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Olá, muito bom dia para você que tá aí ligadinho com a gente na programação da TV Câmara Campinas. Estamos chegando. Estúdio Câmara ao vivo hoje, quinta-feira, dia 25 de junho, Brasil venceu, né? Tá todo mundo feliz da vida. Que bom. E vamos fazer desse um dia maravilhoso, apesar de termos aí um dia cinza pela frente, né, com um tempo bem nublado. Vamos fazer desse um dia muito bom para mim e para você. E vamos conversar. Vamos conversar hoje sobre algo que acontece em nossas casas e que costuma ser comum. Vamos falar do consumo de cosméticos por crianças, mas fazemos um adendo porque esse consumo vem aumentando nos últimos anos e tem sido influenciado por estratégias de marketing e pelas redes sociais. O que parece uma brincadeira inocente pode trazer consequências importantes para a saúde da pele, para a autoestima e para o desenvolvimento emocional da criança. O fenômeno conhecido mundialmente como Sépora Kids acende um alerta entre especialistas. Segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria, o uso de eh deve ser evitado ao máximo e restrito a ocasiões especiais, né? produtos comercializados como brinquedos, sabe aquelas maquiagens para criança, né? Maquiagens infantis, então, será que elas possuem controle de segurança adequado? A gente precisa entender sobre isso. Hoje a gente fala então eh dessa questão do aumento da do skincare por crianças e jovens mediante a rede social, a influência das redes na vida dos nossos pequenos. Tá bom? Então manda sua mensagem pra gente. O WhatsApp tá aberto. Quero saber aí na sua casa, tem alguma criança? Tem aí na caixinha de brinquedos aquela maquiagenzinha que a gente compra naquelas lojas, produto baratinho, né? Só para brincar. E aí quando você vê a criança tá lá toda pintada, rostinho rosinha e tal. Será que isso faz mal? A gente vai descobrir hoje. Então se você tem alguma dúvida, manda sua mensagem pra gente. O WhatsApp está na tela 19979377. enquanto você manda sua mensagem, a gente atualiza algumas informações. Eh, vamos trazer a previsão do tempo e já já nós vamos apresentar as nossas convidadas para você. Elas já estão aqui no estúdio com a gente e daqui a pouquinho a gente começa a conversar, tá bom? Olha só, informação chegando. A Câmara de Campinas aprovou a criação da Frente Parlamentar de Enfrentamento ao Contorno Norte de Campinas, eh, proposta pelo vereador Wagner Romão, que vai presidir o grupo. A frente tem como objetivo acompanhar e debater o projeto da rodovia de 32 km, que está prevista para passar por Campinas, Paulí e Sumaré. O grupo deve atuar em conjunto com a sociedade civil na discussão de alternativas para o projeto, incluindo aí a possibilidade de sua revisão ou cancelamento. Mais uma informação chegando. O Parlamento da Região Metropolitana de Campinas realiza amanhã, sexta-feira, às 10 da manhã, a quarta reunião do ano na Câmara Municipal de Valinhos. O encontro será presidido pelo eh presidente da Câmara aqui de Campinas, vereador Luís Rossini. A reunião vai contar com a participação do deputado federal Guilherme de Rit, ex-secretário eh da Segurança Pública de São Paulo e relator do projeto Lei antifacção, que endureceu as punições contra organizações criminosas e milícias. A pauta eh também está ligada à segurança pública. Os parlamentares vão discutir demandas regionais nas áreas de saúde, mobilidade urbana e educação, além de apreciar moções e requerimentos destinados ao governo do estado de São Paulo. Previsão do tempo chegando para hoje. Então, e aí, chove ou não chove, né? É, o tempo tá assim, o sol tá tá querendo aparecer. De acordo com a previsão do tempo, a gente tem aí um sol meio tímido agora de manhã, eh, mas também bastante nuvens. E à tarde a chuva volta e à noite também. Então, sol entre nuvens de manhã, pancadas de chuva tarde e à noite, a mínima 13, a máxima 16º. Tá frio, muito frio. Então, vamos se agasalhar, principalmente as nossas crianças, os nossos idosos, os nossos petezinhos, né, precisam estar sempre muito bem agasalhados e acolhidos. E vamos simbora neste inverno que olha, de acordo com a previsão dos meteorologistas aí tem tudo para ser literalmente um mega inverno. Então, ó, todo mundo aquecidinho, tá bom? Gente, vamos com informação da do nosso tema de hoje, porque a gente vai falar das maquiagens, né, das maquiagens para crianças. Então, é uma busca precoce. Eh, uma pele perfeita, é isso que estão vendendo na internet para as nossas crianças, essa pele perfeita. E isso preocupa especialistas em vários países, não é só aqui no Brasil, não. Entre os principais fatores apontados dessa preocupação estão a influência dos algoritmos das redes sociais, o marketing direcionado ao público jovem e infantil e acrescente valorização da aparência desde a infância. Então, as redes sociais transformaram a rotina de beleza em um espetáculo diário. Todo mundo aparece lindo, maravilhoso. Engraçado que ninguém tira uma foto ou faz um vídeo quando acaba de abrir os olhos, né? Então, vídeos de milhões de visualizações t mostrado crianças e pré-adolescentes usando sérums, ácidos, máscaras faciais e produtos desenvolvidos para adultos. Mas até que ponto esse comportamento representa apenas uma fase ou um sinal de alerta para os pais, educadores e profissionais da saúde? Então, a gente vai discutir os impactos físicos e emocionais também dessa tendência. E é por isso que nós convidamos uma dermatologista, já está com a gente aqui, a Lívia Gontijo. Seja muito bem-vinda. Bom dia. Obrigada pela sua participação. Bom dia, meninos. É um prazer enorme estar aqui hoje. Muito bom dia a quem nos escuta também. maravilhosa. E para completar esse time, claro, a gente vai falar da pele, então precisamos falar também da nossa mente, porque tudo isso tem um impacto na saúde mental das nossas crianças e adolescentes. Por isso, trouxemos a psicóloga Érica Santiago. Seja bem-vinda. Bom dia. Muito obrigada. Bom dia, meninas. Agradeço pelo convite. Acho que o bate-papo vai ser muito interessante e vamos poder contribuir aí pra nossa comunidade maravilhosas. Então a gente já começa perguntando pra Dra. Lívia, né, quais são os problemas dermatológicos mais frequentes observados em crianças que utilizam cosméticos inadequados pra idade? Porque às vezes a gente fala assim: "Ah, mas é só um batonzinho, né? É só um pozinho" ou então é uma brincadeira, né? Aquelas maquiagenzinhas que a gente dá de presente às vezes pras meninas para elas brincarem e tal, para reproduzir de repente o que elas veem a mãe fazer. Então, até o que que a gente pode falar sobre o impacto na pele desses pequenos? Então, Rúbia, eh, a pele da criança, ela vai estar em desenvolvimento até 12 anos. Então a gente fica nessa restrição para alguns produtos, principalmente esses de skincare, que são ácidos, algumas vitaminas que a criança, se utilizar, sim, vai ter uma reação cutânea e vai ter um vermelhidão, uma ardência, muitas vezes uma coceira e às vezes por uma fragrância de desenvolver ali uma dermatite de contato. Então a pele da criança ela tá