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[Música] Está no ar mais um programa em pauta e hoje o nosso convidado é o vereador Guilherme Teixeira. Ele que está no seu primeiro ano aqui no legislativo campineiro. E até o dia desta gravação, o vereador protocolou 182 indicações, 30 requerimentos, oito projetos de lei ordinária e um projeto de lei complementar. Vereador, muito obrigado pela sua disponibilidade, né, de de poder vir aqui na Empauta falar mais sobre seu trabalho. Pra gente começar, queria que o senhor avaliasse um pouco esse seu primeiro mandato aqui na Câmara Municipal de Campinas. Bom, primeiro agradecer, né, a oportunidade de estar participando, falando um pouquinho daquilo que nós temos feito, daquilo que nós temos trabalhado. Na verdade, é o primeiro mandato, mas ainda são se meses, né? Então, a gente tá ainda se adaptando ao ao legislativo, na função legislativa, hoje ocupando a primeira secretaria da mesa diretora, o qual me dá uma alegria, uma satisfação muito grande e agradecer os meus pares que confiaram essa função a mim e estamos à disposição da população sempre tentando um diálogo profundo com a com a sociedade, em busca de soluções para temas que são eh redundantes na sociedade, temas que precisam ser de alguma maneira trabalhado, sendo eh a voz daqueles que às vezes não conseguem ser ouvidos em determinados momentos. Senhor falou que está como eh compondo a mesa diretora como primeiro secretário. Como que o senhor avalia essa essa sua função e nesse seu primeiro mandato? É uma função muito importante. É uma função para mim que dá um peso muito grande, porque nós representamos um legislativo de mais de 200 anos. São mais de 250 anos de história do Lisb Campino. Então é uma função que ela remete também a um peso muito grande. Então é uma responsabilidade, é um desafio e nós estamos sempre na discussão, na interlocução com os demais membros da da Tâmara. Vereador, o seu trabalho, né, as suas demandas são mais voltadas para as políticas públicas, para a vida, a família e também para a educação, né? Exatamente. Nós temos um foco muito voltado para essa área, tanto da educação, quanto da família, quanto da vida. Nós acreditamos muito, nosso mandato é muito focado nisso, porque nós acreditamos que essa é a base de uma sociedade saudável. Jor, agora vamos falar sobre seus projetos, né? A gente tem um aqui que dispõe sobre a utilização da tecnologia de inteligência artificial no âmbito da administração municipal. Isso. Protocolamos esse projeto porque é uma questão que é iminente nas nossas vidas, não tem mais volta, não tem mais retorno e são ferramentas, tecnologias que vão ser adotadas no nosso município, que vão ser adotadas na nossa vida eh secular e também no nosso âmbito de trabalho. E é interessante porque eu fiz também um requerimento pra prefeitura e e a resposta deles foi que estão começando a se utilizada a tecnologia em algumas áreas paraa formulação de algumas algumas planilhas ou questionários. Então, quer dizer, o ambiente público já está trabalhando com isso. E agora, recentemente, o governo do estado de São Paulo, não sei se vocês tiveram acesso a essa informação, eles colocaram um programa de A para eh corrigir as tarefas de casa dos estudantes da rede estadual de ensino. Então, aí você vai vendo a proporção que a IA vai tomando na nossa vida. E o objetivo do projeto em primeiro momento aqui no município de Campinas é reguardir, eh, deixar claro para pro cidadão onde está sendo utilizado a inteligência artificial para elaborar algo, seja um uma imagem, seja um texto, seja até mesmo como a questão do governo do estado de São Paulo tá colocando essa ferramenta para corrigir os os trabalhos escolares, Porque tendo a a clareza pro cidadão, é mais fácil ele lidar. Ele pode até questionar: "Poxa, você corrigiu a minha tarefa com base nisso deu errado, mas olha o livro". Porque a inteligência artificial ainda tem algumas falhas. Então é, eu acho que é oportuno que a administração pública use utilize da ferramenta, mas que deixe claro ao cidadão onde, por e como está usando, porque a inteligência artificial, como o senhor falou, tá cada vez mais presente na nossa realidade e na nossa santualidade, né, vereador? É, hoje você vê avatares sendo criados, programas de eh teve recentemente até um um um comediante que fez um um