Transcrição automática gerada por IA. Pode conter pequenas imprecisões e ainda não
passou por revisão humana. Use Ctrl+F para buscar termos dentro do texto.
[Música] [Música] Vamos com as notícias do legislativo. Criada para discutir o cenário das salas públicas de cinema em Campinas. Comissão Especial de Estudos promoveu cinco encontros ao longo do primeiro semestre. A Comissão Especial de Estudos sobre o complexo municipal de Salas de Cinema tem como objetivo avaliar o cenário atual dos espaços públicos voltados ao cinema em Campinas. Presidida pelo vereador Wagner Romão, a comissão conta com os parlamentares Paula Miguel, Vine Oliveira, Carlinhos Camelô e Paulo Hadad como membros. Durante o primeiro semestre deste ano, o grupo realizou cinco reuniões. Os encontros reuniram especialistas, gestores culturais e representantes de diferentes regiões do país. A gente tá se reunindo já há trs meses, né? Fomos, fizemos a primeira reunião, eh, que foi uma reunião com os vereadores pra gente aprovar a nossa pauta e fizemos já duas reuniões abertas com a sociedade civil, com pessoas importantes no na questão da produção cinematográfica, do audiovisual na cidade de Campinas. A primeira reunião foi com figuras históricas que atuam no cinema, seja no Museu da Imagem do Som, seja em iniciativas particulares de empresariais, inclusive, eh, com relação à questão do cinema, seja com iniciativas de cine clubes, né, que é muito forte aqui em Campinas. Então, a gente tá começou fazendo o histórico da da atividade cinematográfica em Campinas e exatamente das salas de exibição. Onde que estão essas salas? Onde que elas estiveram e qual é o problema que nós temos que enfrentar hoje. Hoje o nosso principal problema é a questão da concentração das salas de cinema nos shopping centers. São poucas pessoas que tm os recursos para acessar o shopping e fazer a fruição dessa cultura que é a cultura cinematográfica. Também participaram dos debates representantes da ANCINE, a Agência Nacional do Cinema e das Secretarias de Cultura do Estado e do Município. O nosso objetivo na comissão é encontrar espaços na cidade que possam ser possam se tornar salas de cinema, salas de exibição. E a gente na segunda, na na segunda, na terceira reunião, nós fizemos um contato direto com a Secretaria Municipal de Cultura. A secretária Alexandra Capriola esteve aqui conosco, Gabriel Rapaz também diretor de cultura. E aí nós fomos discutir um pouco sobre quais são os projetos que a própria secretaria, prefeitura de Campinas tem para a questão do cinema na cidade, né? Então, a gente fez essa essa conversa, foi uma conversa produtiva, porque a gente pôde um pouco dialogar a respeito de qual é a estratégia que nós vamos lidar com relação a isso. São salas reservadas a festivais ou salas já mais eh disseminadas na cidade pra gente pensar como que a os bairros podem também acessar salas de exibição. Foi um pouco essa a discussão que a gente fez até o momento. 1:15. Muito obrigado pela sua companhia, pela sua audiência. Site aberto da Câmara, campinas.sp.lege. Onde você fica muito bem informado também com as notícias do que acontecem aqui na Câmara. E olha só, o vereador Rodrigo da Farmadic apresentou uma moção de apelo a CCR pedindo aí, olha só, eh, apela à concessionária CCR Autobã para que adote com urgência medidas de reparo e recuperação do muro de proteção entre a rodovia dos Bandeirantes e a rua Mário Lima Freitas, que é a via Marginal. olífica entre os bairros Jociar, Aeroaeroporto e também Philadélphia. De acordo com o vereador, o muro de concreto que deveria servir como uma barreira de segurança entre a pista expressa e os bairros residenciais está danificado, está quebrado ou ausente em diversos trechos, expondo a população a riscos constantes. Ausência da estrutura permite o acesso direto à rodovia, o que representa um perigo iminente para pedestres, para ciclistas, crianças e até animais