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Em Pauta | Arnaldo Salvetti sobre idosos, energia elétrica e rodeios em Campinas
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Em Pauta | Arnaldo Salvetti sobre idosos, energia elétrica e rodeios em Campinas

27 views Publicado 16/03/2026 HD · 29:24

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📢 No Em Pauta, o vereador Arnaldo Salvetti (segundo mandato, presidente da Comissão de Política Urbana) detalha projetos e ações para melhorar Campinas, com foco em mobilidade, idosos, saúde, cultura nos bairros e economia local. ⚡ Comissão de Estudo sobre Pontos de Carregamento Elétrico: Analisa regras para instalação segura de carregadores em áreas públicas e privadas (shoppings, mercados, residências), visando crescer a frota de veículos elétricos, gerar arrecadação para ETUs e incentivar o uso sustentável. Salvetti destaca a necessidade de normas claras em meio à alta do petróleo. 🪑 Mesas Exclusivas para Idosos em Shoppings: Reserva mesas na praça de alimentação para terceira idade, evitando esperas longas. Inspirado em observações reais, segue modelo de vagas prioritárias, com sinalização obrigatória. 🚗 Vagas de Parada Rápida para Idosos: Cria pontos de embarque/desembarque (10-15 min) em frente a clínicas e ILPIs, com sinalização e fiscalização para evitar multas e acidentes em fila dupla. 🏃‍♂️ Política de Prevenção em Atividades Físicas: Obriga atestado médico em academias e corridas de rua para prevenir infartos e lesões, protegendo alunos e organizadores. 🐎 Rodeios e Grandes Eventos: Defende rodeios com regras nacionais/estaduais (sem maus-tratos), gerando empregos, turismo e renda para ações sociais/animal. Propõe espaço fixo no Jockey Club para feiras, shows e exposições, transformando economia local. 🏘️ Atuação nos Bairros (Vila União, Carlos Lourenço, Ouro Verde): Zeladoria urbana (limpeza, tapa-buracos), saúde, segurança, eventos culturais gratuitos (samba, capoeira) em praças/escolas/ginásios. Cobra abertura de espaços públicos para inclusão, empreendedorismo e esportes como futebol feminino. ⚽ Apoio a projetos como futebol feminino em São José e samba na feira, humanizando o poder público e aproximando comunidades. 🎯 Para 2026: Foco em acessibilidade, humanização e aproveitamento de Copa do Mundo para alegria coletiva, apesar de eleições. Salvetti enfatiza presença em todos os bairros e cobrança responsável. ▶️ Assista completo e conheça o trabalho do vereador por uma Campinas mais inclusiva, sustentável e dinâmica! 💬 Qual projeto você apoia mais? Comente! 👍 Curta, inscreva-se e 🔔 para mais Em Pauta sobre vereadores e Câmara Municipal de Campinas. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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Olá, começa mais uma edição do Em Pauta, programa que aborda os trabalhos dos vereadores da Câmara Municipal de Campinas e hoje o nosso convidado é o vereador Arnaldo Salvetti, que está no seu segundo mandato e é presidente da Comissão de Política Urbana. Seja muito bem-vindo, vereador. Obrigada pela sua participação. Eu que agradeço essa oportunidade de estar aqui falando um pouquinho do trabalho da comissão, que eu falo que sou presidente, né? E falando um pouquinho também do meu trabalho aqui na cidade de Campinas, na Câmara. Eu tenho certeza que vai ser uma entrevista muito para as pessoas que estão nos assistindo, que eu espero que eu responda a todas as suas questões. Com certeza, para o pessoal também conhecer um pouco do trabalho durante a programação, a gente vai falar sobre os projetos protocolados, os projetos de lei complementares, também os ordinários. E vamos iniciar, vereador, falando sobre a comissão de estudo, que já está ativa sobre pontos públicos e privados de abastecimento de energia elétrica para veículos. Por que foi pensada nessa comissão? Já há vários debates aqui na Câmara Municipal sobre essa questão mesmo de poluição, engloba tudo isso aqui no dia a dia da cidade? Eu acho que é importante essa discussão da questão de pontos de energia para abastecimento de carro elétrico. Acho que a cidade está aceitando muito bem a questão dos carros elétricos. Acho que vem crescendo a frota de carros elétricos. E a gente tem