programa eh com personagem fiquício, colocou lá e todo mundo começou a acreditar, pô, será que esse programa existe? Então, a inteligência artificial ela tá vindo eh de uma maneira muito forte. Então, a questão do cidadão saber e ter o conhecimento da onde ela tá sendo utilizada, eh, faz parte de uma transparência também governamental. Eu acho que é importante isso. Vedor, outro projeto seu garante a prioridade de atendimento psicossocial no sistema municipal de saúde de Campinas às mães atípicas que se dedicam integralmente ao cuidado dos filhos com transtorno do espectro autista. Olha, esse projeto é muito interessante porque ele nasce através de uma homenagem que nós fizemos a dois médicos profissionais da área de saúde daqui de Campinas, a Dra. Flávia, pediatra, e também ao Dr. Lucas, pediatra da rede municipal, trabalha no nos no na rede Mario Gate. Eh, é um projeto que ele nasce de um convite, de um convívio com famílias que tem algum familiar, algum membro com ou T21, né, que é trissomia 21, ou tem a o autismo, aspecto autismo. Que que acontece? Essas famílias, essas mães, eles se dedicam praticamente 100% do seu tempo. Independe do nível que tem de dependência, que é o nível de de comprometimento, elas acabam não tendo um momento para elas. Em uma visita que eu fiz ao Prateia, que é uma instituição ali na Unicamp, onde eles desenvolvem toda uma questão eh de aperfeiçoamento da área de saúde, a de da área de educação com a família também. fazem os laudos também. É uma instituição renomada na na nossa instituição que nasce de uma verba parlamentar também de um deputado do meu partido, que é o deputado Paulo Freire, que destinou mais de R$ 6 milhões deais para para o funcionamento daquela entidade. E ali a gente começou a conviver com a realidade daquelas famílias, porque só quem tá presente ali no entorno conhece bem, né? Porque o pessoal fala assim: "Ai, não, não deve ser muita coisa, mas só quem tá ali realmente sabe o que que é essa vivência, né, vereador?" Sim. É, é, é só o dia a dia, é só quem vive, que sabe. Então ali a gente teve relatos de, da enfermeira que tava lá no no Prateia relatando que muitas mães às vezes não conseguem se cuidar de simples atos de fazer unha, de porque é o seu autocuidado. Então isso sobrecarrega mentalmente, não tem como. É desgastante, é uma tarefa á do que elas carregam, elas precisam ser ouvidas. Então, emocionalmente, eu acho que ter um um amparo do poder público é importante e elas terem uma prioridade, porque existe o amparo, né, da da questão psicológica na cidade de Campinas, mas ter o amparo na questão de uma prioridade de atendimento, eu acho importante. Por que a prioridade do atendimento? Muito simples. Eh, ela não tem um um horário na agenda dela que ela pode falar: "Vou vou até lá para para me atender, para me constar". Não, porque ela tá cuidando do filho dela. Então, às vezes até coloquei no projeto que pode ser até remotamente. E essa questão do remoto veio até numa questão da própria eh visita que eu fiz ao Pratéia, porque lá a enfermeira ela faz às vezes a videochamada para poder conversar com as mães, para poder ajudar na forma que ela consegue ali na psicologicamente elas, né, vereador, um outro projeto seu de lei ordinário, o 137, que dispõe sobre a obrigatoriedade de fornecimento de curso de capacitação aos profissionais da saúde e educação atuentes nos equipamentos de ensino de ensino e de saúde no município de Campinas para atendimento e inclusão das crianças com TEIA e portadores da trissomia dos cromossomos 21 T21 e da outras providências. Mesmo mesma intenção foi também através de um grupo de família que chama e família T21. Acho que é interessante vocês acessarem a página deles no Instagram, que é família T21, que é uma organização de famílias de mães que tem eh filhos com T21 e elas se organizam e disponibilizam informações para outras mães e elas têm essa e essa questão de existe um preconceito velado. Então, às vezes ela elas ligam pra escola, falam assim: "Eu queria matrícula". Ah, não, tudo bem, pode vir aqui conhecer a escola. chega lá, olha pra criança, ah, então você última vaga foi preenchida. Então, eh, assim, precisa lidar com esse assunto. A gente precisa conversar sobre esse assunto de uma forma muito clara, muito ampla. a gente precisa lidar com essas questões que ficaram paradas, adormecidas