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Em Pauta | Causa animal, autismo e fibromialgia: ações do vereador Hebert Ganem
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Em Pauta | Causa animal, autismo e fibromialgia: ações do vereador Hebert Ganem

68 views Publicado 16/08/2025 HD · 34:30

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No Em Pauta de hoje, recebemos o vereador Hebert Ganem para falar sobre suas iniciativas na Câmara Municipal de Campinas, com destaque para a causa animal, o apoio a pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e a luta por mais visibilidade e políticas públicas para a fibromialgia. Durante a entrevista, o parlamentar comenta: 🐾 Projetos para a causa animal: PL que garante o direito de alimentar animais de rua PL que aumenta as penalidades para casos de maus-tratos Conquista de R$ 5 milhões, via deputado federal Bruno Ganem, para a construção do novo Centro Integrado Animal de Campinas Campanha do AUgasalho, que arrecadou e distribuiu mantas e cobertores para animais em situação de vulnerabilidade no inverno 🏠 Direitos das pessoas com TEA: Projeto de Lei que garante prioridade em programas habitacionais do município para pessoas com Transtorno do Espectro Autista 💙 Saúde e fibromialgia: A busca por especialistas e pacientes para debater e dar visibilidade à fibromialgia, uma condição que ainda carece de atenção e compreensão O vereador também fala sobre sua visão de políticas públicas voltadas ao bem-estar animal, inclusão social e saúde, e convida a população a participar e acompanhar de perto os trabalhos legislativos. 💬 Qual dessas iniciativas você considera mais importante para Campinas? Deixe sua opinião nos comentários. Continue assistindo conteúdos incríveis em nossas playlists: 📺 YouTube: https://www.youtube.com/@tvcamaracampinas 🌎 Conecte-se com a gente nas redes sociais: 📸 Instagram: https://www.instagram.com/tvcamaracampinas 🎵 TikTok: https://www.tiktok.com/@tvcamaracampinas 📘 Facebook: https://www.facebook.com/tvcamaracampinas 🎙️ Spotify: https://creators.spotify.com/pod/show/tvcamaracampinas

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[Música] [Música] Está começando mais um em pauta e o convidado da vez é o vereador Ébert Ganém. Ele que está no seu primeiro mandato aqui na Câmara Municipal de Campinas. E nesse seu primeiro ano como parlamentar, o vereador é membro de quatro comissões, a comissão para assuntos de segurança pública, a comissão de meio ambiente, a de cultura e a comissão de proteção e defesa dos direitos dos animais. Até a data desta gravação, o Ebertoto em 2025 93 indicações, 22 requerimentos, duas moções, um projeto de lei complementar e 35 projetos de lei ordinária. Vereador, muito obrigado, né, por você ter aceitado esse convite, né, de poder participar aqui do programa Em Pauta. Pra gente começar, vereadora, de que maneira que o senhor avalia esse seu primeiro mandato aqui no Legislativo de Campinas? Rafael, agradeço o convite, a TV Câmara que sempre eh nos apoia e sempre divulga o nosso trabalho. Bom, estou no mandato 8 meses, né, e tenho trabalhado bastante, né, então me propus a ser candidato, ganhei como vereador e eu acho que eu tenho que dar o meu melhor, né? Eu tenho que suar a camisa mesmo, apresentar os projetos de lei que o vereador faz as leis, fiscaliza e faz as indicações onde tem algum problema que a prefeitura precisa ali intervir para poder melhorar, seja no postinho de saúde perto da sua casa, a escola, a rua, né? O pessoal fala assim: "Ah, os carros passam correndo na minha rua, né? Precisa de lombada." Procuram sempre vereador, né? Mas não é o vereador que faz lombada, faz ele, ele indica para que a prefeitura dê uma olhada para onde que está o problema que possa solucionar. Então a gente tem trabalhado bastante nas comissões, né? A minha bandeira é causa animal, né? Que foi eleito, mas defendo também eh a causa autista, né? Agora a gente também tá com uma frente da fibromialgia, então a gente tá abrangindo tudo, mas também educação, cultura e a gente tá para trabalhar mesmo aqui e o gabinete sempre à disposição da população no que precisar, né? Estamos aberto, converso no WhatsApp, meu WhatsApp vive cheio de mensagem lá, a gente responde, demora um pouquinho, mas a gente responde todo mundo, né? Às vezes a gente não consegue