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Olá, boa tarde. Semana começando. Segunda-feira, 5 de outubro de 2026, pós eleições. Começa agora o jornal Câmara Notícia. Quero agradecer a sua companhia, a sua audiência. Participe, mande a sua mensagem. 19 é o nosso DDD. Para você que é de Campinas e região, pode ir direto. O número aparece aqui embaixo da sua tela. É o 97829377. Você pode mandar o seu elogio, uma crítica construtiva, o que você quer assistir aqui no nosso telejornal. Você já percebeu. Mariana Conte está aqui nos nossos estúdios. Eu abro a edição de hoje com a parlamentar que ontem foi eleita deputada estadual com 126.338 votos. Eh, no total nós tivemos este voto, mas aqui em Campinas 44.372 na cidade, quase o triplo da eleição passada. Então, Mariana, primeiramente, parabéns pela expressiva votação. E qual que é o sentimento no dia de hoje? A ficha já caiu. Seja bem-vindo e boa tarde. Obrigada, Gabriel. Obrigada a todo mundo que está nos assistindo. É um, claro, é uma satisfação enorme, porque esse essa votação é resultado de um trabalho, de uma história, de muita gente que se engajou na campanha, de tanta gente. Olha, foi uma campanha que eu recebi tanto carinho, tanto carinho, tantas pessoas, eh, com uma esperança mesmo, né? Eu sou a primeira deputada estadual de esquerda da cidade de Campinas, né? E toda a história Campinas nunca tinha eleito uma mulher de esquerda. E eu acho que assim, quebrar esse tabu é uma satisfação e é uma responsabilidade enorme também, pensando no cenário nacional, o cenário estadual e o cenário mundial, né? A extrema direita é um perigo real. A gente vê que a eleição, né, foi uma eleição muito muito delicada. A gente, Tarcísio de Freitas, eleito, né, em primeiro turno, com todo esse arrebento das privatizações, com pedágios, com a a Unicamp, a gente tá na luta contra a privatização do hospital da Unicamp aqui, um patrimônio da do povo de da cidade de Campinas, com a privatização da Sabesp e a nossa região com água suja, água fedida. Ou seja, nesse cenário e eh o o Flávio Bolsonaro, né, eh que é um negacionista, que o pai já levou o país pro buraco durante a pandemia do COVID-19, 750.000 1 pessoas num cenário de Elinho aí batendo as portas com efeitos climáticos extremos já sendo sentido, com o feminicídio de mulheres, né, o feminicídio batendo recordes. Então, nesse cenário todo, é fundamental que a gente tenha eh um cenário difícil, mas eu a gente chega de cabeça erguida e eu acho que essa vai ser um mandato de deputado estadual com com vô muito altiva, com muito ciência da minha responsabilidade, com muita força para enfrentar tudo isso. E eu quero quero fortalecer a a cidade de Campinas, lutar para defender os serviços públicos por medidas concretas em relação à emergência climática, por defesa da vida das mulheres. Todo esse trabalho que eu venho fazendo ao longo dos meus três mandatos agora, né? Três mandatos, quero fortalecer na Assembleia Legislativa, fortalecer Campinas, o interior, a nossa região, estado de São Paulo. Exatamente. Sobre o fim desta resposta. De que maneira esses três mandatos aqui na Câmara de Campinas te condicionou para esta eleição expressiva para Lesp? Ah, foi muito aprendizado, né, Gabriel? Um aprendizado muito grande. Sempre tive posições eh firmes, né? Posições firmes aqui, posições que nem sempre eram maioria, né? muitas grande maior parte das vezes, a grande maioria das das votações fui perdi aqui, mas ao mesmo tempo eu acho que não é eh ao mesmo tempo a nossa o fato de ser muito firme, muito convicta, de me jogar nas lutas, de ouvir as pessoas, de atender aquilo que era as demandas, de nunca recuar por, né, não recuar, eh, isso não quer dizer ser, né, a gente ser flexível, mas ao mesmo tempo a flexibilidade com muita firmeza e muito coerente. Isso tudo me mostrou que é sim possível, que as pessoas estão olhando e que muitas vezes e que o que muda, né, é a força social, é a força política