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É o Bicho | Cat Sitter: A Gatinha Paçoca e Sua Babá
Em destaque · HD Vídeo · É O BICHO

É o Bicho | Cat Sitter: A Gatinha Paçoca e Sua Babá

99 views Publicado semana passada HD · 13:21
Resumo editorial

Ângela Lemos de Souza, cat sitter profissional, explica os cuidados essenciais com gatos durante a ausência dos tutores. Aborda comportamento felino, importância da hidratação e da permanência do animal em seu próprio ambiente. O vídeo evidencia que gatos são sensíveis ao estresse ambiental e necessitam de cuidados adequados para manter bem-estar e saúde.

Citados nesta edição

Descrição do vídeo

A cat sitter Ângela Lemos de Souza, conhecida como Ângela Cats, apresenta a gata Paçoca, de 7 anos, para explicar os cuidados de quem cuida de felinos na ausência dos tutores. Segundo ela, hidratação pesa mais que alimentação na avaliação de bem-estar, e a rotina do animal não pode ser alterada: horário de comida, brincadeiras e permanência no ambiente conhecido. Ângela detalha ainda os sinais de desconforto do gato, como mudança na posição do rabo e orelhas para trás, e o protocolo de entrevista com o tutor antes de assumir o serviço.

Transcrição completa do vídeo

12 mil caracteres · transcrição automática

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Olá, [música] está no ar mais uma edição do Elbition e hoje vamos entender sobre o comportamento dos felinos quando eles não estão com os seus tutores, quando eles precisam de um acompanhamento. E olha, nada melhor do que a Ângela Lemos de Souza, ela que é catitter, gente, babá de gato, mais conhecida como Andio Cats. E ela vai explicar pra gente um pouquinho sobre o comportamento da paçoca, essa gatinha, né, super carismática, mas que tende a mudar aí o comportamento quando está longe da sua tutora. [música] Tudo bem? Obrigada por ter aceito o nosso convite. Eu que agradeço. Muito obrigada. Angângela. Conta pra gente como que você chegou até essa profissão e falar um pouquinho sobre o comportamento felino. Precisou estudar também sobre isso, né? Olha, eu vou [música] te dizer que isso é um dom de Deus, né? Eh, eu não tive muitos estudos, não fiz curso, tá? Esse é um dom que Deus deu, porque eu sempre cuidei de animais de rua, sempre resgatei, né? [música] E eu fiquei focada em gatos, em felino, que é um animal que todo mundo despreza, né? Que [música] acha que na rua eles conseguem viver bem e eles não conseguem viver bem. Eles morrem atropelado, pega doença, [música] né? E sofrem bastante. E aí, eh, isso se tornou uma profissão para mim. E como isso aconteceu? Primeiro eu falei assim, eu tenho que fazer algo que eu gosto, né? Eu saí do mercado de trabalho para cuidar do meu filho pequeno e eu queria retornar ao mercado de trabalho. Então eu quis fazer algo que que eu gostasse. Uhum. Né? Então eu comecei a analisar o comportamento felino, entender. Eu convivo com gatos, eu tenho cinco gatos, né? E e aí eu começo assim, eh, falando da paçoca, que a Paçoca é uma gatinha que ela tem 7 anos, né? Já é uma gatinha sior, já tá entrando pro pro Sior, né? Eh, a paçoca é uma gatinha que não pode mudar de ambiente. Por quê? N, essa minha profissão envolve muito cuidado do gato no local da casa dele. Entendi, né? Quando o tutor tá ausente por algum motivo de doença, de viagem, né? Precisa de alguém para cuidar. Então, a gente tem que pensar que é como cuidar de uma criança pequena, né? Então, exige alimentação adequada, né? Eh, a hidratação, que é muito mais importante que a comida. hidratado. Olha, e se a pessoa que trabalha com isso não tiver noção de comportamento felino, ela não vai perceber que o gato não está bem. Então você tem que analisar o pelo se o pelo não está opaco, se tá desidratado, né? Então eu já faço uma certa análise quando eu venho fazer a entrevista com o tutor. Eu venho para conhecer o gato, conhecer o tutor, pegar as autorizações para entrar, ver aonde fica as coisinhas do gato e como que é a rotina dessa gata, né? que nem o caso, nós estamos falando da paçoca, né? Que eu estou aqui com a Paçoca hoje, vocês vão conhecer ela, né? É uma gata linda, fofa, maravilhosa. A paçoca é calma, né? Tranquila. A paçoca é tranquila, mas ela é uma gata assim que tem personalidade, tem a personalidade dela e que você tem que saber respeitar. Ela sabe falar quando ela não quer. Então você tem que ver o sinal. O rabo dela já muda de posição, a orelha já fica para trás, né? e ela já dá sinais de que ela quer pegar você. Só que a paçoca ela é muito tranquila. Então a gente tem que ter assim também uma noção do felino para saber como