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[Música] [Música] Bom, 1 hora da tarde em ponto. A gente segue com o jornal Câmara Notícia ao vivo, porque agora nós vamos com as notícias do legislativo. A vereadora Paola Miguel protocolou um substitutivo total ao projeto que institui o Plano Municipal de Cultura aqui de Campinas. A vereadora Paola Miguel protocolou um substitutivo total ao projeto de lei ordinária número 223 de 2024, que institui o Plano Municipal de Cultura de Campinas, estabelecendo a política municipal de proteção e fomenta aos saberes e fazeres das culturas tradicionais de transmissão oral de Campinas. É uma grande oportunidade de tá falando sobre isso. É um projeto de fomento, principalmente mapeamento e reconhecimento de mestres e mestras dos saberes. A gente coloca, inclusive, né, como mestre do saber, as pessoas que têm o conhecimento popular, aquele conhecimento que você não vai adquirir através da universidade, através de uma educação formal, aqueles conhecimentos muitas vezes que eles são trazidos, né, através de uma tradição oral e são levados de geração em em geração. Essas pessoas precisam ser mais do que reconhecidas, valorizadas, porque a cultura popular, a cultura da cidade de Campinas precisa permanecer na nossa história e não ser perdida. como a gente vê acontecendo com diversas outras tradições, ritos, ensinamentos e possibilidades. Então esse projeto ele adiciona no plano municipal de cultura o mapeamento, o fomento e mapeamento ao mestres e mestres de saberes. A vereadora acredita que o projeto valorizará o município de Campinas, que é uma cidade cheia de vida, diversidade e tradição, preservando as manifestações culturais, além de proteger os bens que possuem valor histórico, artístico e cultural. Sem dúvida nenhuma, a gente vê diversos territórios na cidade de Campinas, como é a Fazenda Rozeira, a a o a fazenda do Café, como o próprio bairro de Barão Geraldo, como é o bairro de Costa Silva, que trazem, né, a história de uma população que quando chegou até Campinas teve que lutar por aquele espaço, né? E mais do que isso, não só o reconhecimento pela luta, mas também quais foram as tradições que ali acontecia, principalmente quando a gente fala da fazenda do café da fazenda Roseira, quais que quais eram, né, as práticas, as pessoas que passaram por ali e como que a gente pode manter que essas tradições permaneçam na nossa história. Então esse fomento ele vem para que a gente consiga reconhecer, mapear, reconhecer e transformar, né? Que a gente consiga ter isso eh em moldurado, né? Que a gente tenha isso, eh, sempreurado na nossa história, sempre marcado, que a gente não deixe que mais essa história do nosso povo seja apagada. A Frente Parlamentar da Escola Cívico-Militar criada aqui na Câmara de Campinas apresentou o balanço das ações do primeiro semestre deste ano. A iniciativa tem atuado para garantir a implantação do modelo cívico militar em duas escolas estaduais na cidade. Criada com o objetivo de acompanhar, propor melhorias e ampliar o debate sobre a implantação do modelo de escolas cívico-militares em Campinas. A Frente parlamentar da Escola Cívico-Militar, presidida pelo vereador Nelson Oseri, trabalhou durante o primeiro semestre deste ano, promovendo diligências e reuniões junto às escolas de Campinas, que foram contempladas pelo programa do governo do estado de São Paulo. No município, duas escolas estaduais foram selecionadas para o modelo, a reverendo Eliseu Narciso e a escola Professor Messias Gonçalves Teixeira. Juntas atendem cerca de 11 alunos. A Frente Parlamentar das Escolas Cívico-Militar, que é a frente que eu presido e também criei aqui na Câmara Municipal de Campinas, ela vem com o único objetivo, levar a informação correta pra população e entender que o modelo de escola cívico-militar é o melhor modelo hoje paraa nossa sociedade. Então nós discutimos com vários eh políticos também que já tem a escolas civil militar na sua cidade como Taubaté. Eh, mostramos que se tornou referência, que deu certo, eh, reduziu até a zero o número de agressões a professores, a funcionários da escola. Evasão escolar acabou. Ou seja, por que não ter uma escola civil comunitária em Campinas? E esse ano nós conquistamos, o governo do estado já aprovou, são duas escolas, uma nocidinha e uma no região do ouro verde. Uma das principais demandas levantadas neste semestre foi a ampliação do número de monitores militares designados para essas unidades. O vereador Nelson Os encaminhou um ofício ao governador do estado de São Paulo, Tarcísio de Freitas, solicitando o aumento no número de monitores militares. Nós já fizemos duas visitas, né, para ambas escolas no sentido de entender como que vai funcionar. Saiu o edital na data de hoje, né, para a contratação dos monitores, que são policiais da reserva. Eh, nós observamos que existe ali uma falta de monitor. Dois monitores por escola não é o suficiente. Considerando que uma escola tem 400 alunos e a gente coloca como eh proporção um monitor para cada 100 alunos, ou seja, faltam mais dois. e na outra escola que bate a casa de 600 a 700 alunos, que aí é necessário mais três ou quatro monitores. Esse pedido eu também já fiz ao governador Tarcísio para que essas escolas cívico-militares realmente comecem da forma correta e atenda todas as expectativas, não só dos alunos, professores, como também dos pais. A previsão é de que as escolas iniciem oficialmente o funcionamento no modelo cívico militar em setembro, mas a data depende da contratação dos monitores. A frente está acompanhando toda a implantação. Eh, já temos uma data marcada para setembro, porém pode ocorrer alguma mudança, pois o edital da contratação dos monitores saiu na data de hoje. Então, a gente tem praticamente aí dois meses para a inauguração e talvez a data a data venha mudar por conta da falta de monitores para essas duas escolas cívico-milunitárias que Campinas conquistou. Para o segundo semestre, a frente seguirá acompanhando os trâmites da implantação e a consolidação do modelo nas escolas selecionadas aqui na cidade de Campinas. A frente continua cobrando e a frente parlamentar das escolas cívico-militar, ela vai acompanhar até o final do processo. [Música] [Música]