das pessoas. A gente caminhar junto é muito importante. Então, as vitórias que eu tive aqui, as vitórias que a gente teve, foi tudo com base na força, no engajamento, na na força de baixo, né? sem não, eu acho que eh eu já entendia teoricamente, né, pelas minhas pelos meus estudos, né, mas eu pude colocar na prática a ideia de que a força não tá em cima, né, a força tá embaixo, né? Eu escolhi escolhi estar do lado das mulheres, estar do lado da classe trabalhadora, defender serviços públicos, combater privatização, combater os ataques na previdência, né? Defender eh denunciar os corruptos, denunciar a as milícias, denunciar eh a extrema direita. tive a o prazer e a oportunidade, o orgulho de participar da missão humanitária que foi rumo a Gasa num momento muito crucial. Isso é uma coisa que eu acho que as pessoas não eh algumas pessoas entendem, mas é importante que as pessoas compreendam que foi naquele momento quando a gente juntou ativistas do mundo inteiro para ir na missão humanitária. Era o momento em que o Netaniar, o primeiro- ministro de Israel, estava ameaçando invadir Gaza por terra. E o Donald Trump, esse psicopata que hoje tá no governo dos Estados Unidos, chegou a publicar um vídeo com Gaza feita ao resort dos bilionários e e foi assim eh esse a mobilização que aconteceu em torno disso, né? e a 1 milhão de pessoas em Roma, greve geral na Itália, os portuários da Europa fechando a entrada de mercadorias, a luta dos estudantes nos Estados Unidos, luta dos veteranos das Forças Armadas nos Estados Unidos, luta pelo Brasil todo, o mundo árabe pegando fogo. Aquele processo de luta que aconteceu fez com que eles recuassem. Então, o cessar fogo, que é uma mentiroso, é uma farsa, mas foi um recuo do Donald Trump. Então, foi o momento em que a humanidade estabeleceu um limite, sabe? A humanidade falou assim, ó, eh, porque se tivesse invadido Gaza por terra e e e expulsado aquelas pessoas, seriam centenas de milhares de mortos. Seria todo um povo apagado para fazer um resorte dos bilionários para Elon Musk. E aí foi a humanidade dizendo aqui, daqui não passa. Existe um limite moral, sabe? Se eles tivessem feito isso, podiam fazer qualquer coisa. os eles se sentem os donos do mundo. Nós temos uma classe dominante no mundo que se sente dona do mundo e que agora tá com as armas voltadas pro Brasil, né? Depois teve o sequestro do Maduro, né? O o robô todo o petróleo ouro do Maduro para pagar a guerra, o conflito no Irã. E agora é isso se volta contra o Brasil com de olho nas nossas terras raras, de olho no petróleo, de olho na nossa Amazônia. Ou seja, eh às vezes eu recebi, né, muito apoio, muita solidariedade quando eu fui sequestrada, quando eu fui presa, você recebi muita solidariedade, mas ouvi críticas também, né, pessoas dizem: "Ah, mas o que que isso tem a ver com Campinas? O que que isso tem a ver com a com o Brasil?" E aí tá muito perto. É muito, muito perto. É distante, mas é muito perto. O mundo globalizado, em algum momento, ele acaba se encontrando cada vez mais. Eu tô muito convencida que o destino nosso, né, da de quem vive essa cidade, de dos trabalhadores, cada vez mais o nosso destino se liga ao destino dos trabalhadores dos povos do mundo. E a resposta, resposta para fim da escala 61, a resposta para um transporte público de qualidade, a resposta para um sistema de saúde público, essa para para salvar a vida das mulheres, para dar perspectiva pra juventude. Essas respostas elas têm que estar conectadas com a luta do mundo, né? Então eu acho que nem todo mundo entendeu, mas muita gente entendeu e essa votação é resultado disso. Omar, sobre a ALP, agora, a base do governador reeleito Tarcísio de Freitas elegeu 65 deputados estaduais da próxima legislatura. Portanto, uma maioria até que confortável, porque ele tem os 2/3. Como que a senhora avalia isso? Olha, o Tício de Freitas teve apoio de maior parte dos prefeitos no estado de São Paulo. É um governo