lidar com ele, né? O que que é importante? Alimentação adequada, a hidratação, ter momentos de brincadeira, porque eles entram num estado de depressão quando o tutor não está no local, né? Então precisa manter ele tranquilo, né? O animal no ambiente dele, que é o mais importante, e sem mudar aquela rotina. É isso que você faz na primeira, a rotina não pode ser mudada, certo? Ela tem a hora de comer. É, tá certo que às vezes você tem vários clientes para atender no dia e você não consegue vir no determinado horário, mas eu tento manter aquele horário. Entendi. Para manter a rotina, né? Para manter a rotina, para ela se alimentar no horário certo, para brincar, interagir com ela, para ela ver que ela não está sozinha. Ah, mas é 45 minutos de visita. É pouco. É pouco se você não souber usar esse tempo. Uhum. Se você alimentar bem, dar carinho, cuidar, o felino vai confiar em você, né? Vai se sentir bem e ela vai te dar aquele retorno, aquele carinho. O tutor vai chegar e vai ver que o seu gato está bem, está saudável, está bem cuidado. Então tem fases na idade do gato. O gato sênio, ele não pode ficar mudando de ambiente, certo? Porque se ele muda de ambiente, o que que acontece? Ele se retrai, ele tem medo. Uhum. Né? E esse medo ele fica até sem comer e 24 horas sem comer, né, ele já entra numa lipidose hepática. Então você imagine é a a destruição dentro do organismo de um gato só da saudade que ele tem do dono dele. Então você precisa ser a mãe desse gato nesse momento. O cuidador eu falo que é igual o cuidar de um bebê. Uhum. Você precisa suprir aquela aquela carência dele, porque o gato é muito carente, muito emocional. É diferente de um cachorrinho, porque eu cuido de cachorro também, né? Aham. Mas o cachorro ele é muito diferente o comportamento, né? É muito diferente, porque o gato ele é muito apegado ao dono. Aí a pessoa fala: "Ah, mas o gato gosta da casa". Não é verdade? Ele gosta do ambiente dele. Ele é territorial, certo? Mas ele gosta do dono dele e ele fica com muita saudade do dono dele. É porque o pessoal tem aquela, né, de gato, ai gato é mais independente, né? tem essa outra versão também, né, que o pessoal fala do comportamento, mas então ele tende mais a puxar pro lado do tutor mesmo, tem mais aquela paixão ali, né? [risadas] É, eu acho que a independência dele é dele saber se virar. Sim. Você põe a comidinha, ele sabe onde tá, ele come, ele é autêntico no que ele faz, né? Se ele não gosta de você, ele não vai fingir, ele vai te arranhar. Então, às vezes, quando o gato é mais agressivo, quando eu vou fazer a entrevista, eu já corto a unha do gato, já deixa parada para mim correr o risco também, né? Já faço aquela amizade e o gato, quando ele te aceita, você passa a ser como se fosse da família dele. E a Paçoca te aceitou assim de imediato. A paçoca ela é incrível. Ela já me aceitou assim de imediato mesmo. Ela já rolou ali, já deixou eu entrar, né, na vida dela ali e ser a cuidadora dela, porque a cuidadora é a babá, né, a babá do gatinho, né? Então, para mim é muito gratificante, né, saber quando o animal te aceita. E o animal, ele é muito inteligente. Ele sabe se você está nervosa, se você está triste, né? Se você está com raiva de alguma coisa, se você vem aqui, atropela, querer fazer tudo na correria, ele não vai querer dar atenção para você, ele quer aquele tempo para ele e ele vai dar aquele retorno. E para você, Capaçoca, tá sendo incrível também. Pr mim eu falo assim que não é um trabalho, né? Para mim, eu falo assim que é uma é um prazer, é uma alegria estar com o felino, né? A paçoca é uma graça. A paçoca fala que se a Angélica permitisse a tutora, né, eu levaria embora. Olha só, a gente vai conversar com a tutora, vou perguntar [risadas] com a tutora, a gente vai perguntar se realmente isso procede, viu? Mas gente, agora a gente vai mostrar um pouquinho então dessa rotina, né, Angela? mostrar como que é feito esse trabalho. Então, aguarde aí que a gente volta daqui a pouquinho. [música] Aí, estou aqui com a Angélica, poeta. Ela vai falar um pouquinho sobre essas mudanças também no comportamento da paçoca, né, que é perceptível quando você volta de viagem, né? Sim. É, é perceptível. É que assim, a Ângela foi um achado, né? Eu descobri a Ângela quando eu mudei aqui pro pro parque industrial. Eu morava no Taquaral e lá eu tinha uma pessoa que olhava a paçoca. E aqui eu não conhecia ninguém. Comecei a procurar no Google. E quando eu vi que o endereço dela era muito próximo daqui de casa, eu falei: "Ah, vou chamar", né? E ela veio, no primeiro dia que ela veio para conhecer a paçoca, ainda não era para