muito mais permeável em comparação com a da adulta. a gente fala que eh não tem estudos, né, comprovando que a criança pode utilizar esses skinces. E a gente sim fala, orienta a criança que a pele ainda está muito imatura, que ela vai sim conseguir usar no futuramente, que agora não é o momento. Uma criança precisa ter hidratação e proteção solar, que é o ideal, e uma boa higienização. Então, cabe aos pais a orientar. A criança ela sempre vai entender, se você tiver bastante argumento ali, explicar bem direitinho, que não é a hora de fazer um skincare, eh, e possivelmente, mais futuramente ela vai sim conseguir utilizar os produtos, mas agora realmente a pele está em desenvolvimento e pode sim desenvolver reações adversas que muitas vezes vão implicar na saúde da criança. Muito bem, doutora. Aí assim, vale a gente ressaltar que é natural. É natural uma criança, né, ver a mãe utilizando um batom no dia a dia e aí quando a mãe não tá no quarto, a criança, gente, quantas vezes, acho que eu passei por isso, você passou por isso, aí de repente a criança tá quietinha, você vai lá, a criança tá lá cheia de batom e tal, né? E a gente brinca, ai que lindo e tal. E a gente precisa cuidar com isso, né? Precisa cuidar com isso, porque são produtos desenvolvidos para adulto e é natural a curiosidade dos pequenos. Agora, do ponto de vista psicológico, Érica, o que que explica uma criança tão nova desenvolver interesse por rotinas de beleza, né, que faz parte do nosso universo, que é o universo adulto. Isso diferente da da criança que vai lá e brinca de vez em quando, pega o batom da mãe e passa. Não. Desenvolver mesmo o interesse, sabe? A criança que levanta é que ela fala: "Não, eu preciso me maquiar" e faz disso algo que ela traz pra vidinha dela, né? O que que faz? o porquê dessa desse interesse, eh, por essa essa questão de skincare tão cedo assim, certo? Então, Rio, eu acho que antes de pensar eh em interesse, eu acho que é importante a gente explicar eh como que a análise do comportamento, né, ela enxerga alguns comportamentos. Então, assim, né, eh, paraa criança já está demonstrando um determinado interesse, isso não começou do nada. né? Isso vem de algum momento, vem de algum contexto específico, né? Então, a análise do comportamento fala que a gente tem que entender a contingência, ou seja, o contexto, né? O contexto em que apareceu esses interesses, né? Então, assim, eh, isso começou quando, né? foi a a criança ali vendo a mãe passando o batonzinho, foi a criança vendo a mãe penteando o cabelo. Então essa criança tá o tempo todo observando, né, esses familiares dentro de casa, né? A análise do comportamento também explica eh que todo comportamento ele vem de como se fosse de três áreas, três, tem três coisas que explicam os comportamentos, né? Então, ah, o comportamento interesse da onde surgiu, né? Então assim, para análise do comportamento existe a filogênese, tudo que é herdado, né? O que é biológico, né? O que é genético. Dois, a ontogênese, ou seja, todos os comportamentos que aquela criança aprendeu observando, tendo modelos, né? Interagindo com pais, com a escola, com os amigos, né? E tem um terceiro, né, que a gente vai falar mais adiante, que é a cultura. O que que é a cultura? A cultura é tudo que tá na nossa sociedade. Então, as redes sociais, né, os programas de TV, os influenciadores digitais. Então, essas três camadas é o que vão formando, né, aquele interesse, aquele comportamento de se interessar por algo, ou seja, cosméticos. Poxa vida, é verdade, né? E a gente a gente sabe que a a eh somos espelho, né, pras nossas crianças. Então elas vão ver e elas vão eh despertar a curiosidade, porque a infância ela sempre foi marcada por descobertas, brincadeiras e ali começa a construção, né, da identidade. as redes sociais, gente, acaba influenciando e vem alterando esse processo da construção de de identidade e antecipando as preocupações que antes apareciam apenas na adolescência ou até na vida adulta, né? Então, aí vem a preocupação com aparência, que deixa de ser uma curiosidade infantil e passa a ser um comportamento que tem preocupado sim, né, a família e especialistas, porque muitos desses cosméticos são agressivos, doutora Lívia, para nós adultos, agora imagina para uma criança, né, que de repente utiliza lá um sérum, mas a pele da criança ela é mais fininha, ela é mais sensível e tem muita diferença da nossa pele. Sim. Então, a pele da criança, ela é muito mais fina, porque ela está em desenvolvimento, ela vai chegar numa idade madura, né, em desenvolvimento completo lá pelos 12 e aí continua o processo de eh espessamento, proteção, que a barreira fique íntegra lá na fase, né, de adolescência e um jovem adulto. Então eu falo também até por mim, porque a gente vê nossas mães se maquiando, né, e aí a gente acaba querendo também passar um batom. também na minha, né, quando era criança. E aí era toda uma eh orientação de uma festinha, você pode sim passar um gloss, tem que ter uma certificação de que é para idade, uma uma faixa etária ali da sua idade pediátrica, porque sim, a pele vai absorver com muito mais eh volume do que uma pele adulta. E muitas vezes essa essa penetração, essa permealidade vai dar alguma reação alérgica ali na criança, que não é o que a gente espera, que a gente quer. E é algo que a gente precisa sim, os pais precisam orientar e às vezes as mães oferecem, né, porque a criança quer ser cusa, as amiguinhas têm e aí acaba que ela compra porque a criança ela não tem dinheiro, então quem compra realmente são os pais. Então, orientar ali num grupo de mães, né? Vamos sim, eh, se puder numa festinha, restringir alguns momentos especiais da vida, que aí a gente também não proíbe, mas orienta que não é o mais adequado para aquela faixa etária. Muito bem. E daí quando a Dra. Lívia pontua quem compra são os pais. É, a gente precisa nos atentar porque sabe que se você vai nessas lojas, né, que são lojas imensas que têm produtos para brinquedos, né, coisas para criança, e aí a gente vê aquelas embalagens coloridas, né, fragrâncias gostosinhas assim que que arremete a criança. Daí a criança nem tá com a gente. Aí a gente fala: "Ai, vou levar isso aqui, ai que lindinho, ai que delícia, ai que gostoso, ai que isso, ai que tudo, né?" E às vezes, eh, aquilo tá satisfazendo você, mas você transfere paraa sua criança sem perceber o o risco que você tá colocando a sua criança. A gente vai na empolgação, né? E a questão do marketing, Dra. Lívia, ele influencia muito nesse momento, né? As embalagens começaram a se ficarem mais coloridas, parecendo brinquedos. Então, isso foi uma grande atração pras crianças e os aromas também de frutinha. Hum. Então, que criança que não vai querer uma uma cabeceira ali, né, de cama cheia de cores, com vários produtinhos para ela conseguir, né, utilizar, com cheiros agradáveis paraa criança. Então, esse marketing voltado pras colorações, eh, influenciou, com certeza muito as crianças também quererem a utilizar esses produtos, colorações e sabores, né, porque tem uns gloss que tem gostinho de tutif