dar a resposta que a pessoa queria, mas não fica sem resposta. A gente sempre tem esse olhar, ouvir a população. A população votou em mim, mesmo aqueles que não votaram, né? Então a gente tá aqui para trabalhar para todos. E vereador, como eu falei, né? Você nesse nesse seu primeiro mandato, o senhor é membro de quatro comissões, a comissão para assuntos de segurança pública, de cultura, de meio ambiente e a comissão de proteção e defesa dos direitos dos animais. Você como membro, qual que é a avaliação que você faz dos trabalhos dessas comissões em qual você participa? A comissão é muito importante quando a gente apresenta um projeto de lei aqui na casa, se for do tema de segurança, vem para essa comissão primeiro. Então a gente faz uma avaliação se aquele projeto é viável, é legal, constitucional, se vai ajudar a comunidade, né? Depois que passa por esse por essa comissão, ele vai pra legalidade também. Então, e depois a gente vota no plenário, porque quando chegar no plenário, eh, tem que chegar pronto esse projeto, né? seja da causa animal, meio ambiente. Então é importante essas ações, né? Então tem feito um bom trabalho todos, né? Essas comissões aqui para que quando chega lá pra gente voltar, a gente já sabe se tá tudo certo, se teve que ter alterações. Por exemplo, eh alguns projetos meus precisou fazer alterações substitutivos, né? A gente queria aumentar a penalidade para quem comete crimes contra os animais. Então tem uma multa, a gente queria uma multa um pouco alta. Só que não é legal, né? Então teria que diminuir, mesmo assim ela ficou alta. Então esse trabalho da comissão é essencial. E vereador, né? Como a gente pode ver, né? Até mesmo a sua camisa, né, que tá escrito, castração é um cuidado. O senhor é um um defensor ativo, né, das causas da da sociais e também muito da proteção animal, né? O senhor também tem a questão do a gente tava no frio, né? tá no frio ainda questão da campanha ao gasalho. Isso. Eh, a gente sabe que tem pessoas que estão em situação de rua, que passam frio e os animais também que estão junto com essas pessoas. Então, a gente resolveu fazer essa campanha Algasalho que chama pessoa que tinha cobertinha, roupinha que não usa mais, casinhas, né? A gente ganhou cinco casinhas outro dia e tem aquelas protetoras que faz um trabalho maravilhoso, né? de acolher esses animais que estão na nas ruas, né? Tem muitos gatos que não têm eh tutores, foram abandonados e essas protetoras vão lá, levam comida, levam água, é ração. Então a gente, essas casinhas acabam ajudando porque o pessoal eh leva essa casinha dentro da casinha, coloca água e comida pro pombo não entrar, porque se a comida ficar exposta na rua, o pombo vem e mexe ali e acaba trendo doença. Nossas casinhas ajudam os protetores e ajudam as pessoas que estão ali em volta para não criticarem também. Ah, vai ter sujeira aqui. Então, a gente, quem tinha casinha do, a gente conseguiu levar para ela as roupinhas, a gente fez esse trabalho. Tem muito animal abandonado. E uma coisa que eu gosto de ressaltar aqui, tem até um depois fazer um corte, não existe animal de rua, existe animal que foi abandonado por um irresponsável. Então a gente luta para que esses abandonos não aconteçam e nós precisamos colocar em prática as políticas públicas que possam ajudar. Vereador, recentemente o senhor realizou uma audiência pública para a discussão do novo Código Estadual de Defesa do do do Animal. Qual que foi o motivo dessa audiência? Então, esse esse código que a gente debateu na audiência pública com a deputada estadual Clarice Ganém, que faz parte do meu grupo, é um é um código do estado. Então, ele é desde 2004, 2005, 2005 é isso. Faz 20 anos que ele não é atualizado, muita coisa aconteceu, redes sociais, então a gente debateu sobre isso. E um dos temas que nós abordamos ali foi os animais, foram os os cães pitbull, né? Hoje abandona-se muito pitbull e as pessoas no começo, ah, quero pegar um pitbull aqui pra minha casa lá, para cuidar da minha casa, para cuidar da minha empresa, do local lá, deixa o cachorro bravo, né? Quer que ele fique com raiva ali, porque se alguém entrar ali, morda. Só que daí esse animal cresce, fica violento, depois a pessoa não quer mais. O que que ela faz? Ela abre o portão e solta o cachorro na rua. Ou senão o cachorro escapa, ataca um vizinho, ataca