no tempo e e incluir essas famílias, incluir essas crianças realmente, literalmente na sociedade. A gente consegue fazer isso, a gente pode fazer isso. Outro projeto do senhor que chama atenção, vereador, é sobre o envio de notificações de alerta aos munícipes sobre a ação da coleta domiciliar seletiva e o catatreco no município de Campinas. Sim, esse daí a a intenção dele é muito simples. A gente tá vivendo eh sempre vivemos, na verdade, né? Todo ano existe uma uma pandemia da dengue, né? E o mosquito ele se prolifera em meio a entú a objetos deixados em calçadas. E se você olhar o, como a gente estava falando sobre alato, por exemplo, eh, a gente vê hoje o governo do estado de São Paulo com alerta meteorológico que ele consegue disparar de acordo com o C da localidade que tá o seu aparelho. Se nós conseguisse, se nós conseguimos colocar isso implementação também para esse tipo de serviço, eu acho que é muito proveitoso. Na verdade, eu tenho certeza que será muito proveitoso, porque a pessoa consegue se programar para que aquela coleta seja executada. Hoje existe um planejamento para isso, o município disponibiliza, mas acredito que 90% dos cidadões não tem acesso, que é na rede da própria prefeitura, no site da prefeitura, tem lá o cronograma que vai passar o cata treco em tal data naquele bairro específico. Mas se a pessoa receber um alerta e falar: "Olha, nós vamos passar na rua tal", ela pode não ter acessado o site, mas ela tem a informação e ao invés dela descartar esse resíduo num local inadequado, ela vai descartar esse resíduo na frente da casa dela ali, onde o catatrec vai passar, vai pegar. E mais importante ainda, ela não precisa estar na casa dela, porque o catatreco literalmente é você deixar na calçada e a prefeitura faz a coleta e a destinação correta do resíduo. Então isso pode ajudar aí muito, contribuir muito na nossa cidade na questão do descarte ilegal de resíduos sólidos no tem muito locais, tem muitos pontos ilegais. A cidade tem 16 eontos. Eh, já pedimos um estudo para ver se amplia esses ecopontos. Eh, mas é uma solução que pode, de repente uma integração entre o governo do estado, entre a prefeitura municipal de Campinas pode interagir com essa ferramenta e aí disponibilizar esse serviço pra população. E aí talvez até a demanda do ecoponto seja suprimida, tendo em vista que a pessoa sabe e deixa o resíduo dela já na frente da casa dela. Como é a questão da coleta seletiva nos bairros, a pessoa já deixa ali. Naquele determinado dia, ela sabe que vai ter coleta de recicláveis. Então eu deixo naquele dia o reciclável. Quando tem a coleta de lixo comum, ela também já sabe o dia que vai passar o lixir, ela já deixa também o lixo dela separado ali. Então é essa função eh que nós pretendemos com esse projeto de ter um aviso, um alerta pra pessoa que não tem acesso ao site da prefeitura, até para você chegar no ambiente onde fala do catatreco, não é tão simples. São vários passos que você tem que seguir no no site da prefeitura. E isso simplificaria a informação ao cidadão. Esse projeto facilitaria, né, facilho, né, facilitaria em muito, né, porque você estaria com quem hoje não tem um celular na mão e que não recebe um SMS de um alerta. Então, você tendo um alerta ali, você tendo uma informação, hoje a prefeitura já usa inclusive eh na área da saúde o aplicativo lá da Ana, né, que ela lembra a pessoa da consulta médica até como um mecanismo de de evitar faltas para ser preenchida aquela vaga para não não acarretar num num processo de superlotação, de procura, de filas e etc. Então, quer dizer, já existe algo na semelhante, entendeu? Então, daria para para dispor alguma coisa nesse processo. Vedor, um outro projeto seu é o 184 e o que dispõe aqui no município sobre o sepultamento digno de nascituros e de mortos. Sim, esse daí é um outro projeto também que a gente conversando com a com enfermeiros, com com pessoas da área da saúde, tem um determinado peso de um feto onde não necessariamente ele precisa ser sepultado, tá? E abaixo de 500 g ele não precisa ser sepultado. E o que que acontece com isso? Ele simplesmente pode ser descartado como um resíduo biológico. Então, eh, eu acredito na vida. e a vida desde a sua concepção. E como eu acredito na vida desde a sua concepção, ter um sepultamento digno também é importante, faz parte. Então, se