fruti, gostinho de morango. E aí nossos pais, que que veio na cabeça? Tipo assim, sem o conhecimento, você fala assim: "Ah, mas tem gostinho de morango, então não vai fazer mal, vou levar, né?" É. E aí quando você vê aí você já incentivou uma criança bem pequenininha a utilizar isso que você acha que tá tá tá levando um produto que não vai fazer mal e daqui a pouco você vê a criança, ela tá sendo influenciada porque daí ela começa a ver vídeos, o algoritmo vai trazendo e o negócio vai aumentando e quando você vê a criança tá querendo utilizar maquiagem mesmo de verdade, né? Produtos de skincare e aí acende um alerta. Agora, Érica, o que que acontece com nós? pais, adultos, né? Porque a criança, Dra. Lívia apontou muito bem, a gente precisa frisar isso. A criança não tem dinheiro e também às vezes nem sabe lá comprar na loja. Quem leva isso para dentro de casa somos nós. E nós somos impactados pelo marketing e às vezes a gente não consegue resistir, né? Sim. Exatamente, né? Eh, então eu acho que assim, eh, a criança ali ela é fruto é isso, dessa sociedade. É isso, é isso, não tem como negar. É isso. E desses pais, né? Então, quando tá aparecendo em grande intensidade um determinado comportamento na criança, a gente precisa realmente entender, né, da onde ele vem. Então, às vezes na clínica, né, no consultório, alguns a gente pergunta pros pais, né, ai, mas eh você usa a maquiagem, né? Você você é ligado à beleza, você aí eles falam: "Não, não, não, não muito ai eu eu não gosto dessas coisas". Então, mas eh isso aí entre os exemplos que você trouxe, né? Mas todas as vezes que essa mãe, esse pai vai na farmácia, compra o shampozinho de frutinha e de uva. Então assim, aí lava o cabelo da criança e aí quando a criança eh, né, ela tá lá com o cabelo que acabou de ser, né, usado o produto que a mãe e eh comprou, o pai comprou. E aí esses familiares também eles reforçam, eles valorizam. né? Nossa, que cabelo cheiroso, que cabelo bonito, que cheirinho de uva. O que que eles estão ensinando para essa criança? É que aquilo lá, né, lá é bom, né? Então, que eles precisam do shampozinho de uva, que eles precisam do do do blush, da do rímel, né? Porque esses comportamentos, né? Se enfeitar, passar o o rímel, blush, eles são valorizados por esses pais. Isso. Então, por mais que essa mãe não seja de usar muita maquiagem, por mais que, né, eh, que ela não seja tão ligada a a à estética, eh eh a gente sabe, né, que as crianças elas são valorizadas quando elas estão vestidas com uma roupinha X, quando elas passam o batonzinho, quando elas passam o perfume. Então isso vai, né, mostrando pra criança que ela é bonita se ela utilizar. Exatamente. Olha só que peticado, né? É, é algo assim. E, e às vezes a gente eh faz isso, gente, sem julgamento aqui, porque eu também fiz, né? Eu tenho uma filha e é natural, a gente faz no inconsciente, porque aí vem aquela questão da cultura, né? Da cultura que você tava dizendo, nós temos essa essa essa cultura. A mulher, né, ela utiliza maquiagem e aí a criança vai ver e ela vai querer. É assim. Agora a gente precisa se atentar na questão das maquiagens. Tem maquiagem específica para criança? Sim ou não, doutora? Algumas indústrias já estão fazendo algumas maquiagens, alguns gloss voltado paraa faixa pediátrica, mas precisa ter o selo de certificação. Então é importante ver a embalagem, ver se tem esse selo, porque aí sim vai ser apropriado, mas não são maquiagens base, são coisas mais básicas para acabar que atende, né, aquela vontade da criança. E justamente o que a Érica falou, às vezes a mãe passa um perfuminho, né, e acha que não vai dar nada. E as fragrâncias, sim, podem ser um componente ali que vão dar alergia se não passados adequadamente. Eu já vi mães passando em todo o corpo, é bem pouquinho. E ver também se tem essa certificação pra faixa etária da criança. É, né? Porque tem uns perfuminhos com cheirinho de bebê que são uma delícia, né? E a gente pega a criança assim, pega o pequenininho, ó, enche de perfuminho de bebê, né? Cheirinho bom, cheirinho de criança, cheirinho de você vê, né? A gente tá falando de criança, mas tem para beber também os cheirinhos de bebê, aqueles produtinhos que você passa no bebê, gente, imagina o bebê, acabou de nascer ali, né? Tem alguns meses de vida e a gente já vai lá e já tá com perfuminho achando que não tá fazendo nada demais, tá com cheirinho gostoso. Bebê por si só tem cheirinho de bebê, né? É, mas assim, falar é fácil, tá? Não estamos julgando aqui não, porque eu também fiz. Só que a gente precisa aprender e é por isso que nós temos o programa, nós temos essa proposta e a gente traz profissionais que que são especializados, que estudaram, que t ciência sobre o que estão falando. E é importante a gente aprender isso porque de repente se eu não conseguir fazer eh se eu não fiz com a minha filha, eu fiz errado com ela, de repente com o aprendizado, eh, pode ser que a minha filha faça correto com a minha neta, né? Então, a gente precisa eh eh trocar as informações e disseminar a informação boa e e correta, né, para mais pessoas que a gente puder. Agora, essa questão do do bebê é importante a gente falar, né, doutora, porque a sensibilidade a sensibilidade da pele da criança já é muita, agora do bebê, é, do bebê extremamente fina, pele extremamente delicada, sensível, o bebê já tem um cheirinho natural, né? Eu lembro dos meus filhos, adorava o cheirinho deles natural quando eram bebês. Então é importante uma hidratação, uma higienização com sabonete adequado e somente isso. A partir de 6 meses, a gente sim começa a passar o protetor, mas evitar qualquer outro tipo de componente químico ali naquela pele que realmente tá em desenvolvimento e extremamente delicada. Muito bem. Agora, para as crianças existe assim, eh, vamos lá, a criança lá de 5, 6, 7, 8 anos tem uma rotina de de algum cuidado específico que precisa ter na pele? Existe algum produto? As meninas estão querendo fazer skinc, mas o que que é o skincare, gente? O que que é um skincare, doutora? Na verdade, todo mundo fala, né? Palavra bonita, chique, tá todo, tá viralizado. Vou fazer o skinc. Daí você vai lá, passa 15 produtos no rosto, você não sabe para que que serve. Às vezes você coloca um e ativa uma coisa, desativa a outra, faz uma bagunça. Se nós adultos já temos um pouquinho de dificuldade, você imagina uma criança vendo os vídeos, olhando um monte de creme da mãe, aí mais os cremezinhos que a mãe comprou pra criança e ela vai fazer uma rotina de skinc. Meu Deus do céu. É, então, o skincare é o cuidado da pele e o cuidado da pele na faixa etária pediátrica pras crianças é simplesmente uma boa higienização, hidratação e a partir dos 6 meses protetor solar. A gente fala que isso é o básico, só que é um básico que é o necessário. Somente isso já vai fazer com que a pele da criança esteja protegida e com uma barreira íntega íntegra, que é o que a gente espera que as crianças tenham. Muito bem. Vamos lá. Nossa psicóloga Filtros da rede social incentiva a utilização de de de maquiagem para as crianças, porque a gente sabe