uma criança dentro da própria casa e eles não querem mais. Uma outra pessoa que tem um tem pitbu também vê aquela cena no jornal porque aparece na mídia. Ah, também não quero mais meu pitbull. E vai soltando os pitbus nas ruvas. Então isso é um debate que a gente tem que realizar. Eh, nós temos que criar leis que impeça que as pessoas peguem pitbull para ser cão de guarda, né? acaba deixando ele com raiva, eh, acaba mexendo com o animal para que ele fique furioso. E nós temos que trabalhar com isso. Eh, essa questão precisa ser debatida bem a fundo. No nosso município, nós estamos com problema lá. Muitas pessoas eh ligam pro Corpo de Bombeiro até um pitbull aqui, recolhe, vai levar para onde esse pitbull. E quando você leva um pitbull, seja lá pro pro canal ou para uma ONG, que é difícil ter vaga, o pitbull não é adotado. Ninguém quer mais um pitbull. pitbull, quem que vai querer um pitbull furioso, né? E aí ele vai para um lugar onde ele vai ficar para sempre até ele morrer lá num espaço, porque tem animais que são mais sociáveis. Então, por exemplo, um viralata consegue ficar com dois ou três pitb, mas pitbull não. Então, é uma vaga só pro pitbull, uma vaga que podia acaber três animais e vai acabar ficando pitbull. Então é um debate que a gente tá tá tá tá debatendo, né, no estado inteiro e que Campinas foi sediado aqui pela deputada Clarice Ganei. E o vereador nessa audiência, o senhor também vocês debateram da questão da de refletir nos avanços sociais, técnicos e jurídicos, né, já que faz 20 anos que o Código estadual não é atualizado. Isso tem muita coisa que precisa, por exemplo, venda de animais, né? Eu sou particularmente contra, né? Se todo mundo pudesse adotar um animal, não tinha animal na rua. Eh, como eh fiscalizar isso? Porque a venda é permitida. Hoje há 20 anos atrás não falava muito sobre internet. Hoje é vendido na internet. É uma coisa que tem que ser colocado no estatuto novo. Um animal é como um produto daí, né? Sim, como um produto. E já não é mais coisa, né? O animal é um ser ciente que ele sente frio, fome, chora, ele sente dor. Então ele não é uma coisa, né, uma propriedade. Depois fala: "Ah, é meu isso aqui, né? É assim, mas ele é um ser que tem alma pra gente. Então, eh esse debate é importante paraa gente poder possa atualizar eh essas situações, como eu já disse, do pitbull, pegar um pitbull, comprar lá o pitbull, deixar ele eh furioso ali. Isso aí não é uma coisa eh que nós eh eh como que eu vou dizer, defendemos, né? A gente é contra isso e a gente quer coibir esse tipo de coisa. Vereador, como eu falei no início do programa, né, até o dia desta gravação, né, desta entrevista, o senhor protocolou 93 indicações, um projeto de lei complementar, 35 projetos de lei ordinária, 22 requerimentos e duas moções. Vamos falar um pouco mais sobre esses documentos que o senhor protocolou, né, da moção. O senhor tem uma moção aqui que apoia o terceiro sargento PM Felipe, o cabo PM Gran Henry e o soldado segundo SLP Luan, pela participação na operação do resgate de animais encontrados em situação de abandono e maus tratos. Isso foi um resgate muito difícil que eu fiz. Eram oito animais eram que estavam numa casa, o tutor faleceu e a família não queria os animais. A família nem é de Campinas, acho que era de Sumaré, né? E eles não queriam mais. Os animais estavam lá presos dentro de casa. sem comida, sem água e eram animais que só viviam com eles. Então não, eles não queriam conversa, mas ficavam latino lá. A família autorizou a gente a entrar, a pegar esses animais, mas a família nem quis vir ajudar. Mandou a chave, nós entramos lá. Mas assim, três eram oito animais, só três eram dóciles. Eu consegui pegar, a gente filmou ainda, esses três eu consegui. O restante eu não conseguia porque eles eram bravos, eles mordiam. Ainda me machuquei minha mão. Aí eu precisei do apoio do Corpo de Bombeiro. Primeira coisa, o Corpo de Bombeiro falou assim: "Você tem lugar para levar o animal?" É assim, porque não tem como você fazer resgate hoje, não tem. Tá tudo cheio, as ongas estão cheias, protetores estão, estão cheios de animais também lá. O DPBE não tem também vagas. E eu falei assim: "Não, eu tenho uma ONG e que me ajuda muito. Falou assim, ó, eu fico com com os animais que estão aí". Eh, eu falei assim, ó, tranquilo. Então, avisei o corpo de