se vai numa escola também fazer algum cadastro, ficar na recepção ali, você vai ali para fazer algum cadastro. você não vai ali para passear, para bater papo, para se divertir. Então a ideia é que nos locais públicos a gente coloque, faça uma sinalização que a aquele aquele ambiente também eh está atendendo pessoas com com autismo e precisa que se tenha silêncio naquele espaço. E é algo também assim que eh já precisa ter, né, num ambiente que dependendo do espaço já automaticamente a conscientização já deve ser assim mesmo, né, vereadora? Então isso é mais para realmente ter um comunicado mesmo visível, né, ali pra pessoa, o direito de todos, né? Então a pessoa tem direito de ir na de no setor público e fazer lá o que é necessário, vim aqui fazer uma reclamação no setor público. Então esse esse é isso que você veio fazer, o outro também veio que fazer. Então você não pode incomodar o outro que veio fazer isso, né? Então esse é garantir direitos, garantir o direito de todos. É isso. E vereador, a gente tava comentando também sobre a questão da fila de espera, que é uma lacuna ou um gargalo, né, tanto na questão de saúde principalmente. Então, nesse sentido, também tem essa criação, né, de fila de espera integrada, né, como seria isso também essa iniciativa. É, hoje as pessoas que precisam fazer acompanhamento, ter os seus laudos, não existe uma fila unificada. Então a pessoa vai até uma ONG, uma OSC ou na prefeitura e faz lá o seu cadastro, né, solicitando uma vaga. Então o pessoal vai lá no Paica, se inscreve no Paika, vai no ADACAMP, se inscreve no daapunk, na camp, uma filha não fala com a outra. Então se tiver vaga no pai que a pessoa não tá inscrito lá, está no da camp, não chama lá, vai chamar só aqui se tiver vaga da camp. A primeira parte que nós queremos é unificar a fila, né? que seja uma fila única e a onde tiver vaga vai distribuindo. Ó, tem aqui para acompanhamento, para fazer laudo na PAI agora também. Então a gente quer unificar a fila e transparência na fila para saber em que posição a pessoa está, quando ela vai ser chamada. Então a gente pede essa unificação, né, no projeto de lei, né, que vire uma regra, como eu sempre digo, um dia não estarei mais aqui, mas a gente precisa deixar que as coisas funcionem, né, que não seja arranjado, que não seja jeitinho, que seja garantias pras pessoas, que seja um direito. Olha, eu vou entrar na fila aqui, eu tô em décimo aqui, vou ficar acompanhando a fila, ó, já chamou três, logo vai chegar na minha vez. Então, a ideia é essa unificação e a transparência da fila. Então a pessoa se inscreveu lá numa OSC, né, numa ONG esperando vaga, mas tem outras também, né? Então, ah, mas tô escrito aqui já, né? Mas você teria que se inscrever em outras, porque pode aparecer vaga lá na na na pai, Canar Pai. Com isso, a gente facilitando. Então, uma fila única. Aonde aparecer a vaga, você vai ser chamado, vai ter a certeza que você, ó, quando aparecer vaga, você será chamado seja aonde for. Eu eu digo, é um direito que a pessoa tem, né? e de transparência também. Em que posição que eu estou, como é que está a fila, como que o que o município tem investido, porque fica difícil, né? A quantas pessoas tá esperando numa fila? A 300, nessa aqui mais 200, mais 500, mas tem 100 nas mesmas filas, né? Então, será que esse é o é o é o é o é tudo isso? Então a gente quer unificação e também que a prefeitura possa fazer estudos, né, de contratação de mais pessoas, eh, de fazer mais convênios com oss, que é importante isso, investir mais dinheiro, a gente vai ter vai ter uma visão eh direta, né, olha, está desse jeito. E a pessoa consegue acompanhar também de perto, né, como que está a sua situação naquele momento, né, vereador, essa transparência que o senhor mencionou. Bom, agora a gente vai falar um pouquinho sobre as instituições, né? Tem um projeto aqui, a criação do selo escola amiga da proteção da criança e do adolescente, né, no município de Campinas. Como que é também essa demanda do senhor aqui pela Câmara? É a ideia da escola que seja parceira, né? É isso que eu acabei de dizer. Então, a