que pensar também no abastecimento desses carros elétricos. A questão de abastecimento, a questão de segurança, a questão dos locais que são adequados para poder ter as bombas de abastecimento. Uma vez que a gente está mexendo com energia também, a questão de pôr de gasolina é inflamável. A questão da bomba elétrica é a eletricidade, então eu acho que tem que ter um critério e uma regra para poder instalar essas bombas, para poder ter autorização para onde colocar, da prefeitura, os órgãos competentes. Então, eu acho que essa comissão vai dar uma linha de regra para poder a gente saber onde pode e onde não pode. E também, que é o que eu pretendo, juntamente com a CETEC, é a instalação dessas bombas em áreas públicas, para poder, inclusive, a gente trazer arrecadação para a CETEC. Essas são áreas públicas que as pessoas vão querer instalar. Eu acho que os empresários, como tem posto de gasolina em área pública, eu acho que as bombas de combustível, a bomba elétrica, combustível, mas elétrica, elas podem ser instaladas em áreas públicas, mas com regra. para poder, inclusive, trazer um retorno financeiro e econômico para a cidade e para a CETEC. E também a oportunidade para o próprio consumidor, quem tem esse veículo elétrico, também tem essa disponibilidade, porque Campinas tem poucos postos de combustíveis que tem esse sistema de abastecimento. Sim, hoje você tem locais, muito poucos locais, tem no shopping, no shopping tem, em alguns mercados tem, Mas será que o local que foi instalado é um local adequado para ser instalado? Quem que orientou a instalação? Qual é a regra da legislação que falou, você pode colocar aqui, você pode ter na sua casa, você pode ter no shopping, você pode ter em edifícios no subsolo. Será que a legalidade dessa regra de ter instalado nesses locais é legal? então assim, a gente quer estudar isso eu acho que a cidade ganha com isso como eu disse, a gente vai ter a frota aumentada, a questão elétrica até por causa desse conflito que está tendo das guerras de combustível que o petróleo está subindo muito acho que vai ser alternativa, vai ser carro elétrico mas nós temos que ter locais para dar também para a população abastecer então é exatamente isso que é a ideia dessa comissão e também que passa para a Comissão do Urbanismo, que eu sou o presidente. Tá certo, vereador. Agora a gente vai entrar um pouquinho nas questões dos protocolos, dos projetos protocolados, melhor dizendo, os complementares e também os ordinários. O primeiro tema é sobre a disponibilização de mesas e cadeiras nos shoppings aqui da cidade de Campinas, com a identificação de uso exclusivo para idosos, para pessoas da terceira, da melhor idade, como que foi pensado nessa questão, por conta mesmo do fluxo de pessoas, principalmente na praça de alimentação, como que foi pensado, vereador? Bom, é assim, quando a gente cria um projeto, como eu criei o projeto das feiras noturnas, e foi uma coincidência, na época a presidência da CETEC, eu estava no Pão de Açúcar e eu vi que no Pão de Açúcar das 5 às 7 e meia da noite, 8 horas da noite, as pessoas saem do emprego pra fazer compra. E é a mesma coisa no shopping. Eu fui com a minha filha no shopping no shopping Dom Pedro e no Iguatemi e eu comecei a observar a quantidade de mesa que tem em cada restaurante que tem ali na praça de alimentação. E eu percebi que muitas pessoas idosas estavam em pé esperando vaga pra poder ter uma mesa. Então, assim, por que se você tem, a partir de 60 anos, no automóvel, local para, com identificação para estacionar, né, na fila de banco, na fila de mercado, aquele, o caixa, que é o caixa, que o pessoal fala que não é alternativo, o caixa que é para pessoas idosas, né, então assim, por que não nas mesas do shopping, nas mesas de restaurante, por que não ter, né, uma quantidade de mesa cada restaurante, vamos supor, vou dar uma ideia, se um restaurante tem 20 mesas, que está na frente daquele local, daquele restaurante ou daquele, da praça de alimentação, porque não tem uma quantidade de duas, três mesas para a pessoa idosa, reservado, em cima dela uma identificação, aquela mesa é para pessoas idosas, então eu com aquilo vim na cabeça pensando, né, e aí no dia seguinte eu pedi para o meu