bombeiro, o corpo de bombeiro veio e fez os resgates dos outros eh cinco animais. Eh, foi muito difícil porque teve que pegar um por um. Eram ferozes os animais, não eram de raça, né, grande assim, mas eram virales que estavam ali sem comer, sem beber água. Não viao, não vi o tutor deles há algum tempo. Então eles estavam com medo. Eu cheguei lá com aquele monte de gente, falou assim: "Quem que é esse pessoal que quer invadir?" Por quê? O animal tem sentimentos. Ele tava com saudade lá do tutor deles e chega pessoas estranhas na casa. É o habitate deles, a casinha deles ali. Entrou esse pessoal. Então eles conseguiram, fizeram resgate para mim. Se não fosse corpo de bombeiro, não tinha conseguido resgatar. Nós levamos para para essa onga esses cinco, esses oitos, esses oitos animais, tratamento veterinário, ração, para que eles possam ser colocados para adoção. E aí nós temos um outro problema. As pessoas não adotam animais que são adultos, só adotam animais que são filhotes e às vezes prefere comprar até um filhote do que aquele que está para adoção. Esse também é um grande problema, né? A gente tem que investir mais em adoção, que a população possa adotar animais. Vereador, o seu projeto de lei complementar, o número 75, que altera uma lei que dispõe sobre assuntos reservados para uso por gestantes, mulheres com crianças de colo, idosos, obesos, pessoas com deficiência física ou mobilidade reduzida, pessoas com deficiência visual e pessoas com com TEA nos veículos do transporte coletivo de passageiros. É, a gente, como eu disse, a gente tem a causa animal como eh principal, mas nós temos as outras causas que a gente defende. Esse é um projeto eh espero que seja aceito aqui pela casa. Acho importante isso, né? Dar essa prioridade a todos que tenham a deficiência, né? Porque muita gente fica ali na dificuldade, se a gente puder facilitar paraas pessoas isso, isso é importantíssimo. Um outro projeto agora, um projeto de lei ordinário, 224, que reconhece aqui no município de Campinas as pessoas de diagnosticadas com fibromialgia como pessoas com deficiência na forma que especifica. Eh, eu apresentei esse projeto de eh de lei e o mas o governo federal já também sancionou, então é federal, então é uma deficiência já eh em todo o Brasil. Não era era em alguns estados, eram em estado de São Paulo não era reconhecido. Por isso eu apresentei aqui na casa, né? Mas o o presidente já sancionou, né? já passou os trâmites lá, então é reconhecido como deficiência eh no país todo. E mas aí continua a nossa lei aqui pra gente poder reforçar, né, eh eh essa vontade da população. Um outro projeto do senhor Ebert, o número 276, que institui o portal TE aqui no município de Campinas. É, isso é um projeto nosso de muito tempo, bem antes da de campanha eleitoral, um projeto esse esse portal possa facilitar pra família, né, questão de saúde, dos direitos que tem, marcar consulta. Então é um projeto que a gente tenha que possa facilitar nesse portal através de um aplicativo também que a pessoa tem que ir no posto de saúde ou depois em um outro lugar. a gente queria que fosse tudo digital ali, tivesse essa facilidade, principalmente para as famílias. Famílias precisam ser atendidas eh nesse sentido, né? As famílias que tem um trabalho, é uma luta muito grande, né? Então a gente quer facilitar pra família. Agora o projeto de lei número 63, que estabelece diretrizes para o diagnóstico precoce e a atenção integral a pessoas com transtornos do neurodesenvolvimento aqui no na cidade de Campinas. é quanto antes for eh entendido que a pessoa diagnost que a pessoa tem é importante para o tratamento e que, né, não se agrave com o tempo, né? Então a gente quer que quanto antes isso eh seja diagnosticado, seja encontrado ali o que pode ser feito, né? Eh, com um pessoal especializado, a gente sempre diz isso. É importante a gente saber eh com antecedência, né? Porque se depois depois que um tempo passa, às vezes fica irreversível você conseguir diminuir eh essa situação. Agora, um que chamou muito minha atenção, porque eu acho que já posso ter já pude ter contato com essas plantas, mas eu não sei da questão do projeto 185, que altera uma lei que proíbe o plantil de espécies vegetais tóxicas e da outras providências. Ah, sim. Esses essas plantas têm em algumas praças, né? Aí o animal vai