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Hora das notícias do legislativo, porque o presidente da Câmara, o vereador Luiz Rossini, comentou sobre a retomada dos trabalhos para o segundo semestre de 2025. A 42ª reunião ordinária marcou a retomada dos trabalhos da Câmara Municipal de Campinas depois do recesso parlamentar. E logo no início do encontro, os vereadores usaram a tribuna para o pronunciamento, demonstrando como serão as discussões na casa de leis. A gente já começou com debates acalorados, né? Eh, não tem muitas vezes como não trazer paraa discussão local o que acontece no âmbito federal. É, todos os vereadores são agentes políticos, defendem aqui posturas, ideologias, partidos e é o local de manifestação de opinião. Eu acho que essa é uma das funções sim da Câmara, do debate do parlamento. O presidente Luiz Rossini falou sobre a expectativa dos trabalhos para os próximos meses e também quais os temas que o legislativo de Campinas vai debater no segundo semestre. Agora, a gente deve, obviamente, priorizar as questões de interesse local. Nós temos vários projetos que deverão entrar em pauta em discussão nesse segundo semestre, né, nesse segundo período do ano legislativo. E eu tenho certeza que a Câmara, assim como foi no primeiro, na primeira metade do ano, vai priorizar os assuntos de interesse da população. Precisamos finalizar o processo de licitação do transporte. Os problemas relacionados à saúde continuam assim emergentes e merecem toda atenção discussão. A Câmara, a partir da discussão, muitas vezes apresenta proposta de solução para aprimorar o serviço. Os vereadores também cobram do executivo eh ações de serviços da cidade, seja na área da manutenção, da educação, também da saúde, segurança. Então, a Câmara que é representante da população como poder legislativo, os vereadores ouvindo as demandas, obviamente trazem para aqui e aqui é o local de debate, discussão e apresentação de propostas. Eu sei que esse segundo semestre vai ser de muito trabalho. E neste retorno das reuniões, o vereador Aílton da Farmácia, que era o primeiro suplente do PSB, assumiu a vaga do vereador Zé Carlos, que renunciou e esteve presente na 42ª reunião ordinária. O vereador Aon da Farmácia volta à Câmara em 2025 pelo PSB com 4374 votos. Ontem, durante a 42ª reunião ordinária, ele destacou que a área da saúde continua sendo a grande prioridade do trabalho. Continuar trabalhando, né, o que eu tava fazendo, trabalhei muito eh em prol da população de Campinas, as os bairros menos favorecidos. Eu atuo numa região que é uma região muito carente, né? Então a gente vai continuar trabalhando em prol daquela população, melhorar a qualidade de vida dessa população, tanto também na área de saúde também, que área de saúde precisa ser melhorada e eu sou da área de saúde trabalhar isso. Em 2016 foi eleito o vereador logo na primeira campanha eleitoral, agora está de volta e cheio de planos para o novo mandato. Além da área da saúde, ele reforça que dará uma atenção especial às mulheres e aos idosos. planos, como a gente já vem do segundo mandato, é, como eu disse, é continuar fazendo o que a gente tá fazendo e tem muitas coisas a ser feita ainda, não só na minha região, como em Campinas todo, que o vereador é vereador para Campinas. Hoje eu tenho o WhatsApp, tem gabinete. Eh, vamos também onde eu trabalho ali há 50 anos, atender a população que possa pedir alguma coisa que teve esteja precisando aí já. Então assim, eu sou um vereador que sou do corpo a corpo com com meu eleitor, com meu amigo, meu cliente e as pessoas também que não votaram no Auto também para lá poder pedir pro Auto a melhoria da sua região. E bom, ontem os vereadores se reuniram por quase 3 horas e aprovaram os sete projetos que estavam na pauta. O repórter André Aranha acompanhou tudo e traz agora as informações aqui no jornal Câmara Notícia. Então, seja bem-vindo e boa tarde, André. É isso. Boa tarde para você, Gabriel. Boa tarde para todo mundo acompanhando o Câmara Notícia. Pois é, ontem, durante a 42ª reunião ordinária, houve a primeira votação e discussão do projeto de lei de autoria do vereador Carlinhos Camelô, que cria o programa 50 Mais em atividade, com a finalidade de incentivar a inserção também a manutenção de pessoas com mais de 50 anos no mercado de trabalho em Campinas. Eu conversei com ele durante o intervalo regimental e ele falou sobre o