que a criança ela é e um serzinho que ela imagina e cria, né, um cenário na cabecinha. Então, vamos lá. Tem o filtro. Ó, eu quero ficar igual o filtro. Então, vou pegar o batom da mamãe, vou pegar o pó, vou pegar o blush, vou pegar esse brilho aqui, vou passar e tal. as redes sociais, o poder de influência para as nossas crianças. Apesar de que é criança, gente, a gente sabe que a gente deveria deixar de lado, né, esse negócio de rede social. Daí tem eh também essa questão aí que não pode mais ter Instagram, tal. A criança não pode ter, mas a mãe e o pai tem. E de repente o que acontece? A mãe e o pai dá o celular pra criança, pra criança olhar e vai na rede da mãe e fica lá rolando feed, né? Então a gente tem que se atentar com isso também porque influencia muito, né? muito, muito. Eh, como você disse, né? Eh, eu acho que essa questão das redes, elas deveriam ser, né, eh eh eh mais vistas aí, principalmente por esses pais, né? Eh, eu tenho alguns poucos clientes que os pais eles conseguem, né, segurar, né, de dar celular, de acessar as redes sociais, né, ali até as a faixa dos dos 10, 11 anos, o que não é muito comum. Mas eu eu vejo que seria necessário, né, pro desenvolvimento aí dessa criança, desse adolescente, né? Então, eh, então a primeira coisa, eu acho que seria isso, né? Se pudéssemos e eh limitar, né, o máximo essa infância, né, eh, do acesso em excesso da tecnologia. Ótimo. Ótimo. Aham. seria o melhor, mas a gente sabe, né, que nem sempre é possível, né, os pais muitas vezes estão trabalhando em home offs, estão, né, fazendo alguma coisa em casa e aí acaba que a maneira mais fácil, né, e eh de de manter aquela criança, né, mais quietinha, é entregar a rede social, é entregar o celular ou, né, o TikTok, o Instagram. Então assim, eh, então a partir do momento que essa criança tem acesso a essas redes, elas é o que você diz também, né? Elas vão imaginar que aquilo ali é é a verdade absoluta, é, e que pode trazer para eles aquilo, né? Isso. Isso, né? Então, a partir do momento que ela vê que aquilo ali é é é considerado bonito, interessante, ela vai querer imitar aquilo. Exato. E se ela não tem uma supervisão adequada, ah, já era. Então, se ela não, né, se esse papai, se essa mamãe não ficar realmente em cima do que tá rolando ali naquele feed, então, né, eh, fica difícil para aquela própria criança ela, ela não reproduzir aquilo que tá ali na rede social, né? Então assim, seria muito necessário que esses pais de alguma forma conseguissem supervisionar também os conteúdos. E a partir do momento que esses pais estão identificando, né, tão vendo que essa criança tá sendo muito influenciada por essas redes sociais, aí é que vem a questão do quê? Da psicoeducação. Isso, né? Eh, de explicar, explicar a realidade daquilo ali, como que funciona as redes sociais. Uhum. O que que é, né? Ah, mas Érica, a a a criança é muito pequena, ela não vai entender se a gente explicar eh o sistema da rede social ou eh como que funciona os algoritmos. A criança não vai entender, gente. A criança entende entende. Ela entendeu que aquela maquiagem é legal, é bonita e ela foi lá, pegou a maquiagem, passou. Como é que ela não vai entender se a gente explicar sobre a rede social? Então, é papel aí desses educadores, né, explicarem realmente a as realidades, né, eh, mostrar que aquilo ali é um filtro, que as pessoas não são daquele jeito, que as pessoas reais não são, né, e eh eh que aquilo ali é uma fantasia e que as pessoas que que, né, acabam fazendo aquilo ali, nem sempre elas sabem porque elas estão fazendo, né, e Aí, né, dá pra gente entrar em mais camadas do tipo explicar eh sobre essa questão eh da venda dos cosméticos, né, as indústrias que estão por detrás disso. Então assim, você formando o seu filho com com autocrítica, né, e e refletindo diante desses temas e ensinando o que que é um filtro, que que que é esse sistema das redes sociais, né, a gente garante que essa criança ela ela cresça com um senso mais crítico. Maravilha. senso crítico é fundamental, né, para você eh eh na hora de você escolher, né, o que aquilo que é bom para você ou não. Agora, Dra. Lívia, o impacto, né, de repente a criança utiliza isso, tá beleza, mas qual que é o impacto na pele dessa criança, né, essa pele está eh se formando, amadurecendo? qual que é o impacto que vai trazer quando essa pele já tiver madura, né? Esse envelhecimento precoce, eh, que conectam com o uso de maquiagem, eh, também muito precoce. Faz sentido? Então, até vou acrescentar o que Érica disse e que as crianças muitas vezes vejam, vem aquele filtro e se estimulam a a tentar usar o skinc para chegar naquela perfeição que a gente nunca vai conseguir. Então é um estímulo também da criança começar a querer fazer uma rotina diária da pele para alcançar aquele filtro. E aí chega na adolescência, né, nem sempre a criança faz uma higienização adequada, retira toda aquela maquiagem, começa a ter mais espinhos do que o previsto, né? Então, a higienização é muito, se caso um dia utilizar numa festa, precisa ser bem feita, porque a rotina de higienizar bem feito vai fazer com que na adolescência, que é a época que vai ter os hormônios, vai ter a erupção de espinhas, vai fazer com que essa criança tenha muito mais do que ela foi projetada ter geneticamente até. Então, se caso utilizar maquiagem já, né, em algum evento já explicar que ela precisa sim ter uma rotina de higienização e aí para chegar com uma pele um pouco mais saudável, menos, né, que vá ter uma envelhecimento, porque tudo que a gente obstrui vai sim ter alguma reação no futuro, uma acne. E aí uma fase adulta também a gente não vai ter essa consciência de higienização, se começa tão precoce, acaba sim que vai levar a uma um envelhecimento sim mais precoce, tá? É, nós precisamos cuidar, né? Precisamos cuidar das nossas crianças. E eu sei que é delicado porque até pra gente é meio confuso, né? Você vai nessas lojas aí, é tanta coisa que você não sabe o que que você leva. É, é, é tudo é sempre muita novidade, né? E aí para as crianças também é tudo muito novo. Então a criança eu acho que ela se sente da mesma forma que a gente se sente quando a gente entra numa loja com muitos, muitas opções de produtos, você quer testar todos e aí você imagina uma criança olhando pros produtos da mãe, né, e vai querer sim testar todos e já tem o estímulo da internet. Então a gente precisa cuidar e principalmente cuidar onde nós deixamos, né, esses produtos. Se a gente deixa esses produtos próximo das nossas crianças, porque elas podem pegar a qualquer momento. É igual quando a gente não toma cuidado em deixar produto de limpeza fora do alcance das crianças, maquiagem deveria ser igual, não é? Sim, sim. Eh, eh, inclusive, eh, pensando nisso, né? É que você disse, então aí se a gente vai eh em uma loja e vê aquele monte de produto que, né, a doutora disse que, né, são coloridos, são cheirosos, né, gera essa curiosidade, gera esse estímulo, ai quero isso, quero aquilo. Então assim, aí o o a a o meu questionamento é, será que não daria paraa gente substituir, né, essa curiosidade