lá, acaba mordendo, ele morre, né? São plantas que fazem mal. Eh, então a gente tem, a gente pensou nisso, né? Foi eh, eu, na verdade, eu estive uma vez num shopping, tinha um fio desencapado assim, um cachorro passou, ele tomou um choque. Pensei naquilo, falei assim: "Também tem plantas também que ele pode". Então, guardei isso para mim e falei assim, ó, vou apresentar essa essa esse esse projeto de lei para que, né, tomem cuidado para que que essas plantas se forem ingeridas acabam levando animal a óbito. Nem nem animal também, né? Nem só animal, né, vereador, também o próprio humano, né? Se a pessoa pode passar a mão, pode ter alguma alergia, alguma intoxicação também, né? Sim. Alergia, né? Eh, comigo ninguém pode, é uma planta que se o animal ele comer lá até nós mesmo, né? Dependendo a gente passa mal uma criança, né? Às vezes não tem discernimento ali, ó, disso aqui é venenoso ou não. E acaba aquela planta coroa de Cristo, né? Aquele aquilo lá que sai, se cair na sua mão para dar uma alergia. Já caiu no meu olho uma vez, quase perdi a visão. Vedor, agora vamos pr os projetos de lei da causa animal, né? Que é sua bandeira forte. O número 25 que dispõe sobre a criação do fundo de proteção animal aqui no município de Campinas. É o que a gente debateu aqui, né? As protetoras que fazem o trabalho com os animais de rua. A gente às vezes quer ajudar a protetora com recursos, mas a protetora não tem ONG, não tem associação, não tem nem dinheiro para montar uma associação, porque precisa ter advogado, contador. Então a gente que gostaria nesse fundo que recursos fosse para o fundo e o fundo distribuísse paraas protetoras ração, eh, consultas veterinárias, né, remédios. Então, facilia facilitar pras protetoras e pras ONGs também, né? a gente nesse fundo receberia também eh recursos que eh de multas de pessoas que eh que fizeram, cometeram maus tratos e pagaram multas, né, de penalidade para esse fundo, esses recursos iriam também para poder ser eh penalidade da pessoa que cometeu maus tratos para ter bons trato, né, para poder ajudar as protetoras, as ONGs. Um outro projeto, vereadora, que autoriza o poder executivo a criar a Secretaria Municipal de Defesa e Saúde Animal. É uma batalha muito grande. Hoje a Secretaria do Clima, né, e Meio Ambiente que toma conta d da causa animal. Metade da secretaria, metade do serviço da secretaria é da causa animal. Então, no meu entender, acredito que hoje uma secretaria poderia vir eh ajudar, melhorar, né, fosse específico para causa animal ali, animais silvestres, animais cães e gatos, né, grande porche também, cavalo, boi. Então, a gente tem isso também. Nós temos animais comunitários, como eu disse, trabalhos e em escolas, né, a gente tem que levar essa educação também da causa animal de de que não cometa maus tratos para as escolas. Então, acho que uma secretaria seria bem cabível nessa questão. Não posso esquecer também da parte da saúde, zonoses também, né? Zoonoses é importante. Eh, hoje no município a gente não tem eh um caso eh casos graves de raiva, né? Não, não tá extinto entre cães e gatos, mas muita gente não sabe ainda é aplicada a vacina da raiva. Tem que eh agendar ela perto do do chapad da pedeira do Chapadão. Então você vai lá, nós vamos divulgar também mais isso. Questão de raiva não tem na cidade, às vezes encontrem algum morcego, pelo que eu pelo que eu sei, né? Mas em animais não tem mais também. Esse trabalho zonos é importante. Tem animais aí que tem doenças que passam para o ser humano, né? esporotricose. É uma delas que é de vem do gato, eh, começa a sair umas bolhas na pele, é que assim você tem que cuidar. Tem cura pro animal e pra pessoa, mas precisa ser, tem que começar cedo essa, esse tratamento. Por isso, a secretaria seria muito importante. Tem então um projeto aqui que autoriza o poder executivo a realizar periodicamente o censo municipal de animais domésticos. É, nós precisamos desse censo. A gente precisa saber quantos animais nós temos de cães e gatos. para as políticas públicas, né? Para onde que a gente vai levar o mutirão de castração? Ah, vamos levar lá pro pro campo belo. Por quê? Porque lá a demanda é maior. Ah, vamos levar lá pro gargantilha. Então, esse senso é importante também o senso dos animais comunitários, os animais que não tm tutor, né? É importante a gente saber