assunto. Hoje em dia nós sabemos que as pessoas atingiu essa etapa de idade que é os 50 anos, ela tem dificuldade de est inserindo novamente na questão dos empregos e o projeto ele visa dar oportunidade para essas pessoas e juntamente também fazer curso profissionalizante para adequar essas pessoas a a ela tá voltando ao mercado do trabalho. Então isso, esse projeto vem aqui para que a prefeitura eh pós aprovado regulamente ele junto à Secretaria de Trabalho e Renda. Bom, inclusive o projeto pretende enfrentar o desafio do etarismo, que é na verdade um preconceito contra pessoas idosas no ambiente profissional, porque tem bastante, né, vereador? Com certeza. Hoje todos nós sabemos que existe esse grau de dificuldade para as pessoas e também existe a questão da da das pessoas est julgando. E eu falo que hoje pós a pandemia que nós passamos aí tivemos uma dificuldade muito grande e as pessoas com certa idade, eu falo até por mim mesmo que eu tenho 52 anos, mas as pessoas com 50, 60 anos, ela tenta achar um emprego, ela tenta inserir novamente a sociedade, mas isso dificulta muito a vida dela. Também foi aprovada moção de autoria do vereador Rodrigo da Farmadic, que pede a concessionária Autobug sejam eh adotadas providências quanto ao reparo do muro que separa ali a rodovia dos Bandeirantes e a rua Mário Lima Freitas. A Autoban é a concessionária responsável por fazer a manutenção daquele trecho e que fica próximo aos bairros Jociara, Filad, aeroporto. Lá tem um muro de proteção que divide e o bairro da faixa de rolamento da rodovia que no naquele trecho tem a velocidade de até 120 km/h. E aquele aquele muro, ele tem sido alvo frequente de vandalismo e algumas alguns cidadãos ou algumas vândalos, né, eh, tem destruído aquele muro, tem causado insegurança para os moradores, tanto para porque tem pessoas que t usado como acesso à rodovia esse esse muro. Então, fiz um apelo para que ela faça essa manutenção e recuperação, porque a prefeitura ela não pode adentrar na faixa de domínio da autobanca. Estamos falando de uma rodovia de alta velocidade, né, vereador? Por isso aí é a preocupação principalmente, né? Sim. Evidentemente, se não fizer esse reparo, você estimula que as pessoas acabem eh fazendo a travessia naquele trecho de 120 km/h, inclusive que não tem uma área para que você tenha diminuição da velocidade, até porque é o contrário, né? A a rodovia dos Bandeirantes é uma é uma rodovia que tem uma alta velocidade e nós não podemos ter pessoas circulando e atravessando a rodovia de um lado pro outro. Também a moção das vereadoras Guida Calisto e Paola Miguel que protesta contra a realização da quinta conferência estadual de políticas para as mulheres do estado de São Paulo de forma virtual. Conversei com a vereadora Guida Calista durante um intervalo regimental e ela falou sobre esse assunto. Há 10 anos o estado de São Paulo não realiza conferências para as mulheres. As conferências eram um espaço extremamente importante em que a sociedade civil, as entidades são convocadas para debater políticas públicas, né? Então, por exemplo, tem conferência da mulher, tem conferência de combate ao racismo, tem conferência sobre a situação da saúde, a conferência de educação e a conferência da mulher, ela já tá 10 anos sem ser realizada no estado de São Paulo. Eh, a gente passou por um período aí muito difícil, inclusive a gente tá nesse período pós-pandêmico, né, em que as mulheres sofreram muito, né, principalmente com relação à pauta da violência e também a a questão da fome, da insegurança. alimentar, da insegurança de emprego, né? Enfim, são várias questões que envolvem a pauta das mulheres. E aí o o governador do estado de São Paulo decidiu, através da sua secretaria fazer um encontro virtual, né? Então, a gente acha isso isso um erro, a gente acha um absurdo. A, essa moção veio no sentido de apelar o governador do estado para que ele realize uma conferência presencial, porque presencial a gente tem uma acolhida de fato, né? presencial ali tem uma escuta verdadeira, um pode garantir todo o debate com qualidade, é muito mais aproveitado esse espaço. Bom, Gabriel, as pessoas podem acompanhar a 42ª reunião ordinária no YouTube da TV Câmara Campinas. Lembrando que amanhã será realizada aqui mesmo no plenário José Maria Matozinho, a 43ª reunião ordinária. Eu volto com você, Gabriel. Tá certo? Muito obrigado, André Aranha, pelas informações. E