que que realmente faz parte desse processo de desenvolvimento eh eh por coisas mais adequadas, né, desejadas para a idade dessa criança, né? Então, pensando aí na fase do desenvolvimento, né, de zer a 6 anos, será que essa criança precisa mesmo, né, eh, brincar de maquiagem, né? Eh, a gente entende que que é importante para uma criança eh eh simular, né, imaginar eh eh n então ela pode, né, brincar ali com a roupa da mãe, né, toda criança calça o sapato do da mãe, de panelinha, né, de mercadinho. a gente vê, né, que que as crianças gostam disso, né, mas será que precisa levar tão além a ponto de realmente adquirir esses produtos para essas crianças? Porque a Dra. Lívia disse, né, no início, assim, quem compra são os pais. Então, porque a criança não tem essa autonomia, essa independência de de lá e comprar, né? eh quem quem dá para criança é o adulto, quem presenteia é o adulto. Então, será que esse adulto não pode eh ir atrás, né, e de outras coisas para ofertar para essa criança, né? Então, voltando eh eh de zero a 6 anos, será que não é interessante eh já que a criança tá interessada em cheirinho, em em se pintar, será que não é interessante e eh na verdade adquirir materiais como massinha, lápis de cor, né? Até cheiros de frutas, né? Pra criança começar estimular a comer frutas, né? Isso. Existem outras formas, né, de de criar conexão com a criança e gerar interesse, né, em outras áreas que não seja especificamente a área dos cosméticos, né, eh, porque isso vai acontecer naturalmente quando, né, a diz assim, quando a gente tá falando ali na frente ali, eh, acima dos 12 anos do adolescente, de fato, eh, né, questão hormonal, né? né? Eh, vão aparecer e a necessidade de cuidados com a pele, então vai ter a hora certa certa. Is sim. E e o que é interessante também que você falou, Érica, é que às vezes não é nem a duração que a criança fica numa rede social, é o conteúdo que ela está consumindo. E a gente sabe que muitas crianças estão por trás das câmeras e nem sempre elas utilizam aquilos que aquilo que ela está falando ali. Então ela não realmente talvez ela não esteja utilizando aquele produto que ela está falando para na frente de uma câmera para ser utilizada. Então, é algo bem eh fora assim, não é tão real como a criança imagina, né? Então, eh é só mostrar que o conteúdo não é o real e também ver os conteúdos que essas crianças estão eh consumindo e delimitar assim a o a duração ou nem sei nem mostrar a rede social por hora, né? Pois é, seria tão bom, né? falar que eh também estimula o consumismo, né? E essa criança ela vai crescer com uma noção um pouco distorcida da economia, não é? Porque se é tão fácil, se eu quero, eu tenho, eu vou lá e eu utilizo e aí eu cresço comprando, querendo. Não é eh difícil a gente encontrar pessoas que tm aí um armário cheinho de coisas, de cosméticos, de cremes, de perfumes, de batons, de tudo e que nem usa. Quando você vê tá vencendo lá, né? Porque isso é o consumismo e a gente pode estimular isso nas nossas crianças com uma simples brincadeira de maquiagem e filmar essa criança e mostrar e achar lindo, achar bonito. É, é, entendeu? É, eu eu sei que é porque é gostoso você ver a criança tá lá contente, a mãe, né, curte e tal. É legal, mas a gente precisa olhar para outros fatores que estão ao redor dessa dessa ação, né? E o consumismo é um deles, né? e às vezes gastam um dinheiro que não é necessário, né? Eu sei que alguns pacientes chegam com um monte de produto, com os filhos também, qual que eu devo utilizar? Nenhum deles, né? Pode fazer uma doação desses produtos, dá pra tia, né? Então, às vezes gastam um dinheiro desnecessário, às vezes utiliza uma coisa que não foi orientado por um profissional dermatologista e acaba tendo reações cutâneas, vermelhidão, coceira, irritações que a gente não quer que a criança tenha. Muito bem, doutora. e a dermatologista, né? Eh, a partir de que idade que a gente deve levar a criança no dermatologista? É assim, a primeira consulta da minha criança no dermato, por, para que e a partir de quando? Então, eh, a criança, a primeira consulta deve ser ainda no primeiro ano, porque a gente vai orientar como se deve dar um banho, quantos banhos, qual a quantidade de sabonete, nossa, qual que é o hidratante ideal, como se deve higienizar na hora da troca da fralda. Então, quando eu tenho pacientes gestantes, eu já falo quando ganhar o bebê, quando tiver, né, já numa fase confortável, né, pós gestação, eh, a gente precisa ver seu filho e fazer toda uma orientação. Algumas doenças iniciam nesse primeiro ano de vida e a gente consegue postergar a partir dos cuidados que essa esse bebê deve ter. Então, é importante a primeira consulta ser no primeiro ano para que a gente consiga orientar a mãe, né? Apesar de ser médico, eu precisei de orientações também. Então o bebê precisa ter uma pele com barreira íntegra, não pode utilizar perfumes, tem que hidratar, banhos precisam ser rápidos, não lotar de sabonete, né? Então uma orientação no primeiro ano seria o ideal. Muito bem. E aí depois disso, eh, a frequência de uma vez por ano é importante as crianças estarem passando, aí chega numa fase que vai ter, né, as espinhas, aí a gente faz um acompanhamento mais frequente. Muito bem. Agora a doutora apontou algo aqui bem interessante para quem é mãe sabe, né? É tão gostoso dar banho, beber cheiro de espuma, fazer espuminha, brincar na banheira, né? Com sabonete. É. Então, e olha só que ponto interessante, sabonete não deixa de ser um cosmético, né? Sim. E acaba tirando uma hidratação que o bebê precisa ter ali naquele momento. Então, a gente fala um sabonete, um óleo, né, que vai limpar e não vai desidratar. A partir do momento que tem eh fezes ali, cocô na fralda, sempre tenta lavar ao invés de passar lá em cima, né? Então tem toda essa orientação, não deixar a fralda muito cheia de xixi para não ter uma dermatite de contato pelo xixi. Então são orientações que muitas vezes a gente precisa sim dar o o é aquela a famosa frase, o óbvio precisa ser dito, né? Então a gente precisa se orientar no primeiro ano de vida e usar os sabonetes especiais pra pele do bebê, hidratação, falar tudo, né, que acontece nesse primeiro ano de vida aí. É importante, importante assim, porque são orientações que às vezes a gente acha assim: "Ah, já sei tudo, né? Já já tô já tô aqui treinadíssima, né? Principalmente quando vem o segundo filho, né? Mas não, né? Tudo muito diferente, gente. Um, uma coisa, é uma coisa, outra coisa, outra coisa. Então, teve primeiro filho, beleza, conseguiu, ótimo. Segundo, eh, nem sempre vai ser, quer dizer, nunca vai ser igual, né? Então, então é importante eh a consulta, a orientação de de médicos, de profissionais que tem a ciência, que tem o estudo, né, e que pode eh nos orientar. E quando a gente fala de cosméticos, é interessante, igual nós falamos aqui agora, o sabonete também é considerado, né, um cosmético. Então, precisa cuidar com tudo isso. Cosmético não é só a questão da maquiagem que a gente tá falando aqui, né? Então, é tudo que que envolve esses cuidados aí de