isso e através de um senso, né? Então, pra gente poder saber para onde levar, como eu disse, referente à esporricose, isso, a esporotricose hoje eh tá muito em região periférica, né, periferia, que as pessoas às vezes não têm como, eh, cuidar dos seus animais, né, não colocar ele lá na quarentena. Então, com o senso, a gente vai saber aonde a gente pode agir, onde tem doença que a gente possa também eh levar a combater. Falando do dos dos animais comunitários, né, os cães e os gatos, o senhor tem um projeto de lei que assegura toda pessoa o direito ao fornecimento de alimentos e águas, animais domésticos em situação de rua, inclusive os animais comunitários, né? É, muita gente quer lá colocar água, água no portão, ração e o outro vizinho não quer, não gosta, vai lá e chuta o potinho de água, destrói a casinha do animal. Uma pessoa para fazer isso precisa eh não ter coração, não ter sentimento por um animal, na minha opinião. Então, com essa esse projeto de lei que não tinha essa lei, né, garante que quem colocar água lá e comida, ela pode fazer isso na via pública, né? E se alguém for lá e destruir e for filmado, vai ser penalizado no rigor da lei. Vereador, agora voltando, né, pr pra questão dos pitbulls, né, o senhor tem um projeto de lei aqui, o número 263, que dispõe sobre a criação do programa municipal de identificação e microchipagem obrigatória dos cães da raça pitbu e seus cruzamentos. é um pro de lei que junto com o Permínio, né, eu tô tô assinando com ele. É uma ideia que nós temos, eu volto a falar as questões dos pitbulls. Nós precisamos fazer algo referente aos pitbulls. Então, a gente quer que todo mundo que tem o pitbull seja obrigado a chipar o seu animal. A pessoa tem animal, se ela for denunciada que o animal não está chipado, ela vai ter um prazo para chipar, porque se esse animal depois ela soltar na rua, que não querer mais, ela será penalizada no rigor da lei. Eh, as pessoas no começo acham o pitbu bonitinho, desse tamanhinho assim, uma gracinha mesmo, né? Mas e daí se ele for colocado em situação que ele vai ficar eh furioso ali, ele vai ser um animal feroz, né? Então a pessoa tem que e depois a pessoa quer soltar na rua, então a gente quer que a pessoa eh seja responsável pelo animal até o final. Um outro projeto, ô vereador, que veda a investidura em cargo a emprego ou função pública e a participação e licitação de pessoas condenada condenadas, né, pelo crime de maus tratos aos animais. Sim, o FBI, né, ele já faz um parâmetro de dos psicopatas. Todo psicopata no na sua infância maltratou o animal. Então é é isso. Eles colocam esse esse trabalho. Então se uma pessoa faz mal para um animal, né, comete lá, estupra um animal, e bate animal, espanca, mata o animal, ele vai fazer a mesma coisa com o ser humano, com uma criança, com o idoso, seja com quem for. Então, a gente tá tentando eh deixar essas pessoas longe, né? Imagine uma pessoa que estuprou um animal, vai atender um posto saúde, vai atender uma escola. Não tem, não é cabível uma situação dessa. Temos um outro projeto aqui, vereador, que dispõe sobre a proibição do uso de violência física e psicológica no adestramento de animais domésticos. É, tem algum, infelizmente, né, alguns adestradores, né, que batem no animal para que ele possa obedecer e fazer o que tem que ser feito lá, né? Então a gente, isso a gente não tolera, isso aí é crime, isso é maus tratos. Então a nossa lei proíbe isso, né? Então a pessoa que quer eh cuidar do seu animal, né? Que quer que ele seja adestrado ali, tem que ser adestrado de forma segura, né? Sem maus tratos. Um outro projeto, vereador, que obriga os condomínios residenciais e comerciais a comunicar aos órgãos de segurança pública a ocorrência de casos de maus tratos animais. Eh, hoje se você estiver na rua, na perto da sua casa, você vê um crime, se você não chamar a polícia, você não comunicar a polícia, você é o quê? Cúmplice, né? Você viu um crime acontecer e não fez nada. Você pode não socorrer na hora ali, porque a pessoa tá armada, vai matar outra pessoa. Você fala assim: "Não, não vou fazer, mas comunicar a polícia ou falar assim: "Olha, foi isso que aconteceu, né?" Então, a gente eh da mesma forma é com os animais. Se você viu um crime aconteceu na sua frente ali e não comunica, é difícil. Ainda mais quando é condomínio, né? Se se sabe