a escola que ajuda o o aluno, né, a aluna a enfrentar as barreiras, as dificuldades, vai se vai longe. Eu mesmo estudei em ensino público, que era difícil, né? Então, eu ia pra escola para cumprir o meu horário, então não tinha esse negócio de da escola ser minha parceira, minha amiga. Então, eu ia grande parte ia para comer só e embora para casa. nem gostava da escola. Então, quando a escola é receptiva com o aluno, com a aluna, hoje em dia tem crianças fala assim: "Eu quero ir pra escola". Ah, lá é legal, lá tem isso, tem aquilo então e a gente quer valorizar essas escolas. Tem escola que não faz trabalho afinco, mas tem grandes outras escolas que outras escolas que fazem. Nós tivemos algum eh professoras que fizeram um trabalho na causa autista. Uhum. eh de adaptação do do aluno da da sala sensorial. Quando eu fiquei sabendo, alguns pais me trouxeram isso. Eu fiquei muito contente com isso. Eu falei assim, eu vou fazer uma homenagem para eles, né? Então a gente fez aqui, aprovamos uma moção aqui aqui na Câmara e fui lá visitar a escola. Olha, eu vim trazer para vocês a moção, gravei um vídeo com elas, dei parabéns, falei com a secretária também de de de educação, falei assim: "Espero que isso se espale para as outras escolas". São pessoas que fazem e amam o que fazem, que é o importante, né? Quando você ama o que você faz, aquilo você faz com amor, as coisas vão fluindo. Quando você faz de qualquer jeito, as coisas não andam, né? Então, a gente eh quer criar esse selo, né? As escolas que acolhem os alunos, seja todos os alunos, né? Acho que faltou isso para mim na na infância, que a escola fosse mais acolhedora, né? Entend entendesse, porque tudo está na nossa infância. Sim. Se a gente não não tiver uma boa educação na infância, eh, e até você recuperar, porque chega uma hora, um momento da vida da gente que a gente fala assim: "Poxa, não estou preparado para isso, então vou, nós estamos atrasados". Então, a gente começa a refazer tudo de novo. Então, essa é uma luta, as escolas têm que ter essa parceria com o aluno, né? Tornar ali um ambiente agradável. É porque é uma extensão da casa, né, vereadora? Tem criança que passa mais tempo dentro da instituição, né, escolar, educacional, tem criança que fica o dia todo, o período integral. Então tem que ter realmente esse acolhimento, né, não só a questão da educação, mas também ter todo esse outro olhar para essa criança e adolescente, né? É, a escola não pode ser depósito e nem a creche também. Ah, vou deixar meu meu filho porque eu tenho que trabalhar, vou ficar da 7 a 5, vou lá, pego ele. Eh, não posso depósito. Lá tem que ter a educação, tem que ter a convivência social. Na escola, a gente tem que ensinar ali eh a respeitar os animais, a respeitar o próximo. Eh, na minha na minha opinião, deveríamos começar a falar sobre trânsito já no começo, né? Respeitar faixa de pedestre. O trânsito tá cada vez pior e só vai piorar. Todo mundo hoje acaba comprando um carro. O transporte público é ineficiente muit das vezes compra uma moto, vai se aumentando o trânsito e começa a perder a educação. Hoje as pessoas estão mais ignorantes, querem brigar a qualquer custo. Você pode sair na rua assim uma fechada que dá paciência, né? O outro não respeita o próximo. Eu acho, acredito que na escola é a base de tudo que deveríamos ensinar ali. Amor aos animais. meio ambiente, né? O planeta nosso tá indo pro espaço, né? Então o futuro tem que ser aplicado ali no no na criança para que quando ele chegar na nossa idade, ele tenha consciência, olha, não posso fazer mal para um animal, não posso destruir o meu ambiente, tenho que ter respeito no trânsito, tenho que respeitar sempre o próximo, né? Que é o princípio de tudo ali, né? A escola na primeira infância principalmente, né? que é onde tá desenvolvendo ali aquela criança e desenvolvendo também assim a capacidade e o como cidadão também, né, vereadora. Ainda sobre isso também tem a questão das câmeras de videomonitoramento, né, nas salas e também nas instituições, né, para segurança tanto também do dos funcionários, mas para os pais também