jurídico analisar e fizemos um projeto de lei, onde a gente constatou que em algumas outras cidades já existe esse projeto de lei, dando a preferência para o idoso que está no shopping, o idoso que está num restaurante, a preferência dele ter uma mesa reservada para ele, para ele não ter que ficar esperando ali, desocupar ou até mesmo comendo em pé. E dentro dessa questão também tem a criação de vagas, já foi falado sobre essas vagas, exclusivas, de parada rápida, agora em frente às instituições de longa permanência para idosos. Também é nessa linha, né, vereador? É, exatamente. Então, pensando nisso, aí vem uma outra situação. Você tem aí as clínicas de tratamento para idoso, a questão de casa de repouso para idoso, você pode verificar que na frente dessas clínicas, na frente da casa do idoso, que faz ali o tratamento, ou até mesmo o idoso, ele fica hospedado, né? Você vê que não tem um local preferencial para a pessoa estar tendo uma segurança de descer naquele local e poder também embarcar naquele local, desembarcar e embarcar, por pelo menos uns minutos. Muitas vezes a pessoa para em fila dupla, para o trânsito, pode ocasionar um acidente. Então a ideia é que nessas locais a INDEC, que é o órgão nosso competente daqui de Campinas, façam uma verificação em todos esses locais que tem aí um ponto de embarque-desembarque para idoso com uma permanência de 10, 15 minutos. Isso é para as casas que já existem e para as casas novas já vem com a regra se a pessoa vai tirar um alvará, que ele está locando um local para ser uma casa de repouso ou uma clínica, já tenha a regra que tem que ter um local para desembarque-embarque para o idoso. E depois, em contrapartida, também tem a questão da fiscalização. para saber se exatamente são essas pessoas que estão estacionando no local exato, porque também tem o outro lado. Isso ajuda, não só a fiscalização, e ajuda também a não ser multado, porque muitas vezes a pessoa que está desembarcando e embarcando, o agente fiscalizador não tem uma regra, então ele vai ter que multar. Não tem uma placa, não tem uma sinalização, ele tem que pagar, porque está atrapalhando o trânsito. Mas está atrapalhando o trânsito para uma situação de embarque e desembarque do idoso. Então, se tiver a legislação, tiver a regra, tiver lá a plaquinha, tiver sinalizado, ele não vai mais multar, ele não vai ser mais multado e vamos dar uma segurança para os nossos idosos que estão em clínicas, que estão em casa de recuperação. Certo. Vereador, vamos falar ainda sobre essa questão de saúde, bem-estar, qualidade de vida, sobre a política municipal de prevenção de riscos à saúde em atividades físicas de elevado esforço. Seria uma obrigatoriedade de uma comprovação que a pessoa está apta a exercer aquela atividade? Olha, é assim, a gente sabe que todas as academias hoje que estão instaladas em Campinas são a nível profissional, mas nem todas cobram um atestado médico daquela pessoa que está fazendo a tua matrícula para poder fazer a sua academia. Isso não é só na academia. Eu vou dar um exemplo. Eu fui presidente da CETEC e tinha as corridas de rua. Eu desconheço, muitas vezes, na corrida de rua, se na inscrição que a pessoa vai lá escrever para participar daquela corrida de rua ou participar de uma caminhada, ela apresente um atestado médico que ela está apto a fazer aquela caminhada. Então, se a gente cobrar dessas pessoas que organizam, que é obrigatório apresentar um atestado que aquela pessoa tem capacidade de fazer aquela atividade, eu tenho certeza que nós vamos estar aí fazendo uma prevenção para que aquela pessoa não ocorra ter um acidente de um infarto, de um terramo vascular, e dando capacidade da pessoa, inclusive, participar com saúde e dando o direito dessa pessoa também verificar a sua saúde, que muitas vezes a gente acha que está tudo bem. Não tem nada, você está... Mas muitas vezes você vai fazer um esforço físico e você tem um infarto. E isso vem ocorrendo nas academias. Se você fazer na própria imprensa, você vê que teve um ou outro fato que ocorreu, e com pessoas novas. Então, por que não as academias terem a obrigatoriedade de apresentar o atestado? Até porque mesmo, muitas vezes, o aluno, aquele que não quer apresentar, mas eu acho