pele, de cabelo, enfim, e que de repente a gente tem um monte, né, e a criança vai lá e se vê assim num paraíso e vamos brincar de de salão de beleza, né? E aí dá problema e a gente precisa cuidar. eh os problemas que que podem ter da questão eh do impacto psicológico disso, ô eh Érica, porque eh a gente precisa se orientar também nessa questão psicológica, né? Porque isso pode trazer um impacto lá na frente. O que que o que que pode acontecer? Porquê disso? Com certeza, né? Esse tema eh geral que a gente tá conversando, né? Eu acho que tem muito a ver com aquele termo que apareceu agora no século XX, né? sobre a adultização da infância, né, que são exatamente isso, né, essas essas expectativas de que a criança se comporte como um adulto, né, que tenha eh não só as características, né, mas eh eh comportamentos que na verdade vão seriam, né, desenvolvidos só na vida adulta ou na adolescência, vida adulta, né? Então assim, a partir do momento que você acelera o processo de desenvolvimento dessa criança, eh a gente pode ter uma série de consequências negativas, né? Eh, incluindo essa questão da ansiedade. Olha aí, né? Então, as crianças, você vê que chega no consultório, crianças cada vez mais ansiosas com que o outro vai achar dela, né? com que o coleguinha vai pensar dela, se ela não for com a roupa X, com a maquiagem X, né? Se não levar a necessé, mãe, se eu não levar a necessé hoje pra escola, as minhas amigas eh não vão querer brincar comigo. Olha isso, né? Então assim, são várias camadas, né? E, eh, então assim, para além da ansiedade, por exemplo, né, a gente acaba ensinando para essas crianças eh eh a elas terem uma visão distorcida delas mesmas. Uhum. Né? Eh, a gente não tá contribuindo com o real autoconhecimento, né? Então assim, então chegam, né, crianças, pré-adolescentes, né, principalmente, né, que eu acho que é o momento que os pais começam a ver assim, hum, tá, tem alguma coisa aqui acontecendo. Eu brinco, eu brinco na com os clientezinhos e com os pais que a fase do ensino fundamental é terrível. É sério, terrível. Isso é na hora que a coisa está ficando complicada. É porque começa a descobrir tudo, né? Então isso e quer ficar dentro de um grupo, ter vários amigos, né? Exatamente. Exatamente, né? Então isso envolve, né, esse processo de inclusão e exclusão nos grupos, né? Eh, né? A gente tá falando no geral do das meninas, porque, né, o tema é maquiagem, mas, né, os meninos também. no sentido de ai eh a dependência se o menino já não demonstra interesse em fazer o cabelo igual o jogador de futebol, né? a então aí o amigo não vai conversar, não vai, né, ficar junto, não vai fazer o trabalho junto. Então assim, e isso impacta significamente, né, assim, na autoestima, na baixa, né, a criança começa a ter baixa autoestima e baixa autoconfiança também. Então isso acho que assim é o que que mais vem aparecendo eh eh no consultório nesses últimos tempos. Eh, a gente precisa cuidar porque o que vocês profissionais de saúde mental sempre trazem no programa é que eh o que somos, né, quando estamos somos adultos, estamos adultos, é reflexo daquilo que nós vivemos quando criança, né? Então a gente precisa se atentar como é que está a vidinha aí das nossas crianças, né? E nós falamos aqui das meninas, mas sim, os meninos também têm essa tendência aí, né? Porque é doutora, como é que como é que a doutora eles querem começar a ter músculo muito cedo, né? E nem sempre o corpo fisiologicamente vai ter aquele músculo que ele quer. Tem que chegar numa fase adulta que sim vai est com os hormônios estabelecidos e sim vai começar a criar músculo. Então a gente vê muitos querendo, muitos querendo fazer uma academia muito pesada. A gente indica assim academia, né? Mas vai devagar, é um processo, você precisa tá ali constante, não vai ficar musculoso do noite pro dia, né? Então os meninos sim tão sofrendo bastante, principalmente essa parte estética para ser aceito, né, para conseguir jogar melhor um jogo, né, um esporte. Então precisa ficar muito atento também, porque os meninos ficam em depressão, ansiedade e não consigam, às vezes não conseguem expressar o que eles estão sentindo. Chegam casos de, né, de meninos inclusive e muito preocupados com a alimentação. Olha só, né? Então assim, ah, Érica, será que eu já devia fazer uma dieta? Olha isso, gente. Alimentação estaturas, como que vai chegar, fica alto, né? Sim, sim. Então assim, eh eh são são eh de fato são muitas camadas, né? Eh, eh, e que acaba que a gente entende que na correria de um pai e de uma mãe são detalhes que às vezes passam despercebidos, mas realmente, né, eh, para essa criança chegar no nível de tá obsecada por algo, né, voltado para para essa área eh dos cosméticos, por exemplo, eh, coisas estão acontecendo há muito tempo, chega na adolescência, querer usar tudo, querer Uhum. é ter aquela pele perfeita que ela viu num fi filtro, né, acaba distorcendo a imagem que ela nunca vai alcançar aquele filtro porque é irreal, né? E aí causa muita depressão. Sim. Sim. E aí começa, né? Coisa, eu eu acabei comentando sobre o ensino fundamental, né? Mas se a gente for pensar na adolescência, então aí assim vai chegando ainda mais casos, ansiedade, depressão, os transtornos alimentares, né? Eh, em alguns casos a gente vai percebendo que há a questão também de um transtorno de personalidade, né, a, né, a questão da blemia, anorexia. Então, assim, vários aí, né, transtornos, eh, eh, que, que eu acho que também são frutos desse meio, né? Exato. É uma reação, né, da ação, né? é uma reação e isso vai e vai crescendo com essa criança, né? E aí chega em uma fase que sim, vai acender o alerta que a gente não conseguiu ver lá atrás porque a gente acha que tá tudo bem, que que é legal, que é bonitinho, que é cheirosinho, que é gostoso, que é legal ver a menina se arrumando, o menino lá todo com o cabelinho ajeitadinho e tal e querendo se vestir como homenzinho. Ah, gente, é gostoso, sim, claro que é. São os nossos filhos, né? Só que a gente precisa pisar no freio, porque a gente pode estar comprometendo eh a outra fase da vida dessa criança que vai ser a pré-adolescência, que depois também compromete a fase da adolescência, que compromete a fase adulta e que tornam adultos, de repente com situações que vão precisar buscar uma terapia para tentar entender o que aconteceu lá atrás, que começou lá na infância. E aí a gente tá falando de algo tão natural que são maquiagens, né, que são eh produtos de beleza, que são maravilhosos, que a gente adora usar, mas que usados por crianças podem comprometer sim toda a vida do indivíduo, né? É impressionante. Sim. E a gente vê que antigamente, né, falo para na minha época que a gente queria fazer uma maquiagem, a gente tinha que ver uma revista, né, pegar um salão, esperar um programa passar. Hoje em dia tá tão fácil você saber se maquiar, né? Então eu entendo os pais, né? Porque é difícil esse controle. Antigamente era muito mais difícil a gente conseguir um tipo de informação, como que eu quero um penteado, como que eu quero fazer maquiagem. Hoje em dia eu ligo, né, o