que deixam as crianças. Como seria? Foi uma demanda também que o senhor recebeu através de pais, de alunos. Como foi? Eu sempre gosto que a sociedade participe do mandato. Uhum. Seja através de baixo sinado ou de WhatsApp ou esses cafés que nós fazemos, esse encontro, né, de de de conselho, de grupo, e eles trazem a demanda para nós. Uma dessas foi a segurança na escola. Sim. Hoje em dia o mundo, como estou dizendo, mudou, né? Não é mais como era tempos atrás que a escola era segura, o pai mandava as crianças pra escola e ficava assim, tá num lugar seguro, não tá na escola, não tá na rua. Hoje entra droga na escola, entra pessoas armadas na escola e cometem chassinas, né? A gente só via nos Estados Unidos isso acontecer. Infelizmente veio parado chegando cada vez mais perto, né? Cada vez mais perto no bairro. E tem pessoas ainda que esparrama fake news dizendo: "Ah, tal, escola tá sendo atacada". não tinha nada disso. Então, a ideia do vídeomonitoramento, é lógico, nós precisamos ter policiamento na escola, vigilância, eu prezo muito com isso. Eh, mas a gente queria também que os pais tivessem acesso a aos vídeos, né? Então, é onde que meu filho tá? Ah, tá na escola. Então, entrou lá, ele é aqui. O que acontece? O aluno às vezes chega em casa, fala assim: "Olha, o professor me agrediu, aconteceu isso". Então, através da do do vídeo, vai poder verificar se era isso mesmo o que aconteceu. E um respaldo também para os professores também, que a gente sabe que existe um grande desrespeito na sala de aula hoje em dia. Eu tenho, tô terminando minha formação em história. Sim, falta alguns meses e tem que fazer o estágio. Eu fui fazer estágio numa escola, me arrependi. Eu falei assim: "Não devia ter feito, não vou dar aula". Falei: "Porque não foi uma experiência boa, Variando, péssima". Então eu falei assim, não, não, não é para mim isso, né? Gosto de história, adoro história, mas falei assim, não vou dar aula porque eu vi que a situação hoje é bem diferente do meu tempo, acredito que o seu tempo também que se tinha um respeito com o professor, hoje não não se tem mais. Então, com esses vídeos a gente pode proteger o aluno, a aluna, o professor, a escola também. E ainda nessa temática dentro, né, da instituição educacional também tem um projeto de lei aí que acresce um dispositivo de uma lei já existente, né, de 2012, falando sobre a política de alimentação escolar. Vereador, como seria isso também, já que já tem, né, essa lei propriamente dita aí de 2012. É, e a gente tá seando junto com outros vereadores também. a gente fez a proposta, mas já tinha em trâmite aqui na casa uma outra proposta que alterava a lei. Tem alunos e alunas que tem uma restrição alimentar, principalmente quem tem autismo, né, de cor até, né, se eles são mais seletivos, são seletivos ali de textura. E como eu sempre digo, a gente quer deixar aqui bases efetivas para que no futuro isso seja posto em prática sem precisar, ah, preciso conversar com alguém para fazer isso. É um direito que você tem que ter, que o seu filho tem que ter, que sua filha tem que ter, de poder se alimentar ali com o alimento que é necessário e que ela pode se alimentar. Tem alimentos que dão alergia. Infelizmente hoje as coisas antes a gente comia algum alimento, fazia mal. Não sabia nem que o que que era. Depois que eu descobri, ah, tem alergia lactose. Sim. É, não, quando eu era fal tem alergia a tomar leite, era um absurdo, é frescuro. Não tinha muito isso, né? [risadas] Esses diagnósticos que tem hoje, né? É. Então, o comer um abacaxi pode eh dar aquela alergia, pode matar. Exato. Então, ah, mas é uma pessoa só, um aluno só, é importante para aquela vida. Então, a ideia é que eh se tenha se a gente coloque coloque-se em prática o projeto de lei que a pessoa, o que o aluno e aluna, que os pais ali ficam assegurados que o alimento eh que vai ser fornecido é o que ela pode eh ter. Perfeito, vereador. Agora a gente vai mudar um pouquinho o tema. Vamos falar sobre causa animal, que também eh o senhor tem essa atuação muito forte aqui, né? tem projetos também, ações, eh, eventos, né, vozes