a vida for concebida, a família precisa ser orientada. E a família em luto, você sabe que é difícil. Todos sabemos, todo mundo já passou por um luto familiar, acredito eu. E quando você tá no, no momento de luto, você não pensa, você não tem essas informações e a pessoa tem que ter esse direito. Inclusive, o governo federal sancionou agora recentemente uma uma lei para auxílio psicológico a essas mães que têm até mesmo a separação eh de leito na maternidade, porque também acontecia eh isso nos leitos. Qual que foi a a demanda que chegou para mim? Poxa, quando a gente tá tendo, tem um parto no SUS, então tem dois leitos, uma mãe tá lá com o bebê que sonhou e a outra tá no leito ao lado chorando o luto, a dor, a perda de um filho. Isso não é digno, isso não é legal nem para quem tá feliz e nem para quem tá triste. E o governo federal já editou uma lei agora que já separa essa questão, já dá um atendimento mais qualificado. Mas no município de Campinas ainda fica a questão de, ó, você tem o direito de ter um sepultamento do seu filho, um sepultamento digno. Então o cartório vai registrar, você pode colocar e você pode sepultar o seu filho, ter dignidade. Acho que isso também faz parte também do luto pra mãe, né, de pra família. Porque como o senhor falou, né, vereadora, é um momento muito difícil, né, paraa mãe que sonhava em ter um uma criança, né, um bebê e perder assim, né? É porque eh nó a mulher ela já na gestação ela já tá idealizando, ela já tá sonhando. Então quando vem a questão de ser, ah, vai ser um menino, ela já tá planejando o futuro dele. É, as famílias elas se movem para montar o quartinho, para comprar o enxoval. Então, há um desejo, há um sonho e isso acaba frustrando quando há perda, seja por aborto espontâneo ou qualquer outro problema de saúde que tenha ocorrido durante, mas eh a gente precisa tratar isso, a gente precisa conversar sobre isso, a gente precisa falar sobre um problema que eh aflige famílias da cidade de Campinas. A gente precisa falar sobre assuntos que talvez possam ser delicados, mas nós precisamos enfrentá-los. Vereador, um outro projeto seu que dispõe sobre a política de alimentação escolar que fica instituída no ente da município de Franquinas, a política municipal permanente de prevenção obesidade infantil e promoção da saúde nutricional nas escolas públicas, com o objetivo de consolidar, ampliar e fortalecer ações integradas voltadas à melhoria da da alimentação, incentivo à atividade física para as crianças. Esse é outro projeto também que nasce de uma escuta também da da sociedade, de profissionais da área da da educação, da existe um programa na cidade de Campinas e ele é um programa multidisciplinar. Então ele é um programa que ele ele abrange a Secretaria de Saúde, ele abrange a Secretaria de Educação e outras secretarias afins que tenham a ver com a questão de alimentação. E o que que ocorre? Isso é um programa, não é uma política pública implementada. Então, qual que é a intenção do projeto? É uma modificação já de um de uma lei que existe, acrescentando alguns artigos onde faz com que esses programas passem a ser políticas públicas e aí você consegue abranger de uma maneira mais efetiva aquelas crianças. Eh, hoje a gente vê muita procura pro por medicamentos. Nós adultos estamos procurando umas canetinhas milagrosas, né? E a gente pode evitar isso se a gente ensinar, se a gente educar e se a gente tiver perto e promovendo uma alimentação saudável dentro das nossas escolas com outros programas e outras atividades afim junto com a alimentação. Porque hoje em dia cada vez mais a gente vê várias crianças com obesidade infantil, né, vereador? Sim, a obesidade infantil tem aumentado, a obesidade do adulto também tem tem aumentado. Nós temos tido uma um sedentitarismo devido às funções, né? Outras profissões têm chego mais a a a à nossa atualidade e algumas profissões elas já não demandam mais aquela atividade física, aquele esforço físico que a gente tinha que ah, vamos caminhar, vamos fazer, tem precisar. Então a pessoa precisa ter às vezes uma uma ajuda, né? Vador, um outro projeto seu, 180 dispõe sobre a realização de intervalo bíblico nas nas instituições de ensino do municípica. Esse é um projeto que ele nasce para disciplinar o que é esse intervalo bíblico. Por quê? Eh, existe muita ação de influenciadores, de