domésticos, né, que circulam pela marginal. O vereador destaca ainda neste documento, né, que a rua Mário Lima Freitas funciona como ligação local entre os bairros e é utilizada diariamente por moradores para deslocamentos a pé, de bicicleta ou de veículos. E por isso essa moção de apelo a CCR Autoban. Então tá aí no site campinas.sp.lege.br. Para você ficar muito bem informado, é só digitar lá e você acompanha todas as notícias. Tem agenda de eventos, né? A partir da próxima semana começa as reuniões ordinárias. Então entra lá no site da Câmara que você tem muitas informações importantes. Olha só, a vereadora Paola Miguel, presidente da Frente Parlamentar de Enfrentamento ao HIV, Aides, Hepatites Virais e outras ISTs, analisou o trabalho realizado neste primeiro semestre. Presidida pela vereadora Paola Miguel, a Frente Parlamentar de Enfrentamento ao HIV, Aides, Hepatites virais e outras infecções sexualmente transmissíveis, realizou uma reunião no primeiro semestre de 2025. No encontro, foram discutidos sobre os serviços de combate às ISTs que existem no município de Campinas. Falamos bastante do Centro de Referência de ST, quais os programas que são oferecidos a PREP e a PEP, que é a profilaxia pré-exposição e a profilaxia pós- exposição. A gente explicou um pouco mais o que que era isso. A reunião da frente reuniu especialistas no assunto, como coordenador do programa municipal de STS, HIV, Aides e Hepatites Virais, Josué Nazareno de Lima e Gabriel Borba, responsável por legislação e populações do Unaides Brasil, programa Conjunto das Nações Unidas. A gente teve também a presença do membro da Unides, que foi quem trouxe saida pra gente, que tem a meta 95. 95% de pessoas testadas, com 95% de pessoas em tratamento e 95% das pessoas em tratamento indetectáveis. E o problema que a gente tem hoje é justamente dessa meta do meio, das pessoas que estão em tratamento. A gente não conseguiu atingir ainda 95% das pessoas que foram detectadas com HIV, Aides e outras ISTs, né? HIV Aides, principalmente em tratamento por conta da segurança alimentar. Então, muitos pacientes acabam descontinuando o tratamento, porque como quando elas tomam medicamento de estômago vazio, o medicamento tem uma alta reação. Então, a gente discutiu inclusive nesse primeiro dia como que a gente pode garantir a segurança alimentar para que a gente consiga também se enquadrar nas na no acordo de Paris, né, que foi proposto pela Unides. E a esse acordo que é seguido internacionalmente também voltar a ser referência na política de enfrentamento HIV, Aides e outras virais. A vereadora também falou sobre os próximos trabalhos da Frente Parlamentar para o segundo semestre do ano. A gente quer trabalhar, por exemplo, como funciona o enfrentamento a IST de mulheres lésbicas, principalmente mulheres lésbicas, bissexuais, mulheres que se relacionam com outras mulheres, porque a gente tem dificuldade de encontrar até mesmo na literatura, né, já que a gente não tem um método eh tão efetivo como é o caso da camisinha, né? como que a gente pode também fazer com que a gente dê segurança para essas mulheres, né? A gente também quer discutir a questão da contaminação vertical e principalmente como a gente enfrenta o preconceito. Até pouco tempo atrás, as mães que viviam com a HIV transmitiam isso no parto para os seus filhos. E muitas dessas crianças já crescem com o HIV em tratamento sempre, mas elas têm muita vergonha quando começa atividade sexual, como que come? como conversa, como tá, como traz isso pro parceiro. A gente tem visto uma crescente de infecção, principalmente entre os jovens, que como a gente pode ser a primeira geração a não morrer de arrides, a camisinha, né, acabou se tornando um item supérfo, porque as pessoas entendem que é só fazer o tratamento que vai dar tudo certo, né? E a questão também da contaminação entre os idosos é uma outra coisa que a gente tem visto de forma crescente