olha só, a Comissão Especial de Estudos do Complexo Municipal de Cinema aqui da Câmara se reuniu ontem, pela sexta vez neste ano e debateu salas de cinema alternativas e articulação em rede. Durante 2 horas, no plenário da Câmara Municipal, o presidente da comissão de especial de estudos do complexo municipal de cinema, o vereador Wagner Romão e representantes de diversas instituições debateram a importância de Campinas pensar em uma rede de articulação para os espaços públicos. a gente captou as iniciativas da sociedade civil que existem na cidade e que, portanto, nenhuma delas aqui é eh abastecida por recursos públicos, né? Nós temos os o Sesc Campinas, que de certo modo, sim, né, a partir do sistema S, eh há recursos públicos envolvidos, mas é de iniciativa do próprio CESC, a Dunicamp, que é o sindicato dos docentes da Universidade de Campinas, ah, o CCLA, como você já disse, uma instituição, né, de de acho que quase centenária aqui na cidade de Campinas, né, envolvendo a questão da cultura e também a experiência da Taturana, que é uma, né, uma agência de distribuição de de de filmes alternativos que atua no Brasil inteiro, até fora do Brasil. Thago AOC, coordenador de programação do Sesc Campinas, e a Marl Marcondes, vice-presidente do Centro de Ciências, Letras e Artes, abordaram as experiências das respectivas instituições com o cinema. Essa ligação do Centro de Ciências com o cinema já é muito antiga, talvez a mais antiga de Campinas, né? A relação do Centro de Ciências com Cinema começou em 1950, quando então veio para Campinas o seu Marino Zigiate, que faleceu recentemente. A gente tem realizado esses lançamentos com debate, com palestra. Tem sido muito proveitoso, né? Eh, só que a gente tem encontrado uma dificuldade, por exemplo, hoje em dia a gente tá ali no centro, né, na rua Bernardino de Campos e o lugar não é o mais seguro, né? Uma coisa muito importante que nós conseguimos nos últimos anos foi manter as exibições de terça-feira à noite, né? fixar essa data eh dentro do nosso teatro, que é o espaço onde a gente faz as exibições, que é o espaço mais adequado, relativamente tecnicamente é muito bom ali. Eh, e a gente conseguiu manter que todas as terças-feiras a gente tivesse exibições de cinema nesse espaço. Parece uma coisa simples, mas diante do contexto do Sesc de tantos eventos, de tantas linguagens, às vezes a gente deixa até de fazer uma circulação de de shows, espetáculos, tal, para manter mesmo a frequência, a a constância da exibição de cinema eh às terças-feiras, né? Então essa é um ponto muito importante e a gente também lá no Sesc também não tem uma eh uma necessidade de receita, né, para para as exibições. Então a gente consegue fazer gratuitamente. O Instituto Taturana é uma organização social sem fins lucrativos, que atua pela democratização do acesso ao cinema e também promove e quer potencializar o cinema como ferramenta de impacto social. A gente fala do cinema e vem toda aquela mística, aquela mágica. A gente tem lembranças muito boas das exibições nas sala de cinema, mas todo mundo aqui várias vezes lembraram do primeiro filme, do primeiro curto que assistiram na escola, como foi importante, da exibição no cineclube, como a discussão foi legal e de muitas outras outras experiências, cinemas ao livre, projetos itinerantes, sem falar de mostras e festivais que são mais reconhecidos, inclusive porque na indústria é o sistema de validação que que conta. Então eu acho que uma coisa importante é a gente tirar da invisibilidade. Ao término, o vereador Wagner Romão abordou que a comissão pensa grande e quer uma sala de cinema fora dos shopping centers. Há uma necessidade forte de que Campinas tenha pelo menos uma sala, eh, uma sala de cinema, eh, digamos assim, de nível mundial, né, de que a gente possa de repente eh receber em Campinas festivais internacionais em rua, que não seja no shopping, que seja financiada pelo poder público, né, com exibições gratuitas de filmes de qualidade e que possa ser uma referência pro pelo menos pro interior do estado de São Paulo, né, que Campinas tem esse potencial, tem orçamento para isso, tem história, tem trajetória, tem tradição no audiovisual e Campinas pode ter isso, mas ao mesmo tempo, eh, há toda uma uma isso que a gente comentou aqui a respeito da rede, né? Essa rede ela precisa ser tentacular, ela precisa chegar também nas periferias da cidade.