pessoas que estão indo em escolas no intervalo e tem feito eh atividades religiosas. A manifestação espontânea da religiosidade da pessoa, não sou contra, eu acho que tem que ter, mas nós precisamos disciplinar quem pode entrar ou não e fazer isso dentro. Se for uma espontâ dos alunos de determinada religião, eh, se encontrarem naquele momento, eles fazer fizerem o devocional da fé deles, legal, válido, seguimos em frente. Ah, se for o momento onde alguém adentrou a escola para fazer algo de uma religião determinada específica, aí já não é legal, porque daí você já vai ter uma interferência eh religiosa na na fé das crianças que estão ali. Então, eh, para disciplinar essa questão que tá vindo muito forte em São Paulo e outros estados, eh, vocês podem acompanhar na rede social, tem vários casos desses de influenciadores promovendo esse tipo de de evento. Eh, eu acredito muito que a espiritualidade ajuda muito as pessoas a serem eh psicologicamente mais saudáveis. Eu acredito muito na espiritualidade como uma riqueza e algo que transmite pra sociedade coisas boas. Só que nós temos que disciplinar o ambiente escolar. Então, hoje já existe os intervalos onde onde alguns eh membros de igrejas se reúnem para cantar os seus louvores, para eh expressar a sua fé. Então, é só para disciplinar realmente essa essa questão e para também não coibir, porque é um exercício da livre expressão, né? Então eles podem estar ali reunido num canto, eles não estão afetando o intervalo de ninguém, eles estão na no seu no seu espaço eh expressando a sua fé. Vereador, o projeto de lei complementar do senhor que dispõe sobre assentes reservados para uso por gestantes, mulheres com crianças de colo, idosos e obesos, pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, pessoas com deficiência visual e pessoas com TEA. Os veículos de transporte coletivo de passageiros na cidade de Campinas. Esse também é outro projeto que nasce também com a com as famílias. E ele ficou para mim mais explícito no momento que eu vi uma reportagem. Eh, não foi, na verdade, não foi uma reportagem, foi um recorte de uma pessoa que publicou numa rede social e não foi em Campinas, tá? Deixar bem claro, foi numa outra cidade onde uma um pai estava com uma criança no colo em pé no ônibus. Eh, pela imagem, provavelmente, ele estava levando a criança na na escola, porque ele tinha uma mochilinha junto e as pessoas estavam todas sentadas. Então, o que que acontece hoje no no transporte público? Existe o assento reservado já e ele vai permanecer. Na verdade, esse projeto também é uma modificação de um projeto já existe. Complementar, é, é um complementar. Então, a gente tá colocando alguns artigos ali. E qual que é a intenção dele? é criar uma política de educação, falar sobre o assunto. Então, eh, as empresas a que estão responsáveis pelo transporte público de Campinas fazer informativos de modo que eles alertem sempre a pessoa no cuidado com o coletivo como um todo, porque eh como é uma porcentagem dos assentos que são reservados, muito rapidamente em horário de pico, principalmente do transporte, é ocupado esse da Santos e muitas vezes por pessoas que não deveram estar sentadas ali, às vezes até pode ser que tenha tão sentado, pessoas que realmente precisam estar sentadas ali, mas a questão é comportamental aí no caso. Então, por exemplo, eh, por que não despertar no sentimento do próximo olhar para o outro que tá precisando do assento? Empatia, né, vereador? É uma empatia. Então a ideia desse, por trás desse projeto é que se fomente essa empatia de sentir um pouquinho a dor do outro, porque o pai tá com a criança, é um homem, tudo bem, mas tá com a criança. E se fosse uma moça, uma mulher com filho, com parente, com uma criança no colo, então é é gerar que não apenas os assentos eh que já estão destinados eh sejam ocupados por essas pessoas, mas gerar uma educação para que os outros assentos também possam ser ocupados. Não. Aí também nesse projeto a gente deixa bem claro, eh, mantém a a o nível, o porcentagem de ocupação dos assentos reservados apenas educando, fazendo eh publicidade para educação, para que os outros assentos também possam ser, porque às vezes a pessoa fala assim: "Não, o acento já tá ali, já tá sendo ocupado, a parte dele tá ali, então eu não vou me mexer daqui, aqui é meu lugar." E às vezes é