horroroso, né? Basta ver o que fez com a escola pública, os professores adoecidos, adoecidos assim. Eh, eu eu fui professora da rede estadual logo que eu me formei na minha graduação e pensei um um curto período de tempo, mas ao longo desses anos sempre tive contatos com tantos professores, né, da rede estadual e eles nunca tiveram uma situação como essa. É a sede moral, é o adoecimento como projeto político, plataformização, entrada de plataformas, como se a plataforma substituísse os professores, que na verdade não substitui. é um projeto só para vender eh equipamentos, né? O FEDER, inclusive foi tem é acusado, né, investigado por beneficiar, enquanto secretário de educação, beneficiar a compra de equipamentos da empresa em qual ele era sócio. Então, assim, a gente vê que existem conflitos de interesses, né? Então, essa venda de equipamentos, o gasto público com eh equipamentos para beneficiar negócios a despeito daquilo que é a relação que faz uma educação, que é relação humana, né? E os professores estão arrebentados, né? E se você um um país e um estado que tem professores arrebentados, não vai ter uma educação de qualidade. E é uma educação que é a educação dos pobres, né? a gente vê todas essas medidas, escola cívico-militar, essa papagaiada que eles vão apresentando. Eu eu eu eu questiono assim, imagina se isso fosse feito numa escola de elite, né? Numa grande escola de elite, uma escola dessas que você paga eh sei lá, 3, 4, R$ 5.000, sei lá, uma mensalidade, não é colocado, não é. Isso é só para pobre, é destruir a possibilidade da nossa juventude ter acesso à educação de qualidade. Esse é o projeto. É um projeto que é para beneficiar poucos, né? A privatização da Sabesp. A Sabespe é uma empresa pública, é uma empresa pública lucrativa, privatizada. as cidades aqui na NASA, a gente tem a SAN NASA, ainda estamos na luta, resistimos contra as privatizações da SANASA, mas existe uma pressão, uma vez privatizado, Sabespiona pela privatização de todos os as companhias municipais, mas a Sabesp, Paulí, Hortolândia, eu participei e fui paraa Hortolândia na luta contra a água, porque a água tem cheiro de mofo. Agora, emergência climática, essa situação que nós estamos, Campinas, eh, com todos os benefícios fiscais para empreendimentos imobiliários, o domínio dos empreendimentos imobiliários na cidade de Campinas, a custa do quê? do aumento de PTU pro conjunto da população. Então, os os os fundos imobiliários são beneficiados, a população paga o pato, a destruição da nossa dos nossos biomas, a APA do Campo Grande com um monte de empreendimento, APA de Campinas que é a que gente eu eu Gabriel às vezes eu eu fico indignada porque não tem lógica. A APA de Campinas, ela existe para proteger o rio Atibaia, que é a nossa única fonte de abastecimento de água. A água que sai da torneira vem lá do Atibaia. E a gente tá vendo os empreendimentos, condomínios tomando a APA de Campinas, água se planta. E no cenário de emergência climática que nós estamos, a gente tinha que cuidar, tinha que cuidar, não fazer negócios, porque esse, porque assim, na verdade, isso aumenta o custo de vida das pessoas, porque o aluguel explode aquele discurso, a gente enfrentou aqui o plano diretor na cidade, na no plano diretor e eu fui contra a lei que a lei 207 que ampliava o perímetro urbano por toda a cidade. E eu na época questionei, questionei, falei assim: "Olha, isso que vocês argumentam de que isso vai reduzir o custo da moradia é uma mentira. Batata de ter feito, o custo do aluguel explodiu. 