o que aconteceu, tem câmeras lá no condomínio, tem testemunha e não comunica a polícia, torna-se cúmplice. Então a gente colocou essa lei para que possa ser comunicado quanto. A gente precisa combater, precisa coibir os maus tratos. Antes a pessoa cometer os maus tratos, ela tem que saber, poxa, se eu fizer isso, eu vou ser denunciado. Tem câmera aqui e alguém vai ter que denunciar do do condomínio, né, vereador? a gente, né, ultimamente, nos últimos anos, a gente tá passando por muitos desastres climáticos e ambientais. E o senhor fez um projeto de lei ordinária que dispõe sobre o o estabelecimento de diretrizes para assegurar proteção e acolhimento aos animais de estimação resgatada em virtudes a esses desastros enchentes, queimadas, essas coisas, né? É, a gente vê o que aconteceu no sul do país, né? O o meio ambiente mudou, né? De repente chove-se muito, de repente faz um frio como agora, né? Por exemplo, nós fizemos a campanha do algasalho. É um frio desse, só de 3 horas da tarde. Hoje muito quente, né? Tempos atrás não era assim. De repente tem também inverno que é muito quente, né? Então a gente quer que esses animais sejam acolhidos, né? Quando tiverem essas essas temperaturas extremas, né? Frio, inundações, né? Chuva. Então a gente propôs isso e a gente também tá com outro projeto de lei para colocar que o que pessoas que estão em situação de rua, elas são acolhidas às vezes, né, pelo SOS, elas também possam levar seus animais. Hoje não é permitido. Então a gente tá trabalhando nisso também para que o animal não fique lá, a pessoa vá pro abrigo e deixe o animal no frio também, né? Então a gente quer que o animal vá junto, que seja colhido, porque muitas vezes, eu acredito, a própria pessoa não vai ao abrigo para não deixar o animal sozinho na rua, né? Sim. Eles não vão, se não vou deixar o meu maioria assim, eles não, eles não deixam os animais, os cachorrinhos deles lá, eles falam assim, não, prefiro ficar aqui, pega um cobertor na hora ali que alguém esteja dando, fica com animal ali. Então a gente quer facilitar que ele vai, o animal também vá junto com ele pro abrigo, mas é um trabalho que a gente precisa fazer junto à prefeitura porque precisa ter um espaço para os animais para colher bem também, né? Basta só levar, né? Então a gente tá trabalhando nesse sentido. Vereadora, um outro projeto sobre a implementação do programa de castração contínua de animais dos dos protetores independentes daqui da cidade. Eh, na minha campanha, o que eu fiz muito, eu divulguei bastante é políticas públicas para a castração. É uma coisa que eu gosto de fazer. É isso que ajuda a diminuir a população de animal que é abandonado, né? Então a pessoa caça o seu animal, né, a sua cadelinha lá, ela não vai ter mais filhotes, já é menos filhote na rua. E a gente precisa investir nisso. Tem, como eu disse, os animais que estão abandonados na rua, quem vai lá acolhê-los é as protetoras. Então, e assim, quando tem um mutirão de castração que a prefeitura realiza, às vezes é um pouco longe e ela precisa pegar esse animal antes, dar fazer um jejum pro animal, levar para castrar e depois que castrar tem que fazer o pós-operatório. Então, a gente queria facilitar para elas, olha, vai ter castração contínua sempre a DPBE. Quando você tiver com o seu animal, né, mesmo fora do multirão de castração, você tem lá, você pode levar que você vai castrar e isso vai ajudar bastante a comunidade, a sociedade. Por isso que a gente quer implementar essa castração contínua, porque além da a questão da castração, além de diminuir, né, os filhotes das pessoas que abandonarem a cachorra, né, a cadela, também a castração evita doenças, né, vereador? Sim, câncer, né, evita gravidez psicológica, né? Então são benefícios que traz para o para o animal também. Eh, então a gente a gente tem essa política pública de castração e a gente sempre tá divulgando, é importante isso. E a gente torce para que nós possamos colocar em prática eh castração contínua e também aumentar as vagas, né, nos mutirões paraa população em geral. Vereador, agora um requerimento do senhor, o 1223, que requer informações sobre o programa do banco de raç de ração e utensílios para animais aqui da cidade de Campinas. É, o banco de ração facilita hoje para quem é protetor independente, para quem é pessoas que não tm condições