que tira até a responsabilidade da academia, porque apresentou o atestado. E também nas corridas, a gente tem em Campinas, cresceu muito a questão da caminhada, de corrida de rua, para a pessoa também estar habilitada a participar desse evento. É, para preservar mesmo uma prevenção, principalmente nesses casos, né, de repente acontece alguma coisa, esse aluno, essa pessoa teve uma lesão ali, é uma garantia também do que aconteceu, a pessoa da academia, o administrador de uma corrida tem como verificar lá no registro, né, se tem algum tipo de doença. A gente tem alguns fatos que vêm acontecendo até na própria mídia, né, A gente brinca muitas vezes com a vida, brinca muitas vezes que a gente tá bem, né? Você vê esse último rapaz aí que é da mídia social, o que aconteceu com ele? Sexta-feira ele falou, sempre vinha com a... engrandecia a sexta-feira pra gente. E aconteceu, o cara saudável, de repente ele teve um problema. Imagina aquelas pessoas que fazem esforço físico, né? Que muitas vezes acham que tá tudo bem, porque não tem nada, vem num ritmo de fazer, né, já o exercício, mas muitas vezes você pode estar, como você falou, prevendo para essa pessoa não ter um infarto, ter um problema de saúde sério. Tá certo, agora mudando um pouquinho o nosso tema, o nosso foco, a gente vai falar sobre as questões dos rodeios, das festas de grande porte, que teve também uma polêmica sobre ter ou não ter esses eventos, principalmente os rodeios. Então, eu queria que o senhor falasse um pouquinho sobre esse tema. Bom, é Cassiane, né? Cassiane. Cassiane, um nome muito bonito. O que acontece é o seguinte, a gente tem ainda, quando você fala em teve, não, a gente tem ainda uma situação aqui na Câmara, na cidade, da discussão do rodeio. Questão de mal-estrados animais, algumas pessoas ainda, eu acho que pra não ter odeio, vem com essa com essa situação de maus-tratos que não existe, maus-tratos tem em todo lugar você viu o que aconteceu aí no próprio DPBEA precisa mais estrutura, precisa mais gente com responsabilidade de proteger o animal, porque todo mundo fala fala, pra muitas vezes aparecer na mídia isso é bonito, mas na prática você vê que muitas vezes a pessoa sabe criticar o poder público, mas são poucas pessoas que ajudam tem muitos empresários que gostam de cachorro que fala de maus-tratos, por que não foi lá investir pra ajudar lá o poder público, que muitas vezes tem dificuldade pra poder melhorar o local que fica o seu animal. Tem muitos criadores de animal que tem 100, 200 cachorros ou 100 gatos no mesmo lugar. Isso não é maus-tratos? Tem muitos protetores de animais que tem um cachorro que fica dentro de um apartamento ou dentro de uma casa fechado. 24 horas porque ele sai pra trabalhar, esse cachorro fica aonde? Então assim, tem muitas coisas que a gente vê, verifica, e que as pessoas querem impor uma situação contra, colocando a questão dos maus-tratos. Bom, todo mundo sabe que a Rede Globo fez uma série do rodeio, mostrou ali o que é o rodeio, como é tratado um animal, se não assistiu, entra lá na Globo Play e assiste, estou fazendo propaganda aqui, para a pessoa saber, inclusive, entender um pouquinho mais quando a gente fala de rodeio. não existe maus tratos, tem regra da questão nacional, regra estadual, para poder ter o rodeio. E eu venho discutindo isso, não é questão do rodeio. Eu já falei, se você fala assim, você gosta de rodeio? Gosto de rodeio. Gosto do show, vou no rodeio, vou no show. Mas o rodeio traz para a cidade de Campinas e para a região toda um benefício, que é gerar economia, gerar o turismo, gerar o empreendedorismo, gerar questão social gerar questão do rodeio, poderia gerar para ajudar a questão de tratar dos animais todos os rodeios da região sempre destinam uma parte da renda para algum benefício para a cidade, para quem não destinar essa renda para melhorar a questão do tratamento dos animais em Campinas tem o tratamento do câncer o hospital do câncer, mas eu acho que tudo eu acho que democraticamente a gente conversa com eles não tem conversa Então eu estou mostrando aqui na Câmara, tenho discutido, hoje eu já tenho, não vou falar a maioria, mas tenho bastante vereador já a favor dos animais, porque eles conheceram a causa. População