uma questão de empatia. Dor, agora falando dos requerimentos, né? O senhor tem 30 requerimentos protocolados nesse seu primeiro mandato. A gente tem um aqui que é sobre o senhor quer requer informações sobre o projeto para a obra anti-enchente do bairro São Bernardo. Sim, é São Bernardo ali teve um um acidente muito grave agora no começo do ano, né? teve a o falecimento de uma de uma de uma jovem ali. Eh, e já existe uma obra sendo feita, um pisinão sendo feito na proximidade da Câmara Municipal, inclusive tá já adiantada, vai ser entregue. Vão existir outros piscinões também, não só esse daqui, como o El São Bernardo, provavelmente é uma área de grande enchente, vai haver alguma coisa com a absorção dessa desse volume de água aqui que constantemente cada vez mais aumentado, né? E que que acontece? Nós precisamos saber, queremos saber o que tá acontecendo, como tá, o projeto tá OK? Não tá OK, já tá sendo providenciada a licitação, já tem um recurso financeiro para isso? Eh, como é que tá o cronograma disso daí? Tudo por quê? Eh, a região onde ocorreu o acidente que vitimou a a jovem, infelizmente, eh, ela já é de alargamento histórico, frequentes, frequentes. E ali é uma rota que muitos, eh, muitos prédios foram erguidos em Tor e ali acabou sendo uma rota muito frequente de bastante carros, bastante veículos. Então, eh, saber e disponibilizar essa informação para os munícipes, acho que é importante, principalmente daquela região que utilizam aquele trajeto para ir para casa, para ir pra escola, pro trabalho, que noram ali, que adençou mais aquela região. Então, é mais nessa nessa intenção, esse requerimento. A gente tem um outro aqui também que o senhor requere informações sobre o projeto de construção de novos centros de saúde no município. Sim, nós temos 68 postos de saúde no município de Campinas. Eh, acabamos esse esse requerimento foi anterior até um projeto que nós votamos aqui paraa criação de um outro novo posto de saúde. Eh, mas nós queremos entender a dinâmica dos postos de saúde. A gente já sabe que Campinas cumpre com o que é determinado pela organização, né, da saúde em relação ao número de atendimento de munícipes por foso de saúde, mas nós temos algumas regiões é que são mais distantes da cidade, por exemplo, vilagem. Nós votamos agora recentemente, inclusive. Eh, existe outras regiões também distante que precisam de um posto de saúde para melhor atender aquele munícipe no local ali onde ele está. Então, a intenção é é ver onde mais está programado e como está esse cronograma. Então, nós já temos mais dois que estão previstos, né, de postos para ser para serem construídos e nós queremos saber se tem mais algum outro e onde serão essas áreas que que serão construídos. Um outro projeto, 696, vereador, o senhor requer informações sobre a situação do tratamento ao CRESP em Campinas. Esse é um requerimento que também sai do plateia, porque todo o serviço que é colocado ali dentro é regulado, o serviço de saúde é regulado pelo governo do estado e o CESP ele regula os serviços ali que são demandados. Então hoje paraa pessoa ter acesso ao prateia, por exemplo, ela acessa ao posto de saúde primeiro. No posto de saúde ele é encaminhado ao Prateia através do do sistema. Quando ele sai do Prateia, existe uma outra recolocação dele no serviço público, porque o Prateia ela, ele faz o diagnóstico, ele começa o tratamento, mas ele não perpetua ali, ele não é uma entidade para ficar eh pra criança ter o cuidado ali, ele é encaminhado para outras entidades. Então, a ideia é entender a regulação de como é feito esse fluxo dentro da prefeitura para onde essas crianças que saem do Prateia, elas são encaminhadas depois para dar continuidade ao tratamento delas. Agora vamos para as indicações. O senhor tem 182 indicações. Esse é o primeiro mandato. A gente tem uma aqui, vereador, que é a pro senhor solicitar a aplicação de fresado em duas ruas no Jardim Princesa e também ampliação ao bairro todo do nivelamento lá que eu tava eu li a o documento, né? Porque lá tem um grande fluxo de carros e vans que deixam as crianças na ONG Bom Pastor. Exatamente. A a ONG Bom Pastor. Inclusive meu abraço a Kelly, que a mãe dela faleceu recentemente, que foi idealizadora junto com ela lá no do Bom no Bom Pastor. Eh, as vans, ela faz o contraturno da escola e as vans tem que fazer o trajeto