tratá-la, porque eu ia viajar depois, ela sentou aqui no chão e a paçoca pulou no colo dela. Eu falei: "É essa não tem nem que procurar mais, não tem que procurar". E é assim, a gente percebe que a que a gata tem intimidade com outras pessoas pela forma de receber, pela forma de ficar próximo, né? O gato, como a Ângela comentou mais cedo, é um bicho sentimental, muito diferente do que falam, né? Falam que gato não gosta de gente, que gato gosta da casa, que gato isso, que gato. Mentira, tudo mentira. gato é extremamente sentimental e gosta do dono. A minha dorme comigo. Então, no dia que a que a Ângela vem, a semana, às vezes fica uma semana, às vezes 10 dias vindo aqui, quando eu volto eu tenho que adaptar de novo algumas coisas, porque a Ângela vem em horários diferentes do que às vezes eu dou, por exemplo, uma ração diferente, uma paçoquinha diferente, entendeu? Então aí eu fico, ah, tá com saudade da Ângela, né? Eu vou buscar a Ângela para você aqui. Olha, então realmente tem essa diferença no comportamento e e quando assim que ela chegou você percebeu que a paçoca gostou mesmo, teve essa interação. Não, tem coisas que só a faz que eu não consigo fazer. Cortar unha, por exemplo, eu não consigo. Ela não me deixa cortar as unhas dela. Quem corta é a Ângela quando ela vem cuidar por uma semana, por 10 dias, passar a escovinha no pelo, desembaraçar e tal. Isso é que faz, eu não consigo fazer. Ela não me deixa. A confiança mesmo total. Ela fica paradinha, quietinha, não precisa segurar, não precisa amarrar, não precisa prender, não precisa sacar nada disso. Ela fica no colo da ângela. Ângela corta unha inha, põe, passa a escovinha. Eu não consigo, não consigo. E você entrega ela de olhos fechados, né? Tem dia que eu até esqueço que eu tô fora de casa. Agora, recentemente, eu cheguei de Belo Horizonte, eu tava lá, cheguei na sexta-feira, fiquei 10 dias lá. A Ângela normalmente me manda foto, me manda vídeo do dia dela aqui, né? Tinha dia que eu esquecia que eu nem lembrava que eu não tava em casa quando eu ia ver o vídeo da Ângela, que tinha chegado há duas, tr horas atrás, eu não tinha visto ainda. Eu fico completamente sossegada. É uma, é, não tem preço isso, né? E, e é legal, é interessante, né, a gente trazer aqui e falar sobre essa possibilidade também de manter o animal dentro do próprio ambiente, né? Eu acho que é o ideal do espaço, com as coisinhas que já tem o costume, isso faz toda a diferença também, né? Faz, faz porque o gato ele estressa muito facilmente, né? Por exemplo, ela me odeia sair de casa. Se eu tiver que levar num veterinário, colocar na caixinha de transporte, ela vai miando da porta de casa até dentro do veterinário. Ela não para de miar um minuto. Recentemente eu levei no pet shop para colocar o chip para para que eu fiz um plano de de saúde animal, tive que levar lá para para microchipar, gente. Mas foi assim, parecia que tava levando para crucificar. [risadas] Eles não gostam de sair de casa. Não gostam, não gostam. Em casa eles se sentem tranquilos, acomodados, seguros, né? Então para que que você vai tirar o bicho de casa se é para estressar? Não faz sentido. Então para você foi assim um achado, foi a bção de Deus que uniu, né, a paixão dela também com uma profissão. Você vê que ela gosta, né? Não é uma coisa só para ah, só para ganhar dinheiro, só porque ela entrou nisso de profissão, não. Ela entrou porque ela gosta. Você vê que o jeito dela é de quem gosta de fazer isso. Ela faz por prazer. E aquilo, né? Os animais eles sentem, né, realmente aqueles que que gostam, né, que tem aquele amor, aquela paixão. Tanto é que a paçoca ela, a paixão dela não tem jeito, né? Na hora que a Ângela chegou aqui hoje, ela já foi, já se, já foi pro ladinho dela e já se chega. A gente vê que o bicho gosta, é diferente, né? É. E ela falou que vai levar embora, hein? Então, não, só vai deixar [risadas] vocês vão dividir, né? Não vou permitir, mas ela pode vir ver quando ela quiser. Ela faz isso de vez em quando. Ela tá aqui atendendo outro pessoa, outro cliente. Ela vai passar aí para ver a paçoca. Vem aqui ver a paçoca. Ai que bom. É muito, é muito legal a gente falar sobre essa parceria também, né? E principalmente eh falando, né? Sobre o bem-estar do animal, o comportamento e o que fica de mensagem é isso mesmo, né? A gente tratar os nossos animaizinhos, né? Então, gato é tudo de bom, gente. É, tá certo. Obrigada, viu, pela sua participação. Agradeço. Muito obrigada, né, Paçoca? Estrela. [risadas] É, o bicho fica por aqui. Tchau, tchau. Até a próxima semana. [música] [música]
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