2023 o censo mostrava 54.000 casas em Campinas sem ter gente para morar e um monte de gente sem casa. E sobre isso que você tá citando, sobre os problemas da cidade de Campinas, você tá aqui na Câmara, você tá muito próximo desses problemas do cotidiano. Na ALP você vai acabar lidando com questões de todo o estado. Dá para manter Campinas e a região metropolitana como prioridades deste mandato? Claro, até porque a gente é influenciado por muitas políticas estaduais. Falei aqui da Rede Estadual de Educação Básica, falei sobre as pressões que se colocam do governo Tarcísio sobre a cidade de Campinas com a privatização dos serviços públicos. Falei aqui sobre a questão do da do clima, que é um tema mais global e que a gente, né, não tem o clima não tem fronteiras, né? O clima, né, a a emergência climática é uma realidade. Também quero fortalecer a luta, não é? Eh, quero que e a ideia como mandato de deputado estadual é fortalecer as lutas na região, né? também não vou me deixar de quero vou continuar dando minha opinião, participando das lutas, batalhando pelo que eu acredito aqui na cidade de Campinas, fortalecendo aqui na na nossa região e combatendo Tarcísio de Freitas, Dário Saad, que é alinhado do Tarcísio de Freitas, porque a força do Dário de privatizar, de acabar com os serviços públicos, de arrebentar com todo o funcionalismo aqueles que aqueles trabalhadores que prestam serviço paraa população. A força que ele tem é a força do Tarcísio. Não dá para e não as coisas não estão desconectadas. Eu acho que cada vez mais o que eh eu aprendi é que as coisas se conectam, as coisas são conectadas, não há não. Essa existe uma narrativa histórica de uma cultura que desconecta as coisas. Ah, a cidade de Campinas como se fosse isolada. Não é, gente, não é. Nós precisamos conectar as coisas. E é isso que eu tenho feito ao longo desses mandatos. E é isso que eu pretendo continuar fazendo. O ex-vereador Paulo Búfalo é o primeiro suplente, portanto vai retornar aqui à Câmara de Campinas no ano que vem a este alinhamento com ele sobre pautas em comum pro munícipe que que está nos acompanhando. Olha, eu fiz essa campanha com muita confiança, porque eu conheço o Paulo, trabalhei com ele aqui na Câmara, a gente foi 4 anos dividindo o mandato, a nossa bancada e o Paulo é uma é um é um professor muito competente, que tem uma história longuíssima de luta, é uma pessoa muito comprometida, muito combativa. Então, eh fico muito feliz do Paulo retornar pra Câmara Municipal. A gente conversou muito nos desde que ele saiu, a gente conversou muito durante todo o período, mas desde que ele não desde eleição passada para vereador e agora no processo da campanha e a gente tem conversado muito, a ideia é que a gente possa fazer uma uma dupla também, sabe, pra gente se fortalecer, pra gente fortalecer, fortalecer a bancada do pessoal aqui na Câmara, fortalecer as lutas que acontecem pela cidade. Então eu tô muito com muita confiança, né? A Campinas não perde. Eu sei que tem muita gente, eu vi isso muito no Gabriel, pessoas que acompanha meu mandato, que gostam, fala assim: "Poxa, Mariana, a gente não quer perder você na Câmara". Eu falo assim: "Gente, fique tranquila, Campinas não perde nada com volta do Paulo, eu na lesp vai ser para fortalecer a nossa cidade e a região." Então eu tô muito, muito, muito feliz com isso também. Pra gente poder encerrar e até te liberar. Eh, eu sei que é muito cedo, o seu foco agora é na fiscalização do governo do Tarcísio de Freitas. Mas ser uma deputada federal ou uma prefeitura de Campinas é um objetivo a médio e longo prazo. Acho que é algo que er que se pensar, né? É claro que é muito cedo, as coisas t hora, cada coisa tem seu tempo. A conjuntura é uma conjuntura muito volátil, né? Eu acho que a gente tá vivendo a instabilidade como a regra e é difícil fazer planos de longo prazo. Agora é focar no trabalho. Quero fazer uma um mandato diferente, né? Eu acho que era fazer quando eu cheguei aqui, eu acho que eh quando eu fui eleita pela primeira vez, eu era a única mulher de esquerda e eu acho que de uma certa forma a gente conseguiu fazer uma diferença na cidade, sabe? Diferença na política e tudo mais. Eu eu quero, tô muito dedicada a refletir, pensar, planejar, eh, de fazer algo que seja marcante mesmo, sabe? Que a gente consiga dar uma sacudida. Mas agora esse é esse é o foco. O foco