de Campinas, 90 e poucos por cento é a favor do rodeio em Campinas. Eu acho que o rodeio transforma o local onde vai ser a festa, transforma a nossa cidade, traz o emprego. E o mais importante que eu venho discutindo não é só o rodeio. O rodeio vai ser a porta para a gente trazer para Campinas uma discussão de um local para grandes eventos. Para trazer um local onde tenha um rodeio, mas também tenha outros eventos que a cidade não consegue absorver porque não tem um local adequado. As feiras, as exposições. As feiras, as exposições, locais onde tem grandes shows, que nem tem em São Paulo. São Paulo tem um local grande de grandes eventos no meio de São Paulo. E aqui, porque aqui em Campinas nós temos ótimas rodovias, ótimos locais ainda para se instalar, por que não fazer? E aí eu fui atrás de um local, nós estamos discutindo, conversando, tem bastante já a conversa adiantada, que é lá no Jockey Club, uma área abandonada, uma área onde o jockey hoje praticamente existe, mas existe só com alguma outra, vamos dizer, um outro evento de cavalo, por que não transformar aquela área, do Jockey no local para grandes eventos, gerando emprego, gerando economia, trazendo para a cidade turismo, movimentando a nossa cidade. E aí eu te digo, o rodeio foi, eu vou dizer que foi para Campinas, a ideia onde trouxe a questão das áreas em Campinas. Perfeito. Vereadora, a gente vai mudar um pouquinho novamente. Agora vamos falar sobre a atuação nos bairros. O senhor tem fortemente uma atuação, principalmente nessas ações de zeladoria, na Vila União, também tem regiões ali, Carlos Lourenço. Queria que o senhor falasse um pouquinho sobre os trabalhos realizados nessas localidades com a população. Bom, eu fui um vereador que tive voto em todas as ruínas de Campinas, um voto pelo menos tive. A gente é muito requisitado em todos os bairros. E aquele bairro que a gente é mais requisitado, a gente está mais presente. Isso não quer dizer que a gente não anda a cidade inteira, não tem evento. Eu gosto muito da cultura, porque gera emprego, gera empreendedorismo. Mas tem também a saúde, tem também a segurança, tem também a questão de limpeza da cidade. E tem alguns bairros que eu sempre estou presente. Aqui é a região do Carioca de Lourenço, São Fernando, Tatiaia, toda essa região. Vila União, aquela do Campo Grande, Ouro Verde. Então a gente sempre está no centro da cidade. Eu fui muito, na época, trabalhando bastante para modernizar o centro. Fazer um centro moderno Isso aconteceu, mas eu vi que deu uma Vamos ter que retomar Essa questão do centro A questão de mudança, muitas vezes A gente tem alguns problemas Tão simples de resolver, vou te dar um exemplo Minha filha estuda na oficina estudante Na Brasil 7h30 da manhã Vamos dar 7h a 7h30 Para o trânsito da Brasil É só mudar o itinerário Em vez de entrar numa rua Que é de baixo, entrar lá de cima e fazer o carro dar volta sair de novo na Brasil, você para a Avenida Brasil inteira por causa desse horário tem que se pensar em alternativa, então são pedidos que eu comecei a minha filha estudar, as pessoas sabem que a gente é vereador começa a fazer os pedidos e com razão, é tão simples resolver, é só ter boa vontade então isso é um exemplo agora tem os exemplos também dos bairros, das igrejas que pedem São Bernardo, que nega São Bernardo a gente tem lá, através do padre da comunidade, pedido de limpeza a tapa-buraco, a questão da saúde, que é uma situação difícil em Campinas hoje. Mas não é só Campinas, a gente sabe que a saúde está um problema no estado inteiro, mas nós somos vereadores da nossa cidade, nós temos que brigar pela saúde da nossa cidade. Não adianta ficar discutindo o que está acontecendo em outras cidades, ou discutindo o que está acontecendo no Brasil, e esquecer da nossa saúde, da nossa segurança. A gente sabe que tem lá os comandantes que fazem o melhor da Polícia Militar, da Guarda Municipal, da Polícia Civil, mas tem que melhorar. E para melhorar, precisamos de mais recursos, precisamos investir mais na saúde. Não adianta você só ir lá e falar mal do funcionário público, se você não dá condições do funcionário público exercer uma situação melhor para a saúde, porque o funcionário público também é ser humano. Então, assim, eu