de comprar a ração. Então, a gente buscou informações para saber como é que anda, né? como é que é feita a inscrição? Eh, como é que é a fila? Essa fila é muito grande, essa fila não é muito grande. As pessoas sempre falam assim: "Rebert, tô tentando no banco de ração." Às vezes não tem ração mesmo no banco, né? Porque eh distribui, depois acaba, precisa comprar mais. Então, eh, por ano acontece isso. A gente tava, a gente queria entender melhor como é que funciona eh o banco de ração. Tem uma lei específica, mas a gente queria saber como é que funciona, eh, o cadastro, como é que é escolhido as pessoas. Então a gente fez esse esse requerimento. Agora, uma indicação, a número 6331 que solicita a criação de uma farmácia público-veterinária aqui no município. Eh, uma das coisas que as pessoas também não têm, não tem condições, além de ração, veterinário, é o remédio. Então, a gente tá lá na na luta, na batalha, para que a gente possa no futuro, né, ter remédio gratuito para pessoa de baixa renda que não tem condições de comprar o remédio para o seu animal. Eh, eu vejo a aflição da pessoa, né? O animal precisa de veterinário, precisa de cirurgia, remédio e às vezes pessoa não tem. Ou às vezes a pessoa consegue pagar a cirurgia, parcela no cartão, acho bonito a pessoa que luta por isso, mas às vezes não tem como dar sequência. Quando precisa fazer quimioterapia, a pessoa não tem condições de fazer. Então são coisas que a gente tá lutando para que possa melhorar pra vida e das pessoas também. Vereador, uma outra indicação é a 5147. Essa aqui eu achei interessante. Solicita a implantação de adesivos em formatos de pata de animais nas faixas de pedestres e a instalação de placas de sinalização nas imediações de espaços públicos destinados à convência de de dos animais domésticos, como os paracãos, né? É, a gente tá em conversa ainda, né? Fizemos a a nós temos esse projeto, espero que a gente consiga para, por exemplo, a pessoa vai no taquaral lá final de semana, vai aquele monte de gente com seus animais, aí vem o carro, ele tem que saber que também tem animais ali. Então essas patas vão identificar assim, as tem pessoas que estão ali com os animais ou é um lugar que tem muito animal comunitário, né? Por exemplo, tem no São Bernardo, tem ali numa na pracinha perto da igreja da Imaculada, eh, tem 100 animais, 100 são por são 100 100 gatos, 70 já foram castrados. Então, por exemplo, a gente uma faixa de pedestre ali avisando as pessoas, não pode correr com carro, senão você vai acabar atropelando aqui um gato, né? Então, é para identificar onde tem uma concentração de animais perto também dos parcãos, né? As pessoas vão lá, então, para diminuir ali, às vezes um animal sai, né? Então a gente quer essa identificação pras pessoas. Ébert, eh, nesse seu primeiro mandato, você também concedeu a medalha Carlos Gomes para a cantora e compositora Joels Welk Del Canton. Isso. A Joe Welk. A gente a gente já se conhece há algum tempo. A Joey da cultura. Também gosto de cultura, né? Quase fui ator, mas não deu muito certo. Quem sabe um dia. E ela, a história dela é muito rica. A Jo cantou no Faustão. Ela era daquela banda que ficava lá com o Faustão. Ela também eh também ela foi pioneira aqui no país da música eletrônica, né? Então ela trouxe para cá, é uma pessoa muito conhecida na cidade. Eu falei assim: "É, vou homenageá-la", né? Gosto muito, né, de cultura. Eu falei assim, o que nós tivermos aqui, nós vamos eh, como que eu digo assim, eh, reconhecer o trabalho que faz. Não é só o trabalho artístico, mas da vida da pessoa. A pessoa se dedicou eh à arte. Então, eh, a gente quer dar esse reconhecimento às pessoas. É, a gente chegou ao fim aqui ao nosso programa em pauta, né? Em Pauta. Muito obrigada pela sua disponibilidade de vir aqui poder participar, falar dos seus projetos, do seu trabalho aqui no Legislativo de Campinas. Eu agradeço, Rafael, agradeço a TV Câmara aqui. Quem quiser nos acompanhar, entra lá no Instagram nosso, Herbert Ganen, né? Então, a gente tem todo o trabalho lá que a gente coloca. Mande uma mensagem para mim. Vamos conversar. Ébert, muito obrigado, viu? Eu que agradeço. E eu agradeço você que tá em casa pela sua audiência e pela sua companhia. Até o próximo em pauta. [Música] [Música] [Música]
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