que protegem, teve inclusive, né, recentemente aqui homenageando, né, eh, pessoas que estão à frente também dessa causa animal na defesa e proteção dos animais. E tem também um projeto sobre a campanha de conscientização. Isso seria uma campanha digital, vereador, a respeito da criminalidade, maus tratos, como eh foi pensado também nessa campanha. Como eu, como eu digo, a gente sempre gosta de ouvir a comunidade pra gente faz esses encontros, os cafés que trazem a demanda, né? As pessoas acham que o político fica no gabinete lá, não escuta ninguém comigo, não. Eu quero que as pessoas me chamem no WhatsApp. Meu WhatsApp tá tá à disposição. Tem alguns números, só me chamar. Demora um pouco para responder porque é muita mensagem, mas respondo a todas e se ficar alguma dúvida, eu falo assim: "Volar a sua casa e a gente conversa". Porque a gente tem que ter essa participação com com o eleitor. Uhum. Né? A gente tem que estar essa ter essa conversa sempre. Não chega na época da eleição, vou lá falar assim: "Ó, eu sou candidato, mas o que que você fez? Você nunca falou comigo?" Então, a e a ideia eh da da da conscientização nas escolas, associações de bairros também. Uhum. Todo mundo sabe o que aconteceu com aquele cãozinho orelha lá em Santa Catarina. Sim. que repercutiu bastante, né? Acredita-se que os jovens tenham eh torturado o animal, filmado para colocar no internet eh ao vivo, né? E e gravá-lo também para colocar em grupos. No dia 16 de janeiro, antes desse crime acontecer, eu recebi uma denúncia Uhum. que tinha um servidor chamado Discord, aonde as pessoas eles servem muito para jogos de games, né? Então a pessoa pode fazer ao vivo nesse Discord e consegue gravar também o vídeo. Então eles faziam ao vivo crimes contra animais, não só contra animais, contra mulheres, crianç estupro, faziam isso e depois colocavam em grupos fora do país, aqui no país. Então chegou para nós a denúncia, veio através do dos crimes de de animais e depois a gente foi verificar que tinha pedofilia, estupro, absurdo. O que a gente fez? Falei com o deputado Bruno Ganém, que é deputado federal, estacionar a Polícia Federal. Falei que a Clarice também deputado estadual, estamos a eh levar isso até as autoridades. Então, oficializ eh oficiamos, né, e enviamos tudo que tínhamos. Eh, depois de alguns dias aconteceu esse crime do Orelha, que acredita-se que eles também estavam fazendo essa filmagem para colocar em grupos, nesses mesmos grupos, no mesmo cenário desses outros, né? É, sim. Aí estoura a bolha, né? então começa a fazer investigação, eh, para que se descubra o que que é, para onde que foi, o que aconteceu. Então, a gente gostaria muito de levar esse alerta para eh as escolas, para os pais. Uhum. Porque hoje todo mundo, toda criança quase tem um celular na mão. Então, acesso é muito fácil, né? Hoje bem fácil. Me lembro que eu precisava ligar, tinha que usar uma ficha ainda. Só depois veio um cartão, né? Peguei um pouco ali, não era fácil. Hoje tem um celular, pode ver de tudo, de coisa boa a absurdos. E é o que acontece, começa, eh, ele começa a ver esses crimes internet, pode achar legal e querer repetir em casa, fazer com os animais. Então, a gente quer conscientizar que existe isso, que isso não é uma coisa abstrata fora daqui, está dentro, é próximo de nós. Então, a gente quer que os pais fiquem atento. Eh, os colegas também de escola, quando vê algum coleguinha que estiver com esse comportamento e ele saiba identificar. Olha aqui, meu coleguinha tá, tá, tá vendo uns vídeos esquisitos, tá participando de uns desafios e a gente quer que eh combater esses crimes na raiz. que cada vez mais tá mais próximo mesmo, né? Como o senhor mencionou, cada vez mais as crianças adolescentes têm acesso a esse tipo de conteúdo, mas que a conscientização ainda não tem aquela questão do da criminalidade, né, que maus tratos a animais é crime. Então isso precisa ser realmente explorado no sentido bom de ter essa conscientização e espalhar cada vez mais, né, vereador? Bom, a gente vai falar também agora sobre a questão do Estatuto de Proteção, Defesa e