sou presente e discuto muito essas questões para poder melhorar a vida daquela pessoa que mora naquela comunidade, naquele bairro. E falando sobre essa questão mesmo dos bairros, os pedidos, também tem a questão da infraestrutura, como o senhor mencionou, mas também tem as questões culturais, espaços de lazer, para que essas pessoas desses bairros consigam também ter um espaço de divertimento. E o senhor também tem essa atuação bastante forte nesse sentido, das quadras. Sabe o que acontece, Raziane? O que acontece é o seguinte, Tem burocracias, são burocracias que eu acho que é burocracia boba. Você tem uma cidade que tem quase 1 milhão e 30 mil habitantes, uma cidade que é a segunda maior do estado de São Paulo, e muitas vezes você precisa ter atividades no bairro, muitas vezes na praça, ou muitas vezes numa quadra coberta de um ginásio, de uma escola. Você não consegue liberar o ginásio ou a quadra de esporte para fazer uma ação cultural para aquela população. Porque muitas vezes a diretora, o secretário mesmo de esporte ou qualquer outro secretário, não entende que o uso tem que ser para a população daquela região. E muitas vezes o portão fica fechado no final de semana, por vaidade muitas vezes da pessoa ou por entendimento de algumas pessoas, ele não abre o portão para o uso. Por que não fazer uma parceria entre as secretarias de usar junto com os vereadores, junto com as pessoas, com a questão privada, de levar ações culturais e esportivas nesses locais que ficam fechados no final de semana. Trazendo a comunidade pra dentro da escola ou trazendo a comunidade pra dentro da praça. Eu já faço isso em alguns locais. Alguns locais eu não consigo, nem como vereador, que seja liberado. Porque você vai pedir, aí você entra naquela situação, ah, mas precisa de segurança. Mas pera um pouquinho. Ali é uma área pública. A população tem o direito de usar. você vai fazer um samba que nem eu faço samba nos bairros, faço samba na feira, muitas vezes no final de semana tá chovendo, não dá pra fazer na praça não dá pra fazer numa quadra de esporte coberta, que é a população que tá indo lá aí uma pessoa vem e fala mas e segurança? mas eu já faço, se tivesse problema já teria parado ali na praça não tem, é família nós estamos lidando com família não é porque é o samba não é que muitas vezes é uma apresentação de capoeira, de artes marciais, que tem briga, gente. A gente está trazendo a família para dentro das escolas, para dentro das praças e dando condições de um divertimento gratuito para a população. E são ações culturais, são eventos culturais. Entender que qualquer tipo de tema na cultura igual a capoeira, ela envolve a inclusão também. Então, é aquilo que eu falo, não só, eu dei um exemplo, capoeira, como pode ser futebol, tem que abrir as portas, e outra coisa quando você tem uma concentração de gente você gera empreendedorismo você convida aquela pessoa do bairro que precisa ganhar um dinheiro pra pagar uma conta no final do mês, participar do evento vender um pastel, trabalhar naquele evento, então assim são coisas que eu venho fazendo, que ainda é pequeno, mas a gente tá crescendo crescendo, e eu tenho certeza que vai chegar uma hora que o secretário ou até a diretora daquela escola não vai poder falar não Porque isso é um erro. A hora que você não abre a porta do ginásio ou da escola para fazer uma atividade, você está distanciando a população do poder público de estar conhecendo quem são as pessoas. Uma das emendas, vereador, foi a questão do futebol feminino também aqui da cidade, né? Sim. Eu ajudo um grupo de meninas, foram campeãs, sempre estou ajudando, que é a Jaqueline e a Carol. A gente faz um trabalho com as meninas órfãos, hoje as meninas são profissionais. Elas participam de torneio e eu destino todo ano para esse grupo, através da Secretaria de Esporte, um valor da minha emenda para manter essas meninas fazendo esporte e ampliar. A gente quer ver se o ano que vem a gente amplia. Hoje tem lá no São José, que a gente conseguiu lá o ginásio. Não temos mais em outros bairros, porque é aquilo que eu falei, é difícil abrir a porta de um ginásio para poder fazer essa parceria público-privada, porque tem muitas vezes... O pessoal fala, não faz