é esse. Aí a próximo, o caminho a gente vai vai o caminho vai se fazer, né? E e eu quero também ouvir as pessoas. É importante a gente ouvir as pessoas. Mariana Conte, muito obrigado novamente pela disponibilidade do tempo aqui com o jornal Câmara Notícia. Parabéns mais uma vez por esta expressiva votação e até uma próxima oportunidade porque ainda estamos em outubro, tem muita reunião ordinária, muita coisa para acontecer ainda, tem muita coisa pela frente, mas muito obrigada, viu? Obrigada, Gabriel. Obrigada a todo mundo que me que nos assistiu, que apoiou, enfim. Eh, obrigada a vocês, tá certo? Então, muito obrigado, André Aranha. Parabéns pelo trabalho. Bom, a gente segue aqui porque a repórter Camila Borges acompanhou também ontem o presidente da Câmara, o vereador Luiz Rossini, que foi às urnas pela manhã no colégio Progresso. Além de comentar a importância da participação nas eleições, o parlamentar avaliou a estrutura preparada na cidade para o dia da votação e destacou a participação de eleitores de diferentes gerações. O presidente da Câmara Municipal de Campinas, vereador Luís Rossini, votou no domingo, logo pela manhã, no colégio Progresso, que fica na região central de Campinas, e integra a 33ª zona eleitoral da cidade. Depois de votar, ele falou sobre a importância de exercer esse ato de cidadania da eleição. falo que é o momento máximo da democracia e o voto é o instrumento que o cidadão tem para depositar sua esperança naqueles que ele acredita que pode ajudar a melhorar as condições do país, do estado, né? Então o voto consciente é fundamental, é a oportunidade que a gente tem de melhorar as coisas, né? De repente o voto cidadão, ele quando você vota num candidato que você acredita, confia, você tá entregando ele uma missão que você espera que ele cumpra. Então esse exercício é fundamental paraa democracia. Olha aqui, ó. Eu já cumpri a minha obrigação hoje como cidadão. O presidente também comentou a estrutura preparada no município para o dia da votação, como a gratuidade dos ônibus e as ações de segurança. Eu acho que assim, as instituições públicas elas têm que se unir mesmo e fazer esse grande esforço de primeiro facilitar a vida de quem vai votar. Eu acho que o transporte gratuito é fundamental, né, para que as pessoas que moram mais distantes na periferia possam exercer o direito sem ônus, né? Essa é uma uma ação importante. Obviamente a presença das forças de segurança, Guarda Municipal, Polícia Militar, ajudam para evitar conflitos e até para fiscalizar se a legislação eleitoral tá sendo cumprida, né? é proibido boca de urna, é proibido aglomeração, manifestação coletiva de voto, né? E às vezes as pessoas exageram, então a presença da guarda da polícia ajuda. Mas as últimas eleições de Campinas têm sido tranquilas, as os cidadãos de Campinas têm sido conscientes. O movimento nas sessões eleitorais de Campinas reuniu eleitores de diferentes idades e o parlamentar destacou a importância de quem não tem mais a obrigatoriedade de votar, como os idosos com 70 anos ou mais e os adolescentes 16 e 17 anos. o voto do maior do menor de 18 anos, né, maior de 16 e o voto acima de 70, que não é obrigatório, para mim aquele voto mais consciente, né, principalmente essas pessoas idosas que às vezes com dificuldade de locomoção, como a gente viu há pouco, assim, é é a expressão verdadeira de quem quer ajudar, de quem quer mudar, quem quer ser cidadão. É muito bonito. Nós temos assim uma população idosa grande e crescendo em Campinas. a gente tem uma expectativa grande dessa adesão massiva, né, desses idosos conscientes e também a juventude, né, a gente viu que teve um grande número de jovens de 16 anos que estão votando pela primeira vez. Eu acho que essas duas extremidades, eu falo assim, todos os votos têm que ser conscientes, mas esses que não são obrigados e vem porque quer, é porque quer fala: "Eu sou cidadão, eu quero ajudar a melhorar as coisas do meu país." เฮ