Controle, né, da população de animais domésticos no município. como que seria também essa proposta, essa iniciativa desse controle, né, populacional dos animais? Porque cada vez mais também a gente vê essa questão que tem as campanhas de castração, mas ainda muitas pessoas não levam, né, os animais e aí começa esse o abandono também que traz esse aumento também da população animal, né, vereador? Sim. a prefeitura realiza mutirão, né, nas regiões da cidade. Eu também antes de ser vereador já realizava multirões que a gente trazia eh recurso do governo federal e fazíamos os mutirões. Eh, então a gente leva para determinada região, fica lá cadastra faz e eu sempre fiz sábado e domingo para facilitar pra população. Sim. Porque de segunda a sexta tem gente que também trabalha sábado, domingo, mas é um pouco menos, tem uma certa flexibilidade. Então a gente sempre pensou na infacilitar para o cidadão para que ele possa levar seu animal, porque ah, ah, não tenho remédio para dar depois. O remédio também é fornecido no mutirão. Ah, precisa ter uma roupa cirúrgica, senão ele abre os pontos. É fornecida. Na minha castração a gente fornecia roupa cirúrgica ou o cone. Ah, meu animal eh tem problema com anestesia. Tem animais que são muito pequenos. Sim. Aqueles dos focinhos bem curto, eles não podem receber anestesia normal, o coração para. Então tem que receber uma inalatória aos poucos. Então tem todo esse complexo. Cheguei a realizar mutirão com inalatória. O para você fazer uma cirurgia hoje com inalatória de R$. Nós fazíamos gratuito. Uhum. Mesmo assim as pessoas não levam os animais. [roncando] Mesmo sabendo que é gratuito, né, Verdade? Gratuito. Eh, fal assim, não, não levam, falta. E assim, a gente preparava 200 castrações, ia 150, perdia esses 50. a pessoa tinha que receber pelo dia dela. Então a gente fazia 250 para ir 190, 180 não perder tanto. Isso é um absurdo. Então a ideia nossa é que sempre a gente facilite, né? Que tenha de final de semana, que tenha ponto fixo também. Por exemplo, tem pessoas que tem animais, ah, eu preciso resgatar, que são protetoras, só consigo resgatar de dias de semana. Então a gente quer, a gente gostaria muito de flexibilizar ter um ponto fixo. Ah, então resgatei três gatos. Pode levar naquele ponto onde vai ser feito a a castração. A gente quer facilitar porque com a castração diminui a população de animal que foi que é abandonada, porque a pessoa tem uma cadela em casa, não cuida, não castra, aí ela cruza, tem oito filhotes, aí ele sai distribuindo animal e os animais vão parar na rua, né? Então é um abandono. Quero dizer aqui, não existe animal de rua, existe animal que foi abandonado por um responsável, aí ele se torna de rua. Inclusive tem também aqui, né, algumas questões, alguns eh programas também, vereador, falando sobre a questão das dos animais vítimas, né, de maus tratos. E é um projeto de lei que institui o dia municipal em memória a esses animais, né? Sim. A gente quer que a gente faça essa comemoração, né? Essa lembrança. Nós não podemos esquecer. Tem um cãozinho orelha. Teve um outro cão aqui em Campinas que era de um médico, né? Ele pegou um 38 e matou o cachorro. Ele disse que o cachorro tava doente, que tentou fazer eutanásia, não conseguiu. Aí ele pegou um revólver e atirou no cachorro. a gente não sabe se era verdade um médico fazer isso. A pessoa diz: "Ah, acontece maus tratos por falta de informação". Não acho que o médico teria falta de informação, eh, falta de recurso para levar, para levar. Eu acho que era falta mesmo de amor com o animal. Essa é a minha ideia. Mas nós não ficamos só na na memória. A gente conseguiu, já foi até sancionado pelo prefeito, o aumento das multas, das penalidades que tem para quem comete comete maus tratos. Sim, nós aumentamos o máximo que a gente pôde. Então, essa pessoa tem um animal lá que está acorrentado, vai pagar multa em dinheiro, vai pesar no bolso e ah, se se ele for denunciado pela segunda vez, aumenta. Ah, se ele ganha bem também aumenta, né? Então também é social também, né? Então essa pessoa é bem de vida, ela vai pagar