porque não tem, não tem porque não abre as portas. Porque tem empresário aí que faz as atividades gratuitamente para a população, tanto na área de futebol, como na área de lutas marciais, de judô, tem que abrir, falta abrir o espaço e chamar as pessoas para participar. E isso eu venho fazendo, e queria ter o apoio maior aí da questão das secretarias, do prefeito eu tenho 100%, mas aí você pega assim o secretário, vai lá e fala uma história que não é muitas vezes a verdadeira, Quero deixar bem claro aqui, porque eu acho que o secretário devia acompanhar, inclusive, o evento, participar, pôr a chancela lá na secretaria, para poder estar fazendo o evento, e não falar não. Tá certo, vereador. A gente está chegando ao final aqui do nosso programa, mas ainda a gente vai falar sobre as questões agora para esse ano, né? Legislativo, 2026, a gente está ainda no comecinho, né? Acabou o carnaval agora, né? Fala que brasileiro só começa... O ano está começando agora. Mas a gente já começou desde janeiro, a gente sabe que as coisas começam a acontecer depois do carnaval, a partir agora desses meses aqui que estão vindo. Nós sabemos que tem eleição, esse ano é um ano complicado, porque tem eleição, tem Copa do Mundo, o brasileiro é fanático pelo futebol, então a gente sabe que vai ser um ano difícil, mas um ano que eu acho que vai passar rápido, porque esse monte de atividades. e espero que a população cada vez mais tenha acessibilidade, que a gente precisa se humanizar mais pra poder ter aí uma paz aqui em Campinas porque Campinas é uma cidade, eu falei eu nasci aqui, cresci aqui, é uma cidade maravilhosa mas precisamos ter um pouquinho mais de humanização entre a população e eu acho que isso tem que começar a acontecer pelo poder público, como eu disse abre as portas das escolas, abre as portas dos ginásios que estão fechados no final de semana traz a população perto da gente E esses temas de todos esses trabalhos, que são alguns só dos trabalhos, vereador, ao longo dos anos no seu mandato, são temas relevantes que vão continuar sendo debatidos aqui nas audiências, nas sessões ordinárias. E é importante também que o público conheça mais o seu trabalho e que participe também aqui das sessões, para entender melhor. Eu acho que assim, eu acho que cada região tem um vereador que foi eleito, embora a gente, depois de eleito, é da cidade inteira. Mas acompanhe seu vereador, entre lá na página do seu vereador. A minha é Arnaldo Salvetti, no Instagram. Entra lá, veja um pouquinho das atividades de cada vereador, o que cada um faz, de projetos. Porque, assim, muitas vezes é bonito o cara fazer um discurso na rede social e ser famoso, né? Mas o que ele faz de fato? O que ele trouxe da cidade? Porque criticar, todo mundo critica. Agora tem que fazer, tem que criticar e fazer. Então eu lhe pergunto, veja o que o senhor vereador faz para a gente poder melhorar cada vez mais a política na nossa cidade. Tá certo. Vereador, muito obrigada pela sua participação. Queria que o senhor deixasse as suas considerações finais aqui para o programa em pauta. Bom, primeiro eu quero agradecer a vocês da TV Câmara. Eu acho que é importante essa comunicação que nós temos. Agradecer ao presidente Rossini, que faz toda essa abertura para cada vereador colocar um pouquinho do seu trabalho. Agradecer o prefeito, o vice-prefeito, que eu não posso reclamar do prefeito e do vice, porque toda vez que eu procuro, eu sou atendido. Eu acho que o vereador tem que cobrar mesmo para poder ser atendido. A gente tem que estar presente nos bairros. E agradecer a população de Campinas. Nessa cidade aqui, eu falo, eu nasci aqui, é uma cidade maravilhosa. Nós temos aí, daqui para frente, a Copa do Mundo, para trazer um pouquinho de alegria para os nossos corações. mas vamos respeitar a cada um o seu espaço, para a gente poder cada vez mais aumentar o espaço nosso dentro da cidade. Tá certo. Muito obrigada, vereador, pela sua participação, de ter compartilhado um pouco do seu trabalho aqui no programa Em Pauta. Bom, a gente vai ficando por aqui. Temos um encontro marcado, então, na próxima edição do Em Pauta. Até lá. Legenda Adriana Zanotto Legenda Adriana Zanotto
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