ali e é uma rua, não é um bairro ainda que está legalizado, está em fase de regularização pela prefeitura. Mas existe um grande eh fluxo de vans escolares que passam ali para deixar as crianças que saem da escola e ficam ali no contraturno ou que já estão ali e vão pra escola, que as os pais deixam ali, depois a van pega para levar pra escola, pra creche. E que acontece e no momento eleitoral de campanha, eu tive na na ON de Bom Pastor e eu pude ver uma situação lá que me incomodou um pouco porque era um momento de estiagem. Não tava chovendo e a van determinado momento chegou e aí vem o pó junto, né? E aquele poeirão, né? E aquele poeirão com as crianças. E aí eu fiquei pensando até mesmo no dia de chuva, né? Como é que não seria a situação da daquelas vans passando, porque é um veículo pesado, as crianças têm que adentrar a ONG. Então, a ideia da dessa indicação é é tentar minimizar enquanto não há a legalização do bairro, porque a gente sabe que depois que vem a a legalização do bairro, regularização do bairro, regularização fundiária, ela permite o o asfaltamento, ela permite outros serviços públicos. Enquanto isso não ocorre, é mais para dar essa amenizada no problema deles e graças a Deus nós conseguimos ser atendidos. Uma autosolicitação. O senhor eh solicita a instalação de câmeras de segurança nas entradas e saída do bairro Residencial São José, eh, no bairro Ouro, é residencial São José no bairro Ouro Verde. Sim, na verdade é a região do Ouro Verde ali São José, né? Na verdade eu diria mais que é ali é Parque ali é mais perto do Vida Nova, ali do terminal Vida Nova. O Residencial São José, ele tem uma característica muito interessante. Ele tem apenas uma entrada, duas entradas e saídas, tá? E é uma é um bairro que ele está em determinado ponto ali perto do Marajó e daria para se colocar câmeras ali para criar um bolsão de segurança pros moradores. Então, se tem um furto, alguma coisa, as câmeras conseguiriam pegar e rastrear esse carro durante o trajeto que ele fizer, tanto qualquer caminho que ele fizer ali na na no entorno, a câmera poderia seguir e ter um desfecho melhor e positivo para alguma ocorrência lá. É um bairro que ele é composto basicamente por residências, não há verticalização no bairro. Então você colocando essas câmeras, você consegue criar uma sensação de segurança até maior pro cidadão, pro munícipe que reside ali. Vereador, como você falou no começo aqui do programa, né? Eh, nesse seu primeiro ano, o senhor entregou dois diplomas de mérito médico Dr. Zerinovais, um para a Dra. Flávia Pereira Nogueira e outro para o Lucas dos Santos Machado. Exatamente. Dra. Flávia e Dr. Lucas são dois profissionais excepcionais. É o a gente tem que reconhecer profissionais do nível deles, porque eles se dedicam de uma forma fantástica paraa causa do T21. Eh, são profissionais que colocaram a sua vida, suas carreiras para isso. São dois pediatras que se especializaram no T21. Eles são profissionais que eles dão informação contínua para as famílias. Esses nomes eles chegaram a mim através desse grupo de de mães da família T21 que propuseram isso para você ver qual como é o nível de dedicação deles a essa causa. A Dra. Flávia tem um filho e o Dr. Lucas eh ele adotou um paciente, o Víor, que era residente do Hospital Uro Verde. Ele adotou essa essa criança no hospital sabendo de todas as condições que ele tinha. Ele ele foi capaz de dedicar sua vida a isso e ele se especializou para isso. Então, a gente precisa reconhecer isso. São pessoas que merecem reconhecimento. A gente tem que honrá-los, sim. são pessoas que vão além do do seu juramento profissional. Vedor, a gente chegou ao fim aqui ao nosso programa em Pauta, né? Muito obrigado pela disponibilidade do senhor de vir aqui falar sobre seu trabalho aqui no legislativo campineiro, viu? Eu que agradeço, agradeço a todos que estão nos assistindo. Deixo aqui para você nossas redes sociais, Guilherme CPS, que é Abreviação de Campinas. Então, Guilherme Teixeira CPS no Instagram, nos acompanha na rede social, lá você vai ter compartilhado algumas informações de nossa cidade, alguns projetos e atividades que nós temos desenvolvido no nosso mandato. Mais uma vez muito obrigado, viu? Eu também agradeço você que tá em casa pela sua companhia, pela sua audiência. Até o próximo em pauta. Так. [Música] [Música]