mais, né? Vai triplicar. Essa pessoa deixou sem água também, porque muita gente diz que acha, muita gente diz que o maus tratos é apenas bater no animal. Não é bater no animal, é deixar sem água, é deixar preso, privar de comida, deixar num local insalubre. Ah, não, ele tá ali no local ali fechado. Se eles e não, ele tem que poder viver com paz, tranquilidade e dignidade, né? Preservar o bem-estar, né, desse animal. essa questão da celebração de parcerias público-privadas com empresas dos setores, né, de produtos e serviços para animais domésticos, eh visando apoio e patrocínio a eventos de castração. E nesse sentido também, né, são duas leis que nós estamos propondo de parceria, né, as PPPs. Eh, a primeira é quando houver a castração, empresas que trabalham na causa animal possam fazer divulgação da sua marca na castração. Uhum. em troca disso, ela beneficiaria o banco de ração que nós temos no município hoje com ração ou produtos que os animais possam usar. Hoje tem um banco de ração na cidade, você faz a inscrição. Se você se enquadrar nas regras que tem, você pode receber ração para o seu animal, caixinha de transporte, casinha também, né? Bebedouros. Então você tem você tem esses produtos. Um outro projeto também que são os parcãos. Hoje a gente sabe que o o parcão está lá e precisa de manutenção. Então a prefeitura às vezes tem muita coisa para fazer, demora para passar no parcão lá de algum bairro, o mato vai crescendo, vai se destruindo. Então a gente que nem que nem acontece com praças, então a gente a empresa, né, da causa animal que quiser abraçar, né, algum parcão e puder cuidar dele ali, a vai ajudar o munícipe e vai ajudar também a cidade, a prefeitura possa fazer a divulgação da sua empresa ali, como acontece também com praças na cidade. Algum banco que se interessa por uma praça, vai lá, coloca o nome dele e cuida ali, né, cuida do jardim. Então são são dois dois projetos que nós temos aí de a gente aproximar eh deixar a propaganda acontecer, mas que essa propaganda eh traga frutos, resultados efetivos para ajudar eh a causa. E esse projeto do Adot, um parcão, ele é interessante no sentido assim, alguns, né, que eu tenho visto também percebido, ele é bem próximo de pessoas que moram em apartamentos, né, condomínios e isso para eles é um facilitador, porque tem um espaço, né, que ele pode descer, ficar ali com o seu pet, com o seu dog na praça, que tem um espaço reservado para eles, né? Então, nesse sentido, uma mão lava a outra no sentido de adotar aquele espaço para ajudar na manutenção, na limpeza, né, vereador? Sim. E aí quem adotar adotar ali o parcão, eh, pode divulgar sua marca. Uhum. E e da causa fal, olha, poxa, essa deixar o contato também lá. Então, é, isso ajuda a população e ajuda também o empresário que quer investir é nessa parte. Vereadora, e como que tá em relação à questão assim da população, né, das pessoas em situação de vulnerabilidade, pessoas que eh que fazem, né, aí da rua a sua morada também tem bastante ações e projetos que o senhor também atua nesse sentido, né? É, nós estamos em conversa com a assistência social aqui do município. Nós estamos agora em maio. Uhum. julho tá esfriando, então logo vai vir um inverno pesado. Eh, essas pessoas que estão em situação de vulnerabilidade, né, que que estão morando na rua, muitos t animais, tem seu cachorro e seu gato. Sim. E quando chega esse tempo, a assistência social passa perguntando pra pessoa: "Olha, nós temos lá um abrigo, essa noite vai giar, né? Defesa civil atua, olha, vai ter tantos graus, quem ficar na rua vai morrer. Então, é preciso que essas pessoas sejam abrigadas. Muitos não vão porque os abrigos da cidade não recebem animais. Então, a gente eh já está em conversa, queremos trazer recurso para que nós tenhamos um espaço que possa receber a pessoa que está em vulnerabilidade e precisa ser abrigada do frio, da chuva, seja o a seja o que for climático, ele possa levar o seu cachorro ou seu gato. Grande parte, maioria não vai para o abrigo porque não quer deixar o animal na rua. E acredito que esteja certo nisso. Uhum. Não