e eles muitas vezes não buscam tratamento porque pensam, já estamos idosos, né? a gente já vai morrer mesmo daqui a pouco. Por que que eu preciso tratar para IGV Arts ou para outras e ISTs? E também uma coisa que tem chegado muito até a gente são denúncias com relação à sífiles. E a gente quer entender quais são os protocolos do município hoje para enfrentamento a sífiles, que acaba sendo uma doença um pouco silenciosa e muitas vezes ela até transmitida pelo beijo e aí quando chega no posto de saúde não tem o teste. Não que não tem, mas o teste não é pedido. Então as pessoas acabam avançando pro estágio dois, até mesmo três. E aí quando isso acontece, a gente sabe que tem danos neurológicos e aí acaba dificultando também o acompanhamento e o tratamento. Então essa alguma das coisas que a gente quer discutir. Comissão especial de estudos para discutir a importância do fim da escala 61 da jornada de trabalho também realiza balanço do primeiro semestre deste ano. A vereadora Guida Calisto, presidente da Comissão Especial de Estudos sobre o fim da escala 6 por1, realizou quatro reuniões durante o primeiro semestre de 2025 e faz uma análise do impacto que este tema traz para Campinas. Nós fizemos essa comissão justamente nisso, Gabriel, pensando a cidade. A gente tá falando de uma cidade que ela tá na frente de várias capitais, né? Campinas é uma cidade que no cenário brasileiro ela se apresenta às vezes como a nona cidade, economicamente falando, e porque a gente tem também muito muitas instituições eh que discute o mundo do trabalho, que discute questões relação trabalho, direito trabalho, né? Então, eh nós estamos uma nós estamos numa região bastante importante, né? Numa região metropolitana, inclusive. E aí não dava pra gente não não discutir esse tema aqui. A parlamentar reforça os motivos de se discutir sobre a jornada de trabalho e a exaustão profissional. Primeiro dizer que a luta pela redução de jornada, né, que é o o fim da escala 6 por1, na verdade ela vem acompanhada da luta pela redução de jornada de trabalho. A classe trabalhadora brasileira tá numa situação de exaustão. Não é à toa que também se ampliou muito o número de doenças mentais, né, de doenças tipo depressão, bipolaridade. São tudo doenças que t muita eh burnout, muita conexão com essa questão do stress e do acúmulo, né, de uma jornada extensa e desumana. E ressalta os estudos técnicos, considerando a economia do país sem prejudicar as empresas. Os técnicos que vieram aqui, os economistas, eles comprovaram que tem condição de de se atender essa agenda, né? Eh, do do ponto de vista principalmente que não vai quebrar ninguém, né? que a que a as forças produtivas brasileira, o setor industrial, pelo contrário, a gente tem sofrido inclusive um processo de desindustrialização muito grande e que isso impacta economicamente. Não que o setor de serviço não seja importante, é extremamente importante, mas o que a gente precisa potencializar, principalmente pra gente poder sair, inclusive avançar do ponto de vista econômico, é avançar no processo de industrialização. Com isso, a Comissão Especial de Estudos sobre o fim da escala 61 completou o seu ciclo de reuniões. Nós vamos agora apresentar o relatório. E a ideia de apresentar o relatório, na verdade a gente quer fazer algo que também consiga publicizar mais, né? Porque porque muitas vezes só quem acompanha é quem se interessa pelo assunto, né? Até porque os trabalhadores brasileiros estão tão cansados, né? Fala, vai chegar em casa ainda vai ler, vai abrir o Não vai, né? eles acabam eh consumindo uma uma cultura de massa porque a vida é muito dura, né? Então não dá nem para você criticar o povo brasileiro que trabalha tanto, não é essa questão, mas a gente quer e dar uma publicidade a esse relatório. Vamos entregar aqui pra mesa da Câmara, né, pra casa. E nós, a ideia também é entregar para os também as grandes federações. [Música] [Música]