celular e eu vejo, então a a o acesso tá muito mais fácil e os pais sim, acredito que estão tendo essa dificuldade pelo que a gente tá vendo, né, as crianças, o que inclusive aumenta a baixa tolerância a frustração, porque se antigamente eu precisava esperar para olhar na revista fazer a maquiagem e às vezes do salão, né, você não comprava. Agora é tudo tão rápido, então aí a gente já entraria em outro tema, né? É verdade. Você vê, né, antes e olhar na revista para fazer para comprar a maquiagem, né? Eu me lembro que tinha as revistinhas que ainda tem, né? Mas antes para você ter acesso a um um produto, você tinha que comprar lá, você comprava, eu passei por isso, comprava, esperava lá chegar acho que uns 10 dias para depois você utilizar. analisa a paciência que a gente tinha que ter para ter aquele produto que tava na moda de repente, né, que não tinha acesso à loja, então comprava na revistinha. Então a gente tinha muita paciência, a gente esperava demais. Hoje não, você atravessa a rua, você compra ou então você pede pela internet, no instantinho chega no portão da sua casa e aí, né, acabou a paciência que tínhamos antes, né, ninguém tem mais paciência nada, intolerância total. Muito bem, que bate-papo gostoso aqui com a Dra. da Lívia, também com a nossa psicóloga Érica trazendo pra gente eh a o que que a gente pode fazer para orientar, né, as famílias, as nossas crianças, as os nossos pré-adolescentes, referente a esse negócio aí da internet que tá incentivando e a ao uso precoce de produtos, né, de skincare, de produtos cosméticos que não são apropriados para essa faixa etária. Agora 8:55. Olha só, já passou muito rápido, passou rápido demais. Vamos lá conversar com o pessoal que tá em casa. Vamos ver o que que o pessoal tem, se tem dúvida, se tem alguma experiência que passou referente ao nosso assunto de hoje. Pode colocar na tela. Produção, por favor, a primeira pergunta. Ah, Rafael Nunes do Bom Fim. Como diferenciar a fase normal de curiosidade por maquiagem de um problema maior de imagem corporal? É delicado. Como é que faz, É? Eu acho que tudo passa pela a análise do comportamento nomeia como função. Uhum. O função desse comportamento e e a quantidade que ele que ele acontece, né? Eh, então assim, eh, então ela pergunta, né, ai como diferenciar uma fase normal de curiosidade, né, para um problema? Isso. Então, se isso tá em excesso, é Aham. Se se a criança quer ver isso em excesso, quer consumir esse excesso, pede para comprar, é uma insistência em querer aquele produto, porque curiosidade é uma pergunta, o que é isso, né? Para que que serve agora querer comprar e utilizar? Acho que já já começar a ficar, então acho que que que é mais ou menos nesse nesse nessa, né? Eh, essa avaliação, né? Humum. Eh, uma coisa é perguntar, ter uma curiosidade, passou. Uhum. A intensidade e a frequência, né, que essa essa essa criança, esse indivíduo, ele ele busca por esse produto, né? E e o que ele também é, qual que é a reação dele diante de uma negação, né? Porque se de repente, ah, você falou não, a criança entende, ah, tudo bem, outro dia mamãe compra agora não. Criança entendeu, virou as costas, foi brincar, beleza agora se não aí precisa ter um olhar maisado. Então, eu acho que é analisar exatamente, né, a consequência desse não, a consequência de colocar um limite, né? Eh, então, eh, eh, acho que uma forma de facilitar pros pais, para quem tá nos assistindo, é sempre se perguntar o porquê daquilo, daquilo. Aham. Da onde veio essa ideia, né? Tentar ver o o da onde veio essa curiosidade, esse excesso de querer usar, né? Então, fazendo toda essa análise, os pais vão conseguir identificar o quanto é uma curiosidade comum e o quanto é algo que já tá numa distorção de imagem, né, e que precisa e que precisa sim de uma orientação psicológica, gente, com certeza. 8:57. Vamos lá, mais uma na tela, por favor. Produção, pode colocar pra gente, por favor. Vamos ver quem que tá conosco. Ah, a Helena, Helena Duarte da Vila Teixeira. Minha sobrinha passou creme para acne sem ter espinha, só porque viu uma influenciadora. Produto para acne pode prejudicar uma pele saudável. Olha isso, né? Então assim, eu não vou ter espinha, mas eu vou, pode ser, eu não tenho espinha agora, mas pode ser que eu tenha, então eu vou passar, né, doutora? Não existe essa prevenção a ter espinha, assim, uma higiene adequada vão fazer que a gente tenha às vezes evoluou com uma espinha um pouco mais leve, né? Mas isso vai fazer com que a gente precise avaliar a evolução daquele adolescente. E os tratamentos pra espinha muitas vezes são a base de ácidos. Então sim, vai comprometer, vai ficar vermelho, vai descamar, vai irritar. Então não é para ficar utilizando sem orientações, né? Tin usa undando na pele. É bem coisa assim ideia de menina, né? Cerveja. Ó, minha sobrinha passou creme na pra acne sem ter espinho, então ela deve est numa fase de desenvolvimento e aí ela já acha que vai ter espinha e nenhuma menina quer ter espinha, gente, pode ter certeza disso, né? né? Uma menina fala assim: "Ah, não, espinha não e tal e aí já vou passar para prevenir isso". Não existe não. A gente precisa sim fazer começar o tratamento precoce quando começam as acnes e fazer um acompanhamento frequente que é a gente vai tratando e tem tratamentos excelentes hoje em dia que vai fazer com que ela não fique com marcas. Então precisa assim, iniciou a espinha, já faz uma consulta com o dermatologista que aí a gente consegue tratar da melhor maneira possível. Muito bem. Muito bem. Vamos lá. Um minutinho paraas 9. Pode colocar mais uma produção. Vamos ver quem tá conosco. A gente agradece, viu? Você que tá em casa participando com a gente, conversando conosco. Isabela Costa do Centro. Crianças que seguem muitas influêncers de maquiagem ficam mais ansiosas. Ah, como é que identifica que isso virou uma obsessão? Mais uma vez a frequência, né? É, exatamente. A gente acabou já respondendo, né? Eh, mas ficam mais ansiosas, com certeza, né? Porque daí vira um ciclo entre, ah, eu preciso ter aquilo, eu preciso fazer igual a influenciadora, porque só assim as pessoas vão gostar de mim, as pessoas vão me achar bonita, as pessoas e aí se eu não ganho aquele crime e, né, ou aquela, né, a maquiagem, a maquiagem igual da influenciadora, entende como é um ciclo excesso de estímulo no cérebro dessa um ciclo vicioso, né? É, eu assisto, eu quero, eu eu compro, eu testo, aí eu assisto outro, eu quero outro e vai e assim vai, né? Assim, e aí acaba que a criança insiste tanto que aí acaba ganhando, né? Então chora, insiste, acaba vencendo aí a paciência dos pais, que é o que a gente muitas vezes vê. Uhum. Então precisa assim ter um controle, né? bem direitinho que a criança vai entender. É só para, né, complementar e e eu às vezes quando vou fazer orientação de pais, eu gosto de usar uma sigla que é para eles lembrarem que é pós, como se fosse de pósgrado. O que que significa pós? Gente, foca na pós. Vocês tem pós. Eh, pós quer dizer o quê? O P é de participação. Uhum. Então, participa da vida desse filho, conversa, interag, fica