abandonar, né? seu companheiro, né, que está ali. Então, nós estamos conversando para que a gente possa eh chegar nesse consenso junto com a prefeitura, um espaço que possa receber essas pessoas que estão em sua situação de vulnerabilidade. Gostaria de lembrar que o Departamento Bem-estar animal acompanha esses animais de pessoas que estão na rua, né, que são situação de extrema vulnerabilidade. Eles fazem o acompanhamento, aí se enquadra no animal comunitário. Então eles acompanham, fazem a castração, que é importante para não que fique se reproduzindo ali, vacinação, tem o veterinário, então existe esse acompanhamento também no departamento, tá certo? Estamos chegando ao fim do nosso programa. Vamos agora falar um pouquinho então sobre a questão do transporte público, né, que torna, tem um projeto, né, obrigatório tratamento, né, ou treinamento, melhor dizendo, dos colaboradores das empresas que operam na rede de transporte público municipal. eh, assegurando que a pessoa com deficiência ou com mobilidade, né, reduza aí reduzida o direito ao transporte. Como seria isso, vereador? Hoje a gente precisa, é até fácil hoje, né, levar informação para as pessoas. todo mundo tem que ter eh tem que estar muito bem informado e cabe nós aqui do legislativo eh cobrar isso também das empresas que estejam aptas, né, que os seus colaboradores eh estejam aptos a a acolher essas pessoas, né, porque não é só sentar num ônibus lá, ah, vamos embora, né? Vamos dirigir aqui e sai rasgando. Eu mesmo tava vindo agora pra entrevista aqui, um ônibus me fechou. fechou e eu tive que sair com o carro e ele e foi perto da Universal ali, foi com tudo. Eu falei assim, fica imaginando eh como é que as pessoas que estão dentro desse ônibus são sendo transportadas no dia a dia também, qual que é o estresse que o motorista está passando. Então, não é só também fazer é o treinamento, é é acompanhar também, né, os motoristas. Eh, é importante fazer esse acolhimento, então, eh, fazer o treinamento, o acompanhamento para que tenhamos um transporte seguro e acolhedor e entender de fato o que acontece, né, da parte também desse funcionário, desse motorista, né, ouvir também a demanda dele, né, de repente tem algo também, né? É, tem muitos motoristas que às vezes o a porta do ônibus não abre, é culpa dele, não é da empresa que nós nós temos que cobrar. Eh, ah, o motorista falou de qualquer jeito comigo. Vamos conversar com ele para ver o que o que aconteceu, o que que entendeu a carga horária também. Uhum. Mas e eu acho que é um é um conjunto de fatores, é que o motorista tem que estar preparado ali para poder receber as pessoas que t algum tipo de deficiência, precisa abrir a porta ali. Então que ele possa eh fazer, que ele possa estar preparado para poder fazer o seu trabalho. e também falando do transporte público, um projeto de lei complementar que altera, né, a questão dos assentos reservados também, né, para pessoas com deficiências, idosos, gestantes. Também tem esse projeto de lei complementar, vereador? Tenho, que é sobre a fibromialgia. Uhum. Então, hoje a fibromialgia é considerada é uma uma uma condição eh que a pessoa é deficiente, então ela tem direitos a seu assento, tem direito a acesso à BPC, tem direito à habitação. Então a gente pede essa alteração que seja incluído também ali e no transporte público a questão da fibromialgia, que a pessoa possa ter direito ao seu assento. Quero agradecer, vereadora, a sua participação aqui no programa em Pauta, compartilhar, né, os trabalhos realizados e muitos outros ainda estão por vir, né, nesse mandato. Então, muito obrigada mais uma vez pela sua participação. Agradeço Cassiane, pela pelo convite, a TV Câmara, os meninos aqui que estão conosco na Câmara, o meu assessor ali, o Cris, que sempre nos acompanha e estou à disposição. Tá certo? Então, o programa Em Pauta fica por aqui. Conversamos com o vereador Rebert Ganém. Você acompanha esse episódio também pelas redes sociais da [música] TV Câmara Campinas. Te espero na próxima edição. Até lá. เฮ [música] [música]
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