junto, brinca. Porque com participação as redes sociais perdem o poder. Olha aí, perde essa intensidade, essa e criança puxa você para brincar. Se você quer brinca, né? Então não vai ficar na tela, né? O o, né? É de orientação. Olha, então, psicoeducação, né? Uhum. Uhum. Então, tem uma frase que eu gosto muito, que é de um filósofo que ele fala que conhecimento é poder. Ah, super. Então, quanto mais conhecimento você dá para essa criança no sentido de como que as redes sociais funcionam, eh, né, ela falou, né, ai a minha sobrinha, né, acho que viu uma influenciadora, quanto mais você explica para essa criança como funciona as redes sociais, o que que é seu influenciador, isso que a Dra. A Lívia falou, né, antes que às vezes mostra mostra que usa, mas nem usa. É criança que realidade passando só usou aquela hora ali, né? Quantas vezes, né, a gente já viu nas redes sociais a pessoa fazendo uma propaganda para um determinado celular, aí faça o próximo história, ela tá com outro. Exato, né? Não, não utiliza isso. Então, quanto mais você eh orienta, então, né, o O de orientação, quanto mais você orienta essa criança, mais conhecimento ela tem, mais senso crítico ela vai ter, né? Isso vai ajudar lá na frente, inclusive. E o Sham de quê? Segimento, sabedoria. Não, segura essa criança. Vai lá. Olha só. Na verdade é de supervisão. Olha aí. Muito bem. Supervisão. Parabéns, gente. Então, supervisão. Supervisione o que essa criança tá brincando, vendo, assistindo. E não é que ela não possa assistir, né, um desenho, algo apropriado pra idade, né? Eh, mas supervisione, olhe, né, para o que ela tá fazendo. Então é só usar a gente, olha aí. Tá vendo? Aprendemos como usar a pós aqui, né? Pós de paz. Pós de paz para orientar as nossas crianças. Agora 93. Mais uma pergunta, produção. A gente direciona agora pra doutora Lívia e daí a gente já vai pras considerações finais. Pode ser? Então vamos lá. Roberto Almeida do Taquaral. Existe diferença entre maquiagens infantis e adultas baratas? Pera aí. Existe diferença real entre maquiagens infantis e adultas baratas em termo de composição química? Ah, entendi. Qual é o maior risco? Olha, então o para criança precisa ter uma certificação que é para maquiagem infantil pediátrica. Eh, em relação tem sim algumas maquiagens mais acessíveis, né, que tem esse selo. Precisa sim olhar o rótulo, ler o que tá escrito ali e se caso for utilizado o adulto, né, sim, vai ter um risco. Eu acho que era essa pergunta. Eh, eu acho que agora essas maquiagens infantis que a doutora diz que tem que ter uma certificação, vale a pena a gente lembrar as mães e os pais essas que a gente encontra nessa nesses eh nessas lojas de de variedades, essas de brincar e não tem certificação nenhuma, será? E é para brincar, é, né? Então vamos cuidar mais um pouquinho, né? Vamos cuidar mais um pouquinho. Espera um pouquinho, né? numa festa, num casamento que vai ir. É porque se a gente entregar pra criança um uma necesser, pode ter certeza que ela vai se divertir muito, né? Mas essa diversão pode trazer consequências no futuro e a gente pode mudar o foco da diversão e trazer outro tipo, né, de diversão, de curiosidade, de entretenimento para essa nossa criança. Tá bom? É isso, gente. Agora 9:5. A produção avisando que a gente já precisa entregar. Então eu quero agradecer demais a participação das nossas convidadas. Érica, começando por você. Obrigada pela sua participação. Deixa uma dica aí pros nossos pais. já deixou uma super dicita, aliás, né, que é pós pais, usar pós pais aí, mas eh em relação a aos cosméticos, a gente precisa se atentar mesmo, né, e aprender a dizer não pras nossas crianças pode ser um bom momento nessa nessa pegada de cosmético aí, porque a gente vai também testar a capacidade de frustração da nossa criança, né? Então, mais uma vez, obrigada. Deixa uma dica aí para o pessoal de casa. Ah, eu acho que a maior dica é assim, né? Eh, caso, né, os pais, né, os educadores tenham dúvidas de como fazer, como eh eh lidar com essa criança, como eh eh despertar nela outros interesses, tem dúvida nesses assuntos. Eu acho que é isso, né? Se puder procurar um profissional adequado, né? eh chega às vezes na clínica algumas pessoas meio que com préconceitos assim com relação a psicólogo, né? Como se psicólogo fosse só para quando se tem um problema, quando se tem uma doença, quando se tem, né, eh, depressão, ansiedade, algo, né, como se fosse algo grave. Mas muitas vezes os psicólogos trabalham com orientação parental, né? Eh, então assim, acho que a dica aí para esse pai, para essa mãe ou para qualquer outro eh eh cuidador, né, educador que esteja nos assistindo, eh surgiu dúvida, não tem problema, vamos conversar, né? Vamos conversar, né? Eh, a gente tá aqui disponível, né, para poder auxiliar, para poder eh passar aí um pouquinho do nosso conhecimento, né? Então, assim, acho que é procurar ajuda, né? Não ter vergonha. Uhum. Não, né? A gente sabe como que é a rotina e o dia a dia de uma família, de uma mãe, né? Mãe solos, etc., né? Então, assim, às vezes não dá tempo de pegar essas nuances que um profissional, né, especializado vai conseguir dar esse suporte. Hoje que a dica seria essa. Obito obrigada por nos orientar, viu? Agradeço foi ótimo. Foi maravilhosa. E hoje completou o nosso time, claro, a Dra. Lívia, porque a gente tá falando de skincare na infância e a gente tem que falar também, claro, não pode passar batido a questão da pele, né? A dermatologista que nos orientou aqui falando sobre os impactos na pele dessa criança, passando aí pra pré-adolescência, depois adolescência, a fase adulta e um envelhecimento que pode ser também precoce. a partir do início desse skinquer dessa maquiagem lá na infância. Doutora, obrigada pela sua presença. Muito honrada de estar aqui com vocês. E a o que eu tenho de mensagem final é que cada idade tem sua beleza. A beleza da criança é tão genuína, não tem necessidade ainda de ainda não nem nunca terá de ficar usando cosméticos, maquiagem. Cada idade vai ter a sua indicação, então tem um pouco mais de paciência que tudo vai evoluir com o tempo certo e e vai ser o natural da vida, né? A gente tem que ir conforme a vida nos nos guia e a criança ela tem uma pele que não necessita de cosméticos. Muito bem, obrigada, doutora. Obrigada a nossa psicóloga. A gente agradece você aí de casa também que participou conosco. Quero lembrar que hoje ao meio-dia temos Câmara Notícia eh com Gabriel Castro. Claro que vai falar da Copa, claro que vai falar da vitória do Brasil. Nós temos o Câmara na Copa que é dentro do Câmara Notícia e que atualiza as informações, tá? E também daqui a pouquinho a ÍRA tá chegando aí, atualizando as informações eh do legislativo e também eh aqui de Campinas, São Paulo, Brasil e mundo. E a gente segue com a nossa programação da TV Câmara Campinas, sempre preparada, com muita responsabilidade, com muito carinho, especialmente para você que tá aí do outro lado acompanhando a gente, tá? Então, um grande abraço, fique bem, se cuide e até amanhã, se Deus quiser. Tchau. Tchau, gente.